quarta-feira, 26 de julho de 2023

 




 

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE INCIDENTE E ACIDENTE DE TRABALHO E COMO PREVENIR CADA UM

 



Incidente e acidente de trabalho são termos que podem até parecer sinônimos. No entanto, existe uma diferença entre eles. Ainda que essa distinção pareça sutil em um primeiro momento, pessoas da área de Saúde e Segurança do Trabalho - SST precisam sabe-la na ponta da língua.

Se você também possui essa dúvida, continue a leitura e entenda os casos em que se pode considerar como acidente ou incidente no ambiente de trabalho, bem como as metodologias adequadas para preveni-los.

 

O que é acidente de trabalho?

O acidente de trabalho é uma ocorrência imprevista durante a execução do trabalho que acarreta em lesão física ao trabalhador. Ainda, o acidente também pode comprometer a capacidade do trabalhador, impedindo-o de retornar à sua função normalmente. 

Por esse motivo, os acidentes podem gerar sanções à organização, sobretudo quando o local de trabalho não estava adequado ao desempenho das funções ali exercidas. 

Apesar disso, os acidentes não se restringem somente ao ambiente empresarial. Estão incluídos os acidentes ocorridos no trajeto para a organização, durante viagens a trabalho, além de outras doenças que tenham relação causal com o trabalho. 

Os acidentes de trabalho são descritos pela lei 8.213/91 de 24 de julho de 1991, que determina os efeitos dos acidentes no trabalhador: perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade de trabalho, incluindo a possibilidade de morte. 

 

Tipos de acidente de trabalho

A intensidade da lesão causada ou a natureza da atividade que ocasionou o acidente são formas de classificar esse tipo de situação.

 

Entre os acidentes mais comuns em empresas brasileiras, estão:

·       Queda em altura;

·       Lesões causadas por máquinas ou equipamentos;

·       Lesões causadas por esforço repetitivo;

·       Choques elétricos;

·       Danos causados por materiais considerados perigosos, como produtos químicos, por exemplo.

 

Principais causas de acidentes de trabalho

Como pudemos ver, boa parte dos acidentes mais comuns são também aqueles que logo já pensamos em medidas preventivas que poderiam ser usadas para evitá-los. 

A queda em altura, por exemplo, pode decorrer de uma série de cuidados negligenciados, seja a ausência de Equipamentos de Uso Coletivo - EPC’s ou Equipamentos de Uso Individual - EPI’s. 

É por isso que a maior parte dos acidentes acontece devido às condições inseguras de trabalho, bem como à falta de treinamentos e de políticas bem definidas pela empresa. 

Isso acontece quando não há inspeções de segurança regulares, além do não cumprimento de Normas Regulamentadoras, que estabelecem diretrizes para evitar danos ao trabalhador.

 

O que é incidente de trabalho?

O incidente de trabalho também é uma ocorrência inesperada. No entanto, ela é menos grave do que o acidente e, por isso, não causa danos significativos nem ao trabalhador, nem à empresa. 

Mas o incidente também deve ser acompanhado de perto pela gestão. Afinal, todos os incidentes podem se transformar em acidentes a longo prazo, caso não sejam analisados e corrigidos.

Isso significa que esses eventos são indícios de que há algo errado na operação, seja uma máquina em mau funcionamento, seja uma rotina que o trabalhador não esteja executando corretamente. Assim, o incidente jamais deve ser ignorado. 

 

Tipos de incidente de trabalho

Como falamos, mesmo uma rotina mal executada pode resultar em um incidente e, mais tarde, um possível acidente de trabalho. 

Porém, muitas vezes os incidentes passam despercebidos, já que os próprios colaboradores nem sempre dão a importância necessária a essas ocorrências, uma vez que não são consideradas graves. 

Assim, manter um diálogo saudável com os funcionários é fundamental para alertá-los sobre as diferenças entre esses cenários — acidente e incidente — e a necessidade de comunicar ambas as ocorrências. 

Entre os incidentes mais comuns, estão machucados leves nos dedos, unhas roxas causadas por pancadas, além de arranhões por todo o corpo, causados por superfícies ásperas e falta de proteção. 

 

Principais causas de incidentes de trabalho

 

Atuações simples podem evitar incidentes. A seguir, veja algumas as causas mais comuns dos incidentes no trabalho:

·       Ambientes sujos e/ou desorganizados;

·       Pouca iluminação;

·       Falta de DDS com os colaboradores;

·       Ausência de sinalizações, inclusive sobre as ações de limpeza;

·       Escadas sem corrimão;

·       Ambiente estressante, que gera ansiedade e depressão;

·       Atitudes imprudentes;

·       Falta de conhecimento técnico para manusear um equipamento ou operar uma máquina específica.

 

Qual a diferença entre acidente e incidente no trabalho?

O acidente é quando algo não programado causa algum tipo de lesão ao trabalhador, de modo a interromper sua atividade. 

O incidente, por outro lado, é uma ocorrência que não afeta profundamente o trabalhador. Ou seja, ainda que se tenha uma lesão, ela é superficial e não altera a rotina do trabalhador. 

Em conclusão, a principal diferença entre um incidente e um acidente de trabalho são as consequências que cada um deles provoca no colaborador da empresa.

 

Como agir diante de acidentes de trabalho?

Em caso de acidente, a empresa deve prestar socorro imediato ao trabalhador acidentado. A assistência médica pode ocorrer no próprio local, para que o trabalhador lesionado receba atendimento o mais rápido possível. 

Em casos mais graves, ele deve ser transferido a uma unidade médica, ou seja, ser atendido fora do ambiente onde ocorreu o acidente. 

Após o pronto atendimento, deve-se comunicar os superiores da empresa sobre o ocorrido, bem como as equipes de Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.

São eles que irão investigar, da forma mais completa possível, quais foram os motivos pelo qual o acidente aconteceu e quais as medidas de correção e prevenção que deverão ser adotadas para que o ocorrido não se repita. 

Além disso, a empresa deve acionar a Previdência Social e informar sobre o acidente, bem como realizar seu registro no e-Social. Para isso, deve-se utilizar o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), que pode ser emitido pela própria empresa, pelo acidentado ou seus dependentes, pelo médico ou uma autoridade pública. 

 

E como prevenir incidentes e acidentes?

Existem diversas normas e leis que servem para direcionar as empresas neste quesito. As Normas Regulamentadoras estabelecem os parâmetros para as mais diversas situações em ambiente de trabalho, a fim de evitar os riscos possíveis. 

Assim, podemos entender que a melhor medida contra incidentes e acidentes de trabalho é a prevenção, cuidando para que auditorias e inspeções, bem como manutenções de máquinas, estejam em dia. 

Isso engloba o fornecimento e fiscalização de EPI’s, sinalização, equipamentos de combate a incêndio, entre outros.

Ainda, estabelecer uma comissão interna para prevenção de acidentes, investir em treinamentos internos e estabelecer um checklist para Saúde e Segurança do Trabalho são boas medidas a serem aplicadas. 

 

Outros conceitos: as pirâmides da segurança do trabalho

Algumas metodologias ajudam a gestão a medir e qualificar os riscos enfrentados pelos trabalhadores na organização. Assim, fica mais simples identificar e entender quais ocasiões são incidentes e acidentes. 

 

Pirâmide de Bird

A pirâmide de Bird também é conhecida como Triângulo da Segurança. Afinal, seu conceito também pode ser analisado do ponto de vista visual, por meio de uma pirâmide. É por isso que essa e outras metodologias são chamadas de pirâmides da segurança do trabalho.

Nesse sentido, a pirâmide de Bird é o resultado de um estudo sobre prevenção a acidentes que envolveu mais de 90 mil análises de acidentes, ainda que a obra publicada tenha menos registros. 

Ela surgiu após quase 30 anos de sua predecessora, a pirâmide de Henrich, e tem esse nome devido ao seu criador, Frank Bird Jr. Ele acrescentou à teoria 4 pontos essenciais a medidas de prevenção: informação, investigação, análise e revisão de processos. 

Mas, afinal, de que se trata essa metodologia?

Ela sugere que, a cada 1 acidente com morte ou lesão grave, correspondem a 100 lesões leves e 500 incidentes. Ou seja, acidentes fatais, lesões e pequenos incidentes possuem uma lógica constante e proporcional. A razão é: -10-30-600. 

Dessa maneira, a cada 600 pequenos incidentes, 30 lesões ocorrerão. Delas, 10 acidentes surgem, e a cada 10 acidentes, ocorre 1 fatalidade. 

 

Pirâmide de Heinrich

Como já abordamos, a Pirâmide de Heinrich surgiu antes da Pirâmide de Bird e, apesar de ter servido como base para esse estudo, ainda é bastante reconhecida e utilizada de forma complementar à Pirâmide de Bird.

Essa pirâmide serve para quantificar as anormalidades de segurança, permitindo à gestão monitorar eventos por nível de gravidade e compará-los ao longo do tempo. Isso faz com que a empresa consiga reduzir os acidentes de forma progressiva. 

Dessa forma, os problemas encontrados não devem ser atacados apenas por uma extremidade, mas sim pelas duas extremidades de maneira paralela. 

 

Pirâmide de Desvios ou Dupont

Dupont é a empresa que também foi responsável pela criação do nylon, o material bastante utilizado em eletrodomésticos, para cordas de violão e até para linhas de pesca. A empresa investiu em estudos e elaborou a pirâmide de desvios. 

Ao contrário das pirâmides de Heinrich e Bird, que focaram seus estudos em perdas que de algum modo poderiam gerar indenizações para as empresas, a Dupont não se restringiu a isso e focou sobretudo na prevenção de todos os riscos. 

Isso deixou a pirâmide ainda maior, considerando, portanto, os desvios na proporção de que, para cada 1 acidente fatal, há 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3 mil incidentes e 30 mil desvios.

 

Como otimizar a gestão de riscos e medidas de SST?

Como vimos, as pirâmides são excelentes ferramentas para Segurança do Trabalho, uma vez que permitem a análise de riscos com foco em medidas preventivas. Isso auxilia a gestão na melhoria contínua. 

Para aplicar os conceitos das pirâmides e prevenir acidentes e incidentes, uma ótima pedida para aplicar corretamente inspeções e auditorias, garantindo que as normas sejam cumpridas adequadamente. 

 



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terça-feira, 25 de julho de 2023

 





 

TESTE DE ARRANCAMENTO ESTÁTICO EM PONTOS DE ANCORAGEM

 



Teste de Arrancamento Estático em Pontos de Ancoragem
O objetivo do Teste de Arrancamento Estático em Pontos de Ancoragem é constar a conformidade com as Normas Regulamentadoras Aplicáveis dos pontos de ancoragem instalado para fins de realização de serviços em altura de um modo geral, com intuito de garantir a segurança do trabalhador designado à tarefa.

O que é Teste de Arrancamento?

Procedimento de inspeção e revisão da resistência de um determinado aparato instalado em um ponto de ancoragem, prevenindo assim a ocorrência de acidentes por queda de altura.

 

Os procedimentos de inspeção devem seguir os parâmetros da NBR 16325-2, e ser realizado por profissional habilitado.

·       Execução do Teste de Ancoragem

·       Elaboração do Relatório Técnico

·       Registro de Evidências

·       Conclusão e Proposta de Melhorias

·       Emissão de A.R.T. e C.R.T.

 

Teste de Arrancamento Estático em Pontos de Ancoragem

 

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

·       Aplicação das Normas

·       Regulamentadoras Aplicáveis;

·       Aparatos ou Equipamentos ancorados;

·       Verificação do Manual de Instrução

·       Técnica Operacional e de Manutenção;

·       Adequação às recomendações do fabricante;

·       Documentação referente às inspeções de conformidade;

·       Histórico de laudos de conformidade;

·       Validade das vistorias, laudos, prontuários;

·       Procedimentos Ocupacionais;

·       Aptidão dos profissionais designados a tarefas em altura;

·       Checagem dos itens de segurança;

·       Execução Teste de Arrancamento estático com Alicate Hidráulico para arranque efetuado por Alpinista

Industrial

·       Teste de Resistência por macaco hidráulico;

·       Resistência equivalente a 1500 Kgf;

·       Registro dos dados;

·       Identificação de falhas;

·       Imperfeições na montagem;

·       Avaliação qualitativa e quantitativa;

·       Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;

·       RETROFIT – Processo de Modernização;

·       Manutenções pontuais ou cíclicas.

 

Verificações quando for pertinentes:

·       Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;

·       Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;

·       Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;

·       Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;

·       END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;

·       APR (Análise Preliminar de Risco);

 

Disposições Finais:

·       Registro fotográfico;

·       Registro das Evidências;

·       Conclusão do PLH;

·       Proposta de melhorias corretivas;

·       Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

 

Cabe à Contratante fornecer:

Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se contratado:

Passo 01: Inspeção  Visual (Qualitativa)

a) Preparação, Identificação, Análise Qualitativa, Documentação.
b) Se os equipamentos estiverem a céu aberto e estiver chovendo, chuviscando, ou úmido, não  é possível  realizar a inspeção e a logística de retorno corre por conta da Contratante.
c) Os equipamentos de força motriz própria (autopropelidos) deverão estar em pleno funcionamento com um operador habilitado em conjunto (caso seja Talha, Ponte Rolante, Guindastes em geral, etc.);
d) Liberar acesso ao veículo do Perito Avaliador nas dependências da Contratante em virtude de materiais e aparelhos de inspeção serem de peso e valor agregado.
e) As peças que for passar por Ensaios ou testes não podem ser lixadas, utilize Removedor de Tintas tipo STRIPTIZI.

 

Passo 07 – Se for realizar TESTE DE ARRANCAMENTO EM DISPOSITIVOS DE ANCORAGEM, OLHAIS, GANCHOS, cabe a Contratante fornecer:

a) PEMT (Plataforma Elevatória Móvel de Trabalho) para acesso aos postes e linhas de ancoragem;
b) Até 03 designados para procedimentos da inspeção;
c) Ao executar o Teste de Arrancamento, é possível romper alguns dispositivos cabendo a Contratante o ônus;
d) Os pontos avaliados serão somente para elementos acessíveis. Não nos responsabilizamos pelo projeto inicial, ou quaisquer sinistros quanto a montagem ou classificação dos dispositivos.
e) A função do Perito Avaliador se limita a executar a Inspeção e não cabe ficar esperando por mais de 10 minutos a Contratante efetuar manutenção ou organizar a logística da inspeção.

 

NOTA:

É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

 

 



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PONTOS DE ANCORAGEM TRABALHO EM ALTURA

 



Pontos de ancoragem trabalho em altura

Os pontos de ancoragem trabalho em altura são ferramentas consideradas fundamentais para garantir a segurança de trabalhadores em serviços que requerem atenção específica. Essencial para atender a diferentes segmentos industriais, o material possui todas as certificações, assim como documentações adequadas que correspondem à qualidade e confiabilidade do produto. Além disso, os pontos de ancoragem trabalho em altura tratam-se de sistemas integrados que permitem ao operador manter-se de forma estável através das cordas e cabos que são disponibilizados para o serviço. Com isso, os pontos de ancoragem trabalho em altura são responsáveis por prevenir quedas, bem como outros acidentes de alto risco.

 



CLASSIFICAÇÃO DOS PONTOS DE ANCORAGEM TRABALHO EM ALTURA

 

Pontos de ancoragem trabalho em altura:

O suporte se trata de uma estratégia de segurança obrigatória e que corresponde às normas NR35, assim o serviço atende às principais regras e determinações dos órgãos de fiscalização. Além disso, a empresa responsável pelo serviço de pontos de ancoragem trabalho em altura conta com profissionais altamente qualificados para garantir um atendimento amplo e personalizado ao cliente. Com excelentes vantagens de custo-benefício, os pontos de ancoragem trabalho em altura suportam alta carga de peso e podem inclusive carregar mais de uma pessoa de forma simultânea. Além de altamente resistente, o produto possui estrutura de ótima durabilidade.




Dessa maneira, dentre as especificações apresentadas, os pontos de ancoragem trabalho em altura são responsáveis por garantir:

·       Pontos de ancoragem trabalho em altura: Método de acordo com principais parâmetros de qualidade e modernização;

·       Pontos de ancoragem trabalho em altura: Cumprimento com as principais normas técnicas;

·       Pontos de ancoragem trabalho em altura: Produto resistente às alterações climáticas.

 

EMPRESA ESPECIALISTA EM SISTEMAS DE SEGURANÇA

 



Pontos de ancoragem trabalho em altura

A Top Team Brasil – Trabalhos e Soluções em Altura é uma empresa que detém reconhecimento no comércio nacional por considerar estratégias e investimentos de elevadas condições econômicas.  Com equipe de profissionais qualificados, a empresa atende aos clientes de forma ampla. Tendo como principal objetivo viabilizar o trabalho em altura nos mais diferenciados ambientes, assim como espaços e situações, a empresa busca disponibilizar serviços de qualidade para diferentes projetos. Com a missão em atender a demandas específicas, possui em seu catálogo serviços como sistemas de segurança e trabalhos em altura. Além disso, a empresa é alinhada com tecnologia de ponta e procedimentos otimizados.

 




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segunda-feira, 24 de julho de 2023

 





 

TESTE PONTO DE ANCORAGEM

 



Teste ponto de ancoragem 

Se trata de métodos fundamentais para verificar todos os padrões de segurança de um projeto.

 

Objetivo

Garantir de forma detalhada qual a capacidade exata da resistência desses pontos. Mediante o teste ponto de ancoragem é possível adequar os elevados volumes de cargas. Com isso, o suporte que é essencial para atender aos segmentos industriais de diversos setores funciona de acordo com as determinações de confiabilidade e parâmetros que regulamentam a área. Os sistemas para teste ponto de ancoragem devem ser montados por trabalhadores capacitados para isto e passar por uma inspeção inicial e inspeções periódicas. A inspeção inicial é feita após a instalação ou mudança de local. A inspeção periódica precisa ser feita de acordo com o procedimento operacional, considerando-se o projeto do sistema de ancoragem e de montagem e cumprindo as instruções do fabricante e as normas regulamentadoras técnicas. É indispensável o cumprimento da periodicidade de até 12 meses.

 



DEFINIÇÕES E IMPORTÂNCIA DO TESTE PONTO DE ANCORAGEM

 

Teste ponto de ancoragem

O ponto de ancoragem se trata da instalação de certos pontos em bases fixas que servem para auxiliar a execução de trabalhos em áreas altas. O suporte garante a segurança do trabalhador durante os procedimentos em superfícies de terrenos e edifícios. Com isso, o teste ponto de ancoragem deve ser manuseado com o máximo de empenho e por empresa que possui, além de experiência, profissionais qualificados para garantir um suporte de padrão elevado. Classificado como um procedimento adequadamente documentado, o teste ponto de ancoragem é um sistema obrigatório que foi estabelecido por meio de normas dos setores responsáveis pela fiscalização. Além disso, o mecanismo é comandado por profissionais altamente especializados e habilitados para o desenvolvimento da atividade. O teste ponto de ancoragem é muito importante para os interesses das empresas, pois garante a atuação dos procedimentos conforme as normas NR35, entre outros critérios. Além disso, o teste ponto de ancoragem é realizado através de ferramentas ideais para permitir qualidade na execução do projeto.

 

Dentre as especificações estabelecidas pelo sistema, o teste ponto de ancoragem é um procedimento que garante:

·       Teste ponto de ancoragem: Vantagens de custo-benefício para os interesses das atividades industriais;

·       Teste ponto de ancoragem: Serviço realizado por meio de sistema moderno e de alto padrão;

·       Teste ponto de ancoragem: Métodos de confiabilidade que garante confiança ampla aos envolvidos.

 

EMPRESA RECONHECIDA POR SERVIÇOS DE ALTA QUALIDADE

 

Teste ponto de ancoragem


A Top Team Brasil – Trabalhos e Soluções em Altura é uma empresa reconhecida no mercado nacional por dispor de melhores estratégias e serviços que atendam aos segmentos de forma completa e abrangente. Com especialidade e missão de viabilizar o trabalho em altura nos mais diversos ambientes, espaços e situações, a empresa oferece serviços de qualidade para os mais variados tipos de projetos. Além de atender a necessidades específicas, o departamento garante sistemas de segurança, assim como outros importantes trabalhos.

 

 

 



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DDS FISPQ

 



O Diálogo Diário de Segurança - DDS é sobre uma importante fonte de informações que está à nossa disposição: a FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico.

 

Os produtos químicos fazem parte do nosso cotidiano, seja em casa ou no trabalho, e o correto manuseio é o que define se haverá prejuízo ou benefício na sua utilização.

Quando lidamos com produtos químicos de forma inadequada, pode haver comprometimento da nossa saúde e segurança, muitas vezes de maneira irreversível, sendo indispensável a utilização segura e consciente do produto que está sendo manipulado.

Para evitar e reduzir os riscos envolvidos, primeiramente devemos conhecê-los e, então, usar as medidas de proteção adequadas, adotando os cuidados necessários no manuseio e transporte.

A Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ é o meio pelo qual são fornecidas as informações fundamentais sobre o produto químico, definindo os controles adequados para promover a segurança no ambiente de trabalho, os Equipamentos de Proteção Individuais - EPI’s a serem utilizados, os primeiros socorros, além dos procedimentos a serem seguidos em caso de derramamento, incêndio e outros acidentes.

A FISPQ é um documento obrigatório para a comercialização dos produtos químicos, regularizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, sendo disponibilizada juntamente com o produto, e deve ficar à disposição para todos que trabalham com o produto.

 

Nela devem constar:

ü Identificação do produto e da empresa: informa o nome comercial do produto, o nome da empresa fabricante com telefone e endereço;

ü Composição e informações sobre os ingredientes: Esta seção informa se o produto químico é uma substância ou uma mistura;

ü Identificação dos perigos: apresenta objetivamente os perigos mais importantes e efeitos do produto (efeitos adversos à saúde humana, efeitos ambientais) e, quando apropriado, perigos específicos;

ü Medidas de primeiros-socorros: informa, de maneira detalhada, as medidas a serem tomadas e as que devem ser evitadas;

ü Medidas de combate a incêndio: apresenta os meios de extinção apropriados e os não recomendados;

ü Medidas de controle para derramamento ou vazamento: informa as precauções pessoais, medidas de proteção ao meio ambiente, procedimentos de emergência e acionamento de alarmes, métodos de limpeza, coleta, neutralização e descontaminação do ambiente;

ü Manuseio e armazenamento: contempla as ações de segurança e ações em caso de contato acidental com o produto;

ü Controle de exposição e proteção individual: parâmetros de controle para substâncias e ingredientes, limites de tolerância e indicadores biológicos;

ü Propriedades físico-químicas: informações detalhadas como aparência e cor;

ü Estabilidade e reatividade: indica a estabilidade química, possibilidades de reação com outros produtos e as condições a serem evitadas que podem desencadear outras reações;

ü Informações ecológicas: informações para avaliar o impacto da substância ou mistura quando liberada no meio ambiente;

ü Considerações sobre tratamento e disposição: Estabelece recomendações sobre o produto e as embalagens usadas;

ü Informações sobre transporte: especifica os detalhes sobre as regulamentações nacionais e internacionais no transporte da substância;

ü Regulamentações: informa sobre a legislação aplicável à substância em questão;

ü Outras informações: informações gerais e específicas, siglas e bibliografia.

 

Com essas informações completas e detalhadas, a FISPQ nos torna conscientes dos riscos potenciais a que estamos expostos durante a manipulação dos produtos químicos e assim, nos capacita a trabalhar de maneira segura. Como diz a frase: “Conhecimento é em si mesmo um poder”.

 

É um direito de todo trabalhador ter condições seguras de trabalho, retornando para casa em segurança e com a saúde intacta. Porém, é dever de todo trabalhador seguir as normas e os procedimentos de segurança do trabalho da empresa.

A FISPQ tem o propósito de orientar ou informar, por isso devemos consultá-la previamente ao uso e, caso necessário, durante e após o uso dos produtos químicos.

 

 



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