segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

 




 

SEGURANÇA DO TRABALHO NA INDÚSTRIA:

GUIA COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

 


Seja qual for o ramo industrial, se há risco atrelado a uma tarefa ocupacional, o empregador precisa se preocupar com a segurança do trabalho nas dependências de sua empresa. Entretanto, mesmo sendo classificada como uma obrigatoriedade na indústria, a preocupação com a segurança dos colaboradores no ambiente de trabalho, infelizmente, nem sempre é considerada em nosso país.

Como prova disso, podemos destacar o triste ranking mundial dos países que mais sofrem com acidentes de trabalho, em que o Brasil aparece na quarta colocação. Isso evidencia que, mesmo tendo várias normas regulamentadoras voltadas para a promoção da saúde e da medicina ocupacional, a indústria brasileira precisa, mais do que nunca, repensar de que forma é organizado e executado o seu planejamento de segurança.

Nesse contexto, com o intuito de explicar o que é segurança do trabalho, bem como qual é a sua importância para a indústria e como aplicá-la, preparamos este guia completo, detalhando todos os pontos acerca desse tema. Boa leitura!

 

O que é a segurança do trabalho na indústria?

 

A expressão segurança do trabalho na indústria diz respeito a toda e qualquer medida que visa promover a saúde e a segurança do colaborador em meio a execução de atividades consideradas como de risco ocupacional. Em outras palavras, é um conjunto de parâmetros que reúne diferentes metodologias de aplicação e que resultam em ambientes de trabalho mais confortáveis e que oferecem menos riscos.

Cabe ressaltarmos que, mesmo sendo aplicada da maneira mais correta possível, a segurança do trabalho jamais representará situações com nenhuma chance de ocorrer um acidente de trabalho. Isso porque ela é uma ferramenta que permite controlar e reduzir ao máximo os riscos ocupacionais. Entretanto, eles sempre existirão (mesmo que com possibilidades remotas).

 

Principais riscos ocupacionais na indústria

 

Veja a seguir quais são os principais riscos ocupacionais que os colaboradores comumente enfrentam em um meio industrial.

 

Risco físico

 

Como o próprio nome sugere, é qualquer tipo de ameaça física contra o corpo humano, tais como os seguintes:

 

·       Ruídos excessivos — gerado pela elevada intensidade sonora, os ruídos excessivos, quando não atenuados por um protetor auricular, podem acarretar a perda progressiva da audição humana, bem como a confusão mental e a perda da concentração;

·       Cortes — existem várias atividades industriais que expõem os colaboradores ao risco de corte. Entre elas, podemos destacar os serviços realizados em frigoríficos e em serralherias, em que o contato com peças e ferramentas cortantes é rotineiro;

·       Choque elétrico — o choque elétrico é, talvez, um dos riscos físicos mais severos, já que a porcentagem de fatalidades quando ele ocorre é altíssima. Em vista disso, a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) em ambientes onde há possibilidades de haver fontes e fios desencapados é imprescindível.

 

Risco químico

 

Já o risco químico está relacionado com todas as substâncias classificadas como tóxicas. Ao ser exposto a uma delas, os colaboradores estão sujeitos a sofrerem:

 

·       Asfixia — o risco de asfixia é bastante comum em ambientes confinados (galerias, vasos de pressão, tubulações e entre outros), os quais têm baixa ventilação natural e elevada concentração de gases nocivos (principalmente o dióxido de carbono (CO2));

·       Irritações nos olhos e no nariz — um exemplo clássico de substância química que tem potencial para causar muita irritação nos olhos e no nariz (quando não são utilizados os EPIs) é o cromo (muito comum de ser aplicado na superfície de peças metálicas para o aumento da dureza do material). Em vista disso, se há processos químicos na indústria que envolvem a utilização do cromo e de outros elementos similares, o risco de irritação na face precisa de ser controlado.

 

Risco biológico

 

O risco biológico é mais comum de ser verificado nas indústrias hospitalar e alimentícia e também precisa de medidas que visam o seu gerenciamento. A contaminação (seja por bactérias, seja por vírus) é um dos principais riscos de origem biológica.

Deste modo, tanto para colaboradores que atuam em frigoríficos quanto para aqueles que manuseiam lixo hospitalar, a utilização de luvas de proteção e máscaras são equipamentos de proteção indispensáveis.

 

Diferença entre risco e perigo no trabalho

 

Por mais que possam aparentar ideias semelhantes, as palavras “risco” e “perigo” têm diferenças enormes quando estamos tratando de segurança do trabalho. Isso porque, quando falamos que uma tarefa representa um perigo, estamos dizendo que os riscos atrelados a ela não foram controlados da maneira correta, o que implica em situações de vulnerabilidade do colaborador.

Simplificando, há perigo em um ambiente ocupacional quando os riscos de trabalho estão fora de controle (ou que até mesmo nem chegaram a ser previamente identificados e posteriormente controlados). Dessa forma, seja qual for a natureza da tarefa industrial, o cenário ideal é que um colaborador jamais tenha que passar por uma situação de perigo.

 

Por que se preocupar com isso?

 

Existem vários fatores industriais importantes e que se relacionam diretamente com a garantia de locais de trabalho mais seguros.

 

Evitar acidentes de trabalho

 

Naturalmente, evitar acidentes de trabalho é um dos principais pontos quando nos referimos à garantia da segurança ocupacional. Isso porque, ao executar as adequadas medidas preventivas nos locais em que há riscos de trabalho, automaticamente o empregador está reduzindo as chances de ocorrer algum acidente na empresa. Assim, é possível que as tarefas sejam efetuadas com qualidade e com a melhor ergonomia possível.

 

Promoção da saúde do colaborador

 

A preocupação em manter locais de trabalho seguros reflete automaticamente na promoção da saúde dos colaboradores, o que é de extrema importância em qualquer contexto.

 

Evitar penalidades

 

Engana-se quem acha que negligenciar a segurança do trabalho em uma indústria remete “apenas” no aumento dos índices de acidentes. Isso porque empresas que não cumprem com as normas regulamentadoras de segurança são passíveis de multas, embargos financeiros, processos judiciais e, até mesmo, processos criminais.

 

Garantir a produtividade

 

Trabalhar sem EPI’s, além de ser perigoso, pode resultar em baixos níveis de produtividade. Basta imaginar um colaborador que atua em um canteiro de obras e que não utiliza uma botina — certamente o seu desempenho será bastante comprometido.

 

Quais os maiores desafios?

Por mais que possa parecer simples, organizar e implementar a segurança do trabalho em uma indústria carrega muitos desafios. A seguir, veja quais são eles.

 

Garantir que os colaboradores usem EPI’s

 

Um desses desafios é assegurar que todos os colaboradores usem os EPI’s durante o expediente, já que não é raro encontrar profissionais no chão de fábrica que fiquem alguns minutos sem utilizar os EPI. Nesse sentido, a atuação de fiscalização por parte do setor de segurança do trabalho é essencial.

 

Investir no setor de segurança do trabalho

 

Todo o planejamento que envolve o controle de riscos ocupacionais em uma indústria é feito preferencialmente pelos colaboradores que integram o setor de segurança do trabalho. Desse modo, uma vez que esse setor conta com uma maior infraestrutura, os serviços desses profissionais ficam mais acessíveis.

 

Identificar todos os riscos ocupacionais na empresa

 

Como já destacamos acima, em ocasiões em que o risco de trabalho não é previamente identificado, há potencial para ocasionar situações de perigo. É por esse motivo que a identificação de todos os riscos ocupacionais presentes em uma empresa é imprescindível. Dessa forma, torna-se possível traçar medidas que visam o seu controle.

 

Como formar a equipe de segurança do trabalho?

 

A escolha de colaboradores especializados no assunto é o primeiro passo para uma empresa que deseja montar uma equipe competente. Nesse contexto, é interessante dar prioridade para a contratação de técnicos e engenheiros em segurança do trabalho; até porque são eles os profissionais responsáveis por elaborar toda a gestão e o controle dos riscos na empresa.

Essa dica pode parecer meio óbvia, mas é comum encontrarmos empresas que não têm profissionais especialistas nessa área e que realocam outros colaboradores para o setor. Desse modo, essa prática representa um enorme equívoco, já que se trata de uma improvisação.

Quais as melhores práticas de segurança do trabalho?

Entre as melhores práticas de segurança do trabalho em uma indústria podemos destacar as seguintes.

 

Disponibilizar equipamentos de proteção individual

 

Uma das medidas mais importantes nesse assunto certamente é a de disponibilizar para os colaboradores toda a linha de EPI’s necessária, garantindo, assim, que a equipe execute as tarefas de forma confortável e segura.

 

Comprar bons Equipamentos de Proteção Individual

 

Mais do que disponibilizar todos os EPIs para a equipe de trabalho, garantir que os equipamentos estejam em boas condições de uso é extremamente importante. Por isso, a atenção com a qualidade dos EPI’s que são adquiridos é fundamental, uma vez que equipamentos de proteção ruins também podem ser motivo para um acidente de trabalho.

 

Oferecer treinamentos para a utilização de EPI’s

 

É comum encontrar colaboradores no chão de fábrica que apresentam dificuldades quanto à utilização correta de um equipamento de proteção. Em vista disso, a oferta de treinamentos e capacitações internas com o intuito de educar a equipe de trabalho acerca da correta utilização de EPI’s passa a ser útil.

 

Como evitar acidentes e promover a saúde ocupacional?

 

Reduzir as chances de um acidente de trabalho na indústria é algo que reúne uma série de fatores. Além daqueles que se relacionam com os EPI’s (já mencionados acima), também é importante ficar atento com as seguintes diretrizes.

 

Implementar programas de prevenção

 

Por se tratar de um tema que contém diferentes metodologias, foi preciso criar várias frentes de atuação que adotam distintas abordagens na hora de gerir os riscos ocupacionais em uma indústria. Estamos falando dos programas de segurança no trabalho. Veja só.

 

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO

 

Elaborado para complementar as outras medidas preventivas, o PCMSO é a ferramenta responsável pelo mapeamento e pela descrição de todos os ambientes de risco da empresa, bem como as suas possíveis consequências.

 

Com o objetivo de se antecipar ao surgimento de alguma enfermidade no local de trabalho, esse programa visa realizar exames ocupacionais mais precisos e em situações como: admissão, retorno ao trabalho, demissional e mudanças de função.

 

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA

 

Um dos programas preventivos mais conhecidos da indústria, a CIPA (que é integrada pelos próprios colaboradores da empresa) tem como principal objetivo a redução dos números de acidente de trabalho.

 

Entre as suas funções na empresa, temos:

 

·       organizar reuniões periódicas entre a equipe de trabalho para a discussão e o compartilhamento de experiências;

·       identificar locais e tarefas que apresentam riscos de trabalho;

·       divulgar para os colaboradores informações acerca da saúde e da segurança do trabalho em geral.

 

Respeitar as normas regulamentadoras

 

Um outro ponto extremamente importante para as empresas que desejam evitar acidentes é o respeito às Normas Regulamentadoras (NR’s). Isso porque uma vez que uma atividade ou um local de trabalho apresenta algum risco ocupacional, obrigatoriamente a empresa em questão precisa ficar atenta ao que diz a norma regulamentadora específica para essa demanda.

Nesse contexto, entre as principais NR’s em segurança do trabalho podemos citar as seguintes.

 

Norma Regulamentadora 12

 

Conhecida pelo nome Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, a NR-12 como o próprio nome sugere, detalha quais são os parâmetros ideias de segurança para o funcionamento adequado de uma máquina classificada como de risco.

 

Entre esses parâmetros de segurança, os que se relacionam com a disposição do maquinário ganha destaque. Segundo a NR-12:

 

·       nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e em conformidade com as normas técnicas oficiais;

·       as áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas;

·       os materiais em utilização no processo produtivo devem ser alocados em áreas específicas de armazenamento, devidamente demarcadas com faixas na cor indicada pelas normas técnicas oficiais ou sinalizadas quando se tratar de áreas externas;

·       os espaços ao redor das máquinas e equipamentos devem ser adequados ao seu tipo e ao tipo de operação, de forma a prevenir a ocorrência de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

 

Norma Regulamentadora 6

 

A NR-6 sobre Equipamento de Proteção Individual aponta basicamente quais são os deveres dos funcionários e dos empregadores em relação ao uso de EPIs.

 

Sobre as responsabilidades dos funcionários temos:

 

·       utilizar os EPI’s fornecidos;

·       ficar atento com a conservação dos equipamentos;

·       comprometer-se a falar com o empregador em caso de qualquer alteração no EPI.

·       Para os empregadores os deveres são:

·       exigir de seus funcionários o uso dos EPI’s;

·       comprar equipamentos de qualidade;

·       assegurar a correta higienização dos equipamentos;

·       disponibilizar toda a linha de EPI’s conforme os riscos identificados na empresa.

 

Sinalizar áreas de risco

 

Uma vez que as áreas de risco são devidamente sinalizadas, ao serem avistadas pelos colaboradores, a tendência é que eles fiquem mais atentos e cuidadosos nesse ambiente, o que implica a diminuição dos riscos de acidentes de trabalho.

Para exemplificar, imagine um pático com a sinalização de que o chão está escorregadio e propício para acarretar quedas. Ao se depararem com essa placa, é natural que os colaboradores andem de forma mais cautelosa e tomem mais cuidado com a velocidade de deslocamento.

 

Fazer uma Análise Preliminar de Risco – APR

 

A Análise Preliminar de Risco é um estudo técnico preventivo que tem como intuito identificar todos os possíveis riscos presentes em uma dada tarefa ou ambiente. Dessa forma, a sua realização é importantíssima antes do início de qualquer serviço novo, pois é a partir da APR que são elaboradas as medidas de controle dos riscos levantados.

Em outras palavras, é por meio dessa ferramenta que é possível mapear todos os riscos presentes em uma indústria, reduzindo, assim, as chances de algum tipo de risco passar despercebido e gerar situações de perigo.

 

Manter o ambiente de trabalho organizado

 

Outro ponto que merece ser enfatizado é o impacto da organização em um ambiente de trabalho. Locais em que é difícil achar uma ferramenta, que não há uma lógica para o armazenamento e que a organização em geral não é prezada geralmente tendem a ser ambientes mais suscetíveis a ocorrer acidentes.

Um bom exemplo é pensar em um canteiro de obras onde os colaboradores não se preocupam em guardar as máquinas e os equipamentos — o risco de queda nesses locais é maior.

 

Realizar manutenção preventiva

 

Muitos empregadores enxergam as práticas de manutenção preventiva de uma máquina como sendo medidas exclusivas ao seu desempenho e funcionamento. Essa lógica de raciocínio não procede, já que essas medidas também refletem o aumento da segurança no local de trabalho.

Para ficar mais claro esse raciocínio, basta refletirmos sobre a manutenção preventiva de uma máquina de corte qualquer (como uma serradeira) que precisa ter a sua lâmina de corte substituída com uma dada frequência.

Ao assegurar que a troca dessa lâmina esteja dentro do padrão estabelecido pelo fabricante, o operador, além de garantir a qualidade do corte da máquina, reduz as chances de a lâmina se romper (devido ao desgaste excessivo) e ocasionar um acidente de trabalho.

 

Como oferecer treinamentos e capacitações?

 

Muitos empregadores questionam o fato de ser difícil implementar treinamentos e capacitações em sua equipe de trabalho em meio à jornada corrida da empresa. Em vista disso, elencamos a seguir alguns fatores que favorecem a aplicação de atividades que visam treinar e capacitar colaboradores quanto à segurança do trabalho.

 

Buscar por empresas especializadas

 

Há indústrias que reúnem um número de atividades de risco tão grande que é necessário recorrer a uma empresa especializada no ramo de segurança do trabalho para garantir de fato que todas as medidas preventivas sejam tomadas.

Nesse ponto, é interessante frisarmos que, atualmente, existem inúmeras empresas que são encarregadas de organizar treinamentos, fazer APR e qualquer outro serviço relacionado com as medidas de segurança do trabalho na indústria em geral.

 

Participar de workshops

 

Como qualquer outra área, a segurança do trabalho é um setor em que periodicamente surgem inovações, que envolvem principalmente o aperfeiçoamento das técnicas de controle de risco para algumas atividades. Por esse motivo, é sempre interessante adotar medidas que buscam conhecimento e atualizações na área, como é o caso da participação em feiras e workshops na área.

 

Implementar políticas de promoção à segurança do trabalho

 

Esse tipo de treinamento talvez seja um dos mais eficientes, porque envolve trabalhar com a mentalidade de que os parâmetros de segurança ocupacional passam a ser naturais dentro de uma empresa, os quais fazem parte de uma política institucional.

Dessa forma, a promoção de exercícios, como rodas de conversa entre a equipe, dinâmicas de grupo e outras atividades recreativas dentro da empresa, passam a ter o seu valor.

 

Como máquinas com mau funcionamento causam problemas?

 

Como já enfatizamos acima, não é raro depararmos com situações em que os riscos saem do controle devido à avaria de uma máquina. Além da serradeira, um outro exemplo bem tradicional de máquina que passa a representar um perigo para o local de trabalho quando os seus parâmetros de funcionamento são negligenciados é o trator, que pode perder a sua capacidade de carga e gerar em um grave acidente de trabalho em uma obra.

Outro risco comum de ser encontrado em máquinas com mau funcionamento é o de choques elétricos.

 

Nesse contexto, a NR-12, norma específica para máquinas e equipamentos industriais, descreve bem alguns parâmetros mínimos de segurança para esses equipamentos, tais como:

 

·       as ligações e as derivações dos condutores elétricos das máquinas e dos equipamentos devem ser feitas mediante dispositivos apropriados e conforme as normas técnicas oficiais vigentes, de modo a assegurar resistência mecânica e contato elétrico adequado, com características equivalentes aos condutores elétricos utilizados e proteção contra riscos;

·       as instalações elétricas das máquinas e dos equipamentos que utilizam energia elétrica fornecida por fonte externa devem ter dispositivo protetor contra sobrecorrente, dimensionado conforme a demanda de consumo do circuito;

·       as máquinas e os equipamentos devem ter dispositivo protetor contra sobretensão quando a elevação da tensão puder ocasionar risco de acidentes;

·       os comandos de partida ou de acionamento das máquinas devem ter dispositivos que impeçam o seu funcionamento automático ao serem energizadas.

 

Acidentes de trabalho por falha humana

 

De acordo com as estatísticas, uma das principais causas de acidente de trabalho na indústria é oriunda de falha humana. Nesse contexto, é interessante pautarmos que, mesmo que o plano de segurança do trabalho seja executado corretamente e que as máquinas estejam com a manutenção em dia, as chances de ocorrer um acidente ainda serão plausíveis, já que existe a possibilidade de ocorrer uma falha humana.

Portanto, após a leitura desse guia fica mais simples concluirmos o porquê de a segurança do trabalho na indústria ser um tema tão sério, que precisa ser constantemente debatido na sociedade. Vale lembrarmos, ainda, que a busca por ambientes de trabalho mais seguros envolve responsabilidades tanto dos empregadores quanto dos colaboradores, ou seja, sem um esforço em conjunto fica impossível de controlar da forma adequada os riscos ocupacionais.

 

 



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sexta-feira, 20 de janeiro de 2023







 

SEGURANÇA INDUSTRIAL: ENTENDA A IMPORTÂNCIA PARA O TRABALHO NA INDÚSTRIA

 



Manter o funcionamento correto de todos os ambientes fabris e a qualidade dos produtos e serviços é essencial, assim como zelar pela segurança e integridade dos funcionários.

É preciso dar a devida atenção a essa área, sob risco de se deparar com grandes prejuízos físicos e financeiros.

Por isso, o investimento em segurança industrial deve ser prioridade, ajudando a evitar problemas, ao mesmo tempo em que coloca o negócio no caminho da excelência.

Hoje você vai conhecer alguns conceitos importantes relacionados a esse tema.

 

O que é segurança industrial?

 

Segurança industrial é um conjunto de medidas e ações que procura manter a proteção para os trabalhadores em seu ambiente profissional. Como se supõe, seu objetivo é evitar acidentes e minimizar ameaças ou riscos que possam prejudicar os funcionários ou a infraestrutura das indústrias.

Para ajudar a caminhar nessa direção, existem normas e regulamentações específicas, garantindo que os procedimentos industriais sejam realizados com segurança.

Também são utilizados equipamentos de proteção individual e coletiva, e realizados treinamentos e fiscalizações periódicas.

Tudo isso contribui para manter um ambiente de trabalho protegido, proporcionando também mais saúde e bem-estar para o trabalhador durante a execução dos processos industriais.

A segurança deve ser aplicada em todas as atividades laborais, independentemente do nível de dificuldade, do tipo de ferramenta ou máquina.

 

Quais os principais conceitos da segurança industrial?

 

Quando falamos de segurança na indústria, é comum citarmos a promoção da saúde e qualidade, prevenção de riscos, e outros temas, que estão relacionados.

Ao nos atentar à forma como executamos o nosso trabalho, isso causa reflexos em toda a fábrica.

 

Qual é o conceito de trabalho?

 

Segundo o dicionário Michaelis, trabalho é um “conjunto de atividades produtivas ou intelectuais exercidas pelo homem para gerar uma utilidade e alcançar determinado fim”.

A publicação complementa que se trata de uma “atividade profissional, regular, remunerada ou assalariada, objeto de um contrato trabalhista”.

Em outras palavras, trabalho é o esforço feito por alguém para realizar algo. Seu enfoque pode ser em variadas áreas, como física, economia, mecânica, etc.

O trabalho permite que o ser humano supra suas necessidades, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades e as aperfeiçoa.

 

O que é conceito prevencionista?

 

O conceito prevencionista diz respeito a ocorrências não programadas, inesperadas ou não, que interferem ou interrompem o decorrer regular de uma atividade, gerando perda de tempo útil e/ou danos físicos ou materiais.

O pretenciosismo analisa maneiras de se evitar acidentes no trabalho e está diretamente relacionado às ações de segurança industrial.

 

Qual a importância da segurança do trabalho na indústria?

 

Ao focar em segurança, as indústrias cumprem a legislação vigente e diminuem acidentes. Além disso, a organização se depara com benefícios como a promoção de uma cultura organizacional, focada em limpeza, padronização e planejamento.

A redução de gastos com afastamentos, licenças médicas, ações judiciais, e com a recuperação da imagem da empresa também diminui consideravelmente.

Assim, os resultados das ações voltadas à segurança se refletem em todos os setores.

Isso fortalece o negócio, e a empresa passa a ser vista com mais credibilidade, devido ao seu reduzido índice de ocorrências e acidentes, demonstrando responsabilidade social.

Trata-se, ainda, de uma oportunidade para engajar a equipe, para que trabalhem juntas pelo mesmo objetivo. O gestor pode, inclusive, criar estratégias para premiar e valorizar setores com os melhores resultados de segurança.

 

Como garantir a segurança na indústria?

 

De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, o Brasil teve 6 óbitos a cada 100 mil empregos formais, ocupando o segundo lugar entre os países do G20.

O levantamento foi elaborado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e abrange o período entre 2002 e 2020. Isso comprova que é fundamental priorizar a segurança na indústria.

É preciso uma abordagem humanizada, implementando ações simples e documentadas – até mesmo como uma comprovação, que pode ser solicitada por órgãos fiscalizadores.

Também é necessário conscientizar os funcionários de que os cuidados com saúde e segurança devem partir não só da empresa, mas de todos.

Existem diversas ferramentas que podem ajudar os gestores na prática, como checklists, reuniões DDS (Diálogos de Segurança), inspeções internas, etc.

É importante ouvir a equipe, pois eles conhecem como ninguém os processos de produção, e acolher suas sugestões.

Os riscos de segurança dos processos devem ser mapeados, com verificação de todos os locais, investimento em manutenção do maquinário e padronização de ações.

 

Qual a relação qualidade X produtividade com a segurança do trabalho?

 

Segundo artigo do Portal da Indústria, as medidas que promovem segurança no trabalho “criam ambientes seguros e saudáveis e oferecem condições adequadas aos trabalhadores – o que contribui para o aumento da produtividade”.

Ou seja, a relação entre a produtividade de uma empresa e a segurança laboral é explícita: quanto mais seguro um ambiente de trabalho for, menor será a ocorrência de acidentes e problemas ligados a eles.

Quando a gestão se preocupa e se dedica ao cuidado com a saúde e o bem-estar do funcionário, a equipe fica mais motivada e preparada para exercer suas atividades – o que também eleva o nível de qualidade de serviços e produtos.

 

Quais os equipamentos de segurança?

 

Uma das maneiras de se evitar acidentes, é utilizando os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e os EPC’s (Equipamentos de Proteção Coletiva).

Essa medida é determinada pela NR6, que diz que a empresa é responsável por fornecer esses equipamentos para todos os trabalhadores, arcando com os custos dos mesmos.

 

Quais são os equipamentos necessários para a segurança do trabalho na indústria?

 

Para garantir a segurança industrial, geralmente são utilizados esses equipamentos, que podem variar de acordo com a função executada:

 

·       Luvas;

·       Capacetes;

·       Botas;

·       Máscaras;

·       Óculos de proteção;

·       Insufladores de ar;

·       Travaquedas e outros equipamentos para trabalho em altura;

·       Protetores auriculares; etc.

 

O trabalhador deve cuidar do seu equipamento e observar sempre as suas condições. Em caso de alguma falha, precisa informar ao setor responsável, para troca do item.

 

Conclusão

 

Procuramos, ao longo deste artigo, esclarecer o quanto é importante a segurança industrial. Vimos que a disciplina deve prevalecer em tudo que é feito dentro de uma fábrica e no seu entorno.

Quando se minimizam os riscos de acidentes, também diminuem os gastos com licenças, afastamentos, indenizações, etc.

Ao focar em ambientes de trabalho saudáveis e protegidos de riscos, a empresa tende a fortalecer a sua imagem, pois o seu real comprometimento com o bem-estar da equipe torna-se nítido.

 

 

 


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GUIA DE SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

 



Os padrões de sinalização de segurança no trabalho são regulamentados pela Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978, através da NR26, que garante uma sinalização efetiva e presente em todos os ambientes de trabalho, e que, além disso, são também descritas disposições específicas sobre o assunto.

Estas disposições são obrigatórias para permitir a identificação de locais de risco, diferenciação em locais de passagem de carga, equipamentos e pedestres.

 

Existem também no Brasil diversas normativas que definem sinalizações e cores, são elas:

 

·       NBR 7.195 cores

·       NBR 13.434 Item 3

·       NBR 16820

·       ABNT

·       Entre outras.

 

Neste artigo, apresentaremos uma visão geral da sinalização de segurança no trabalho, abordando temas como legislação, definição e cores, e também mostraremos uma excelente solução para garantir a segurança no trabalho, mesmo naqueles locais onde a sinalização se desgasta rapidamente.

 

Sinalização de segurança no trabalho: a legislação

 

Através da Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978, que regulamenta a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas, se define diversos padrões e procedimentos relativos à segurança e saúde dos trabalhadores):

 

·       CLT – Decreto Lei nº 5.452 de 01 de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho.

·       Art. 157 – Cabe às empresas: (Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       II – Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       III – adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977).

 

A sinalização de segurança é tratada na NR-26, no entanto, outras referências relativas à sinalização de segurança podem ser encontradas em NR’s específicas a atividade ou setor laboral da empresa, tais como: NR12, NR18, NR35, NR19, NR20, NR23.

 

Estas menções e definições envolvem:

 

·       Sinais de proibição;

·       Avisos de segurança;

·       Sinais de resgate ou socorro;

·       Sinais de informação;

·       Orientações sobre EPI

·       Orientações sobre riscos e perigos

·       Sinais adicionais;

·       Sinalização de alerta

·       Sinalização de orientação e salvamento

·       Sinalização de proibição

·       Sinalização de Combate a Incêndio

·       Sinalização de demarcação de área ou zona de perigo

 

Quando a sinalização de segurança no trabalho é obrigatória?

 

A NR-26 descreve quando é obrigatório o uso de sinalização de segurança no trabalho e certifica que a obrigação recai sobre o empregador quando existem riscos que não possam ser evitados ou suficientemente limitados com medidas, métodos, sistemas de organização do trabalho ou com meio de proteção coletiva. O empregador deve, portanto, usar sinalização de segurança e fornecer aos trabalhadores e seus representantes informações e treinamento adequados a esse respeito.

A violação destas obrigações é passível de multas conforme a NR2, sendo calculada por funcionários e por item descumprido. Além disso, no caso de acidentes por falta de sinalização, o prejuízo fica imensurável.

Multas, embargos ou interdições, pagamentos de despesas médicas, pagamentos de pensão vitalícia, aumento da alíquota do SAT/FAP e se levado a esfera criminal há a possibilidade de prisão.

 

Cores do sinal de segurança no local de trabalho

 

Cada símbolo de sinalização de segurança no local de trabalho tem uma cor precisa e um significado específico:

 



As cores lilás, cinza, alumínio e marrom são utilizadas em canalizações especificas.

 

Sinalização adicional

 

No vasto panorama da sinalização de segurança no trabalho existem alguns sinais não especificados nos regulamentos: são os chamados sinais complementares que servem para dar informações/instruções para complementar os sinais já existentes.

Um exemplo disso são os sinais de obstáculos ou vias de tráfego, para evitar que as pessoas colidam com obstáculos ou situações perigosas, ou os chamados sinais SV, ou seja, adesivos que são afixados em obstáculos como portas.

 



Outro tipo importante de sinalização é o sinal de piso, também conhecido como horizontal, usado para indicar as rotas de trânsito de veículos, por exemplo, para proteger os trabalhadores que trabalham na área e organizar os espaços.

 

Sinais de segurança horizontais no trabalho

 

A sinalização horizontal de segurança no trabalho é muito utilizada e útil em armazéns, mas também em muitas outras áreas industriais, para alertar os operadores sobre os riscos de forma clara e evidente. Normalmente este tipo de sinalização destaca áreas onde podem surgir riscos para os operadores, saídas de emergência, áreas com obstáculos e locais onde estão localizados os sistemas de combate a incêndio.

As constantes movimentações de operadores e produtos no armazém aumentam a probabilidade de ocorrência de acidentes: de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 2012 e 2020, mais de 21 mil trabalhadores brasileiros perderam a vida por acidente de trabalho ou doenças laborais. Para evitar tais riscos, os sinais de segurança são, portanto, essenciais.

 

Tipos de sinais de segurança horizontais

 

A sinalização horizontal de segurança é geralmente feita com tintas especiais à base de resina, mais resistentes ao desgaste e à abrasão.

Alternativamente, também são utilizados adesivos antiderrapantes, mas em um caso ou outro é imprescindível que o piso esteja limpo e seco antes da aplicação, sem poeira, graxa ou óleo e a estrutura esteja em temperatura ambiente.

 

A iluminação como sinal de segurança no local de trabalho

 



A fraca resistência das marcações rodoviárias tradicionais em setores como a logística, indústria pesada e sobretudo a ineficácia em caso de pó, sujidade e água levaram empresas especializadas a conceber uma solução alternativa, eficaz e inovadora.

De fato, empresas especializadas, propõe sistemas de iluminação usados como sinalização de segurança no trabalho. Lâmpadas que através da projeção no piso de linhas ou pictogramas com baixo consumo de energia, permitem evitar o uso de tintas tóxicas no piso, a repintura contínua e o consequente descarte de materiais quando necessário.

Um sistema sempre claramente visível, mesmo em ambientes muito iluminados ou com superfícies sempre cobertas de poeira ou sujeira.

 





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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

 




 

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL PARA ARMAZÉNS

 



Quando falamos de sinalização horizontal para armazéns, são as indicações desenhadas no piso de uma área de logística, usadas como medida de segurança e ferramenta de organização dos espaços.

Nos armazéns coexistem pessoas, mercadorias e equipamentos de elevação e movimentação, razão pela qual o risco de acidentes é elevado: a sinalização horizontal reduz os riscos, por exemplo, ajudando os operadores a identificar áreas de acesso limitado, aquelas em que operam empilhadores e aquelas destinadas à preparação e embalagem de pedidos e expedição.

 

Regulamentos sobre sinais horizontais em armazéns

 

No Brasil, as medidas de segurança e sinalização no armazém são ditadas pelas normas NBR 15.524-2/2008, NBR 7195:2018 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e pela NR-26 – Sinalização de Segurança.

De acordo com estas legislações, cabe ao empregador afixar sinais horizontais no piso do armazém quando houver riscos que não possam ser evitados por outros meios de proteção. Também prevê que os colaboradores e seus gestores sejam criteriosamente treinados sobre as medidas de prevenção e os sinais utilizados, para uma correta interpretação.

A NR-26 determina as cores mais eficazes para a comunicação de segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos perigos e riscos existentes.

A norma também prevê que a utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes. E que o uso de cores deve ser o mais reduzido possível a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

 

Por que a sinalização horizontal é importante nos armazéns?

 

A sinalização horizontal em armazéns é uma medida de segurança que alerta os operadores sobre quaisquer riscos de forma visual, clara e evidente. Indica áreas onde podem existir riscos, como substâncias ou produtos perigosos, mas também quaisquer saídas de emergência, áreas com obstáculos e locais onde estão localizados os sistemas de proteção contra incêndio.

 

Existem principalmente quatro motivos que levam ao uso de sinais horizontais no armazém:

 

·       Cumprimento da legislação: o descumprimento pode levar a sanções e denúncias;

·       Maior segurança, prevenindo quaisquer riscos no trabalho;

·       Organização do espaço, para manter a ordem e tornar o armazém mais eficiente;

·       Redução de viagens, com consequente aumento de produtividade.

 

Tipos de sinais horizontais para armazéns

 

Normalmente, as placas horizontais para armazéns são feitas com tintas especiais à base de resina, pois são resistentes ao desgaste e à abrasão.

Alternativamente, são utilizados adesivos especiais antiderrapantes, resistentes à água, temperaturas extremas e exposição aos raios solares.

A escolha entre tinta e adesivo depende se a sinalização deve ser temporária ou permanente: algumas empresas muitas vezes mudam a organização do armazém e, portanto, optam por adesivos.

Na aplicação da sinalização horizontal é necessário, então, atentar para alguns fatores, como a temperatura, que deve ser ambiente, e a condição do piso, que deve estar limpo e seco.


Sinalização horizontal luminosa para armazéns

 

Em alguns casos torna-se impossível estar nas condições óptimas para a colocação da sinalização, existem sempre armazéns com temperaturas inadequadas e pisos inadequados.

É nestes casos, mas não limitado a, que os sistemas de sinalização horizontal luminosa para armazéns da Progtech representam a solução ideal.

 

São luzes LED que projetam sinais horizontais no piso do armazém que:

 

·       persistem em qualquer temperatura;

·       não têm desgaste pelas repetidas passagens de veículos (não haverá necessidade de retoques ao longo do tempo como no caso das tintas);

·       são claramente visíveis em qualquer condição em que o piso seja encontrado, mesmo se estiver sujo ou empoeirado;

·       podem ser facilmente remodelados e, portanto, também adequados para armazéns que requerem mudanças contínuas de sinalização.

 

São muitos os armazéns que adotaram as nossas soluções de sinalização de segurança, com excelentes resultados.

 

Com a nossa solução é possível projetar:

 

·       caminhos pedestres e rotas de fuga;

·       símbolos de vários tipos e cores;

·       carimbos luminosos para passarelas e pontes rolantes;

·       travessias de pedestres;

·       luzes de segurança para empilhadeiras;

·       projeções customizadas para a área de logística, como para identificação de espaços paletizados.

 

Segundo Barbara Tartik, especialista em EHS da ESS Consultoria:

 

“As sinalizações de segurança em LED são mais eficazes que as tradicionais pinturas, pois refletem e piscam de forma a chamar mais atenção dos pedestres, além de serem facilmente alteradas, possibilitando sua utilização de várias formas, em plantas diferentes, sem depender de pinturas”.

 

 




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QUAIS OS PREJUÍZOS CAUSADOS PELO NÃO USO DOS EPI’s?

 


O uso dos EPI’s é obrigatório em qualquer empresa que desenvolva trabalho que possa expor o trabalhador a algum tipo de risco seja ele leve ou grave ou que envolva algum grau de insegurança e isso já é sabido tanto pelos empregadores como pelos trabalhadores.

Primeiramente, cabe destacar que é obrigação da empresa adquirir os equipamentos de proteção individual necessários para cada empregado e também orientá-los corretamente quanto à sua utilização. Porém, a falta do uso dos EPI’s ou a utilização deles de forma inadequada poderá trazer diversos prejuízos à empresa. Dentre eles destacamos:

 

Penalidades para o empregador pela falta de utilização de EPI’s


O empregador que não se previne e deixa de fornecer os EPI’s necessários para os trabalhadores, estará sujeito a receber penalidades aplicadas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, decorrentes da NR 28 - Fiscalização e Penalidades.

Não basta apenas que a empresa adquira os equipamentos necessários, ela deve orientar os empregados sobre qual a forma correta de utilização de cada equipamento fornecido, e cabe a ele também a fiscalização do uso correto dos EPI’s.

 

Qualquer tipo de EPI’s é válido?


Esse é outro ponto ao qual a empresa deve estar atenta, pois existem no mercado diversas marcas e Distribuidoras de EPI’s que comercializam esses produtos, mas nem todas oferecem ao trabalhador qualidade suficiente para a finalidade de cada Equipamento de Proteção Individual, ou seja, EPI’s de baixa qualidade, com materiais ruins e baratos, são inseguros e não protegem devidamente os trabalhadores.

Um bom empregador deve escolher os itens buscando a efetividade máxima do produto, e isso só é possível quando a compra desses equipamentos é realizada em locais especializados, com boa reputação no mercado e que trabalhem com EPI’s de marcas consagradas.

 

Empregador que não cumprir poderá ser penalizado?


Nos casos em que fique explícita a falta de orientação para a correta utilização do EPI ou até mesmo quando o empregador não forneceu os EPI’s necessários, ele estará sujeito a receber multas. Para cada infração existe um código, e o valor da multa será calculado de acordo com o tipo da infração e o número de funcionários “irregulares” que tenham na empresa.

 

Existe mais algum tipo de penalidade?


Além das multas aplicadas na esfera administrativa, o empregador poderá também responder em outras áreas, sendo elas:

 

Responsabilidade civil


Quando, de alguma forma, o empregado venha a se machucar e busque amparo judicial solicitando indenizações, buscando compensação de danos físicos, morais, materiais, etc.

 

Esfera trabalhista


O trabalhador acidentado pode requerer judicialmente a estabilidade no emprego, que lhe deve ser garantida. Há também a rescisão do contrato de trabalho em caso de morte seguida de pagamento de verbas, e até pensão para a família em decorrência da morte do trabalhador.

Esses são alguns exemplos de como o empregador fica exposto quando não segue corretamente os procedimentos de segurança dentro de sua empresa. Por outro lado, vemos também como é fácil respeitar as normas de segurança no trabalho, é só manter-se em dia com a legislação e, sempre que a empresa fornece os EPI’s de qualidade, promover orientação de uso e fiscalizar se os mesmos estão sendo utilizados de forma correta. Isso afastará qualquer tipo de dor de cabeça que seus clientes possam ter futuramente, evitando, principalmente, acidentes de trabalho.

Seus clientes adotam o uso de EPI’s corretamente? Eles compram EPI’s de qualidade? Você conhece algumas dicas para evitar outros prejuízos? Deixe aqui seu comentário e divida conosco suas experiências.

 




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