terça-feira, 30 de maio de 2023

 




 

ENTENDA A IMPORTÂNCIA E O IMPACTO DA GESTÃO DE FACILITIES EM PORTOS

 



Você já parou para pensar na complexidade do dia a dia de um porto? Lugares como esse exigem um grande nível de expertise, tecnologias e pessoal capacitado para que operem da melhor maneira. Sendo assim, a adoção de facilities integradas em um porto é essencial para aumentar a qualidade dos serviços, como também reduzir custos.

 

Mas o que são facilities?

O termo facilities está ligado à aplicação de serviços de mão-de-obra especializada dentro de uma organização, que quando bem integrados aprimoram a qualidade dos processos rotineiros. Um dos objetivos é permitir a redução de custos, ou seja, facilities nada mais é que um forte aliado de uma empresa.

No âmbito de facilities, uma série de serviços podem ser terceirizados com pessoal capacitado, como nos setores de limpeza, administração, segurança, logística e manutenção. Quando falamos em gestão de facilities, queremos dizer sobre a área que coordena e é responsável por todas essas atividades que dão suporte diário a uma organização.

Em relação aos portos não é diferente. Como já foi dito acima, portos são ambientes bem complexos e, para que funcionem com excelência diariamente, é primordial a contratação de serviços de facilities para o desempenho de todas as atividades.

 

Qual é a importância das facilities para os portos?

Nos portos, muitas operações podem ser terceirizadas, tais como a logística da movimentação, despacho e entrega de cargas, a limpeza de terminais, ou até mesmo a administração de setores de segurança.

As atividades desenvolvidas em um porto podem oferecer riscos ao trabalho, e a fim de aumentar a qualidade dos serviços e também reduzir custos, as operações devem ser desenvolvidas de forma planejada e segura.

Assim, a importância das facilities para os portos é imprescindível para não só aprimorar os serviços diários contando sempre com pessoal com conhecimento técnico e especializado, mas também reduzir os gastos indesejados.

 

Quais serviços podem ser terceirizados em um porto?

Nos portos, diversos serviços podem ser terceirizados com a gestão de facilities. 

 

São eles:

·       Conservação e limpeza;

·       Limpeza técnica e industrial;

·       Logística interna;

·       Manutenção industrial;

·       Combate à incêndio;

·       Montagem e desmontagem de andaimes;

·       Operação de cargas e descargas.

 

É importante ressaltar que em áreas portuárias, o risco de acidentes pode ser iminente com as possíveis condições adversas de tempo, contaminação de substâncias tóxicas, incêndios e explosões ou tarefas realizadas em alturas.

Por isso que os serviços de facilities são tão fundamentais, já que seguindo normas e padrões de segurança, a mão-de-obra disponibilizada permite controlar os riscos de acidentes no setor portuário.

 

Como os acidentes podem ser evitados?

Cada equipe de facilities é treinada e capacitada para o setor que será destinado, com planejamento estratégico e uso das melhores tecnologias e instrumentos adequados. O gestor de facilities é o responsável direto pela coordenação dessas equipes para garantir a funcionalidade do sistema.

 

Para tal, o encarregado da terceirização das facilities integradas deve fazer um alinhamento dos processos, que precisa incluir:

·       um mapeamento de riscos, onde é possível identificar os possíveis perigos que os funcionários podem ser submetidos;

·       o conhecimento de normas de um ambiente complexo como um porto, ou seja, tais regimentos definirão os procedimento corretos para a gestão do trabalho;

·       um planejamento estratégico com base no mapeamento de riscos e das normas portuárias;

·       o treinamento eficaz dos funcionários para que evitem acidentes e lidem da melhor maneira com atividades que envolvam riscos;

·       e o uso de equipamentos adequados para desenvolver com excelência as atividades propostas.

 

Já mencionamos ao longo deste artigo que o treinamento especializado em facilities permite que a execução de tarefas seja exemplar. Portanto, para que isso aconteça com excelência, é preciso que o serviço seja executado por profissionais capacitados. 

 

 



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segunda-feira, 29 de maio de 2023

 





 

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PMOC

 



Atuar no ramo de manutenção exige atualização constante, já que mesmo profissionais com anos de experiência na área acabam se deparando com mudanças em relação a procedimentos e adequação à legislação.

 

O que é PMOC?

É para minimizar dificuldades dessa ordem que se coloca em prática o PMOC, sigla para Plano de Manutenção, Operação e Controle. Sua aplicação está prevista na Portaria MS n° 3.523/98 do Ministério da Saúde.

Por meio do PMOC é possível definir com que frequência será avaliada a correção, limpeza e grau de conservação dos sistemas de climatização que integram um determinado ambiente. A partir dessa definição serão indicados os procedimentos escolhidos para que a verificação e manutenção sejam realizadas corretamente.

O tema tem sido bastante citado e pesquisado ultimamente, mas essa compilação de procedimentos já era prevista desde o final dos anos 90, ganhando força e relevância após o estabelecimento da Lei Federal n° 13.589, no início do ano de 2018.

A força de lei modificou um cenário que durou até 2017, no qual a aplicação do PMOC era demandada exclusivamente para ambientes “climatizados com exigências de filtros absolutos ou instalações especiais”, como é o caso de centros de produção e hospitais. 

A partir desse novo entendimento, todas as construções de uso coletivo, que possuam um ambiente climatizado, passam a necessitar da aplicação do PMOC. Ou seja, lojas, espaços de trabalho, consultórios médicos, bares, condomínios, hotéis, hospitais, clubes entre outros estabelecimentos comerciais ou produtivos estão obrigados a estabelecerem seu Plano de Manutenção, Operação e Controle.

A grande preocupação, que levou à criação da lei, está relacionada à existência de bactérias, fungos ou outros organismos nocivos que possam estar presentes nos equipamentos e estruturas que participam do processo de climatização.

Assim, proprietários e empreendedores responsáveis por locais que apresentem um sistema de climatização acima de 60.000 BTU/h estão obrigados legalmente a realizarem o PMOC. Em estabelecimentos que não atinjam os 60.000 BTU/h, o PMOC é apenas recomendado e não obrigatório. 

 

Como o PMOC deve ser feito?

Quem orienta sobre a elaboração do PMOC é o CONFEA/CREA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), que define a elaboração em três etapas, contando com o auxílio de empresas distintas.

 

Primeira etapa: reunindo dados

Inicialmente é preciso ter uma visão ampla da estrutura, que surge a partir do levantamento de dados sobre o prédio e os sistemas de climatização. Além de definir quantas e quais áreas são impactadas pelo sistema, também será possível saber o número de usuários presentes nessas áreas. 

Além disso, é de suma importância ter claro quem é o responsável técnico pelo PMOC para que, munido de todas essas informações, seja possível saber se existe adequação às indicações presentes nas normas.

 

Segunda etapa: criando o PMOC

O responsável pela primeira etapa deverá produzir um relatório que apresente as informações levantadas, todas as adequações que deverão ser feitas, os passos e a frequência para que seja realizada a manutenção. 

Esta é a etapa em que o nível de detalhe é fundamental. Tudo que for necessário para uma boa conservação e limpeza dos sistemas de climatização deve constar no relatório.

 

Todos que possuam a obrigação de realizar o PMOC ou que queiram estar em dia com a prática, mesmo sem exigência legal, devem possuir o documento em seus estabelecimentos, detalhando os seguintes pontos: 

·       registro dos dados relacionados ao prédio, aos equipamentos que compõem o sistema de climatização e a frequência em que cada procedimento deverá ser realizado.

·       para cada ambiente climatizado deverá ser determinado o número máximo de pessoas presentes.

·       assim como o número de ocupantes, o PMOC deve explicitar as atividades desempenhadas em cada ambiente, bem como a frequência com que acontecem.

·       listar a capacidade de todos os aparelhos de ar condicionado presentes no prédio.  

·       deve-se apresentar a somatória da carga térmica dos equipamentos presentes em cada local.

·       o responsável técnico precisa estar identificado no plano, pois é a sua assinatura que certifica que todos os serviços foram realizados de acordo com sua ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) registrada junto ao CREA.

 

Terceira etapa: analisando a qualidade do ar

Na etapa final, uma empresa responsável por prestar serviços de análise biológica, química e física do ar deve ser adicionada ao processo para atestar a qualidade do ar circulante no sistema de climatização.

Recomenda-se que essa coleta de material para análise em laboratório ocorra pelo menos duas vezes ao ano, com um intervalo de seis meses.

 

A importância do responsável técnico

Dentre os profissionais que podem assinar o PMOC estão os técnicos e tecnólogos em Mecânica e também os engenheiros mecânicos. Eles ficarão responsáveis pela implementação e a preservação dos planos de manutenção, garantindo que o PMOC seja executado corretamente.

Cabe também a esse profissional, arquivar os históricos envolvendo qualquer procedimento que seja efetuado e criar formas de divulgação desses procedimentos para todos que ocupem os ambientes cobertos pelo plano.

É fundamental que o indicado como responsável técnico esteja devidamente registrado no órgão regulador da área, com a obrigatoriedade desse profissional estar com sua habilitação em dia para criar e colocar o PMOC em prática.  

Nas etapas que incluem a análise da qualidade do ar que circula nos sistemas, engenheiros industriais e químicos podem ser acionados.

Em relação à mão de obra que ficará encarregada dos procedimentos de manutenção descritos no PMOC, o importante é que esteja de acordo com todas as solicitações relacionadas no plano, podendo ser uma empresa terceirizada ou parte do quadro de colaboradores do próprio empreendimento.

 

PMOC é economia e inteligência

Além do cuidado com a qualidade do ar que circula em cada ambiente, a realização do PMOC representa um ganho significativo no desempenho dos aparelhos de ar condicionado, diminui a necessidade de manutenções não previstas, amplia a vida útil dos aparelhos e sistemas e representa uma economia considerável no consumo de eletricidade.

Uma boa forma de realizar o PMOC com segurança e total adequação às normas é contar com uma empresa especializada nas diferentes etapas do plano.

 

 

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TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE MANUTENÇÃO CORRETIVA

 



A manutenção corretiva é geralmente associada às máquinas e equipamentos em fábricas, mas também pode ser aplicada em itens como peças, dispositivos, acessórios e outras possibilidades.

Dessa forma, o principal objetivo da manutenção corretiva é restaurar o ativo para a condição em que possa funcionar como pretendido, seja com a substituição de componentes ou a reparação de sistemas. 

 

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é um processo voltado a corrigir os problemas conforme as falhas surgem, como o próprio nome diz.

Quando uma máquina, equipamento, peça ou dispositivo apresenta uma queda no desempenho, quebra ou outro problema de funcionamento, este tipo de manutenção é realizado para o item voltar a a funcionar adequadamente.

Ou seja, a correção é feita quando a solução precisa ser mais imediatista e, geralmente, não é esperada, podendo causar prejuízos financeiros à companhia.

 

Os principais tipos de manutenção corretiva são:

 

Manutenção corretiva emergencial ou não planejada

Este tipo de manutenção demanda urgência pois pode envolver fatores decisivos e prioritários, como a segurança física das pessoas, a integridade do ambiente e interrupções que possam afetar a produção ou conservação de produtos.

Quando um equipamento deixa de funcionar, causa uma desorganização no fluxo de trabalho e, na maioria das vezes, um custo elevado, bem como situações potencialmente perigosas para a equipe.

Por isso, quando ocorre, é um sinal de alerta para fazer a revisão do plano de manutenção. 

 

Manutenção corretiva planejada

Quando os profissionais notam a queda no desempenho de uma máquina ou pequenas falhas que afetam seu funcionamento, é importante realizar a manutenção corretiva planejada.

Neste caso ela segue o plano de manutenção, tornando possível agendar vistorias, programar paradas estratégias e aumentar a segurança dos envolvidos, evitando surpresas.

Assim, a principal diferença entre os dois tipos é que a manutenção corretiva planejada acontece quando há falha, mas os equipamentos continuam em funcionamento (falha potencial), enquanto a manutenção corretiva não planejada ocorre quando a operação para por completo (após a falha funcional).

Para saber mais sobre as principais diferenças entre a manutenção preventiva e corretiva, confira o texto.

 

Como aplicar a Curva PF na manutenção corretiva?

A Curva PF é considerada uma ferramenta analítica fundamental para um bom planejamento e controle de manutenção (PCM), guiando o gestor na tomada de decisões durante o desenvolvimento das estratégias operacionais.

O gráfico usado nessa curva tem o objetivo de determinar o intervalo entre os pontos P (falha potencial = primeira falha ou falha em estágio inicial) e F (falha funcional, responsável pela incapacidade de funcionamento do ativo).

Dessa forma, a Curva PF comprova o desempenho e/ou condição do ativo, tornando fundamental a análise do intervalo de tempo entre uma falha e outra para gerenciar os custos de manutenção e disponibilidade do ativo.

De acordo com o gráfico, quanto maior for a demora para tomar a decisão de correção de falha, maior será o custo de reparo.

Esse conceito pode ser aplicado em qualquer ativo que se deseja identificar os intervalos e, a partir disso, é possível criar uma estratégia eficiente para os tipos de manutenção existentes.

 

Conheça nossas soluções de manutenção predial e industrial

Uma empresa que oferece serviços de manutenção preventiva e corretiva, além de predial e industrial, com Gestão de Facilities para que seu empreendimento mantenha o bom funcionamento.

Disponibilizamos soluções específicas para cada caso a fim de garantir uma vida útil maior ao equipamento com equipes especializadas para a execução das tarefas, com serviços como:

 

Manutenção e operação predial civil;

·       Manutenção de instalações elétricas, eletromecânicas e hidráulicas;

·       Sistema de refrigeração, automação e segurança;

·       Gerenciamento de energia, água, gás e combustível;

·       Operação de utilidades (geração de energia, vapor, ar comprimido, sistemas de refrigeração industrial);

·       Limpeza industrial (aspiração de resíduos, limpeza química, sucção com alto vácuo, hidrojateamento de baixa e média pressão).

 

 

 

 

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sexta-feira, 26 de maio de 2023

 





 

GESTÃO DE FACILITIES:

COMO A TECNOLOGIA CONTRIBUI NA EFICIÊNCIA?

 



A tecnologia tem um papel fundamental no nosso dia a dia e não seria diferente no ambiente corporativo. Ferramentas modernizam e aprimoram atividades da gestão de facilities e são capazes de melhorar a produtividade de um negócio em pouco tempo.

Todavia, é necessário um bom planejamento e visão estratégica para que o uso da tecnologia seja realmente eficaz na gestão de facilities. 

 

O que é gestão de facilities?

O termo surgiu nos Estados Unidos em meados dos anos 60. Na época, facilities ou facilities management se referia ao crescimento de práticas de terceirização. 

Sendo assim, a gestão de facilities é a gestão de facilidades, uma função que une diversas ações para garantir a segurança, qualidade, produtividade e bem-estar de um ambiente, seja de qual tamanho ou segmento for.

 

Essa integração de processos internos visa manter e desenvolver multisserviços. Na EPS, as soluções atendem à:

·       Recepção e portaria;

·       Serviços de TI;

·       Conservação e limpeza;

·       Limpeza de fachada;

·       Limpeza técnica e industrial;

·       Montagem e desmontagem de andaimes;

·       Limpeza e higienização hospitalar;

·       Manutenção de áreas verdes e jardinagem;

·       Gerenciamento de resíduos;

·       Controle de pragas;

·       Qualidade do ar e da água;

·       Combate a incêndio.

 

Não importa se a gestão de facilities é feita para um condomínio, residência, escritório ou indústria. Ela deve levar em consideração todos os colaboradores, clientes, fornecedores visitantes e demais stakeholders. 

A ideia é que o planejamento e operacionalização dos processos os torne mais eficientes, contribuindo para a economia de recursos, aumentando a confiabilidade e a competitividade da empresa.

 

Tecnologia na gestão de facilities

A importância da tecnologia na gestão de facilities mostra-se a partir da realidade que o setor trabalha unindo diversas equipes e serviços com atividades diferentes.

As inovações permitem que, mesmo a distância, a equipe tenha acesso às informações que necessitam para realizar suas funções.  

A partir desse entendimento, o gestor pode otimizar funções e processos, reduzir custos, gerenciar falta ou excesso de materiais e até mesmo ter um cronograma sobre possíveis manutenções. 

Seguindo com esse pensamento que unifica a mão de obra humana e a tecnologia, um sistema informatizado de gestão para a criação de planos de trabalho personalizados e a avaliação de performance dos profissionais e serviços.

Essa ferramenta permite o monitoramento de indicadores de desempenho em tempo real e a elaboração de relatórios que auxiliam na melhoria contínua dos processos. Sendo assim, a organização mantém todas as áreas em excelente funcionamento. 

 

7 usos da tecnologia na gestão de facilities

 

Para exemplificar como a tecnologia já está presente na gestão de facilities, listamos algumas inovações que auxiliam na resolução de problemas.

 

Confira: 

 

1. Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas (ou IoT, Internet of Things) permite que as instalações se tornem automatizadas. Ferramentas e sensores fazem a leitura do espaço e indicam a solução, como ajustes na luminosidade e temperatura do ambiente. 

O funcionamento das lâmpadas é um exemplo comum. Quando funcionam por meio de sensores de presença, elas acendem apenas quando necessário, o que reduz os custos com energia elétrica, por exemplo.

 

2. Gerenciamento via mobile

Os avanços de computação e armazenamento em nuvem possibilitam uma gestão que pode ser feita na palma da mão por meio de um smartphone ou tablet.

Além da praticidade, essa tecnologia garante mobilidade na gestão de facilities, dando autonomia para os gestores terem o controle e fazerem acompanhamento em tempo real de suas equipes. 

 

3. Construções inteligentes

A otimização dos recursos é uma necessidade do planeta Terra. Por isso, essa vertente tecnológica passa a ser primordial na gestão de facilities.

As construções inteligentes podem ser vistas na gestão dos prédios, por exemplo, com uso da energia solar, reaproveitamento da água da chuva, uso de portarias remotas e os próprios sensores de temperatura e luz. 

 

4. Automação e robótica

Automação e robótica são praticamente sinônimos da gestão de facilities. O uso da inteligência artificial e dos robôs podem ser exemplificados no uso de aplicativos para reservar espaços de reuniões, para sistemas de segurança, gestão de resíduos e até limpeza!

 

5. Big Data

O uso do Big Data possibilita a tomada de decisões mais assertivas, baseadas em números concretos. Com isso, as empresas que adotam essa tecnologia na gestão de facilities podem reduzir custos desnecessários com diversas atividades.

 

 6. BIM

O Building Information Modeling – BIM também pode ser chamado de Modelagem da Informação da Construção. 

Ele é um novo conceito de projetos para a construção civil, pois trabalha com modelos em 3D, dando a oportunidade de trabalhar com maquetes virtuais. 

Na gestão de facilities, a vantagem é ter uma visão detalhada da infraestrutura da empresa, fator essencial para corrigir e prever problemas. 

 

7. Drones

 O uso dos drones também é uma tecnologia que traz vantagens para o gestor de facilities. Com as imagens capturadas por eles, dá para ter maior precisão de possíveis melhorias nos edifícios como reformas, reparos e pinturas. Dessa forma, o objetivo de manter o local seguro e agradável será atendido. 

 

Otimize os processos operacionais

Entendemos que os processos de gestão de facilities e multisserviços impactam diretamente na organização, afinal, as metodologias e procedimentos consideram aspectos operacionais e administrativos para garantir o pleno funcionamento da empresa.

Por isso, o Sistema de Gestão Integrada - SGI, criado para aprimorar os processos internos e garantir o atendimento aos requisitos legais e melhores práticas da área.

Sendo assim, firmamos o compromisso de garantir qualidade, segurança do trabalho, saúde dos colaboradores e contribuir para a preservação do meio ambiente de acordo com as certificações internacionais. 

 



 

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COMO O BEM-ESTAR MELHORA O DESEMPENHO DAS EQUIPES?

 



Os colaboradores são primordiais para o sucesso de qualquer empresa. Por isso, investir em sua qualidade de vida e bem-estar também significa melhorar diversos aspectos práticos no ambiente de trabalho, inclusive a produtividade. 

Entre os setores responsáveis por esse olhar para o capital humano está o RH e a gestão de facilities, que encontram alguns desafios nessa jornada de promover melhores condições de trabalho para os colaboradores. 

Para entender melhor como fazer isso e entender a importância de ações nesse sentido, continue a leitura!

 

Qual a importância de investir no bem-estar dos colaboradores?

De acordo com o dicionário, bem-estar é um “estado de satisfação plena das exigências do corpo e/ou do espírito” e “sensação de segurança, conforto e tranquilidade”. Parece até que não tem muita relação com o ambiente laboral, mas podemos relacionar o termo com a sensação de trabalhar e se sentir satisfeito com a atividade exercida. 

É um sentimento que abrange muitos fatores que vão além de reconhecimento profissional ou saúde física. Afinal, passamos um terço do nosso dia no trabalho. É uma parcela bastante significativa da nossa vida e, na maioria das vezes, temos mais contato com colegas de profissão do que com a nossa própria família.

Então, investir para que esse tempo seja vivido de maneira saudável - física e mentalmente - traz impactos muito positivos para cada pessoa. E, claro, a empresa também é beneficiada, já que um colaborador que se sente feliz naquele ambiente agrega valor ao time, de forma a potencializar a organização como um todo.

 

Confira alguns benefícios de investir no bem-estar dos colaboradores:

·       Mais motivação e engajamento no trabalho;

·       Desenvolvimento do senso de comunidade e lealdade;

·       Melhora do clima organizacional;

·       Redução do absenteísmo e turnover;

·       Mais facilidade para reter talentos;

·       Aumento da produtividade;

·       Melhora a credibilidade da empresa perante parceiros e clientes.

Já deu para perceber que ter uma equipe que trabalha satisfeita também é uma equipe de alto desempenho. Portanto, cuidar do bem-estar dos colaboradores é estar um passo à frente dos seus concorrentes. 

 

Qual o impacto do ambiente no bem-estar do colaborador?

Como já apontamos, a maioria dos trabalhadores passam um terço (ou mais) do seu tempo trabalhando. Então, a empresa precisa cuidar para que todo o ambiente contribua para que essas horas sejam usufruídas da melhor maneira possível.

 

Isso inclui alguns fatores:

·       Estrutura: que abrange equipamentos disponibilizados, mobiliário, espaço e utensílios para refeições, temperatura, limpeza e conforto em geral;

·       Físico: atividades e tarefas exercidas, possibilidade de alimentação e higiene, ergonomia, segurança;

·       Psicológico: clima organizacional, estresse, ansiedade, pressão, autonomia, oportunidades de crescimento;

·       Social: gestão de RH, comunicação e relação com os colegas e superiores, políticas gerais da empresa.

 

Dicas para melhorar o bem-estar dos colaboradores

Agora que já entendemos a importância do bem-estar para o desempenho das equipes e, consequentemente, para o sucesso da empresa, chegou o momento de saber como colocar essa ideia em prática. 

É fundamental que o gestor de facilities e do RH estejam alinhados com as expectativas da empresa e dos próprios colaboradores para conseguir proporcionar um ambiente agradável, tanto do ponto de vista físico quanto do emocional.

 

Confira algumas dicas importantes para isso:

 

1. Realize uma pesquisa de clima organizacional

O primeiro passo para implementar qualquer mudança é entender quais os pontos que precisam ser melhorados no ambiente. Então, faça uma pesquisa de clima organizacional para favorecer um plano de ação mais assertivo para corrigir qualquer problema. 

É uma ferramenta poderosa para entender o ponto de vista dos colaboradores, o que agrada e o que incomoda em relação ao dia a dia de trabalho, desde as tarefas executadas até o relacionamento com superiores.

 

2. Saúde deve ser uma prioridade

Não há como incentivar uma cultura de bem-estar se não há uma verdadeira preocupação com a saúde dos colaboradores. Isso envolve tanto aspectos mentais e emocionais quanto o físico. 

Por isso, a empresa deve investir em ações que tenham impacto direto em questões como estresse e ansiedade, assim como estimular hábitos mais saudáveis. Além de ser benéfico para o colaborador, esse tipo de iniciativa é fundamental para a performance no trabalho.

Um exemplo é o efeito negativo que o sedentarismo e a má alimentação têm no desempenho do funcionário. São questões que afetam diretamente a produtividade e têm como consequência o absenteísmo. 

Portanto, o cuidado com a saúde deve ser uma prioridade! Promova palestras com profissionais, parcerias com academias, invista em um bom plano de saúde e faça campanhas de conscientização. 

 

3. Estimule um relacionamento saudável entre todos

Uma equipe deve sempre prezar pela cordialidade entre as pessoas. E esse é um dos principais termômetros do clima organizacional!

Por isso, estimule essa relação de harmonia com dinâmicas e encontros para a integração dos times. Esse é um diferencial bastante interessante para diminuir o turnover e potencializar a sensação de pertencimento à empresa.

 

4. Cuide da ergonomia 

Você sabia que a ergonomia é primordial para a produtividade dos colaboradores? De nada adianta seguir à risca as dicas anteriores se os móveis e equipamentos do ambiente de trabalho não são confortáveis para que todos executem suas tarefas de forma segura. 

Além disso, cuidar para que o ambiente seja ergonômico é uma obrigação do ponto de vista jurídico. Então, as empresas que ainda têm pontos a melhorar nesse sentido devem regularizar a situação o mais rápido possível. 

 

5. Adote uma cultura de feedback

Outra ferramenta poderosa para promover o bem-estar dos colaboradores e ainda estimular a produtividade é implementar uma cultura de feedback. 

Isso porque reconhecer o trabalho das pessoas e toda a sua dedicação em tarefas faz com que elas se sintam verdadeiramente apreciadas. A consequência direta é o sentimento de satisfação em sair de casa todos os dias para trabalhar! 

 

Conheça as vantagens da gestão de facilities

Se você chegou até aqui, já deu para perceber que pequenas mudanças na rotina de trabalho são ferramentas poderosas para o sucesso da empresa. Uma forma de também fazer isso é investir na gestão de facilities.

A gestão de facilities é a integração de processos internos para manter e desenvolver os multisserviços, como limpeza, manutenção predial, serviços de apoio técnico e administrativo, entre outros. Ao planejar e operacionalizar os processos, a empresa ganha mais eficiência, reduz custos e aumenta a sua competitividade no mercado.

Além disso, os colaboradores ganham mais autonomia para tomar decisões assertivas e se dedicar às tarefas mais importantes. Um aspecto fundamental para a melhora do clima organizacional e a sensação de bem-estar que discutimos no artigo. 

Empresas especializadas conta com sistema informatizado de gestão para a criação de planos de trabalho personalizados e a avaliação de performance dos profissionais e serviços. Essa ferramenta permite o monitoramento de indicadores de desempenho em tempo real e a elaboração de relatórios que auxiliam na melhoria contínua dos processos.

 

 



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