quarta-feira, 12 de agosto de 2026

 



 

RISCOS DE ACIDENTES EM VASOS DE PRESSÃO - QUAIS SÃO? COMO EVITAR?

 

 


 

Presentes em indústrias de diferentes tipos, os vasos de pressão são equipamentos utilizados para processar e armazenar gases ou fluídos sobre pressão superior à atmosférica. Por isso, são grandes os riscos de acidentes em vasos de pressão e caldeiras, sendo necessária a adoção de uma série de medidas protetivas para evitá-los. Saiba mais no artigo a seguir.

Quais são os riscos de acidentes em vasos de pressão?

De acordo com a NR 13, os vasos de pressão são classificados conforme o risco oferecido pelos líquidos ou vapores armazenados neles.  a saber:

Classe A: fluídos inflamáveis, combustíveis com temperatura >= a 200 °C, fluídos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (partes por milhão), acetileno e hidrogênio;

Classe B: fluídos combustíveis com temperatura < que 200° C, fluídos tóxicos com limite de tolerância maior que 20 ppm;

Classe C: vapor d’água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido;

Classe D: água ou outros fluídos não enquadrados nas classes A, B ou C, com temperatura superior a 50°C.

Já quanto aos riscos de acidentes em vasos de pressão, enquadram-se os seguintes:

·      Explosões;

·      Intoxicação;

·      Choques elétricos;

·      Queimaduras;

·      Quedas e ferimentos diversos.

Como evitar acidentes em vasos de pressão?

Para mitigar os riscos de acidentes em vasos de pressão e garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores envolvidos nas operações com esses equipamentos, a NR 13 estabelece uma série de diretrizes que devem ser seguidas à risca, tanto pelos empregadores quanto pelos trabalhadores. Confira a seguir as principais:

Identificação dos vasos de pressão

Em primeiro lugar, os vasos de pressão devem ter placas de identificação em lugar visível e de fácil acesso que contenham as informações a seguir:

·      Categoria;

·      Fabricante;

·      Ano de fabricação;

·      Pressão máxima suportada entre outras.

Equipamentos necessários para o bom funcionamento

Além disso, os vasos de pressão também devem possuir alguns itens fundamentais ao seu bom funcionamento, tais como:

·      Válvula de segurança;

·      Dispositivos que impeçam o bloqueio inadvertido da válvula de segurança;

·      Manômetro ou dispositivo semelhante que indique a pressão do vaso durante o seu funcionamento.

Capacitação profissional

Ainda de acordo com a NR 13, a operação, manutenção e supervisão de vasos de pressão devem ser realizadas por profissionais capacitados.

Tal exigência se justifica porque durante o treinamento o profissional recebe orientações práticas e teóricas de como operar tais equipamentos de forma correta. Assim, ele garante a eficiência do trabalho e a preservação dos equipamentos, bem como a sua segurança.

E agora que você já sabe quais são os riscos de acidentes em vasos de pressão e como evitá-los, confira também quais são as medidas de segurança em caldeiras.

 

 

 

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ACIDENTES ELÉTRICOS - COMO ACONTECEM, CAUSAS E COMO PREVENIR

 

 


 

Os acidentes elétricos são um risco constante para os profissionais que trabalham executando tarefas referentes a esse setor. Eles podem acontecer de diversas maneiras e a gravidade varia de acordo com a exposição à rede elétrica.

A energia elétrica é mais uma das maravilhas da modernidade.  Mesmo que traga alguns riscos com ela existem diversas medidas que visam proteger os trabalhadores desses perigos.

Além de evitar consequências mais sérias em caso de eventuais acidentes.

Neste artigo você vai ver:

·      O que é um acidente elétrico?

·      Quais são as principais causas de acidentes elétricos?

·      Quais são os acidentes elétricos?

Choque elétrico

·      Eletrocução

·      Queimaduras

·      Quedas de altura

·      Como ocorrem acidentes elétricos?

·      Como prevenir acidentes elétricos?

·      Evitar fios desencapados ou partidos

·      Não deixar o carregador na tomada sem uso

·      Utilizar tampas de proteção nas tomadas

·      A importância do capacitação profissional em NR 10

O que é um acidente elétrico?

Os choques elétricos são o resultado da passagem de uma corrente elétrica pelo organismo. Eles podem causar desde a sensação de formigamento, até convulsões e paradas cardíacas.

Quais são as principais causas de acidentes elétricos?

Existem diversas causas para acidentes elétricos. Falta de treinamentos, materiais com qualidade questionável, uso incorreto ou falta de uso dos equipamentos de proteção. Todos são fatores que podem levar ao acontecimento de fatalidades.

Por isso é sempre muito importante se assegurar de que as medidas necessárias para evitar esses problemas foram devidamente tomadas.

Quais são os acidentes elétricos?

Em termos gerais, o acidentes elétricos possuem quatro naturezas:

·      choque elétrico;

·      eletrocução (fatal);

·      queimaduras;

·      quedas provocadas pelo choque.

·      Abaixo falaremos com mais detalhes sobre cada um deles!

·      Choque elétrico

O choque elétrico acontece quando uma corrente elétrica passa pelo corpo humano ou de qualquer outro animal. A intensidade e os riscos podem variar de acordo com a exposição à corrente elétrica.

O “pior” choque é aquele que tem origem em uma mão e termina na outra. Pois isso significa que a corrente elétrica atravessou o tórax, podendo afetar o coração e o sistema que garante a respiração da vítima.

Eletrocução

Este é o grau mais grave dos acidentes elétricos, que é quando a vítima morre em decorrência da exposição do corpo à uma dose mortal de energia elétrica.

Normalmente, os raios e os fios de alta tensão (com o voltagem superior a 600 volts), são os responsáveis por esse tipo de acidente.

No entanto, a eletrocução também pode ocorrer em baixa voltagem, caso haja a presença de poças d'água, umidade elevada, suor, roupas molhadas, etc.

Queimaduras

A pele pode apresentar alta resistência, e nesses casos a corrente elétrica pode causar grandes queimaduras externas, mas poucos danos aos órgãos internos. 

Por outro lado, se for baixa, a queimadura da pele será menos extensa, mas com maior possibilidade de danos aos órgãos internos.

Quedas de altura

Muitos dos trabalhos realizados com redes elétricas são em altura. Caso o profissional receba uma descarga elétrica é possível que se desequilibre e caia. Isso reforça a necessidade de usar os equipamentos de proteção individual.

Como ocorrem acidentes elétricos?

No caso dos acidentes elétricos domésticos, em geral, acontecem em virtude de instalações mal feitas e fiações com qualidade material ruim.

O mesmo vale para acidentes com profissionais do ramo. Fios corroídos, instalações perigosas, materiais ruins podem ocasionar um acidente. 

Todos esses fatores aumentam consideravelmente o acontecimento desse tipo de contratempo que, como vimos, podem ser fatais.

Como prevenir acidentes elétricos?

 

Como diz o ditado: é melhor prevenir do que remediar. Algumas medidas simples podem ajudar a evitar esse tipo de acidente. Abaixo listaremos algumas delas. Confira!

Evitar fios desencapados ou partidos

Esta é, sem dúvidas, uma das dicas mais importantes. Qualquer peça de fio desencapado ou partido deve ser prontamente substituída!

Eles representam uma ameaça real para as pessoas que transitam por perto e podem, a qualquer momento, causar um acidente elétrico grave.

Não deixar o carregador na tomada sem uso

Muitas pessoas acham mais prático manter os carregadores plugados às tomadas mesmo em momentos em que eles não estão sendo usados. No entanto, essa prática é totalmente desaconselhada.

Os carregadores originais apresentam baixos riscos, mas para que correr qualquer tipo de risco.

Utilizar tampas de proteção nas tomadas

Essa medida é importante especialmente para as pessoas que têm crianças pequenas em casa. Elas impedem que os pequenos coloquem os dedos nos buracos da tomada e recebam uma carga elétrica.

Procure um especialista para fazer o serviço

Não, economizar uma graninha e fazer você mesmo definitivamente não é a melhor opção neste caso. Os serviços elétricos devem ser feitos por um profissional competente e que conheça as medidas de segurança.

Isso vai evitar muita dor de cabeça e possíveis acidentes elétricos.

A importância do capacitação profissional em NR 10

A Norma Regulamentadora 10 é a NR que trata das questões que envolvem a proteção de trabalhadores que durante as suas atividades lidam com a energia elétrica.

O objetivo dela é estabelecer as medidas de prevenção de acidentes e preservação do bem-estar, saúde e segurança dos profissionais. Portanto, é fundamental que os mesmos estejam atualizados quanto às mudanças e novas diretrizes da norma.

Conclusão

Evitar os acidentes elétricos é fundamental para empresas que trabalham no ramo. Para isso, investir em capacitação profissional é indispensável.

 

 

 

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terça-feira, 11 de agosto de 2026

 




 

ORIENTAÇÕES DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO NO HOME OFFICE

 

 


 

Formalizado pela Reforma Trabalhista e consolidado pela Pandemia da COVID-19, o teletrabalho traz novos desafios para funcionários e empregadores. Um deles, inclusive, diz respeito às normas de saúde e segurança do trabalho no home office.

Ao contrário do que se imagina, não é porque um colaborador está trabalhando em casa que a empresa vai deixar de ter obrigações legais para com ele. De igual forma, trabalhar remotamente não exclui os deveres do indivíduo como trabalhador: é preciso continuar agindo com pontualidade e assiduidade, bem como cumprir as diretrizes da empresa.

Mas, o que diz a lei sobre o trabalho remoto? Quais são as orientações de segurança do trabalho no home office? Quais são as responsabilidades das empresas? Confira as respostas para essas e outras perguntas no artigo a seguir.

Principais orientações de saúde e segurança do trabalho no home office

Em linhas gerais, as orientações de saúde e segurança do trabalho no home office são praticamente as mesmas já adotadas em ambientes corporativos. Ou seja, independentemente do local da prestação de serviço, continua sendo obrigação do empregador fornecer meios para que o colaborador cumpra suas atividades laborais de maneira adequada e com segurança.

Isso inclui, por exemplo, a orientação quanto aos riscos envolvidos no novo ambiente de trabalho e quais precauções devem ser tomadas para evitar doenças ocupacionais e acidentes. Além disso, continua sendo obrigatória a realização de exames médicos admissionais, demissionais e periódicos.

Quanto a aquisição e manutenção de equipamentos tecnológicos e mobiliários ergonômicos, bem como o reembolso das despesas arcadas pelo funcionário, a lei prevê que tais diretrizes devem ser formalizadas em contrato escrito.

De acordo com o Ministério da Saúde, as empresas devem estar atentas às mudanças profissionais impostas pela pandemia e pela flexibilização das leis trabalhistas. É preciso, em primeiro lugar, buscar meios de garantir a qualidade de vida dos trabalhadores que estão em trabalho remoto. Confira a seguir as principais orientações de saúde e segurança do trabalho no home office.

A escolha do local

Para trabalhar em home office, o local deve ser calmo, com boa iluminação, sem interferências externas como barulhos ou trânsito de pessoas. Em caso de ambientes compartilhados, vale a pena combinar com os demais moradores horários para a utilização do espaço. Em conjunto, é possível estabelecer ainda situações passíveis ou não de interrupções.

Horário de trabalho

Outra entre as orientações de saúde e segurança do trabalho no home office diz respeito à carga máxima de trabalho. É importante estabelecer um horário para o início do expediente e para o seu fim.

Uma situação muito comum no trabalho a distância é extrapolar a carga horária, o que causa cansaço físico e mental, além de estresse e ansiedade. Sempre que houver excessos, vale a pena procurar o superior imediato e reportar o problema a ele.

Ergonomia no home office

Talvez essa seja uma das orientações mais relevantes para a saúde e o bem-estar dos colaboradores. Ela evita doenças ocupacionais como tendinites, bursites, problemas de coluna entre várias outras e suas dicas são muito simples.

Mesa de trabalho: deve ter altura e profundidade suficiente para que as pernas fiquem livres. Os braços e cotovelos devem ser mantidos próximos ao corpo e os materiais de trabalho devem ser posicionados sobre a mesa de forma que sejam alcançados com facilidade;

Monitor: segundo as orientações de segurança do trabalho no home office do Ministério da saúde, o comprimento do braço do funcionário deve ser utilizado como referência para a distância que deve ficar o monitor. Além disso, o equipamento deve ficar posicionado na altura dos olhos do funcionário, para evitar que o funcionário trabalhe com a cabeça inclinada, pois essa postura incorreta pode causar lesões na coluna. Pelo mesmo motivo, notebooks devem ser usados sobre suportes específicos;

Ambiente: fiações expostas podem causar quedas e dependendo do caso, curto-circuito. Por isso, antes de iniciar o expediente procure se certificar que os fios estejam devidamente protegidos. Preferencialmente, o ambiente deve ser provido de luz natural. Na impossibilidade, pode-se adotar meios artificiais de iluminação ou ainda, combinar iluminação natural com a artificial;

Cadeira: a cadeira usada no home office deve ser forrada, confortável e regulável no encosto e na altura. Para ter certeza de que está na altura e posição correta, os cotovelos devem ficar em um ângulo de 90 graus, enquanto os pés devem ficar totalmente apoiados no chão;

Postura correta: na hora de se sentar, procure posicionar seus quadris para trás, de forma que fiquem o mais próximo possível do encosto da cadeira. Ademais, não cruze as pernas nem sente sobre elas durante o expediente.

Existe acidente de trabalho no home office?

Apesar de não serem tão comuns, existem acidentes de trabalho no home office, sim. Todavia, é preciso que as causas do acidente estejam ligadas às atividades exercidas no trabalho remoto.

Embora as orientações de saúde e segurança do trabalho no home office estejam mais ligadas à ergonomia do trabalho, não é impossível tropeçar em um fio, sofrer uma queda e fraturar um membro superior ou inferior, por exemplo. Por isso, é tão importante que o empregador instrua seus colaboradores quanto aos riscos presentes no ambiente de trabalho e quanto as formas de preveni-los.

Quer saber mais sobre ergonomia e como ela pode aumentar a produtividade da sua empresa? Então continue acompanhando o nosso blog e descubra outros temas relevantes sobre saúde e segurança do trabalho.

 

 

 

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PRIMEIROS SOCORROS FRATURAS: 4 PASSOS DE COMO PROCEDER!

 

 


 

Primeiros socorros fraturas: você sabe o que fazer? Vários trabalhos oferecem riscos reais aos colaboradores e por isso existem diversas normas que regulamentam essas atividades e estabelecem procedimentos em casos de acidentes.

Neste artigo vamos falar sobre o risco de fraturas e como proceder caso elas aconteçam. Você vai ver:

·      O que é uma fratura?

·      Quais são as possíveis causas de fraturas?

·      Como identificar uma fratura? Possíveis sinais

·      Quais são os primeiros socorros em caso de fraturas?

Como realizar os primeiros socorros em casos de fratura exposta?

O que não se deve fazer em caso de fraturas?

A importância da capacitação profissional em primeiros socorros 

O que é uma fratura?

Podemos definir uma fratura como a ruptura parcial ou total de um osso. Elas podem ser classificadas em abertas ou fechadas, dependendo do tipo de lesão da perna.

Dizemos que a fatura é fechada quando a pele não é rompida. Já a aberta (ou exposta) é quando a pele sofre uma lesão e o osso fica exposto.

O segundo tipo aumenta a possibilidade de haver infecção. Em outras palavras, as fraturas expostas são consideradas mais graves do que as fechadas.

Quais são as possíveis causas de fraturas?

Impactos, quedas ou esmagamentos são causas comuns de fraturas, sendo os esmagamentos normalmente associados a lesões em tecidos moles. 

No entanto, é importante salientar que não é preciso necessariamente que os traumas sejam violentos para que as lesões aconteçam. Tombos leves podem facilmente causar fraturas.

Os idosos são as pessoas mais propensas a sofrer com as rupturas nos ossos, especialmente por conta da sensibilidade dessas estruturas, causada pelo avanço da idade.

Mas qualquer pessoa pode sofrer com o problema. Como já dissemos, algumas ocupações laborais oferecem riscos de traumas quase que diariamente. Os primeiros socorros para fraturas são geralmente necessários nesses casos.

Além desses tipos de rupturas, também existem as fraturas patológicas e as que são ocasionadas por estresse.

As patológicas costumam ser fruto do enfraquecimento das estruturas ósseas. A osteoporose é uma causa comum do problema. A fratura por estresse acontece em virtude de uma pressão frequente e repetitiva, sendo muito comum em atletas. Em geral, atingem membros inferiores.

Como identificar uma fratura? Possíveis sinais

Existem alguns sintomas clássicos que podem indicar a presença de uma fratura óssea. Os mais comuns são:

·      dores em locais como costas, tornozelos, ossos, joelhos, pulso e pélvis;

·      inchaço e rigidez nas articulações;

·      má formação no tecido ósseo; andar manco; deformidades físicas; perda de altura, sensibilidade ou sangramentos.

A realização de exames radiológicos é indispensável para a confirmação das fraturas.

Quais são os primeiros socorros em caso de fraturas?

 

Os primeiros socorros de fraturas devem seguir as seguintes etapas:

Passo 1

O primeiro passo é manter o membro atingido em repouso, adotando natural e que seja confortável.

Passo 2

Em seguida, deve-se imobilizar as articulações que ficam acima e abaixo da lesão. Para isso, faça o uso de talas ou, se não estiverem disponíveis, também é possível improvisar um imobilizador com pedaços de papelão, revistas e jornais.

Eles devem ser forrados com panos limpos e amarrados ao redor do local em que aconteceu a fratura.

Passo 3

É importante nunca tentar colocar o osso de volta ao lugar ou tentar endireitar a fratura.

Passo 4

Com a vítima devidamente amparada é necessário ligar para o SAMU a fim de ter auxílio médico ou, caso não seja possível, leve a vítima até o pronto-socorro mais próximo do local.

Como realizar os primeiros socorros em casos de fratura exposta?

Em caso de fratura exposta, de modo geral, o procedimento indicado é cobrir o ferimento, preferencialmente com gaze esterilizada ou com um pano que esteja limpo.

Entretanto, se o sangramento for muito forte, é preciso fazer uma compressão sobre a região da fratura, para tentar amenizar a saída do sangue.

O que não se deve fazer em caso de fraturas?

Além de saber quais são os primeiros socorros em fraturas, também é importante saber o que não fazer. Como dissemos acima, não se deve mover a vítima. Esse tipo de ação pode piorar o quadro. 

A importância da capacitação profissional em primeiros socorros

 

A NR 7 estabelece que os empregadores devem obrigatoriamente garantir a capacitação em primeiros socorros. Assim, é preciso que sejam providenciados treinamentos com técnicos ou engenheiros em segurança do trabalho.

A razão principal para promover esse tipo de capacitação é preservar a saúde e bem-estar de todos os colaboradores. Uma equipe bem treinada e ciente de questões como o ARP pode reduzir o número de acidentes e seus impactos.

O Instituto Santa Catarina oferece um curso de primeiros socorros em fraturas e demais acidentes.

O curso auxilia o indivíduo a ter noções básicas sobre as técnicas de primeiros socorros, o que permite uma ação rápida em caso de colaboradores que sofrem acidentes como quedas, lesões, fraturas até a chegada da equipe médica.

O conteúdo programático cobre temas como:

·      verificação de pulso;

·      circulação sanguínea;

·      nível de consciência;

·      proteção da vítima.

O curso pode ser feito nas modalidades online, semipresencial e In Company (dentro da empresa). 

Conclusão

Como vimos, primeiros socorros em fraturas são fundamentais para garantir que a vítima sofra o mínimo de danos possível. Além disso, é indispensável que a vítima seja encaminhada e receba cuidados adequados.

 

 

 

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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

 



 

ILUMINAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO - O QUE DETERMINA A NR 17?

 

 


 

Mais conhecida como a norma da ergonomia, a NR 17 estabelece diretrizes que buscam garantir a saúde, o bem-estar e a integridade física dos trabalhadores. Em conjunto com a NHO 11 (Norma de Higiene Ocupacional n.º 11 estabelecida pela Fundacentro), a norma nº 17 define parâmetros que se aplicam a organizações públicas e privadas que possuam funcionários regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Um desses parâmetros, inclusive, diz respeito à iluminação do ambiente de trabalho, fator que quando insuficiente pode comprometer seriamente a saúde física e psicológica dos colaboradores. Quer saber quais são as exigências da NR-17 para o tema e conhecer qual é a importância de uma boa iluminação no dia a dia? Então acompanhe o artigo a seguir.

A relação entre ergonomia e iluminação do ambiente de trabalho segundo a NR 17

Em outras oportunidades já falamos sobre ergonomia aqui no blog. Em princípio, a ergonomia trata da relação trabalhador x ambiente de trabalho e propõe medidas que visam tornar as atividades mais confortáveis e seguras para os colaboradores.

Entre os principais aspectos abordados pela ergonomia, destacam-se a postura, o nível de ruídos, a temperatura ambiente, o mobiliário adequado e a iluminação do ambiente de trabalho.

Na prática, a NR 17 propõe a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Com isso, as empresas ganham em produtividade, enquanto os colaboradores têm a saúde, segurança e bem-estar garantidos.

A iluminação adequada

Quando falamos em iluminação no ambiente de trabalho, não estamos nos referindo apenas a uma luminosidade forte ou fraca. Na verdade, estamos nos referindo aos níveis mínimos de iluminação para cada natureza de atividade.

A iluminância de interiores é definida conforme os critérios da ABNT NBR ISO/CIE 8995-1. Ela se aplica a comércios, indústrias, instituições de ensino, centros esportivos e várias outras empresas.

Mas o que é uma iluminação eficiente para a NR 17? Veja a seguir as principais recomendações:

·      Em todos os locais e situações de trabalho deve haver iluminação natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade;

·      A iluminação geral deve ser difusa e distribuída de maneira uniforme pelo ambiente;

·      Os monitores de vídeo devem permitir ajustes de tela para se adequarem à iluminação ambiente, de forma a evitar reflexos e proporcionar ângulos que melhorem a visibilidade do trabalhador;

·      A iluminação não deve causar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos.

A importância da iluminação do ambiente de trabalho

Além de melhorar a estética do local, a iluminação do ambiente de trabalho também oferece outros benefícios às empresas e seus funcionários, conforme você confere adiante.

·      Melhora a produtividade dos colaboradores;

·      Promove produtos e serviços de melhor qualidade;

·      Evita doenças ocupacionais que afetam a visão;

·      Reduz dores de cabeça;

·      Melhora o humor e a disposição física dos funcionários;

·      Ajuda a evitar distúrbios psicológicos como ansiedade, estresse e depressão;

·      Evita acidentes de trabalho;

·      Reduz custos com multas, processos trabalhistas e licenças por motivo de saúde.

Dicas para uma boa iluminação do ambiente de trabalho

Conforme pontuamos anteriormente, a NR 17 estabelece que os ambientes de trabalho sejam iluminados de acordo com as atividades realizadas no local. Além disso, a iluminância de interiores deve seguir os critérios da ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 e da NHO 11.

Contudo, com algumas dicas de iluminação você também consegue obter ambientes de trabalho agradáveis, produtivos e principalmente seguros. Veja:

·      Priorize a iluminação natural. Na ausência ou insuficiência dela, opte por lâmpadas frias, que melhoram a concentração, facilitam a leitura e oferecem mais disposição física;

·      A iluminação de ambientes com pé direito alto ou duplo pode ser complementada com luminárias suspensas;

·      Sempre que possível, coloque as mesas de trabalho o mais próximo possível das janelas. Isso irá aproveitar melhor a iluminação natural;

·      A escolha das cores das paredes também influencia a iluminação do ambiente de trabalho. Portanto, na hora de planejar a decoração ambiente, priorize cores claras para o teto e para as paredes;

·      Atualmente, as lâmpadas de LED são as que representam melhor custo-benefício para as empresas. Elas possuem boa vida útil, clareiam mais, não geram calor e são sustentáveis;

·      Luminárias de mesa também são recursos de iluminação que oferecem mais conforto aos funcionários. Para isso, no entanto, a mesa de trabalho deve possuir espaço suficiente para acomodar a luminária;

·      Para ter uma iluminação mais eficiente, procure centralizar o feixe de luz principal e posicionar outros com menor intensidade em pontos estratégicos.

Quer melhorar a iluminação dos ambientes de trabalho da sua empresa, mas não sabe por onde começar? Então entre em contato conosco, solicite uma avaliação ergonômica preliminar das situações de trabalho do seu negócio e obtenha soluções personalizadas para adequar a sua empresa à legislação do trabalho vigente. Não perca tempo, solicite a sua proposta.

 





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PLANO DE EMERGÊNCIA - FINALIDADE, VANTAGENS E COMO ELABORAR

 



O principal objetivo de um plano de emergência é, mesmo em situações adversas, garantir a segurança dos colaboradores e minimizar os danos causados por possíveis acidentes.

Mas não basta elaborar um plano, é preciso implementar as medidas de prevenção e treinar a todos para que saibam quais atitudes tomar durante uma emergência.

Quer saber mais sobre o plano de emergência e suas características? Continue a leitura!

O que é um plano de emergência?

Algumas áreas de trabalho oferecem riscos ocupacionais para os colaboradores, seja por conta do local ou das atividades propriamente ditas.

Trabalhos em altura, siderúrgica, etc, são exemplos de ocupações que podem trazer riscos implícitos e explícitos.

Nesse cenário, a determinação de quais serão as medidas adotadas mediante um evento perigoso, tanto durante quanto depois, devem ser formatadas em um documento que chamamos de plano de emergência.

Nesse plano, deve ser levado em conta as possibilidades de riscos existentes e preparar todos os colaboradores para uma eventual emergência.

Logo, o plano de emergência visa não apenas a capacitação e preparo dos trabalhadores, mas também a destinação de recursos para minimizar os riscos.

Dessa forma, os riscos maiores são evitados e os acidentes graves e fatalidades também têm seu índice reduzido e, em alguns casos, zerado.

Em geral, os incêndios são as ocorrências que mais trazem preocupação para as empresas brasileiras. Por isso, é muito comum que existam planos de emergência focados no seu controle e prevenção.

Entretanto, os demais riscos não podem ser em hipótese alguma ignorados.

Qual a finalidade do plano de emergência dentro das empresas?

Como dissemos anteriormente, o plano de emergência é um documento que tem como principal objetivo guardar a segurança dos colaboradores. 

Mas além disso, também deve trazer os detalhes dos riscos existentes e quais são os procedimentos básicos a serem seguidos em caso de emergência.

O que um plano de emergência deve conter?

Algumas informações obrigatórias devem constar no plano de emergência, como por exemplo a apresentação de uma planta de risco. Ela tem como objetivo facilitar o acesso ao ambiente para as equipes de emergência.

A planta deve estar sempre à vista, preferencialmente na entrada do ambiente de trabalho.

Além disso, outras informações devem constar, como:

·      Tipo de construção;

·      Natureza da ocupação;

·      Pessoas que ocupam o espaço, total, por setor, área e andar (em caso de prédios);

·      Informações de funcionamento;

·      Se existem pessoas com necessidades especiais;

·      Quais os recursos humanos e materiais disponíveis.

Quem pode elaborar o plano de emergência?

Algumas organizações internas podem ser responsáveis pela elaboração do plano de emergência. 

Entre elas a Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (CIPA) e o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

A complexidade do plano pode variar de acordo com o tamanho da empresa. É possível que nem todos os detalhes se façam necessários. No entanto, a recomendação geral é de que ele seja criado e repassado para os colaboradores.

Para elaborar o PAE, o profissional deve ser plenamente capacitado e possuir formação acadêmica ou curso técnico na área. Entretanto, a equipe como um todo deve trabalhar para tornar as diretrizes de  segurança parte da rotina.

O plano de emergência exige ainda um centro de coordenação de emergência que deve realizar as seguintes atividades:

·      detecção e análise de risco;

·      planejamento e coordenação de ações pré, durante e pós-acidente;

·      sinalização do ambiente;

·      comunicação com a equipe socorrista exterior.

Como elaborar um plano de emergência de uma empresa?

Como dissemos, a complexidade de um plano de emergência e, por consequência, o processo de elaboração podem variar. 

No entanto, em linhas gerais, ele pode seguir as etapas abaixo!

Detecção e análise de riscos

Qualquer plano deve tomar como ponto de partida o reconhecimento de quais são os riscos que existem na organização. Isto permite a identificação dos possíveis tipos de emergências.

A cada risco detectado, é preciso estabelecer quais serão as ações para mitigar o problema caso alguma eventualidade ocorra.

Estabelecimento dos recursos

Após a identificação e análise dos riscos, é o momento de definir quais recursos serão necessários para implantar as medidas de prevenção. 

Esses recursos podem incluir mudanças nas instalações, equipamentos de proteção coletiva e individual, além de ferramentas.

Transposição do plano de emergência para uma planta baixa

Áreas de escape, pontos mais sensíveis, saídas de emergência, localização dos brigadistas, são exemplos de informações que devem constar da planta baixa do local. Todos eles devem estar pontuados de forma clara.

E durante o treinamento, todo o pessoal deve ser instruído e conhecer esses pontos que são fundamentais para as manobras de emergência.

Acionamento do plano de emergência

Depois de elaborado e com todos os colaboradores instruídos, é importante definir como será feito o acionamento do plano de emergência caso alguma situação aconteça.

Esse passo é fundamental para garantir que nenhum colaborador fique sem saber o que está acontecendo ou sem saber o que fazer.

Vantagens do plano de emergência

Diversas empresas são obrigadas a desenvolverem um plano de emergência, em decorrência de suas atividades, especialmente as do ramo industrial. Porém, a elaboração do plano também oferece vantagens como:

Preservação das vidas dos colaboradores

Este é de longe o principal motivo por trás do desenvolvimento de um plano de emergência. Afinal, o capital humano uma vez perdido não pode ser reposto. 

Todo cuidado com o bem-estar dos colaboradores ainda é pouco. 

Redução de danos

Além da mitigação de riscos ao capital humano, um plano de emergência também diminui as perdas econômicas, uma vez que também age na prevenção de acidentes e destruição de estrutura.

Atendimento à legislação

A lei brasileira obriga as empresas a elaborarem um plano de emergência e cumprimento de demais diretrizes estabelecidas nas várias normas regulamentadoras.

Conclusão

O plano de emergência é um passo fundamental para que o trabalho seja feito em segurança, além de evitar ações trabalhistas e embargos legais. Mantenha esse passo sempre atualizado e evite problemas.

 

 

 

 

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