quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

 



 

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS EPI’s PARA ATIVIDADES COM PRODUTOS INFLAMÁVEIS?

 

 


 

Conhecer os principais EPI’s para atividades com produtos inflamáveis é fundamental para paramentar a equipe corretamente. De modo que, seja possível garantir que os profissionais tenham um ambiente de trabalho seguro.

Para te auxiliar a compreender os riscos de atividades com produtos inflamáveis e quais cuidados precisam ser adotados, nós trouxemos todos os detalhes sobre o tema.

Entenda a seguir quais são as atividades com produtos inflamáveis, principais riscos promovidos por esse tipo de ambiente e medidas que precisam ser adotadas para resguardar sua equipe.

 

O que são atividades com produtos inflamáveis?

Atividades com produtos inflamáveis são aquelas desempenhadas por profissionais que atuam diariamente com substâncias como gasolina, álcool, solventes, diesel, querosene e gases como GLP.

Profissionais como frentistas, por exemplo, lidam não só com os produtos inflamáveis como também com os seus vapores. O que faz com que estejam ainda mais expostos à riscos.

Afinal, quando há vapores inflamáveis, faísca e oxigênio, é possível que o profissional vivencie um incêndio ou até mesmo explosão que pode vir a ser fatal.

 

Principais riscos ao trabalhar com inflamáveis

Antes de adquirir EPI's para sua equipe, é preciso conhecer os principais riscos envolvidos nas atividades laborais, entenda mais detalhes a seguir:

 

Risco de incêndio e explosões

Os vapores inflamáveis podem entrar em ignição por faíscas elétricas, atrito ou fontes de calor, causando incêndios ou explosões. Essa situação é bastante comum em postos de combustíveis, por isso, é proibido fumar no local ou acender qualquer faísca no local.

 

Queimaduras térmicas e químicas

O contato direto com inflamáveis ou o calor extremo no ambiente de trabalho podem ser responsáveis por causar queimaduras graves na pele e nos olhos, desencadeando riscos de cegueira, por exemplo.

 

Inalação de vapores tóxicos

Os inflamáveis liberam vapores que são prejudiciais para a saúde e podem causar intoxicação e problemas respiratórios.

Por isso, frentistas deveriam usar respirador com filtro durante todo o expediente, mesmo que sejam resistentes à adoção do EPI.

 

Descarga eletrostática

Em áreas onde há presença de vapores inflamáveis, a eletricidade estática pode ser a responsável por gerar faíscas, iniciando incêndios.

 

Quais são os principais EPI’s para atividades com inflamáveis?

Conhecendo os principais riscos da atividade, é importante que o profissional utilize EPI’s visando protegê-lo de riscos térmicos, químicos e respiratórios, tais quais:

 

Luvas de proteção química

As luvas nitrílicas, butílicas ou de Neoprene são as mais indicadas para o uso em ambientes inflamáveis, por serem resistentes aos solventes e combustíveis que são frequentes nesses ambientes.

 

Óculos de proteção ou viseira facial

Os vapores são prejudiciais para a visão do colaborador. É fundamental usar óculos de proteção ou viseira facial para ter uma barreira contra respingos de produtos e vapores.

 

Respirador com filtro químico

A utilização de respirador com filtro químico evitará que o profissional inale vapores orgânicos. É possível adotar o uso de máscaras semifaciais ou faciais com filtros de acordo com a atividade desempenhada.

 

Roupas antiestáticas e antichama

O tecido utilizado na roupa dos colaboradores deve ser capaz de evitar faíscas por eletricidade estática. Dessa forma, é possível reduzir o risco de ignição de um incêndio por causa da vestimenta.

 

Calçado de segurança antiderrapante

Ao recorrer ao calçado de segurança, é possível prevenir que chamas se iniciem por causa do atrito. Além disso, o calçado dá mais estabilidade em áreas de atuação em que há risco de derramamento de produtos químicos.

 

Avental de PVC

O avental de PVC protege o tronco e as pernas de respingos químicos e inflamáveis, evitando que os produtos entrem em contato com a pele.

 

O que a NR 6 e a NR 20 dizem sobre inflamáveis?

Em termos gerais, toda empresa que lida com inflamáveis precisa respeitar a NR 6 que exige o fornecimento e uso adequado de EPI’s. Cada empresa deve fornecer de acordo com a função executada pelo colaborador.

Enquanto a NR 20 exige o controle de riscos com inflamáveis e a capacitação dos colaboradores, com o intuito de promover um ambiente seguro, no qual o profissional pode desenvolver suas atividades com os riscos minimizados.

De acordo com as normas regulamentares, os profissionais que atuam em ambiente inflamável precisam usar EPI’s com CA, para que possam ser adequados ao risco químico ao qual o colaborador está exposto diariamente.

 

Como escolher os EPI’s corretos para inflamáveis?

Não basta saber quais riscos e quais EPI’s são capazes de proteger seu colaborador. É preciso escolher o modelo correto de EPI considerando o tipo de inflamável ao qual está exposto e o risco ambiental, entenda:

 

Verifique a compatibilidade química

É importante analisar o risco ambiental e verificar se o EPI resiste aos produtos químicos presentes nesse ambiente. Somente quando há compatibilidade o cenário será de proteção. Se o colaborador usar uma máscara facial com filtro inadequado, por exemplo, continuará exposto ao risco de inalar a substância.

 

Escolha EPI’s com proteção térmica ou antiestática

É importante escolher EPI’s com proteção que evita faíscas ou ignição do material, justamente para que o equipamento não desencadeie uma faísca que pode causar incêndio ou explosão.

 

Verifique a validade do CA

Todo equipamento de proteção individual usado no contexto de inflamáveis precisa de Certificado de Aprovação (CA) válido para que sua eficácia na proteção seja comprovada. Além disso, o EPI precisa estar na validade, visando que promova sua máxima proteção.

 

Busque conforto e mobilidade

Para auxiliar na adesão em relação ao uso do equipamento de proteção, sempre busque favorecer o conforto e a mobilidade do profissional. Dessa forma, é possível minimizar a resistência em relação ao uso.

 

Cuidados essenciais no uso de EPI’s com inflamáveis

Não basta comprar o EPI e orientar o uso, é preciso que cada colaborador utilize corretamente, visando que os riscos sejam minimizados pela postura coletiva, compreenda:

 

Armazenar EPI’s em local adequado

Após o uso, todo EPI precisa ser armazenado corretamente, evitando a exposição a chamas, óleo e produtos químicos que são comuns em ambientes com inflamáveis.

 

Substituir EPI’s danificados

É necessário inspecionar regularmente os EPI’s, visando substituir todos aqueles que estão danificados. Uma vez que, o EPI saturado deixa de proteger o colaborador conforme o esperado.

 

Treinamento obrigatório

Conforme a exigência da NR 20, é preciso fazer capacitação periódica dos colaboradores por meio de treinamento. De modo que, o profissional tenha clareza sobre os motivos pelos quais precisa usar corretamente cada EPI que é disponibilizado pela empresa.

 

Conclusão

Saber quais são os EPI’s que reduzem o risco do ambiente com inflamáveis é fundamental, para que os profissionais tenham um local de trabalho seguro, com todos os EPI’s necessários disponíveis para a proteção.

Os EPI’s reduzem os riscos de incêndio, explosão e danos à saúde do colaborador, viabilizando que o profissional possa ser produtivo sem se expor à problemas de saúde.

Todos os EPI’s devem ser usados em conjunto com procedimentos de treinamento que precisam ser treinados periodicamente para que os colaboradores possam se resguardar.

 

 

 

 

 

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RISCOS COM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - COMO PREVENIR ACIDENTES NA INDÚSTRIA

 

 


 

Quando se fala em riscos com máquinas e equipamentos, é importante entender como prevenir acidentes na indústria, visando que o cotidiano de trabalho seja seguro.

Indústrias de todos os setores utilizam maquinários sofisticados para melhorar a produtividade. Contudo, é preciso seguir normas de segurança e adotar cuidados que possam minimizar os riscos para os operadores de maquinário.

O objetivo é que os profissionais sejam preservados, acidentes possam ser minimizados e a equipe tenha um cotidiano de trabalho saudável.

 

Quais são os principais riscos com máquinas e equipamentos?

Em linhas gerais, existem diversos riscos com máquinas e equipamentos sendo operados por pessoas, como o de esmagamento de membros, descarga elétrica e outros. Entenda detalhes a seguir

 

Prensamento ou esmagamento de membros

Dependendo da máquina, é possível que uma de suas partes móveis prense ou esmague os membros do operador. Dependendo do grau de pensamento ou esmagamento, o profissional poderá não recuperar os movimentos do membro afetado.

 

Choques elétricos

A dinâmica de operação de um equipamento que está conectado à energia elétrica sempre pode desencadear como risco o choque. De acordo com a intensidade do choque, o profissional poderá perder a vida ou sofrer lesões mais leves.

 

Queda

Dependendo da máquina, é comum que graxa e outros fluídos possam contaminar o piso, o que desencadeia maiores riscos de queda. Além disso, alguns maquinários são operados em altura, o que também expõe o profissional ao risco de queda.

 

Aprisionamento

Alguns maquinários requerem que o profissional entre no equipamento para efetuar manutenções e garantir o pleno funcionamento. Nesse caso, é preciso ter cuidado para evitar o aprisionamento, que pode ser fatal por falta de oxigênio no local.

 

Queimaduras

A maior parte dos maquinários industriais aquecem durante o funcionamento, o que expõe o profissional ao risco de queimadura.

 

Falhas mecânicas e explosões

No caso de falhas mecânicas, o profissional poderá se machucar durante a operação do equipamento, o que faz com que possa ter amputações, queimaduras e outros danos.

 

O que estabelece a NR 12 sobre segurança em máquinas

A NR 12 estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho, abrangendo todo o ciclo de vida das máquinas.

De acordo com a normativa, as máquinas precisam contar com dispositivos de proteção que evitem o contato acidental com partes móveis perigosos, que devem ser projetadas e instaladas para eliminar ou reduzir os riscos.

Além disso, a norma preconiza o uso de grades, barreiras e botões de emergência que ajudam a interromper o funcionamento do equipamento em caso de falhas.

Também é preciso sinalizar áreas de risco, tipo de operação e exigir o uso de EPI’s para que os profissionais possam se resguardar.

Outra exigência da normativa é que todos os operadores sejam capazes de atuar de forma segura e eficiente.

 

Como reduzir os riscos com máquinas e equipamentos?

Existem diferentes cuidados que devem ser adotados para reduzir os riscos no ambiente de trabalho, como:

 

Conhecer as principais normas de maquinários

Todos os operadores devem ser instruídos e dominar as principais normas de maquinário, visando que adotem as medidas compatíveis com a própria segurança.

 

Mapeamento de máquinas e equipamentos

Conhecendo as máquinas e equipamentos na empresa, é possível identificar quais são os riscos que cada uma delas oferece ao colaborador. O que contribui para que seja possível garantir que o profissional possa se resguardar de cada risco.

 

Elaboração de um plano de controle de riscos

É preciso que a empresa tenha consciência sobre os riscos existentes na operação de máquinas e equipamentos da organização. Para tal, vale a pena elaborar um plano de controle de riscos, que visa a adoção de medidas de controle dos riscos, como a divisão de turnos, visando evitar que o colaborador trabalhe cansado, visando evitar que o cansaço comprometa a operação eficaz do maquinário.

 

Implementação de barreiras físicas e dispositivos de segurança

É preciso implementar barreiras físicas e dispositivos de segurança que possam minimizar os riscos da operação de maquinário. Afinal, botões que interrompem o funcionamento em caso de emergência podem salvar o profissional de acidentes como esmagamentos, visando evitar a perda de membros e acidentes fatais.

 

Uso obrigatório de EPC e EPI

A empresa precisa estar ciente da relevância de fornecer EPC e EPI para a equipe. O EPC são os equipamentos coletivos como botoeiras, grades e outros equipamentos presentes no ambiente. Enquanto os EPI’s são usados individualmente para evitar riscos da rotina de trabalho.

 

Rotina de Inspeção e Manutenção preventiva

É necessário que todos os equipamentos estejam em pleno funcionamento, contando com a manutenção preventiva para que seja possível evitar acidentes graves por falhas no funcionamento do equipamento.

 

Treinamento e Capacitação dos Operadores

Todos os profissionais precisam ser capacitados para operar os maquinários. Dessa forma, todos saberão como adotar medidas preventivas, visando evitar acidentes e promover a produtividade responsável na organização.

 

Cultura de segurança e incentivo à denúncia de irregularidades

Deve ser parte da cultura organizacional a exigência de uma boa conduta de prevenção, através do uso de EPIs e comportamentos adequados para resguardar os profissionais de acidentes fatais. Além disso, a empresa deve ter canais anônimos para que os colaboradores possam denunciar irregularidades.

 

Qual a importância de reduzir os riscos com máquinas e equipamentos?

Toda indústria precisa adotar medidas para reduzir os riscos com máquinas e equipamentos, visando evitar acidentes. Empresas que possuem a reputação de não cuidar de seus colaboradores e promover acidentes frequentes acabam com a imagem manchada no mercado.

Afinal, fornecedores e clientes não desejam se associar a indústrias que não são responsáveis com seus próprios colaboradores.

Além disso, é importante resguardar a equipe para que possa manter a produtividade sustentável. Aspecto que faz toda a diferença para que a empresa possa evitar custos com afastamento de colaboradores.

Em resumo, reduzir riscos com máquinas e equipamentos preserva vidas, promove um ambiente seguro e garante que os profissionais se sintam confortáveis no ambiente de trabalho.

 

Conclusão

Os riscos com máquinas e equipamentos precisam ser mitigados, visando promover um ambiente seguro e produtivo.

Além de respeitar o que a NR 12 orienta, é importante construir uma cultura preventiva na organização.

Ofereça equipamentos de proteção coletiva, EPI’s e soluções que possam promover segurança para a rotina de sua indústria. Precisa de um orçamento de EPI’s? 

 

 

 

 

 

 

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

 



 

NR-36 E O TRABALHO EM FRIGORÍFICOS: CONHEÇA AS PRINCIPAIS EXIGÊNCIAS DA NORMA

 

 


 

A NR-36 aborda o trabalho em frigoríficos e determina condições que visam minimizar os riscos físicos, químicos e ergonômicos do ambiente.

Dessa forma, a normativa precisa ser respeitada durante o processo de abate ao processamento de carnes e derivados. Justamente com o intuito de garantir que os profissionais possam ter riscos minimizados e possam atuar com segurança no ambiente frigorífico.

Para te auxiliar a promover um ambiente seguro, nós trouxemos mais detalhes sobre o que é a NR-36 e como ela impacta a rotina de seus colaboradores.

 

O que é a NR-36?

A NR-36 é uma normativa que visa estabelecer requisitos mínimos para que os profissionais tenham boas condições de trabalho. Afinal, o frigorífico é um ambiente que apresenta altos riscos físicos, ergonômicos e psicossociais.

Por isso mesmo, a norma determina o uso de ferramentas adequadas que minimizem esforços repetitivos, orienta pausas obrigatórias, controle de temperatura e de outras condições de trabalho.

Justamente para que o ambiente laboral não seja responsável pelo adoecimento da equipe. Afinal, quando as condições são ajustadas conforme a norma 36, é possível garantir segurança para o cotidiano do trabalhador.

E isso faz toda a diferença também para que seja possível garantir a minimização do risco de acidentes de trabalho no frigorífico. Seguir a norma também evitará que a empresa seja multada por descumprimento da legislação.

 

Qual é a importância da NR-36 para o setor frigorífico?

A Nr-36 é fundamental para proteger não só a integridade física, como também a integridade mental dos profissionais que lidam com atividades repetitivas, agentes biológicos e exposição ao frio como parte do cotidiano de trabalho.

Ao adotar a normativa, a empresa consegue diminuir os riscos de adoecimento ocupacional, aumentar a produtividade e cumprir a sua obrigação legal em termos de segurança no trabalho.

Portanto, uma empresa que cumpre a norma se resguarda juridicamente e também se beneficia do aumento da produtividade, evitando o afastamento constante dos colaboradores.

 

Principais riscos que a NR-36 busca prevenir nos frigoríficos

Um ambiente de frigorífico reserva uma série de riscos para a rotina dos profissionais que atuam no local, como:

Riscos Ergonômicos

Os ambientes de trabalho oferecem riscos ergonômicos por causa das posturas inadequadas adotadas no abate e transporte, por exemplo. Além de ser um cotidiano com ritmo de trabalho intenso e movimentos repetitivos.

Por isso mesmo, a NR-36 determina que o profissional faça ajustes de altura nas bancadas, pausas regulares e revezamento de atividades para reduzir o risco de sofrer lesões musculoesqueléticas.

Ruído Excessivo

O ruído excessivo proveniente de máquinas e equipamentos pode desencadear perda auditiva e fadiga.

Diante disso, a norma 36 determina que sejam feitas avaliações periódicas de ruído no estabelecimento. Além da obrigatoriedade de fornecimento de protetores articulares adequados ao nível de exposição do colaborador.

Agentes Biológicos e Químicos

É comum que o trabalhador tenha contato com sangue, secreções, produtos de limpeza e desinfecção presentes no frigorífico.

Para resguardar os profissionais, a NR-36 exige o uso de EPI’s específicos, visando promover um controle de higiene rigoroso. Além disso, devem ser adotados procedimentos padronizados de limpeza e desinfecção do espaço. De modo que, o ambiente não ofereça riscos de contaminação para o colaborador.

Conforto Térmico

O frio intenso é um dos principais desafios de quem trabalha em frigoríficos. Por isso, é importante respeitar a norma que estabelece limite de exposição à baixa temperatura. Além disso, é preciso efetuar o uso de roupas térmicas adequadas e fazer pausas para aquecimento.

A empresa é obrigada a ter áreas de descanso climatizadas, onde o profissional poderá descansar e se aquecer ao longo do expediente.

Segurança em Máquinas e Equipamentos

Outro ponto abordado pela norma são os cuidados com máquinas cortantes, serras e esteiras. Afinal, são equipamentos usados em linhas de produção e que podem causar acidentes graves.

Inclusive, no frigorífico que utiliza esses equipamentos é preciso implementar também a NR-12, que trata especificamente da segurança de máquinas e equipamentos. O objetivo é evitar acidentes como a amputação de membros dos colaboradores durante o expediente, por exemplo.

Máquinas Regulamentadas

É importante destacar que a norma de segurança em questão abrange diferentes tipos de equipamentos que são usados desde o abate até o processamento de carnes, como:

·       Máquinas automáticas para descourear;

·       Máquinas abertas para retirada de pele;

·       Máquinas de repasse de moela;

·       Máquinas serra fita;

·       Máquinas para corte de carcaças.

 

Por isso mesmo, todo o maquinário da empresa deve contar com proteções fixas ou móveis que sejam intertravada, dispositivos de parada de emergência e sistemas de segurança com categoria mínima 3, garantindo que o operador não seja exposto a partes móveis perigosas.

No mais, é obrigatório que o trabalhador seja capacitado para operar o equipamento, que precisa estar em boas condições de manutenção.

Justamente para que os acidentes de trabalho sejam evitados e a equipe possa ter uma rotina produtiva e segura.

 

Manutenção e Higienização

Todo o maquinário deve ter a manutenção e limpeza realizados por profissionais treinados e quando estão desligados. Dessa forma, é possível garantir segurança durante a manutenção.

A higienização frequente evita contaminações e possibilita um bom desempenho do maquinário, evitando riscos de falha de funcionamento por acúmulo de sujeira.

 

Requisitos da NR-36 sobre o ambiente físico e a rotina de trabalho

A NR-36 define parâmetros específicos para o ambiente de trabalho, determinando condições desde a temperatura, iluminação e até as pausas obrigatórias que organizam a jornada de trabalho. Entenda mais detalhes:

 

Transporte e manuseio de cargas

O transporte de produtos como caixas e carcaças deve ser feito com a técnica correta para evitar lesões. Além de respeitar os limites de peso que o profissional suporta sem se expor a risco.

O uso de equipamentos auxiliares como carrinhos e esteiras é indicado pela NR-36, visando que o corpo do colaborador seja resguardado sempre que possível do esforço.

 

Postos de trabalho

Todos os ambientes devem ser projetados ergonomicamente, com altura regulável e espaço suficiente para a movimentação. Segundo a norma, é preciso adaptar o ambiente às necessidades físicas do trabalhador, e não o contrário.

 

Rodízio de Atividades e Pausas

O rodízio de atividades e pausas são medidas preventivas obrigatórias que precisam ser respeitadas pela empresa. O intuito é que seja possível reduzir o cansaço físico e mental.

É por isso que a NR-36 determina intervalos de descanso distribuídos ao longo da jornada e pausas adicionais para trabalhadores que atuam em ambiente frio.

 

Como garantir o cumprimento da NR-36?

Para garantir o cumprimento da norma a empresa precisa implementar um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), treinamentos periódicos e auditorias internas.

Além disso, é fundamental manter os registros atualizados, fiscalizar o uso de EPI’s e promover uma cultura de segurança contínua. Dessa forma, os próprios colaboradores passam a reconhecer a relevância de adotar todas as medidas cabíveis e se precaver.

Por meio dos treinamentos contínuos a empresa minimiza o número de acidentes e promove um ambiente de respeito, conduta adequada e valorização da vida.

 

Quais são os principais EPI’s para frigoríficos?

É necessário utilizar EPI’s adequados para promover a proteção contra frio, cortes, ruído e agentes químicos. O que envolve alguns itens como botas, luvas e outros, entenda:

Vestimenta térmica: indispensável para manter a temperatura corporal adequada durante todo o expediente, a vestimenta protege de hipotermia;

Luvas térmicas: as luvas evitam o congelamento dos dedos e contribuem para isolar as mãos de contato direto com eventuais agentes contaminantes;

Botas térmicas: as extremidades do corpo são a principal preocupação em ambientes frios, as botas evitam o congelamento dos dedos dos pés;

Aventais térmicos ou impermeáveis: são essenciais para isolar o corpo do contato com fluidos como o sangue de animais abatidos;

Protetores faciais e oculares: promovem a proteção do rosto e olhos evitando o contato com respingos e fluidos contaminantes presentes no ambiente de trabalho;

Protetores auriculares: evitam a perda auditiva provocada pelo ruído do maquinário usado para trabalho em frigorífico.

 

Conclusão

A NR 36 é essencial para o trabalho em frigoríficos, evitando que os riscos ambientais prejudiquem a saúde dos colaboradores. É importante respeitar a normativa e aplicar as exigências sobre ergonomia, seguindo as orientações em relação ao uso de maquinário e de EPI’s.

Preservando a saúde dos colaboradores a empresa atua dentro da legalidade e evita problemas jurídicos. Além disso, consegue promover um ambiente produtivo e seguro. Precisa de um orçamento de EPI’s para frigorífico? 

 





 

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COMO ESCOLHER O FILTRO/CARTUCHO CORRETO PARA O RESPIRADOR FACIAL?

 

 


 

Escolher o filtro/cartucho correto para o respirador facial é fundamental em ambientes com poeira, gases e vapores.

A eficácia do respirador depende diretamente da escolha de filtro ou cartucho adequado, por isso mesmo, nós vamos te ensinar como identificar o tipo certo para a sua demanda.

Além disso, também vamos orientar quando trocar o filtro ou cartucho, dar dicas de manutenção e orientar como garantir a proteção e segurança no trabalho.

 

O que é o filtro químico?

O filtro químico é o componente do respirador responsável por purificar o ar, retendo as partículas ou neutralizando os gases e vapores nocivos.

Por isso mesmo, existem diferentes tipos de filtros químicos que visam proteger os profissionais de diferentes cenários de risco.

Diante disso, é preciso considerar o tipo de contaminante presente no ambiente, visando escolher o filtro adequado. Uma vez que, ao escolher o filtro errado, a proteção do colaborador fica diretamente comprometida.

Portanto, é indispensável que o responsável pela compra compreenda as especificidades de filtros químicos visando ser assertivo em sua aquisição.

 

Para que serve o filtro químico?

O filtro químico visa proteger a saúde do trabalhador, com o intuito de evitar a inalação de agentes prejudiciais presentes no ambiente laboral.

Uma indústria, por exemplo, acaba utilizando solventes e expõe os profissionais aos gases industriais. Por isso mesmo, é necessário ter um filtro químico adequado. O que é diferente do filtro usado em ambientes onde se tem poeira fina ou vapores orgânicos como agentes que demandam proteção.

É indispensável observar que o uso do respirador inadequado não oferece a segurança necessária e desencadeia a exposição do profissional aos riscos ambientais, mesmo com o uso do respirador em tempo integral.

 

Em quais respiradores o filtro/cartucho é obrigatório?

Alguns respiradores exigem filtros ou cartuchos que são substituíveis e outros modelos são descartáveis, apresentando um filtro que já vem integrado.

Os respiradores semifaciais e faciais inteiros são aqueles em que o filtro ou cartucho são obrigatórios.

É importante ter o auxílio de um técnico em segurança do trabalho, que possa orientar quais são os respiradores adequados para cada colaborador na equipe.

 

Tipos de filtros respiratórios

Existem diferentes tipos de filtros respiratórios disponíveis no mercado, entenda mais detalhes sobre cada um dos modelos a seguir:

 

Contra partículas

São filtros usados para reter poeiras, névoas e fumos presentes no ar. A compra deve ser orientada pela classificação desse tipo de filtro que se divide em:

·       P1: poeiras e névoas em baixa toxicidade;

·       P2: fumos metálicos, poeiras tóxicas, névoas oleosas;

·       P3: maior eficiência, proteção contra agentes altamente tóxicos.

É comum usar filtros contra partículas na construção civil, mineração e serralherias. Além disso, é importante saber que esse tipo de filtro não oferece proteção contra gases ou vapores. Se o ambiente tem partículas e gases, é preciso considerar outro modelo.

 

Químicos

Os filtros químicos protegem contra gases e vapores no ambiente, contendo substâncias que absorvem e neutralizam os agentes químicos. Por isso, existe um específico para cada tipo de contaminante.

Vapores Orgânicos: com cor preta e letras brancas, é um filtro usado em atividades como pinturas, colagens e atividades em que se faz o uso de solventes, onde há liberação de compostos orgânicos voláteis no ar.

Gases Ácidos: de cor branca, é usado contra gases como o brometo de hidrogênio e o peróxido de cloro, presentes em processos químicos industriais.

Amônia e Metilamina: de cor verde, é adequado para ambientes como indústrias químicas e de fertilizantes, onde há presença de amônia ou metilamina no ar.

Formaldeído: identificado na cor preta com letras ocre, é uma solução para uso em laboratórios, indústrias químicas e ambientes de preservação de materiais biológicos, onde o formaldeído é utilizado com frequência.

Multigases: de tonalidade ocre, oferece proteção contra uma ampla gama de gases, como vapores orgânicos, gases ácidos, amônia, metilamina e formaldeído. Por isso, é indicado para situações em que não se tem certeza sobre quais contaminantes estão presentes no ambiente.

 

Além disso, é importante saber que a compra de filtros químicos está relacionada aos diferentes tipos de classes, que se dividem em:

Classe 1: Promove proteção contra concentrações mais baixas do contaminante;

Classe 2: Proteção contra concentrações moderadas do contaminante;

Classe 3: Proteção contra concentrações mais elevadas do contaminante.

 

Diante disso, é possível perceber a relevância de escolher o filtro correto para cada substância presente no ambiente e de acordo com o nível de contaminação. Afinal, mesmo que se escolha o tipo correto de filtro, se a classificação é 1 e o ambiente é muito contaminado, a proteção será insuficiente.

 

Combinados

Os filtros combinados são aqueles que oferecem proteção contra partículas e gases ou vapores simultaneamente. Dessa forma, são excelentes para uso em laboratórios, indústrias químicas e petroquímicas.

Afinal, são o tipo de filtro mais adequado quando há uma exposição múltipla, proporcionando grau elevado de proteção ao profissional exposto.

 

Qual a diferença entre filtro mecânico e cartucho químico?

É normal ter dúvidas sobre a diferença entre os filtros, enquanto o mecânico é capaz de reter partículas sólidas e líquidas suspensas no ar, o cartucho químico absorve e neutraliza gases e vapores nocivos.

Portanto, a escolha deve ser pautada no tipo de risco que cada um combate. Dessa forma, o fornecimento de EPI adequado protegerá o trabalhador.

 

Como escolher o filtro correto?

A escolha de filtro sempre deve ser pautada pela análise do ambiente, risco químico e normas de segurança. Dessa forma, é possível garantir que a proteção oferecida será a melhor possível.

O primeiro passo é identificar o agente contaminante presente no ambiente para que possa consultar a FISPQ (Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos) para conferir compatibilidade e recomendações. Algumas dicas úteis para a sua escolha são:

Identifique o tipo risco no ambiente de trabalho: analise o ambiente laboral, esclarecendo qual é o tipo de risco ao qual o profissional estará exposto, para encontrar o filtro mais adequado para promover a proteção;

Análise a concentração: é necessário conhecer a concentração do contaminante no ambiente, visando oferecer o filtro com grau adequado de proteção para cada colaborador;

Determine o tipo de filtro: agora que conhece as diferenças, é hora de determinar se o filtro é mecânico, químico ou combinado, visando promover segurança para sua equipe;

Verifique a classificação e cor do filtro: sempre verifique a classificação e a cor do filtro, para confirmar se há compatibilidade;

Verifique o conforto e a compatibilidade com o respirador: se o EPI é desconfortável, o colaborador não terá adesão ao uso. Portanto, sempre confira a compatibilidade e a segurança, visando promover conforto durante o uso;

Confira as certificações do filtro: para que o EPI seja eficaz, é preciso ter a certificação compatível com o tipo de uso realizado pelo colaborador, caso contrário, a empresa se expõe ao risco de ser multada;

Compre em um fornecedor confiável: escolha um fornecedor confiável, que tenha diferentes marcas e soluções de EPIs para atender a sua demanda.

 

Lembre-se que a escolha adequada evita riscos para a saúde do trabalhador e que equívocos podem desencadear riscos durante o expediente.

 

Como saber a hora de trocar seu filtro/cartucho?

Cada filtro utilizado no respirador tem sua vida útil limitada e jamais deve ser reutilizado além do período indicado.

Por isso, quando o profissional começa a perceber dificuldade de respirar, cheiro de gases ou poeira passando pelo filtro é hora de realizar a troca. Outro indicador pertinente é a data de validade do filtro vencido.

A troca é indispensável para que seja possível oferecer proteção adequada para sua equipe. Uma vez que, os filtros vencidos ou saturados comprometem a sua capacidade de proteção.

 

Dicas para uso e manutenção dos filtros

A manutenção correta garante a eficiência do equipamento e proporciona longa vida útil ao filtro. Por isso, é necessário estar atento para a manutenção, observando fatores como:

·       O filtro sempre deve ser armazenado em local limpo, seco e longe de contaminante;

·       Todo filtro descartável só pode ser usado uma vez e descartado na sequência;

·       Sempre verifique o filtro antes de efetuar cada uso;

·       Siga as instruções do fabricante, pois cada modelo precisa de cuidados específicos.

 

Conclusão

Existem diferentes tipos de filtros e agora você já sabe como escolher, quais são os sinais de troca e necessidade de manutenção.

É importante entender quais são os sinais de troca e manutenção, com o intuito de usar o filtro correto para proteger a saúde e a produtividade do profissional.

 

 




 

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 



 

ATUALIZAÇÃO NA CLASSIFICAÇÃO DOS CAPACETES DE SEGURANÇA

 


 

A atualização na classificação dos capacetes de segurança impacta dezenas de profissionais brasileiros. É fundamental estar atento para que a empresa não fique desatualizada, o que aumenta o risco de sofrer multas e sanções.

Nós trouxemos todos os detalhes sobre a atualização mais recente, com o intuito de que sua empresa possa se adequar para proteger os profissionais. Afinal, o uso de EPI’s adequados impacta diretamente na rotina de prevenção de acidentes.

 

O que é o Capacete de Segurança?

O capacete de segurança é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) que deve ser utilizado por profissionais de diferentes setores.

Dependendo de qual é o setor de trabalho, é usado um modelo específico de capacete, seja ele com ou sem aba, por exemplo.

Afinal, o objetivo é que ao fornecer capacete de proteção, o profissional possa estar resguardado de acidentes como a queda de um objeto pesado em sua cabeça.

 

Qual a sua importância no ambiente de trabalho?

O capacete é um EPI que protege o profissional de acidentes que podem ser leves a até fatais. Por isso, é importante utilizá-lo corretamente na rotina de trabalho.

No canteiro de obras, por exemplo, é necessário usar capacete para evitar que a queda de objetos pesados possa causar um acidente de trabalho que pode vir a ser fatal.

Profissionais que trabalham em locais escorregadios, por exemplo, podem cair e bater a cabeça. O que faz com que seja importante usar proteção para evitar escorregões e eventuais pancadas na cabeça.

Portanto, em diferentes contextos a utilização de capacete é importante, para que possa garantir a segurança do colaborador.

 

Qual NR fala sobre uso de capacete?

A NR 6 é a norma que regulamenta o uso do capacete, orientando que o equipamento seja fornecido para os profissionais.

Respeitar a normativa é fundamental para que a empresa possa promover um ambiente seguro.

Quando o profissional não utiliza o equipamento corretamente ele deve ser cobrado pela empresa. Uma vez que, um colaborador que faz mau uso de EPI pode desencadear um acidente que impacte a equipe como um todo.

Portanto, a empresa precisa ter um técnico responsável pela segurança no trabalho, visando orientar quais são os profissionais que precisam usar cada EPI.

De modo que, todos os riscos da empresa sejam minimizados, respeitando a NR 6 e também outras normas vigentes.

 

O que mudou nas normas do capacete?

Diferentes aspectos da norma foram atualizados com o intuito de promover ambientes mais seguros para todos os profissionais, entenda:

Classificação Reformulada

A classificação do capacete de proteção foi reformulada com o intuito de adotar um critério mais técnico. Anteriormente, os capacetes eram classificados pela aba, considerando:

·       Tipo I → aba total

·       Tipo II → aba frontal

·       Tipo III → sem aba

Agora, a adoção da norma é de um critério mais técnico, passando a classificar o capacete de proteção como:

·       Tipo I → para resguardar de impacto no topo da cabeça

·       Tipo II → protege de impacto no topo e laterais da cabeça

Essa mudança é interessante por facilitar a escolha do EPI de forma eficiente, direcionada à proteção necessária em cada atividade executada. O que torna a dinâmica de compra de EPI’s muito mais fácil para os gestores responsáveis pela aquisição de capacetes para toda a equipe.

Novas Classes

No passado as classes dos capacetes eram Classe A e Classe B. A partir da reformulação da norma, houve uma reestruturação para promover diferentes níveis de proteção, que são:

Classe C (condutivo)

Define capacetes que protegem contra o impacto, mas não oferecem proteção elétrica. O capacete Classe C condutivo substitui a antiga classe A.

Classe G (geral)

Utilizado para definir capacetes que oferecem proteção contra impacto e contra eletricidade de até 2.200 V, pode ser usado em diferentes contextos de trabalho.

Classe E (elétrico)

O capacete classe E é considerado capaz de proteger contra impacto e contra eletricidade até 20.000 V, substituindo a antiga Classe B. O que viabiliza o uso para eletricistas e profissionais que atuam em atividades com risco de descarga elétrica.

 

Por que essa atualização é importante?

Em linhas gerais, é importante observar que todas as atualizações em normas e classificações de EPI’s visam aumento de segurança.

No caso dos capacetes não foi diferente! Ao atualizar os EPI’s houve um ganho expressivo em termos de precisão na escolha do EPI de acordo com os riscos reais aos quais o profissional está exposto em sua jornada de trabalho.

Com capacetes que oferecem critérios claros para uso em áreas que envolvem manuseio de equipamentos elétricos, todos os profissionais ficam melhor protegidos.

Os EPI’s continuam oferecendo proteção para a cabeça e contra impactos laterais, proporcionando um ambiente de trabalho com menos risco de acidentes. Além disso, a atuação em conformidade com os critérios legais proporciona uma rotina de trabalho com produtividade sustentável.

Em resumo, todas as empresas precisam se atualizar, para que possam fornecer os EPI’s adequados para seus colaboradores.

 

Como escolher o capacete de segurança adequado às novas normas?

É fundamental analisar inicialmente o ambiente de trabalho. Uma vez que, profissionais expostos aos riscos apenas no topo da cabeça precisam usar o capacete tipo I. Enquanto aqueles que estão expostos aos riscos de impactos laterais precisam usar o tipo II. Além de se adequar ao tipo, observe também a classe correta, se atentando para:

·       C (condutivo): só protege contra impacto, sem proteção elétrica;

·       G (geral): protege de impacto e eletricidade até 2.200 V;

·       E (elétrico): oferece proteção contra impacto e eletricidade até 20.000 V.

 

Além de escolher o tipo correto, é importante observar que o capacete precisa ser certificado e testado. De modo que, possa ser uma solução realmente segura para seus colaboradores.

Quando a empresa garante a segurança e a conformidade legal de sua atuação, é natural que os colaboradores se sintam respeitados e a imagem da empresa seja diretamente beneficiada.

 

Onde comprar EPI’s para sua empresa?

As lojas especializadas, oferecem catálogo de EPI’s de qualidade, com certificação e variedade. Aproveite a possibilidade de comprar as melhores marcas com benefícios como o frete grátis para todo o Brasil e faturamento para empresas.

 

Conclusão

A atualização na classificação dos capacetes de segurança já é uma realidade praticada no mercado. Compreenda quais são os tipos de capacetes pertinentes para cada membro de sua equipe e compre os novos modelos, garantindo conformidade com a NR 6 e respeito aos seus colaboradores. Promover a segurança no trabalho é um cuidado indispensável.

 

 

 

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