sexta-feira, 10 de julho de 2026

 



 

ATUALIZAÇÃO DA NR-16 - NOVOS CRITÉRIOS DE PERICULOSIDADE PARA MOTOCICLISTAS E IMPACTOS PARA AS EMPRESAS

 

 


 

A NR-16, que trata das atividades e operações perigosas, foi atualizada com a publicação da Portaria MTE nº 2.021, de 03 de dezembro de 2025, que instituiu o Anexo V — Atividades Perigosas em Motocicleta.

A nova regulamentação entra em vigor em 03 de abril de 2026, estabelecendo critérios técnicos claros para caracterização e descaracterização da periculosidade nas atividades que envolvem o uso de motocicletas.

Essa atualização representa um avanço significativo na segurança jurídica e técnica, ao detalhar de forma objetiva situações que, até então, eram amplamente discutidas no âmbito administrativo e judicial.

Contexto legal da periculosidade para motociclistas

A periculosidade para trabalhadores que utilizam motocicletas não é um tema recente no Brasil. A Lei nº 12.997/2014 alterou o artigo 193 da CLT, incluindo essa atividade como potencialmente perigosa. No entanto, por muitos anos, a ausência de regulamentação técnica clara gerou um cenário de insegurança jurídica.

Na prática, isso se refletia em interpretações divergentes entre empresas, fiscalizações e decisões judiciais. Algumas organizações optavam por pagar o adicional de forma generalizada para evitar passivos trabalhistas, enquanto outras adotavam uma postura restritiva, muitas vezes questionada judicialmente.

A criação do Anexo V da NR-16 surge justamente para eliminar essa lacuna, trazendo critérios técnicos objetivos e padronizando a forma de análise da atividade.

Objetivo do Anexo V da NR-16

O Anexo V foi estruturado para transformar um conceito legal amplo em um processo técnico de avaliação. A norma passa a estabelecer que a caracterização da periculosidade não depende apenas da existência da motocicleta na atividade, mas sim do contexto em que ela é utilizada.

Isso significa que a análise deve considerar o ambiente de trabalho, a forma de execução da atividade e o nível de exposição ao risco. Essa abordagem reduz a subjetividade e fortalece o papel técnico do profissional de segurança do trabalho, que passa a ter parâmetros mais claros para fundamentar suas conclusões.

Critérios técnicos para caracterização da periculosidade

A caracterização da periculosidade passa a depender de uma análise integrada de três elementos principais: o uso da motocicleta, o ambiente em que a atividade é realizada e a frequência da exposição ao risco.

Utilização da motocicleta como ferramenta de trabalho

A norma deixa claro que a motocicleta precisa estar diretamente vinculada à atividade profissional. Isso significa que não basta o trabalhador eventualmente utilizar esse meio de transporte; é necessário que ele seja essencial para a execução da função.

Na prática, isso diferencia claramente situações em que a motocicleta é apenas um meio ocasional de deslocamento daquelas em que ela é indispensável para o trabalho, como ocorre com entregadores, técnicos de campo ou profissionais que realizam atendimento externo. Esse vínculo direto com a atividade é o que justifica a análise da periculosidade.

Atuação em vias públicas

Outro ponto central é o ambiente onde a atividade ocorre. A norma considera que a exposição ao risco está diretamente associada à circulação em vias públicas, onde o trabalhador está sujeito a um ambiente não controlado.

O trânsito apresenta variáveis imprevisíveis, como comportamento de terceiros, condições da via, fluxo intenso de veículos e situações inesperadas. Essa combinação cria um cenário de risco elevado, principalmente para motociclistas, que possuem menor proteção física em comparação com outros veículos.

Por isso, a atuação em vias públicas é um elemento determinante para a caracterização da periculosidade.

Exposição habitual e permanente

A habitualidade da exposição ao risco é um fator decisivo na análise. A norma exige que o trabalhador esteja exposto de forma contínua ou frequente, inserida na rotina da atividade.

Isso evita distorções, como enquadrar atividades pontuais ou esporádicas como perigosas. A lógica é que o adicional de periculosidade deve refletir uma condição permanente de risco, e não situações eventuais.

Essa exigência reforça a necessidade de uma análise criteriosa da atividade, considerando a frequência real de utilização da motocicleta.

Natureza do risco na atividade com motocicleta

O risco associado à atividade com motocicleta não está apenas no veículo, mas na combinação de fatores que envolvem sua utilização. A motocicleta, por sua própria natureza, oferece menor proteção ao condutor, deixando o trabalhador mais exposto em caso de acidente.

Além disso, o trânsito é um ambiente dinâmico e imprevisível, onde o comportamento de outros condutores, as condições da via e fatores externos influenciam diretamente o nível de risco. Essa combinação de alta probabilidade de ocorrência de acidentes com elevada gravidade das consequências é o que fundamenta tecnicamente o enquadramento da atividade como perigosa.

Situações que descaracterizam a periculosidade

A norma também avança ao definir de forma clara as situações em que a periculosidade não se aplica, evitando generalizações e enquadramentos indevidos.

Deslocamento residência-trabalho

O uso da motocicleta para deslocamento entre a residência e o local de trabalho não caracteriza periculosidade. Esse entendimento se baseia no fato de que esse trajeto não faz parte da execução da atividade laboral, além de não estar sob controle direto do empregador.

Embora exista risco nesse deslocamento, ele não é considerado um risco ocupacional nos termos da norma, o que afasta a obrigatoriedade do adicional.

Uso eventual ou esporádico

A utilização eventual da motocicleta também não configura periculosidade. Quando o uso ocorre de forma esporádica, sem integrar a rotina do trabalhador, não há exposição contínua ao risco.

Esse critério é importante para evitar que situações pontuais, como substituições ocasionais ou atividades não recorrentes, sejam enquadradas como perigosas. A norma reforça que a habitualidade é essencial para a caracterização.

Atividades em ambientes controlados

Quando a atividade ocorre exclusivamente em ambientes internos ou áreas privadas, a periculosidade tende a não se caracterizar. Isso ocorre porque esses ambientes permitem maior controle das condições de operação, como sinalização, organização do tráfego e procedimentos internos.

Esse controle reduz significativamente a probabilidade de acidentes graves, diferenciando esses cenários das vias públicas, onde o risco é mais elevado e menos previsível.

Laudo técnico: elemento central da caracterização

A nova NR-16 reforça o papel do laudo técnico como base para a tomada de decisão. A caracterização da periculosidade passa a depender de uma análise formal, fundamentada e documentada.

Estrutura do laudo

Um laudo técnico consistente deve apresentar uma descrição detalhada da atividade, analisando o ambiente de trabalho, a forma de execução das tarefas e a frequência de exposição ao risco. Essa análise precisa ser técnica, baseada em evidências e alinhada com os critérios estabelecidos na norma.

A qualidade desse documento é fundamental, pois ele será utilizado como referência tanto para a empresa quanto para fiscalizações e eventuais processos judiciais.

Responsabilidade e implicações

A elaboração do laudo implica responsabilidade técnica por parte do profissional que o assina. Isso exige rigor na análise e fundamentação adequada das conclusões.

Um laudo mal elaborado pode expor a empresa a riscos trabalhistas, enquanto um documento bem estruturado contribui para segurança jurídica e consistência na gestão de SST.

Adicional de periculosidade: critérios e aplicação

O adicional de periculosidade permanece com o percentual de 30% sobre o salário-base, conforme previsto na legislação.

Base de cálculo

A aplicação sobre o salário-base significa que o cálculo não considera outros adicionais ou gratificações. Essa definição garante padronização na forma de pagamento e evita distorções na aplicação do adicional.

Condição de pagamento

O pagamento do adicional está diretamente vinculado à condição de exposição ao risco. Caso essa condição deixe de existir, seja por mudança de função ou alteração no processo de trabalho, o adicional pode ser cessado, desde que haja justificativa técnica adequada.

Esse aspecto exige monitoramento contínuo por parte da empresa.

Impactos para empresas e gestão de SST

A atualização da NR-16 exige uma abordagem mais estruturada por parte das empresas na gestão da periculosidade.

Revisão de processos internos

Será necessário revisar atividades, funções e a forma como a motocicleta é utilizada dentro da operação. Essa análise pode levar à reclassificação de funções e ajustes na organização do trabalho.

Integração com o PGR

A análise da periculosidade deve estar integrada ao Programa de Gerenciamento de Riscos, considerando a identificação do perigo, avaliação do risco e definição de medidas de controle.

Essa integração fortalece a consistência da gestão de SST.

Gestão de custos e passivos

A norma traz maior previsibilidade, permitindo que as empresas identifiquem corretamente quando o adicional é devido e quando não é. Isso pode gerar tanto aumento de custos quanto redução de passivos, dependendo da situação.

Conclusão: evolução técnica da NR-16

A criação do Anexo V representa um avanço importante na regulamentação das atividades com motocicleta. A norma estabelece critérios claros, reduz a subjetividade e fortalece a análise técnica.

Para as empresas, o desafio passa a ser estruturar corretamente essa análise, integrando a periculosidade à gestão de riscos e garantindo conformidade com a legislação.

 

 

 

 

 

 

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ABSENTEÍSMO - O QUE É, IMPACTOS E COMO DIMINUIR NAS EMPRESAS

 

 


 

O absenteísmo e o turnover são dois grandes desafios enfrentados pelas empresas no dia a dia. Ambos podem gerar custos elevados, comprometer a produtividade e, sobretudo, afetar diretamente a segurança do trabalho. Entender suas causas e como preveni-los mantém um ambiente saudável e seguro para todos os colaboradores.

O absenteísmo é caracterizado pela ausência dos funcionários no ambiente de trabalho, seja por motivos justificados ou não. Ele pode ocorrer por questões de saúde, problemas pessoais, acidentes de trabalho ou até mesmo falta de engajamento. Quando o absenteísmo é frequente, as empresas enfrentam dificuldades em manter a continuidade dos processos, o que pode levar a um aumento nos riscos relacionados à segurança.

Para combater o absenteísmo e o turnover, as empresas precisam investir em práticas eficazes de gestão de pessoas, com foco na segurança e no bem-estar dos colaboradores.

No artigo de hoje falaremos sobre absenteísmo, tipos, principais causas, impactos para as empresas e como reduzir. Continue a leitura.

O que é absenteísmo?

Absenteísmo é o termo usado para descrever a ausência frequente ou prolongada de um colaborador do ambiente de trabalho, seja por motivos justificados ou não. Ele pode incluir faltas, atrasos e saídas antecipadas, e pode ser resultado de diversos fatores, como problemas de saúde, questões pessoais, falta de engajamento, acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais.

Existem dois tipos principais de absenteísmo:

Absenteísmo justificado: ocorre quando o colaborador tem uma razão legítima para a ausência, como doenças, licenças médicas, emergências familiares ou obrigações legais. Nesses casos, geralmente é possível prever ou justificar a ausência com documentos médicos ou autorizações formais.

Absenteísmo injustificado: refere-se a ausências sem motivo claro ou justificativa, como faltas recorrentes sem aviso prévio, atrasos contínuos ou saídas antecipadas frequentes. Esse tipo de absenteísmo pode sinalizar problemas de engajamento ou desmotivação por parte do colaborador.

O absenteísmo pode impactar negativamente as empresas, resultando em perda de produtividade, aumento de custos e até problemas relacionados à segurança do trabalho, quando sobrecarrega outros colaboradores ou afeta o fluxo normal de atividades.

Principais causas do absenteísmo

O absenteísmo no ambiente de trabalho pode ser atribuído a diversos fatores, que geralmente se interrelacionam. Entre os mais comuns podemos citar:

Problemas de saúde

Doenças físicas: resfriados, gripes, dores crônicas, problemas musculoesqueléticos (como dores nas costas) e doenças mais graves podem resultar em afastamentos regulares.

Doenças ocupacionais: condições de trabalho inadequadas, como ergonomia deficiente, exposição a agentes nocivos e estresse, podem gerar doenças ocupacionais, levando ao absenteísmo.

Acidentes de trabalho: funcionários que sofrem acidentes no ambiente de trabalho podem precisar de tempo para se recuperar, aumentando o número de ausências.

Saúde mental

Estresse: excesso de pressão no ambiente de trabalho, falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional e prazos apertados podem causar estresse elevado, levando a faltas frequentes.

Depressão e ansiedade: transtornos mentais estão cada vez mais comuns no ambiente de trabalho e podem resultar em longos períodos de afastamento se não forem devidamente tratados.

Insatisfação com o trabalho

Falta de motivação e engajamento: funcionários desmotivados ou insatisfeitos com o ambiente de trabalho, suas funções ou remuneração tendem a faltar com mais frequência.

Falta de reconhecimento: quando os colaboradores não se sentem valorizados ou reconhecidos por seus esforços, a desmotivação pode levar ao aumento de ausências.

Condições de trabalho inadequadas

Ambiente de trabalho inseguro: locais de trabalho com altos índices de acidentes, condições insalubres ou que oferecem pouca proteção aos funcionários podem gerar afastamentos frequentes.

Sobrecarga de trabalho: a distribuição desigual de tarefas ou uma carga de trabalho excessiva pode causar desgaste físico e emocional, levando a faltas.

Cultura organizacional

Falta de suporte e clima organizacional negativo: um ambiente de trabalho negativo, com má gestão, falta de comunicação e ausência de apoio aos colaboradores, pode aumentar significativamente o absenteísmo.

Qual o impacto para as empresas?

O absenteísmo pode gerar impactos significativos nas empresas, tanto em termos financeiros quanto na eficiência e segurança do ambiente de trabalho. A seguir listamos os principais:

Redução da produtividade

Quando colaboradores faltam com frequência, as equipes ficam desfalcadas, resultando em:

Atrasos na execução de tarefas: a ausência de um membro pode interromper o fluxo de trabalho, atrasando prazos e metas.

Sobrecarga dos outros funcionários: a equipe restante pode ser sobrecarregada, o que, por sua vez, aumenta o risco de erros, fadiga e até acidentes de trabalho.

Aumento de custos operacionais

O absenteísmo pode causar um aumento nos custos para a empresa, como:

Pagamentos por horas extras: outros funcionários precisam cobrir a ausência, muitas vezes fazendo horas extras, o que gera custos adicionais.

Contratação temporária: dependendo da duração do absenteísmo, a empresa pode precisar contratar trabalhadores temporários ou substituir os ausentes, o que também eleva as despesas.

Treinamento de novos funcionários: quando substitutos são necessários, o treinamento deles envolve tempo e recursos adicionais.

Aumento dos riscos à segurança do trabalho

O absenteísmo pode afetar diretamente a segurança no ambiente de trabalho, já que:

·      Funcionários sobrecarregados ficam mais suscetíveis a acidentes devido ao estresse e à fadiga.

·      Novos funcionários ou temporários podem não estar totalmente familiarizados com as normas de segurança, aumentando os riscos de incidentes.

·      Ausência de funcionários experientes pode significar que normas e práticas de segurança não sejam seguidas rigorosamente.

Prejuízo ao clima organizacional

Quando o absenteísmo se torna frequente, o clima organizacional pode se enfraquecer:

Motivação baixa entre os funcionários: aqueles que permanecem na empresa podem se sentir sobrecarregados ou injustiçados, o que afeta o moral da equipe.

Aumento de conflitos internos: a sobrecarga de trabalho gerada pelas ausências pode resultar em tensões e conflitos entre os colaboradores.

Aumento do turnover

O absenteísmo elevado pode contribuir para o aumento da rotatividade (turnover) de funcionários. A insatisfação com a sobrecarga de trabalho ou a desmotivação causada por um ambiente de trabalho mal gerido pode levar os funcionários a buscarem oportunidades em outras empresas. Isso gera um ciclo negativo de absenteísmo e turnover, dificultando a estabilidade da força de trabalho.

As empresas precisam desenvolver estratégias eficientes de gestão de pessoas, como promover um ambiente de trabalho saudável, implementar programas de segurança do trabalho e investir em políticas de bem-estar e reconhecimento. O monitoramento regular das taxas de absenteísmo também permite que a organização identifique rapidamente problemas e adote medidas corretivas.

Como diminuir o absenteísmo?

Promover o bem-estar no ambiente de trabalho

Investir na saúde física e mental dos colaboradores influencia na redução do absenteísmo:

Programas de saúde ocupacional: realizar campanhas de conscientização sobre cuidados com a saúde, incentivar check-ups médicos periódicos e fornecer apoio para adoção de hábitos saudáveis (como ginástica laboral e alimentação adequada).

Apoio à saúde mental: oferecer suporte psicológico, como terapia ocupacional ou coaching, pode ajudar a prevenir o absenteísmo causado por estresse, ansiedade e depressão. A criação de espaços para descompressão e diálogo também pode ser benéfica.

Investir na segurança do trabalho

Garantir um ambiente seguro é fundamental para reduzir acidentes e doenças ocupacionais:

Treinamentos constantes de segurança: educar os funcionários sobre práticas seguras, uso adequado de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e protocolos de segurança pode minimizar o risco de acidentes e afastamentos.

Ergonomia: adotar soluções ergonômicas adequadas ao ambiente de trabalho reduz lesões por esforço repetitivo e outros problemas de saúde que causam afastamentos.

Melhorar o clima organizacional

Um ambiente de trabalho positivo e colaboradores engajados tendem a faltar menos:

Reconhecimento e valorização: criar uma cultura de reconhecimento, na qual os colaboradores se sintam valorizados por seus esforços e conquistas, aumenta a motivação e o comprometimento.

Programas de desenvolvimento e carreira: investir no desenvolvimento pessoal e profissional dos funcionários por meio de capacitações e planos de carreira gera mais satisfação e retenção.

Comunicação aberta: manter uma comunicação clara e transparente entre gestão e colaboradores, permitindo que problemas sejam discutidos e resolvidos com antecedência, evita o acúmulo de frustrações.

Monitorar e analisar o absenteísmo

Acompanhar de perto as taxas de absenteísmo e suas causas permite ações preventivas mais rápidas:

Indicadores de absenteísmo: criar um sistema de monitoramento que registre as ausências e suas razões, para identificar padrões e tendências.

Pesquisa de clima organizacional: realizar pesquisas periódicas para entender o nível de satisfação dos colaboradores e possíveis fontes de insatisfação ou estresse.

Gerenciamento de afastamentos

Gerir corretamente os afastamentos e facilitar o retorno dos colaboradores ao trabalho pode reduzir a reincidência do absenteísmo:

Programas de retorno ao trabalho: para colaboradores que se ausentaram por motivos de saúde ou acidentes, criar programas de retorno gradual ao trabalho, oferecendo suporte médico e psicológico quando necessário.

Assistência a colaboradores afastados: manter contato com os funcionários afastados para oferecer suporte durante o período de ausência pode acelerar o processo de recuperação e evitar afastamentos prolongados.

Implementar essas práticas de maneira consistente pode não só reduzir o absenteísmo, mas também aumentar a produtividade, o engajamento e a satisfação dos colaboradores, criando um ambiente de trabalho mais saudável e eficiente.

Conclusão

Como vimos, o absenteísmo é um desafio significativo para as empresas, com impactos diretos na produtividade, nos custos operacionais e na segurança do trabalho. Reduzir as taxas de ausência requer uma abordagem estratégica que envolve a promoção da saúde física e mental dos colaboradores, a melhoria do ambiente de trabalho, e a criação de políticas flexíveis que incentivem o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

Empresas que investem em programas de segurança do trabalho, políticas de bem-estar e gestão de pessoas tendem a observar uma diminuição significativa no absenteísmo e, consequentemente, uma melhoria no desempenho geral. O acompanhamento contínuo das causas das ausências e a implementação de soluções personalizadas para cada situação criam um ambiente mais produtivo, saudável e seguro para todos.

A adoção de práticas eficazes de gestão de absenteísmo também resulta em uma cultura organizacional mais forte e engajada, promovendo a retenção de talentos.

 

 



 

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