segunda-feira, 2 de outubro de 2023

 





 

NR-25 - RESÍDUOS INDUSTRIAIS – GUIA DO PROFISSIONAL SST

 

 

A NR-25 é uma norma regulamentadora que estabelece requisitos de segurança e saúde no trabalho para o gerenciamento de resíduos industriais.

 

Conhecendo A NR-25 Resíduos Industriais

Vamos começar examinando a NR-25. Esta norma está relacionada aos resíduos industriais e visa à proteção dos trabalhadores. Embora seja uma norma pequena, contém informações relevantes para quem lida com o gerenciamento de resíduos industriais.

É importante destacar que a maior parte dos resíduos industriais gerados nos processos de gerenciamento são resíduos perigosos, classificados como resíduos de Classe 1. Portanto, vamos entender o que a norma estabelece a respeito disso.

 

Tipos ou Classes de Resíduos

A gestão adequada de resíduos é uma preocupação crítica em todo o mundo, tanto do ponto de vista ambiental quanto da saúde pública. Para simplificar o processo de classificação e tratamento, os resíduos são frequentemente divididos em duas categorias principais: Classe I e Classe II. Essas categorias ajudam a identificar os riscos associados aos resíduos e a determinar as medidas necessárias para o seu gerenciamento.

 

Classe I – Resíduos Perigosos:

Os resíduos da Classe I são comumente conhecidos como “resíduos perigosos” devido ao seu potencial de causar danos significativos à saúde humana e ao meio ambiente. Eles incluem materiais tóxicos, inflamáveis, corrosivos, reativos e infecciosos.

 

Alguns exemplos típicos de resíduos da Classe I são:

Substâncias químicas tóxicas: Isso inclui produtos químicos que podem ser prejudiciais à saúde humana, como pesticidas, produtos químicos industriais tóxicos e resíduos de produtos farmacêuticos.

Resíduos inflamáveis: Isso abrange materiais que podem pegar fogo facilmente, como solventes inflamáveis, óleos usados e produtos químicos reativos que podem causar explosões.

Resíduos infecciosos: Esses resíduos podem conter patógenos que causam doenças, como resíduos médicos contaminados, agulhas usadas e amostras biológicas.

Resíduos corrosivos: Isso engloba substâncias químicas corrosivas, como ácidos e bases fortes, que podem causar danos graves a materiais e ao meio ambiente.

Resíduos radioativos: Resíduos radioativos incluem materiais contaminados por substâncias radioativas, frequentemente encontrados em instalações nucleares e médicas.

 

Resíduos infecciosos

 

A gestão de resíduos da Classe I envolve precauções rigorosas, manipulação segura e disposição apropriada. Geralmente, esses resíduos são tratados por empresas licenciadas e especializadas, e o transporte e a eliminação seguem regulamentos estritos para evitar riscos à saúde pública e ao ambiente.

 

Classe II – Resíduos Não Perigosos:

Em contraste, os resíduos da Classe II, também conhecidos como “resíduos não perigosos”, são considerados menos prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. Eles podem incluir resíduos orgânicos, recicláveis e materiais inertes.

 

Alguns exemplos de resíduos da Classe II são:

Resíduos orgânicos: Isso inclui restos de alimentos, resíduos de jardim e outros materiais biodegradáveis.

Materiais recicláveis: Isso abrange papéis, plásticos, vidros, metais e outros materiais que podem ser reciclados e reutilizados.

Resíduos de construção e demolição: Escombros de construções, como concreto, tijolos e madeira, são considerados resíduos da Classe II.

Resíduos inertes: Materiais inertes, como terra, areia e pedra, também se enquadram na Classe II.

 

Resíduos da construção civil

 

A gestão de resíduos da Classe II envolve a coleta seletiva, reciclagem e descarte adequado. Esses resíduos geralmente apresentam menos riscos à saúde e podem ser processados de maneira mais econômica e ambientalmente sustentável.

Em resumo, a diferenciação entre resíduos da Classe I e Classe II é essencial para garantir que os resíduos sejam tratados de forma segura e ambientalmente responsável. Os resíduos da Classe I exigem precauções rigorosas e são considerados perigosos, enquanto os resíduos da Classe II são menos perigosos e podem ser gerenciados com maior facilidade. A classificação adequada é fundamental para a proteção da saúde pública e do meio ambiente.

 

Origem dos resíduos industriais segunda a NR-25

A NR-25 define resíduos industriais como aqueles originados dos processos industriais, incluindo formas sólidas, líquidas, gasosas ou combinações delas. Esses resíduos, devido às suas características físicas, químicas e microbiológicas, assemelham-se aos resíduos domésticos, como cinzas, mas não são considerados como tais.

Isso significa que resíduos como cinzas, lodos, óleos, materiais alcalinos ou ácidos, escórias, poeiras e outras substâncias similares estão incluídos. Isso também abrange resíduos gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como outros efluentes líquidos e emissões gasosas contaminantes atmosféricos. Essa é uma breve identificação dos tipos de resíduos gerados pelas indústrias.

A norma estabelece que a empresa deve buscar a redução da geração de resíduos por meio da adoção das melhores práticas tecnológicas e organizacionais disponíveis. Isso está alinhado com a política nacional de resíduos sólidos, que busca a redução na geração de resíduos desde a fonte.

 

Conhecendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) representa um marco importante na gestão de resíduos no Brasil, visando à promoção da sustentabilidade, à redução de impactos ambientais e à proteção da saúde pública. Esta política, introduziu uma série de princípios e diretrizes que mudaram significativamente a abordagem do país em relação aos resíduos sólidos.

 

Princípios Fundamentais da PNRS:

A PNRS é fundamentada em diversos princípios essenciais, que orientam suas ações e objetivos:

Prevenção e precaução: A política enfatiza a prevenção na geração de resíduos sólidos, incentivando práticas sustentáveis e a conscientização sobre o consumo responsável. Também adota o princípio da precaução, que orienta a tomada de medidas preventivas em situações de incerteza quanto aos riscos ambientais.

 

 

 A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) representa um marco importante na gestão de resíduos no Brasil


Responsabilidade compartilhada: A PNRS estabelece que a responsabilidade pela gestão dos resíduos sólidos deve ser compartilhada entre a sociedade, o setor público e o setor privado. Isso significa que todos têm um papel a desempenhar na minimização e tratamento dos resíduos.

Política dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar: A política promove a redução na geração de resíduos, a reutilização de produtos e a reciclagem de materiais como prioridades na gestão de resíduos.

 

Objetivos e Instrumentos da PNRS:

A PNRS estabelece objetivos ambiciosos para a gestão de resíduos sólidos, incluindo a eliminação dos lixões, a ampliação da coleta seletiva, o estímulo à reciclagem e a promoção da educação ambiental. Para atingir esses objetivos, a política utiliza diversos instrumentos, como:

Planos de Resíduos Sólidos: Os municípios e estados são incentivados a criar planos de resíduos sólidos, que definem estratégias locais para a gestão adequada dos resíduos.

Logística reversa: A PNRS estabelece a obrigatoriedade da implementação de sistemas de logística reversa, em que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes são responsáveis pelo retorno e destinação adequada de produtos após o uso.

Coleta Seletiva: A política visa a expansão da coleta seletiva em todo o país, incentivando a separação dos resíduos na fonte e a criação de cooperativas de catadores.

Educação Ambiental: A PNRS enfatiza a importância da educação ambiental como ferramenta fundamental para a conscientização da população sobre a gestão adequada de resíduos sólidos.

Incentivos econômicos: A política também prevê incentivos econômicos, como linhas de crédito e benefícios fiscais, para empresas que adotem práticas sustentáveis na gestão de resíduos.

 

Desafios e Avanços:

Desde a implementação da PNRS, o Brasil fez progressos significativos na gestão de resíduos sólidos, com a diminuição do número de lixões e o aumento da coleta seletiva. No entanto, ainda existem desafios a serem superados, como a necessidade de maior conscientização da população e a ampliação da infraestrutura de tratamento de resíduos.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos representa um compromisso com um futuro mais sustentável, em que a gestão responsável dos resíduos é fundamental para a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida das gerações futuras. É um lembrete de que todos têm um papel a desempenhar na construção desse futuro, desde os cidadãos comuns até as empresas e o governo.

 

Outros requisitos da NR-25

Além disso, a NR-25 enfatiza a importância do armazenamento adequado dos resíduos industriais, proibindo o lançamento ou liberação de contaminantes que possam prejudicar a segurança e a saúde dos trabalhadores. Portanto, é fundamental que as empresas tenham áreas específicas para o armazenamento desses resíduos, evitando a contaminação dos trabalhadores.

As medidas de controle, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), são essenciais para garantir a segurança dos trabalhadores que lidam com resíduos industriais. A empresa deve desenvolver ações de controle para evitar riscos à segurança e à saúde dos funcionários.

 

NR-25 determina o uso do EPI

 

É importante lembrar que a empresa geradora é corresponsável por todo o processo, desde a geração dos resíduos até o descarte final, mesmo quando contrata outras empresas para o transporte e destinação dos resíduos.

Resíduos sólidos e líquidos altamente tóxicos e perigosos devem ser tratados com cuidado, com a participação de entidades especializadas e autoridades competentes. O órgão ambiental desempenha um papel importante na regulamentação e aprovação dos métodos de tratamento e disposição desses resíduos.

 

Conclusão

Nesse artigo, falamos sobre a NR-25, mas acabamos tratando de outros temas como PNRS e classes de resíduos.

Todas as iniciativas, sejam governamentais ou não, representam um avanço significativo na busca por um futuro mais sustentável na gestão de resíduos industriais.

A NR-25 desempenha um papel fundamental na proteção dos trabalhadores envolvidos no manuseio de resíduos industriais, estabelecendo diretrizes rigorosas para a prevenção de riscos à saúde e segurança ocupacional. Além disso, incentiva a redução na geração de resíduos, o armazenamento adequado e o controle efetivo dos equipamentos e dispositivos utilizados no tratamento desses resíduos.

A PNRS, por sua vez, adota princípios como a responsabilidade compartilhada e a promoção dos 3R’s - Reduzir, Reutilizar e Reciclar como pilares para uma gestão mais eficiente dos resíduos sólidos, estimulando a minimização de impactos ambientais e a criação de um ciclo sustentável de produção e consumo.

A classificação em Classe I e Classe II ajuda a distinguir entre resíduos perigosos e não perigosos, orientando ações e precauções adequadas para cada tipo de resíduo. Essa diferenciação contribui para a proteção da saúde pública e do meio ambiente, além de facilitar a gestão e o tratamento dos resíduos.

Em conjunto, essas abordagens representam um passo importante em direção a uma gestão de resíduos mais responsável e sustentável no Brasil. Elas destacam a importância da prevenção, da conscientização, da responsabilidade compartilhada e da conformidade regulatória. O cumprimento da NR-25, aliado à educação ambiental e à inovação tecnológica, pavimenta o caminho para um futuro em que a gestão de resíduos industriais contribuirá ativamente para a preservação do meio ambiente, a saúde da população e o desenvolvimento sustentável. É um compromisso comum que une governo, empresas e cidadãos na construção desse futuro mais sustentável.

 

 


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ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO NA SEGURANÇA DO TRABALHO

 



Já ouviu falar em análise custo-benefício? Esse é o tema do nosso post de hoje! Trata-se de uma análise que os gestores da empresa deveriam fazer o tempo todo.

Um pensamento muito comum de quem acabou de entrar na área de segurança do trabalho é: “quero ter um ambiente de trabalho 100% seguro”. Existe até uma série de vídeos feita pelo SESI/SENAI com esse nome: 100% seguro.

Entretanto, devida a própria natureza das atividades humanas, sempre haverá riscos residuais. O Profissional SST não busca a eliminação completa dos riscos. O que buscamos é o patamar de riscos aceitável.

Tem uma imagem que ilustra bastante bem o que é a análise custo-benefício. Qualquer pessoa que já estudou um pouquinho de economia vai reconhecer isso.

 



Análise custo-benefício

Vamos entender o gráfico da análise custo-benefício?

No eixo Y temos os custos expressos em moeda, ou seja, Reais (R$).

No eixo X temos o grau de segurança, que pode variar de 0 até 100, onde o 100 seria 100% seguro, ou seja, zero risco.

 

Então, nesse gráfico temos 3 linhas.

A primeira linha na cor VERDE representa os custos com a segurança. Quanto maior o grau de segurança, maior o custo da empresa com a SST. Observe que próximo ao grau de segurança 100 os custos com a segurança (custos de implementação das medidas preventivas) crescem muito rapidamente.

 

Até aqui tranquilo.

A segunda linha na cor AZUL é o custo dos acidentes. Quanto maior o grau de segurança, menor é o custo dos acidentes. Ou seja, quanto mais seguro o ambiente, teremos menos gastos relacionados aos acidentes de trabalho.

 

Até aqui tranquilo.

Agora vamos entender a terceira linha, na cor LARANJA.

Nessa linha, estamos somando as duas linhas anteriores, ou seja, a linha LARANJA é a soma da linha VERDE com a AZUL. Ou seja, na análise custo-benefício precisamos somar os custos com os acidentes com os custos para implementar as medidas preventivas, chegando nos custos totais incorridos pela empresa.

Observe que ao fazer isso, temos uma curva na forma de U ... ou seja… temos um ponto ÓTIMO, indicado no gráfico pela letra A.

E é aqui que a cabeça de muitos Profissionais SST vai “bugar”.

 

Existe um nível ótimo de investimento em SST

 

E esse nível não é onde o risco é zero!

O risco zero será 100% o grau de segurança, mas não se investe até chegar a esse ponto.

Perceba que mesmo no ponto mínimo da curva LARANJA ainda haverá acidentes ou adoecimentos.

 

E é assim mesmo.

A própria área SST não trabalha com risco zero, mas sim um risco aceitável.

Um estudo da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho demonstrou como pequenas e médias empresas se beneficiaram de investimentos em SST.

 

Exemplo prático da análise custo-benefício

Uma empresa do setor de construção investiu em treinamentos sobre a postura correta para levantar pesos, exercícios de levantamento de equipamento, lembretes sobre técnicas seguras de levantamento de pesos, e outros incentivos.

O resultado foi redução das dores lombares e das baixas por doença devido a dores lombares. A empresa recuperou o investimento em 2,16 anos.

Outra empresa, do setor de gestão de resíduos, investiu em melhorias nos EPI e EPC para reduzir acidentes causados por escorregões e tropeções.

Como resultado, os índices de acidentes caíram 20%, recuperando o investimento em 1,3 anos.

 



 

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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

 






 

COMO INSTALAR E CONFIGURAR “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” PROGRAMA PARA PREVENIR LER DORT

 



Conheça e veja como instalar

 

“O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” é um software gratuito e de código aberto projetado para ajudar as pessoas a se manterem saudáveis e produtivas enquanto trabalham em seus computadores por longos períodos de tempo. Nesta postagem vamos ver como instalar e configurar o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE”. Com suas ferramentas de monitoramento e lembretes regulares, o Workrave ajuda a prevenir LESÕES POR ESFORÇO REPETITIVO - LER e outras dores relacionadas ao uso excessivo do computador.

O programa é fácil de instalar e configurar, e pode ser personalizado de acordo com as necessidades individuais de cada usuário. Ele permite que os usuários definam intervalos regulares de pausa para descansar os olhos, alongar os músculos, caminhar ou simplesmente se afastar do computador por alguns minutos.

Além disso, “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” oferece ferramentas úteis para monitorar o tempo de uso do teclado e mouse, alertando o usuário quando é hora de fazer uma pausa ou mudar de posição. Ele também inclui exercícios de alongamento para o pescoço, braços e mãos, projetados para ajudar a reduzir a tensão e a fadiga muscular.

Outra característica útil do “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” é sua capacidade de registrar o tempo de trabalho e oferecer relatórios e estatísticas sobre o uso do computador ao longo do tempo. Isso pode ajudar os usuários a entender melhor seus hábitos de trabalho e fazer ajustes para melhorar sua saúde e produtividade.

O “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” é uma excelente opção para qualquer pessoa que passe longas horas trabalhando em um computador, especialmente aqueles que trabalham em escritórios ou em casa. O programa pode ajudar a prevenir lesões e dores relacionadas ao uso excessivo do computador, bem como melhorar a saúde geral e a produtividade.

Em resumo, o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” é um programa gratuito e de código aberto que ajuda os usuários a manter sua saúde e produtividade enquanto trabalham em um computador por longos períodos de tempo. Com suas ferramentas de monitoramento e lembretes regulares, o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” pode ajudar a prevenir lesões por esforço repetitivo e outras dores relacionadas ao uso excessivo do computador. Se você passa muitas horas trabalhando em um computador, o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” pode ser uma excelente opção para ajudar a melhorar sua saúde e produtividade. Por isso vamos lhe ajudar como instalar e configurar o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE”.

 

COMO INSTALAR

Acesse o site oficial do Workrave em https://workrave.org/ e clique no botão “Download” na página inicial.

Na página de downloads, selecione a versão do sistema operacional que você está usando (Windows, Linux ou macOS) e clique no botão de download correspondente.

Quando o download estiver concluído, localize o arquivo de instalação e execute-o.

Se você estiver usando o Windows, uma janela de instalação aparecerá. Siga as instruções na tela para instalar o programa. Se você estiver usando o Linux, abra o terminal e navegue até o diretório onde o arquivo de instalação foi baixado. Use o seguinte comando para extrair os arquivos: tar xvfz workrave-x.y.z.tar.gz (substitua x.y.z pela versão do arquivo de instalação). Em seguida, navegue até o diretório criado e execute o arquivo “configure” usando o comando: ./configure. Por fim, execute o comando make e, em seguida, sudo make install. Se você estiver usando o macOS, basta abrir o arquivo .dmg e arrastar o ícone do “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE” para a pasta “Aplicativos”. Quando a instalação estiver concluída, abra o “O DELÍRIO DE TRABALHO” ou “WOKRAVE”. O programa deve começar a funcionar imediatamente, mas você pode personalizar as configurações de acordo com suas preferências.

 

Fonte: https://temseguranca.com/com-instalar-e-configurar-o-workrave-programa-para-prevenir-ler-dort/

 



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NÃO ESTÁ SATISFEITO COM A SUA SITUAÇÃO PROFISSIONAL? NÃO SE SENTE EM PAZ E REALIZADO EM SUA VIDA?

 



Não está satisfeito com a sua situação profissional? Não se sente em paz e realizado em sua vida? Tem o perigoso vício de ficar reclamando de tudo isso? Cuidado. Isso pode adiar ainda mais seus projetos e emperrar sua vida! O fato de você não estar ainda onde deseja, tem quer ser sua maior MOTIVAÇÃO e não sua maior RECLAMAÇÃO. É algo que deve te mover, te motivar à ação, te fazer buscar, se reinventar, se superar e não te paralisar em um estado tóxico de vitimíssimos e preguiça mental.

 

Quer uma dica supersimples e acessível para tornar seus dias melhores?

Faça uma lista de coisas que você ama fazer e então, honre essa lista com a prática e veja seu grau de alegria e satisfação com a vida aumentar:

Que tal incluir na sua agenda momentos para se cuidar, passear sozinho ou com a família, tomar um cafezinho fazendo uma leitura de um livro edificante, se exercitar… ou seja, fazer o que você ama?

Isso não é algo só delicioso e ótimo para o seu amor próprio não viu? É ótimo também para sua saúde. Isso mesmo, para saúde: fazer o que ama, hábitos saudáveis, ter um hobby tem a capacidade de diminuir o excesso de cortisol do sangue.

 

O que é cortisol? O hormônio do estresse.

Viu só que maravilha? Fazer o que ama desestressa e te deixa muito mais leve e feliz! Ah sua agenda lotada te impede de reservar momentos para se cuidar, descansar e se divertir? Cuidado, porque depois, é a doença ou algum mal-estar emocional que vai te impedir de ter uma agenda lotada!

Cuide-se bem!

 





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quinta-feira, 28 de setembro de 2023

 





 

CHEGOU A HORA DE RESSIGNIFICAR O CONCEITO DE TRABALHO.

 



Você sabia que Etimologicamente o termo TRABALHO vem de tripalium, do latim, o qual significa “instrumento romano de tortura”, uma espécie de tripé formado por três estacas cravadas no chão em que eram suplicados os escravos?

 

Nada bom enxergar trabalho assim.

Se parar para pensar, você chegará facilmente à conclusão que se seu Trabalho significar tortura ou dor; sua vida estará fadada ao sofrimento. Afinal, muitas vezes as pessoas passam mais tempo no trabalho do que em casa, ficam mais tempo com as pessoas com as quais trabalham do que com as pessoas da própria família ou com amigos. Assim sendo, é uma questão de SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL, cuidar do seu ambiente profissional, escolher seu trabalho com cautela, visando prosperidade no sentido mais amplo da palavra, visando principalmente, colocar à serviço da humanidade nossos dons recebidos. Isso gera satisfação genuína e a maravilhosa sensação de ser útil para nós mesmos e para o mundo em que vivemos.

 

Qual a minha paixão?

O que amo fazer e como isso pode significar um produto ou serviço para ser oferecido aos outros? Como o meu TALENTO pode ser útil às pessoas e a mim mesmo (a), gerando ganho financeiro e emocional? Que tipo de profissão eu escolheria se O MEDO DO FRACASSO NÃO EXISTISSE? E a pergunta final, cuja resposta sincera pode MUDAR SUA VIDA: E SE O DINHEIRO NÃO EXISTISSE NO MUNDO, que tipo de trabalho eu realizaria com prazer?

 



 

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PREVENÇÃO DE LER/DORT PARA USUÁRIOS DE COMPUTADOR

 



Esse artigo é dirigido aos profissionais da área de informática e outros que permaneçam muitas horas em frente do computador, sem, no entanto, preocupar-se com a repetitividade e a postura corporal. Fazer exercícios, alongar e relaxar com frequência, são procedimentos ainda mais raros. Talvez seja esse o motivo das crescentes reclamações de desconfortos, dores e formigamentos.

Sem se dar conta eles fornecem todos os motivos para o surgimento do LER - LESÕES POR ESFORÇO REPETITIVO e/ou DORT - DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO. Desconfortos nos punhos, dor no ombro, pressão na cervical, dores de cabeça, lombalgias, ciatalgia, sem citar inúmeras outras lesões relacionadas ao trabalho, começam a fazer parte da rotina desses profissionais.

As LER/DORT acometem músculos, tendões e articulações. O uso do computador como ferramenta de trabalho pode sobrecarregar os membros superiores (mãos, punhos, braços e ombros) e a coluna (principalmente cervical e lombar), devido às atividades repetitivas e má postura corporal. Como resultado, surgem os desconfortos, a fadiga, a dor, podendo inclusive levar à incapacidade de trabalhar.

Ao contrário do que se pensa, essas doenças não são recentes. Mesmo assim, segundas estatísticas referentes à população trabalhadora segurada, a ocorrência das LER/DORT tem sido mais comum dentre as doenças ocupacionais registradas pelo INSS. O mais preocupante é que, além do caráter epidêmico, referido por alguns autores, há ainda problemas crônicos causados por falta de tratamento adequado ou do retorno precoce às atividades. Com isso, sem perceber, ao retornar à atividade responsável pela lesão, retomando os mesmos movimentos repetitivos e/ou a má postura, o trabalhador pode ficar incapacitado para o resto da vida até mesmo para a execução das atividades de vida diária, como escovar o cabelo, os dentes, etc.

O trabalho por longos períodos usando o notebook pode ser extremamente lesivo, tendo em vista que ele exige a adoção de posturas inadequadas. Nesse caso, o ideal é a adoção de suporte para o notebook associado ao uso de mouse e teclado separados. Assim, pode-se regular a altura da tela, evitando a flexão da cervical. Mas lembre-se: essa dica vale quando o notebook é usado na mesa. Seu uso no colo, na cama e afins deve ser evitado.

 



Para evitar a ocorrência de tais problemas, primeiramente devemos nos preocupar com a Ergonomia – ou seja, proporcionar uma boa interação do ambiente e posto de trabalho com o seu usuário, com a finalidade de torná-lo confortável, seguro e eficiente. Evitar um ritmo intenso de trabalho, pressão para que se mantenha tal rotina, estabelecer metas absurdas, ultrapassando os próprios limites e ignorando a necessidade de pausas. Deve-se evitar também a manutenção de uma postura fixa por tempo prolongado.

 



Outra dica interessante é evitar o sedentarismo. Principalmente quando sua empresa promover a ginástica laboral, pratique, deixe a preguiça e o comodismo de lado. Se este não for o caso, a cada hora levante para beber água ou ir ao banheiro, aproveitando para alongar e movimentar-se. Procure praticar algum esporte ou atividade física de seu interesse com regularidade.

Caso perceba algum sintoma como desconforto ou dor, procure a ajuda de um profissional da saúde, seguindo as suas orientações e respeitando o tempo de recuperação. Cuide-se no trabalho e tenha mais qualidade de vida para as atividades de lazer e o convívio social.

 

 



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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

 





CURSO DE TRABALHO EM ALTURA A DISTÂNCIA É VALIDO?

 

 


 

Tenho visto muita gente oferecendo curso de trabalho em altura, espaço confinado e outros, a distância, online, enfim…, mas, a pergunta é: tem validade tais cursos? Atende a legislação?

Primeiramente quero deixar claro que não sou contra os cursos a distância, mas também não sou fã. Sei que muita gente estuda assim, mas também sei que o aproveitamento é muito baixo. Sei também que tem “escolas” fornecendo Certificado de Trabalho em Altura – NR35, sem que o aluno nunca tenha participado se quer de uma aula (a distância). Ou seja, estão vendendo certificados!!! Como o mundo está cheio de oportunistas e ainda mais de pessoas ingênuas, tem gente ganhando dinheiro fácil com tais cursos online ou a distância.

 

Voltando para a validade ou não do curso a distância para trabalho em altura, vamos ver o que diz a legislação:

35.3. Capacitação e Treinamento

35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.

35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e PRÁTICO, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, incluir:
a) normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) análise de Risco e condições impeditivas;
c) riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
d) sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
e) equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
f) acidentes típicos em trabalhos em altura;
g) condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

Como podemos ver, só pode ser considerado apto aquele que participou da parte teórica e prática. Dessa forma, fica claro que não é possível fazer tais treinamentos a distância, a não ser que seja dividido em duas partes – teoria a distância e prática presencial (?).

Fico indignado com as pessoas inescrupulosas que andam por aí enganando gente ingênua e, pior ainda – pessoas que querem ser enganadas e compram os “serviços” de tais enganadores apenas para “garantir” perante a lei que seus funcionários foram treinados, esquecendo-se completamente da segurança dos trabalhadores.

Sei de casos em que o trabalhador chegou para iniciar sua atividade de trabalho em altura e não sabia se quer colocar o cinto; outro que tinha fobia de altura!

Por isso, se a sua empresa trabalha com terceiros, fique de olho pois os certificados de trabalho em altura apresentados podem ter sido comprados. É interessante investigar as empresas que assinam os certificados para ter certeza de que tudo está sendo feito conforme a legislação. Outra forma de identificar tais irregularidades é fazer auditoria nas frentes de serviço e tomar depoimento dos empregados. É claro que eles podem estar sendo pressionados para não falar nada. Mas, pode ser que alguém resolva falar.

 

 



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ACIDENTE EM ATIVIDADE COM USO DE NITROGÊNIO

 



Você pode não acreditar, mas apesar de convivermos com 78% de nitrogênio em nossa atmosfera, esse é um gás que pode matar de forma rápida e silenciosa.

O nitrogênio muitas vezes pode ser utilizado para purga em espaço confinado, tornando o ambiente dentro e ao redor asfixiante pela baixa concentração de oxigênio.

 



Diferente do que se pensa, o nitrogênio é um gás perigoso, podendo causar sérios problemas e levar pessoas a óbito.

 

Normalmente, esse gás é considerado inofensivo, uma vez que na atmosfera da Terra encontram-se:

·       nitrogênio - 78,08%,

·       oxigênio - 20,94%,

·       argônio - 0,93%,

·       gás carbônico - 0,04%.

 

Existem ainda outros gases que complementam os 100% daquilo que respiramos no dia a dia das atividades humanas, no entanto, se o percentual de oxigênio estiver abaixo do apresentado, entramos em colapso em função da asfixia.

Essa situação pode ocorrer quando grande quantidade dessa substância é liberada, tomando o espaço onde antes havia oxigênio. A consequência pode levar as pessoas daquele ambiente a perda de consciência e a sérios problemas.

Neste post, apresentaremos os perigos de trabalhar com nitrogênio e o que fazer para prevenir acidentes. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto!

 

O que é nitrogênio?

 



O nitrogênio é um elemento químico comum no Universo, possuindo uma temperatura de ebulição de -195,79 °C. 

Isso significa que esse elemento quando em estado líquido inicia um processo de evaporação imediata quando deixado em temperatura ambiente.

 

Essa substância é bastante utilizada nos seguintes processos:

·       indústria alimentícia,

·       indústria de lâmpadas,

·       sistemas de supressão de incêndios,

·       fabricação de aço inoxidável,

·       sistemas de enchimento de pneus,

·       combustível para aeronaves,

·       indústria química,

·       análises químicas,

·       barris de cerveja pressurizada.

 

Na área industrial, dois terços do nitrogênio é vendido como gás e o restante é comercializado no estado líquido.

 

Quais são os perigos dessa substância? 

Como já mencionado, o nitrogênio no estado gasoso pode deslocar o oxigênio de um determinado ambiente, causando asfixia nas pessoas que estiverem no local.

 Pelo fato do nitrogênio ser um gás inerte, ou seja, não reagem com o combustível e deslocam o oxigênio do ar, é muito utilizando em processos de inertização.

 No processo de inertização, o nitrogênio, ao remover o oxigênio do ambiente, impede a formação de uma mistura potencialmente explosiva.

 Portanto, em processos de inertização, também é de grande importância o monitoramento do oxigênio, garantindo que após a operação de inertização, há oxigênio suficiente para o bem-estar dos trabalhadores.

 No estado líquido, ele é o responsável por queimaduras via congelamento quando em contato direto com a pele e pode causar a liquefação do oxigênio atmosférico.

 

Como prevenir acidentes com nitrogênio?

 



O primeiro passo para evitar acidentes com o nitrogênio está no correto manuseio dessa substância, portanto, o uso de EPI’s é obrigatório.

 Além disso, quando transportado, é fundamental todos os cuidados para a proteção dos seus recipientes, movimentando-os sempre através de equipamentos próprios para isso, portanto, jamais se deve rolar, deslizar ou arrastar as garrafas que acomodam essa substância.

 

Outro ponto fundamental é manter esse elemento sempre distante de:

·       superfícies quentes,

·       chamas abertas,

·       faíscas,

·       calor.

 

É fundamental manter o recipiente do produto sempre hermeticamente fechado, aterrar o vaso contentor e receptor durante uma transferência e utilizar apenas ferramentas anti-faiscante.

Para finalizar, é indispensável o uso de detectores de gás que possam identificar vazamentos da substância, através da instalação de detectores fixos de oxigênio que possam medir e informar aos usuários a quantidade de ar respirável nos ambientes.

Esses equipamentos evitam sérios acidentes, pois, através de alarmes, informam possíveis problemas nos locais onde existam operações relacionadas com o nitrogênio.

Como se observa, os perigos existem, porém, podem ser evitados e corrigidos na medida em que são identificados.

 

 



 

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