quinta-feira, 11 de setembro de 2025

 



 

DOENÇAS OCUPACIONAIS: TIPOS MAIS COMUNS, COMO EVITÁ-LAS E OS DIREITOS DO TRABALHADOR

 


Doenças ocupacionais são condições de saúde que estão diretamente relacionadas ao ambiente de trabalho de um indivíduo.

Elas podem ser causadas por vários fatores, como exposição a substâncias químicas prejudiciais, esforço físico excessivo, condições de trabalho inadequadas e até mesmo fatores psicossociais.

Neste artigo, exploraremos o que são doenças ocupacionais, os tipos mais comuns, como evitá-las e os direitos do trabalhador em casos de doença ocupacional.

 

O que são doenças ocupacionais?

Doenças ocupacionais são condições de saúde que surgem devido a atividades realizadas no ambiente de trabalho. Elas podem afetar a saúde física e mental dos trabalhadores e, em alguns casos, podem levar a incapacidades permanentes.

É importante compreender que essas doenças estão relacionadas às funções desempenhadas no trabalho e podem variar de acordo com o setor de atuação.

 

Tipos de doenças ocupacionais

Existem diversos tipos de doenças laborais, e elas podem ser classificadas em categorias distintas:

 

Doenças Ocupacionais Físicas:

Essas doenças estão relacionadas ao esforço físico excessivo ou à exposição a condições prejudiciais, como lesões musculoesqueléticas, problemas na coluna, lesões por esforço repetitivo (LER), dentre outras questões.

 

Doenças Ocupacionais Químicas:

Elas resultam da exposição a substâncias químicas nocivas no ambiente de trabalho, incluindo intoxicação por produtos químicos e doenças respiratórias.

 

Doenças Ocupacionais Biológicas:

Podem ocorrer devido ao contato com micro-organismos patogênicos no local de trabalho, levando a infecções e outras condições.

 

Doenças Ocupacionais Psicossociais/Psiquiátricas:

Estas estão relacionadas ao estresse, depressão e ansiedade causados por condições de trabalho adversas ou pressões psicológicas.

 

Lista de doenças ocupacionais mais comuns no Brasil

Cada área de atuação tem suas características e peculiaridades que afetam a saúde do colaborador quando as medidas de segurança não são colocadas em prática, apesar de existirem diversas doenças ocupacionais, aqui está uma lista das mais comuns no Brasil:

LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho): Estas condições são causadas por movimentos repetitivos, posturas inadequadas e esforço físico excessivo no trabalho, levando a dores e lesões em músculos, tendões e articulações.

Perda Auditiva Induzida pelo Ruído: A exposição constante a níveis elevados de ruído no ambiente de trabalho pode causar danos auditivos permanentes. A prevenção envolve o uso de equipamentos de proteção auditiva.

Stress Ocupacional: O estresse relacionado ao trabalho pode levar a problemas de saúde mental, como a Síndrome de Burnout. É importante promover um ambiente de trabalho saudável e programas de apoio psicológico.

Pneumoconioses: São doenças pulmonares causadas pela inalação de poeira ou partículas no ambiente de trabalho. A prevenção requer o uso adequado de equipamentos de proteção respiratória.

Intoxicação por Produtos Químicos: A exposição a produtos químicos tóxicos no trabalho pode causar intoxicação, afetando órgãos e sistemas do corpo. É essencial seguir as normas de segurança e usar equipamentos de proteção.

Distúrbios do Sono: Jornadas de trabalho irregulares, turnos noturnos e cargas horárias extensas podem causar distúrbios do sono, afetando a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

Lesões por Quedas: As quedas no ambiente de trabalho podem resultar em lesões graves, como fraturas e lesões diversas. Medidas de segurança, como uso de equipamentos de proteção individual e treinamento adequado, são fundamentais.

Doenças Infecciosas Ocupacionais: Profissionais de saúde e outros trabalhadores que lidam com pacientes estão sujeitos a doenças infecciosas ocupacionais, como hepatite e HIV. O uso de medidas de prevenção, como vacinação e precauções padrão, é crucial.

Doenças Dermatológicas Ocupacionais: A exposição a substâncias químicas e agentes irritantes no trabalho pode causar doenças de pele, como dermatite de contato. O uso de EPI’s adequados e práticas de higiene são importantes na prevenção.

Problemas de Visão: Trabalhar longas horas em frente a telas de computador e falta de iluminação adequada podem resultar em problemas de visão, como a síndrome da visão de computador. Pausas regulares e iluminação adequada são recomendadas.

 

Direitos do trabalhador em caso de doença ocupacional

Quando um trabalhador é diagnosticado com uma doença ocupacional, ele possui direitos garantidos por lei. Estes incluem:

Receber tratamento médico adequado, custeado pelo empregador ou pelo sistema de saúde.

Garantia de estabilidade no emprego durante o período de afastamento por doença ocupacional.

Acesso ao auxílio-doença acidentário, que oferece benefícios financeiros durante o afastamento.

Possibilidade de ingressar com ações legais contra o empregador se for comprovada negligência na garantia de condições seguras de trabalho.

Portanto, faça check-ups de saúde regulares nos funcionários e realize auditorias de segurança e medicina do trabalho para identificar que os protocolos estão sendo seguidos.

 

Como se Prevenir das doenças ocupacionais

Prevenir doenças ocupacionais é fundamental para manter a saúde e o bem-estar no local de trabalho. Algumas medidas preventivas incluem:

Utilizar equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas e protetores auditivos.

Manter boas práticas ergonômicas, como ajustar a altura da cadeira e monitor para evitar problemas na coluna e lesões por esforço repetitivo.

Fazer pausas regulares durante o trabalho para descanso e movimentação.

Participar de programas de treinamento em segurança no trabalho.

Relatar qualquer condição de trabalho inadequada ao empregador ou aos órgãos reguladores.

Doenças ocupacionais são uma preocupação séria que afeta tanto os funcionários quanto os empregadores. Reconhecer as causas, implementar medidas preventivas e compreender os aspectos legais são cruciais para abordar esse problema.

Ao promover uma cultura de segurança e bem-estar, podemos reduzir a prevalência dessas doenças ocupacionais e garantir uma força de trabalho mais saudável e produtiva.

 

 

 

 

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SEGURANÇA DO TRABALHO EM SUPERMERCADOS: COMO FAZER A GESTÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS?

 


 

Vamos conversar hoje sobre a prática de segurança do trabalho em supermercados. O ambiente de trabalho em supermercados acarreta riscos específicos para os trabalhadores, assim como outros ambientes de trabalho mais específicos. No caso de supermercados, estes riscos específicos podem ser classificados, sobretudo, nas classes dos riscos físicos e dos ergonômicos.

A prática de segurança e saúde do trabalho tem o objetivo sobretudo de tornar o ambiente de trabalho mais seguro e saudável para o trabalhador e consiste em uma determinação do atual Ministério do Trabalho e Previdência e Previdência. Quando falamos sobre segurança do trabalho falamos especialmente sobre a saúde do trabalhador no ambiente de trabalho sob as determinações deste ministério.

O Ministério do Trabalho e Previdência e Previdência é o órgão responsável pela elaboração das normas de segurança e saúde do trabalho nos mais diferentes ramos de atividade. As medidas determinadas têm o objetivo de reduzir o número de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais desenvolvidas pelos trabalhadores em seus ambientes de trabalho.

A essa altura vale mencionar que o Brasil é, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), um dos países com o maior número de acidentes de trabalho. Dentre os dados da organização o Brasil passa mais de setecentos registros anualmente.

O assunto segurança e saúde do trabalhador tem ganhado espaço por ter se provado um bom investimento para as corporações e hoje se destaca como uma pauta importantíssima, chegando a fazer parte intrínseca à cultura organizacional. Colocar em prática medidas de segurança e saúde do trabalho em supermercados acaba sendo excelente para garantir o bem-estar dos seus trabalhadores e reduzir com isso os afastamentos e os gastos decorrentes. Os setores da padaria, do açougue, do estoque e da confeitaria são os que possuem a maior incidência de riscos e doenças ocupacionais.

 

Quais são os riscos?

A essa altura você deve estar se perguntando quais são os riscos ocupacionais os quais os trabalhadores de supermercados estão expostos. Conforme já destacamos anteriormente, os riscos podem ser classificados majoritariamente em físicos e ergonômicos.

Tendo em vista que o açougue, estoque, padaria e confeitaria são os locais com a maior incidência de acidentes em supermercados. Os equipamentos utilizados em todos estes ambientes devem ser homologados de acordo com a NR-12, que é a responsável pela segurança em máquinas e equipamentos em geral. Dentre as determinações da norma, está por exemplo não realizar alterações nas devidas proteções das máquinas e a respectiva sinalização. O maquinário que se enquadra nos requisitos desta Norma Regulamentadora deve ser devidamente identificado e apresentar os pontos de risco de acidentes anunciados.

A área de açougue, entre todos os demais ambientes, é certamente o que apresenta maior índice de acidentes em um supermercado. Isso se justifica porque o colaborador está constantemente manuseando máquinas ou ferramentas manuais de corte.

Além disso, os funcionários que atuam nos açougues também podem possuir acesso às câmaras frias, que trazem significativos riscos por si só. As câmaras frias conservam alimentos abaixo da temperatura suportada por um ser humano sem que haja a devida proteção térmica. Tanto para a exposição ao frio quanto aos acidentes decorrentes da manipulação de objetos cortantes, existem medidas e sistemas de proteção específicos. E devem estar homologados e adequadamente em plenas condições de uso com base na NR-12.

 

Exemplificado melhor

Apesar dessa breve introdução, você deve estar se perguntando quais os riscos dentre cada uma das 05 classes que os trabalhadores de supermercado efetivamente estão expostos. Quais mais temos?

Como já citado, dentre os principais riscos que os trabalhadores de supermercado estão expostos temos os riscos ergonômicos (aqueles os quais envolvem o esforço físico e exigência de adoção de postura inadequada) e os riscos físicos (exposição ao frio).

Analisando a atividade de tais locais acaba sendo possível perceber porque são os mais corriqueiros de ocorrerem acidentes de trabalho. Na maioria dos locais há a exposição do trabalhador aos tipos de risco que mencionamos anteriormente, em especial os da classe ergonômica.

Justamente por conta dos riscos os quais o trabalhador está exposto é necessário, além da gestão de riscos ocupacionais, a instalação de equipamentos de proteção coletiva e, por último, o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a devida fiscalização quanto a sua correta utilização.

 

Exemplos de acidentes em supermercados

Como mencionamos anteriormente o ambiente do supermercado, assim como qualquer outro espaço de trabalho pode expor o trabalhador a diferentes classes de riscos ocupacionais, por mais que inicialmente não pareça. Por conta disso, o fornecimento e o uso dos equipamentos de proteção individual devem ser feitos.

Para que você possa ter uma ideia dos acidentes os quais os trabalhadores podem sofrer em tais locais, reunimos a seguir alguns exemplos de riscos ocupacionais que podem acometer trabalhadores de supermercados.

 

Riscos físicos (exposição ao frio)

Um risco ocupacional muito comum no ramo de supermercados diz respeito a exposição dos trabalhadores ao frio ou às baixas temperaturas internas das câmaras frias. Os trabalhadores que exercem esse tipo de trabalho nesse ambiente devem receber a devida proteção individual para evitar o adoecimento ou acidentes de trabalho.

Para o caso de transporte de produtos de temperatura normal para as câmaras frias é fundamental que se respeite o tempo de recuperação térmica para proteção dos trabalhadores, após acessar e permanecer dentro destes ambientes.

 

Riscos ergonômicos

Além do exemplo das câmaras frias, os riscos ergonômicos acabam sendo bem comuns no segmento de supermercados e deles acaba sendo frequente o aparecimento de doenças tais como a Lesão por Esforço Repetitivo (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).

Atendentes de caixa, funcionários de extrema importância para os supermercados, por efetuarem movimentos repetitivos ao longo da jornada laboral, também possuem demandas ergonômicas que não devem ser ignoradas, tendo inclusive um anexo específico na Norma Regulamentadora nº 17, a qual trata sobre ergonomia.

 

Riscos de acidentes

Além destes pontos em especial, profissionais que atuam no segmento de supermercados também estão sujeitos a outros tipos de riscos no trabalho. Os eventuais acidentes que podem ocorrer, a sua maioria em função da alta movimentação de cargas e volumes de variados tamanhos, podem igualmente apresentar gravidade variada, desde acidentes leves, podendo chegar a acidentes graves, que podem resultar em lesões permanentes ao trabalhador.

Além destes, podemos mencionar as atividades de corte em máquinas de fatiamento de carnes, frios e alimentos diversos, quedas por piso molhado, queimaduras nos setores de confeitaria e padaria, acidentes envolvendo o layout inadequado do espaço, quedas de alturas também podem ocorrer.

 

Como mitigar os riscos ocupacionais?

A partir da visualização de todos os riscos os quais os trabalhadores estão sujeitos, você deve estar se perguntando como é possível prevenir, não é mesmo?

A mitigação dos riscos existentes no local de trabalho pode ser feita através de diferentes técnicas aplicadas de identificação dos riscos e igualmente sua análise, sendo a principal através da aplicação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A partir da identificação e análise dos riscos é possível o desenvolvimento de medidas e políticas de prevenção dos trabalhadores.

Através da identificação e análise dos riscos é possível com isso agir para reduzir os riscos os quais os trabalhadores estão expostos e com isso reduzir as chances de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Com isso são eliminadas igualmente ambientes inadequados e inseguros dentre outras coisas que podem colocar todos os colaboradores em risco.

A partir do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais são identificados os riscos e são tomadas decisões acerca do que fazer, como por exemplo o uso dos equipamentos de proteção individual e ou a realização de treinamentos sobre as práticas e procedimentos seguros de trabalho.

 

Para melhorar a segurança do trabalho em supermercados

Para melhorar a segurança nos supermercados e igualmente reduzir com isso os riscos ocupacionais algumas ações podem ser tomadas de imediato. Abaixo listamos algumas que podem fazer a diferença e evitar que acidentes aconteçam bem como que os colaboradores desenvolvam doenças ocupacionais.

Identificar corretamente os riscos é o primeiro ponto. Somente a partir da identificação assertiva dos riscos os quais os trabalhadores estão expostos acaba sendo possível determinar as medidas tomadas para mitigá-los. E com isso proteger de forma mais completa os trabalhadores em seu ambiente de trabalho.

 

Por isso, algumas verificações globais podem ser feitas, veja:

Verifique se os pisos das áreas de circulação e de armazenamento ficam demasiadamente escorregadias. Se os colaboradores em um determinado ambiente carregam peso. Se há proteção para a realização dos cortes de carnes e frios e congêneres;

Planeje e reprima os riscos a partir da correta identificação. É necessário a criação de um planejamento estratégico para que cada funcionário exposto a ele tenha como evitá-lo;

Sinalização para áreas: áreas que podem trazer riscos de maneira adequada para reduzir as chances de acidentes. locais onde há limpeza sendo realizada e o piso está eventualmente escorregadio ou molhado deve ter um aviso informando. Assim como locais com agentes químicos ou alta tensão.

Treine os colaboradores sempre que se fizer necessário. Forneça treinamentos sobre políticas de segurança e saúde no ambiente de trabalho para todos os seus colaboradores e mantenha-os sempre atualizados. Sobretudo os recém contratados.

Efetue o monitoramento contínuo e sistemático para auxiliar na manutenção eficaz nas medidas de segurança preliminarmente adotadas. Assim sendo, realize inspeções periódicas de segurança para assegurar que os ambientes apresentam riscos ocupacionais controlados e que as medidas adotadas estão sendo eficazes.

O levantamento dessas informações básicas pode fazer toda a diferença para evitar acidentes com os seus trabalhadores.

 

Texto normativo sobre segurança do trabalho em supermercados

A Norma Regulamentadora nº 17 diz respeito especialmente sobre as questões de ergonomia ligadas ao trabalho. Como mencionamos anteriormente, os atendentes de caixa (ou “checkouts”) possuem demandas ergonômicas importantíssimas que não podem ser ignoradas.

São tão importantes que inclusive possuem um anexo específico na Norma Regulamentadora nº 17 que determina condições ergonômicas para o trabalho destes profissionais. O anexo II da presente norma traz informações a esse respeito falando especialmente dos riscos ergonômicos e obrigações para essa função.

São diversas as recomendações ergonômicas para os operadores de caixa. Dentre algumas delas podemos citar, por exemplo, mobiliário adequado para a realização da atividade regulado de acordo com a sua altura, apoio para o corpo, controle da carga manualmente manipulada, jornada de trabalho organizada para a realização de pausas para descanso e condições favoráveis no ambiente de trabalho.

Todas estas determinações previstas tem o objetivo de evitar o desenvolvimento de doenças ocupacionais bem como acidentes de trabalho.

Além dos cuidados especiais com os profissionais que atuam especialmente com o atendimento no caixa dos supermercados, também se faz fundamental a atenção redobrada quando ao local do estoque. O mesmo deve apresentar iluminação adequada. O carregamento de cargas para trabalhadores jovens bem como para mulheres, quando nestas funções deve ser inferior a dos homens.

 

A importância da SST para supermercados

O SST – Saúde e Segurança do Trabalho é de extrema importância por inúmeros fatores. Dentre eles por ser o responsável por garantir a saúde e segurança do trabalhador em seu ambiente de trabalho atuando para reduzir acidentes de trabalho e o desenvolvimento de doenças ocupacionais.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, há diferentes procedimentos e normas que as empresas devem adotar e seguir em seu dia a dia com o intuito de salvaguardar o trabalhador. Nesse sentido o SST acaba sendo uma dessas premissas.

No caso do SST, o órgão responsável por sua fiscalização é o Ministério do Trabalho e Previdência, que normatiza as medidas determinadas para a área de atuação para gerenciar e evitar riscos aos colaboradores que ali atuam.

Para muitos empreendedores poder dar conta de todas as demandas relativas a segurança do trabalho acaba sendo um verdadeiro desafio, sobretudo porque não lhe são familiares as áreas as quais precisam agir. Dessa maneira, poder contar com uma empresa especializada em SST pode fazer toda a diferença.

E quando falamos em fazer a diferença estamos falando na redução do índice de acidentes de trabalho e do desenvolvimento de doenças ocupacionais. Transtornos que geram inúmeros gastos para o empregador. Sem contar que ao investir adequadamente em segurança e saúde de seus colaboradores os retornos vão muito além do aspecto financeiro.

Dentre os pontos importantes que uma empresa especializada em saúde e segurança do trabalho pode auxiliar podemos mencionar, por exemplo, a identificação dos riscos inerentes ao ambiente de trabalho e a atividade realizada assim como medidas de proteção adotadas para mitiga-los bem como a definição do uso dos equipamentos adequados para a proteção individual de todos os seus colaboradores. Conte com a Paultrab – empresa de engenharia de segurança do trabalho para auxiliar o seu supermercado na Gestão de Riscos Ocupacionais!

 

 

 

 

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