quinta-feira, 24 de outubro de 2024

 




 

GENIE SX-135 XC: PLATAFORMA ELEVATÓRIA TELESCÓPICA

 


A Genie SX-135 XC é uma plataforma elevatória telescópica que atende às necessidades de trabalhadores em altura, proporcionando segurança e eficiência.

No cotidiano de profissionais da construção civil, manutenção de estruturas e montagens industriais, contar com equipamentos que oferecem alcance, robustez e precisão é essencial para realizar tarefas de forma segura.

O SX-135 XC se destaca justamente por combinar essas características, oferecendo uma solução ideal para quem precisa de altura e estabilidade.

 

Especificações Técnicas

A tabela a seguir apresenta algumas especificações técnicas do Genie SX-135 XC, que ilustram seu potencial de operação em diversas aplicações:

 

Especificação                      Valentia

Altura Máxima Trabalho - 43,15 metros

Alcance Horizontal Máximo - 27,43 metros                     

Capacidade Carga - 454 kg (com o sistema Genie XC)

Fonte Energia - Diesel

Peso - aprox 20,825 kg

Dimensões Plataforma - 0,91 m x 2,44 m

Sistema Tração - 4×4, adequado terrenos irregulares


Essas especificações fazem com que o SX-135 XC seja uma excelente escolha para diversos tipos de atividades em altura.

 

Características Principais

A Genie SX-135 XC contém diversas características que aumentam a segurança e a produtividade dos operadores.

Primeiramente, seu sistema de tração 4×4 proporciona melhor aderência em terrenos irregulares, garantindo uma operação estável mesmo em locais com desníveis.

Além disso, o modelo vem equipado com um sistema de controle de oscilação automático, que ajusta a base da plataforma em superfícies irregulares, oferecendo uma operação segura.

Além disso, uma plataforma conta com um braço telescópico de alcance estendido, ideal para acessar locais de difícil alcance sem a necessidade de reposicionar constantemente o equipamento.

Por fim, o design robusto e a construção reforçada permitem que o SX-135 XC suporte condições adversas de trabalho, garantindo durabilidade e confiabilidade ao longo dos anos.

 

Quais são as principais aplicações do Genie SX-135 XC?

O Genie SX-135 XC é amplamente utilizado em diversos setores, devido às suas especificidades e capacidade de alcance.

Em atividades de manutenção predial, a plataforma facilita o acesso a áreas elevadas de edifícios, possibilitando a realização de reparos em fachadas e sistemas de iluminação.

Outro exemplo relevante é na construção de estruturas metálicas, onde o alcance do SX-135 XC permite que os trabalhadores realizem montagens com segurança e isolamento.

Além disso, no setor de energia eólica, a plataforma se torna uma ferramenta necessária para manutenção de turbinas eólicas, oferecendo o alcance necessário para acessar componentes em grandes alturas.

Finalmente, sua aplicação em parques industriais e armazéns é uma das mais notáveis, pois possibilita o transporte de ferramentas pesadas e o transporte de cargas em altura.

 


Como o Genie SX-135 XC se adapta a ambientes hostis?

O Genie SX-135 XC é projetado para operar em condições adversárias, garantindo desempenho em ambientes mais solicitados.

Por exemplo, em canteiros de obras onde o solo é irregular, o sistema de tração 4×4 e o controle automático de oscilação garantem a estabilidade do equipamento, minimizando o risco de acidentes.

Isso permite que uma plataforma seja utilizada em terrenos de difícil acesso, como por exemplo, locais com declives ou superfícies arenosas.

Outro aspecto importante é sua resistência a condições climáticas extremas, como frio intenso ou calor elevado.

O motor diesel robusto do SX-135 XC permite que ela funcione de forma contínua, mesmo em locais onde a temperatura pode ser um desafio.

Além disso, uma estrutura reforçada protege os componentes mecânicos, garantindo durabilidade e necessidade de manutenção.

 

Quais são os principais benefícios do envelope de trabalho completo do Genie SX-135 XC?

Um dos maiores diferenciais do Genie SX-135 XC é seu envelope de trabalho completo, que oferece operacionalidade flexível para os operadores.

Com um alcance de até 43,15 metros, a plataforma permite o acesso a pontos elevados, mesmo em áreas com obstáculos ao redor.

Isso significa que os trabalhadores podem realizar tarefas em locais de difícil acesso sem precisar reposicionar constantemente a máquina, o que aumenta a eficiência.

Além disso, o envelope completo é ideal para atividades que excluem isolamento, como manutenção de estruturas e instalação de sistemas em locais elevados.

A plataforma também oferece um sistema de controle preciso, permitindo ajustes milimétricos na altura e posição da cesta, garantindo maior segurança ao trabalhador.

 

Quais são as especificações de segurança do Genie SX-135 XC?

A Genie SX-135 XC conta com uma série de recursos que garantem a segurança dos operadores durante o uso.

Primeiramente, a plataforma possui sensores de carga que monitoram continuamente o peso na cesta, garantindo que a capacidade máxima não seja excedida.

Em caso de sobrecarga, o sistema emite um alerta e limita os movimentos da plataforma, prevenindo acidentes.

Outro aspecto importante é o sistema de parada de emergência, que permite ao operador interromper as operações imediatamente em caso de qualquer problema.

Além disso, a plataforma vem equipada com cintos de segurança e pontos de ancoragem para evitar quedas durante o trabalho em altura.

Esses dispositivos são essenciais para garantir que as operações ocorram de forma segura, especialmente em alturas consideráveis.

 

Como o Genie SX-135 XC se compara com outros modelos da linha SX?

Comparado a outros modelos da linha SX, como o SX-125 XC, o Genie SX-135 XC se destaca por oferecer maior alcance horizontal e uma altura de trabalho recomendada superior.

Além disso, o modelo conta com o recurso Xtra Capacity, que permite uma maior capacidade de carga em comparação com modelos mais antigos.

Enquanto o SX-125 XC é indicado para tarefas que desativam a altura, o SX-135 XC oferece uma combinação de altura e maior capacidade de alcance lateral, sendo ideal para cenários mais complexos.

Além disso, o SX-135 XC se diferencia pelo seu sistema de controle avançado e pela tecnologia que proporciona uma operação suave em diferentes condições de terreno.

Em resumo, é a escolha perfeita para quem busca desempenho e segurança em projetos de maior envergadura.

 

 



 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


 




 

PLATAFORMA ELEVATÓRIA PARA PINTURA DE EDIFÍCIOS EM SÃO PAULO

 


Pintura de edifícios é uma tarefa que exige habilidades especiais e um conjunto de ferramentas adequadas, especialmente quando se trata de trabalho em altura.

Os profissionais que atuam nesse setor enfrentam frequentemente desafios, como a necessidade de acesso a áreas elevadas e a garantia de segurança durante a execução de seus serviços.

Com isso em mente, o uso de plataformas elevatórias se torna uma solução eficaz, permitindo que esses trabalhadores realizem suas tarefas de forma mais segura e eficiente.

Neste artigo, abordaremos como as plataformas elevatórias se tornam aliadas indispensáveis ​​para a pintura de edifícios em São Paulo.

 

Quais são os tipos de plataformas elevatórias disponíveis para pintura?

Existem vários tipos de plataformas elevatórias que podem ser utilizadas em projetos de pintura de edifícios.

Primeiramente, as plataformas articuladas são bastante populares devido à sua flexibilidade. Elas permitem que os trabalhadores acessem áreas de difícil alcance, como beirais e cantos.

Essa discussão é especialmente útil em projetos urbanos, onde os edifícios podem ter formatos variados.

Além disso, as plataformas telescópicas oferecem uma extensão significativa, facilitando o acesso a grandes alturas.

Essas plataformas são ideais para pinturas em prédios altos, onde a altura do trabalho pode ser um desafio.

Com essa opção, os profissionais podem realizar suas tarefas sem a necessidade de montar andaimes complicados, economizando tempo e esforço.

Por último, as plataformas de tesoura também são uma escolha eficaz, especialmente em projetos que desbloqueiam uma base ampla e estável.

Eles garantiram uma segurança adicional, permitindo que os trabalhadores se movimentassem com confiança enquanto realizavam a pintura em altura.

Assim, ao escolher a plataforma adequada, é possível garantir que o trabalho seja executado de maneira eficaz e segura.

 

Como a utilização de plataformas elevatórias pode economizar tempo em projetos de pintura?

Inicialmente, o uso de plataformas elevatórias pode resultar em uma economia significativa de tempo em projetos de pintura.

Por exemplo, ao invés de montar andames, que exigem horas de trabalho, as plataformas podem ser posicionadas rapidamente, permitindo que os trabalhadores comecem a pintar quase imediatamente.

Essa agilidade é crucial em um mercado competitivo, onde o tempo é um recurso importante.

Além disso, as plataformas elevatórias oferecem a capacidade de movimentação vertical e horizontal, permitindo que os profissionais acessem diferentes áreas de forma rápida e fácil.

Isso significa que, ao invés de descer e subir várias vezes, os trabalhadores podem se concentrar na pintura, aumentando sua produtividade.

Essa eficiência não beneficia apenas os trabalhadores, mas também garante que os projetos sejam concluídos dentro dos prazos estipulados.

Por fim, o tempo economizado pode ser redirecionado para outras tarefas, melhorando ainda mais a eficiência do projeto.

Como resultado, as empresas que utilizam plataformas elevatórias podem atender a mais clientes e aumentar sua rentabilidade, destacando-se no mercado de pintura de edifícios em São Paulo.

 

Como uma plataforma elevatória pode reduzir os custos de um projeto de pintura?

De maneira geral, o uso de plataformas elevatórias pode contribuir para a redução dos custos em projetos de pintura.

Primeiramente, ao diminuir o tempo necessário para concluir o trabalho, pois as empresas podem economizar em mão de obra.

Isso é especialmente importante em projetos grandes, onde as despesas com funcionários podem ser significativas.

Além disso, as plataformas elevatórias ajudam a minimizar o desgaste de ferramentas e equipamentos.

Com acesso mais fácil às áreas de trabalho, os profissionais evitam danos aos equipamentos, resultando em menos gastos com manutenção e reposição.

Esse aspecto é fundamental, uma vez que a durabilidade dos materiais pode impactar diretamente o orçamento do projeto.

Por fim, ao promover um ambiente de trabalho mais seguro, as plataformas elevatórias também modernas para a redução de custos relacionados a acidentes.

Com menos lesões, as empresas gastam menos com seguros e despesas médicas, resultando em uma economia significativa ao longo do tempo.

Portanto, investir em plataformas elevatórias não é apenas uma decisão prática, mas também uma estratégia financeira inteligente.

 

Quais são as principais vantagens de usar plataformas elevatórias em vez de andaimes para pintura em altura?

Primeiramente, as plataformas elevatórias oferecem vantagens significativas em relação aos andaimes.

Uma das diferenças principais é a rapidez com que podem ser montadas e desmontadas.

Enquanto os andaimes podem levar horas para serem montados, as plataformas elevatórias podem ser posicionadas em questão de minutos.

Desta forma, os trabalhadores começam a pintar mais cedo, aumentando a eficiência do projeto.

Além disso, as plataformas elevatórias garantem maior segurança.

Os trabalhadores estão protegidos em uma estrutura estável, diminuindo o risco de quedas e acidentes.

Essa é essencial, especialmente em um setor onde as alturas são uma preocupação de segurança constante.

Assim, a utilização dessas plataformas não apenas protege os profissionais, mas também minimiza a responsabilidade das empresas.

Por último, as plataformas elevatórias procuram um ambiente de trabalho mais confortável.

Ao contrário dos andaimes, que podem ser estreitos e instáveis, as plataformas oferecem mais espaço e estabilidade, permitindo que os trabalhadores se movimentem com liberdade.

Essa comodidade se traduz em um desempenho superior e na conclusão de projetos de pintura com maior qualidade.

 

Como as plataformas elevatórias melhoram a segurança dos trabalhadores de pintura em altura?

No contexto da pintura de edifícios, a segurança dos trabalhadores é uma prioridade absoluta.

Primeiramente, as plataformas elevatórias são projetadas com múltiplos recursos de segurança, como barreiras de proteção e sistemas de estabilização.

Esses dispositivos garantem que os profissionais possam se concentrar em suas tarefas, sem se preocuparem com possíveis quedas ou acidentes.


Além disso, a visibilidade é um fator importante.

As plataformas elevadas permitem que os trabalhadores tenham uma visão clara das áreas que estão pintando, o que é fundamental para a precisão e qualidade do trabalho.

Essa clareza reduz as chances de erros e retrabalhos, garantindo que o serviço se conclua de forma eficiente e segura.

Por fim, o uso de plataformas elevatórias demonstra o compromisso das empresas com a segurança de seus funcionários.

Isso não apenas melhora a moral da equipe, mas também fortalece a confiança da empresa no mercado, atraindo clientes que valorizam práticas de trabalho seguras.

Portanto, as plataformas elevatórias não são apenas uma ferramenta, mas uma parte essencial da cultura de segurança no setor de pintura.

 

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


quarta-feira, 23 de outubro de 2024

 




 

O SECRETÁRIO DA CIPA TEM ESTABILIDADE?

 



A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é regulamentada pela Norma Regulamentadora nº 05 (NR-05), que estabelece os parâmetros e os requisitos da CIPA.

A CIPA tem o objetivo de contribuir na melhoria das condições de trabalho para prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

Devem constituir e manter CIPA, as organizações e os órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como os órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Em alguns casos, a nova NR-5 estabelece à organização somente a nomeação de um representante da NR-5 ou o atendimento da CIPA pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT. Para saber mais a respeito disso, acesse: Dimensionamento da CIPA – Passo a Passo.

 

Quem pode ser secretário da CIPA?

O secretário da CIPA pode ser qualquer empregado da organização, seja ele membro ou não da CIPA.

 

Como indica ou escolhe o secretário da CIPA?

Em relação a quem escolhe ou indica o secretário da CIPA, a nova NR-5 tornou o processo bem mais simples.

Atualmente, os membros da CIPA devem designar um secretário da CIPA para cada reunião ordinária ou extraordinária, podendo ser ou não a mesma pessoa.

 

Quais são as atribuições do secretário da CIPA?

Entre as principais atribuições ou funções do secretário da CIPA, temos:

Redigir a ata, apresentando-a para aprovação e assinatura dos membros presentes;

Preparar alguma correspondência; e

Outras que lhe forem conferidas.

O secretário na CIPA realiza mais atividades de natureza administrativa.

 

O secretário da CIPA precisa de treinamento?

Como vimos anteriormente, os membros da CIPA devem designar um secretário da CIPA para cada reunião ordinária ou extraordinária, podendo ser ou não a mesma pessoa, independentemente de ter realizado ou não o treinamento da CIPA.

A nova NR-5 não estabelece a obrigatoriedade de treinamento para o secretário da CIPA, mas apenas para o representante nomeado da NR-5 e os membros da CIPA, titulares e suplentes.

 

O secretário da CIPA tem direito à estabilidade?

A nomeação do secretário da CIPA pelos membros da comissão, não concede ao nomeado o direito à estabilidade (garantia de emprego), pois esse benefício é somente aos membros eleitos da CIPA, ou seja, aos eleitos em escrutínio secreto.

A estabilidade dos membros eleitos da CIPA está prevista nos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, que faz parte da Constituição. Veja:

 

“Art. 10. Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. 7º, I, da Constituição:

(…)

II – Fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa:

a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes, desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato; “

 

Além disso, o subitem 5.4.12 da NR-05 dispõe que:

 

“5.4.12 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. “

 

Perceba que a vedação à dispensa arbitrária se limita apenas ao empregado eleito em escrutínio secreto para cargo de direção da CIPA, não fazendo menção ao secretário.

Portanto, o secretário da CIPA não tem direito à estabilidade (garantia de emprego), exceto se ele for algum membro eleito da CIPA. Nesse caso, o direito à estabilidade não é em decorrência de ter sido nomeado secretário da CIPA, pois como já vimos, isso não dá direito à estabilidade (garantia de emprego), mas sim, devido ser membro eleito da CIPA.

 





Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


 


 

DDS ERGONOMIA NO TRABALHO

 



Hoje, traremos o Diálogo Diário de Segurança – DDS Ergonomia no Trabalho. Confira o texto a seguir!

 

A ergonomia é a ciência que relaciona o homem ao ambiente de trabalho, buscando adaptar o trabalho ao homem, tendo em vista tornar as tarefas, empregos, organizações e sistemas compatíveis com as necessidades, capacidades e limites das pessoas.

 

Segundo a NR-17, que trata da ergonomia, as condições de trabalho devem adaptar-se às condições psicofisiológicas do trabalhador, de modo a proporcionar conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente.

 

Falar de ergonomia é de extrema importância, visto que de acordo com o Ministério da Saúde, as Lesões por Esforços Repetitivos - LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho - DORT estão entre as doenças que mais afastam trabalhadores de suas atividades profissionais.

 

A ergonomia existe para tornar o trabalho confortável, evitar o surgimento de doenças ocupacionais. Outrora considerava-se o trabalho como um sacrifício, hoje a ergonomia visa erradicar essa visão, buscando o conforto no ambiente de trabalho. Não é normal chegar em casa, após um dia de trabalho, com dores nas costas, dores de cabeça, ansioso. Não se atentar às condições de trabalho causam prejuízos que podem ser irreversíveis.

 

A ergonomia divide-se em três aspectos:

Ergonomia física: atua nas posturas de trabalho, na manipulação de objetos, nos movimentos repetitivos, nos problemas osteomusculares, no arranjo físico dos postos de trabalho, na segurança e na saúde dos trabalhadores.

Ergonomia cognitiva: atua no estabelecimento do processo mental do trabalhador na relação prazer/sofrimento do trabalho, no estresse profissional e na formação profissional e pessoal.

Ergonomia organizacional: atua nos sistemas e processos de comunicação dentro da organização, na concepção dos horários de trabalho, no trabalho em equipe, no trabalho cooperativo e na gestão pela qualidade.

 

Todos os três aspectos são importantes e devem ser aplicados em toda atividade laboral.

 

Especial atenção deve ser dada à postura, visto que há situações em que a má postura pode produzir consequências danosas. Principais situações:

·       Trabalhos estáticos que envolvem postura parada por longos períodos;

·       Trabalhos que exigem muita força; e

·       Trabalhos que exigem posturas desfavoráveis, como tronco inclinado e torcido.

 

Uma postura inadequada pode trazer, além de fadiga muscular, efeitos de longo prazo, sobrecarga imposta ao aparelho respiratório, formação de edemas, varizes e afecções nas articulações, principalmente na coluna vertebral (provocando artrose, bursite, sinovite, hérnias de disco – as lesões por esforço repetitivo – LER ou doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho – DORT).

 

Além da postura inadequada, podemos enumerar outros riscos ergonômicos no ambiente de trabalho:

·       Repetição de movimentos;

·       Iluminação deficiente;

·       Ritmo acelerado de trabalho;

·       Monotonia de atividades;

·       Longas jornadas de trabalho;

·       Levantamento de cargas pesadas.

 

Para reduzir o risco de lesões e acidentes, algumas medidas simples podem ser praticadas diariamente.

·       Faça alongamentos;

·       Faça pausas durante alguns minutos, conforme recomendação da equipe de segurança do trabalho;

·       Atente-se à sua postura: costas eretas, ombros para trás. Caso trabalhe sentado, ajuste a cadeira de maneira que você não fique com os braços encolhidos ou esticados; use um descanso para os pés para apoiar as pernas no caso de precisar deixar sua cadeira alta para usar o descanso dos pulsos;

·       Caso trabalhe usando o computador, alterne o uso do mouse com o teclado, deixando-os próximos; lembre-se de que a distância entre o monitor e os olhos é de 45 a 75 cm. Não fique muito tempo olhando para a tela do computador.

 

Desvie o olhar por alguns minutos.

·       Em caso de ambientes fechados, mantenha a temperatura do local agradável, atentando à umidade;

·       Use os equipamentos de proteção individual, como protetores auriculares;

·       Sempre siga as normas de segurança.

 

Realize seu trabalho com presteza, não descuidando da sua saúde.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


terça-feira, 22 de outubro de 2024

 




 

DIMENSIONAMENTO DA CIPA – PASSO A PASSO

 



Hoje, aprenderemos como realizar o dimensionamento da CIPA. Mas, antes de tratarmos sobre o dimensionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, é importante destacar que a comissão é instituída pela Norma Regulamentadora nº 05 (NR-5), cujo título é Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 

Conforme o subitem 5.2 da NR-5, a CIPA deve ser constituída e mantida por todas as organizações e órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como os órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

 

O que é CIPA?

A CIPA é uma comissão paritária constituída por representantes dos empregados, eleitos em escrutínio secreto, e por representantes dos empregadores, por eles designados, sem haver eleição.

 

Dessa forma, os empregadores escolherão dentre seus representantes o Presidente da CIPA e os representantes eleitos dos empregados escolherão dentre os titulares o vice-presidente, conforme disposto no subitem 5.4.5 da NR-5.

 

“5.4.5 A organização designará dentre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes eleitos dos empregados escolherão dentre os titulares o vice-presidente.”

 

O mandato dos membros eleitos da CIPA, ou seja, dos representantes dos empregados, terá a duração de 1 (um) ano, permitida uma reeleição. Vale salientar, que o empregador poderá reconduzir seus representantes na CIPA para mais de dois mandatos.

 

Objetivo da CIPA

Em síntese, a CIPA tem como objetivo a prevenção dos acidentes e das doenças ocupacionais, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e promoção da saúde dos trabalhadores, mediante o desenvolvimento de ações e medidas preventivas, conforme disposto no subitem 5.3.1 da NR-5 (Atribuições da CIPA).

 

Atribuições da CIPA

De acordo com o subitem 5.3.1 da NR-5, temos que:

“5.3.1 A CIPA tem por atribuição:

a) acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos bem como a adoção de medidas de prevenção implementadas pela organização;

b) registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem 1.5.3.3 da NR-01, por meio do mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, onde houver;

c) verificar os ambientes e as condições de trabalho visando identificar situações que possam trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;

d) elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho;

e) participar no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à segurança e saúde no trabalho;

f) acompanhar a análise dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos da NR-1 e propor, quando for o caso, medidas para a solução dos problemas identificados;

g) requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo as Comunicações de Acidente de Trabalho – CAT emitidas pela organização, resguardados o sigilo médico e as informações pessoais;

h) propor ao SESMT, quando houver, ou à organização, a análise das condições ou situações de trabalho nas quais considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle; e

i) promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT, conforme programação definida pela CIPA. ”

 

Constituição da CIPA

A CIPA é constituída por estabelecimento e como vimos antes, será composta por representantes do empregador e dos empregados, conforme o dimensionamento previsto no Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA), ressalvadas as disposições para setores econômicos específicos.

 

Dimensionamento da CIPA – Passo a Passo

Em suma, o novo Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA) foi desenvolvido com base na Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE), no Grau de Risco (GR) e no número de empregados do estabelecimento.

 

Para realizar o dimensionamento da CIPA, basta seguir o passo a passo abaixo:

 

1º Passo – Constatar o número de empregados no estabelecimento:

Inicialmente, deve-se conhecer o número de empregados do estabelecimento, que pode ser consultado no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e com o pessoal do Recursos Humanos (RH) ou do Departamento Pessoal (DP).

 

Após obter essa informação, seguimos para o próximo passo.

 

2º Passo – Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE):

Nesta etapa, devemos procurar saber a CNAE da organização. Para isso, você pode consultar o PGR e/ou o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa no site da Receita Federal do Brasil.

Com o código e a descrição da CNAE em mãos, bem como o número de empregados do estabelecimento, obtido na 1º etapa, podemos seguir para o próximo passo.

 

3º Passo – Identificar o Grau de Risco (GR):

Nesta etapa, devemos buscar conhecer o grau de risco do estabelecimento.

Com os dados da CNAE em mãos, você deve consultar o Quadro I da NR-04, que se refere à relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) com o correspondente Grau de Risco (GR).

 

Por exemplo:

Para o seu melhor entendimento a respeito desta etapa, vamos escolher o código da CNAE 01.13-0, que é atribuído ao cultivo de cana-de-açúcar.

Agora, com essas informações em mãos, vamos consultar o Quadro I da NR-04, conforme demonstrado abaixo.

De acordo com o Quadro I da NR-04, verifica-se que o Grau de Risco (GR) dessa atividade econômica é igual a 3.

Saindo do exemplo, se você seguiu corretamente todos os passos, nesta etapa, você já sabe o número de empregados, a CNAE e o Grau de Risco (GR) do estabelecimento. Portanto, vamos ao próximo e último passo.

 

4º Passo – Dimensionar a CIPA:

Nesta etapa, deve-se realizar o cruzamento das informações obtidas sobre o estabelecimento, em específico, o número de empregados e o grau de risco, com o disposto no Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA).

 

Por exemplo:

Vamos supor uma organização de grau de risco 3 e com 90 empregados. A partir disso, vamos consultar o Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA), conforme demonstrado abaixo.

 



De acordo com o Quadro I da NR-5, verifica-se que um estabelecimento de grau de risco 3 e com 90 empregados, deverá ter 2 (dois) efetivos e 1 (um) suplente, como representantes dos empregados (ou seja, eleitos), e 2 (dois) efetivos e 1 (um) suplente, como representantes do empregador (ou seja, indicados).

Vale lembrar, que a CIPA é uma comissão paritária constituída por representantes dos empregados, eleitos em escrutínio secreto, e por representantes do empregador, por ele designado, sem haver eleição. Além disso, o empregador escolherá dentre seus representantes o Presidente da CIPA e os representantes eleitos dos empregados escolherão dentre seus titulares o vice-presidente.

 

Observação:

De acordo com o subitem 5.4.13 da NR-5, temos que:

 

“5.4.13 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I e não for atendido por SESMT, nos termos da Norma Regulamentadora n° 4 (NR-04), a organização nomeará um representante da organização dentre seus empregados para auxiliar na execução das ações de prevenção em segurança e saúde no trabalho, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, por meio de negociação coletiva. ”

 

Portanto, o estabelecimento que não se enquadrar no Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA), ou seja, está desobrigado de constituir a CIPA, bem como não possuir o SESMT, deverá nomear um representante dentre seus empregados para auxiliar na execução das ações de prevenção em segurança e saúde no trabalho.

Caso o estabelecimento não se enquadre no Quadro I da NR-5 (Dimensionamento da CIPA), ou seja, não precisa constituir a CIPA, mas deve possuir o SESMT, este deverá desempenhar as atribuições da CIPA.

Por fim, vale destacar que o microempreendedor individual (MEI) está dispensado de nomear o representante da NR-05.

Espero que o texto tenha ajudado você a entender como funciona o dimensionamento da CIPA, se possível, deixe seu comentário abaixo. Bons estudos!

 

 


Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.


 



 

COMO APLICAR A HIERARQUIA DE CONTROLE DE RISCOS

 



Sabe mula sem cabeça? Todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu. A hierarquia de controle de riscos é mais ou menos assim. Todo mundo já ouviu falar, mas poucos viram isso na prática. Vamos resolver isso hoje?

Não sei se você sabe, eu já falei isso? Não me lembro. Mas é o seguinte, eu escrevo esse blog da Escola da Prevenção para ajudar meus alunos Profissionais SST (técnicos, tecnólogos e engenheiros de SST).

Mas eu também escrevo para mim. Eu sou a pessoa que mais visita esse blog no dia a dia. Porque ele é útil para mim, como no post sobre Normas Regulamentadoras Atualizadas por exemplo, que eu consulto várias vezes por dia para olhar NR’s.

Mas por que eu estou falando isso? Porque assim é que nasceu esse post aqui. Eu vejo muito falar por aí sobre hierarquia de controle de riscos, mas vejo poucos exemplos. Então é isso que quero resolver nesse post.

 

Que normas tratam da hierarquia de controle de riscos

Se você pensa que hierarquia de controle de riscos é algo teórico e que nenhuma norma fala sobre isso, sinto te dizer, mas você está enganado.

Encontramos evidências da hierarquia de controle de riscos em várias normas regulamentadoras, como também na ISO 45001 (e também na extinta OSHAS 18001).

 

A Norma Internacional “ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso” (Occupational health and safety management systems – Requirements with guidance for use) foi lançada no ano de 2018.

Era uma norma bastante esperada, e até o seu lançamento, as certificações existentes em saúde e segurança ocupacional eram realizadas com base em outras normas regionais existentes, como a OHSAS 18001 (Occupational Health and Safety Assessment Series).

Segundo o British Standards Institute, criador da OHSAS, a ISO 45001 é a primeira norma internacional sobre esse tema, passando a ser a referência máxima no assunto.

Segundo a ISO 45001, uma organização (o que pode ser uma empresa, um órgão público, um escritório, dentre outros exemplos) é responsável pela saúde e segurança ocupacional - SSO tanto de seus trabalhadores (quem está diretamente relacionado com suas atividades), como de pessoas envolvidas com as atividades realizadas (vizinhos, visitantes e outros).

Essa proteção inclui tanto a saúde física, como a mental (que foi bastante abordada durante o período de pandemia).

 

Segundo a ISO 45001 adotar um sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional tem o intuito de:

·       promover locais de trabalho seguros e saudáveis.

·       evitar lesões e problemas de saúde relacionados à atividade laboral.

·       melhorar o desempenho de saúde e segurança ocupacional.

 

E ainda, segundo a ISO 45001:

Os objetivos e os resultados pretendidos do sistema de gestão de SSO são prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os trabalhadores e proporcionar locais de trabalho seguros e saudáveis: consequentemente, é extremamente importante para a organização eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tomando medidas preventivas e de proteção efetivas.

 

ISO 45001

Observa-se que é muito importante para qualquer organização adotar um sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional, e a ISO 45001 apresenta os aspectos necessários para a implementação desse sistema.

 

A hierarquia de controle de riscos

A norma internacional ISO 45001 apresenta a hierarquia de controle de riscos para eliminar perigos e reduzir riscos de SSO em seu item 8.1.2., com cinco controles que serão exemplificados nos próximos tópicos.

 

Para ilustrar essa hierarquia, existe uma pirâmide que já cansamos de ver na internet:

 

Hierarquia de controle de riscos – pirâmide

 

Ela representa um caminho preferencial, do melhor (mais efetivo) ao mais simples (menos efetivo).

Importante registrar que nada impede que haja soluções combinadas nessa hierarquia de controle de riscos. Por exemplo, uma determina estratégia de controle pode ter elementos de substituição e de controle de engenharia.

Para construir as soluções mais eficazes, começamos pelo topo de hierarquia de controle de riscos e conhecemos cada um dos controles possíveis.

 

Eliminar os perigos

A primeira opção na hierarquia de controle de riscos é eliminar o perigo. Ela é a mais efetiva, mas também mais difícil de implementar.

Ao remover todos os perigos de um ambiente de trabalho, os funcionários podem realizar seu trabalho com segurança.

 

Exemplos de controle por eliminação do perigo:

·       determine se o seu local de trabalho precisa de um determinado produto químico para obter o resultado desejado. Se a resposta for não, então remova o produto que apresenta a ameaça

·       elimine os produtos químicos que podem causar uma reação perigosa da pele

·       trabalho em altura: execute tarefas sempre que possível no nível do solo, em vez de trabalhar em uma posição elevada. Por exemplo, usar um poste de extensão para trocar lâmpadas ou um drone para investigar um problema em ponto elevado.

 

Substituir os perigos

A substituição é a próxima opção mais eficaz na hierarquia de controle de riscos. Ao substituir algo perigoso por um produto não perigoso, os trabalhadores podem concluir suas tarefas com segurança.

 

Exemplos de controle por substituição dos perigos:

Um exemplo disso pode incluir o uso de produtos químicos agressivos no local de trabalho. Uma substituição adequada é trocar os produtos químicos tóxicos por outras mais seguros que apresentam pouco ou nenhum risco à saúde.

Use de facas em cozinhas industriais: procure substituir modelos de facas, para reduzir o risco de corte e laceração.

 

Controles de engenharia e reorganização do trabalho

Durante a pandemia, havia o objetivo de evitar aglomeração no trabalho e afastamentos por Covid-19. Assim, houve empresas que adotaram escalas de lanche, uma reorganização de trabalho para evitar paradas de muitos funcionários ao mesmo tempo.

Os próprios testes de Coronavírus, nos trabalhos que se mantiveram presenciais, são exemplo de controle quando não houve a eliminação do perigo (contato entre pessoas) ou não houve substituição de processos (quem trabalhava na empresa passou a cumprir expediente em casa).

Outro exemplo consiste no uso de um semáforo em uma esquina muito movimentada, disciplinando o tráfego. Se há vários pedestres, um semáforo adicional seria mais um exemplo de controle de engenharia.

 

Hierarquia de controle de riscos – controle de engenharia

 

Outros exemplos de controles de engenharia:

·       trabalho em altura: instale guarda-corpos e tampas sobre aberturas no piso,

·       poeiras e gases: instalar sistema de exaustão

·       exposição da pele: instale uma barreira transparente entre a estação de trabalho e o perigo para minimizar o risco de respingo químico.

 

Controles administrativos

Se você não puder implementar as alternativas anteriores, poderá implementar controles administrativos. Os controles administrativos podem incluir etiquetas de aviso, atualização das políticas da empresa e implementação de programas de treinamento.

Um exemplo seria um pórtico de entrada da empresa e uma placa dizendo a altura máxima do veículo.

 

Outros exemplos de controles administrativos:

·       Trabalho em altura: fazer o treinamento de trabalho em altura:

·       Respiratório: reduzir o tempo de exposição ao perigo aumentando os intervalos entre o trabalho, adicionando pessoal adicional a uma tarefa (rodízio);

·       Exposição da pele: ler a FISPQ - Ficha de Segurança de Produtos Químicos, ou atualmente a FDS - Ficha com Dados de Segurança para quaisquer produtos químicos com os quais você esteja trabalhando;

·       Elétrica: usar um sistema de bloqueio/etiquetagem para garantir que nenhuma fonte de energia esteja presente.

 

Equipamento de proteção individual - EPI

Não menos importante do que o resto, mas na base da hierarquia de controle de riscos, está o uso de EPI.

Em nota, a ISO 45001 ressalta que alguns países colocam o EPI como item obrigatório e que deve ser fornecido gratuitamente ao trabalhador.

 

Hierarquia de controle de riscos – EPI

 

Existem muitos exemplos de EPI’s, conforme a atividade econômica. Pode-se listar: capacete (construção civil), colete refletivo (obras de rodovias ou transporte em motocicleta), óculos (trabalhos com serralheria ou projeções de partículas), máscara (uso de solda), dentre outros.

O EPI é específico para cada atividade e cabe ao Profissional SST determinar os EPI obrigatórios para cada função, ambiente de trabalho ou atividade.

 

Conclusão sobre hierarquia de controle de riscos

Espero que esse post tenha tem ajudado a entender melhor esse tema.

Mas antes de terminarmos, uma reflexão importante: quando você tiver uma boa ideia para melhorar um ambiente de trabalho, não fique muito vidrado em descobrir que tipo de controle é.

Muitas vezes na prática uma medida preventiva pode ser de vários tipos ao mesmo tempo.

Conclusão: mais importante do que entender qual o tipo do controle é, de fato, proteger os trabalhadores.

 

 

 


Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE MATRIZ DE RISCO E INVENTÁRIO DE RISCO       A matriz de risco e o inventário de risco causam muita...