quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

 



 

AVALIAÇÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS E GESTÃO DE ABSENTEÍSMO

 

 


 

Descubra como uma boa avaliação de riscos ocupacionais pode auxiliar a diminuir a taxa de absenteísmo da sua empresa, garantindo uma maior produtividade!

 

Você sabia que a avaliação correta dos riscos ocupacionais pode ser a chave para reduzir o absenteísmo e melhorar o desempenho do seu time?

Muitas vezes a falta de uma boa avaliação dos riscos ocupacionais gera ações que não são as mais adequadas para a sua população, construindo um ambiente não tão saudável, acarretando em uma maior taxa de absenteísmo. Para sanar esses problemas, vamos tratar de alguns tópicos nesse texto:

1.   A Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais

2.   Como avaliar um risco ocupacional na prática?

3.   Impacto de uma boa avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo 

 

A Importância da Avaliação de Riscos Ocupacionais

Com as alterações das normas regulamentadoras, especialmente a NR-1, as empresas têm sido desafiadas a repensar sua abordagem sobre saúde e segurança do trabalho. Mais do que identificar os riscos, a avaliação de riscos ocupacionais agora precisa ser dinâmica, preventiva e integrada à estratégia da empresa.

A avaliação de riscos deve ir além do ambiente físico. É essencial considerar também riscos psicossociais, ergonômicos e organizacionais, que muitas vezes são os grandes responsáveis por afastamentos prolongados e quedas na produtividade.

Use ferramentas integradas de SST e RH para mapear riscos com base em dados reais de saúde e comportamento dos colaboradores. O trabalho precisa ser também realizado em conjunto a outras áreas, trabalhando de forma multidisciplinar.

Ao conectar diferentes áreas da empresa na busca de melhorar as ações frente aos riscos, conseguimos:

 

·       Identificar padrões de afastamento por setor ou função

·       Planejar intervenções mais efetivas

·       Justificar investimentos em ergonomia, programas de saúde, treinamentos ou melhorias estruturais

Assim melhoramos não somente nosso processo em vista das questões legais, mas potencializamos as experiências positivas de nossos colaboradores, aumentando sua produtividade. 

 

 


 

Como avaliar um risco ocupacional na prática?

A avaliação de riscos é o ponto de partida para qualquer plano de prevenção. Na própria NR-1 é mencionado o uso de dois critérios para entender a gravidade dos riscos, sendo eles, probabilidade e severidade.

Severidade: o impacto do risco

Severidade (ou gravidade) se refere ao potencial de dano que um determinado risco pode causar à saúde ou integridade do trabalhador, caso ele ocorra.

 

Exemplos:

·       Um corte superficial pode ser considerado de baixa severidade.

·       Uma queda de altura pode ser muito severa, pois pode causar lesões graves ou até a morte.

 

A severidade normalmente é classificada em níveis, como:

·       Desprezível

·       Marginal

·       Média

·       Crítica

·       Extrema

 

Probabilidade: a chance de o risco acontecer

Probabilidade é a frequência ou chance de o risco se concretizar dentro de um determinado período ou contexto de trabalho.

 

Exemplos:

·       Um equipamento que nunca apresentou falha pode ter baixa probabilidade de causar acidente.

·       Um piso escorregadio em área de tráfego intenso tem alta probabilidade de causar quedas.

 

A probabilidade também pode ser escalonada:

·       Rara

·       Pouco provável 

·       Possível

·       Provável

·       Quase certo

Na imagem abaixo trazemos um exemplo de como podem ser classificados os riscos dentro de sua empresa. Esse é um dos jeitos de mapear, podendo cada organização escolher o método que melhor se aplica. 

 

 


 

Impacto de uma boa avaliação de riscos ocupacionais no absenteísmo 

Riscos mal avaliados = absenteísmo em alta

Quando a avaliação de riscos é malconduzida ou negligenciada, aumentam as chances de:

·       Acidentes de trabalho;

·       Doenças ocupacionais (LER/DORT, problemas respiratórios, transtornos mentais, etc.);

·       Situações de estresse contínuo;

·       Condições de trabalho insalubres ou inseguras.

Esses fatores geram afastamentos frequentes, baixa motivação e rotatividade, refletindo diretamente em altos índices de absenteísmo.

 

Como uma boa avaliação reduz o absenteísmo?

Uma avaliação de riscos eficaz impacta positivamente a gestão de absenteísmo por diversos motivos, alguns deles são:

Prevenção de afastamentos
A identificação precoce de riscos permite intervenções antes que o colaborador adoeça ou sofra acidentes.

Promoção da saúde física e mental
Ambientes seguros reduzem o estresse e aumentam o bem-estar, combatendo o absenteísmo relacionado à saúde emocional.

Clareza na gestão e tomada de decisão
A avaliação de riscos fornece dados objetivos que ajudam o RH e o SESMT a entenderem as causas dos afastamentos e planejar ações direcionadas.

Adequação às normas legais
Estar em conformidade evita passivos trabalhistas e mantém a reputação da empresa, favorecendo também a retenção de talentos.

Criação de uma cultura de prevenção
Colaboradores se sentem mais valorizados quando percebem que a empresa investe em segurança, aumentando o engajamento e reduzindo faltas não justificadas.

Empresas que integram os dados da avaliação de riscos ocupacionais com os indicadores de frequência de afastamentos, tipos de licenças e departamentos mais impactados conseguem ter uma visão mais estratégica do problema.

Para isso, é importante que sua gestão de absenteísmo seja adequada e estratégica, utilizando a tecnologia como uma aliada em todo o processo.

Soluções digitais especializadas, como plataformas integradas de gestão de absenteísmo e saúde ocupacional, permitem automatizar rotinas, centralizar informações e fortalecer a segurança dos dados sensíveis dos colaboradores, evitando problemas com a LGPD.

A boa gestão do absenteísmo começa com a prevenção, e a avaliação de riscos ocupacionais é o alicerce desse processo. Investir em uma análise criteriosa, contínua e integrada ao dia a dia da empresa não só protege os colaboradores, mas também reduz custos com afastamentos, aumenta a produtividade e fortalece a cultura organizacional.

 





 

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