quinta-feira, 6 de novembro de 2025

 



 

8 DICAS PARA O CALÇADO DE SEGURANÇA DURAR MAIS!



O calçado de segurança não está durando nada? Essa é uma reclamação comum entre aqueles que não sabem como cuidar do EPI.

Afinal, existem alguns aspectos que merecem a atenção e que são cruciais para que se tenha durabilidade prolongada. E é justamente por isso que trouxemos 8 dicas que vão impactar na durabilidade de seu calçado de segurança e que podem ser orientações dadas a toda a equipe. Confira tudo a seguir.

 

Por que cuidar do calçado de segurança é importante?

O calçado de segurança é um EPI importante, que evita uma série de riscos do ambiente de trabalho. Contudo, para que funcione conforme o esperado, é necessário adotar cuidados durante o uso.

Se o EPI não estiver em boas condições de uso, é possível que a proteção seja reduzida, gerando risco de acidentes. Além disso, o desgaste precoce aumenta o custo da empresa, que precisa substituir o calçado de segurança do profissional.

Portanto, é indispensável que todo usuário de calçado de segurança saiba como cuidar do EPI, com o intuito de promover boa durabilidade ao equipamento de proteção.

 

Principais tipos de calçado de segurança

Atualmente existem diferentes modelos de calçados de segurança, cada um desenvolvido para riscos e atividades específicas. Nós trouxemos detalhes sobre as diferenças de cada modelo, entenda:

1.      Botina de segurança

A botina de segurança tem cano curto, geralmente é utilizada em indústrias, serviços de manutenção e elétrica e locais que exigem proteção contra quedas de objetos.

É um EPI com boa durabilidade, conforto e versátil, tem solado antiderrapante e é resistente a óleos e combustíveis.

2.      Sapato de proteção

O sapato de proteção é similar à botina, mas é mais leve e pode ser adquirido com ou sem biqueira de proteção. Geralmente, é usado em atividades administrativas ou internas em indústrias, além de serviços em laboratórios, hospitais, setor alimentício ou logístico.

Geralmente, é um EPI confortável, ideal para uso em ambientes de menor risco durante o expediente.

3.      Bota PVC

A bota PVC é de cano longo, podendo ir até o joelho ou mais abaixo. Fabricada com material impermeável, pode ser com biqueira ou sem.

A utilização costuma ser indicada em ambientes úmidos, com risco biológico ou químico. De modo que, seja possível usar o EPI para proteger o corpo de respingos químicos, água, lama, sangue ou fluidos presentes no local.

4.      Tênis de Segurança

Semelhante com um modelo esportivo, o tênis de segurança é leve, flexível e tem solado antiderrapante, podendo ter biqueira de proteção.

O modelo costuma ser utilizado em atividades que exigem mobilidade, conforto e proteção, como setor logístico ou administrativo.

 

O que faz o calçado de segurança perder sua proteção?

Existem diferentes fatores que podem desencadear a perda da proteção, mesmo sendo um calçado resistente. Entenda quais são os principais riscos:

Desgaste natural: o uso contínuo desgasta o material, podendo alargar o calçado, o que gera dores nos pés e na coluna por falta do suporte e conforto durante o expediente;

Danos por impacto e perfurações: quando objetos pesados, pregos ou ferramentas caem sobre o calçado, é possível que ocorra um dano irreversível, desencadeando perda de eficiência relacionada à proteção;

Substâncias químicas: o contato com produtos corrosivos pode deteriorar o material, causando riscos para quem o utiliza regularmente;

Umidade e calor: o uso prolongado em ambiente úmido e quente favorece a proliferação de fungos e bactérias e a hidrólise do solado, que causa decomposição do calçado;

Radiação UV: a exposição excessiva ao sol torna o calçado quebradiço e menos resistente, diminuindo sua vida útil;

Armazenamento inadequado: quando o armazenamento se dá em locais úmidos e abafados, a condição climática acelera a deterioração do equipamento de proteção individual;

Falta de limpeza regular: não limpar corretamente o calçado deixando a sujeira acumular danifica os materiais, o que pode reduzir a vida útil do calçado e prejudicar a saúde dos pés;

Não cumprimento das normas: caso o calçado de proteção não tenha CA válido, ele não garante a proteção necessária para o profissional e pode desencadear multas para a empresa.

 

8 Dicas para aumentar a durabilidade do calçado de segurança

Visando te auxiliar a aumentar a durabilidade do calçado de segurança em seu dia a dia, trouxemos algumas dicas úteis, confira:

1.      Escolha o modelo adequado à sua atividade

Cada função exige um tipo de calçado de segurança específico, seja ele antiderrapante, impermeável, com biqueira de aço ou outra característica.

Afinal, ao utilizar o modelo correto, é possível reduzir o risco de desgaste precoce do EPI, desencadeando maior durabilidade.

2.      Utilize o calçado somente no trabalho

Seja qual for a sua rotina de trabalho, o calçado de trabalho só deve ser utilizado no ambiente de trabalho. Em situações de lazer e terrenos que não são relacionados à função laboral o calçado não deverá ser usado para evitar o desgaste precoce.

3.      Faça a limpeza com frequência

A higienização regular evita que a sujeira se acumule na peça, desencadeando desgaste precoce. Use somente os produtos orientados na recomendação do fabricante, para evitar que o uso de químicos fortes danifique o material do calçado.

4.      Seque corretamente após o uso

Após o uso, é importante guardar o calçado seco. A secagem sempre deve ser feita à sombra, em local ventilado, sem usar sol direto, estufas ou secadores de cabelo. O que evita que a umidade desencadeia danos ao EPI.

5.      Armazene em local adequado

O calçado de trabalho nunca deve ser armazenado em local abafado. A umidade acelera a degradação do material. Por isso, o indicado é escolher um local seco, arejado e protegido do sol.

6.      Utilize meias apropriadas

As meias são responsáveis por evitar odores no calçado e reduzirem o contato do suor com o sapato, o que aumenta a vida útil. Meias em algodão ajudam a absorver melhor a umidade dos pés e promovem conforto.

7.      Faça inspeções periódicas

O profissional sempre deve verificar a sola, cadarços, costura e biqueiras do calçado, com o intuito de evitar danos maiores. Um cadarço desgastado pode ser substituído, evitando desgaste maior.

8.      Substitua quando necessário

Todo calçado de segurança tem vida útil limitada. Por isso, é preciso substituir quando os desgastes começam a desencadear desconforto para o profissional. Danos significativos podem desencadear comprometimento da segurança do colaborador.

 

Benefícios de conservar bem o calçado de segurança

Conservar bem o calçado de segurança ajuda a proteger melhor o trabalhador, evitando acidentes durante o expediente.

Além disso, conservar corretamente o calçado gera economia para a empresa por evitar a necessidade de realizar trocas constantes.

Para o profissional, o principal benefício é que ele terá conforto durante toda a jornada de trabalho, evitando riscos de acidentes e dores nos pés e coluna.

 

Onde comprar o calçado de segurança?

Para adquirir um calçado de segurança eficaz para cada colaborador, conte com distribuidores especializados e confiáveis.

Uma vez que, nossa equipe oferece uma grande variedade de modelos, todos com CA, para garantir a segurança de sua equipe.

Além disso, nossos profissionais dão suporte para ajudar na escolha de cada calçado para seus colaboradores, de acordo com a atividade que cada um desempenha.

 

Conclusão

Aplicando as 8 dicas apresentadas, é possível promover conforto e durabilidade no uso do calçado de segurança. Afinal, a forma como limpa, seca, guarda e usa o calçado impacta diretamente em sua durabilidade.

Além disso, é importante ter em mente que o cuidado com os EPI’s é uma responsabilidade compartilhada entre o profissional que o utiliza e a empresa. Portanto, aproveite que as boas práticas de conservação trazem mais segurança e menos custos e implemente nossas dicas.

 

 

 

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MAU USO DO EPI: DESCUBRA QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS!

 


O mau uso do EPI desencadeia uma série de consequências negativas para o trabalhador e para a empresa. Afinal, a proteção fica comprometida pela conduta inadequada e os riscos de acidentes passam a ser maiores.

Entender o que motiva o mau uso do EPI e quais são suas consequências é fundamental para que seja possível corrigir o comportamento de seus colaboradores. Nós trouxemos algumas informações pertinentes que vão te auxiliar a mudar esse contexto em sua organização.

 

O uso do EPI é obrigatório?

De acordo com a NR 6 o uso de EPI’s é obrigatório sempre que houver riscos que não podem ser eliminados ou controlados por medidas coletivas de proteção. Por isso, é obrigação da empresa fornece o EPI e treinar o colaborador em relação ao uso de acordo com a CLT em seu artigo 166.

Mas sempre que há uma conduta repetitiva de mau uso do EPI, é preciso ir além, visando identificar o que desencadeia o comportamento para que possa coibi-lo.

 

O que é considerado mau uso de EPI?

Muitas empresas enxergam como mau uso de EPI não fazer a utilização do equipamento durante todo o expediente. Contudo, existem outros pontos de atenção, como:

·       Não prender o capacete com jugular corretamente;

·       Usar EPI danificado ou vencido;

·       Recusar o uso mesmo após orientação e treinamento;

·       Se sentar no capacete como se fosse um banco;

·       Não limpar o EPI reutilizável após o uso;

·       Óculos de proteção no pescoço e não no rosto;

·       Não armazenar corretamente o equipamento para o próximo uso;

·       Retirar o EPI durante o expediente.

 

São apenas alguns exemplos relacionados ao improviso ou alteração no uso dos EPI’s que podem ocasionar desde pequenas falhas até comprometimento total da proteção daquele trabalhador.

 

Consequências do mau uso de EPI para o Trabalhador

O mau uso de EPI é prejudicial para o trabalhador, assim como para a empresa. Uma vez que desencadeia como consequência uma série de questões, por exemplo:

Acidentes de trabalho

A falta ou o uso inadequado do EPI pode resultar em quedas, cortes, queimaduras, intoxicações e outros acidentes. Por exemplo, um profissional da construção civil que está sem capacete, pode ser atingido por um objeto pesado que outro colega deixou cair. Dependendo da gravidade o acidente pode vir a ser fatal.

Doenças ocupacionais

A exposição contínua a agentes químicos, físicos ou biológicos sem o uso correto do EPI pode causar doenças como problemas respiratórios e dermatites.

Um profissional que se recusa a usar o protetor auditivo, por exemplo, pode perder definitivamente a sua audição por causa da exposição prolongada ao ruído.

Lesões corporais

O mau uso do EPI expõe o profissional ao risco de lesões graves ou permanentes que poderiam ser evitadas com o uso correto do EPI, como amputações ou sequelas físicas ocasionadas por acidentes.

Impactos psicológicos e emocionais

Além dos danos físicos, um acidente ou doença causada pelo mau uso do EPI pode gerar uma série de problemas psicológicos e emocionais, como medo de retomar as atividades, ansiedade, estresse e até afastamento prolongado do trabalho. Os problemas emocionais não se limitam ao colaborador acidentado, podendo impactar toda a equipe.

Demissão por justa causa

De acordo com a CLT a recusa injustificada em relação ao uso do EPI ou o uso incorreto são características de atos de indisciplina. Diante disso, o resultado da conduta é uma advertência que pode evoluir para uma demissão por justa causa em casos de recorrência da conduta.

 

Consequências do mau uso de EPI para a Empresa

Como dito anteriormente, a empresa também é diretamente prejudicada pela conduta do profissional que faz mau uso do EPI, sofrendo consequências como:

Multas

É dever da empresa fornece e fiscalizar o uso do EPI. Por isso, durante uma fiscalização do Ministério do Trabalho a empresa pode sofrer multas pesadas caso sejam identificadas falhas na gestão de EPIs.

Processos Judiciais

A empresa pode ser processada por acidentes ocorridos em suas instalações, gerando a necessidade de pagar indenizações. Afinal, o aumento de passivos jurídicos é extremamente prejudicial para qualquer negócio.

Impacto negativo na imagem

Uma empresa com histórico de acidentes recorrentes tem sua reputação prejudicada, o que afeta a confiança de clientes e parceiros e também desencadeia dificuldade de contratação dos melhores talentos.

Perda de produtividade e retrabalho

Os acidentes ocasionados pelo mau uso do EPI geram afastamentos, que impactam negativamente na produtividade e geram custos adicionais, além de atrasos na execução dos projetos dentro da organização.

 

Como evitar o mau uso ou a falta de EPI?

É importante que a equipe esteja preparada para evitar o mau uso e a falta de EPI em todos os setores da organização, adotando algumas medidas práticas como:

Cursos e Treinamentos

Os cursos e treinamentos conscientizam a equipe a respeito da importância de utilizar os EPI’s durante toda a jornada de trabalho. Além disso, capacitar em relação ao uso de EPI’s é uma das obrigações dos contratantes.

Fiscalização

É importante ter um colaborador responsável por fiscalizar o uso, para que possa garantir que condutas equivocadas sejam coibidas diariamente.

Incentivo ao uso

Conversar e orientar a respeito do uso correto de EPI’s é parte da cultura organizacional, que deve ser focada em condutas que resguardem o bem-estar de todos.

Controle de estoque

O controle de estoque é fundamental para repor EPI’s que eventualmente apresentem danos precocemente, garantindo que a proteção necessária esteja sempre à disposição.

Entregas de EPI de acordo com a função

É importante fornecer o equipamento correto para cada função, ajustado ao tamanho do colaborador para que seja confortável, de acordo com a sua necessidade de proteção considerando os riscos aos quais o trabalhador está exposto.

Avaliação de risco

É importante investir na análise de riscos de cada atividade para que a escolha do EPI mais adequado seja promovida, visando ter uma compra eficiente, que protege os colaboradores de cada setor do negócio.

 

O que fazer quando o funcionário se recusa a usar EPI?

Não sabe o que fazer quando o funcionário se recusa a usar EPI? É importante ter uma abordagem educativa, orientando o colaborador. Através da conscientização a respeito dos riscos envolvidos na rotina a maior parte dos colaboradores adota as medidas esperadas.

Mas em caso de recusa persistente, a empresa pode aplicar advertência e, em última instância, demitir por justa causa baseado no que diz a CLT.

Para tal, é importante documentar os treinamentos e as negativas do colaborador em seguir as regras. A documentação de entrega de EPI’s e treinamentos comprova a conduta e resguarda a empresa em processos trabalhistas

 

Conclusão

A utilização de EPI é uma obrigatoriedade e condutas diferentes das orientadas são consideradas mau uso de EPI. Ser reincidente em mau uso é prejudicial para o trabalhador e para a empresa, o que revela a importância de adotar boas práticas de prevenção e conscientização.

Afinal, a segurança no ambiente de trabalho depende da responsabilidade compartilhada entre empregadores e empregados. Precisa de um orçamento de EPI? 

 

 

 

 

 

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