terça-feira, 5 de outubro de 2021

 



ESTRESSE

 

 


Podemos comparar nosso sistema nervoso a um quadro-negro. Quando acordamos de manhã, o quadro está limpo e vazio;

 

À medida que o dia transcorre, todas as experiências que vivemos tornam-se um pequeno desenho que vai sendo registrado. Em um dado momento, o quadro (sistema nervoso) fica cheio e necessita ser limpo novamente.

 

Cada experiência que vivenciamos deixa uma marca armazenada em algum lugar no sistema nervoso. Quando profunda, somos capazes de sentir isso claramente; por exemplo, quando temos uma briga com alguém, sentimos um “nó no coração”.

 

Sabemos que a fisiologia tem um processo automático e natural para fazer essa limpeza: o descanso do corpo durante o sono. A necessidade de um descanso profundo significa que as tensões devem ser relaxadas e as impressões, removidas. Porém, são tantos registros em nosso sistema nervoso que mesmo o descanso do sono profundo não é suficiente para remover todos eles.

 



Ou seja, o descanso durante o sono não elimina marcas mais profundas, por exemplo aquele “nó no coração” depois de uma briga com alguém. Na manhã seguinte, podemos sentir que a tensão melhorou um pouco, entretanto ela não desapareceu completamente, isto é, o repouso durante o sono não foi suficiente.

 

O descanso durante o sono não elimina todas as tensões

 

Essas tensões que não são completamente neutralizadas pelo descanso durante o sono serão acumuladas ao longo do tempo. Elas perturbam o funcionamento natural do corpo, o que resulta em vários problemas mentais e físicos, distúrbios que podem se manifestar, muitas vezes, por meio de nossa genética, do nosso “elo mais fraco”: algumas pessoas poderão ter problemas cardíacos, enquanto outras entrarão em depressão. A condição genética não é a causa, mas pode definir como a causa verdadeira, a incapacidade de o corpo limpar os elementos que perturbam seu funcionamento natural, vai se manifestar. Os estresses são hoje considerados uma das principais causas, direta ou indiretamente, de muitos problemas da saúde física e mental.

 

Durante a experiência da Meditação Transcendental, a mente entra em um estado de silêncio interior completo. Como mente e corpo sempre andam juntos, isso trará algum reflexo no corpo. Devido à mente ser facilmente levada para esta paz interior, o corpo experimenta um estado muito profundo de repouso, muito mais profundo do que o descanso durante o sono, o qual pode ser medido objetivamente.

 

O repouso durante a MT é mais profundo que o realizado durante o sono.

 



 

Este gráfico mostra um estudo da Harvard Medical School, em que o repouso foi medido com base no consumo de oxigênio. Observamos que, durante a prática da MT, o corpo entra em um estado de repouso muito mais rápido e muito mais profundo que o do descanso normalmente obtido durante o sono. Esse estudo foi publicado em 1971, em duas revistas científicas bastante reconhecidas: “Science” e “Scientific American”. Ele foi repetido dezenas de vezes ao redor do mundo com resultados semelhantes. Uma publicação posterior (“American Psychologist”, v. 42, 1987, p. 879-881), a qual analisou 31 estudos sobre a MT, confirmou o estado excepcionalmente profundo de relaxamento atingido com a prática da Meditação Transcendental, quando foram medidos a taxa de respiração, a frequência cardíaca e o lactato plasmático.

 

Como resultado, o corpo pode se recuperar de estresses muito densos, até mesmo de tensões traumáticas mais profundas que anos de sono ou de terapia não alcançam. Se removermos a causa, os resultados desaparecerão também. Quando o corpo consegue eliminar as tensões que perturbam o seu funcionamento normal, os problemas relacionados a essas perturbações também poderão melhorar espontaneamente. Isso afeta quase todas as áreas da vida, como pode ser visto neste site.

 

Alguns resultados bastante impressionantes, no entanto, foram observados em pessoas que também apresentavam problemas muito profundos – veteranos de guerra e refugiados – e sofriam de Transtorno de Estresse Pós-traumático severo (TEPT).

O estresse traumático profundamente enraizado em casos de TEPT é geralmente considerado incurável e, na melhor das opções, os sintomas podem ser suprimidos com terapia ou com medicação pesada. No entanto, vários estudos científicos publicados sugerem uma diminuição bastante significativa, ou mesmo o desaparecimento completo dos sintomas de TEPT, em alguns casos, com a prática da Meditação Transcendental. Em um período de 4 a 12 semanas, tais traumas profundos podem ser aliviados. Ref. “Journal of Counseling and Development”, v. 64, 1985, p. 212-215; “Military Medicine”, v. 176, n. 6, 2011, p. 626-630. Para mais informações, ver TEPT: Aqueles que sofrem de menor grau de estresse e trauma também podem encontrar alívio com o programa da Meditação Transcendental.

 

Menos estresse – maior resistência ao estresse

 

O estresse é um ciclo vicioso. Quanto mais estressados estivermos, mais estresse iremos absorver. Sob estresse, perdemos o nosso equilíbrio mais facilmente, discutimos ou brigamos, e nos tornamos ainda mais estressados. O estresse também bloqueia nossa criatividade, o que dificulta a encontrarmos soluções para nossos problemas. Ao sermos confrontados por um conflito que não podemos resolver, ganhamos mais um estresse para adicionarmos à pilha!

 

A Meditação Transcendental pode ajudar a transformarmos esse ciclo vicioso. Se nosso corpo começar a eliminar o estresse, ele passará a funcionar normalmente. Um funcionamento mais normalmente significa que permaneceremos espontaneamente mais calmos, sendo nós mesmos. O repouso neutraliza o stress, por isso, se pudermos manter a calma continuamente, o estresse deixará menos marcas em nós. O corpo vai se tornar mais e mais eficiente em removê-lo, não só durante a meditação, mas também durante as atividades normalmente tensas e que nos esgotam. É como desenhar uma linha na água: enquanto a desenhamos, ela é automaticamente removida.

 

Podemos medir isso objetivamente. Estudos medidos por frequência cardíaca, consumo de oxigênio, resposta galvânica da pele e pelo plasma lactato (hormônio do estresse), mostram que os praticantes da Meditação Transcendental conseguem se manter, depois de uma média de 3 meses da prática regular da técnica, muito mais calmos fora da sua meditação.

 

Média observada em 31 estudos diferentes sobre a MT

 



Quando praticantes da MT são expostos a um estímulo estressante, retornam ao seu equilíbrio muito mais rapidamente. Estudos sugerem que a transcendência tem um efeito bastante positivo; pode-se medir objetivamente quão grande é a resistência de uma pessoa ao estresse.

 



Pesquisas científicas

 

Aumento da Calma Fisiológica, maior satisfação pessoal e profissional em Executivos e Trabalhadores

 



Um estudo realizado com executivos e trabalhadores da indústria automobilística descobriu que, após três meses de prática regular do Programa de Meditação Transcendental, os participantes apresentaram aumento de calma fisiológica, avaliada tanto durante o repouso, quanto durante a execução de tarefas, em comparação a outros controles realizados nos mesmos locais de trabalho. Além disso, eles também relataram maior satisfação profissional e pessoal.

 

Diminuição de Distúrbio de Estresse Pós-traumático em pacientes

 



 

Os pacientes em tratamento para estresse traumático que aprenderam o Programa da Meditação Transcendental apresentaram redução significativa nos sintomas de transtorno de estresse em comparação àqueles que fizeram psicoterapia.

 

Diminuição da resposta ao estresse

 



Estudantes universitários que aprenderam a técnica da Meditação Transcendental apresentaram reação na redução do estresse após 10 semanas de prática, em contraste com a reação a estresses mais elevados a que estudantes escolhidos aleatoriamente foram submetidos. A reação à redução de estresse foi medida em hábitos fisiológicos agravados devido a estímulos a ruídos altos. Os estudantes que aprenderam a técnica da Meditação Transcendental também mostraram maior integração do funcionamento cerebral e diminuição da sonolência em comparação aos outros controles realizados.

 

Menos estresse nas atividades diárias

 



Uma meta-análise constatou, em contraste com outros controles, que os praticantes do Programa de Meditação Transcendental de Maharishi demonstram que, mesmo fora da meditação, é possível um funcionamento fisiológico mais calmo, como indicado por meio de níveis mais baixos da taxa de respiração, da frequência cardíaca, de respostas imediatas na resistência da pele e no lactato plasmático.

 

Recuperação mais rápida do estresse



Os praticantes do Programa de Meditação Transcendental demonstraram uma recuperação fisiológica mais rápida do estresse proveniente de um som alto (medido pela resistência galvânica da pele). Uma série de sons foi apresentada, e depois de algumas apresentações, eles não provocaram reação de estresse entre os praticantes da MT.

 

Maior estabilidade fisiológica




 

Os praticantes do Programa de Meditação Transcendental apresentaram maior estabilidade no sistema nervoso autônomo, indicado por flutuações na resistência espontânea da pele cada vez menos frequentes (maior intervalo entre as flutuações).

 

Diminuição do Estresse, da Ansiedade e dos sintomas de TDAH




 

Alunos da Escola para Pacientes com Estresse e TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) que praticaram a técnica da Meditação Transcendental durante três meses conseguiram reduzir o estresse, a ansiedade e os sintomas de TDAH, observados tanto pelos professores e por eles próprios. Por meio da aplicação de um teste variado, o valor de p no gráfico indica melhoria nas seguintes subescalas: ansiedade / depressão, retraimento / depressão, problemas afetivos, problemas de ansiedade, problemas de atenção, problemas de TDAH e problemas gerais; as barras no gráfico indicam mudança na totalidade dos problemas.

 

Médicos respondem

 

Eu fico muito estressada com situações que geralmente não incomodam outras pessoas, por exemplo falar na frente de um grupo ou ter que cumprir um prazo. A MT pode me ajudar?

 

Dra. Grosswald: Não há um termômetro ou uma medida padrão para o estresse. O que alguém considera estressante é, de fato, estressante para essa pessoa, mesmo que não o seja para outra pessoa, pois a suscetibilidade ao estresse depende muito da fisiologia de cada um. Com a prática regular da técnica da Meditação Transcendental, a tolerância ao estresse aumenta, o que lhe permite ser menos suscetível a ele, quase como uma vacina antiestresse.

 

Existe algum estudo que demonstre esses efeitos?

 

Dra. Grosswald: Sim. O estudo mostra que o programa de Meditação Transcendental é eficaz na redução do estresse, da ansiedade e da depressão, e até mesmo nos sintomas de transtorno de estresse pós-traumático. Você pode pensar no estresse como algo contínuo – do menor nível de estresse até o extremo transtorno de estresse pós-traumático. A técnica da MT é eficaz em todo o espectro.

 

E sobre o estresse devido à privação do sono? Eu quase nunca tenho uma boa noite de sono. A técnica da Meditação Transcendental pode melhorar a qualidade de meu sono?

 

Dra. Grosswald: O estresse por não dormir acumula-se ao longo do tempo. Ainda que a pessoa tenha um sono normal de vez em quando, não eliminará o estresse acumulado pelas pressões do dia-a-dia, visto que ele só dissolve a fadiga do dia; assim, a fadiga e o estresse continuam crescendo. Mesmo quando a pessoa sai de férias, o relaxamento não dura muito tempo, já que você volta em pouco tempo ao seu estilo de vida habitual. Por isso, todos precisam de uma forma para dissolver a fadiga e o estresse acumulados no cotidiano, principalmente aquele agravado pela privação do sono. Praticar a técnica da Meditação Transcendental regularmente permite que você jogue fora o estresse acumulado. As pesquisas indicam que a prática regular de Meditação Transcendental melhora a saúde e o bem-estar psicológico e que 70 a 90% das doenças estão relacionadas ao estresse; portanto, se você desenvolve um mecanismo que reduza o estresse, a saúde geral e todos os aspectos de sua vida melhoram.

 

O estresse não é bom? Ele não funciona como incentivo para fazer coisas que precisam ser feitas, por exemplo o cumprimento de prazos?

 

Dra. Grosswald: Às vezes, embora um prazo possa aumentar a motivação para fazer as coisas, é um equívoco acreditar que o estresse melhora o desempenho das pessoas. Na verdade, as pessoas com melhor desempenho em situações de pressão são as mesmas que acham essas situações estressantes. Em outras palavras, a pressão é apenas um estímulo para elas; se fosse estressante, seu desempenho seria afetado. Observe em que momentos você está mais propenso a cometer erros: Quando você está cansado, estressado e faz as suas atividades muito rapidamente. A criatividade vem quando sua mente está clara, quando você está calmo e descansado. Não há nada de errado com o estresse ocasional, mas o estresse crônico é debilitante; ao estar realmente estressado, é improvável que a criatividade e o desempenho consigam atingir o seu auge. A natureza proporcionou-nos um mecanismo de sobrevivência que desliga o córtex pré-frontal – o raciocínio e a parte analítica do cérebro – sob estresse agudo. “Desligar o cérebro” significa que toda a energia vai para os músculos: a chamada resposta “lute ou fuja”. Esse mecanismo funciona se você está sendo perseguido por um urso, mas não para o seu dia-a-dia, pois permanecer nesse padrão é bastante contraproducente. Em algumas circunstâncias, ainda que seja necessário aguentar a pressão, você não quer viver a sua vida diária assim; em vez disso, é saudável que o córtex pré-frontal e o cérebro operem plenamente. Assim, você poderá planejar, organizar, criar estratégias e ser mais produtivo, eficaz e criativo. O que a técnica da MT faz é aumentar a comunicação entre o córtex pré-frontal e as outras partes do cérebro, visto que expande o seu funcionamento, ao passo que estresse faz exatamente o oposto.

 

Eu tiro férias pelo menos uma vez por ano. O estresse vai embora por pouco tempo, mas, quando volto ao trabalho, eu começo a sentir que as pressões voltam a se desenvolver.

 

Dra. Grosswald: As férias atenuam o estresse por um período curto de tempo, mas elas não removem o estresse acumulado, pois funciona apenas como uma correção temporária. Nós precisamos de algo que nos permita ser menos suscetível ao estresse no dia a dia, para que ele não interfira no prazer de viver. As pesquisas mostram que o programa de Meditação Transcendental não só possibilita à mente e ao corpo liberarem o estresse acumulado, como também ajuda a pessoa a se tornar mais resistente ao estresse ao longo do tempo.

 

Diz-se que o estresse é a causa 90% das doenças psicossomáticas. Que tipos de mudanças acontecem com o corpo devido ao estresse?

 

Dr. Rector: Sabe-se, por exemplo, que os hormônios modulam o sistema imunológico, defesa não apenas das doenças infecciosas, mas também do câncer. O mau funcionamento desse sistema pode também contribuir para doenças do coração, por meio de mecanismos de hiperatividade inflamatória de baixo nível crônica, o que pode contribuir para a formação de placas na artéria coronariana; um bom exemplo seria a corrosão nas artérias devido a um calor excessivo. Quando o sistema imunológico está constantemente sob pressão e ameaça, o estresse prevalece e o corpo se torna gradualmente desordenado e confuso, distanciando-se cada vez mais dos sistemas que deve proteger. Como um bom policial que se tornou mau, ele perde a capacidade de ser um vigilante perfeito para proteger o organismo contra as ameaças reais, podendo até se tornar agressivo contra o próprio corpo – a princípio, em menor grau, mas é possível aumentar de forma incontestável. Como resultado, uma doença autoimune pode aparecer.

 

Numa perspectiva mais positiva, os níveis hormonais podem ser equilibrados quando o estresse é reduzido por meio da técnica da Meditação Transcendental?

 

Dr. Rector: Sim, quando o corpo fica menos estressado devido à prática da Meditação Transcendental, os níveis hormonais também se alteram para ajudar a diminuir o estresse. Como um poderoso antídoto, a prática da técnica da Meditação Transcendental ajuda a restaurar a harmonia, a integração e o equilíbrio do corpo, pois são mecanismos de cura que funcionam em todos os níveis da fisiologia humana. Nem é necessário “pensar sobre isso”, visto que todo o organismo se torna holisticamente reintegrado e equilibrado, ações que ocorrem na fonte silenciosa da fisiologia. Portanto, a técnica da MT pode resultar na cura e na reintegração de toda a fisiologia, independente de quaisquer outras técnicas disponíveis de gerenciamento de estresse. Embora seja uma afirmação extraordinária, é bem fundamentada com base em mais de quarenta anos de estudos científicos no mundo todo.

 

Sarina Grosswald, Doutora Em Educação, Especialista Em Aprendizagem Cognitiva, Recentemente Dirigiu O Primeiro Estudo Sobre Os Efeitos Do Programa De Meditação Transcendental Em Crianças Com Dificuldades De Aprendizagem E Linguagem. Dra. Grosswald E Seu Trabalho Foram Extensivamente Apresentados Na Mídia Internacional, Por Exemplo No PBS E Na ABC News.

 

Steven Rector, Doutor Em Medicina, Pratica Medicina Emergencial Há 18 Anos. É Diplomado Pelo Conselho Americano De Medicina De Emergência.

 

 

Fonte:

 

https://meditacaotranscendental.com.br/beneficios/como-reduzir-o-estresse/?utm_source=Google&utm_medium=cpc&utm_campaign=Estresse&gclid=CjwKCAjw7--KBhAMEiwAxfpkWM4bQGf33JPaWx2kPotffJex2Mb6OCMq1Ko6ZhkQn6SBu2a-3-tM4BoChvYQAvD_BwE

 

 

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domingo, 3 de outubro de 2021

 



10 dos trabalhos mais perigosos do Brasil

 

 

Os 10 dos trabalhos mais perigosos do Brasil são realmente perigosos? Entendemos que trabalhar por si só já costuma ser estressante e cansativo para a maioria das pessoas. Quando certo trabalho leva o funcionário até o seu limite, ele corre sérios riscos todos os dias – ainda mais se trabalha sob condições inseguras.

 

Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, cerca de 5 mil pessoas morrem por dia por causa de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho em todo o mundo! Confira 10 dos trabalhos mais perigosos do Brasil.

 

1. Setor madeireiro


 


Dados do Ministério do Trabalho revelam que os trabalhos com maior número de vítimas fatais são os do setor madeireiro – que, no caso, boa parte dos acidentes poderia ser evitada com máquinas mais seguras. Infelizmente, grande parte dessas fatalidades ocorrem em partes do país onde não há uma pressão para melhorias nas condições de trabalho e não há investimento em gestão de riscos e em segurança.

 

2. Construção civil

 



O setor de construção civil já é bem conhecido por possuir altos índices de acidentes de trabalho. A lista de agentes perigosos para o trabalhador não é nada pequena, como: agentes físicos (ruído, calor, frio, radiações e quedas), agentes químicos (contaminação com substâncias perigosas, fumaças e gases) e agentes ergonômicos (dores, lesão por esforço repetitivo, postura inadequada).

 

3. Mineiros

 



Os trabalhadores de minas, especialmente aquelas subterrâneas estão diariamente envolvidas com lugares escuros e úmidos. Isso porque as condições de trabalhos dos mineiros costumavam ser piores: muitos trabalhavam em galerias baixas, de até 1 metro de altura, com as costas curvadas e em altas temperaturas, já que o ambiente dentro de uma mina subterrânea chega a ficar 1 grau ºC mais quente a cada 100 metros de profundidade.

 

4. Eletricistas




Além de poderem tomar choque, os eletricistas podem sofrer com queimaduras, explosões, incêndios, ataques de insetos (abelhas e marimbondos) e ainda tem a possibilidade de queda quando o trabalho é em alturas.

 

A profissão de eletricista é cercada de vários agentes perigosos. Além de poderem tomar choque, os profissionais podem sofrer com queimaduras, explosões, incêndios, ataques de insetos (abelhas e marimbondos) e ainda tem a possibilidade de queda quando o trabalho é em alturas.

 

5. Produção de carvão vegetal

 


A produção de carvão é considerada uma atividade perigosa pois coloca os trabalhadores em locais de altíssimas temperaturas e com muita poeira diariamente. Como se não fosse o suficiente, muitas carvoarias oferecem péssimas condições de trabalho a seus empregados, com jornadas longas de até 15 horas por dia e sem disponibilizar água tratada ou a mínima estrutura ou segurança.

 

6. Tratamento de esgoto

 


Trabalhar em um local rodeado de dejetos humanos oferece riscos enormes de contaminação. Do mesmo modo que nas atividades de construção civil, os profissionais que trabalham com tratamento de esgoto estão expostos a agentes perigosos físicos, químicos e até mesmo biológicos, pois estão expostos a microrganismos patogênicos, como bactérias, fungos, dentre outros.

 

7. Coletor de lixo

 


O trabalho dos coletores de lixo também é perigoso. A correria, o constante sobe e desce e o manuseio dos próprios sacos de lixo fazem parte do dia a dia deles. Nesta profissão, cair do caminhão, atropelamento e, sobretudo, a possibilidade de contaminação pelo manuseio de lixo biológico é uma constante.

 

8. Motoristas de caminhões

 


De acordo com dados da Previdência Social, entre 2005 e 2013 a profissão de caminhoneiro foi responsável por 2.579 mortes no Brasil. As longas jornadas dos motoristas são uma das maiores responsáveis por esse número. Além da possibilidade de dormir ao volante e causar um acidente de trânsito, há casos em que caminhoneiros sofrem ataque cardíaco causado pelo uso excessivo de substâncias para se manter acordado.

 

9. Motoboys

 


Já os motoboys, por estarem em um veículo que possui menos proteção e segurança, qualquer evento indesejado pode resultar em graves ferimentos. Hoje em dia, aproximadamente 65% dos acidentes de trânsito no Brasil envolvem motocicletas – um dado ainda mais relevante considerando que somos o país com o maior número de motoboys no mundo.

 

10. Frigorífico

 


As atividades em indústrias de processamento de carne é outra que entra como um dos trabalhos mais perigosos no Brasil. São vários os casos de acidentes. Em 2012, 4 funcionários morreram devido à liberação de um gás tóxico na indústria na cidade de Bataguassu (MS), enquanto em 2008, um faqueiro acabou falecendo após ter sido atingido por 20 barras de ferro de 35 quilos cada durante a manutenção do frigorífico.

 

As condições de trabalho também não são das melhores e muitos funcionários precisam até pedir permissão para o chefe para poderem ir ao banheiro.

 

11. Exterminador

 


Exterminadores lidam todos os dias com produtos químicos perigosos e que podem causar intoxicação caso não sejam manejados da maneira correta. É um trabalho perigoso também por causa dos agentes ambientais perigosos envolvidos, os quais podem ainda contaminar águas subterrâneas, exterminar espécies ou ainda contaminar alimentos.

 

 

 

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sábado, 2 de outubro de 2021

 



 

Acidente de trajeto: O que é, e o que diz a lei?

 

 




A legislação trabalhista prevê direitos que devem ser conhecidos pelo departamento de RH da empresa. Um desses direitos é proteger o empregado em caso de um acidente de trajeto, garantindo a continuidade do recolhimento do seu FGTS, entre outras cláusulas importantes.  


Desta forma, o trabalhador tem a mesma proteção como se tivesse sofrido um acidente de trabalho. No entanto, durante alguns meses, a medida provisória nº 905 mudou esta situação. 

 

A medida retirou alguns dos direitos anteriormente previstos pela CLT por um período limitado. Vale ressaltar que, a MP não está mais em vigor, mas ainda pode causar confusão.

 

Visto isso, explicaremos para você o que é acidente de trajeto e a descrição da Lei 8.213/91 na reforma trabalhista e quais os direitos de quem sofre o acidente. Veja a seguir os tópicos que abordaremos neste texto:

 

O que é acidente de trajeto?

 

O acidente de trajeto ocorre quando um funcionário da empresa sofre um acidente no percurso da residência para o local de trabalho, ou do local de trabalho para a residência. Esta situação é considerada um imprevisto durante o caminho de ida ou volta do trabalho.

 

O acidente de trajeto inclui qualquer meio de locomoção utilizado pelo funcionário: seja transporte público, carro próprio ou da empresa, ou mesmo carro compartilhado. Todas as maneiras usadas ​​pelos trabalhadores para se transportar no trajeto de ida e volta do trabalho são válidos.

 

Portanto, se o trabalhador torcer o pé ou bater o carro no caminho de ida ou volta do trabalho, pode ser considerado um acidente de trajeto de acordo com a Lei 8.213/91.

 

O que diz a lei sobre ele? – Lei 8.213/91

 

A Lei 8.213/91 que trata sobre os benefícios da previdência social, dispõe em seu artigo 19 que:

 

“Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”. 

 

Uma vez que não é possível listar todas as hipóteses para essas doenças, o § 2º do mencionado artigo da Lei nº 8.213/91 estabelece que:

 

“Em caso excepcional, constatando-se que a doença não incluída na relação prevista nos incisos I e II deste artigo resultou das condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente, a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho”.

Nessa redação ainda não ficou muito claro a equiparação do acidente de percurso ao acidente de trabalho, entretanto, mais adiante no artigo 21 desta mesma lei fica mais claro. Conforme veremos a seguir:

 

Art. 21. Equiparam-se também ao acidente do trabalho, para efeitos desta Lei:

 

I – o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação;

 

[…]

IV – o acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho:

 

a) na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;

 

b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;

 

c) em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor capacitação da mão de obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;

 

d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.

 

§ 1º Nos períodos destinados a refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante este, o empregado é considerado no exercício do trabalho.

 

Conforme previsto nessa lei, que diz respeito aos benefícios da previdência social, o acidente de percurso pode ser equiparado a um acidente de trajeto. Entretanto, uma alteração na reforma trabalhista gera muitas discussões na área dos direitos trabalhistas. Veja a seguir. 

 

Acidente de trajeto na Reforma Trabalhista

 

A reforma trabalhista alterou o parágrafo segundo do artigo 58 da CLT, que diz respeito às Horas in Itinere, e de acordo com o novo texto foi excluído do tempo à disposição do trabalhador justamente o período de percurso da residência até o local de trabalho. Vejamos o seguinte trecho:

 

Art. 58 – A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 (oito) horas diárias, desde que não seja fixado expressamente outro limite.

 

2º O tempo despendido pelo empregado desde a sua residência até a efetiva ocupação do posto de trabalho e para o seu retorno, caminhando ou por qualquer meio de transporte, inclusive o fornecido pelo empregador, não será computado na jornada de trabalho, por não ser tempo à disposição do empregador.

 

Por conta de o tempo de percurso não ser mais considerado tempo à disposição do empregador, o acidente no trajeto, tem gerado muitas polêmicas. Contudo, vale a pena esperar que a empresa e os colaboradores estejam atentos à melhor definição da legislação e tratem cada caso como um incidente isolado durante esse período incerto de “transição”. 

 

Os empregadores devem observar que ainda é aconselhável manter o processo normal de emissão de CAT em caso de acidente de trajeto. Visto que a ausência dessa emissão pode sujeitar a empresa à aplicação de multa administrativa.

 

Acidente de trajeto x Acidente de percurso: São a mesma coisa?

 

Imagine a seguinte situação: um funcionário sai de casa para trabalhar – seja a pé, de carro ou a caminho da empresa – e no percurso da empresa, inesperadamente, sofre um acidente. Ou vice-versa: ele deixa o trabalho feliz e vai para o seu doce lar, mas no meio do percurso havia uma pedra, ou melhor, um acidente infeliz, que torna esta viagem menos agradável e às vezes dramática, dependendo da gravidade das consequências que dela decorrem.

 

Em outras palavras, neste ponto você deve lembrar que um acidente de trajeto e um acidente de percurso são a mesma coisa. Tudo o que se relaciona com o percurso de ida e volta do funcionário para casa está consolidado pelas leis de acidente de trajeto. 

 

O acidente de trajeto é acidente de trabalho?

 

De acordo com o previsto na Lei 8.213/91, como vimos acima, o acidente de trajeto pode ser equiparado ao acidente de trabalho. 

 

Por um tempo, a situação legal mudou por vários meses. De 12 de novembro de 2019 a 20 de abril de 2020, a medida provisória nº 905 entrou em vigor. Ela previa que o acidente de trajeto não deveria conferir ao empregado os mesmos direitos que o acidente de trabalho. 

 

Por ser provisória, a medida expirou a partir de 21 de abril de 2020 e, com isso, a flexibilização pretendida também deixou de existir. Assim, acidente de trajeto e acidente de trabalho são iguais perante a Lei e garantem os mesmos direitos. 

 

Dessa forma, o colaborador que bater acidentalmente com o carro no caminho para o trabalho terá a mesma proteção que quem sofre um acidente na empresa.

 

No entanto, se pensarmos em termos de diferenças práticas e não jurídicas, a principal delas se refere ao local do ocorrido. Em um acidente de trajeto, o colaborador está fora do ambiente da empresa. Quando se trata de acidente de trabalho, ele está dentro do estabelecimento.

 

Mesmo em um período em que o home office é amplamente utilizado, não podemos nos esquecer dos profissionais que precisam desempenhar suas funções localmente.

 

Quais os direitos de quem sofre acidente de trajeto?

 

A equiparação do acidente de trajeto ao acidente de trabalho garante ao trabalhador acidentado diversos direitos trabalhistas e previdenciários. Em outras palavras, o trabalhador que tenha sofrido acidente de trajeto tem proteção assegurada. Desta forma, vários direitos são garantidos, tais como:

 

Emissão de CAT

 

O envio da CAT (Comunicação de Acidentes do Trabalho) é da responsabilidade do RH e permite informar as autoridades competentes do governo sobre o acidente de trabalho ou acidente de trajeto. 

 

Desta forma, todas as atividades em relação ao INSS, ao FGTS e ao auxílio doença poderão ser realizadas. A solicitação pode ser enviada online por meio do site do governo. 

 

Ainda vale lembrar que o acidente de trajeto deve ser comunicado à empresa até o dia seguinte ao acidente. Em caso de óbito do trabalhador, a empresa deve ser avisada por um familiar próximo.  

 

Observação: Caso a empresa deixe de comunicar o acidente de trajeto ou de trabalho e não implemente os procedimentos necessários, como o envio de CAT, o funcionário pode solicitar uma rescisão indireta. Além disso, ele pode entrar com um processo trabalhista, já que a empresa não cumpriu com a lei.

 

Auxílio doença

 

O auxílio doença acontece quando um funcionário fica impossibilitado de trabalhar por causa de um acidente de trabalho ou acidente de trajeto. Deve ser pago pelo INSS se o funcionário tiver que se ausentar por mais de 15 dias. 

 

O INSS também é responsável pelo pagamento do auxílio em caso de licença médica. Vale destacar: é responsabilidade da empresa durante os primeiros 15 dias a remuneração pelo afastamento do colaborador.

 

Estabilidade

 

O empregado tem garantia de estabilidade de 12 meses a partir da alta previdenciária, se o benefício for o “B91” (artigo 118 da Lei 8.213/91). Durante este período, o empregado não pode ser dispensado sem justa causa.

 

Conclusão

 

Os processos trabalhistas por danos causados ​​por acidente de trajeto são semelhantes a todos os outros processos por danos pessoais na relação empregado-empregador. 

 

Se o trabalhador se sentir desamparado pela empresa devido a um acidente de trajeto e decidir tratar a situação com mais seriedade, a coisa pode se complicar. 

 

Sabendo disso, é importante e recomendado que a empresa tenha um canal aberto de comunicação com o trabalhador e que ao longo da vigência do contrato de trabalho, o colaborador seja avisado sobre a obrigação de comunicar ao empregador o acontecimento de acidente de trajeto. A comunicação segura e eficaz entre o empregado e o empregador protege os direitos de todos. 

 

Com estas considerações, espero ter produzido uma revisão geral e atualizada sobre o acidente de trajeto e dos direitos decorrentes deste tipo de evento, devidamente atualizada em vista das mudanças decorrentes da MP 905.

 

 

 

 

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COMO UMA PESQUISA CIENTÍFICA PODE MUDAR O SEU NEGÓCIO

 

 



 

A pesquisa científica vem sendo uma grande aliada das empresas e dos pequenos, médios e grandes empreendedores nos tempos atuais, pois ela sobrevém de necessidades que foram criadas ao decorrer de todos esses anos, tendo em vista problemas e desafios que empresas e empreendedores encontraram.

 

Estes problemas e desafios muitas vezes estão ligados aos seus produtos, sendo eles: produtos consolidados no mercado, porém que vem perdendo espaço por conta da falta de inovação, MVP’s (Produto Mínimo Viável) que podem ser desenvolvidos de forma segura, na questão de custos, por meio de um dos ramos da pesquisa científica que é o serviço de P&D (Pesquisa e desenvolvimento) ou até mesmo um produto já desenvolvido que vem encontrando problemas.

 

Atualmente, dentro do mercado, vemos uma grande importância de empresas e empreendedores dos mais variados tamanhos terem e buscarem esse serviço de P&D para seus atuais e futuros produtos ou ter esse desenvolvimento científico dentro de suas soluções.

 

Importância da pesquisa científica no P&D

 

Como citou-se anteriormente, o P&D é apenas um dos ramos da pesquisa científica, porém esse ramo é um dos mais importantes para o seu negócio.

 

O P&D é uma forma de tornar ideias inovadoras, resoluções de problemas e desafios em algo seguro economicamente e viável, sem gastos exorbitantes, assegurando eficiência, sem perda de tempo e a garantia de um produto testado e aprovado.

 

Entretanto, como podemos ligar a pesquisa científica ao serviço de P&D? A resposta é simples, todo serviço de P&D começa com uma grande pesquisa científica, ela é a base que vai consolidar, viabilizar e garantir um produto seguro e inovador.

 

Porém ela não se limita somente a essa parte inicial, encontraremos ela ainda em várias etapas durante o projeto, como: nos testes de qualidade, testes para seguir normas estabelecidas por agências de vigilância, nos dados analisados durante os procedimentos de testes e, principalmente, nos resultados.

 

Dentro da EQ Júnior, já enfrentamos desafios envolvendo nosso serviço P&D e um deles foi com a destilaria Álcool Ferreira que tem sua Fábrica localizada em Cordeirópolis, interior do estado de São Paulo. Nosso projeto consistia em aperfeiçoar um dos produtos da destilaria com a finalidade de se obter maior valor agregado e expandir o mercado consumidor da empresa. Com muita dedicação e muita pesquisa conseguimos alcançar o resultado esperado pelo cliente garantindo um NPS promotor.

 



 

Etapas de um serviço de P&D:

 

Destrinchando o que é um serviço de P&D, mostraremos suas etapas, entenderemos como funciona sua metodologia e como aplicamos nos mais variados tipos de processo:

 

Conhecimento: Nesta etapa buscamos estudar o projeto e obter o maior conhecimento naquela área para executar um projeto com total autoridade e qualidade, sempre valorizamos o estudo antes de qualquer etapa;

 

Planejamento: Tendo em vista as demandas do mercado, as necessidades e realidade da empresa, fazemos um planejamento estratégico das etapas de desenvolvimento para garantirmos assertividade e produtividade durante o nosso serviço, evitando gargalos;

 

Experimentações: Esta é a etapa onde realizamos testes nos produtos ou nos processos sempre buscando atingir a máxima qualidade ou a necessidade do cliente.

 

Validação: Agora com os resultados dos testes podemos saber se o que foi desenvolvido está de acordo com o que foi solicitado. Além disso, é importante saber se está cumprindo-se todos os requisitos das normas que envolvem aquele produto e se aquele produto ou processo supre os quesitos de qualidade estabelecidos;

 

Conclusão: Compilado de informações sobre o projeto, é um resumo de tudo o que se fez e testou. Considera-se tudo, os erros, os acertos e, principalmente, o resultado final, sempre deixando claro todas etapas de como foi realizou-se cada experimento. Assim, é possível entregar, sempre, sua ideia inovadora com o máximo de valor agregado.

 

Qual o impacto do P&D e a Pesquisa Científica no seu negócio?

 




A competitividade no mercado vem crescendo, cada vez mais vemos empresas se destacando com seus produtos inovadores. Gradativamente, empresas investem nesse serviço e têm um retorno alto e imediato. 

 

Porém, na contramão, empresas e empreendedores que se privam desse serviço, atualmente essencial, tornam-se corporações que perdem espaço no mercado, tem seu desenvolvimento atordoado ou parado por falta de competitividade e inovação, os produtos já não cumprem o nível de qualidade e exigência procurado pelo consumidor final, perdem a competitividade para empresas que focam na pesquisa científica e garantem produtos inovadores.

 

Portanto, a pesquisa científica junto com o serviço de P&D vem sendo um diferencial para empresas e empreendedores das mais variadas áreas podendo trazer soluções inovadoras e produtos novos, assim consolidando e afirmando espaço da sua empresa ou do seu negócio dentro do mercado 

 



Fonte:

 

https://eqjunior.com.br/blog/pesquisa-cientifica-no-negocio/

 

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A GESTÃO DE RISCOS APLICADA NA INDÚSTRIA QUÍMICA

 




 

O setor químico industrial brasileiro cresce a cada dia, há grandes oportunidades e crescente inovação nesse ramo. Com isso, esse campo é o responsável por cerca de 3% do PIB brasileiro, além disso, o Brasil ocupa o oitavo lugar na posição no ranking mundial dos países com o maior número de parques industriais. Esse setor é um dos mais diversificados sendo segmentado em diversas áreas: saneantes, fertilizantes, cosméticos, tintas etc. Apesar disso, surge nessa categoria um alerta devido a utilização de produtos químicos que apresentam periculosidade ao meio de trabalho, além do risco empregado ao trabalho industrial. Com isso, é importante que haja uma gestão de riscos voltada para a realidade de cada indústria a fim de evitar possíveis acidentes.

 

O que é Gestão de Riscos?

 

A gestão de riscos atua na identificação precoce de perigos aliados a toda a escala de produção de um determinado produto. Tem por finalidade gerenciar e contornar os impactos gerados por esses riscos ou então minimizar os danos causados. A partir do gerenciamento de riscos é possível identificar problemas durante o processo produtivo que ocasione acidentes de trabalhos e acidentes ambientais. Além disso, é uma aliada na garantia da qualidade dos produtos e na prevenção de prejuízos econômicos. Com ela, pode-se planejar e antecipar os problemas e assim evitar desgastes futuros.

 

Etapas do gerenciamento de riscos

 

O gerenciamento de riscos é elaborado em cinco etapas: a identificação dos possíveis riscos, a análise qualitativa e quantitativa dos problemas, o planejamento das ações necessárias para a resolução dos perigos de produção, a informação e comunicação com toda a equipe de funcionários da empresa e, por último, o monitoramento desses riscos.

 




 

 

Identificação


A primeira etapa da gestão de riscos contempla a identificação de todos os problemas que possam gerar possíveis riscos ao processo industrial. Esse levantamento de problemas pode ocorrer de diversas maneiras, porém um dos métodos mais conhecido é o do Brainstorming. Nesse método acontece uma “tempestade” de ideias durante a revisão de todos os processos envolvidos na produção.

 

Além disso, é importante considerar todos os setores da empresa, até mesmo os que não ocorre o processo produtivo. Por exemplo, pode-se imaginar que para uma empresa funcionar é fundamental que haja orçamento, pois em caso de falta todo o processo de produção é parado o que por sua vez acaba gerando perdas financeiras. A gestão de risco considera todo e qualquer tipo de risco que afete o processo produtivo de uma empresa.

 

Entretanto, não é todo problema que merece um gerenciamento de riscos e, por isso, é fundamental levar em conta apenas os problemas que representam um risco iminente à operação industrial. Para identificar esse risco o problema levantado deve ser uma incerteza no futuro e que tenha impactos no processo. Por exemplo, se o evento acontecer é uma chuva e sua produção não depende de eventos climáticos, então não é necessário controlá-lo.

 

Análise qualitativa 

 

Após a identificação dos riscos é necessário analisar qualitativamente como cada problema pode interferir no processo. Com essa etapa é possível dimensionar a importância de cada risco através de escalas de impacto e probabilidade e compreender como esses riscos irão impactar no processo produtivo. E, dessa forma, classificar cada problema com base nos eventos mais possíveis de acontecer até o menos provável.

 

Nessa etapa é preciso considerar os dados de acidentes de trabalho que a empresa possui a fim de analisar a probabilidade de acontecer determinado evento e o impacto gerado por esse.

 

Análise quantitativa

 

Já a análise quantitativa surge justamente para quantificar esses perigos, atribuindo dados numéricos em cada problema identificado. Essa etapa pode ser realizada por diversas metodologias diferentes.

 

De maneira geral, é importante atribuir números que comprovem a realidade apresentada na análise qualitativa, priorizando os riscos classificados na etapa anterior. Essa etapa se faz importante, pois é exatamente a partir dela que é possível definir os primeiros passos para a tomada de um plano de ação.

 

Planejamento 

 

Com os riscos identificados e devidamente analisados, é hora de tratar um plano de ação para cada um. A partir desse ponto é possível definir medidas preventivas de segurança para que o evento não aconteça e, também, medidas corretivas para minimizar os impactos ocasionados. Nessa etapa ocorre a definição das metas que serão traçadas.

 

Dessa maneira, o papel do planejamento nada mais é que a otimização dos problemas e a organização de um plano de ação para cada risco analisado. Contemplando primeiro os problemas que precisam de uma ação urgente até os que demandam uma ação futura.

 

Podemos citar como medida preventiva aos acidentes de trabalho na indústria química como a Gestão dos Produtos Químicos. Já para a prevenção de acidentes ambientais e medida de menor impacto ao meio ambiente têm-se o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, o PGRS. E para contornar desgastes econômicos e evitar problemas de qualidade o Mapeamento de Processos e o Dimensionamento de Equipamentos podem ser uma alternativa para essa problemática.

 

Informação e comunicação

 

Com os planos de ações definidos é fundamental manter toda a equipe de trabalho de sua empresa bem informada. Essa comunicação deve ser clara e objetiva, seja através da aplicação de treinamentos de segurança ou palestras e workshop.

 

Monitoramento

 

A gestão de riscos é um processo de gerenciamento e, por isso, é fundamental um acompanhamento de cada risco periodicamente em cada parte da atividade industrial. Para que assim há garantia da eficácia do processamento industrial e a aplicação de medidas preventivas de acidentes.

 

Com isso, pode-se observar que a melhor alternativa deve ser a remediação dos problemas dado a simplicidade do processo de gerenciamento de riscos. Além disso, com a aplicação da gestão de riscos há uma garantia no bom funcionamento do processo industrial com a prevenção de acidentes. Garantindo ainda a qualidade do produto e a economia de sua empresa.

 

 

Fonte:

 

https://eqjunior.com.br/blog/gestao-de-riscos/?gclid=CjwKCAjwhuCKBhADEiwA1HegOfgYXgtpfNMLoyDvcB6Rimr2FvQGPSZ2oYKNgn7r3coD74GIA1RAVhoCKXcQAvD_BwE

 

 

 

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