terça-feira, 13 de outubro de 2026

 



USO DE ADORNOS NO LOCAL DE TRABALHO - PRÓS E CONTRAS

 

A utilização de adornos no local de trabalho é um tema polêmico. Muitas empresas têm regras claras sobre o que é permitido ou não em termos de acessórios, enquanto outras são mais flexíveis e permitem que seus funcionários usem o que quiserem. Mas, afinal, quais são os prós e contras de se usar adornos no ambiente de trabalho?

É importante ressaltar que a decisão de permitir ou não o uso de adornos no local de trabalho deve ser tomada pela empresa, com base nos riscos ocupacionais, características do ambiente e nas normas de segurança.

 


Algumas empresas proíbem o uso de acessórios, como brincos grandes, pulseiras, colares compridos e outros adornos, para garantir que os funcionários estejam seguros em seu trabalho, evitando possíveis acidentes.

O LADO RUIM DOS ADORNOS NO LOCAL DE TRABALHO

A utilização de adornos no ambiente de trabalho pode representar alguns riscos para a saúde e segurança dos trabalhadores. Alguns dos principais riscos são:

Risco de acidentes: Adornos, como brincos grandes, colares compridos, pulseiras e até anéis podem facilmente ficar presos em máquinas, equipamentos e ferramentas, aumentando o risco de acidentes. Esses acidentes podem causar desde pequenos arranhões e cortes até lesões mais graves, como fraturas e amputações.

Risco de contaminação: Alguns adornos como anéis e brincos podem acumular sujeira, poeira e bactérias, o que pode aumentar o risco de contaminação e doenças, especialmente em locais de trabalho onde há manipulação de alimentos, produtos químicos e agentes biológicos.

Risco de reações alérgicas: Muitas pessoas têm alergias a certos metais, como níquel e cobalto, que podem ser encontrados em adornos. Essas reações podem variar desde leves coceiras até inflamações e eczemas graves.

Risco de interferência eletromagnética: Adornos que contenham componentes eletrônicos, como relógios e pulseiras inteligentes, podem interferir com equipamentos eletrônicos sensíveis, como monitores de frequência cardíaca, marca-passos e outros dispositivos médicos.

Risco de atrapalhar a produtividade: Adornos muito chamativos podem chamar a atenção dos colegas de trabalho, desviando a atenção do risco e do trabalho em si e atrapalhando a segurança e a produtividade.

O LADO BOM DOS ADORNOS NO LOCAL DE TRABALHO

Por outro lado, o uso de adornos no ambiente de trabalho pode ser considerado uma forma de expressão pessoal e autoestima, e pode ajudar a criar uma atmosfera mais descontraída e agradável no ambiente de trabalho.

Outro aspecto a ser considerado é a cultura da empresa. Algumas empresas têm uma cultura mais formal, enquanto outras têm uma cultura mais descontraída e informal. Em empresas mais formais, o uso de adornos pode ser menos comum ou mais tímido, enquanto em empresas mais descontraídas, a permissão para o uso de adornos pode ser mais frequente.

É importante que os empregados estejam cientes das regras da empresa em relação ao uso de adornos no ambiente de trabalho, e respeitem essas regras.

O que não é proibido acaba sendo visto como permitido. Caso a empresa permita o uso de adornos, mas apenas de alguns tipos, ela deve definir, divulgar e orientar que tipo de adorno é permitido, e logicamente que em qualquer situação os trabalhadores devem escolher peças discretas e seguras, que não possam prejudicar o desempenho de suas atividades e nem causem incômodos aos colegas.

A utilização de adornos no ambiente de trabalho deve ser avaliada com cautela, levando em consideração a cultura da empresa, as normas de segurança e a imagem corporativa.

É importante que a organização sempre deixe claro o que é norma interna, balizada com o objetivo de evitar acidentes e adoecimento e o que é apenas recomendação. É importante que os empregados estejam cientes das regras estabelecidas pela empresa e que respeitem essas regras, para que o ambiente de trabalho seja seguro, agradável e produtivo.

 

 




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ENGENHARIA CONTRA INCÊNDIO: SAIBA COMO ESTAR PROTEGIDO

 

 


 

Conheça mais dessa área fundamental no desenvolvimento de projetos de prevenção e combate à incêndio.

Acidentes acontecem, isto é fato. Mas a imensa maioria deles, principalmente os que causam incêndios, pode ser evitada de diversas maneiras. Muitas vezes, o que causa um acidente dentro de um ambiente de trabalho, como uma indústria ou uma empresa de grande porte, é uma série de erros em sequência que levam a este final.

Você sabia que os maiores incêndios ocorridos no Brasil foram causados por falhas nos projetos, más instalações ou falta de manutenção nos sistemas de proteção contra incêndios, como no caso do Museu Nacional em 2018?

Além das enormes perdas materiais e econômicas, é claro e evidente o risco de vida quando falamos de incêndios.

Por isso, é necessário que seja elaborado um projeto que atenda aos códigos e normas de prevenção e combate a incêndios. E é neste momento importante que entra a função do Engenheiro Contra Incêndio.

 

Engenheiro Contra Incêndio: onde não há fumaça, há segurança.

O Engenheiro Contra Incêndio é o profissional responsável por avaliar os riscos de incêndios nas instalações e definir, baseado em códigos e normas, soluções que visam controlar, suprimir e extinguir focos de propagação do fogo. Os projetos técnicos elaborados para prevenção de incêndios pelo Engenheiro Contra Incêndio são aprovados junto ao Corpo de Bombeiros Militar.

Com a aprovação da lei 13.425/2017, os Corpos de Bombeiros Militares do Brasil inteiro

atualizaram suas legislações e análises referentes a Projetos Contra Incêndios, o que exige cada vez mais que o profissional responsável pelo desenvolvimento destes projetos seja altamente capacitado para desempenhar a função e que tudo esteja devidamente de acordo.

Seguradoras também exigem que as empresas apresentem este Projeto Contra Incêndio aprovado e executado conforme normas e regulamentações.

 

Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio

O projeto define os espaços e sistemas da edificação para, em casos de emergência, evacuar as pessoas de forma rápida e iniciar o combate ao incêndio. O primeiro passo é identificar a legislação estadual de prevenção contra incêndio, considerando que NBR 15575 (norma de desempenho) obriga que outras NBR’s sejam seguidas (NBR 9077, NBR 5419, NBR 5410, NBR 15526, NBR 15200, NBR 14323, NBR 14432).

O segundo passo é classificar a edificação conforme o uso da ocupação (hospital, escola, residência), altura, área e risco de incêndio. Nas legislações estaduais, existem tabelas que auxiliam a calcular cada um destes riscos.

O passo seguinte é a escolha adequada dos equipamentos e medidas de segurança contra incêndio que farão parte do seu PPCI. Esses são exigidos em função de parâmetros como:

·      tipo de ocupação;

·      altura ou número de pavimentos;

·      área construída;

·      capacidade de lotação;

·      risco de incêndio (carga de incêndio);

·      e riscos especiais.

 

Etapas para elaboração de Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio

1. Estudo preliminar:

Aqui são verificadas as soluções técnicas, definidos os conceitos e elementos necessários para se desenvolver os projetos.

2.  Anteprojeto:

Esboço ou conjunto dos estudos preliminares que irão constituir, após ajustadas, as diretrizes básicas para a elaboração do projeto.

3. Projeto Básico:

Conjuntos de elementos necessários para compor a obra, elaborado com base nos estudos técnicos preliminares e que assegurem a sua execução, respeitando todas as normas e legislações quanto ao impacto ambiental do empreendimento, avaliando o custo da obra e definição de metodologia e prazos.

4. Projeto Executivo:

Aqui apresenta-se todos os elementos necessários para a execução do empreendimento, detalhando todas as interfaces dos sistemas e seus componentes.

Não brinque com fogo.

Como falamos no início do texto, acidentes evitáveis não devem acontecer. Eles custam muito mais caro do que preveni-los, principalmente quando falamos de vidas. Invista em Engenharia Contra Incêndios com toda a estrutura da Previnsa para evitar esquentar a cabeça.

 

 

 

 

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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

 



 

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE TREINAMENTOS EM TORRES EÓLICAS.

 

 


 

O que você deve saber sobre treinamentos em Torres Eólicas.

As torres eólicas são uma das fontes de energia mais limpas nos dias atuais. Num mundo onde a sustentabilidade se torna fundamental, afim de melhoramos o ambiente onde vivemos, a geração de energia eólica está em franco crescimento por causar poucos danos ao meio ambiente. Logo, surge uma nova preocupação: quais medidas de segurança aos trabalhadores e ao próprio empreendimento devem ser tomadas nos parques eólicos? A seguir vamos entender o que você deve saber sobre treinamentos em torres eólicas.

Antes de mais nada, o que é Energia Eólica?

A Energia Eólica é obtida através do processo no qual o vento é usado como gerador de energia, transformando a energia cinética em eletricidade por meio de equipamentos específicos, sendo está energia limpa e renovável, causando pouco impacto ao meio ambiente. As torres eólicas são justamente a estrutura para a solução na geração desta energia, que necessitam de montagem e manutenção especializadas, atendendo as Normas de Segurança estabelecidas.

Os cuidados que devem ser tomados nos Parques Eólicos.

A produção de Energia Eólica no Brasil ainda é um mercado em expansão, no entanto ele exige os mesmos cuidados que outros setores. A Saúde e Segurança do Trabalho nos Parques Eólicos visa propor medidas que evitem acidentes e garantam um ambiente de trabalho mais controlado e livre de riscos para a realização de atividades ao longo do projeto, é preciso cuidado e atenção às normas de segurança em qualquer uma das situações abaixo.

·      Quedas;

·      Lesões;

·      Riscos elétricos;

·      Posturas inadequadas;

·      Espaços confinados;

·      Condições meteorológicas diversas;

·      Instalação em áreas de risco.

 

Desde 2014 o mercado de Energia Eólica tem crescido muito, o que tem aumentado consideravelmente a demanda por profissionais que tenham formação e possam atuar nessa área. Conforme pesquisa, atualmente são empregadas mais de 200 mil pessoas e a previsão é que esse número continue crescendo.

Quais normas regulamentadoras devem ser seguidas?

A gestão de segurança possui diversas orientações com o objetivo de orientar e corrigir situações que não estejam de acordo com a legislação em parques eólicos, nos seguintes trabalhos:

·      Procedimentos operacionais e instruções técnicas;

·      Cálculo de ATPV para a determinação das vestimentas para eletricistas;

·      Prontuário das instalações elétricas – PIE;

·      Análise de riscos;

·      Relatório técnico das inspeções – RTI;

·      Linha de vida de acordo com a NR-35;

·      Treinamento relacionados às Normas Regulamentadoras, entre elas a NR-5,

·      NR-10, NR-33, NR-35.

A Previnsa oferece Prevenção de Riscos Ocupacionais e Segurança em Energia Eólica.

O programa de treinamento da Previnsa atende ao padrão internacional GWO, garantindo um treinamento da mais alta qualidade e reconhecido internacionalmente. Mais do que formação, o nosso compromisso é fazer parte do sucesso da filosofia preventiva dos nossos clientes, melhorando dia a dia a segurança dos seus trabalhadores, através de um serviço integral em Segurança e Prevenção de Riscos Laborais. Todo o programa de formação é desenhado por técnicos superiores e ministrado por uma equipa multidisciplinar de formadores e profissionais de emergência, com larga experiência no setor do ensino e formação especializada, sendo sua aplicação presencial, semipresencial ou EAD.

 

Dentre os cursos aplicados, podemos destacar:

Curso NR10

Este treinamento trata de como garantir a saúde, segurança e integridade física dos empregados envolvidos no trabalho com instalações elétricas em geral, ou expostos de forma direta ou indireta aos riscos da eletricidade. As orientações da NR 10 devem ser consideradas e aplicadas em todas as fases:

·      Fabricação de peças de turbinas eólicas;

·      Instalação e manutenção;

·      Recuperação e tratamento de resíduos;

·      Transporte feito em todas as etapas.

 

Curso NR10 – SEP – Sistemas Elétricos de Potência 
Este treinamento trata de como garantir a saúde, segurança e integridade física dos empregados envolvidos no trabalho com instalações elétricas dentro do Sistema Elétrico de Potência (sistema de energia que engloba geração, transmissão e distribuição de energia elétrica).

 

Curso NR35
Treinamento onde são abordados os riscos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Entre em contato e saiba todas as possibilidades para garantir a segurança dos seus colaboradores e da sua empresa de treinamentos em torres eólicas.

 

 

 

 

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GESTÃO DE TREINAMENTO: VOCÊ ESTÁ FAZENDO DA MANEIRA CERTA?

 

 


 

É notório que profissionais qualificados em um ambiente de trabalho geram mais solução e inovação. Você sabia que este cenário está estritamente ligado a uma boa gestão de treinamentos?

A partir dos treinamentos e desenvolvimentos dos colaboradores de uma empresa, podemos ver muito mais do que o crescimento de cada profissional, como acelerar o resultado da organização.

A oferta contínua de treinamentos, mantém equipes motivadas, sendo indispensável uma otimização da gestão, já que uma capacitação bem-organizada resulta em uma excelente inter-relação e produtividade dentro da organização.

A próxima pergunta é: você está fazendo a gestão de treinamento da maneira certa? É preciso observar os cargos, fazer um programa de treinamento, elaborar um plano de desenvolvimento e criar caminhos para cada objetivo e profissional alcançar um nível individual de aprendizagem.

Veja algumas práticas que separamos pra você entender ainda mais do assunto.

Chegou o momento de preparar sua gestão de treinamento.

Descubra as necessidades.

O que o seu time precisa? Com essa questão em mente, você poderá buscar treinamentos que realmente se encaixam na necessidade de cada colaborador e da própria empresa.

Realizar pesquisas pode ser uma boa estratégia, sendo possível identificar os objetivos a serem atingidos, direcionando as ações de acordo com as metas estipuladas. É de extrema importância seguir a cultura organizacional da empresa, assim como estipular as técnicas que serão utilizadas.

Coloque tudo no papel.

O segundo passo após levantar informações é planejar. Nesta etapa, o gestor tem como prioridade avaliar o conteúdo, a forma como será ministrado, o material, o formato, o tipo de treinamento e até mesmo o orçamento.

Outro tema a ser debatido nesta fase é o método de avaliação dos colaboradores. Acompanhar o desenvolvimento de cada profissional também requer planejamento.

Desperte o compromisso.

O relacionamento com o seu colaborador precisa ser fortalecido com uma comunicação interna eficiente. Motivando a equipe de maneira colaborativa é um ótimo caminho para gerar o senso de compromisso na realização de um treinamento no profissional.  

Selecione o tipo de prática.

Toda boa gestão de treinamento tem o papel de entregar soluções reais para a necessidade da sua empresa. Diante disso, a escolha do tipo de treinamento faz total diferença na absorção dos conteúdos por parte dos colaboradores. O mercado de treinamento está em constante atualização, mas duas maneiras seguem sendo as mais utilizadas:

– Treinamento de segurança presencial – Envolve a presença humana, debate em real time, feedbacks imediatos e alguns recursos, como textos.

– Treinamento de segurança à distância – A opção mais prática, tecnológica e atual de oferecer conhecimento através de plataformas modernas e interativas com conteúdo sob medida.

Defina os treinamentos necessários.

Após todos os processos, chegou finalmente a hora de elaborar um planejamento organizado para que o treinamento tenha um retorno positivo.

Diante das necessidades identificadas em toda a organização, deve-se definir a tipologia do treinamento e, em seguida, a metodologia abordada, que devem gerar diferente tipos de transformações, dentre eles: a autogestão, o engajamento e o papel de mentor.

Fique atento aos treinamentos obrigatórios.

Treinamentos obrigatórios, também conhecidos como Treinamentos Normativos, são todos aqueles exigidos por lei para a execução de determinadas atividades, como por exemplo, aqueles referentes à Saúde e Segurança do Trabalho. Esses treinamentos são exigidos tanto de empresas públicas quanto das privadas e tem como objetivo conscientizar e prevenir doenças e acidentes no trabalho.

Atualmente os treinamentos obrigatórios são determinados por 36 Normas Regulamentadoras e podem ser executados de forma presencial, semipresencial e EaD, conforme o novo texto da Norma Regulamentadora 1 (NR 1).

A gestão de treinamento deve fazer parte da sua empresa.

Um projeto de treinamento deve integrar diversos fatores para resultar em benefícios que vão além da empresa. Aumento da produtividade, satisfação com o trabalho, diminuição da rotatividade, serviços e produtos qualificados, redução de refação, incentivo ao desenvolvimento individual em novas ferramentas e atendimento das necessidades da empresa.

Tudo isso pode ser alcançado com uma gestão de treinamentos eficiente oferecida pela Previnsa. Conte com nossos especialistas para ter a solução completa na realização de treinamentos, além de plataformas inovadoras para investir no crescimento da sua empresa e na capacitação dos seus colaboradores.

 

 

 

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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

 



 

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NOS TREINAMENTOS SST.

 


Muito se fala em inovação e novas práticas para o crescimento de uma companhia. Mas qual é de fato a importância da tecnologia neste processo? O desenvolvimento pleno de todos os setores de uma empresa está integralmente ligado ao melhor desempenho de seus colaboradores.

A melhor maneira disso acontecer é investir em treinamentos ágeis, não apenas relacionados diretamente às funções técnicas do trabalho cotidiano, mas também nas estratégias que ajudam a fornecer ferramentas para lidar com adversidades, trabalhar em equipe e desenvolver ainda mais as competências da equipe. Notou que falamos de treinamentos ágeis? Agilidade e tecnologia são palavras que devem caminhar lado a lado hoje em dia.

Quando o assunto é Saúde e Segurança do Trabalho, não é diferente. Entenda abaixo o quanto é fundamental a tecnologia no treinamento para transformar a realidade da sua empresa.

Agilidade de ponta a ponta.

Você já deve ter ouvido falar que a pressa é inimiga da perfeição. Pois a agilidade é a melhor amiga. Um processo de treinamento ágil significa produtividade para toda equipe. Já sabemos que os treinamentos presenciais demandam tempo, estrutura, locomoção, alimentação e diante disso: um custo alto.

Com a tecnologia, aulas e treinamentos ganharam o formato de vídeo e até transmissões ao vivo. Por um lado, respeitamos o tempo e processo de aprendizagem de cada um. Do outro, ganhamos interatividade, comprometimento e comodidade. Afinal, é o conteúdo que se adapta ao colaborador. E por trás disso tudo, a empresa tem à sua disposição uma maneira de não afetar sua produtividade.

Mais interesse, mais desenvolvimento.

Quem nunca foi pesquisar ou ficou curioso em testar uma novidade? A inovação por si só, gera mais interesse. Ao aplicar um treinamento corporativo em SST à distância, por exemplo, a empresa está oferecendo muito mais do que uma atualização.

A simulação virtual é capaz de tornar a prática mais interessante, expondo o colaborador a uma situação muito próxima da realidade, praticando processos, desenvolvendo perícia e inteligência comportamental para lidar com situações estressantes. Tudo isso, dentro do seu tempo e da sua habilidade. Sem possíveis constrangimentos ou falta de interesse. Este engajamento que a inovação desperta também é visto no que chamamos de gamification (gamificação), o treinamento em formato de jogos.

Transformar a rotina profissional em um jogo, com narrativas, interatividade e desafios, provoca uma participação ainda maior do colaborador.

Resultado até nos custos.

Capacitar um profissional por meio digital faz parte da realidade das empresas. Inclusive da realidade financeira. A tecnologia tem o poder de conectar pessoas e ideias por valores bem menores. Investir em um treinamento com o suporte dos avanços tecnológicos, implementando ferramentas como big data, inteligência artificial e diversas automações para otimizar processos, gera custos bem menores do que um treinamento presencial.

Processos bem definidos, dentro da estratégia e o planejamento da empresa, só têm a ganhar quando estão integrados à inovação.

Conte com a plataforma digital exclusiva da Previnsa.

Como vimos, adotar a transformação digital na educação corporativa é uma forma de tornar as ações mais personalizadas, interessantes, organizadas e produtivas.

Pensando nisso, desenvolvemos uma plataforma de treinamentos on-line com Soluções 360º em Treinamentos (Presencial, Semipresencial e EaD), Facilities e Engenharia Contra Incêndio, para a sua empresa ter ainda mais crescimento apoiado nos pilares da tecnologia.

Com conteúdos que cumprem 100% dos requisitos da NR 1, nossa ferramenta proporciona aos coordenadores uma fácil gestão e aos colaboradores a melhor experiência de aprendizagem com certificações válidas em todo o Brasil. Investir em treinamento corporativo aliado com a tecnologia é fundamental para sua empresa se tornar referência no mercado.

 

 

 


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RISCO DE INCÊNDIO: A IMPORTÂNCIA DE EXTINTORES RESIDENCIAIS

 

 


 

Sabe aquela história de que a gente só percebe que algo é essencial quando precisa dele? Em casos de extintores residenciais isto é extremamente perigoso. Ou melhor, a ausência deles ou o desconhecimento do seu uso, podem acarretar riscos enormes à sua família, vizinhança e a você.

Uma pergunta rápida (não vale colar): onde fica o extintor em sua residência ou condomínio?

Precisou pensar um pouquinho, né? Isto é muito comum. A maioria das pessoas não dá o devido valor aos extintores residenciais.

Ter um extintor em casa e saber como usá-lo é essencial para a sua proteção e de todos à sua volta. Por isso, preparamos um material completo explicando tudo sobre cada item que não pode faltar no seu lar. Acompanhe este texto com a gente.

O que é o extintor de incêndio?

O extintor portátil é um aparelho constituído de recipiente, acessório e que contém o agente extintor, destinado a combater princípios de incêndio. Existe também o extintor sobre rodas (carreta), que também é constituído em um único recipiente com o agente extintor, porém, com capacidade maior de combater o fogo.

Esses equipamentos primam pela facilidade de uso, onde todos dentro do edifício podem ser treinados de forma básica para utilizarem adequadamente.

O condomínio pode ter uma brigada de incêndio, com a finalidade de estar preparada para combater estes casos. Ela deve ser formada por moradores e funcionários do edifício.

Em São Paulo, segundo a ABNT, a brigada deve ser formada por 80% dos colaboradores do edifício, mais um morador de cada andar.

Edifícios residenciais não necessitam ter uma brigada fixa. Já os comerciais, dependendo da avaliação de riscos, precisam contar com bombeiros civis além das brigadas.

Categorias de incêndio e de extintores

É sempre importante saber a origem do incêndio e qual o tipo dele. Cada extintor tem propriedades específicas de acordo com a natureza do fogo.

 


 

A categorização dos incêndios é feita assim:

A – Originado de materiais combustíveis sólidos como papel, madeira, plásticos termoestáveis, tecidos, borrachas e fibras orgânicas;

B – Causado pela combustão de líquidos e/ou gás inflamáveis, graxas e plásticos que queimam em sua superfície sem deixar resíduos;

C – Queima de instalações elétricas energizadas, como quadros de força, transformadores, fiações, etc.

D – Causado por metais combustíveis, como Magnésio, Potássio, Lítio, Sódio e Zircônio.

Os extintores com pó ABC são bastante eficientes, os mais abrangentes que existem no mercado e os mais utilizados em residências e condomínios, por cobrirem os três principais tipos de incêndios nestes locais.

Localização dos extintores

Tão importante quanto ter os equipamentos, é garantir que eles estejam armazenados corretamente e, principalmente, de uma forma que seja de fácil acesso em emergências.

 


Para que você possa conferir como está a instalação e localização do extintor aí na sua residência, listamos aqui abaixo algumas orientações para acompanhar:

·      Quando forem fixados em paredes ou colunas, utilize os suportes fornecidos com o extintor e verifique a firme fixação;

·      Para extintores portáteis, fixados em parede, devem ser observadas as seguintes exigências do Corpo de Bombeiros: posição da alça de manuseio não deve exceder a 1,60 m do piso e a parte inferior deve guardar distância de no mínimo 0,20 m do piso acabado. Esta é a posição mais segura, pois diminuirá o risco de acidentes em caso de queda do aparelho;

·      Não deve ser instalado nas paredes das escadas;

·      Os extintores portáteis não devem ficar em contato direto com o piso;

·      Seu acesso não pode ser bloqueado;

·      Localização e visualização devem ser fáceis;

·      O extintor deve ficar protegido contra intempéries e possíveis danos físicos;

·      Se ficar encoberto, deve ter sua posição devidamente sinalizada;

·      Seja fácil sua remoção do suporte;

·      Haja menor probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso.

Manutenção dos extintores de incêndio

Este é um dos itens de maior importância neste assunto. Assim como falamos lá no início, muitas vezes só se dá conta da manutenção dos equipamentos, quando se precisa fazer uso deles e não se encontram em perfeito estado.

Por isso, siga à risca os prazos de manutenção de cada um dos extintores existentes em sua residência.

 


A NR 23 (Norma Regulamentadora) no item 23.14.1 estabelece que todo o extintor deverá ter 1 (uma) ficha de controle de inspeção. Já o item 23.14.2 descreve que cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto externo, os lacres, os manômetros (quando o extintor for do tipo pressurizado), verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos. E no item 23.14.3 estabelece que cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data em que foi carregado, data para recarga e número de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida convenientemente de modo a evitar que esses dados sejam danificados.

Onde há fumaça, há prevenção. Esteja preparado.

De maneira geral, é importante que você esteja familiarizado com as medidas de prevenção a incêndios residenciais e como agir no caso de o fogo iniciar-se na sua casa.

Vale ressaltar que o Corpo de Bombeiros é o grupo certo e preparado para agir em casos de incêndios. Ou seja, se perceber um foco iniciando, aja de acordo com as orientações técnicas para tentar contê-lo. Se logo perceber que o risco é maior, acione alarmes, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros e desligue máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais.

Gostaria de saber mais sobre projetos de prevenção contra incêndio em empresas ou residências, obtenção de AVCB, manutenção de extintores ou outro ponto que abordamos aqui? Entre em contato com a gente. Nossa equipe de especialistas está sempre à disposição para o que você precisar.

 

 

 

 

 

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

 



 

PARADAS PLANEJADAS DE MANUTENÇÃO

 

 


 

As chamadas paradas de manutenção são eventos cíclicos dentro de empresas e indústrias. Elas requerem um planejamento e uma execução bem estruturados, visto que implicarão em uma paralisação parcial ou total de determinada área da empresa.

Durante uma atividade de parada programada de manutenção, o volume de atividades, informações, máquinas e pessoas é extremamente alto, bem como o risco de algum tipo de acidente ou evento inesperado. Tudo deve correr da melhor maneira possível, considerando, principalmente, a necessidade de se retomar às atividades normais de produção quanto antes.

Portanto, gerir de forma otimizada as paradas de manutenção, é uma peça fundamental dentro desta grande engrenagem que é uma empresa. Falar que existe uma maneira fácil ou que seja muito mais rápida é arriscado e temerário. A única maneira mesmo a se fazer é a correta, planejada e segura. Por isso, é preciso conhecer bem sobre o assunto e ter equipes preparadas dando o suporte.

Parada de manutenção é tudo igual?

Reduzir ou paralisar totalmente uma determinada área de uma empresa pode ser necessário por diversos motivos. Não somente quando algum equipamento se quebra e há a necessidade de conserto ou substituição de emergência. Aliás, este é o pior cenário. É justamente aqui onde as atividades têm que ser feitas às pressas e, como não havia programação prévia, o prejuízo para a empresa impactada é muito maior.

O correto gerenciamento de paradas de manutenção visa justamente evitar que se chegue nesse cenário de várias maneiras:

·      Manutenção corretiva: é a correção do desempenho menor que o esperado ou da falha do mesmo.

·      Manutenção preventiva: é aquela realizada de forma a reduzir ou evitar a possibilidade de falha, através de um planejamento prévio, baseado em acompanhamento constante dos equipamentos e informações dos fabricantes.

·      Manutenção preditiva: a vida útil de peças importantes é prevista com base em diagnóstico, com o intuito de aproveitar o seu uso ao máximo, para um maior custo-benefício. Além deste fator, segurança e disponibilidade de equipamentos também são avaliados neste formato de manutenção.

·      Manutenção detectiva: trata-se da manutenção feita em sistemas de detecção. Através de automação, busca-se detectar falhas ocultas ou não percebidas pela equipe de manutenção. Quando bem aplicada, permite a correção sem grandes impactos na normalidade das operações.

·      Engenharia de Manutenção: é sobre evitar problemas crônicos, procurando as causas rotineiras que levam às falhas e corrigi-las de forma permanente.

 

 

A realização de uma parada de manutenção, mesmo quando programada e rotineira, é um evento atípico à normalidade do dia a dia de uma grande empresa ou indústria. Isso quer dizer que haverá movimentações diferentes e uso de equipamentos, como andaimes, guindastes, ferramentas e outros.

É um procedimento extremamente importante para a retomada e continuidade das atividades da empresa. Por isso, separamos algumas dicas para você acompanhar nas atividades de manutenção da sua empresa.

7 dicas para uma Parada de Manutenção eficiente

Tenha um objetivo bem definido

Já tenha definido com antecedência qual o objetivo com aquela parada programada para manutenção. Organize as equipes, como limpeza, engenharia, inspeção, operação e suprimentos, dimensionando a quantidade de funcionários necessária em cada uma, para não haver sobrecarga e queda da produtividade.

Planeje o orçamento

Umas das vantagens de uma manutenção planejada é evitar o gasto financeiro desnecessário. Para executar esta paralisação, estude as melhores condições e preveja as possibilidades para nada sair do controle.

Verifique o uso de equipamentos

Durante o planejamento, já identifique os equipamentos que serão usados. Faça uma estimativa de por quanto tempo os usará e avalie as possibilidades de alugar ou contratar uma empresa terceirizada.

Delegue lideranças

Uma atividade deste porte não pode estar com todas as atividades centralizadas em uma única pessoa. Delegue coordenadores que liderarão cada área específica, baseado no conhecimento e experiência de cada um.

Invista em dados

Você já deve ter ouvido falar que hoje em dia tudo são dados. E são mesmo. Ter um sistema automatizado, que colete e analise os dados, ajudará a otimizar recursos humanos, financeiros e de materiais durante a sua parada para manutenção.

Tenha flexibilidade com os imprevistos

Ter um objetivo claro e a estratégia traçada é importante, mas não fique abraçado a ele. Se algo imprevisível acontecer, avalie os novos cenários e esteja preparado para mudar algumas rotas, visando as metas definidas.

Contrate empresas estruturadas e competentes para auxiliar

Ter empresas terceirizadas como parceiras é ponto crucial para o sucesso de uma parada planejada de manutenção. Possua ao seu lado empresas preparadas e capacitadas para oferecer o suporte necessário em todas as áreas, desde a preparação, até a execução.

Para assegurar que sua parada de manutenção saia como o planejado, oferecemos estrutura completa e especializada em:

Serviços de Gestão de Treinamentos

Mão de Obra Especializada (engenheiros, técnicos, enfermeiros e bombeiro civil)

Gestão de Sistema de Proteção Contra Incêndios

Cuidamos dos ativos, conservando as instalações para aumentar a produtividade e desempenho da sua empresa

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