sexta-feira, 17 de abril de 2026

 



 

COMO A PIRÂMIDE DE BIRD PODE SER APLICADA À PLATAFORMA ELEVATÓRIA MÓVEL DE TRABALHO (PEMT)

 

 


 

A prevenção de acidentes em ambientes industriais depende de muitos critérios, que na maioria das vezes são definidos pela teoria da Pirâmide de Bird. Esse nome pode ser estranho, mas não para quem trabalha com segurança do trabalho. Um dos pontos, inclusive, é que a teoria pode ser aplicada em plataformas elevatórias móveis de trabalho (PEMT).

Pirâmide de Bird não é nenhuma novidade, pois a sua ideia existe há décadas. É claro que o conceito foi se aprimorando conforme novas necessidades surgiram na segurança do trabalho. É justamente por isso que hoje ela ajuda a evitar acidentes em PEMT.

Neste artigo você vai entender mais sobre o assunto e a aplicação da Pirâmide de Bird no contexto da PEMT!

 

O que é a Pirâmide de Bird?

Primeiramente, vamos explicar de onde surgiu a Pirâmide de Bird. Esse conceito foi uma teoria criada pelo norte-americano Frank Bird, na década de 1960. A ideia era criar algo que permitisse determinar e mensurar os riscos de acidentes nos locais de trabalho.

Para fazer isso, Bird desenvolveu uma pesquisa com mais de dois milhões de acidentes de trabalho nas indústrias dos Estados Unidos. O resultado relaciona a periodicidade dos acidentes com a sua gravidade. A Pirâmide de Bird foi construída levando em conta a seguinte proporção: 1:10:30:600.

 

Entenda o que cada número significa:

● 1: número de mortes;
● 10: danos físicos leves;
● 30 danos materiais;
● 600 incidentes a menos.

Segundo Bird, a ordem é crescente da esquerda para a direita e do topo para a base da pirâmide. Mas o que tudo isso significa?

Imagina um tipo de acidente que provoca danos leves, seguindo a Pirâmide de Bird. A teoria mostra que mesmo sendo leves, esses acidentes acontecem em maior número.

 

A prevenção para esse tipo de acidente deve ser redobrada.

Para cada um acidente que causa lesão grave, acontecem outros 600 com quase nenhuma consequência. Isso mostra que mesmo o que parece um acidente sem complicação precisa ser levado em conta, pois ele vai se repetir mais vezes e pode se tornar algo maior.

Essa é a verdadeira ideia de agir na prevenção, não é verdade? Bird mostrou que um problema pequeno que se repete muitas vezes pode ser a causa de um acidente de trabalho com morte em algum momento. Por isso, a melhor medida é sempre prevenir.

 

Como prevenir acidentes com a Pirâmide de Bird?

A Pirâmide de Bird deixa muitos ensinamentos para além da teoria em si. O que o autor da ideia tentou fazer foi quantificar os riscos, mas a partir disso é possível transformar para cenários reais.

Na verdade, o objetivo é que cada empresa construa a sua Pirâmide de Bird. Ou seja, que possa identificar os riscos, a frequência com que eles acontecem, suas gravidades e como preveni-los.

Portanto, a pirâmide é um instrumento que ajuda a pensar na segurança do trabalho conforme o contexto de cada local. Através dela você consegue estabelecer normas, parâmetros e ações para cada tipo de risco.

 

Prevenção de acidentes em PEMT

Imagine que a pessoa responsável pelo controle da plataforma fica mexendo no celular durante o serviço. Com isso, a atenção dela está dividida. Esse problema fica na base da pirâmide conforme a lógica de Bird.

Se tal comportamento se repetir todos os dias, em algum momento essa pessoa cometerá um erro. Esse erro, por sua vez, poderá ser leve. Com o tempo, podem surgir acidentes mais graves.

Então, o que isso significa? Segundo a Pirâmide de Bird, o melhor é agir assim que se identifica um problema, enquanto ele cause apenas consequências leves. Desta forma, você previne afastamento de funcionários e danos ao equipamento.

Essa é apenas uma das formas de aumentar a segurança do trabalho em PEMT usando a Pirâmide de Bird. O objetivo é que todos fiquem sempre atentos aos 'pequenos' problemas que podem ganhar uma dimensão maior.

Isso também inclui prestar atenção se todos usam os EPI’s corretamente, se a sinalização está correta ao redor ou até mesmo na velocidade do equipamento. Ou seja, a Pirâmide de Bird é uma forma de ligar o alerta para tudo o que pode causar incidentes.

 

 





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EMPILHADEIRAS - QUAIS OS RISCOS E COMO EVITAR ACIDENTES

 

 


 

A Norma Regulamentadora (NR) que orienta quanto ao uso de empilhadeiras é a NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. Essa NR estabelece os requisitos mínimos de segurança e saúde no trabalho em relação às atividades de transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais, incluindo o uso de empilhadeiras.

A NR 11 possui diversas diretrizes que devem ser seguidas para garantir a segurança na operação de empilhadeiras, incluindo:

Capacitação dos operadores

NR 11 estabelece a necessidade de capacitação específica para os operadores de empilhadeiras. Os operadores devem receber treinamento teórico e prático sobre a operação segura das empilhadeiras, incluindo conhecimento sobre os riscos associados, técnicas de manuseio de cargas, manutenção preventiva, procedimentos de emergência, entre outros.

Condições de segurança

A norma exige que as empilhadeiras sejam mantidas em boas condições de funcionamento, com inspeções periódicas, manutenção preventiva e reparos quando necessário. Além disso, as empilhadeiras devem possuir dispositivos de segurança, como alarmes sonoros de ré, sinalização adequada, espelhos retrovisores e luzes de advertência.

Sinalização e demarcação

A NR 11 requer que as áreas de operação das empilhadeiras sejam devidamente sinalizadas e demarcadas, indicando rotas, áreas de carga e descarga, áreas de pedestres e áreas de manobras. Isso ajuda a evitar colisões e garante a separação segura entre empilhadeiras e pedestres.

Manuseio seguro de cargas

A norma orienta sobre o manuseio seguro de cargas, incluindo a correta colocação, estabilidade e fixação das cargas nos garfos da empilhadeira. Também são estabelecidos limites de capacidade de carga e altura de elevação segura.

Procedimentos de emergência

A NR 11 determina a necessidade de estabelecer procedimentos de emergência, como evacuação em caso de incêndio, vazamentos de produtos químicos ou acidentes graves. Os operadores devem estar familiarizados com esses procedimentos e saber como agir em situações de emergência.

É importante ressaltar que, além da NR 11, outras normas e regulamentações podem ser aplicáveis ao uso de empilhadeiras, dependendo do setor de atividade.

Qual a diferença entre a NR 11 e NR 12?

NR 11 e a NR 12 são normas regulamentadoras distintas que abordam aspectos diferentes da segurança no trabalho. As principais diferenças são:

NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos de segurança e saúde no trabalho para as atividades de transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. Essa norma se aplica a diversas formas de transporte e movimentação de materiais, incluindo o uso de empilhadeiras. A NR 11 estabelece diretrizes para capacitação dos trabalhadores, condições de segurança das máquinas e equipamentos, sinalização e demarcação das áreas de operação, entre outros aspectos relacionados à segurança nesse contexto.

NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

Estabelece os requisitos mínimos para garantir a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, abrangendo sua concepção, fabricação, importação, comercialização, exposição e utilização. Essa norma tem como objetivo prevenir acidentes e doenças ocupacionais decorrentes do uso inadequado de máquinas e equipamentos. A NR 12 inclui diretrizes relacionadas a aspectos como áreas de trabalho, dispositivos de partida e parada, dispositivos de segurança, sistemas de proteção, manutenção, inspeção, entre outros.

Em relação às empilhadeiras, tanto a NR 11 quanto a NR 12 têm relevância. A NR 11 trata especificamente do transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais, incluindo as empilhadeiras como um dos meios de movimentação. Já a NR 12 abrange as máquinas e equipamentos em geral, e as empilhadeiras são consideradas máquinas sujeitas às diretrizes dessa norma.

Sendo assim, é importante considerar e seguir as exigências de ambas as normas ao utilizar empilhadeiras, garantindo a conformidade com os requisitos de segurança no transporte, movimentação e utilização desses equipamentos.

Quais os tipos de empilhadeiras?

Existem vários tipos de empilhadeiras, cada uma projetada para atender a diferentes necessidades e ambientes de trabalho. Os tipos mais comuns são:

Empilhadeira de contrapeso: É o tipo mais comum e é caracterizada por ter um contrapeso na parte traseira para equilibrar a carga levantada. Elas estão disponíveis em diferentes tamanhos e capacidades de carga.

Empilhadeira retrátil: Possui um mecanismo retrátil que permite que os garfos da empilhadeira sejam retraídos em direção à cabine. Isso permite que a empilhadeira se mova em corredores estreitos e maximize a utilização do espaço em armazéns de alta densidade.

Empilhadeira elétrica: Essas empilhadeiras são alimentadas por baterias elétricas, o que as torna mais silenciosas e não produzem emissões nocivas. São adequadas para ambientes internos e têm capacidades de carga variadas.

Empilhadeira todo-terreno: Projetadas para operar em terrenos acidentados, como canteiros de obras ou áreas externas irregulares. Elas têm pneus grandes e robustos para melhor tração e capacidade de lidar com superfícies irregulares.

Empilhadeira de garfo lateral: Possuem garfos que podem se mover lateralmente, permitindo a manipulação de cargas largas, como paletes ou materiais longos.

Esses são apenas alguns dos tipos mais comuns de empilhadeiras disponíveis. Cada tipo tem suas características e aplicações específicas. A escolha do tipo adequado dependerá das necessidades do trabalho a ser realizado, do ambiente de trabalho e das condições operacionais.

Principais riscos na operação de empilhadeiras

A operação de empilhadeiras envolve riscos significativos se não forem seguidas as medidas adequadas de segurança. Alguns dos principais riscos associados à operação de empilhadeiras incluem:

Colisões 

As colisões são um tipo comum de acidente com empilhadeiras. Isso pode ocorrer quando a empilhadeira colide com paredes, prateleiras, equipamentos, estruturas ou outros veículos. Colisões podem resultar em danos materiais significativos, lesões para o operador e outras pessoas presentes no local.

Tombamento

O tombamento da empilhadeira pode acontecer quando a empilhadeira está desequilibrada ou carregada incorretamente. Isso pode ocorrer devido a manobras bruscas, velocidade excessiva, terreno irregular ou falta de estabilidade. O tombamento pode causar lesões graves ou fatais para o operador e danos à empilhadeira e às cargas.

Queda de carga 

Se a carga não estiver devidamente posicionada, fixada ou estabilizada, pode ocorrer uma queda durante o levantamento, transporte ou descarga. Isso pode representar um risco para o operador, pedestres e danos aos materiais ou estruturas próximas.

Atropelamentos

São acidentes graves que ocorrem quando a empilhadeira atinge pedestres ou outros trabalhadores presentes no local. Isso pode ocorrer devido à falta de visibilidade, falta de atenção do operador, manobras inseguras ou desrespeito às regras de tráfego.

Lesões

Os operadores de empilhadeiras estão expostos a riscos de lesões, como quedas ao subir ou descer da empilhadeira, prender os membros entre as cargas ou partes da máquina, contatos com objetos cortantes ou quentes, entre outros.

Danos a estruturas e equipamentos

Manobras inadequadas ou erros de operação podem resultar em danos a estruturas do local de trabalho, equipamentos ou outros veículos.

É importante destacar que a maioria dos acidentes envolvendo empilhadeiras é evitável com a adoção de medidas adequadas de segurança. Investir em treinamento adequado para os operadores, implementar políticas de segurança eficazes, realizar inspeções regulares nas empilhadeiras, garantir que as cargas estejam corretamente posicionadas e fornecer EPIs adequados são algumas das medidas que podem ser tomadas para prevenir acidentes com empilhadeiras.

Segurança do trabalho no uso de empilhadeira

A segurança do trabalho é de extrema importância para proteger os operadores, os pedestres e garantir a integridade dos materiais e equipamentos. A seguir algumas medidas essenciais para quem trabalha com empilhadeiras:

Treinamento adequado: Todos os operadores devem receber treinamento adequado e específico para operação segura do equipamento. O treinamento deve cobrir aspectos como capacidades da empilhadeira, manuseio de carga, procedimentos de operação seguros, inspeção pré-operacional e práticas de segurança. Além disso, os operadores devem ser periodicamente reavaliados e treinados em caso de mudanças nas operações ou regulamentações.

Inspeção pré-operacional: Antes de iniciar a operação, os operadores devem realizar uma inspeção detalhada da empilhadeira para identificar quaisquer problemas ou danos. Verifique os freios, pneus, luzes, sistema hidráulico, buzina, alarmes de ré e outros componentes críticos. Qualquer problema identificado deve ser relatado e corrigido antes de utilizar a empilhadeira.

Uso adequado de EPI: Os operadores devem utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, como capacetes, óculos de proteção, calçados de segurança com solado antiderrapante e luvas. O uso adequado do EPI pode ajudar a prevenir lesões em caso de acidentes.

Velocidade segura e manobras cautelosas: Os operadores devem respeitar os limites de velocidade estabelecidos, reduzir a velocidade em curvas e áreas congestionadas, e evitar manobras bruscas. A operação da empilhadeira deve ser realizada de forma cuidadosa e controlada.

Comunicação efetiva: Os operadores devem utilizar sinais sonoros, luzes de advertência e gestos adequados para se comunicar com pedestres e outros operadores. É essencial estabelecer uma comunicação clara e garantir que todos estejam cientes das ações e intenções.

Operação em áreas específicas: Algumas áreas podem apresentar riscos adicionais, como áreas de armazenamento de produtos químicos, áreas inflamáveis ou áreas com condições ambientais adversas. Certifique-se de seguir as diretrizes específicas para operação segura nessas áreas, como o uso de empilhadeiras à prova de explosão ou equipamentos de proteção adicionais.

Iluminação adequada: Garanta que as áreas de operação das empilhadeiras tenham iluminação adequada para facilitar a visibilidade do operador. Isso é especialmente importante em áreas com pouca luz ou operações noturnas.

Registro e relatório de acidentes: Estabeleça um sistema de registro e relatório de acidentes e incidentes relacionados ao uso de empilhadeiras. Isso ajudará a identificar áreas de risco, tomar medidas corretivas e prevenir acidentes futuros.

A segurança do trabalho no manuseio de empilhadeiras é responsabilidade de todos os envolvidos, incluindo empregadores, operadores e funcionários, para garantir um ambiente de trabalho seguro e protegido.

Você tem conhecimento sobre a NR 11 ou NR 12? Trabalha na área de movimentação de cargas ou com empilhadeiras? Como foi sua experiência ao trabalhar com esse equipamento? Quer mais informações sobre nossos cursos? Entre em contato.

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

 



 

O IMPERATIVO DO TREINAMENTO ADEQUADO EM PONTES ROLANTES

 

 


 

No cenário industrial moderno, as pontes rolantes são equipamentos vitais, permitindo a movimentação eficiente de cargas pesadas em grandes distâncias horizontais. Enquanto sua presença potencializa a produtividade e versatilidade em diversos ambientes de trabalho, a operação segura dessas máquinas robustas requer treinamento especializado e meticuloso.

O treinamento para operadores de pontes rolantes não se trata apenas de ensinar como usar um controle ou mover uma carga. É um processo abrangente que cobre uma compreensão aprofundada do equipamento, seus componentes, potenciais riscos e práticas de segurança. Quando se trata de tal maquinário, o conhecimento é poder – o poder de operar de forma eficiente, minimizar o tempo de inatividade e, o mais importante, garantir a segurança de todos no local.

Uma parte intrínseca do treinamento e da manutenção regular é a realização de inspeções periódicas. Estas inspeções, quando realizadas corretamente e sistematicamente, podem identificar problemas potenciais antes que eles se tornem falhas críticas. E para isso, um checklist de inspeção bem estruturado é uma ferramenta indispensável:

 

Checklist de Inspeção para Ponte Rolante:

1. Estrutura e Componentes Mecânicos:

Verificação de sinais de deformação, trincas ou desgaste na estrutura.

Avaliação dos trilhos.

Exame de roldanas e rodas.

Inspeção das conexões.

Checagem do alinhamento da ponte.

2. Equipamento de Elevação e Movimentação:

Análise do cabo de aço.

Avaliação do moitão e gancho.

Inspeção dos freios.

Verificação dos limitadores.

3. Componentes Elétricos:

Exame das conexões elétricas.

Checagem dos botões e interruptores.

Inspeção de painéis.

Avaliação dos sistemas de emergência.

4. Segurança:

Verificação dos dispositivos de segurança.

Confirmação dos sistemas de bloqueio.

Avaliação da sinalização.

Checagem de extintores e equipamentos de primeiros socorros.

5. Operacional:

Avaliação dos controles operacionais.

Teste de movimentos de elevação e translação.

Checagem da indicação de capacidade de carga.

6. Documentação e Registros:

Revisão de inspeções anteriores.

Avaliação da documentação atualizada.

A importância deste checklist não pode ser subestimada. Ele serve como um guia, garantindo que cada componente e aspecto da ponte rolante seja avaliado regularmente. A conclusão bem-sucedida do checklist garante que o equipamento não apenas opere com eficiência máxima, mas também com segurança máxima. Anomalias ou defeitos identificados devem ser comunicados imediatamente e corrigidos antes de qualquer operação.

O treinamento em pontes rolantes, portanto, é uma combinação de teoria e prática, de aprendizado e aplicação. Equipa operadores com o conhecimento necessário, promove a eficiência operacional e, acima de tudo, garante um ambiente de trabalho mais seguro para todos.

 

 

 

 

 

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MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS COM SEGURANÇA

 

 


 

A movimentação de cargas é um processo comum dentro e importante da indústria. A NR 11 é  a Norma regulamentadora que rege o Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais.

Ela define os princípios fundamentais e medidas de proteção para preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho.

 

O que é movimentação de cargas?

A movimentação de cargas corresponde a várias etapas, indo desde a hora que o produto deixa a linha de produção, passa por depósitos até o processo de embarque e desembarque.

Se feita de forma eficiente e correta, a atividade gera mais produtividade, melhora a qualidade do serviço e pode, até mesmo, ter impacto positivo nas vendas. O mesmo vale para a situação contrária. Erros na movimentação de cargas podem causar um alto prejuízo.

 

Equipamentos usados para movimentação de cargas

Alguns equipamentos são bem comuns para as realizações das atividades dessa natureza. No entanto, é importante frisar que eles variam de acordo com a natureza da carga. Existem diferenças entre transportar carros e alimentos, por exemplo.

Veja alguns exemplos:

·       veículos industriais;

·       equipamentos de elevação e transferência;

·       transportadores contínuos;

·       recipientes e unitizadores;

·       estruturas para armazenagem.

 

O que pode causar acidente?

Assim como outras atividades laborais, a movimentação de cargas também oferece riscos de acidentes. As principais causas de acidentes são:

·       imprudência;

·       imperícia;

·       negligência;

·       ausência de EPIs;

·       não cumprir orientações das NR’s.

·       prazo curto para entrega;

·       falta de sinalização de segurança;

·       carga mais pesada que o determinado (ou do que o veículo).

 

Cuidados na movimentação de cargas

As boas práticas auxiliam na prevenção de acidentes e são essenciais durante o processo de movimentação de cargas.

As cargas transportadas podem ser sólidas, líquidas e gasosas. Cada uma exige procedimentos distintos para evitar acidentes. Por isso é tão importante que a empresa incentive treinamentos e certificação na NR 11.

 

Veja abaixo alguns cuidados fundamentais:

·       observe se todos os equipamentos estão em boas condições de uso;

·       todos os caminhões e máquinas devem possuir alarme sonoro sincronizado com a marcha ré;

·       utilize EPI’s de acordo com a área que executa a movimentação de cargas;

·       nunca exceda a capacidade máxima de carga do equipamento.

 

Por que investir na especialização dos colaboradores?

A resposta é muito simples: qualidade. Quanto mais qualificada for a mão de obra, melhores tendem a ser os resultados das operações.

No caso da movimentação de carga, o trabalho pode ser feito por especialistas em logística e segurança do trabalho.

A logística trabalha para promover melhorias na forma de locomover os produtos, armazenamento, etc. Já a segurança do trabalho, atua para fazer com que todos estejam devidamente equipados com os EPI’s e demais itens de trabalho.

É fundamental que a empresa forneça aos seus colaboradores cursos de especialização para que possam executar suas atividades com máxima eficiência e segurança.

 

Conclusão

Como você pôde ver, a movimentação de cargas é um setor bem abrangente e que exige diversos cuidados para que acidentes não aconteçam.

 

 

 

 

 

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

 



 

CORONAVÍRUS – RISCOS COM DESINFECTANTES

 

 


 

Os produtos usados para desinfectar superfícies ou até mesmo as mãos, visando a prevenção ao Coronavírus (COVID 19), são produtos químicos e esse tipo de produto pode provocar queimaduras, intoxicações e irritações, portanto, é preciso tomar alguns cuidados.

Houve um aumento na demanda e no uso de desinfectantes devido à pandemia do Coronavírus (COVID-19) e nos obriga a examinar mais de perto os riscos envolvidos.

Continue lendo esse post e saiba mais sobre os riscos provocados pelos desinfectantes e os cuidados na hora da compra e uso desse produtos químicos.

 

O que é desinfectante?

 

 

Desinfectantes são substâncias utilizadas durante assepsia e que são aplicadas em ambientes ou superfícies não vivas para destruir os microrganismos que vivem nesses objetos.

A desinfecção não mata, necessariamente, todos os microrganismos e bactérias existentes em um ambiente ou superfície, sendo menos eficaz que a esterilização, que é um processo extremo químico ou físico que mata todos os tipos de vida.

Apesar de os produtos desinfectantes de superfícies serem um aliado importante para prevenir infecções pelo novo coronavírus (Covid-19),ANVISA recomenda a utilização somente de produtos regularizados.

 

Os tipos mais comuns de desinfectantes domésticos usados ​​atualmente são álcool e água sanitária.

Embora ambos sejam igualmente eficazes e benéficos, eles podem ser perigosos se não forem usados ​​com os devidos cuidados.

O que torna o alvejante um poderoso desinfectante é seu ingrediente ativo corrosivo, o hipoclorito de sódio (mais comumente chamado apenas de cloro).

Essa propriedade corrosiva permite interromper e matar a maioria das bactérias, fungos e vírus.

Embora benéfico para matar micróbios, os mesmos efeitos corrosivos são sentidos pela pessoa que realiza a desinfecção.

 

Riscos e danos provocados pelos desinfectantes contra coronavírus

Alguns produtos de limpeza liberam vapores nocivos mesmo quando diluídos e liberam vapores ainda mais venenosos quando misturados com outros produtos de limpeza.

Há relatos de casos com sensação de ardência no nariz e garganta, queimação nos olhos, tosse e tontura ao inalar vapores.

A exposição repetida ao alvejante por um longo período provou causar dermatites e problemas respiratórios.

Pesquisas indicam que enfermeiros com maior exposição ocupacional ao alvejante têm um risco aumentado de desenvolver Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), uma doença pulmonar marcada por um fluxo aéreo insuficiente, que agrava com o tempo se não for tratada.

Indivíduos com problemas respiratórios conhecidos como asma, enfisema e DPOC devem evitar o uso de lixívia para evitar a exacerbação dessas condições.

Se o uso de alvejante não puder ser evitado, indivíduos suscetíveis devem limitar seu uso ​​enquanto exercem a máxima precaução.

Além disso, para alcançar o resultado esperado, é fundamental seguir as instruções contidas no rótulo do produto quanto à forma de uso, cuidados e os Equipamentos de Proteção Individual – EPI necessários para sua aplicação. 

É importante o consumidor saber que os saneantes devem apresentar no rótulo o número de registro na Anvisa ou de notificação, quando a empresa envia informações sobre o produto antes de comercializá-lo.

ANVISA orienta que os produtos irregulares sejam denunciados à Ouvidoria da Agência.

Para denunciar, basta preencher o formulário disponível no portal.

 

Riscos dos desinfectantes caseiros

O alerta da pandemia de coronavírus (COVID 19) causou uma escassez de álcool em gel.

As prateleiras das farmácias e rede de supermercados onde antes encontrava-se esses produtos, agora já não há na mesma quantidade.

Quando é encontrado algum produto dessa natureza em supermercados, farmácias ou até mesmo na internet, o preço geralmente é mais alto do que o normal.

Diante da situação, as pessoas acabam optando pelas opções caseiras, as quais podem ser encontradas “receitas” na internet.

Embora seja bom ser proativo, é crucial que os ingredientes sejam cuidadosamente escolhidos.

Pois além de confiar em um produto caseiro, o qual pode não ter eficácia na prevenção contra o Coronavírus, ainda poderá ser prejudicial à saúde.

A desinfecção pessoal deve limitar-se aos desinfectantes para as mãos,

 

Dicas para o uso eficaz e seguro de desinfetantes:

·       Lavar as mãos por 20 segundos é a melhor maneira de manter as mãos limpas e evitar a propagação do Coronavírus (COVID-19).

·       O desinfetante para as mãos deve ser usado apenas como alternativa à lavagem das mãos.

·       Use luvas ao usar alvejante ou álcool para desinfetar as superfícies.

·       Sempre garanta ventilação adequada ao usar alvejante e evite o uso em espaços fechados.

·       Ao preparar a solução de alvejante, sempre adicione alvejante à água e não vice-versa para evitar queimaduras por respingos.

·       Nunca misture alvejante com outros produtos de limpeza, especialmente produtos que contenham amônia, como limpadores de vaso sanitário, forno, ralo, janela e outros produtos de limpeza multiuso.

A solução de lixívia deve ser armazenada em recipientes opacos com rotulagem clara do conteúdo.

Ele deve ser armazenado fora do alcance das crianças.

O alvejante misturado com a água degrada e perde sua eficácia na presença de luz, portanto, a solução de alvejante geralmente é boa apenas por 24 horas após a preparação.

 

Orientações da ANVISA sobro coronavírus

A Agência orienta a população a ter cuidado com informações compartilhadas por meio de aplicativos, como “dicas” de uso de substâncias químicas para a produção caseira de produtos saneantes.

Isso não é recomendável e pode colocar a sua saúde e a de outras pessoas em risco, em especial pela falta de eficácia.

Além disso, há risco de acidentes que podem provocar queimaduras, intoxicação e irritações.

Por isso, a Anvisa reforça que existem diversos produtos regularizados no mercado, devidamente avaliados e testados, e que são destinados à desinfecção dos ambientes, utensílios e objetos (chão, superfícies de móveis, maçanetas, corrimão, interruptores de luz etc.).

Considerando que ainda não é possível testar os saneantes com ação antimicrobiana para o Covid-19, por enquanto essa informação não constará no rótulo dos produtos.

Contudo, os saneantes testados para microrganismos mais resistentes são bons instrumentos para combater a proliferação do novo vírus.  

 

 

 



 

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8 DICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

 

 


 

Independentemente do tamanho ou ramo de atuação da empresa, prevenir é uma das principais dicas de segurança do trabalho e que deve ser seguida…

Para isso, os gestores precisam estar atentos aos riscos existentes no ambiente de trabalho e, principalmente informar e orientar os trabalhadores quanto a estes.

Os ambientes de trabalho mais seguros ocorrem quando os funcionários, em todos os níveis da organização, trabalham juntos para se comunicar e aderir aos padrões de segurança do trabalho estabelecidos.

Um programa de segurança bem-sucedido é aquele que incentiva os funcionários a comunicar condições inseguras ou comportamentos inseguros e incentiva práticas seguras ao longo de cada dia de trabalho.

Acidentes ou doenças do trabalho podem gerar desde incapacitações temporárias ou permanentes, até mesmo a morte do trabalhador.

Acidentes ou doenças do trabalho podem trazer prejuízos para o empregador, empregado, família do acidentado e Previdência Social, além de dor e sofrimento ao trabalhador e sua família.

Portanto, é imprescindível que a segurança do trabalho seja priorizada sempre em qualquer circunstância.

Com objetivo de auxiliar na prevenção dos acidentes e doenças do trabalho, o Portal da Prevenção descreve nesse artigo, 8 Dicas de Segurança do Trabalho.

 

1. Esteja ciente de seus arredores

Todo local de trabalho possui perigos inerentes, sejam máquinas grandes e pesadas, correias transportadoras, equipamentos elétricos energizados, ambiente desorganizados, etc.

A melhor maneira de manter-se seguro é estar ciente de seu entorno. Quanto mais familiarizado você estiver com as tarefas e o local de trabalho, mais ciente dos riscos potenciais.

Conhecer o seu entorno e estar ciente dos riscos potenciais ajudará você e seus colegas de trabalho a evitar situações desnecessárias ou perigosas.

 

2. Mantenha a postura correta

Todos nós já ouvimos esse velho ditado, “levante com as pernas – não com as costas”, mas manter a postura correta se refere a mais do que apenas funcionários que levantam as coisas regularmente.

Se você trabalha em uma mesa, também precisa ter uma boa postura para evitar problemas nas costas, dores no pescoço e até no túnel do carpo.

Obviamente, se você precisar levantar as coisas no trabalho, mantenha as costas retas e levante com as pernas.

E se você precisar levantar algo que acha que pode ser muito pesado, dedique alguns segundos a mais para encontrar a ajuda mecânica que pode ajudá-lo ou levante com um parceiro.

Seja uma empilhadeira ou um carrinho de mão, suas costas valem alguns segundos extras.

 

3. Faça pausas regulares

É importante que os funcionários sempre façam seus intervalos regulares.

Trabalhadores cansados ​​são os mais propensos a um incidente.

Quanto mais cansado você estiver, menos consciente do seu entorno e maior o risco de sofrer uma lesão.

Faça as pausas que você recebe regularmente para se manter atualizado e tente agendar suas tarefas mais difíceis para o início do seu turno, quando estiver mais alerta.

 

4. Nunca use atalhos nos procedimentos

Os procedimentos e dicas de segurança do trabalho durante execução de atividades laborais que visam manter os funcionários seguros, especialmente aqueles que acompanham máquinas pesadas.

É importante sempre usar todas as ferramentas e máquinas com as quais você trabalha, de acordo com as instruções.

Os atalhos levam a lesões e não valem a pequena quantidade de tempo que podem economizar.

Certifique-se de estar sempre usando a ferramenta certa para o trabalho e corretamente.

 

5. Esteja ciente de novos procedimentos de segurança do trabalho

Quando sua empresa compra uma nova máquina ou mesmo atualiza o treinamento, é importante ter certeza dos novos procedimentos e dicas de segurança do trabalho que acompanham essas alterações.

Embora seu empregador seja responsável por fornecer o treinamento adequado e seu supervisor garanta que você seja designado para um período de treinamento, é sua responsabilidade garantir que você entenda os novos procedimentos e as dicas de segurança do trabalho e implemente-os adequadamente antes de usar qualquer nova máquina.

Não deixe de perguntar aquilo que não entender sobre um procedimento de segurança.

 

6. Mantenha as áreas de circulação e saídas de emergência desobstruídas

Nunca coloque nada que obstrua áreas de circulação ou uma porta de saída de emergência, mesmo que seja apenas por alguns minutos.

Embora isso possa parecer um acéfalo, é surpreendente quantas escadas, carrinhos e até empilhadeiras são colocados diante das saídas de emergência.

Além disso, garanta que os caminhos para desligamentos de emergência de máquinas e equipamentos estejam totalmente desobstruídos, caso algo precise ser desligado imediatamente.

 

7. Relate as condições inseguras

A única maneira de impedir que as condições inseguras provoquem acidentes do trabalho é relatá-las aos supervisores assim que você as notar e ajudar a fazer parte da solução.

Seu supervisor é legalmente obrigado a fornecer a todos os funcionários um ambiente de trabalho seguro e cuidará de quaisquer condições inseguras, mas eles devem estar cientes dessas condições para fazê-lo.

É importante sempre relatar qualquer situação perigosa ou condição insegura o mais rápido possível, para manter você e outros funcionários em segurança.

Trabalhe em conjunto para encontrar uma solução e impedir que a condição insegura ocorra novamente no futuro.

 

8. Use sempre equipamento de proteção individual

Por fim, verifique se você está sempre usando o equipamento de proteção individual (EPI) fornecido pelo seu empregador.

Seja algo tão pequeno quanto os protetores auriculares ou algo tão grande quanto uma roupa química, esse EPI existe por um motivo.

Usar o EPI correto para o trabalho que você está realizando é apenas outra maneira de mantê-lo protegido de ferimentos.

Lembre-se! A empresa tem a obrigação de fornecer o EPI, sem custo ao trabalhador, e o trabalhador tem a obrigação de fazer uso, conforme orientação do empregador, conforme Norma Regulamentadora nº 06 – NR 06.

O empregado que descumpre normas internas protetivas do trabalho e/ou aquele empregado que se recusa a utilizar equipamentos de proteção individual pode ser despedido por justa causa (artigo 158, parágrafo único, da CLT).

“Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

a) à observância das instruções expedidas pelo empregador na forma do item II do artigo anterior; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa. (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)”

Embora todos os funcionários façam o possível para entender e implementar as práticas recomendadas de segurança do trabalho, cabe aos gerentes e empresários garantir que seus funcionários tenham o treinamento necessário para reduzir os riscos.

 

 

 

 

 

 

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