quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

 



 

PRAZOS DOS EXAMES OCUPACIONAIS:

 

 


 

O Atestado de Saúde Ocupacional - ASO é um documento essencial na Medicina do Trabalho, certificando a aptidão dos trabalhadores para desempenhar suas funções de maneira segura.

Neste artigo, o Dr. Fernando Akio, explora a importância de manter a periodicidade adequada dos exames ocupacionais, abrangendo os tipos de exames, como admissional, periódico e demissional, e as consequências do não cumprimento dos prazos estabelecidos.

Além disso, são discutidas as melhores práticas para gestão desses exames e as polêmicas em torno do ASO, destacando a necessidade de uma abordagem mais personalizada e preventiva na saúde ocupacional para garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores.

 

Introdução

O Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) é um documento essencial na Medicina do Trabalho, definindo a aptidão dos trabalhadores para desempenhar suas funções de forma segura. Mas, surge a dúvida: qual a periodicidade ideal para esses exames? Este artigo aborda a importância da periodicidade dos exames ocupacionais, as consequências do não cumprimento dos prazos e as melhores práticas para sua gestão.

 

O que é o ASO?

O ASO é um documento obrigatório para todas as empresas, emitido por um médico do trabalho que atesta a aptidão do trabalhador para exercer suas atividades profissionais. Ele avalia se o trabalhador está em condições físicas e mentais adequadas para suas funções, considerando os riscos inerentes ao cargo e às atividades desenvolvidas, protegendo tanto a saúde do trabalhador quanto a segurança no ambiente de trabalho.

Tipos de Exames Relacionados ao ASO

Os exames ocupacionais relacionados ao ASO incluem:

·       Exame Admissional: realizado antes do início das atividades laborais.

·       Exame Periódico: realizado em intervalos regulares para monitorar a saúde do trabalhador.

·       Exame de Retorno ao Trabalho: realizado após afastamento por doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, quando ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias.

·       Exame de Mudança de Riscos Ocupacionais: realizado antes da data da mudança, adequando-se o controle médico aos novos riscos.

·       Exame Demissional: realizado em até 10 (dez) dias contados do término do contrato, podendo ser dispensado caso o exame clínico ocupacional mais recente tenha sido realizado há menos de 135 (centro e trinta e cinco) dias, para as organizações graus de risco 1 e 2, e há menos de 90 (noventa) dias, para as organizações graus de risco 3 e 4.

·       Exames complementares: exames laboratoriais (sangue, urina, etc.), audiometria, espirometria, raio-X, etc., a depender dos riscos ocupacionais.

Periodicidade dos Exames

A periodicidade dos exames é estabelecida com base nos riscos ocupacionais e nas normas regulamentadoras (NR’s) do Ministério do Trabalho. Geralmente, os exames periódicos são realizados de acordo com os seguintes intervalos:

a) para empregados expostos a riscos ocupacionais identificados e classificados no PGR e para portadores de doenças crônicas que aumentem a susceptibilidade a tais riscos:

– A cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico responsável;

– De acordo Com a periodicidade especificada no Anexo IV da Norma Regulamentadora 7, relativo a empregados expostos a condições hiperbáricas;

b) para os demais empregados, o exame clínico deve ser realizado a cada dois anos.

 

Importância da Periodicidade Adequada

A realização dos exames ocupacionais com a periodicidade correta garante diversos benefícios:

·       Prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho: identificação precoce de riscos e doenças relacionadas ao trabalho, possibilitando medidas de controle e tratamento adequados.

·       Promoção da saúde do trabalhador: monitoramento da saúde geral do trabalhador, incluindo a detecção de doenças crônicas não transmissíveis.

·       Melhoria da qualidade de vida no trabalho: redução do absenteísmo por doenças e promoção de um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.

·       Aumento da produtividade: trabalhadores saudáveis e livres de doenças ocupacionais são mais produtivos e engajados no trabalho.

·       Cumprimento da legislação: evitando multas e sanções para a empresa.

O envio do S-2220, que se refere ao Monitoramento da Saúde do Trabalhador no eSocial, deve seguir o cronograma estabelecido no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO. Quando ocorre um atraso no envio em um ano, o novo envio deve considerar a data efetiva do exame realizado e seguir o cronograma do PCMSO, e não a data de aniversário da admissão do trabalhador.

Principais pontos a serem considerados:

Data Efetiva do Exame: O S-2220 deve ser enviado com base na data efetiva em que o exame médico ocupacional foi realizado.

Cronograma do PCMSO: O envio dos dados deve seguir o cronograma de exames periódicos definido no PCMSO da empresa. Portanto, se o PCMSO estabelece que os exames periódicos devem ser feitos anualmente, o próximo envio deve ocorrer um ano após a data do último exame efetivamente realizado, mesmo que tenha ocorrido um atraso.

Conformidade com Legislação: É fundamental que a empresa mantenha conformidade com a legislação trabalhista e as diretrizes do eSocial, garantindo que todos os exames médicos ocupacionais sejam realizados dentro dos prazos estipulados e que os envios do S-2220 sejam feitos tempestivamente.

Por exemplo, se um trabalhador tinha um exame periódico agendado para janeiro de 2023, mas o exame só foi realizado em março de 2023 devido a um atraso, o próximo exame deve ser agendado para março de 2024, conforme o cronograma estabelecido no PCMSO. O envio do S-2220 deve então refletir essa nova data de realização do exame.

Consequências do Não Cumprimento da Periodicidade

O não cumprimento dos prazos estabelecidos pode levar a diversas consequências, como:

·       Aumento do risco de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

·       Multas e sanções por parte dos órgãos fiscalizadores.

·       Prejuízos à saúde e segurança dos trabalhadores.

·       Possibilidade de litígios trabalhistas e danos à reputação da empresa.

Melhores Práticas para Gerenciar a Periodicidade do ASO

Para gerenciar eficazmente a periodicidade do ASO, as empresas devem:

·       Contatar um médico do trabalho para auxiliar a empresa na definição da periodicidade dos exames, de acordo com os riscos ocupacionais presentes na empresa.

·       Utilizar sistemas de controle automatizados para monitorar os prazos.

·       Criação de um cronograma de exames com base nos prazos da NR-7.

·       Treinar equipes de recursos humanos sobre a importância dos exames ocupacionais.

·       Manter comunicação clara e contínua com os trabalhadores sobre as datas e a importância dos exames.

·       Parceria com clínicas de medicina do trabalho para garantir a qualidade dos exames e o acompanhamento médico adequado.

Polêmicas sobre o ASO

Apesar de sua importância, a hipervalorização do ASO como um mero documento de conclusão de aptidão pode ser problemática pelos seguintes motivos:

Aspectos burocráticos versus a essência da saúde ocupacional: Críticos argumentam que o ASO, em sua forma atual, se assemelha mais a um ritual burocrático do que a um instrumento de promoção da saúde. A ênfase recai sobre a emissão do atestado em si, muitas vezes sem o devido acompanhamento médico individualizado e a real identificação e mitigação dos riscos ocupacionais.

Limitações do ASO como único indicador de aptidão: O ASO, por ser um atestado genérico, é tratado como um mero “carimbo de aptidão” e pode mascarar problemas de saúde que não estão diretamente relacionados à atividade profissional. Doenças crônicas, por exemplo, podem passar despercebidas, comprometendo o bem-estar do trabalhador a longo prazo.

Falta de personalização e negligência com a realidade individual: O ASO tende a ser aplicado de forma padronizada, sem considerar as particularidades de cada trabalhador, como histórico de saúde, idade, estilo de vida e funções específicas. Essa padronização ignora as necessidades individuais de acompanhamento e medidas preventivas.

Visão fragmentada da saúde: A avaliação para o ASO tende a fragmentar a saúde do trabalhador, separando-a da saúde em geral. O foco do ASO geralmente se restringe aos exames médicos, negligenciando a avaliação do ambiente de trabalho e dos riscos psicossociais. Fatores como ergonomia, organização do trabalho, relações interpessoais e carga de trabalho também impactam significativamente a saúde do trabalhador.

Aumento da carga sobre o médico do trabalho: A alta demanda por emissão de ASO’s pode sobrecarregar o médico do trabalho, comprometendo a qualidade da avaliação individual e a atenção necessária aos casos que realmente exigem acompanhamento especializado.

Foco na Doença e Não na Prevenção: A crítica aponta para uma cultura que prioriza a detecção de doenças já instaladas, em vez de investir em medidas preventivas eficazes. O ASO, muitas vezes, se torna um instrumento para identificar problemas de saúde já existentes, sem promover ações para evitá-los ou minimizá-los.

Falta de Diálogo entre Áreas: A fragmentação da saúde ocupacional, com diferentes áreas atuando de forma isolada, limita a efetividade do ASO. O diálogo entre médicos do trabalho, psicólogos, ergonomistas, nutricionistas e outros profissionais é crucial para uma avaliação abrangente e um acompanhamento individualizado.

Uma Caixa Preta para Empresas e Trabalhadores: A falta de transparência em relação aos resultados dos exames e às medidas preventivas recomendadas no ASO pode gerar dúvidas e insegurança tanto para os trabalhadores quanto para as empresas. Essa falta de clareza impede a tomada de decisões informadas sobre a gestão da saúde ocupacional e a promoção do bem-estar no trabalho.

Custo e Oportunidade: O ASO, além de oneroso para as empresas, gera um custo de oportunidade significativo. O tempo e recursos investidos na emissão do atestado poderiam ser redirecionados para ações mais efetivas de promoção da saúde ocupacional, como programas de ergonomia e suporte psicológico.

Falsa Segurança: O ASO, por vezes, cria uma falsa sensação de segurança ao atestar a aptidão geral do trabalhador. Essa falsa garantia pode mascarar riscos específicos e problemas de saúde individuais, levando à negligência de medidas preventivas e ao agravamento de condições preexistentes.

Exames Complementares Desnecessários: A solicitação indiscriminada de exames complementares, muitas vezes sem critérios técnicos claros, expõe os trabalhadores a riscos desnecessários, como radiação em exames de raio-x e oscilações de glicemia em testes de tolerância à glicose oral. Além disso, a interpretação equivocada dos resultados pode gerar vieses e diagnósticos errôneos, causando ansiedade desnecessária e até mesmo o afastamento indevido do trabalho.

Incoerência na Avaliação: A aplicação inconsistente do ASO gera disparidades no tratamento dos trabalhadores. Em alguns casos, o atestado impede o trabalhador de exercer suas funções, mesmo sem um diagnóstico preciso ou risco real à saúde. Em outros, a falta de rigor na avaliação permite que trabalhadores com problemas de saúde sigam trabalhando em condições inadequadas, colocando em risco a si mesmos e seus colegas.

Conclusão

O ASO, em sua forma atual, apresenta limitações e desperta questionamentos sobre sua real efetividade na promoção da saúde ocupacional. É necessário repensar o papel desse documento e buscar alternativas que considerem a complexa relação entre saúde, trabalho e bem-estar individual.

Através de um enfoque multidisciplinar, preventivo e individualizado, podemos construir um ambiente de trabalho mais saudável e seguro para todos. A periodicidade adequada e a gestão eficaz desses exames também são essenciais para garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores.

 

Referências

Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora 7 (NR-7): 

Norma Regulamentadora No. 7 (NR-7).

Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT). SCMA Nº 06 – Atestado de Saúde Ocupacional (ASO): ATESTADO DE SAUDE OCUPACIONAL (ASO).

Milde, J.J, Guidelines for medical examinations: prophylaxis in occupational medicine, Deutsche Gesetzliche Unfallversicherung DGUV, Stuttgart

Schaafsma FG, Mahmud N, Reneman MF, Fassier JB, Jungbauer FH. Pre-employment examinations for preventing injury, disease and sick leave in workers. Cochrane Database Syst Rev. 2016 Jan 12;2016(1):CD008881. doi: 10.1002/14651858.CD008881.pub2. PMID: 26755127; PMCID: PMC7163410.

Quality management of medical exam at the occupational health program: a preliminary analysis. Hyeda A, Costa ÉSM, Ferreira JCC. Quality management of medical exam at the occupational health program: a preliminary analysis. Rev Bras Med Trab.2014;12(2) DOI:66-72

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.

 





 

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AVALIAÇÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS E GESTÃO DE ABSENTEÍSMO

 

 


 

Descubra como uma boa avaliação de riscos ocupacionais pode auxiliar a diminuir a taxa de absenteísmo da sua empresa, garantindo uma maior produtividade!

 

Você sabia que a avaliação correta dos riscos ocupacionais pode ser a chave para reduzir o absenteísmo e melhorar o desempenho do seu time?

Muitas vezes a falta de uma boa avaliação dos riscos ocupacionais gera ações que não são as mais adequadas para a sua população, construindo um ambiente não tão saudável, acarretando em uma maior taxa de absenteísmo. Para sanar esses problemas, vamos tratar de alguns tópicos nesse texto:

1.   A Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais

2.   Como avaliar um risco ocupacional na prática?

3.   Impacto de uma boa avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo 

 

A Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais

Com as alterações das normas regulamentadoras, especialmente a NR-1, as empresas têm sido desafiadas a repensar sua abordagem sobre saúde e segurança do trabalho. Mais do que identificar os riscos, a avaliação de riscos ocupacionais agora precisa ser dinâmica, preventiva e integrada à estratégia da empresa.

A avaliação de riscos deve ir além do ambiente físico. É essencial considerar também riscos psicossociais, ergonômicos e organizacionais, que muitas vezes são os grandes responsáveis por afastamentos prolongados e quedas na produtividade.

Use ferramentas integradas de SST e RH para mapear riscos com base em dados reais de saúde e comportamento dos colaboradores. O trabalho precisa ser também realizado em conjunto a outras áreas, trabalhando de forma multidisciplinar.

Ao conectar diferentes áreas da empresa na busca de melhorar as ações frente aos riscos, conseguimos:

 

·       Identificar padrões de afastamento por setor ou função

·       Planejar intervenções mais efetivas

·       Justificar investimentos em ergonomia, programas de saúde, treinamentos ou melhorias estruturais

Assim melhoramos não somente nosso processo em vista das questões legais, mas potencializamos as experiências positivas de nossos colaboradores, aumentando sua produtividade. 

 

 


 

Como avaliar um risco ocupacional na prática?

A avaliação de riscos é o ponto de partida para qualquer plano de prevenção. Na própria NR-1 é mencionado o uso de dois critérios para entender a gravidade dos riscos, sendo eles, probabilidade e severidade.

Severidade: o impacto do risco

Severidade (ou gravidade) se refere ao potencial de dano que um determinado risco pode causar à saúde ou integridade do trabalhador, caso ele ocorra.

 

Exemplos:

·       Um corte superficial pode ser considerado de baixa severidade.

·       Uma queda de altura pode ser muito severa, pois pode causar lesões graves ou até a morte.

 

A severidade normalmente é classificada em níveis, como:

·       Desprezível

·       Marginal

·       Média

·       Crítica

·       Extrema

 

Probabilidade: a chance de o risco acontecer

Probabilidade é a frequência ou chance de o risco se concretizar dentro de um determinado período ou contexto de trabalho.

 

Exemplos:

·       Um equipamento que nunca apresentou falha pode ter baixa probabilidade de causar acidente.

·       Um piso escorregadio em área de tráfego intenso tem alta probabilidade de causar quedas.

 

A probabilidade também pode ser escalonada:

·       Rara

·       Pouco provável 

·       Possível

·       Provável

·       Quase certo

Na imagem abaixo trazemos um exemplo de como podem ser classificados os riscos dentro de sua empresa. Esse é um dos jeitos de mapear, podendo cada organização escolher o método que melhor se aplica. 

 

 


 

Impacto de uma boa avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo 

Riscos mal avaliados = absenteísmo em alta

Quando a avaliação de riscos é malconduzida ou negligenciada, aumentam as chances de:

·       Acidentes de trabalho;

·       Doenças ocupacionais (LER/DORT, problemas respiratórios, transtornos mentais, etc.);

·       Situações de estresse contínuo;

·       Condições de trabalho insalubres ou inseguras.

Esses fatores geram afastamentos frequentes, baixa motivação e rotatividade, refletindo diretamente em altos índices de absenteísmo.

 

Como uma boa avaliação reduz o absenteísmo?

Uma avaliação de riscos eficaz impacta positivamente a gestão de absenteísmo por diversos motivos, alguns deles são:

Prevenção de afastamentos
A identificação precoce de riscos permite intervenções antes que o colaborador adoeça ou sofra acidentes.

Promoção da saúde física e mental
Ambientes seguros reduzem o estresse e aumentam o bem-estar, combatendo o absenteísmo relacionado à saúde emocional.

Clareza na gestão e tomada de decisão
A avaliação de riscos fornece dados objetivos que ajudam o RH e o SESMT a entenderem as causas dos afastamentos e planejar ações direcionadas.

Adequação às normas legais
Estar em conformidade evita passivos trabalhistas e mantém a reputação da empresa, favorecendo também a retenção de talentos.

Criação de uma cultura de prevenção
Colaboradores se sentem mais valorizados quando percebem que a empresa investe em segurança, aumentando o engajamento e reduzindo faltas não justificadas.

Empresas que integram os dados da avaliação de riscos ocupacionais com os indicadores de frequência de afastamentos, tipos de licenças e departamentos mais impactados conseguem ter uma visão mais estratégica do problema.

Para isso, é importante que sua gestão de absenteísmo seja adequada e estratégica, utilizando a tecnologia como uma aliada em todo o processo.

Soluções digitais especializadas, como plataformas integradas de gestão de absenteísmo e saúde ocupacional, permitem automatizar rotinas, centralizar informações e fortalecer a segurança dos dados sensíveis dos colaboradores, evitando problemas com a LGPD.

A boa gestão do absenteísmo começa com a prevenção, e a avaliação de riscos ocupacionais é o alicerce desse processo. Investir em uma análise criteriosa, contínua e integrada ao dia a dia da empresa não só protege os colaboradores, mas também reduz custos com afastamentos, aumenta a produtividade e fortalece a cultura organizacional.

 





 

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