quarta-feira, 15 de abril de 2026

 



 

CORONAVÍRUS – RISCOS COM DESINFECTANTES

 

 


 

Os produtos usados para desinfectar superfícies ou até mesmo as mãos, visando a prevenção ao Coronavírus (COVID 19), são produtos químicos e esse tipo de produto pode provocar queimaduras, intoxicações e irritações, portanto, é preciso tomar alguns cuidados.

Houve um aumento na demanda e no uso de desinfectantes devido à pandemia do Coronavírus (COVID-19) e nos obriga a examinar mais de perto os riscos envolvidos.

Continue lendo esse post e saiba mais sobre os riscos provocados pelos desinfectantes e os cuidados na hora da compra e uso desse produtos químicos.

 

O que é desinfectante?

 

 

Desinfectantes são substâncias utilizadas durante assepsia e que são aplicadas em ambientes ou superfícies não vivas para destruir os microrganismos que vivem nesses objetos.

A desinfecção não mata, necessariamente, todos os microrganismos e bactérias existentes em um ambiente ou superfície, sendo menos eficaz que a esterilização, que é um processo extremo químico ou físico que mata todos os tipos de vida.

Apesar de os produtos desinfectantes de superfícies serem um aliado importante para prevenir infecções pelo novo coronavírus (Covid-19),ANVISA recomenda a utilização somente de produtos regularizados.

 

Os tipos mais comuns de desinfectantes domésticos usados ​​atualmente são álcool e água sanitária.

Embora ambos sejam igualmente eficazes e benéficos, eles podem ser perigosos se não forem usados ​​com os devidos cuidados.

O que torna o alvejante um poderoso desinfectante é seu ingrediente ativo corrosivo, o hipoclorito de sódio (mais comumente chamado apenas de cloro).

Essa propriedade corrosiva permite interromper e matar a maioria das bactérias, fungos e vírus.

Embora benéfico para matar micróbios, os mesmos efeitos corrosivos são sentidos pela pessoa que realiza a desinfecção.

 

Riscos e danos provocados pelos desinfectantes contra coronavírus

Alguns produtos de limpeza liberam vapores nocivos mesmo quando diluídos e liberam vapores ainda mais venenosos quando misturados com outros produtos de limpeza.

Há relatos de casos com sensação de ardência no nariz e garganta, queimação nos olhos, tosse e tontura ao inalar vapores.

A exposição repetida ao alvejante por um longo período provou causar dermatites e problemas respiratórios.

Pesquisas indicam que enfermeiros com maior exposição ocupacional ao alvejante têm um risco aumentado de desenvolver Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), uma doença pulmonar marcada por um fluxo aéreo insuficiente, que agrava com o tempo se não for tratada.

Indivíduos com problemas respiratórios conhecidos como asma, enfisema e DPOC devem evitar o uso de lixívia para evitar a exacerbação dessas condições.

Se o uso de alvejante não puder ser evitado, indivíduos suscetíveis devem limitar seu uso ​​enquanto exercem a máxima precaução.

Além disso, para alcançar o resultado esperado, é fundamental seguir as instruções contidas no rótulo do produto quanto à forma de uso, cuidados e os Equipamentos de Proteção Individual – EPI necessários para sua aplicação. 

É importante o consumidor saber que os saneantes devem apresentar no rótulo o número de registro na Anvisa ou de notificação, quando a empresa envia informações sobre o produto antes de comercializá-lo.

ANVISA orienta que os produtos irregulares sejam denunciados à Ouvidoria da Agência.

Para denunciar, basta preencher o formulário disponível no portal.

 

Riscos dos desinfectantes caseiros

O alerta da pandemia de coronavírus (COVID 19) causou uma escassez de álcool em gel.

As prateleiras das farmácias e rede de supermercados onde antes encontrava-se esses produtos, agora já não há na mesma quantidade.

Quando é encontrado algum produto dessa natureza em supermercados, farmácias ou até mesmo na internet, o preço geralmente é mais alto do que o normal.

Diante da situação, as pessoas acabam optando pelas opções caseiras, as quais podem ser encontradas “receitas” na internet.

Embora seja bom ser proativo, é crucial que os ingredientes sejam cuidadosamente escolhidos.

Pois além de confiar em um produto caseiro, o qual pode não ter eficácia na prevenção contra o Coronavírus, ainda poderá ser prejudicial à saúde.

A desinfecção pessoal deve limitar-se aos desinfectantes para as mãos,

 

Dicas para o uso eficaz e seguro de desinfetantes:

·       Lavar as mãos por 20 segundos é a melhor maneira de manter as mãos limpas e evitar a propagação do Coronavírus (COVID-19).

·       O desinfetante para as mãos deve ser usado apenas como alternativa à lavagem das mãos.

·       Use luvas ao usar alvejante ou álcool para desinfetar as superfícies.

·       Sempre garanta ventilação adequada ao usar alvejante e evite o uso em espaços fechados.

·       Ao preparar a solução de alvejante, sempre adicione alvejante à água e não vice-versa para evitar queimaduras por respingos.

·       Nunca misture alvejante com outros produtos de limpeza, especialmente produtos que contenham amônia, como limpadores de vaso sanitário, forno, ralo, janela e outros produtos de limpeza multiuso.

A solução de lixívia deve ser armazenada em recipientes opacos com rotulagem clara do conteúdo.

Ele deve ser armazenado fora do alcance das crianças.

O alvejante misturado com a água degrada e perde sua eficácia na presença de luz, portanto, a solução de alvejante geralmente é boa apenas por 24 horas após a preparação.

 

Orientações da ANVISA sobro coronavírus

A Agência orienta a população a ter cuidado com informações compartilhadas por meio de aplicativos, como “dicas” de uso de substâncias químicas para a produção caseira de produtos saneantes.

Isso não é recomendável e pode colocar a sua saúde e a de outras pessoas em risco, em especial pela falta de eficácia.

Além disso, há risco de acidentes que podem provocar queimaduras, intoxicação e irritações.

Por isso, a Anvisa reforça que existem diversos produtos regularizados no mercado, devidamente avaliados e testados, e que são destinados à desinfecção dos ambientes, utensílios e objetos (chão, superfícies de móveis, maçanetas, corrimão, interruptores de luz etc.).

Considerando que ainda não é possível testar os saneantes com ação antimicrobiana para o Covid-19, por enquanto essa informação não constará no rótulo dos produtos.

Contudo, os saneantes testados para microrganismos mais resistentes são bons instrumentos para combater a proliferação do novo vírus.  

 

 

 



 

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8 DICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

 

 


 

Independentemente do tamanho ou ramo de atuação da empresa, prevenir é uma das principais dicas de segurança do trabalho e que deve ser seguida…

Para isso, os gestores precisam estar atentos aos riscos existentes no ambiente de trabalho e, principalmente informar e orientar os trabalhadores quanto a estes.

Os ambientes de trabalho mais seguros ocorrem quando os funcionários, em todos os níveis da organização, trabalham juntos para se comunicar e aderir aos padrões de segurança do trabalho estabelecidos.

Um programa de segurança bem-sucedido é aquele que incentiva os funcionários a comunicar condições inseguras ou comportamentos inseguros e incentiva práticas seguras ao longo de cada dia de trabalho.

Acidentes ou doenças do trabalho podem gerar desde incapacitações temporárias ou permanentes, até mesmo a morte do trabalhador.

Acidentes ou doenças do trabalho podem trazer prejuízos para o empregador, empregado, família do acidentado e Previdência Social, além de dor e sofrimento ao trabalhador e sua família.

Portanto, é imprescindível que a segurança do trabalho seja priorizada sempre em qualquer circunstância.

Com objetivo de auxiliar na prevenção dos acidentes e doenças do trabalho, o Portal da Prevenção descreve nesse artigo, 8 Dicas de Segurança do Trabalho.

 

1. Esteja ciente de seus arredores

Todo local de trabalho possui perigos inerentes, sejam máquinas grandes e pesadas, correias transportadoras, equipamentos elétricos energizados, ambiente desorganizados, etc.

A melhor maneira de manter-se seguro é estar ciente de seu entorno. Quanto mais familiarizado você estiver com as tarefas e o local de trabalho, mais ciente dos riscos potenciais.

Conhecer o seu entorno e estar ciente dos riscos potenciais ajudará você e seus colegas de trabalho a evitar situações desnecessárias ou perigosas.

 

2. Mantenha a postura correta

Todos nós já ouvimos esse velho ditado, “levante com as pernas – não com as costas”, mas manter a postura correta se refere a mais do que apenas funcionários que levantam as coisas regularmente.

Se você trabalha em uma mesa, também precisa ter uma boa postura para evitar problemas nas costas, dores no pescoço e até no túnel do carpo.

Obviamente, se você precisar levantar as coisas no trabalho, mantenha as costas retas e levante com as pernas.

E se você precisar levantar algo que acha que pode ser muito pesado, dedique alguns segundos a mais para encontrar a ajuda mecânica que pode ajudá-lo ou levante com um parceiro.

Seja uma empilhadeira ou um carrinho de mão, suas costas valem alguns segundos extras.

 

3. Faça pausas regulares

É importante que os funcionários sempre façam seus intervalos regulares.

Trabalhadores cansados ​​são os mais propensos a um incidente.

Quanto mais cansado você estiver, menos consciente do seu entorno e maior o risco de sofrer uma lesão.

Faça as pausas que você recebe regularmente para se manter atualizado e tente agendar suas tarefas mais difíceis para o início do seu turno, quando estiver mais alerta.

 

4. Nunca use atalhos nos procedimentos

Os procedimentos e dicas de segurança do trabalho durante execução de atividades laborais que visam manter os funcionários seguros, especialmente aqueles que acompanham máquinas pesadas.

É importante sempre usar todas as ferramentas e máquinas com as quais você trabalha, de acordo com as instruções.

Os atalhos levam a lesões e não valem a pequena quantidade de tempo que podem economizar.

Certifique-se de estar sempre usando a ferramenta certa para o trabalho e corretamente.

 

5. Esteja ciente de novos procedimentos de segurança do trabalho

Quando sua empresa compra uma nova máquina ou mesmo atualiza o treinamento, é importante ter certeza dos novos procedimentos e dicas de segurança do trabalho que acompanham essas alterações.

Embora seu empregador seja responsável por fornecer o treinamento adequado e seu supervisor garanta que você seja designado para um período de treinamento, é sua responsabilidade garantir que você entenda os novos procedimentos e as dicas de segurança do trabalho e implemente-os adequadamente antes de usar qualquer nova máquina.

Não deixe de perguntar aquilo que não entender sobre um procedimento de segurança.

 

6. Mantenha as áreas de circulação e saídas de emergência desobstruídas

Nunca coloque nada que obstrua áreas de circulação ou uma porta de saída de emergência, mesmo que seja apenas por alguns minutos.

Embora isso possa parecer um acéfalo, é surpreendente quantas escadas, carrinhos e até empilhadeiras são colocados diante das saídas de emergência.

Além disso, garanta que os caminhos para desligamentos de emergência de máquinas e equipamentos estejam totalmente desobstruídos, caso algo precise ser desligado imediatamente.

 

7. Relate as condições inseguras

A única maneira de impedir que as condições inseguras provoquem acidentes do trabalho é relatá-las aos supervisores assim que você as notar e ajudar a fazer parte da solução.

Seu supervisor é legalmente obrigado a fornecer a todos os funcionários um ambiente de trabalho seguro e cuidará de quaisquer condições inseguras, mas eles devem estar cientes dessas condições para fazê-lo.

É importante sempre relatar qualquer situação perigosa ou condição insegura o mais rápido possível, para manter você e outros funcionários em segurança.

Trabalhe em conjunto para encontrar uma solução e impedir que a condição insegura ocorra novamente no futuro.

 

8. Use sempre equipamento de proteção individual

Por fim, verifique se você está sempre usando o equipamento de proteção individual (EPI) fornecido pelo seu empregador.

Seja algo tão pequeno quanto os protetores auriculares ou algo tão grande quanto uma roupa química, esse EPI existe por um motivo.

Usar o EPI correto para o trabalho que você está realizando é apenas outra maneira de mantê-lo protegido de ferimentos.

Lembre-se! A empresa tem a obrigação de fornecer o EPI, sem custo ao trabalhador, e o trabalhador tem a obrigação de fazer uso, conforme orientação do empregador, conforme Norma Regulamentadora nº 06 – NR 06.

O empregado que descumpre normas internas protetivas do trabalho e/ou aquele empregado que se recusa a utilizar equipamentos de proteção individual pode ser despedido por justa causa (artigo 158, parágrafo único, da CLT).

“Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

a) à observância das instruções expedidas pelo empregador na forma do item II do artigo anterior; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa. (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)”

Embora todos os funcionários façam o possível para entender e implementar as práticas recomendadas de segurança do trabalho, cabe aos gerentes e empresários garantir que seus funcionários tenham o treinamento necessário para reduzir os riscos.

 

 

 

 

 

 

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