AVALIAÇÃO
DE RISCOS OCUPACIONAIS E GESTÃO DE ABSENTEÍSMO
Descubra como uma boa avaliação de riscos ocupacionais
pode auxiliar a diminuir a taxa de absenteísmo da sua empresa, garantindo uma
maior produtividade!
Você
sabia que a avaliação correta dos riscos ocupacionais pode ser a
chave para reduzir o absenteísmo e melhorar o desempenho do seu time?
Muitas vezes a falta de uma boa avaliação dos riscos
ocupacionais gera ações que não são as mais adequadas para a sua
população, construindo um ambiente não tão saudável, acarretando em uma
maior taxa de absenteísmo. Para sanar
esses problemas, vamos tratar de alguns tópicos nesse texto:
1. A
Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais
2. Como
avaliar um risco ocupacional na prática?
3. Impacto
de uma boa avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo
A
Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais
Com as alterações das normas regulamentadoras,
especialmente a NR-1, as empresas têm sido desafiadas a repensar sua abordagem
sobre saúde e segurança do trabalho. Mais do que identificar os riscos,
a avaliação de riscos ocupacionais agora precisa ser dinâmica,
preventiva e integrada à estratégia da empresa.
A avaliação de riscos deve ir além do ambiente
físico. É essencial considerar também riscos psicossociais,
ergonômicos e organizacionais, que muitas vezes são os grandes responsáveis
por afastamentos prolongados e quedas na produtividade.
Use ferramentas integradas de SST e RH para mapear
riscos com base em dados reais de saúde e comportamento dos colaboradores. O
trabalho precisa ser também realizado em conjunto a outras
áreas, trabalhando de forma multidisciplinar.
Ao
conectar diferentes áreas da empresa na busca de melhorar as ações frente aos
riscos, conseguimos:
· Identificar
padrões de afastamento por setor ou função
· Planejar
intervenções mais efetivas
· Justificar
investimentos em ergonomia, programas de saúde, treinamentos ou melhorias
estruturais
Assim melhoramos não somente nosso processo em vista
das questões legais, mas potencializamos as experiências
positivas de nossos colaboradores, aumentando sua
produtividade.
Como
avaliar um risco ocupacional na prática?
A avaliação de riscos é o ponto de partida para
qualquer plano de prevenção. Na própria NR-1 é mencionado o uso de dois
critérios para entender a gravidade dos riscos, sendo eles, probabilidade
e severidade.
Severidade:
o impacto do risco
Severidade (ou gravidade) se refere
ao potencial de dano que um determinado risco pode causar à saúde ou
integridade do trabalhador, caso ele ocorra.
Exemplos:
· Um
corte superficial pode ser considerado de baixa severidade.
· Uma
queda de altura pode ser muito severa, pois pode causar lesões graves ou
até a morte.
A
severidade normalmente é classificada em níveis, como:
· Desprezível
· Marginal
· Média
· Crítica
· Extrema
Probabilidade:
a chance de o risco acontecer
Probabilidade é a frequência ou
chance de o risco se concretizar dentro de um determinado período ou
contexto de trabalho.
Exemplos:
· Um
equipamento que nunca apresentou falha pode ter baixa
probabilidade de causar acidente.
· Um
piso escorregadio em área de tráfego intenso tem alta
probabilidade de causar quedas.
A
probabilidade também pode ser escalonada:
· Rara
· Pouco
provável
· Possível
· Provável
· Quase
certo
Na imagem abaixo trazemos um exemplo de como podem ser
classificados os riscos dentro de sua empresa. Esse é um dos jeitos de mapear,
podendo cada organização escolher o método que melhor se aplica.
Impacto de uma boa
avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo
Riscos
mal avaliados = absenteísmo em alta
Quando
a avaliação de riscos é malconduzida ou negligenciada, aumentam as chances de:
· Acidentes
de trabalho;
· Doenças
ocupacionais (LER/DORT, problemas respiratórios, transtornos mentais, etc.);
· Situações
de estresse contínuo;
· Condições
de trabalho insalubres ou inseguras.
Esses fatores geram afastamentos
frequentes, baixa motivação e rotatividade, refletindo
diretamente em altos índices de absenteísmo.
Como
uma boa avaliação reduz o absenteísmo?
Uma avaliação
de riscos eficaz impacta positivamente a gestão de absenteísmo por
diversos motivos, alguns deles são:
Prevenção
de afastamentos
A
identificação precoce de riscos permite intervenções antes que o colaborador
adoeça ou sofra acidentes.
Promoção
da saúde física e mental
Ambientes
seguros reduzem o estresse e aumentam o bem-estar, combatendo o absenteísmo
relacionado à saúde emocional.
Clareza
na gestão e tomada de decisão
A
avaliação de riscos fornece dados objetivos que ajudam o RH e o SESMT a
entenderem as causas dos afastamentos e planejar ações direcionadas.
Adequação
às normas legais
Estar
em conformidade evita passivos trabalhistas e mantém a reputação da empresa,
favorecendo também a retenção de talentos.
Criação
de uma cultura de prevenção
Colaboradores
se sentem mais valorizados quando percebem que a empresa investe em segurança,
aumentando o engajamento e reduzindo faltas não justificadas.
Empresas que integram os dados da avaliação de
riscos ocupacionais com os indicadores de frequência de
afastamentos, tipos de licenças e departamentos mais
impactados conseguem ter uma visão mais estratégica do problema.
Para isso, é importante que sua gestão de absenteísmo
seja adequada e estratégica, utilizando a tecnologia como uma aliada em todo o
processo.
Soluções digitais especializadas, como plataformas
integradas de gestão de absenteísmo e saúde ocupacional, permitem automatizar
rotinas, centralizar informações e fortalecer a segurança dos dados sensíveis
dos colaboradores, evitando problemas com a LGPD.
A boa gestão do absenteísmo começa com
a prevenção, e a avaliação de riscos ocupacionais é o alicerce desse
processo. Investir em uma análise criteriosa, contínua e integrada ao dia
a dia da empresa não só protege os colaboradores, mas também reduz custos
com afastamentos, aumenta a produtividade e fortalece a cultura
organizacional.
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