sexta-feira, 5 de junho de 2026

 



 

ATUALIZAÇÃO PARA CASOS DE ENGASGO: VEJA O QUE MUDOU

 

 


 

American Heart Association (AHA) divulgou em outubro de 2025 uma importante atualização nas suas diretrizes oficiais de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar (RCP). Entre as mudanças mais relevantes está o novo passo a passo para o atendimento em casos de engasgo com obstrução das vias aéreas, válido para bebês, crianças e adultos.

A atualização substitui as recomendações anteriores de 2020 e tem impacto direto nos treinamentos e protocolos adotados mundialmente em cursos de primeiros socorros.

 

O Que Mudou

Antes, o protocolo recomendava iniciar o desengasgo diretamente com compressões abdominais.

Agora, a AHA recomenda a alternância entre cinco pancadas nas costas e cinco compressões abdominais em vítimas conscientes (crianças e adultos).

Segundo a entidade, estudos recentes comprovaram que as pancadas nas costas aumentam as chances de expulsar o objeto antes das compressões, reduzindo o risco de lesões e tornando a resposta mais eficaz.

 

Lactentes (menores de 1 ano)

Para os pequenos, a mudança também é significativa. As compressões abdominais não devem ser utilizadas, pois podem causar lesões internas. O procedimento passa a ser:

·      Verifique se o bebê realmente está engasgado (sem choro, tosse ou respiração).

·      Apoie-o de bruços sobre o antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo.

·      Dê cinco pancadas firmes nas costas, entre as escápulas.

 

·      Vire o bebê de barriga para cima e realize cinco compressões no peito, no centro do tórax, com a base da palma da mão.

·      Alterne os movimentos até o corpo estranho ser expulso ou até a perda de consciência.

·      Se o bebê desmaiar, inicie a RCP (30 compressões + 2 ventilações).

Nunca introduza os dedos na boca se o objeto não estiver visível.

 

Crianças Maiores e Adultos

·      Confirme a obstrução total (ausência de tosse, som ou respiração).

·      Posicione-se atrás da vítima e incline o tronco dela levemente para frente.

·      Dê cinco pancadas firmes nas costas com o calcanhar da mão.

·      Se o objeto não sair, realize cinco compressões abdominais:

o  Feche um punho e posicione-o acima do umbigo.

o  Segure-o com a outra mão e comprima para dentro e para cima.

·      Alterne pancadas e compressões até que o objeto seja expelido ou a vítima perca a consciência.

Se houver desmaio, deite a pessoa e inicie a RCP (100 a 120 compressões por minuto).

Por Que as Diretrizes Mudaram?

De acordo com a AHA, quase 40% das paradas cardíacas infantis fora do hospital estão relacionadas à asfixia ou emergências respiratórias.
O novo protocolo busca simplificar o treinamento, aumentar a eficácia das respostas e reduzir o tempo até o início das manobras, fatores determinantes para a sobrevivência.

 

Conclusão

O oferecer cursos completos e atualizados de Primeiros Socorros e Lei Lucas, alinhados às novas diretrizes da AHA 2025 e às exigências legais brasileiras.

 




 

 

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FRENTISTA, VOCÊ JÁ TEM O CURSO CERTO DA NR-20? DESCUBRA QUAL PRECISA FAZER!

 

 


 

Se você trabalha abastecendo veículos em um posto de combustíveis ou está pensando em seguir nessa profissão, atenção: existe um curso obrigatório que garante a sua segurança e a de todos ao seu redor.

Estamos falando da NR-20, a norma que define as regras para quem lida com gasolina, diesel, etanol e outros combustíveis. Mas afinal, qual curso o frentista precisa fazer? Vamos explicar tudo de forma simples e direta.

 

1. Por que o frentista precisa conhecer a NR-20?

O trabalho do frentista envolve riscos reais: contato com líquidos inflamáveis, vapores que podem pegar fogo e fontes de ignição próximas. A NR-20 foi criada para proteger o trabalhador, os clientes e o meio ambiente.

Sem o curso correto, o frentista fica exposto a:

o  Incêndios e explosões;

o  Derramamentos e vazamentos perigosos;

o  Multas para o posto de combustíveis;

o  Problemas de saúde por exposição constante.

2. O curso obrigatório para frentistas

NR-20 Básico – Classe I

Carga horária: 4 horas

Reciclagem: A cada 3 anos

O que o frentista aprende no curso:

o  Riscos do trabalho: como identificar situações perigosas no abastecimento;

o  Prevenção de acidentes: como evitar vazamentos e incêndios;

o  Uso correto de EPI’s: luvas, óculos, protetor facial e outros;

o  Ações de emergência: como agir de forma segura em caso de acidentes.

3. O que pode acontecer se não fizer o curso?

Além de colocar a vida em risco, o frentista que atua sem treinamento está sujeito a outras consequências:

o  Fiscalizações podem impedir o trabalho;

o  Multas pesadas para o posto de combustíveis;

o  Falta de preparo em situações críticas;

o  Aumento do risco de acidentes graves.

4. Reciclagem: quando renovar o certificado

O certificado do NR-20 Básico tem validade de 3 anos.
A reciclagem é necessária para:

o  Reforçar os conteúdos do curso;

o  Atualizar conhecimentos sobre segurança

o  Estar em conformidade com a legislação.

5. Por que fazer o curso

O especialista em cursos de Saúde e Segurança do Trabalho e oferece o NR-20 Básico de forma prática, rápida e acessível.

 

Vantagens para frentistas e empresas:

o  Certificado válido em todo o Brasil;

o  Suporte especializado para tirar dúvidas;

o  Acesso imediato ao conteúdo no celular, tablet ou computador.

 

 

 

 

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

 



 

ENSINAR SEM ADOECER: AVANÇOS QUE PROTEGEM QUEM EDUCA

 

 


 

Quem foi aluno nas décadas passadas lembra bem: o giz era indispensável nas salas de aula. Mas, para muitos professores, ele significava tosses constantes, crises alérgicas e até problemas respiratórios. Com o tempo, o giz deu lugar ao quadro branco e, em muitas escolas, ao quadro digital. Essa mudança mostra como a educação também se adapta para proteger a saúde dos docentes.

Hoje, além das mudanças físicas no ambiente escolar, novas leis reforçam a valorização e a segurança desses profissionais, reconhecendo o papel central que exercem na formação das próximas gerações.

 

Da poeira do giz à tecnologia interativa

Ontem: giz e apagador, que levantavam poeira, afetavam vias respiratórias e traziam desconforto para professores e alunos.

o  Hoje: quadros brancos e digitais, que eliminam a poeira e permitem maior interação.

o  Essa transição simboliza uma tendência: cada vez mais, a escola busca reduzir riscos ocupacionais e melhorar a ergonomia e a saúde de quem ensina.

o  Saúde vocal: uma questão invisível, mas grave

 

A voz é uma das principais ferramentas de trabalho do professor, mas também uma das mais vulneráveis. Falar em volume elevado, durante várias horas por dia, em ambientes sem acústica adequada, gera sobrecarga nas cordas vocais. Com o tempo, essa rotina pode resultar em problemas como rouquidão persistente, disfonia crônica e até lesões mais graves, como os nódulos vocais.

 

Medida adotada:
Para reduzir esse esforço e preservar a saúde vocal, muitas escolas têm adotado o uso de microfones de lapela. Esse recurso simples permite que o professor mantenha a voz clara e audível sem precisar forçar a garganta, garantindo mais conforto e prolongando a vida útil da sua voz.

Valorização da carreira docente

Durante muito tempo, o professor vivia em uma rotina exaustiva: horas em sala de aula seguidas de trabalho acumulado em casa, com correções e planejamentos que roubavam o descanso. Essa sobrecarga comprometia não apenas a saúde mental, mas também a qualidade do ensino.
Com as mudanças mais recentes, o tempo de planejamento e estudo passou a ser incorporado dentro da própria jornada de trabalho. Esse ajuste trouxe equilíbrio, aliviou o estresse e permitiu que o professor prepare suas aulas com mais tranquilidade, dedicação e criatividade.

 

Proteção contra violência nas escolas

Situações de ameaça e violência nas escolas sempre geraram medo e fragilidade para o professor, que muitas vezes se via sozinho diante do problema. Hoje, esse cenário começa a mudar. Existem protocolos claros para acionar autoridades competentes, afastar o docente em risco sem prejuízos e garantir que a escola ofereça apoio imediato.

Esse amparo fortalece o clima escolar e devolve ao professor a confiança necessária para exercer sua função com serenidade, focado no que realmente importa: ensinar e formar cidadãos.

 

Ensinar com saúde é garantir o futuro da educação.

Da poeira do giz à tecnologia interativa, da voz cansada ao microfone de lapela, da sobrecarga de trabalho ao tempo de planejamento respeitado, e do medo à segurança garantida: cada conquista mostra que ensinar não precisa significar adoecer.

Essas transformações provam que a escola pode ser um espaço de cuidado tanto quanto de aprendizado. Valorizar a saúde e a proteção do professor é investir na qualidade da educação e no futuro de toda a sociedade. Afinal, quando quem ensina está amparado, quem aprende cresce em um ambiente mais humano, seguro e inspirador.

 

 

 

 

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TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL - ENTENDA AS NORMAS DE SEGURANÇA

 

 


 

O transporte de combustível é uma das operações mais críticas do setor logístico brasileiro.

A natureza inflamável da carga, os riscos ambientais envolvidos e a rigidez das regulamentações tornam essa atividade exigente, e qualquer descuido pode resultar em acidentes graves, multas pesadas e danos irreparáveis à reputação da empresa.

Neste artigo, você vai entender quem pode realizar o transporte de combustível, o que diz a legislação vigente em 2026 e quais práticas e tecnologias garantem segurança e conformidade na operação.

 

Importância da segurança no transporte de combustível

Os riscos associados ao transporte de combustível vão além do veículo e do motorista.

Incêndios, vazamentos e explosões colocam em risco vidas, o meio ambiente e a infraestrutura urbana e rural do país.

Do ponto de vista econômico, incidentes nessa operação geram consequências severas: custos de reparação, processos judiciais, sanções regulatórias e danos à imagem da transportadora.

Por isso, o cumprimento rigoroso das regulamentações e a adoção de práticas de segurança robustas não são opcionais, são a base de qualquer operação séria nesse segmento.

 

Quem pode fazer o transporte de combustível?

O transporte de combustível é regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Para operar legalmente, as empresas precisam atender a uma série de requisitos:

o  Frota de veículos adequada e certificada para o transporte de produtos perigosos;

o  Motoristas habilitados com CNH categoria E e certificação CETPP (Curso Especializado de Transporte de Produtos Perigosos, substituto do antigo MOPP, com validade integrada à CNH Digital);

o  Conformidade com as normas de segurança estabelecidas pela legislação nacional vigente;

Sistema de segurança e medidas preventivas para redução de riscos durante o transporte.

As empresas precisam ter um sistema de segurança e medidas preventivas para reduzir os riscos durante o transporte rodoviário de carga.

 

O que diz a legislação brasileira sobre o transporte de combustível?

A legislação brasileira é abrangente e passou por atualizações importantes nos últimos anos. As principais normas vigentes em 2026 são:

o  Resolução ANTT nº 5.998/2022 (com alterações das Resoluções nº 6.016/2023 e nº 6.056/2024): define as condições gerais para o transporte rodoviário de produtos perigosos, incluindo combustíveis. Estabelece requisitos sobre embalagens, sinalização de veículos, documentação e treinamento de pessoal. É a norma central vigente, tendo revogado a Resolução nº 5.947/2021.

o  Portaria ANP nº 251/2000: regula o transporte de combustíveis líquidos derivados de petróleo e álcool etílico hidratado combustível (AEHC), com requisitos para frota, procedimentos operacionais e controles de segurança.

o  Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais): prevê penalidades severas para quem causar poluição ou danos ambientais durante o transporte de substâncias perigosas, incluindo combustíveis.

o  Decreto nº 96.044/1988: regulamento histórico para o transporte rodoviário de produtos perigosos, que define especificações técnicas complementares às normas da ANTT.

o  Norma ABNT NBR 7500: trata da identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos perigosos, detalhando os símbolos e placas de identificação obrigatórios.

 

Cuidados necessários para um transporte de combustível seguro

O transporte de combustível exige cuidados específicos para garantir conformidade com as regulamentações e segurança durante todo o processo.

 

Seleção de veículos adequados

Os veículos devem atender às especificações técnicas exigidas para o transporte de produtos perigosos, com tanques apropriados, válvulas de segurança, sistemas de contenção de vazamentos e aterramento elétrico.

 

Qualificação e treinamento de motoristas

o  Os motoristas precisam de CNH categoria E e certificação CETPP válida, integrada à CNH Digital.

o  Além disso, devem estar capacitados em procedimentos de emergência e primeiros socorros.

 

Sinalização e identificação no veículo

Os veículos devem estar sinalizados conforme a Norma ABNT NBR 7500, com placas e rótulos que indiquem a natureza do produto transportado e os riscos associados.

 

Inspeções e manutenção preventiva

Inspeções regulares e manutenção preventiva são obrigatórias para garantir que veículos e equipamentos estejam em perfeito estado de funcionamento, sem risco de falhas mecânicas, vazamentos ou explosões.

 

Documentação obrigatória

Para realizar o transporte de combustível, a documentação exigida inclui:

o  Manifesto de Transporte de Produtos Perigosos (MTR);

o  Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos (CIPP);

o  Certificado para o Transporte de Produtos Perigosos (CTPP), emitido por Organismo de Certificação de Produtos acreditado pelo Inmetro;

o  Certificado de Inspeção Veicular (CIV).

Atenção: a Ficha de Emergência deixou de ser documento de porte obrigatório durante o transporte desde a Resolução ANTT nº 5.848/2019.

Verifique sempre a documentação exigida com base na norma vigente.

 

Planejamento de rotas

O planejamento de rotas seguras é fundamental para minimizar riscos, evitar áreas com histórico de roubos de carga e garantir que os motoristas conheçam os procedimentos de emergência em cada trecho.

 

Medidas de emergência

Planos de contingência claros são essenciais para reagir com agilidade em situações críticas.

Os veículos devem estar equipados com extintores de incêndio, kits de contenção de vazamentos e dispositivos de comunicação para contato imediato com equipes de resposta a emergências.

 

Carregamento e descarregamento

As operações de carregamento e descarregamento exigem aterramento dos veículos e eliminação de qualquer fonte de ignição nas proximidades.

 

Conformidade com regulamentações

As atualizações e conformidades constantes com todas as regulamentações locais, nacionais e internacionais são aplicáveis ao transporte de produtos perigosos, para garantir a integridade dos processos.

 

Tecnologias para garantia de segurança no transporte de combustível

Essas tecnologias melhoram o monitoramento, comunicação e gestão dos riscos associados ao transporte de produtos perigosos.

 

As principais soluções incluem:

Telemetria

A telemetria coleta e transmite dados sobre o desempenho do veículo, consumo de combustível, comportamento do motorista e estado dos sistemas, permitindo identificar e corrigir problemas de forma antecipada.

 

Sensores de pressão, temperatura e detecção de vazamentos

O monitoramento contínuo da pressão e temperatura nos tanques previne condições perigosas.

Sensores de detecção de vazamentos instalados nos tanques e tubulações enviam alertas imediatos, permitindo ação rápida para conter riscos de derramamento.

 

Câmeras com inteligência artificial

As câmeras embarcadas com IA monitoram o interior e exterior do veículo, garantindo que os procedimentos de segurança sejam seguidos e fornecendo evidências em caso de incidentes.

o  Como ajudar na segurança e eficiência no transporte de combustível

o  Operar com segurança no transporte de combustível exige mais do que cumprir normas.

o  Exige visibilidade total da operação, tecnologia confiável e capacidade de resposta rápida.

o  As soluções foram desenvolvidas para apoiar sua operação em cada uma dessas frentes.

 

Monitoramento de Carga

O transporte de combustível exige acompanhamento do trajeto do início ao fim.

Com o Monitoramento de Carga sua operação conta com:

o  Acesso a dados em tempo real durante toda a viagem;

o  Acompanhamento contínuo das rotas e paradas;

o  Pronta resposta em situações de emergência, 24 horas por dia;

o  Célula de inteligência que atua em sinergia com órgãos de segurança pública.

o  São mais de 200 mil viagens monitoradas por mês em todo o Brasil.

 

Prevenção de Acidentes no Transporte

Com 90% das mortes no trânsito causadas por fatores humanos, monitorar o comportamento do motorista é parte fundamental de qualquer operação segura.

A Torre de Prevenção de Acidentes da Buonny apoia sua gestão com:

o  Monitoramento em tempo real de fadiga, distração e velocidade;

o  Controle do cumprimento de jornada de descanso;

o  Alertas direcionados e escalonamento automático de ocorrências;

o  Capacitação contínua de motoristas com base em dados reais de desempenho.

Mais de 850 mil alertas emitidos por mês e mais de 202 milhões de km monitorados desde 2023, com 3 dos maiores distribuidores de combustível do Brasil entre os clientes atendidos.

Da operação com um único veículo às grandes frotas, a tecnologia se adapta ao seu porte e à sua realidade.

 

 

 



 

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terça-feira, 2 de junho de 2026

 



 

LEI LUCAS (Nº 13.722) - O QUE É, HISTÓRIA E TREINAMENTO PARA ESCOLAS

 

 


 

Guia completo sobre a Lei Lucas. Entenda sua história, o que diz, primeiros socorros e como escolher o melhor treinamento para sua instituição.

A segurança no ambiente escolar envolve pensar em diversos aspectos da rotina dos alunos. Um deles é a capacitação dos colaboradores que atuam na instituição para agirem prontamente em situações de risco iminente.

 

Lei Lucas (Lei nº 13.722/18) é o marco legal que garante essa preparação, estabelecendo que instituições de educação infantil e ensino básico, públicas ou privadas, ofereçam treinamento em noções de primeiros socorros aos seus profissionais.

 

O que é a Lei Lucas e como ela surgiu?

A Lei Lucas (Lei nº 13.722/18) recebeu este nome em homenagem ao pequeno Lucas Begalli Zamora. Em 2017, o menino de 10 anos faleceu durante um passeio escolar por asfixia mecânica (engasgo). Infelizmente, no local, não havia ninguém preparado para realizar as manobras de primeiros socorros que poderiam ter salvado sua vida.

Depois do que aconteceu com seu filho, Alessandra Begalli (mãe), passou a lutar pela capacitação, principalmente dos profissionais que lidam com crianças, em noções básicas de primeiros socorros. 

Alessandra começou um movimento de conscientização nas redes sociais que ganhou visibilidade nacional e culminou na sanção da Lei nº 13.722 em 4 de outubro de 2018. Portanto, a promulgação da Lei Lucas representa um marco significativo na legislação brasileira, destacando a necessidade de preparação para situações de emergência dentro de instituições de ensino e espaços de recreação infantil. 

 

Resumo: o que diz a Lei Lucas? O que as escolas precisam saber? 

A Lei Lucas determina que o treinamento em noções básicas de primeiros socorros é obrigatório para escolas, instituições de educação e recreação infantil, sejam elas públicas ou privadas. 

Esta exigência visa assegurar que os profissionais da educação estejam devidamente preparados para identificar e agir preventivamente em situações de emergência e urgência médicas, até que o suporte médico especializado consiga prestar atendimento.

 

Veja o que a lei define como obrigatório:

Obrigatoriedade: para escolas públicas e privadas de educação básica e recreação.

Público-alvo: professores e funcionários (em quantidade proporcional ao quadro de funcionários ou ao fluxo de crianças atendidas no estabelecimento).

Periodicidade: o curso deve ser ofertado anualmente visando a capacitação e/ou reciclagem dos profissionais. 

Certificação: a escola deve exibir em local visível a certificação que comprove a realização do treinamento.

Kit de primeiros socorros: o estabelecimento deve disponibilizar kits de primeiros socorros, conforme orientação das entidades especializadas em atendimento emergencial à população.

Conteúdo dos cursos: deve ser condizente com a natureza e a faixa etária do público atendido nos estabelecimentos de ensino ou de recreação.

 

IMPORTANTE: 

o  A legislação NÃO ESPECIFICA os critérios do treinamento de primeiros socorros como os conteúdos que devem ser abordados, a carga horária, formato das aulas ou metodologia de ensino. 

o  No entanto, a lei ESPECIFICA que a capacitação de primeiros socorros deve ser ministrada por profissionais habilitados ou instituições especializadas, garantindo que o conteúdo esteja atualizado com os protocolos de saúde mais recentes.

É essencial que as escolas busquem por cursos e treinamentos de qualidade que realmente preparem os funcionários para agir com rapidez e eficácia nos casos mais diversos, tais como: engasgos (manobra de heimlich), quedas, fraturas, desmaios, convulsões e paradas cardiorrespiratórias.

 

Onde encontrar cursos da Lei Lucas?

A Escudo é a plataforma de ensino líder em treinamentos de Saúde e Segurança no trabalho. O treinamento de primeiros socorros Lei Lucas da Escudo é elaborado pensando na rotina das escolas e tem foco em resguardar a integridade física e saúde de crianças, adolescentes, lactentes e adultos. 

Se você busca por um curso de qualidade que, além de cumprir a obrigatoriedade legal, capacita os colaboradores para lidarem com emergências na prática, a Escudo é a melhor escolha.  

o  Treinamento semipresencial com certificado reconhecido nacionalmente 

o  Conteúdo abrangente e atualizado por especialista na área 

o  Experiência gamificada e interativa

 

Benefícios da Lei Lucas 

A implementação da Lei Lucas traz diversos benefícios que vão além da simples conformidade legal. Vamos destacar alguns deles: 

Proteção e Segurança 

Primeiramente, a capacitação em primeiros socorros aumenta significativamente a segurança das crianças nas escolas. Em casos de emergência, a resposta rápida e eficaz faz toda a diferença. 

Tranquilidade para pais e responsáveis 

Os pais sentem-se mais tranquilos sabendo que a escola de seus filhos está preparada para lidar com emergências. Esta confiança pode fortalecer a relação entre a instituição de ensino e as famílias. 

Desenvolvimento de um ambiente Seguro 

Promove um ambiente escolar mais seguro e preparado, o que contribui para o bem-estar geral dos alunos e funcionários. 

 

Conclusão 

Em resumo, a Lei Lucas é uma medida fundamental para garantir a segurança nas escolas, protegendo nossas crianças e toda comunidade escolar.

Para escolas que buscam cumprir esta legislação e garantir a segurança de seus alunos, a Escudo oferece treinamentos completos e eficazes em primeiros socorros. Conheça mais sobre nosso treinamento de Lei Lucas e prepare sua instituição para qualquer eventualidade. 

 

 

 


 

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    ATUALIZAÇÃO PARA CASOS DE ENGASGO: VEJA O QUE MUDOU       A  American Heart Association (AHA)  divulgou em outubro de 2025 uma...