segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

 



 

SEGURANÇA NA ATRACAÇÃO E DESATRACAÇÃO

 

 


 

Para nosso entendimento, vamos falar sobre segurança na atracação e desatracação de embarcações em terra, porto ou em outra embarcação. Atracação é o ato de amarrar uma embarcação e desatracação é o ato inverso, ou seja, desamarrar a embarcação. Muito comum na indústria naval. Nesse ato de amarrar e desamarrar, existem riscos de queda no […]

 

Para nosso entendimento, vamos falar sobre segurança na atracação e desatracação de embarcações em terra, porto ou em outra embarcação.

Atracação é o ato de amarrar uma embarcação e desatracação é o ato inverso, ou seja, desamarrar a embarcação. Muito comum na indústria naval.

Nesse ato de amarrar e desamarrar, existem riscos de queda no mar, a operação em si oferece sérios riscos aos trabalhadores. Então vamos a algumas dicas e recomendações sobre essa atividade.

A norma regulamentadora de número 29 preconiza que deverão ser adotadas medidas de prevenção acidentes, com cuidados especiais aos riscos de prensagem, batidas contra e esforços excessivos dos trabalhadores.

Apresenta que o uso de um sistema de comunicação entre o prático, na embarcação, e o responsável em terra pela atividade é obrigatório, pois deste modo é assegurada uma comunicação bilateral, ou seja, de ambos os lados.

Então uma pessoa responsável em terra deverá dirigir as operações de atracação, pois deverá certificar que tudo esteja correndo com eficiência e segurança, pois é dever do responsável evitar que pessoas fiquem próximos a lugares perigosos nas manobras, antes de ordenar que se larguem ou recolham os cabos de amarração.

Todos os trabalhadores envolvidos nessas operações devem fazer uso de coletes salva-vidas (Classe IV e aprovado pela Diretoria de Portos e Costas).

Deverão os trabalhadores que não fazem parte do processo deverão manter uma distância mínima de 30 metros.

O mínimo para participar com segurança nas operações de atracação são dois profissionais.

Por estarem sempre sob tensão, os cabos podem sofrer ocasional ruptura e acontecer o efeito chicote, sabendo disso os membros da equipe deverão sempre se posicionar em local seguro para evitar serem alcançados pelo efeito.

Falando em cabos, uma embarcação não pode combinar na mesma direção cabos de fibra e cabos metálicos, pois eles possuem diferentes graus de elasticidade.

Antes dos procedimentos deverá ser feito uma vistoria prévia dos cabos e espias utilizados na atracação da embarcação.

Se você não sabe o que é “espia”, vamos explicar: é um conjunto de cabos de amarração de uma embarcação. Cabos lançantes de proa e popa, Springer’s de proa, popa e través.

Anteriormente falamos que os trabalhadores deverão usar coletes salva-vidas, mas também deverão estar disponíveis próximas ao local do procedimento bóias salva-vidas, soltas ou fixadas em cabos.

Se referindo aos equipamentos em terra, a administração do porto deverá providenciar a manobra dos guindastes e pórticos para uma posição segura, para que deixe a área livre de atracação.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


 



 

COMO FALAR DE SEGURANÇA SEM PARECER “CHATO” NA EMPRESA

 

 


 

Como falar de segurança sem parecer ser o “chato”? Esse é um bom desafio, não é?

Em muitas empresas, ainda existe a ideia de que o profissional de segurança do trabalho é o “chato do EPI”, o “fiscal do capacete” ou aquele que só aparece para cobrar. Muitas vezes tanto o SESMT quando os líderes acreditam que ser o chato é normal.

Mas a verdade é que falar de segurança não precisa, e nem deve, ser algo pesado ou cansativo. O segredo está na forma como a mensagem é transmitida.

Neste artigo, vamos mostrar como comunicar segurança de forma leve, envolvente e eficaz, sem gerar resistência na equipe.

1. Entenda por que as pessoas acham segurança “chata”

Antes de tentar mudar o discurso, é importante compreender o motivo da resistência. Na maioria das vezes, o problema não está no conteúdo, mas na abordagem.

Alguns fatores comuns:

Comunicação autoritária (“use o EPI porque é obrigação”);

Entrar na área do trabalhador apontando erro em tudo;

Muita certeza sobre o riscos a que o trabalhador está exposto, e falta de curiosidade em relação ao relato do trabalhador sobre os riscos e sobre apontamento de desconfortos;

Falta de empatia e de explicação sobre os riscos reais (“assine essa Ordem de Serviço aqui”);

Treinamentos longos, teóricos, sem conexão com a realidade e sem a efetiva participação do trabalhador;

Falta de reconhecimento para quem faz o certo.

Em resumo: as pessoas se desmotivam quando sentem que a segurança é apenas mais uma cobrança, e não algo que as protege de verdade.

2. Use uma linguagem próxima e prática

Uma das chaves para deixar a segurança mais interessante é falar a língua de quem está em campo.

Compare os dois exemplos abaixo:

“Se você não usar o protetor auditivo, acabará ganhando uma advertência.”

“Se você não usar o protetor, pode perder parte da sua audição, e isso não volta. Bora cuidar disso juntos?”

Perceba a diferença. O segundo exemplo conecta com a pessoa, mostra consequência real e transmite cuidado, não autoridade.

3. Transforme a segurança em algo visual e dinâmico

O cérebro humano processa imagens 60 mil vezes mais rápido do que textos. Então, em vez de longas palestras, aposte em:

Cartazes simples e visuais (com histórias reais, não só alertas);

Vídeos curtos de boas práticas no próprio ambiente de trabalho;

Gamificação, criando desafios entre equipes (“quem mantiver o setor mais seguro ganha um café especial”);

Reuniões rápidas com exemplos práticos do dia a dia.

Essas ações tornam o tema mais leve e memorável, reforçando a cultura de segurança de forma natural.

4. Conte histórias reais

As pessoas se conectam com histórias, não com estatísticas.

Compartilhar um caso real, de forma respeitosa e educativa, pode ter mais impacto do que um relatório de 10 páginas.

Histórias despertam empatia, emoção e reflexão, e ajudam a fixar a importância da prevenção.

5. Elogie antes de cobrar

Muitos profissionais de SST focam tanto em corrigir erros que esquecem de valorizar os acertos. No entanto, elogiar quem faz certo é uma das formas mais poderosas de reforçar comportamentos seguros.

Dica prática:

Antes de apontar um problema, reconheça o esforço da equipe (“vi que vocês estão usando os EPIs certinho, parabéns! Só precisamos ajustar essa parte aqui”).

Elogie quem faz o certo (“gostei de ver, hein!? está utilizando todos os EPIs. Além de proteger sua saúde, ainda está sendo um ótimo exemplo para seus colegas de turma”).

As pessoas não são razão. São emoção! Elogiar toca a emoção das pessoas. 

Quando a equipe percebe que a segurança gera valorização, o tema deixa de ser chato, e passa a ser motivo de orgulho.

6. Envolva as lideranças

O trabalhador segue seu líder… Quando apenas o técnico de segurança fala sobre prevenção, o assunto parece “de um setor só”. Mas quando o líder direto reforça a mensagem, o impacto é muito maior.

O ideal é que os líderes sejam embaixadores da segurança, falando sobre o tema em reuniões, metas e reconhecimentos. Isso faz a mensagem circular naturalmente e reduz a percepção de cobrança.

7. Mostre resultados concretos

Outro ponto importante é mostrar como a segurança traz ganhos reais: menos afastamentos, mais produtividade, mais clima de confiança.

Exemplo: “Depois que adotamos a pausa de 5 minutos antes das atividades críticas, reduzimos os incidentes em 40%.”

Quando o trabalhador entende que segurança gera resultado e bem-estar, o tema passa a ter propósito.

Como Falar de Segurança Sem Parecer “Chato” na Empresa

 

Conclusão

Falar de segurança não precisa ser sinônimo de ser “chato”. O segredo está em transformar a comunicação em algo humano, empático e inspirador.

Como disse o escritor americano Dale Carnegie:

“A maneira como você fala com as pessoas determina o quanto elas estarão dispostas a ouvir você.”

Em segurança do trabalho, isso é ainda mais verdadeiro. Quem comunica com respeito e propósito ajuda a amadurecer a cultura da empresa toda. Aumente a curiosidade e diminua o julgamento…

 

 

 

 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


    SEGURANÇA NA ATRACAÇÃO E DESATRACAÇÃO       Para nosso entendimento, vamos falar sobre segurança na atracação e desatracação d...