quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

 



 

ANDAIMES: 7 DICAS DE SEGURANÇA

 

 


 

Andaimes são estruturas muito comuns na indústria da construção. Infelizmente, ainda recebemos relatos de sérios acidentes envolvendo andaimes. Muitas vezes porque os requisitos mínimos de segurança não são seguidos. Não é a toa que a NR 18 dedica o item 18.12 inteiramente a essas estruturas. Nos baseamos no texto que vale a partir de fevereiro […]

 

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1 Vejamos 7 dicas de segurança em andaimes

2 Imagem bônus

Andaimes são estruturas muito comuns na indústria da construção.

Infelizmente, ainda recebemos relatos de sérios acidentes envolvendo andaimes.

Muitas vezes porque os requisitos mínimos de segurança não são seguidos.

Não é a toa que a NR 18 dedica o item 18.12 inteiramente a essas estruturas.

Nos baseamos no texto que vale a partir de fevereiro de 2021.

O profissional da SST que atua na indústria da construção deve conhecer bem os requisitos mínimos de segurança.

Só assim ele pode exigir que, durante a obra, os andaimes sejam usados corretamente sem expor os trabalhadores a riscos desnecessários.

 

Vejamos 7 dicas de segurança em andaimes

( segundo a NR 18)

1) é proibido o deslocamento das estruturas do andaime com trabalhadores sobre os mesmos;

2) o fornecedor do andaime deve ser uma empresa regularmente inscrita no conselho de classe;

3) devem ser acompanhados de manuais de instrução, em língua portuguesa, fornecidos pelo fabricante, importador ou locador;

4) a montagem, uso e desmontagem deve ser realizada por trabalhadores capacitados que receberam treinamento específico para o tipo de andaime usado e sempre com o uso de SPIQ (Sistema de Proteção Individual contra Quedas);

5) no caso de andaimes suspensos, os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio devem suportar, pelo menos, 3 vezes os esforços solicitantes e ser precedidos de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado;

6) Os andaimes suspensos, quando elétricos ou motorizados, devem seguir protocolos específicos de segurança, conforme manual do fabricante;

7) Os andaimes suspensos devem dispor de ponto de ancoragem do SPIQ independente do ponto de ancoragem do andaime.

 

Essas são apenas 7 requisitos de segurança dentro os tantos detalhados na NR 18. 

Para informações completas sobre segurança em andaimes, consulte a NR 18. Atenção, o novo texto entra em vigor em fevereiro de 2021.

 

 

 

 

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CIGARRO ELETRÔNICO (“VAPE”)

 

 


 

Olá! Seja bem vindo a mais um DDS Online! Aqui quem escreve é o Herbert Bento, fundador desse site e também criador dos Pendrive de Segurança do Trabalho.  Hoje vamos falar do cigarro eletrônico, também conhecido. Outros nomes usados são: vape, vaper, pod, e-cigarette, e-pipe, e-cigar, entre outros.

Nos últimos anos, o cigarro eletrônico ficou popular, sendo visto como uma alternativa moderna ao cigarro tradicional. Algumas vezes foi apontado como uma opção “menos nociva”, talvez por isso tenha conquistado um público tão amplo (principalmente entre jovens).

Mas, nem tudo são flores. Essa percepção muitas vezes é enganosa.

Embora o cigarro eletrônico pareça inofensivo à primeira vista, estudos recentes mostram os riscos para a saúde. Como tudo que envolve a saúde pública, esse tema não poderia ficar de fora de debates nas organizações.

O que é o cigarro eletrônico?

O cigarro eletrônico é um dispositivo projetado para simular a experiência de fumar. Ele funciona aquecendo um líquido, que se transforma em vapor e é inalado pelo usuário.

Diferente dos cigarros tradicionais, o cigarro eletrônico não utiliza a queima de tabaco.

Mas isso não significa que seja livre de riscos à saúde.

Os líquidos utilizados no “vape” possuem uma combinação de substâncias, que podem incluir:

·         nicotina: substância altamente viciante encontrada no tabaco. Alguns líquidos possuem alta concentração, aumentando o risco de dependência.

·         propilenoglicol (PG) e glicerina vegetal (VG): usados como base para criar o vapor.

·         aromas: sabores artificiais que tornam o uso mais atraente, principalmente para jovens.

·         outros compostos químicos: que podem incluir substâncias tóxicas ou cancerígenas.

A principal diferença está no método de funcionamento: o cigarro convencional queima tabaco, liberando fumaça, enquanto o cigarro eletrônico aquece o líquido, produzindo vapor. Apesar disso, ambos podem conter nicotina e expor o usuário a substâncias nocivas.

Perigos para a saúde

Estudos têm revelado que os danos causados por esses dispositivos vão muito além do que se imaginava inicialmente, especialmente devido às substâncias químicas presentes nos líquidos.

O vapor gerado pelo cigarro eletrônico contém substâncias químicas que podem causar irritação nos pulmões, além de inflamações e danos a longo prazo.

 

 

Cigarro eletrônico – perigos para a saúde


dependência química

A presença de nicotina pode levar à dependência química, muitas vezes em níveis mais elevados do que o cigarro tradicional.

riscos cardiovasculares

O uso do cigarro eletrônico tem sido associado a problemas cardíacos, como aumento da pressão arterial e danos aos vasos sanguíneos.

exposição a substâncias tóxicas

Embora o “vape” não queime tabaco, ele aquece líquidos que podem liberar substâncias tóxicas: formaldeído e acetaldeído, metais pesados, etc.

impacto na saúde bucal

O cigarro eletrônico pode causar danos à saúde bucal, como irritação da gengiva, erosão dentária e mau hálito.

perigos para não fumantes

O vapor exalado pelos usuários também contém substâncias químicas que podem ser inaladas por outras pessoas, caracterizando o chamado “vape passivo”. Isso representa um risco adicional, especialmente em ambientes fechados.

Além disso, por ser recarregável, é mais provável do usuário perder a noção de quanto está consumindo. No caso de cigarros tradicionais, é fácil contar quantas unidades foram consumidas. No caso do vape essa contagem é mais dificultada, podendo levar ao consumo ainda mais excessivo e prejudicial.

Legislação e regulamentação

No Brasil, a comercialização, importação e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas desde 2009.

Recentemente, a regulamentação foi revisada e manteve essa proibição, reforçada após uma análise aprofundada dos riscos e impactos desses produtos para a saúde pública.

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n° 855/2024 ampliou as restrições, incluindo a proibição de armazenamento, transporte e propaganda dos dispositivos, além de reiterar que seu uso é vetado em ambientes fechados de uso coletivo, sejam eles públicos ou privados.

Impactos no ambiente de trabalho

O uso de cigarros eletrônicos no ambiente de trabalho pode trazer desafios para a saúde coletiva, a convivência entre colegas e até mesmo a segurança do local. Entre os principais impactos estão:

redução da produtividade

As pausas frequentes para o uso do vape podem comprometer o ritmo de trabalho, além de criar desigualdade entre os colaboradores em termos de carga de trabalho.

riscos à saúde coletiva

Apesar de o vapor ser menos denso que a fumaça do cigarro tradicional, ele contém substâncias químicas que podem ser inaladas por outras pessoas, expondo os colegas a riscos, como o chamado “vape passivo”. Isso pode ser ainda mais problemático em ambientes fechados ou com pouca ventilação.

desconforto e impacto na convivência

O uso do cigarro eletrônico em ambientes compartilhados pode gerar desconforto, tanto pelo odor dos líquidos aromatizados quanto pela percepção de invasão de espaço. Isso pode afetar o clima organizacional e a relação entre os colaboradores.

Empresas devem adotar políticas claras para gerenciar o uso de cigarros eletrônicos no ambiente de trabalho, garantindo que a convivência, a segurança e a saúde de todos os colaboradores sejam preservadas.

Alternativas para quem deseja parar

Parar de usar cigarros eletrônicos pode ser um desafio, especialmente para aqueles que já desenvolveram dependência química à nicotina.

Mas, existem várias alternativas que podem ajudar nesse processo.


 

Cigarro eletrônico – como abandonar o hábito

 

Vejamos algumas opções:

Apoio profissional

consulta com médicos e psicólogos: profissionais especializados podem oferecer um plano personalizado para interromper o uso.

terapia cognitivo-comportamental (TCC): ajuda a identificar e mudar os gatilhos e comportamentos associados ao uso do vape.

Terapia de reposição de nicotina (TRN)

Produtos como adesivos, gomas de mascar e sprays nasais podem aliviar os sintomas de abstinência, reduzindo gradualmente a dependência da nicotina.

Medicamentos

Em alguns casos, médicos podem prescrever medicamentos específicos que ajudam a reduzir o desejo de usar nicotina, como a vareniclina ou o bupropiona.

Suporte de grupos e redes de apoio

Participar de grupos de apoio, como os oferecidos por instituições ou comunidades online, pode ser motivador. Compartilhar experiências com outras pessoas que enfrentam o mesmo desafio ajuda a criar um senso de pertencimento e incentivo.

Mudança de hábitos

identificar gatilhos: entenda quais situações ou emoções levam ao uso do vape e procure estratégias para lidar com esses momentos sem recorrer ao dispositivo.

exercícios físicos: a prática regular de atividades físicas reduz o estresse e melhora o humor, tornando o processo mais fácil.

técnicas de relaxamento: meditação, yoga e outras práticas ajudam a gerenciar a ansiedade e os sintomas de abstinência.

Abandonar o cigarro eletrônico exige determinação e suporte adequado, mas os benefícios para a saúde física e mental compensam o esforço.

 

Conclusão

O cigarro eletrônico esconde perigos para a saúde. Tanto no nível individual, quanto no coletivo. Desde problemas respiratórios e cardiovasculares até o risco de dependência química, os impactos do vape são reais.

Agora é o momento de refletir: como o uso do cigarro eletrônico pode impactar sua vida e a saúde daqueles ao seu redor?

Repense seus hábitos, busque informações e, se necessário, procure apoio profissional para abandonar o uso.

Empresas e trabalhadores têm um papel fundamental na construção de ambientes mais saudáveis, livres de dispositivos que colocam a saúde em risco.

Se você usa cigarro eletrônico, dê o primeiro passo para cuidar de si e do próximo.

Informe-se, busque alternativas e inspire mudanças no ambiente de trabalho e na sua vida pessoal.

Cada pequena atitude pode gerar um impacto positivo duradouro para sua saúde e bem-estar.

Afinal, prevenir é sempre a melhor escolha!

 

 

 

 

 

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