segunda-feira, 8 de junho de 2026

 



 

NOVEMBRO AZUL - SAÚDE DO HOMEM TAMBÉM É QUESTÃO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

 

 


 

O mês de novembro é marcado pela campanha Novembro Azul, voltada à conscientização sobre a saúde do homem e à prevenção do câncer de próstata, uma das doenças que mais afetam a população masculina no Brasil.
No entanto, o debate vai muito além do exame preventivo: fala-se sobre autocuidado, qualidade de vida, prevenção de doenças crônicas e saúde mental. E dentro das empresas, esse tema é parte fundamental da Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

Afinal, cuidar da saúde do trabalhador é também uma medida preventiva de segurança, que reduz afastamentos, melhora o desempenho e contribui para um ambiente de trabalho mais equilibrado e humano.

 

Saúde do homem e o contexto ocupacional

De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, fatores culturais e sociais fazem com que muitos homens procurem o médico apenas quando já estão doentes. Esse comportamento tem reflexos diretos na vida laboral: aumento de afastamentos, agravamento de doenças e menor produtividade.

As empresas, em parceria com seus Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), podem atuar de forma ativa nesse cenário, por meio de:

·      Campanhas de conscientização internas, como palestras e DDS sobre saúde masculina.

·      Integração ao PCMSO (NR-7), garantindo exames clínicos e complementares adequados.

·      Apoio psicológico e diálogo aberto, combatendo o estigma sobre o autocuidado masculino.

 

O papel das empresas na prevenção

As campanhas de Novembro Azul corporativo devem ir além da cor ou do símbolo. É uma oportunidade de promover:

·      Avaliações médicas preventivas: estímulo à realização de exames de próstata e check-ups gerais.

·      Ações educativas: sobre alimentação equilibrada, sono, atividade física e controle de estresse.

·      Espaços de conversa: com profissionais da saúde e líderes para quebrar tabus sobre o tema.

·      Campanhas de comunicação inclusivas: mostrando que cuidar da saúde é um ato de responsabilidade e não de fragilidade.

Essas medidas fortalecem o vínculo entre empresa e colaborador, mostrando que a segurança do trabalho também começa pela saúde física e emocional.

 

Saúde integral e segurança

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de próstata representa cerca de 29,2% dos diagnósticos de câncer em homens. Entretanto, grande parte dos casos tem alta chance de cura quando identificados precocemente.

No contexto da SST, isso reforça a importância do diagnóstico precoce como medida de segurança: prevenir é reduzir riscos biológicos, psicológicos e organizacionais que podem comprometer a integridade do trabalhador.

 

Conclusão

O Novembro Azul é um convite à mudança de comportamento.
Empresas que incentivam seus colaboradores a cuidar da saúde demonstram comprometimento com a segurança, a produtividade e o bem-estar coletivo.
Afinal, segurança do trabalho não é apenas sobre máquinas, EPI’s e normas, é sobre pessoas saudáveis e conscientes de seu valor.

 

 

 

 

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COMO SE PREPARAR PARA A AUDIOMETRIA - DICAS SIMPLES

 

 


 

Você sabia que o exame de audição é o “check-up” da sua audição no trabalho?

Ele é rápido, indolor e pode revelar muito sobre a sua saúde auditiva.
Mas aqui vai um segredo: os resultados só mostram a realidade se você se preparar bem antes do teste.

A boa notícia é que essa preparação é fácil, basta adotar alguns cuidados. Vamos entender juntos?

 

O que é o Exame Audiológico?

O exame de audição, conhecido como audiometria, é feito dentro de uma cabine silenciosa e mede a sua capacidade de ouvir sons graves, médios e agudos.
O resultado é mostrado em um gráfico chamado audiograma, que indica se sua audição está normal ou se há algum sinal de perda auditiva.

 

As empresas realizam o exame em quatro momentos importantes:

·      Antes de começar a trabalhar (admissional);

·      Seis meses depois, para comparar com o primeiro teste;

·      Todos os anos, para acompanhar sua audição;

·      Na demissão, para registrar como ela está ao final do contrato.

Se o exame mostrar qualquer alteração, o médico do trabalho e o fonoaudiólogo avaliam as causas e tomam medidas preventivas para proteger sua saúde auditiva.

 

Por que a Preparação é Importante

Imagine que você vai fazer uma corrida e resolve treinar pesado no dia anterior, no exame auditivo é a mesma coisa.
Se você se expuser a barulho intenso antes do teste, sua audição pode ficar “cansada”, e o resultado não será fiel.

Além disso, fatores simples como gripe, zumbido ou dor de ouvido também podem alterar o teste. Preparar-se é a melhor forma de garantir um resultado confiável e contribuir para o sucesso do Programa de Conservação Auditiva (PCA) da sua empresa.

 

Antes do Exame: Dê um Descanso aos Ouvidos

·      Evite sons altos no dia anterior: música alta, fones de ouvido, ferramentas ou máquinas barulhentas;

·      Avise o médico se estiver gripado, com dor de ouvido ou zumbido;

·      Durma bem e mantenha-se relaxado, o exame exige concentração.

Durante o Exame: Foco Total

·      Escute com atenção e siga as instruções do fonoaudiólogo;

·      Cada vez que ouvir um som, sinalize (levantando a mão ou apertando o botão);

·      Evite falar ou ficar se mexendo durante o teste, o silêncio é seu aliado.

Lembre-se: não é um teste de acertos, e sim de cuidado. Não há “nota”, apenas informações para proteger sua saúde.

 

Depois do Exame: Continue se Cuidando

·      Guarde o resultado e acompanhe a evolução da sua audição;

·      Siga as orientações do médico do trabalho;

·      Continue usando o protetor auditivo corretamente todos os dias;

·      Se tiver dúvidas, converse com o profissional de saúde da sua empresa.

Quer Saber Mais?

Quer saber mais sobre como funciona o Programa de Conservação Auditiva (PCA) e as boas práticas de proteção auditiva no ambiente de trabalho?

 

 

 

 

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

 



 

ATUALIZAÇÃO PARA CASOS DE ENGASGO: VEJA O QUE MUDOU

 

 


 

American Heart Association (AHA) divulgou em outubro de 2025 uma importante atualização nas suas diretrizes oficiais de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar (RCP). Entre as mudanças mais relevantes está o novo passo a passo para o atendimento em casos de engasgo com obstrução das vias aéreas, válido para bebês, crianças e adultos.

A atualização substitui as recomendações anteriores de 2020 e tem impacto direto nos treinamentos e protocolos adotados mundialmente em cursos de primeiros socorros.

 

O Que Mudou

Antes, o protocolo recomendava iniciar o desengasgo diretamente com compressões abdominais.

Agora, a AHA recomenda a alternância entre cinco pancadas nas costas e cinco compressões abdominais em vítimas conscientes (crianças e adultos).

Segundo a entidade, estudos recentes comprovaram que as pancadas nas costas aumentam as chances de expulsar o objeto antes das compressões, reduzindo o risco de lesões e tornando a resposta mais eficaz.

 

Lactentes (menores de 1 ano)

Para os pequenos, a mudança também é significativa. As compressões abdominais não devem ser utilizadas, pois podem causar lesões internas. O procedimento passa a ser:

·      Verifique se o bebê realmente está engasgado (sem choro, tosse ou respiração).

·      Apoie-o de bruços sobre o antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo.

·      Dê cinco pancadas firmes nas costas, entre as escápulas.

 

·      Vire o bebê de barriga para cima e realize cinco compressões no peito, no centro do tórax, com a base da palma da mão.

·      Alterne os movimentos até o corpo estranho ser expulso ou até a perda de consciência.

·      Se o bebê desmaiar, inicie a RCP (30 compressões + 2 ventilações).

Nunca introduza os dedos na boca se o objeto não estiver visível.

 

Crianças Maiores e Adultos

·      Confirme a obstrução total (ausência de tosse, som ou respiração).

·      Posicione-se atrás da vítima e incline o tronco dela levemente para frente.

·      Dê cinco pancadas firmes nas costas com o calcanhar da mão.

·      Se o objeto não sair, realize cinco compressões abdominais:

o  Feche um punho e posicione-o acima do umbigo.

o  Segure-o com a outra mão e comprima para dentro e para cima.

·      Alterne pancadas e compressões até que o objeto seja expelido ou a vítima perca a consciência.

Se houver desmaio, deite a pessoa e inicie a RCP (100 a 120 compressões por minuto).

Por Que as Diretrizes Mudaram?

De acordo com a AHA, quase 40% das paradas cardíacas infantis fora do hospital estão relacionadas à asfixia ou emergências respiratórias.
O novo protocolo busca simplificar o treinamento, aumentar a eficácia das respostas e reduzir o tempo até o início das manobras, fatores determinantes para a sobrevivência.

 

Conclusão

O oferecer cursos completos e atualizados de Primeiros Socorros e Lei Lucas, alinhados às novas diretrizes da AHA 2025 e às exigências legais brasileiras.

 




 

 

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FRENTISTA, VOCÊ JÁ TEM O CURSO CERTO DA NR-20? DESCUBRA QUAL PRECISA FAZER!

 

 


 

Se você trabalha abastecendo veículos em um posto de combustíveis ou está pensando em seguir nessa profissão, atenção: existe um curso obrigatório que garante a sua segurança e a de todos ao seu redor.

Estamos falando da NR-20, a norma que define as regras para quem lida com gasolina, diesel, etanol e outros combustíveis. Mas afinal, qual curso o frentista precisa fazer? Vamos explicar tudo de forma simples e direta.

 

1. Por que o frentista precisa conhecer a NR-20?

O trabalho do frentista envolve riscos reais: contato com líquidos inflamáveis, vapores que podem pegar fogo e fontes de ignição próximas. A NR-20 foi criada para proteger o trabalhador, os clientes e o meio ambiente.

Sem o curso correto, o frentista fica exposto a:

o  Incêndios e explosões;

o  Derramamentos e vazamentos perigosos;

o  Multas para o posto de combustíveis;

o  Problemas de saúde por exposição constante.

2. O curso obrigatório para frentistas

NR-20 Básico – Classe I

Carga horária: 4 horas

Reciclagem: A cada 3 anos

O que o frentista aprende no curso:

o  Riscos do trabalho: como identificar situações perigosas no abastecimento;

o  Prevenção de acidentes: como evitar vazamentos e incêndios;

o  Uso correto de EPI’s: luvas, óculos, protetor facial e outros;

o  Ações de emergência: como agir de forma segura em caso de acidentes.

3. O que pode acontecer se não fizer o curso?

Além de colocar a vida em risco, o frentista que atua sem treinamento está sujeito a outras consequências:

o  Fiscalizações podem impedir o trabalho;

o  Multas pesadas para o posto de combustíveis;

o  Falta de preparo em situações críticas;

o  Aumento do risco de acidentes graves.

4. Reciclagem: quando renovar o certificado

O certificado do NR-20 Básico tem validade de 3 anos.
A reciclagem é necessária para:

o  Reforçar os conteúdos do curso;

o  Atualizar conhecimentos sobre segurança

o  Estar em conformidade com a legislação.

5. Por que fazer o curso

O especialista em cursos de Saúde e Segurança do Trabalho e oferece o NR-20 Básico de forma prática, rápida e acessível.

 

Vantagens para frentistas e empresas:

o  Certificado válido em todo o Brasil;

o  Suporte especializado para tirar dúvidas;

o  Acesso imediato ao conteúdo no celular, tablet ou computador.

 

 

 

 

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

 



 

ENSINAR SEM ADOECER: AVANÇOS QUE PROTEGEM QUEM EDUCA

 

 


 

Quem foi aluno nas décadas passadas lembra bem: o giz era indispensável nas salas de aula. Mas, para muitos professores, ele significava tosses constantes, crises alérgicas e até problemas respiratórios. Com o tempo, o giz deu lugar ao quadro branco e, em muitas escolas, ao quadro digital. Essa mudança mostra como a educação também se adapta para proteger a saúde dos docentes.

Hoje, além das mudanças físicas no ambiente escolar, novas leis reforçam a valorização e a segurança desses profissionais, reconhecendo o papel central que exercem na formação das próximas gerações.

 

Da poeira do giz à tecnologia interativa

Ontem: giz e apagador, que levantavam poeira, afetavam vias respiratórias e traziam desconforto para professores e alunos.

o  Hoje: quadros brancos e digitais, que eliminam a poeira e permitem maior interação.

o  Essa transição simboliza uma tendência: cada vez mais, a escola busca reduzir riscos ocupacionais e melhorar a ergonomia e a saúde de quem ensina.

o  Saúde vocal: uma questão invisível, mas grave

 

A voz é uma das principais ferramentas de trabalho do professor, mas também uma das mais vulneráveis. Falar em volume elevado, durante várias horas por dia, em ambientes sem acústica adequada, gera sobrecarga nas cordas vocais. Com o tempo, essa rotina pode resultar em problemas como rouquidão persistente, disfonia crônica e até lesões mais graves, como os nódulos vocais.

 

Medida adotada:
Para reduzir esse esforço e preservar a saúde vocal, muitas escolas têm adotado o uso de microfones de lapela. Esse recurso simples permite que o professor mantenha a voz clara e audível sem precisar forçar a garganta, garantindo mais conforto e prolongando a vida útil da sua voz.

Valorização da carreira docente

Durante muito tempo, o professor vivia em uma rotina exaustiva: horas em sala de aula seguidas de trabalho acumulado em casa, com correções e planejamentos que roubavam o descanso. Essa sobrecarga comprometia não apenas a saúde mental, mas também a qualidade do ensino.
Com as mudanças mais recentes, o tempo de planejamento e estudo passou a ser incorporado dentro da própria jornada de trabalho. Esse ajuste trouxe equilíbrio, aliviou o estresse e permitiu que o professor prepare suas aulas com mais tranquilidade, dedicação e criatividade.

 

Proteção contra violência nas escolas

Situações de ameaça e violência nas escolas sempre geraram medo e fragilidade para o professor, que muitas vezes se via sozinho diante do problema. Hoje, esse cenário começa a mudar. Existem protocolos claros para acionar autoridades competentes, afastar o docente em risco sem prejuízos e garantir que a escola ofereça apoio imediato.

Esse amparo fortalece o clima escolar e devolve ao professor a confiança necessária para exercer sua função com serenidade, focado no que realmente importa: ensinar e formar cidadãos.

 

Ensinar com saúde é garantir o futuro da educação.

Da poeira do giz à tecnologia interativa, da voz cansada ao microfone de lapela, da sobrecarga de trabalho ao tempo de planejamento respeitado, e do medo à segurança garantida: cada conquista mostra que ensinar não precisa significar adoecer.

Essas transformações provam que a escola pode ser um espaço de cuidado tanto quanto de aprendizado. Valorizar a saúde e a proteção do professor é investir na qualidade da educação e no futuro de toda a sociedade. Afinal, quando quem ensina está amparado, quem aprende cresce em um ambiente mais humano, seguro e inspirador.

 

 

 

 

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TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL - ENTENDA AS NORMAS DE SEGURANÇA

 

 


 

O transporte de combustível é uma das operações mais críticas do setor logístico brasileiro.

A natureza inflamável da carga, os riscos ambientais envolvidos e a rigidez das regulamentações tornam essa atividade exigente, e qualquer descuido pode resultar em acidentes graves, multas pesadas e danos irreparáveis à reputação da empresa.

Neste artigo, você vai entender quem pode realizar o transporte de combustível, o que diz a legislação vigente em 2026 e quais práticas e tecnologias garantem segurança e conformidade na operação.

 

Importância da segurança no transporte de combustível

Os riscos associados ao transporte de combustível vão além do veículo e do motorista.

Incêndios, vazamentos e explosões colocam em risco vidas, o meio ambiente e a infraestrutura urbana e rural do país.

Do ponto de vista econômico, incidentes nessa operação geram consequências severas: custos de reparação, processos judiciais, sanções regulatórias e danos à imagem da transportadora.

Por isso, o cumprimento rigoroso das regulamentações e a adoção de práticas de segurança robustas não são opcionais, são a base de qualquer operação séria nesse segmento.

 

Quem pode fazer o transporte de combustível?

O transporte de combustível é regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Para operar legalmente, as empresas precisam atender a uma série de requisitos:

o  Frota de veículos adequada e certificada para o transporte de produtos perigosos;

o  Motoristas habilitados com CNH categoria E e certificação CETPP (Curso Especializado de Transporte de Produtos Perigosos, substituto do antigo MOPP, com validade integrada à CNH Digital);

o  Conformidade com as normas de segurança estabelecidas pela legislação nacional vigente;

Sistema de segurança e medidas preventivas para redução de riscos durante o transporte.

As empresas precisam ter um sistema de segurança e medidas preventivas para reduzir os riscos durante o transporte rodoviário de carga.

 

O que diz a legislação brasileira sobre o transporte de combustível?

A legislação brasileira é abrangente e passou por atualizações importantes nos últimos anos. As principais normas vigentes em 2026 são:

o  Resolução ANTT nº 5.998/2022 (com alterações das Resoluções nº 6.016/2023 e nº 6.056/2024): define as condições gerais para o transporte rodoviário de produtos perigosos, incluindo combustíveis. Estabelece requisitos sobre embalagens, sinalização de veículos, documentação e treinamento de pessoal. É a norma central vigente, tendo revogado a Resolução nº 5.947/2021.

o  Portaria ANP nº 251/2000: regula o transporte de combustíveis líquidos derivados de petróleo e álcool etílico hidratado combustível (AEHC), com requisitos para frota, procedimentos operacionais e controles de segurança.

o  Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais): prevê penalidades severas para quem causar poluição ou danos ambientais durante o transporte de substâncias perigosas, incluindo combustíveis.

o  Decreto nº 96.044/1988: regulamento histórico para o transporte rodoviário de produtos perigosos, que define especificações técnicas complementares às normas da ANTT.

o  Norma ABNT NBR 7500: trata da identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos perigosos, detalhando os símbolos e placas de identificação obrigatórios.

 

Cuidados necessários para um transporte de combustível seguro

O transporte de combustível exige cuidados específicos para garantir conformidade com as regulamentações e segurança durante todo o processo.

 

Seleção de veículos adequados

Os veículos devem atender às especificações técnicas exigidas para o transporte de produtos perigosos, com tanques apropriados, válvulas de segurança, sistemas de contenção de vazamentos e aterramento elétrico.

 

Qualificação e treinamento de motoristas

o  Os motoristas precisam de CNH categoria E e certificação CETPP válida, integrada à CNH Digital.

o  Além disso, devem estar capacitados em procedimentos de emergência e primeiros socorros.

 

Sinalização e identificação no veículo

Os veículos devem estar sinalizados conforme a Norma ABNT NBR 7500, com placas e rótulos que indiquem a natureza do produto transportado e os riscos associados.

 

Inspeções e manutenção preventiva

Inspeções regulares e manutenção preventiva são obrigatórias para garantir que veículos e equipamentos estejam em perfeito estado de funcionamento, sem risco de falhas mecânicas, vazamentos ou explosões.

 

Documentação obrigatória

Para realizar o transporte de combustível, a documentação exigida inclui:

o  Manifesto de Transporte de Produtos Perigosos (MTR);

o  Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos (CIPP);

o  Certificado para o Transporte de Produtos Perigosos (CTPP), emitido por Organismo de Certificação de Produtos acreditado pelo Inmetro;

o  Certificado de Inspeção Veicular (CIV).

Atenção: a Ficha de Emergência deixou de ser documento de porte obrigatório durante o transporte desde a Resolução ANTT nº 5.848/2019.

Verifique sempre a documentação exigida com base na norma vigente.

 

Planejamento de rotas

O planejamento de rotas seguras é fundamental para minimizar riscos, evitar áreas com histórico de roubos de carga e garantir que os motoristas conheçam os procedimentos de emergência em cada trecho.

 

Medidas de emergência

Planos de contingência claros são essenciais para reagir com agilidade em situações críticas.

Os veículos devem estar equipados com extintores de incêndio, kits de contenção de vazamentos e dispositivos de comunicação para contato imediato com equipes de resposta a emergências.

 

Carregamento e descarregamento

As operações de carregamento e descarregamento exigem aterramento dos veículos e eliminação de qualquer fonte de ignição nas proximidades.

 

Conformidade com regulamentações

As atualizações e conformidades constantes com todas as regulamentações locais, nacionais e internacionais são aplicáveis ao transporte de produtos perigosos, para garantir a integridade dos processos.

 

Tecnologias para garantia de segurança no transporte de combustível

Essas tecnologias melhoram o monitoramento, comunicação e gestão dos riscos associados ao transporte de produtos perigosos.

 

As principais soluções incluem:

Telemetria

A telemetria coleta e transmite dados sobre o desempenho do veículo, consumo de combustível, comportamento do motorista e estado dos sistemas, permitindo identificar e corrigir problemas de forma antecipada.

 

Sensores de pressão, temperatura e detecção de vazamentos

O monitoramento contínuo da pressão e temperatura nos tanques previne condições perigosas.

Sensores de detecção de vazamentos instalados nos tanques e tubulações enviam alertas imediatos, permitindo ação rápida para conter riscos de derramamento.

 

Câmeras com inteligência artificial

As câmeras embarcadas com IA monitoram o interior e exterior do veículo, garantindo que os procedimentos de segurança sejam seguidos e fornecendo evidências em caso de incidentes.

o  Como ajudar na segurança e eficiência no transporte de combustível

o  Operar com segurança no transporte de combustível exige mais do que cumprir normas.

o  Exige visibilidade total da operação, tecnologia confiável e capacidade de resposta rápida.

o  As soluções foram desenvolvidas para apoiar sua operação em cada uma dessas frentes.

 

Monitoramento de Carga

O transporte de combustível exige acompanhamento do trajeto do início ao fim.

Com o Monitoramento de Carga sua operação conta com:

o  Acesso a dados em tempo real durante toda a viagem;

o  Acompanhamento contínuo das rotas e paradas;

o  Pronta resposta em situações de emergência, 24 horas por dia;

o  Célula de inteligência que atua em sinergia com órgãos de segurança pública.

o  São mais de 200 mil viagens monitoradas por mês em todo o Brasil.

 

Prevenção de Acidentes no Transporte

Com 90% das mortes no trânsito causadas por fatores humanos, monitorar o comportamento do motorista é parte fundamental de qualquer operação segura.

A Torre de Prevenção de Acidentes da Buonny apoia sua gestão com:

o  Monitoramento em tempo real de fadiga, distração e velocidade;

o  Controle do cumprimento de jornada de descanso;

o  Alertas direcionados e escalonamento automático de ocorrências;

o  Capacitação contínua de motoristas com base em dados reais de desempenho.

Mais de 850 mil alertas emitidos por mês e mais de 202 milhões de km monitorados desde 2023, com 3 dos maiores distribuidores de combustível do Brasil entre os clientes atendidos.

Da operação com um único veículo às grandes frotas, a tecnologia se adapta ao seu porte e à sua realidade.

 

 

 



 

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