sexta-feira, 20 de janeiro de 2023







 

SEGURANÇA INDUSTRIAL: ENTENDA A IMPORTÂNCIA PARA O TRABALHO NA INDÚSTRIA

 



Manter o funcionamento correto de todos os ambientes fabris e a qualidade dos produtos e serviços é essencial, assim como zelar pela segurança e integridade dos funcionários.

É preciso dar a devida atenção a essa área, sob risco de se deparar com grandes prejuízos físicos e financeiros.

Por isso, o investimento em segurança industrial deve ser prioridade, ajudando a evitar problemas, ao mesmo tempo em que coloca o negócio no caminho da excelência.

Hoje você vai conhecer alguns conceitos importantes relacionados a esse tema.

 

O que é segurança industrial?

 

Segurança industrial é um conjunto de medidas e ações que procura manter a proteção para os trabalhadores em seu ambiente profissional. Como se supõe, seu objetivo é evitar acidentes e minimizar ameaças ou riscos que possam prejudicar os funcionários ou a infraestrutura das indústrias.

Para ajudar a caminhar nessa direção, existem normas e regulamentações específicas, garantindo que os procedimentos industriais sejam realizados com segurança.

Também são utilizados equipamentos de proteção individual e coletiva, e realizados treinamentos e fiscalizações periódicas.

Tudo isso contribui para manter um ambiente de trabalho protegido, proporcionando também mais saúde e bem-estar para o trabalhador durante a execução dos processos industriais.

A segurança deve ser aplicada em todas as atividades laborais, independentemente do nível de dificuldade, do tipo de ferramenta ou máquina.

 

Quais os principais conceitos da segurança industrial?

 

Quando falamos de segurança na indústria, é comum citarmos a promoção da saúde e qualidade, prevenção de riscos, e outros temas, que estão relacionados.

Ao nos atentar à forma como executamos o nosso trabalho, isso causa reflexos em toda a fábrica.

 

Qual é o conceito de trabalho?

 

Segundo o dicionário Michaelis, trabalho é um “conjunto de atividades produtivas ou intelectuais exercidas pelo homem para gerar uma utilidade e alcançar determinado fim”.

A publicação complementa que se trata de uma “atividade profissional, regular, remunerada ou assalariada, objeto de um contrato trabalhista”.

Em outras palavras, trabalho é o esforço feito por alguém para realizar algo. Seu enfoque pode ser em variadas áreas, como física, economia, mecânica, etc.

O trabalho permite que o ser humano supra suas necessidades, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades e as aperfeiçoa.

 

O que é conceito prevencionista?

 

O conceito prevencionista diz respeito a ocorrências não programadas, inesperadas ou não, que interferem ou interrompem o decorrer regular de uma atividade, gerando perda de tempo útil e/ou danos físicos ou materiais.

O pretenciosismo analisa maneiras de se evitar acidentes no trabalho e está diretamente relacionado às ações de segurança industrial.

 

Qual a importância da segurança do trabalho na indústria?

 

Ao focar em segurança, as indústrias cumprem a legislação vigente e diminuem acidentes. Além disso, a organização se depara com benefícios como a promoção de uma cultura organizacional, focada em limpeza, padronização e planejamento.

A redução de gastos com afastamentos, licenças médicas, ações judiciais, e com a recuperação da imagem da empresa também diminui consideravelmente.

Assim, os resultados das ações voltadas à segurança se refletem em todos os setores.

Isso fortalece o negócio, e a empresa passa a ser vista com mais credibilidade, devido ao seu reduzido índice de ocorrências e acidentes, demonstrando responsabilidade social.

Trata-se, ainda, de uma oportunidade para engajar a equipe, para que trabalhem juntas pelo mesmo objetivo. O gestor pode, inclusive, criar estratégias para premiar e valorizar setores com os melhores resultados de segurança.

 

Como garantir a segurança na indústria?

 

De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, o Brasil teve 6 óbitos a cada 100 mil empregos formais, ocupando o segundo lugar entre os países do G20.

O levantamento foi elaborado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e abrange o período entre 2002 e 2020. Isso comprova que é fundamental priorizar a segurança na indústria.

É preciso uma abordagem humanizada, implementando ações simples e documentadas – até mesmo como uma comprovação, que pode ser solicitada por órgãos fiscalizadores.

Também é necessário conscientizar os funcionários de que os cuidados com saúde e segurança devem partir não só da empresa, mas de todos.

Existem diversas ferramentas que podem ajudar os gestores na prática, como checklists, reuniões DDS (Diálogos de Segurança), inspeções internas, etc.

É importante ouvir a equipe, pois eles conhecem como ninguém os processos de produção, e acolher suas sugestões.

Os riscos de segurança dos processos devem ser mapeados, com verificação de todos os locais, investimento em manutenção do maquinário e padronização de ações.

 

Qual a relação qualidade X produtividade com a segurança do trabalho?

 

Segundo artigo do Portal da Indústria, as medidas que promovem segurança no trabalho “criam ambientes seguros e saudáveis e oferecem condições adequadas aos trabalhadores – o que contribui para o aumento da produtividade”.

Ou seja, a relação entre a produtividade de uma empresa e a segurança laboral é explícita: quanto mais seguro um ambiente de trabalho for, menor será a ocorrência de acidentes e problemas ligados a eles.

Quando a gestão se preocupa e se dedica ao cuidado com a saúde e o bem-estar do funcionário, a equipe fica mais motivada e preparada para exercer suas atividades – o que também eleva o nível de qualidade de serviços e produtos.

 

Quais os equipamentos de segurança?

 

Uma das maneiras de se evitar acidentes, é utilizando os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e os EPC’s (Equipamentos de Proteção Coletiva).

Essa medida é determinada pela NR6, que diz que a empresa é responsável por fornecer esses equipamentos para todos os trabalhadores, arcando com os custos dos mesmos.

 

Quais são os equipamentos necessários para a segurança do trabalho na indústria?

 

Para garantir a segurança industrial, geralmente são utilizados esses equipamentos, que podem variar de acordo com a função executada:

 

·       Luvas;

·       Capacetes;

·       Botas;

·       Máscaras;

·       Óculos de proteção;

·       Insufladores de ar;

·       Travaquedas e outros equipamentos para trabalho em altura;

·       Protetores auriculares; etc.

 

O trabalhador deve cuidar do seu equipamento e observar sempre as suas condições. Em caso de alguma falha, precisa informar ao setor responsável, para troca do item.

 

Conclusão

 

Procuramos, ao longo deste artigo, esclarecer o quanto é importante a segurança industrial. Vimos que a disciplina deve prevalecer em tudo que é feito dentro de uma fábrica e no seu entorno.

Quando se minimizam os riscos de acidentes, também diminuem os gastos com licenças, afastamentos, indenizações, etc.

Ao focar em ambientes de trabalho saudáveis e protegidos de riscos, a empresa tende a fortalecer a sua imagem, pois o seu real comprometimento com o bem-estar da equipe torna-se nítido.

 

 

 


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GUIA DE SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

 



Os padrões de sinalização de segurança no trabalho são regulamentados pela Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978, através da NR26, que garante uma sinalização efetiva e presente em todos os ambientes de trabalho, e que, além disso, são também descritas disposições específicas sobre o assunto.

Estas disposições são obrigatórias para permitir a identificação de locais de risco, diferenciação em locais de passagem de carga, equipamentos e pedestres.

 

Existem também no Brasil diversas normativas que definem sinalizações e cores, são elas:

 

·       NBR 7.195 cores

·       NBR 13.434 Item 3

·       NBR 16820

·       ABNT

·       Entre outras.

 

Neste artigo, apresentaremos uma visão geral da sinalização de segurança no trabalho, abordando temas como legislação, definição e cores, e também mostraremos uma excelente solução para garantir a segurança no trabalho, mesmo naqueles locais onde a sinalização se desgasta rapidamente.

 

Sinalização de segurança no trabalho: a legislação

 

Através da Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978, que regulamenta a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas, se define diversos padrões e procedimentos relativos à segurança e saúde dos trabalhadores):

 

·       CLT – Decreto Lei nº 5.452 de 01 de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho.

·       Art. 157 – Cabe às empresas: (Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       II – Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       III – adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente; (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

·       IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977).

 

A sinalização de segurança é tratada na NR-26, no entanto, outras referências relativas à sinalização de segurança podem ser encontradas em NR’s específicas a atividade ou setor laboral da empresa, tais como: NR12, NR18, NR35, NR19, NR20, NR23.

 

Estas menções e definições envolvem:

 

·       Sinais de proibição;

·       Avisos de segurança;

·       Sinais de resgate ou socorro;

·       Sinais de informação;

·       Orientações sobre EPI

·       Orientações sobre riscos e perigos

·       Sinais adicionais;

·       Sinalização de alerta

·       Sinalização de orientação e salvamento

·       Sinalização de proibição

·       Sinalização de Combate a Incêndio

·       Sinalização de demarcação de área ou zona de perigo

 

Quando a sinalização de segurança no trabalho é obrigatória?

 

A NR-26 descreve quando é obrigatório o uso de sinalização de segurança no trabalho e certifica que a obrigação recai sobre o empregador quando existem riscos que não possam ser evitados ou suficientemente limitados com medidas, métodos, sistemas de organização do trabalho ou com meio de proteção coletiva. O empregador deve, portanto, usar sinalização de segurança e fornecer aos trabalhadores e seus representantes informações e treinamento adequados a esse respeito.

A violação destas obrigações é passível de multas conforme a NR2, sendo calculada por funcionários e por item descumprido. Além disso, no caso de acidentes por falta de sinalização, o prejuízo fica imensurável.

Multas, embargos ou interdições, pagamentos de despesas médicas, pagamentos de pensão vitalícia, aumento da alíquota do SAT/FAP e se levado a esfera criminal há a possibilidade de prisão.

 

Cores do sinal de segurança no local de trabalho

 

Cada símbolo de sinalização de segurança no local de trabalho tem uma cor precisa e um significado específico:

 



As cores lilás, cinza, alumínio e marrom são utilizadas em canalizações especificas.

 

Sinalização adicional

 

No vasto panorama da sinalização de segurança no trabalho existem alguns sinais não especificados nos regulamentos: são os chamados sinais complementares que servem para dar informações/instruções para complementar os sinais já existentes.

Um exemplo disso são os sinais de obstáculos ou vias de tráfego, para evitar que as pessoas colidam com obstáculos ou situações perigosas, ou os chamados sinais SV, ou seja, adesivos que são afixados em obstáculos como portas.

 



Outro tipo importante de sinalização é o sinal de piso, também conhecido como horizontal, usado para indicar as rotas de trânsito de veículos, por exemplo, para proteger os trabalhadores que trabalham na área e organizar os espaços.

 

Sinais de segurança horizontais no trabalho

 

A sinalização horizontal de segurança no trabalho é muito utilizada e útil em armazéns, mas também em muitas outras áreas industriais, para alertar os operadores sobre os riscos de forma clara e evidente. Normalmente este tipo de sinalização destaca áreas onde podem surgir riscos para os operadores, saídas de emergência, áreas com obstáculos e locais onde estão localizados os sistemas de combate a incêndio.

As constantes movimentações de operadores e produtos no armazém aumentam a probabilidade de ocorrência de acidentes: de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), entre 2012 e 2020, mais de 21 mil trabalhadores brasileiros perderam a vida por acidente de trabalho ou doenças laborais. Para evitar tais riscos, os sinais de segurança são, portanto, essenciais.

 

Tipos de sinais de segurança horizontais

 

A sinalização horizontal de segurança é geralmente feita com tintas especiais à base de resina, mais resistentes ao desgaste e à abrasão.

Alternativamente, também são utilizados adesivos antiderrapantes, mas em um caso ou outro é imprescindível que o piso esteja limpo e seco antes da aplicação, sem poeira, graxa ou óleo e a estrutura esteja em temperatura ambiente.

 

A iluminação como sinal de segurança no local de trabalho

 



A fraca resistência das marcações rodoviárias tradicionais em setores como a logística, indústria pesada e sobretudo a ineficácia em caso de pó, sujidade e água levaram empresas especializadas a conceber uma solução alternativa, eficaz e inovadora.

De fato, empresas especializadas, propõe sistemas de iluminação usados como sinalização de segurança no trabalho. Lâmpadas que através da projeção no piso de linhas ou pictogramas com baixo consumo de energia, permitem evitar o uso de tintas tóxicas no piso, a repintura contínua e o consequente descarte de materiais quando necessário.

Um sistema sempre claramente visível, mesmo em ambientes muito iluminados ou com superfícies sempre cobertas de poeira ou sujeira.

 





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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

 




 

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL PARA ARMAZÉNS

 



Quando falamos de sinalização horizontal para armazéns, são as indicações desenhadas no piso de uma área de logística, usadas como medida de segurança e ferramenta de organização dos espaços.

Nos armazéns coexistem pessoas, mercadorias e equipamentos de elevação e movimentação, razão pela qual o risco de acidentes é elevado: a sinalização horizontal reduz os riscos, por exemplo, ajudando os operadores a identificar áreas de acesso limitado, aquelas em que operam empilhadores e aquelas destinadas à preparação e embalagem de pedidos e expedição.

 

Regulamentos sobre sinais horizontais em armazéns

 

No Brasil, as medidas de segurança e sinalização no armazém são ditadas pelas normas NBR 15.524-2/2008, NBR 7195:2018 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e pela NR-26 – Sinalização de Segurança.

De acordo com estas legislações, cabe ao empregador afixar sinais horizontais no piso do armazém quando houver riscos que não possam ser evitados por outros meios de proteção. Também prevê que os colaboradores e seus gestores sejam criteriosamente treinados sobre as medidas de prevenção e os sinais utilizados, para uma correta interpretação.

A NR-26 determina as cores mais eficazes para a comunicação de segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos perigos e riscos existentes.

A norma também prevê que a utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes. E que o uso de cores deve ser o mais reduzido possível a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

 

Por que a sinalização horizontal é importante nos armazéns?

 

A sinalização horizontal em armazéns é uma medida de segurança que alerta os operadores sobre quaisquer riscos de forma visual, clara e evidente. Indica áreas onde podem existir riscos, como substâncias ou produtos perigosos, mas também quaisquer saídas de emergência, áreas com obstáculos e locais onde estão localizados os sistemas de proteção contra incêndio.

 

Existem principalmente quatro motivos que levam ao uso de sinais horizontais no armazém:

 

·       Cumprimento da legislação: o descumprimento pode levar a sanções e denúncias;

·       Maior segurança, prevenindo quaisquer riscos no trabalho;

·       Organização do espaço, para manter a ordem e tornar o armazém mais eficiente;

·       Redução de viagens, com consequente aumento de produtividade.

 

Tipos de sinais horizontais para armazéns

 

Normalmente, as placas horizontais para armazéns são feitas com tintas especiais à base de resina, pois são resistentes ao desgaste e à abrasão.

Alternativamente, são utilizados adesivos especiais antiderrapantes, resistentes à água, temperaturas extremas e exposição aos raios solares.

A escolha entre tinta e adesivo depende se a sinalização deve ser temporária ou permanente: algumas empresas muitas vezes mudam a organização do armazém e, portanto, optam por adesivos.

Na aplicação da sinalização horizontal é necessário, então, atentar para alguns fatores, como a temperatura, que deve ser ambiente, e a condição do piso, que deve estar limpo e seco.


Sinalização horizontal luminosa para armazéns

 

Em alguns casos torna-se impossível estar nas condições óptimas para a colocação da sinalização, existem sempre armazéns com temperaturas inadequadas e pisos inadequados.

É nestes casos, mas não limitado a, que os sistemas de sinalização horizontal luminosa para armazéns da Progtech representam a solução ideal.

 

São luzes LED que projetam sinais horizontais no piso do armazém que:

 

·       persistem em qualquer temperatura;

·       não têm desgaste pelas repetidas passagens de veículos (não haverá necessidade de retoques ao longo do tempo como no caso das tintas);

·       são claramente visíveis em qualquer condição em que o piso seja encontrado, mesmo se estiver sujo ou empoeirado;

·       podem ser facilmente remodelados e, portanto, também adequados para armazéns que requerem mudanças contínuas de sinalização.

 

São muitos os armazéns que adotaram as nossas soluções de sinalização de segurança, com excelentes resultados.

 

Com a nossa solução é possível projetar:

 

·       caminhos pedestres e rotas de fuga;

·       símbolos de vários tipos e cores;

·       carimbos luminosos para passarelas e pontes rolantes;

·       travessias de pedestres;

·       luzes de segurança para empilhadeiras;

·       projeções customizadas para a área de logística, como para identificação de espaços paletizados.

 

Segundo Barbara Tartik, especialista em EHS da ESS Consultoria:

 

“As sinalizações de segurança em LED são mais eficazes que as tradicionais pinturas, pois refletem e piscam de forma a chamar mais atenção dos pedestres, além de serem facilmente alteradas, possibilitando sua utilização de várias formas, em plantas diferentes, sem depender de pinturas”.

 

 




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QUAIS OS PREJUÍZOS CAUSADOS PELO NÃO USO DOS EPI’s?

 


O uso dos EPI’s é obrigatório em qualquer empresa que desenvolva trabalho que possa expor o trabalhador a algum tipo de risco seja ele leve ou grave ou que envolva algum grau de insegurança e isso já é sabido tanto pelos empregadores como pelos trabalhadores.

Primeiramente, cabe destacar que é obrigação da empresa adquirir os equipamentos de proteção individual necessários para cada empregado e também orientá-los corretamente quanto à sua utilização. Porém, a falta do uso dos EPI’s ou a utilização deles de forma inadequada poderá trazer diversos prejuízos à empresa. Dentre eles destacamos:

 

Penalidades para o empregador pela falta de utilização de EPI’s


O empregador que não se previne e deixa de fornecer os EPI’s necessários para os trabalhadores, estará sujeito a receber penalidades aplicadas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, decorrentes da NR 28 - Fiscalização e Penalidades.

Não basta apenas que a empresa adquira os equipamentos necessários, ela deve orientar os empregados sobre qual a forma correta de utilização de cada equipamento fornecido, e cabe a ele também a fiscalização do uso correto dos EPI’s.

 

Qualquer tipo de EPI’s é válido?


Esse é outro ponto ao qual a empresa deve estar atenta, pois existem no mercado diversas marcas e Distribuidoras de EPI’s que comercializam esses produtos, mas nem todas oferecem ao trabalhador qualidade suficiente para a finalidade de cada Equipamento de Proteção Individual, ou seja, EPI’s de baixa qualidade, com materiais ruins e baratos, são inseguros e não protegem devidamente os trabalhadores.

Um bom empregador deve escolher os itens buscando a efetividade máxima do produto, e isso só é possível quando a compra desses equipamentos é realizada em locais especializados, com boa reputação no mercado e que trabalhem com EPI’s de marcas consagradas.

 

Empregador que não cumprir poderá ser penalizado?


Nos casos em que fique explícita a falta de orientação para a correta utilização do EPI ou até mesmo quando o empregador não forneceu os EPI’s necessários, ele estará sujeito a receber multas. Para cada infração existe um código, e o valor da multa será calculado de acordo com o tipo da infração e o número de funcionários “irregulares” que tenham na empresa.

 

Existe mais algum tipo de penalidade?


Além das multas aplicadas na esfera administrativa, o empregador poderá também responder em outras áreas, sendo elas:

 

Responsabilidade civil


Quando, de alguma forma, o empregado venha a se machucar e busque amparo judicial solicitando indenizações, buscando compensação de danos físicos, morais, materiais, etc.

 

Esfera trabalhista


O trabalhador acidentado pode requerer judicialmente a estabilidade no emprego, que lhe deve ser garantida. Há também a rescisão do contrato de trabalho em caso de morte seguida de pagamento de verbas, e até pensão para a família em decorrência da morte do trabalhador.

Esses são alguns exemplos de como o empregador fica exposto quando não segue corretamente os procedimentos de segurança dentro de sua empresa. Por outro lado, vemos também como é fácil respeitar as normas de segurança no trabalho, é só manter-se em dia com a legislação e, sempre que a empresa fornece os EPI’s de qualidade, promover orientação de uso e fiscalizar se os mesmos estão sendo utilizados de forma correta. Isso afastará qualquer tipo de dor de cabeça que seus clientes possam ter futuramente, evitando, principalmente, acidentes de trabalho.

Seus clientes adotam o uso de EPI’s corretamente? Eles compram EPI’s de qualidade? Você conhece algumas dicas para evitar outros prejuízos? Deixe aqui seu comentário e divida conosco suas experiências.

 




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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

 




 

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O PCA?

 



O Programa de Conservação Auditiva - PCA é uma medida de saúde e segurança no trabalho que tem o objetivo de proteger colaboradores que estão expostos a altos níveis de ruído.

Em resumo, essa é uma medida preventiva para evitar que os profissionais possam ter qualquer tipo de lesão relacionada à perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).

Você já ouviu falar sobre isso? Muitos profissionais da segurança, quando começam a elaborar ou atualizar o PCA se deparam com inúmeras dúvidas sobre o assunto.

Se esse é o seu caso, continue a leitura! No blog de hoje, vamos entender melhor o que é e como funciona o Programa de Conservação Auditiva.

 

Afinal, o que é o Programa de Conservação Auditiva?

 

O Programa de Conservação Auditiva, também conhecido como PCA, corresponde a uma série de atividades que buscam prevenir ou estabilizar as perdas auditivas ocupacionais.

O programa é previsto pela Norma Regulamentadora n.ª 7 (NR-7), do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional, que prevê uma série de ações para proteger e preservar os colaboradores em relação aos riscos no trabalho.

 

Quais são as etapas do PCA?

 

As principais etapas do Programa de Conservação Auditiva são:

 

·       Medir e monitorar o ruído;

·       realizar audiometrias com os colaboradores;

·       escolher a proteção auditiva adequada;

·       treinar e capacitar usuários;

·       registrar todo este processo para garantir que o trabalhador foi treinado, avaliado e está seguro.

 

Para cada uma dessas etapas, é preciso contar com o suporte de equipes multidisciplinares: médicos do trabalho, fonoaudiólogos, técnicos de segurança e muitos outros para garantir a eficácia e qualidade do programa.

 

Qual é o melhor protetor auditivo?

 

É comum achar que o melhor protetor auditivo é aquele que atenua mais o ruído. Entretanto, nem sempre é assim! Na verdade, o protetor auditivo ideal é aquele que melhor se aplica ao tipo de trabalho e de ruído ao qual o colaborador está exposto. 

Isso porque atenuações acima do necessário podem impedir que o profissional ouça quaisquer alertas, como sirenes e alertas de empilhadeira, o que pode causar outros tipos de acidente de trabalho.

 

Proteção Auditiva X Indústria 4.0

 

Diante de todas estas variantes importantes para a segurança dos trabalhadores, a tecnologia veio para facilitar e aumentar a segurança diária. Com isso, o conceito da “Indústria 4.0” está presente também nos equipamentos de proteção auditiva da Honeywell.

Os protetores auditivos da Honeywell, além do seu conforto e qualidade, proporcionam uma solução única no mercado, cobrindo todas as lacunas e desafios que abordamos acima.

Esse EPI monitora o ruído e encaminha a informação para um sistema em nuvem, proporcionando acompanhamento em tempo real da exposição pelo responsável pela segurança.

Ao monitorar o ruído, o próprio protetor auditivo já alerta ao usuário e ao seu supervisor que ele está exposto a um ruído acima do tolerável.

Além disso, outro importante desafio do Plano de Conservação Auditiva é o treinamento e capacitação do usuário na colocação do protetor auditivo. O protetor da Honeywell também realiza o “fit test” com o próprio equipamento rotineiro do usuário.

 

Com tudo isso, temos um protetor auditivo completo para PCA: monitora e registra todas as informações para que os colaboradores possam retornar com segurança após o seu dia de trabalho.

 

 



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