segunda-feira, 12 de junho de 2023

 





 

MAPA DE RISCO:

SAIBA O QUE É E PARA QUE SERVE!

 



O principal objetivo dos gestores em todas as organizações é evitar a ocorrência de acidentes e garantir a segurança de toda a equipe durante a realização das tarefas diárias. Para isso, é fundamental contar com uma ferramenta gráfica que relacione os perigos presentes no local: o mapa de risco.

O mapa de risco é uma ferramenta essencial para a Segurança e Saúde do Trabalho, e seu principal objetivo é informar e conscientizar os funcionários sobre as ameaças presentes no ambiente, por meio de uma fácil visualização de círculos de diferentes cores e tamanhos. Para que você saiba mais sobre o assunto, no post de hoje, abordaremos o que é e para o que serve. Continue a leitura e confira!

 

O que é o mapa de risco?

Trata-se de uma representação gráfica relacionada aos riscos presentes no ambiente de trabalho. É demonstrado graficamente, de acordo com o nível do risco, variando no tamanho dos círculos e das cores correspondentes.

 

Os tipos de riscos podem ser classificados em:

·       Grupo I – cor vermelha: agentes químicos, como exposição a substâncias com odores desagradáveis ou tóxicos, fumaça, gases, produtos químicos em geral;

·       Grupo II – cor verde: agentes físicos, como temperaturas altas ou baixas, pressões anormais, umidade, ruído excessivo e radiação;

·       Grupo III – cor marrom: agentes biológicos, como presença de insetos ou outros agentes patológicos, como vírus, bactérias, protozoários ou fungos;

·       Grupo IV – cor amarela: agentes ergonômicos, como trabalho físico com peso excessivo, lesão por esforço repetitivo, jornadas de trabalho prolongadas, postura errada ao executar movimentos, entre outros;

·       Grupo V – cor azul: agentes mecânicos, causados devido à má preparação do ambiente de trabalho, como iluminação inadequada, não utilização de equipamentos de segurança, ferramentas defeituosas, incêndios, entre outros.

 

Para que serve e qual a sua importância?

Tem por finalidade reunir informações necessárias para determinar o diagnóstico do estado de segurança da empresa e possibilitar a troca e divulgação de conhecimentos entre a equipe, conscientizando-os sobre os riscos presentes.

O mapa de risco é imprescindível para que a segurança dos colaboradores seja garantida. Com ele, é possível minimizar e eliminar os riscos presentes no ambiente de trabalho, fazendo um diagnóstico preciso da situação da empresa ou do setor analisado.

Além disso, por meio do mapa de risco, é possível criar medidas de prevenção de acidente e doenças ocupacionais ou anulação dos referidos riscos.

 

Como elaborá-lo?

Essa ferramenta deve ser elaborada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) ou empresas terceirizadas, com a participação de pessoas capacitadas em Segurança do Trabalho. É importante ressaltar que o mapa de risco é obrigatório em empresas que tenham grau de risco ou quantidade de funcionários que exija a presença da ferramenta.

Primeiramente, é necessário conhecer o processo de trabalho do local avaliado e identificar os fatores de risco existentes. Em seguida, verifica-se as medidas preventivas que podem ser implementadas e os indicadores de saúde. Por fim, elabora-se o mapa de riscos de acordo com a classificação.

 

Como conscientizar os funcionários?

Com a ferramenta, estimula-se a conscientização dos colaboradores na empresa, permitindo que, após conhecer os riscos, os envolvidos se tornem mais cuidadosos e responsáveis pela própria segurança.

Além disso, a adoção do mapa traz inúmeros benefícios tanto para o empregado quanto para a organização, como o aumento da produtividade, a redução de custos, o aumento da proteção dos colaboradores e de melhorias nos setores de gestão de saúde e de segurança do trabalho.

Vale ressaltar que, se uma empresa for fiscalizada, e o mapa de risco não estiver de acordo com as exigências, ela fica suscetível a sofrer penalidades especificamente, multas.

 

 



 

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TREINAMENTO EM ESPAÇO CONFINADO

 



O Treinamento em Espaço Confinado foi projetado para fornecer consciência dos perigos e procedimentos de entrada em espaços confinados para a operação de funcionários da empresa e contratados envolvidos no controle de entrada em espaços confinados e procedimentos de resgate, combinado com treinamento prático em entrada e fuga

Trabalhar em ou perto de espaços confinados pode ser uma tarefa perigosa. O treinamento para cenários de emergência em espaços confinados destina-se a fornecer aos funcionários e empregadores a possibilidade de tomar decisões capazes de salvar vidas, caso ocorra um acidente.

Para se portar adequadamente em um acidente em espaço confinado, você deve possuir conhecimento profundo e treinamento prático. O Treinamento em Espaço Confinado fornecerá as ferramentas necessárias e experiência prática para garantir práticas seguras de trabalho e procedimentos operacionais padronizados.

Certifique-se de ler a descrição do curso cuidadosamente para garantir que seu curso de segurança corresponda ao tipo de ambiente de espaço confinado no qual você irá trabalhar.

 

O que é espaço confinado?

Um espaço confinado pode ser caracterizado por diferentes características. Espaços confinados serão um perigo óbvio ou terão potencial para se tornar perigoso. O cockpit e a cabine de um helicóptero, por exemplo, não são necessariamente inseguros, mas podem se tornar um espaço confinado arriscado se a aeronave estiver submersa na água.

Silos, salas de máquinas, porões e tubos são outros exemplos de ambientes de trabalho apertados que oferecem certo grau de perigo ao entrar neles. As características dentro do espaço confinado também podem ser perigosas. Tensão por calor, água, maquinário em operação, chão inclinado, gases, etc, também contribuem para a natureza perigosa de um espaço confinado.

 

O que é o treinamento em espaço confinado?

Em geral, o treinamento em espaços confinados fornecerá conscientização dos perigos de entrada no espaço confinado e os procedimentos necessários, compreensão do trabalho em espaços fechados combinado com treinamento prático em entrada e escape.

O treinamento irá focar em diversas características-chave ao lidar com espaços confinados. Isso significa que tudo, de conhecimento aos requisitos legais, para a compreensão das práticas de trabalho em espaços confinados, pode ser coberto durante um curso. Como cada curso individual destina-se a um objetivo específico, leia com cuidado a descrição do curso para garantir que o escolhido cubra exatamente as suas expectativas.

Cada curso específico possui um objetivo definido. Por exemplo, o curso “Risco Médio de Entrada em Espaço Confinado” destina-se a pessoas trabalhando em espaços confinados que possam conter perigos de vapor ou fumaça, como tanques e contêineres que tenham sido bem drenados e ventilados e que exijam o uso de aparelho de respiração de emergência. Outros tipos de treinamentos em espaços confinados terão objetivos diferentes, então é muito importante escolher o curso correto.

O treinamento em espaço confinado usa múltiplas estruturas e simulações para replicar diversos cenários. Por exemplo, contêineres com pontos de entrada laterais e superior, cabines para simular helicópteros, piscinas e incêndio.

O treinamento pode durar vários dias, para garantir que os procedimentos sejam corretamente implementados e que os participantes do curso sejam capazes de usar o treinamento em cenários na vida real.

 

Quais os principais perigos de um espaço confinado?

Espaços confinados restringem o modo como as pessoas podem entrar, operar dentro deles e sair. Isso implica uma longa série de riscos que tornam o trabalho em espaços confinados diferente e mais perigoso que na maioria dos ambientes de trabalho. Alta concentração de gases, risco de alagamento e tensão por calor são alguns dos muitos perigos que um espaço confinado oferece. Mas também a falta de treinamento e a negligência dos perigos é um risco potencial ao trabalhar em espaços confinados.

Todos os anos trabalhadores morrem ou são gravemente feridos em espaços confinados. As pessoas nesses espaços devem compreender os riscos de trabalhar em um ambiente onde o treinamento e a compreensão da situação são normalmente as melhores chances de não se ferir. É por isso que em muitos casos é obrigatório possuir treinamento adequado antes de entrar em um espaço confinado.

 

Quem deve realizar o treinamento em Espaço Confinado

Muitas indústrias diferentes estão operando dentro ou no entorno de espaços confinados. Qualquer um que esteja em um cenário de espaço confinado deve realizar o treinamento antes da entrada. Legalmente, muitas indústrias e empresas possuem regulamentos rígidos para o pessoal trabalhando em espaços confinados. Até mesmo as pessoas que trabalharão apenas por um único dia dentro ou nas proximidades de um espaço confinado precisarão, em muitos casos, realizar o treinamento.

 

Por quanto tempo é válida uma certificação de entrada em espaço confinado?

Uma resposta clara para essa questão é difícil. No entanto, as certificações devem ser atualizadas se o espaço confinado no qual estiver trabalhando mudar. Se suas tarefas diárias forem diferentes dos cenários do treinamento anterior, mesmo que levemente, um novo certificado deve ser obtido.

 

O treinamento em espaço confinado é obrigatório?

Sim, em muitos casos e situações o treinamento é obrigatório. O motivo é que não é apenas uma questão de ser capaz de se ajudar. O treinamento em espaços confinados também torna todo o pessoal um resgatista em potencial. Normalmente espaços confinados possuem acessos remotos e não facilmente acessíveis para serviços de emergência. Isso torna as pessoas um recurso valioso e salva vidas em potencial.

 

Tipos de treinamento em espaço confinado

Cada curso engloba um conjunto de competências específicas. Logo, o objetivo dos cursos varia. Alguns cursos vão enfatizar como entrar e escapar de um espaço confinado, e outros focarão no trabalho seguro dentro do espaço. Os diferentes tipos de treinamento significam que você será capaz de encontrar um curso que atenda às necessidades do seu ambiente de trabalho.

 

Risco Médio de Entrada em Espaço Confinado ECITB

Para pessoas trabalhando em espaços confinados que possam conter uma variedade de perigos, como trabalho em tanques e contêineres, que exijam o uso de diferentes tipos de aparelhos respiratórios. Leia detalhadamente a descrição do curso para ver os detalhes e o itinerário para a certificação.

 

 

 



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domingo, 11 de junho de 2023

 





 

5 ATIVIDADES DE BEM-ESTAR CORPORATIVO PARA IMPLEMENTAR NA SUA EMPRESA

 



As atividades de bem-estar corporativo estão diretamente associadas com um bom ambiente de trabalho e deixam os colaboradores mais satisfeitos. Trabalhando em um local com melhor clima organizacional, a equipe se sentirá bem, será mais eficiente e produzirá mais.

 

As práticas que otimizam o bem-estar corporativo podem ser implementadas com baixo custo, e terão bons resultados. Acompanhe 5 dicas para implementar na sua empresa.

 

1. Estabeleça a prática de ginástica laboral

A atividade leva esse nome por ser realizada no ambiente de trabalho, durante o expediente. A prática considera alongamentos de curta duração — média de 10 a 15 minutos — de acordo com a função exercida pelo colaborador.

 

O tempo dispendido para a atividade não é proporcional aos benefícios. Confira as vantagens:

ü reeducação postural;

ü redução de estresse;

ü menos sedentarismo;

ü queda do número de lesões por esforço repetitivo (LER);

ü menor índice de distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho (DORT);

ü aumento do foco;

ü melhoria no desempenho.

 

Lembre-se que as atividades devem ser conduzidas por um profissional capacitado e orientadas de acordo com a necessidade de cada colaborador.

 

2. Adote a quick massage

A expressão, que em tradução livre significa massagem rápida, é um momento de relaxamento proporcionado no ambiente de trabalho. A massagem é feita nos membros superiores, na região cervical, ombros e braços, com duração média de 10 minutos.

O relaxamento proporcionado pela massagem faz com que o colaborador se sinta melhor, reduza o estresse das atividades, volte relaxado para suas obrigações e, consequentemente, produza mais.

Novamente, o período dedicado à terapia é muito pequeno quando comparado ao benefício trazido à equipe.

 

3. Incentivo à atividade física

A prática de atividades físicas proporciona benefícios para a saúde do trabalhador como um todo, pois durante as atividades são liberados hormônios que auxiliam na redução do estresse, além de diminuir os riscos de vários problemas de saúde associados ao sedentarismo.

É recomendável que os trabalhadores intercalem os longos períodos sentados com pequenas caminhadas e alongamentos. Outra dica legal é pensar em uma parceria entre empresa e academias para que os funcionários recebam desconto nas atividades.

 

4. Organize o ambiente de trabalho

O local de trabalho também impacta no rendimento dos colaboradores: um bom clima na empresa está associado a um ambiente produtivo. Forneça os materiais de trabalho necessários, lembre-se que uma equipe de resultados depende de suprimentos para poder realizar suas atividades.

Além disso, o ambiente deve ser organizado, seguro, atender às condições de ergonomia e ter iluminação e ventilação adequadas. Um ambiente de trabalho ordenado ajuda o colaborador a se sentir valorizado, o que impacta diretamente na produtividade.

 

5. Incentive a alimentação saudável

Uma dieta saudável provê ao consumidor todos os nutrientes necessários, ajuda a melhorar a saúde, a imunidade, a qualidade do sono e, consequentemente, auxilia na disposição dos colaboradores.

Uma dica legal é elaborar um programa de incentivo à alimentação saudável dentro da empresa e acompanhar o comprometimento e desempenho da sua equipe.

 

 



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ABSENTEÍSMO:

COMO REDUZIR O ÍNDICE NA MINHA EMPRESA?

 



Atualmente, um dos grandes desafios dos gestores é identificar e controlar o índice de absenteísmo nas empresas. Isso porque, além de criar um efeito ruim na rotina da empresa, a ausência de funcionários é um evidente sintoma da carência de motivação da equipe.

Em excesso, tal adversidade pode se caracterizar como uma consequência de insatisfação com o trabalho e provocar prejuízo na produtividade do profissional e da empresa como um todo.

Para que você saiba mais sobre o assunto, falaremos, no post de hoje, sobre como reduzir o índice de absenteísmo e daremos cinco dicas para reduzi-lo em sua empresa. Continue a leitura e confira!

 

Principais causas de absenteísmo

Entende-se por absenteísmo o volume em excesso de faltas ou atrasos no trabalho. Em sua maioria, as faltas são motivadas por problemas pessoais, de saúde ou por simples insatisfação com o ambiente de trabalho. Porém, além dessas, existem outras causas do absenteísmo.

 

Entre elas, podemos destacar:

ü falta de motivação e engajamento;

ü problemas de saúde;

ü volume excessivo de trabalho;

ü assédio moral;

ü procura por melhores oportunidades, entre outros.

 

Vale ressaltar que, para saber as causas do absenteísmo, é necessário entender o motivo do funcionário não estar comparecendo e analisá-lo isoladamente, para saber qual medida tomar. Nesse caso, cabe ao gestor identificar a origem do problema e implementar ações para controlar esse índice.

 

Como reduzir esse índice

Separamos para vocês algumas estratégias eficazes para evitar o absenteísmo. Confira!

 

1. Comunicação interna

Problemas relacionados à comunicação podem causar inúmeras adversidades com a relacionamento da equipe. As falhas na comunicação, por exemplo, podem resultar em perdas de prazos, pressão sob os colaboradores e os resultados podem acabar sendo afetados.

Por isso, manter uma comunicação eficiente entre a equipe e um diálogo aberto com os gestores e demais funcionários é essencial para identificar os problemas e ajustar os objetivos. Além disso, utilizar ferramentas de comunicação é uma opção para melhorar o ambiente.

 

2. Pesquisas de clima

Melhorar o clima organizacional está entre as principais medidas que devem ser tomadas para minimizar o problema. As condições no ambiente de trabalho podem influenciar consideravelmente o bem-estar dos funcionários e o clima agradável entre a equipe, além de afetar a produtividade.

Quando os colaboradores não se sentem bem onde trabalham, eles acabam faltando com frequência, para evitar os conflitos. Portanto, para oferecer um bom clima organizacional, que motive a equipe e alcance os resultados, é essencial realizar pesquisa de clima com regularidade, para identificar as oportunidades e resolver os impasses.

 

3. Plano de cargos e salários

É sempre importante oferecer condições de trabalho favoráveis aos colaboradores, já que elas influenciam diretamente no índice de absenteísmo. Assegurar os recursos necessários para a execução das atividades diárias, garantir bons salários e um plano de carreira dentro da empresa demonstram as possibilidades de crescimento e valorização profissional. Essa prática incentiva o desenvolvimento e a qualificação das equipes, reduzindo, consequentemente, o número de faltas.

 

 4. Política de trabalho flexível

Para garantir que tenha tempo para resolver as questões particulares, todo profissional precisa saber equilibrar sua vida profissional e pessoal. O problema é que muitos profissionais acabam se dedicando exageradamente ao emprego. Por esse motivo, adotar uma política de trabalho flexível garante mais satisfação e motivação ao profissional, eliminando as sobrecargas e proporcionando maior qualidade de vida no trabalho.

 

5. Feedbacks constantes

Os feedbacks são tão importantes para reduzir o índice de absenteísmo quanto oferecer um plano de carreira aos colaboradores. Essa prática auxilia no entendimento das falhas e na melhoria da rotina de trabalho, visando solucionar os problemas e aprimorar as habilidades dos profissionais, o que faz com que eles se sintam mais confiantes e valorizados.

 

 

 



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sexta-feira, 9 de junho de 2023

 





 

VEJA COMO É REALIZADA A CONSULTORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO

 



Em geral, as empresas têm passado por um processo de melhoria contínua no que se refere a efetivação e cumprimento das normas de segurança do trabalho, publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Isso porque as fiscalizações e as demandas trabalhistas cada vez mais exigem das organizações ações efetivas quanto a isso.

Com o intuito de auxiliar as empresas, uma consultoria de segurança do trabalho pode ser contratada, possibilitando o alcance de resultados positivos em relação à segurança do trabalho e processos trabalhistas.

Para que você saiba mais sobre o assunto, abordaremos, no post de hoje, o que é uma consultoria em segurança do trabalho e como ela é realizada. Confira!

 

O que é e para que serve uma consultoria em segurança do trabalho?

A consultoria de segurança do trabalho oferece, serviços especializados às empresas em relação a segurança do trabalho.

Para as empresas que não constituem um Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), a consultoria é imprescindível, pois ela desempenha toda a tarefa voltada para a segurança dos colaboradores e cumprimento das normas vigentes.

Para tanto, tem como principal objetivo a adequação da empresa à legislação trabalhista e as normas técnicas estabelecidas por ela. Além de garantir aos seus funcionários um ambiente de trabalho seguro e organizado, que priorize sua saúde e bem-estar.

 

Quais as funções realizadas pela consultoria?

Diversos serviços são realizados pela consultoria em segurança do trabalho.

 

Entre os principais, podemos destacar:

·       Elaboração do Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho - LTCAT;

·       Desenvolvimento e implantação do Programa de Prevenção de riscos Ambientais - PPRA;

·       Acompanhamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA geralmente composta por funcionários e especialistas no ramo;

·       Elaboração do mapa de risco;

·       Realização de visitas técnicas;

·       Execução da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho - SIPAT e treinamentos diversos;

·       Treinamentos de segurança do trabalho, referente as normas regulamentadoras.

 

Quais as vantagens de se investir nela?

Por meio dos serviços de consultoria, os índices de acidentes e lesões ocorridos no ambiente de trabalho são reduzidos consideravelmente, sobretudo pelo incentivo ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s

Além disso, os colaboradores passam a receber treinamentos de segurança que visam a conscientização dos riscos dos processos de trabalho. Consequentemente, os gastos da empresa com processos trabalhistas serão reduzidos e a satisfação do profissional fará com que ele aumente a sua produtividade.

Não se esqueça que, contratar os serviços de uma consultoria em segurança do trabalho concede tranquilidade à empresa. Com esse investimento, você economiza possíveis processos trabalhistas e melhora a qualidade do trabalho na empresa.

Portanto, na hora de escolher uma empresa para auxiliá-lo, é importante levar em consideração a qualidade dos serviços que ela oferece.

 



 

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QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE EXAME MÉDICO ADMISSIONAL E DEMISSIONAL?

 

 

Alguns cuidados específicos são exigidos pelas empresas durante seus processos de contratação ou demissão de funcionários, a fim de evitar danos e conflitos futuros. Entre eles, podemos destacar os exames médicos admissional e demissional, obrigatórios a todas as instituições.

Para realizá-los, é necessário cumprir as regras impostas pelo Ministério do Trabalho e as normas previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que visam a promoção e a preservação da saúde do trabalhador

Esses exames são mesmo de grande importância, pois trazem mais segurança à organização e aos seus empregados — por isso, inclusive, a necessidade de garantir que eles sejam realizados conforme as normas.

Pensando nisso, abordaremos no post de hoje algumas informações a respeito do exame médico admissional e demissional, destacando suas principais diferenças. Continue a leitura para conferir!

 

Como funcionam os exames admissional e demissional?

Em ambos os casos, trata-se de um controle médico, como qualquer outro, feito na contratação e ao longo de um contrato de trabalho. Eles são indispensáveis para evidenciar o estado de saúde física e psíquica do funcionário.

Quanto a eles, o artigo 168 da CLT declara que “será obrigatório exame médico, por conta do empregador, nas condições estabelecidas neste artigo e nas instruções complementares a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho: I- na admissão; II- na demissão; III- periodicamente”.

 

Geralmente, são feitos os seguintes exames:

·       anamnese ocupacional;

·       ausculta cardíaca e pulmonar;

·       controle de pressão arterial;

·       exames de visão, entre outros.

 

Ressalta-se que todas as despesas desses procedimentos devem ser arcadas pela empresa, restando ao colaborador apenas a obrigação de comparecer ao local no dia indicado.

 

Quais são as diferenças entre eles?

O exame médico admissional tem como principal objetivo assegurar que o profissional está apto a exercer sua função no cargo que lhe foi destinado. É por meio dele que o empregador saberá as condições de saúde do novo funcionário, além de entender os cuidados que precisa tomar com a efetuação desse serviço pelos seus colaboradores.

Basicamente, antes de realizar a contratação a empresa avalia o Atestado Médico de Capacidade Funcional emitido pelo médico. Dessa forma, certifica-se que os processos de trabalho serão alcançados com maior produtividade.

Já o exame demissional tem como finalidade verificar as condições de saúde do funcionário desligado ou demitido da empresa. Além disso, ele garante a segurança da organização e do colaborador na ruptura do contrato de trabalho para que, futuramente, não haja divergências – como nos casos de doença ocupacional adquirida durante a prestação do serviço, por exemplo.

Vale destacar que o exame demissional perde sua obrigatoriedade quando o desligamento da empresa se dá por uma demissão de justa causa. Nesse caso, cabe à companhia escolher pela realização ou não do procedimento.

Quando houver reprovação nesse exame, o colaborador não pode ser desligado da empresa. Assim sendo, o médico precisa repassar orientações — ao empregado e ao empregador para solucionar os problemas verificados. Em alguns casos, o funcionário pode ser encaminhado ao INSS para receber o benefício previdenciário, ou receber indenização por parte da empresa.

Percebe-se, diante de tudo isso, que para garantir um atestado médico confiável a empresa precisa buscar serviços de excelência com uma equipe altamente especializada, que tenha atuação ética e de qualidade. Nesse caso, pode contar com a ajuda de uma empresa que oferece serviços de assessoria de segurança e medicina do trabalho.

Mais do que garantir a saúde e o bem-estar dos colaboradores, os exames também devem ser valorizados na construção de uma relação mais justa e de confiança entre os envolvidos. Por isso a importância de realizá-los e guardar os registros para evitar problemas trabalhistas.

 

 



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quinta-feira, 8 de junho de 2023

 





 

RUÍDO, SAIBA SEUS DANOS E MANEIRAS DE PREVENÇÃO

 



A presença de ruído no ambiente laboral pode ser responsável por causar doenças ocupacionais — como perda de audição, hipertensão, estresse psicológico, entre outras — em milhares de trabalhadores todos os anos.

Sendo assim, as empresas devem cumprir com as exigências estabelecidas pelas Normas Regulamentadoras para que possam proporcionar um local de trabalho seguro aos seus colaboradores. Assim, é possível implementar algumas medidas preventivas como uso de EPI’s adequados, análises de risco e treinamentos.

Neste conteúdo mostraremos o que é ruído — em termos de segurança e saúde no trabalho —, quais danos ele pode causar e as melhores práticas de prevenção. Continue a leitura para saber sobre o assunto!

 

O que é ruído?

 

Ruído é o resultado da mistura de tons e sons com frequências que se diferem entre si, a ponto de impossibilitar o poder de discriminação de frequência do sistema auditivo. Em outras palavras, é a sensação sonora indesejável e incômoda.

O ruído no ambiente laboral é um verdadeiro perigo à saúde dos empregados, mas infelizmente poucas organizações levam esse risco em consideração, pelo fato de parecer algo inofensivo durante a jornada de trabalho. Contudo, o ruído não apenas incomoda, como também pode causar doenças ocupacionais e até mesmo aumentar as possibilidades de acidentes.

 

Quais danos o ruído causa à saúde?

 

A exposição aos ruídos, seja em volume excessivo, seja durante longos períodos, pode causar graves e crônicos sintomas como:

 

·       redução da audição;

·       surdez;

·       irritação;

·       cansaço;

·       depressão;

·       dores de cabeça;

·       aumento da pressão arterial;

·       taquicardia;

·       problemas no aparelho digestivo;

·       infarto;

·       hipertensão;

·       redução da capacidade de aprender;

·       redução da produtividade.

 

É importante lembrar que as consequências dependem do tempo de exposição ao ruído e de sua intensidade. ​

Como fazer prevenção contra danos causados pelo ruído?

Existem diversas medidas de prevenção contra o ruído que as empresas podem implementar para proporcionar um local de trabalho mais seguro e confortável aos seus empregados.

 

Realização de um PCA

 

PCA é o Programa de Conservação Auditiva. Para realizá-lo é preciso do auxílio de um profissional de segurança e saúde laboral, que analisará os processos operacionais da organização e identificará o que precisa ser mudado e o que está funcionando adequadamente.

Com base nos dados levantados, o especialista poderá sugerir ações para otimizar a rotina da empresa e reduzir os riscos à audição dos funcionários.

 

Monitoramento da exposição de ruído

 

Monitorar os níveis de ruído é uma atividade que precisa ser realizada regularmente nas empresas, pois somente assim é possível ter controle sobre os perigos do local de trabalho.

É muito importante identificar o nível de ruído com extrema precisão, principalmente nos ambientes em que os trabalhadores estão expostos a ruídos superiores a 85 decibéis e por oito ou mais horas de trabalho.

 

Implementação de controles de engenharia de segurança

 

Os controles de engenharia têm a finalidade de reestruturar equipamentos para reduzir ou eliminar fontes de ruído, além de construir barreiras para impedir que os sons incômodos afetem os trabalhadores.

 

Fornecimento de EPI’s adequados

 

Fornecer equipamentos de proteção individual aos empregados gratuitamente e em perfeitas condições de uso, com base nas necessidades de suas atividades laborais, é uma obrigação legal estabelecida pelas Normas Regulamentadoras.

No caso de colaboradores expostos a ruídos, a organização deve fornecer EPI’s como dispositivos de proteção auditiva como abafadores e protetores auriculares.

 

Realização de avaliação audiométrica regularmente

 

A audiometria é uma avaliação crucial para um programa de prevenção de perda auditiva bem-sucedido. É a única maneira de analisar e mensurar se a perda auditiva ocupacional está acontecendo nos empregados.

Esse exame pode ser realizado pelo médico da organização ou ser terceirizado por uma empresa de medicina do trabalho.

 

Treinamento, motivação e educação dos funcionários

 

É importante que a empresa tenha um programa de treinamento e conscientização de seus empregados, com a finalidade de promover conhecimento sobre os danos causados pelo ruído, uso adequado dos EPI’s, medidas preventivas e o propósito dos exames de audiometria.

Como você pôde ver, o ruído é prejudicial e deve ser levado a sério pelos empregadores para que seus funcionários tenham menos riscos de doenças ocupacionais.

 





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    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE MATRIZ DE RISCO E INVENTÁRIO DE RISCO       A matriz de risco e o inventário de risco causam muita...