quarta-feira, 30 de outubro de 2024

 




 

CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE MATRIZ DE RISCO E INVENTÁRIO DE RISCO

 



A matriz de risco e o inventário de risco causam muita confusão, especialmente porque ambos estão incluídos no Programa de Gerenciamento de Risco - PGR. Apesar disso, não se tratam da mesma coisa, pois cada um tem a sua finalidade.

O que eles significam? Quais são as diferenças entre matriz de risco e inventário de risco? Continue a leitura e descubra neste artigo!

 

O que é matriz de risco?

Primeiramente, vamos tratar sobre o que é MATRIZ DE RISCO. Ela é considerada uma ferramenta que atua na gestão de riscos ocupacionais. Ou seja, é utilizada para prevenir ou controlar acidentes de trabalho.

A matriz representa a possibilidade de um evento desse tipo acontecer e a sua consequência. Há vários tipos de matriz de risco que se alinham conforme esses dois critérios (consequência X probabilidade). Os riscos vão do baixo ao médio e alto.

Para entender melhor, você usa essa matriz para questionar a chance de algo acontecer, sendo ela pequena, média ou grande. Depois, avalia: se isso acontecer, qual será a consequência entre pequena, média ou grande?

A matriz de risco foi incluída pela NR-01 desde 2021. Portanto, agora ela é um item obrigatório do PGR. Contudo, não há uma clareza sobre qual tipo de matriz utilizar.

 

O que é inventário de risco?

Por outro lado, temos também o inventário de risco. Ele também integra o PGR e é um documento onde são listados todos os riscos que existem na empresa. O levantamento é feito e registrado por completo no inventário.

 

Ele também é regulado pela NR-01. No item 1.5.7.3.2 da norma, estão alguns itens obrigatórios do inventário, tais como:

Ø Caracterização dos processos e ambientes de trabalho;

Ø Caracterização das atividades;

Ø Descrição dos perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação das fontes ou circunstâncias (...);

Ø Dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos (...);

Ø Avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação;

Ø Critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão.

 

Conforme citamos, uma das etapas do levantamento dos riscos consiste em citar qual é o nível de cada um deles. É nesse momento que a matriz de risco surge, pois é justamente através dela que se determina o nível dos riscos para elaborar o plano de ação.

 

Quais são as diferenças entre matriz de risco e inventário de risco?

Agora que você já entendeu o que cada um significa, fica mais fácil notar as diferenças entre matriz de risco e inventário de risco. De forma geral, o inventário é um documento onde são listados todos os riscos existentes. Já a matriz de risco fala sobre os níveis de riscos e a probabilidade de eles acontecerem.

Ou seja, você mapeia os riscos no inventário. Depois, irá pegar cada um dos riscos e, através da matriz, criar um nível para dizer se é de risco alto, médio ou baixo. Isso ajuda a saber o que deve ter prioridade no controle de riscos.

Ademais, vale destacar que a matriz utiliza uma escala que varia entre qualitativa e semiquantitativa. Já o inventário é focado em outros aspectos, como a caracterização do ambiente de trabalho e até mesmo das funções dos colaboradores.

Embora exista essa diferença, você pode notar que ambos são complementares. Sendo assim, o inventário de risco não fica completo sem a matriz de risco. Além disso, é graças aos dois que se pode montar o Plano de Ação que irá prevenir os riscos ocupacionais.

Outro ponto a salientar é que no PGR é obrigatório constar esse Plano de Ação e o inventário de risco. Porém, como você viu, sem a matriz o inventário fica incompleto. Portanto, a matriz também acaba sendo uma etapa obrigatória por consequência.

 

Importância

Talvez você até esteja se perguntando: por que essas duas ferramentas são tão importantes? Conforme visto acima, as diferenças entre matriz de risco e inventário de risco não anulam a função de cada um. Eles são fundamentais para identificar e prevenir riscos ocupacionais.

Graças ao inventário, a empresa pode documentar todos os perigos existentes no ambiente de trabalho. Com a matriz, a empresa também saberá quais riscos são mais graves para saber no que deve focar a sua atenção preventiva.

Portanto, a matriz de risco e o inventário de risco são partes fundamentais da prevenção contra acidentes de trabalho. Eles ajudam a aumentar a segurança da empresa e dos colaboradores, além de ser a base para o Plano de Ação.

 

 

 

 

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ANÁLISE E INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO: COMO FAZER DE FORMA EFICIENTE?

 



A investigação de acidente de trabalho é um processo de análise e avaliação de todos os aspectos envolvidos em um acidente, a fim de determinar sua causa e evitar a ocorrência de outros acidentes similares. Esta investigação é realizada por uma equipe multidisciplinar, que inclui representantes de diversas áreas de especialização como engenharia, segurança do trabalho, medicina do trabalho, dentre outras, e tem como objetivo descobrir o que
aconteceu, por que aconteceu e o que precisa ser mudado para evitar que aconteça novamente.

Mas como fazer uma investigação de acidente de trabalho eficiente? Neste artigo você vai descobrir como executar o processo corretamente.

 

A importância da investigação de acidente de trabalho

Entre os anos de 2012 e 2021 o Brasil registrou mais de 6 milhões de comunicações de acidentes de trabalho e mais de 22.900 óbitos decorrentes desses acidentes. Com números tão expressivos, fica fácil perceber o quanto implementar uma cultura de prevenção de incidentes e acidentes de trabalho nas empresas é tão importante.

Acidentes de trabalho geram sofrimento físico e emocional para os trabalhadores e seus familiares, aumentam os custos das empresas associados aos acidentes, paralisam operações e podem inclusive gerar multas e demais penalidades para a organização, caso a ocorrência tenha sido pela falta de cumprimento às leis trabalhistas e normas de segurança.

E a análise e investigação de acidente de trabalho contribuem justamente para evitar e/ou mitigar esses problemas. Ao identificar as causas de acidentes, é possível identificar também os riscos e perigos presentes no ambiente de trabalho de forma a propor medidas para evitá-los.

 

Acidente de trabalho x Incidente de trabalho x Circunstâncias anormais

Em uma análise e investigação de acidente de trabalho, é importante não confundir esses três termos. Embora todos eles representem eventos adversos, ou seja, ocorrências indesejadas relacionadas ao trabalho, eles produzem efeitos diferentes. Por isso, devem ser tratados de formas diferentes. Entenda a seguir.

Ø Incidente de trabalho: ocorrência que não causa danos à saúde ou integridade física do trabalhador, mas que poderia ter causado. Ex.: uma peça cai da caçamba de um caminhão próxima a um trabalhador, mas não o atinge pois este consegue se esquivar a tempo;

Ø Circunstâncias anormais (ou indesejadas): condições com potenciais riscos de gerar incidentes ou acidentes de trabalho, como por exemplo, operar uma máquina ou equipamento com defeito;

Ø Acidente de trabalho: a ocorrência que de fato resulta em danos à saúde e à integridade física do trabalhador. Por exemplo, um trabalhador que cai de um andaime instável e fratura a perna.

 

Como fazer a análise e investigação de acidente de trabalho de forma eficiente?

Para realizar uma investigação de acidente de trabalho de forma correta e eficiente, é importante seguir alguns passos básicos, conforme listamos a seguir.

 

Reúna informações

O primeiro passo para fazer uma boa análise e investigação de acidente de trabalho é coletar todas as informações possíveis sobre o acidente. Isso inclui, por exemplo, ouvir testemunhas, anotar observações do local, tirar fotos, reunir relatórios e quaisquer outros documentos relevantes.

 

Considere as possíveis contribuições para o acidente de trabalho

Após ter conversado com as testemunhas e coletado informações sobre o acidente, é importante tentar identificar o que pode ter contribuído para o ocorrido. Para isso, será preciso levantar informações sobre os processos operacionais da empresa no dia. Será que existia alguma máquina ou equipamento com defeito? Será que os trabalhadores estavam sobrecarregados?

As circunstâncias anormais contribuem significativamente para a ocorrência de incidentes e acidentes de trabalho. Na maioria dos casos, aliás, é possível afirmar que se elas não existissem o acidente não teria acontecido.

 

Emita o relatório

O próximo passo da investigação de acidente de trabalho é a emissão de um relatório detalhado, contendo as conclusões da sua análise. O relatório deve conter os acontecimentos, as causas e as recomendações para prevenir acidentes similares no futuro, bem como as ações de revisão e monitoramento das medidas propostas. Caso o acidente tenha sido fatal, tenha exigido hospitalização, tratamento médico ou tenha causado algum impacto ambiental, o relatório deve ser reportado às autoridades competentes.

 

Implemente as medidas preventivas

Após os passos citados anteriormente, é hora de implementar as medidas recomendadas no relatório. Elas vão evitar que acidentes similares aconteçam e prevenir outros cujos riscos foram identificados na análise.

 

Monitore os resultados

Por fim, mas não menos importante, você deve acompanhar de perto as mudanças implementadas e analisar os resultados obtidos. E sempre que preciso, deve também revisar as soluções de prevenção propostas no relatório, para que possam estar sempre alinhadas com a realidade da organização.

 

 

 

 

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terça-feira, 29 de outubro de 2024

 




 

9 DIFICULDADES DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO INICIANTE

 


 

O técnico de segurança do trabalho é um profissional responsável por garantir que as empresas cumpram as normas de segurança e saúde ocupacional, visando proteger a integridade física e mental dos trabalhadores e prevenir acidentes no ambiente de trabalho.

 

A sua atuação é essencial em diversos setores da economia, como a indústria, a construção civil, o comércio e os serviços.

 

Os técnicos de segurança do trabalho, seja eles iniciantes ou não, têm um papel fundamental na proteção da integridade física e mental dos trabalhadores, bem como na garantia da continuidade e sucesso das empresas.

 

Antes de tratarmos sobre as principais dificuldades do técnico de segurança do trabalho iniciante, vale destacar que o começo pode ser desafiador, mas lembre-se que cada dificuldade superada é um degrau a mais na escada do sucesso profissional.

 

Por isso, mantenha a determinação e a vontade de aprender, e verá que o caminho da segurança do trabalho é repleto de oportunidades de crescimento e realização.

 

Principais dificuldades do Técnico de Segurança do Trabalho Iniciante

 

Conheça as principais dificuldades enfrentadas pelo técnico de segurança do trabalho no inicio de carreira:

 

1. Falta de experiência prática:

O técnico de segurança do trabalho pode ter aprendido a teoria na escola ou em cursos de formação, mas pode não ter experiência prática em lidar com situações reais no local de trabalho.

 

Isso pode levar a dificuldades em identificar riscos de segurança e saúde ocupacional e em propor soluções adequadas.

 

2. Falta de confiança:

A falta de experiência também pode afetar a autoconfiança do técnico de segurança do trabalho iniciante. Ele pode sentir-se inseguro ao lidar com situações novas e desafiadoras, o que pode prejudicar sua atuação.

 

3. Falta de conhecimento sobre a legislação:

O técnico de segurança do trabalho precisa ter um conhecimento aprofundado sobre a legislação relacionada à segurança e saúde ocupacional. A falta de conhecimento sobre a legislação pode dificultar a tomada de decisões corretas e o cumprimento das normas.

 

4. Resistência dos trabalhadores:

Alguns trabalhadores podem resistir às mudanças propostas pelo técnico de segurança do trabalho, por exemplo, em relação ao uso de equipamentos de proteção individual ou ao cumprimento de normas de segurança.

 

É importante que o técnico de segurança do trabalho saiba como lidar com essa resistência e como convencer os trabalhadores da importância da segurança no trabalho.

 

5. Comunicação:

O técnico de segurança do trabalho precisa se comunicar de forma clara e eficaz com trabalhadores, supervisores e gerentes para explicar os riscos e as soluções propostas.

 

A falta de habilidades de comunicação pode dificultar a implementação de medidas de segurança.

 

6. Dificuldade em identificar riscos:

A identificação de riscos de segurança e saúde ocupacional pode ser desafiadora em alguns ambientes de trabalho. O técnico de segurança do trabalho precisa estar atento aos possíveis riscos e saber como avaliá-los e eliminá-los ou reduzi-los.

 

7. Falta de atualização:

As normas e regulamentações de segurança podem mudar ao longo do tempo, e o técnico de segurança do trabalho precisa se manter atualizado para garantir que as medidas de segurança estejam em conformidade com as últimas regulamentações e melhores práticas.

 

8. Falta de conhecimento sobre a empresa:

O técnico de segurança do trabalho iniciante pode não ter um conhecimento profundo sobre os processos e atividades desenvolvidos pela empresa em que trabalha. Essa falta de conhecimento pode dificultar a identificação de riscos e a proposição de soluções adequadas.

 

9. Dificuldade em lidar com diferentes níveis hierárquicos:

O técnico de segurança do trabalho iniciante pode ter dificuldade em lidar com diferentes níveis hierárquicos dentro da empresa, desde os trabalhadores até os gestores. Ele precisa saber como se comunicar com cada um desses públicos e como apresentar suas ideias de forma clara e objetiva.

 

Para superar essas dificuldades, é fundamental que o técnico de segurança do trabalho tenha uma formação sólida e esteja sempre atualizado sobre as normas e regulamentações de segurança. Além disso, é importante que ele desenvolva habilidades de comunicação eficaz, saiba como lidar com a resistência dos trabalhadores e proponha soluções criativas para as dificuldades que possam surgir no trabalho.

 

Com essas habilidades e conhecimentos, o técnico de segurança do trabalho pode contribuir para a melhoria das condições de trabalho e para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

 




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PERIGOS DA AMÔNIA NOS FRIGORÍFICOS E MEDIDAS PREVENTIVAS

 



Os perigos da amônia nos frigoríficos! Por que uma substância tão perigosa é usada?

Já perdi as contas de quantas vezes li notícias sobre acidentes graves em frigoríficos envolvendo amônia. Por isso nesse DDS vamos tratar dos perigos da amônia nos frigoríficos, porque esse setor é constantemente alvo do Ministério Público do Trabalho. Multas a frigoríficos devido a vazamentos de amônia são recorrentes.

O problema com o vazamento de amônia é o potencial de causar intoxicação em dezenas de trabalhadores, inclusive em funcionárias grávidas. Apesar dessas notícias serem muito tristes, nós como profissionais SST temos que aprender com elas.

Primeiramente, é necessário entender por que um frigorifico usa amônia. Precisamos também saber qual NR trata do tema, quais são os riscos oferecidos aos trabalhadores e quais as principais medidas preventivas

Por que a amônia é usada nos frigoríficos?

Para início de conversa, é fundamental explicar que amônia é uma substância química cuja fórmula é a NH3, ou seja, é um átomo de nitrogênio ligado a três átomos de hidrogênio. A amônia também é conhecida como amoníaco, quando misturada à água.

 


Perigos da amônia nos frigoríficos – fórmula química

Sua propriedade química mais interessante e mais útil, é o elevado calor de vaporização, que nada mais é do que a quantidade de energia que é necessário transmitir a uma molécula de amônia em fase liquida para a fase gasosa. Esse calor de vaporização elevado é o que faz da amônia uma substância muito utilizada na refrigeração industrial.

Daí a explicação para o seu uso constante em frigoríficos, uma vez que estes locais precisam manter seus ambientes com uma temperatura baixa e a amônia garante essa refrigeração.

A FISPQ ou FDS da amônia como gás de refrigeração

Todo produto químico, por Lei, precisa vir acompanhado de uma FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico, ou atualmente de uma FDS - Ficha com Dados de Segurança. Essa ficha apresenta quais são os riscos que tal substância traz para o ser humano e em caso de contato, quais são as medidas de primeiros-socorros, também destrincha quais são as propriedades da substância, etc.

 

A FDS é repleta de informações, e sobre a amônia, algumas das mais importantes, são:

ü A amônia é um gás tóxico e agressivo ao meio-ambiente;

ü Tem um odor extremamente penetrante e cáustico, ao ponto de causar dor;

ü Fácil de ser detectada pelo olfato;

ü Possui alta solubilidade em água;

ü Se dissolve muito rapidamente no liquido dos olhos e dos pulmões, causando forte irritação e outros danos devido a sua capacidade corrosiva;

 

Perigos da amônia nos frigoríficos

A FDS da amônia de refrigeração traz os agravos que podem ocorrer no organismo dos trabalhadores que são expostos a vapores de amônia.

Dependendo da concentração de amônia no ambiente, pode causar, além da irritação, queimaduras, asfixias e inclusive, a morte.

 


Perigos da amônia nos frigoríficos – linha de produção

Levando em consideração o quão perigoso é o contato com a amônia, é importante mencionar que os refrigeradores domésticos estão totalmente livres dessa substância. Neste caso são usados outros gases que não apresentam nenhum perigo para o ser humano.

Agora que você já entendeu um pouco mais a respeito dos perigos da amônia nos frigoríficos, confira a seguir o que fala a NR-36 sobre as medidas de proteção.

 

Qual a NR que trata da segurança nos frigoríficos?

Sabia que existe uma Norma Regulamentadora específica para tratar dos frigoríficos? Sim, é a NR-36.

E essa NR tem vários requisitos que citam formalmente as medidas preventivas a serem adotadas para minimizar a probabilidade de acidente devido ao vazamento de amônia.

Ou seja, os perigos da amônia nos frigoríficos são tão reais que a NR-36 se dedica a trata pontualmente deste tema.

 

Vejamos o que a NR-36 diz sobre as medidas de prevenção coletivas:

“36.9.3.2 As medidas de prevenção coletivas a serem adotadas quando da utilização de amônia devem envolver, no mínimo:
a) manutenção das concentrações ambientais aos níveis mais baixos possíveis e sempre abaixo do nível de ação (NR-09), por meio de ventilação adequada;
b) implantação de mecanismos para a detecção precoce de vazamentos nos pontos críticos, acoplados a sistema de alarme;
c) instalação de painel de controle do sistema de refrigeração;
d) instalação de chuveiros de segurança e lava-olhos;
e) manutenção de saídas de emergência desobstruídas e adequadamente sinalizadas;
f) manutenção de sistemas apropriados de prevenção e combate a incêndios, em perfeito estado de funcionamento;
g) instalação de chuveiros ou sprinklers acima dos grandes vasos de amônia, para mantê-los resfriados em caso de fogo, de acordo com a análise de risco;
h) manutenção das instalações elétricas à prova de explosão, próximas aos tanques;
i) sinalização e identificação dos componentes, inclusive as tubulações;
j) permanência apenas das pessoas autorizadas para realizar atividades de inspeção, manutenção ou operação de equipamentos na sala de máquinas.”

 

NR-36

O que a NR-36 diz sobre vazamento de amônia?

ü “36.9.3.2.1 Em caso de vazamento de amônia, o painel de controle do sistema de refrigeração deve:
a) acionar automaticamente o sistema de alarme;
b) acionar o sistema de controle e eliminação da amônia.
36.9.3.3 O empregador deve elaborar Plano de Resposta a Emergências que contemple ações específicas a serem adotadas na ocorrência de vazamentos de amônia.”

 

NR-36

Como eu ia dizendo, os perigos da amônia nos frigoríficos não só trazem riscos à vida e a saúde dos trabalhadores, como de fato, existem muitos históricos de acidentes.

 

Relato de acidente com amônia em frigorífico

Nada melhor do que analisar acidentes históricos para aprendermos sobre a importância da prevenção. É durante acidentes que os perigos da amônia nos frigoríficos se convertem em lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores.

 

Consegui resgatar uma notícia de junho de 2021, no site G1.

 

“Um frigorífico de Tapejara, no Norte do Rio Grande do Sul, precisou ser evacuado após um vazamento de amônia na noite da quarta-feira (2). O Corpo de Bombeiros voluntários da cidade estiveram no local para atender a ocorrência.
Cerca de 35 pessoas que estavam trabalhando no momento do vazamento foram encaminhadas ao hospital Santo Antônio por conta da inalação do produto. Elas estavam com dificuldades para respirar. ”

 

Conclusão

Como exercício, recomendo que você leia desde o item 36.10 até o 36.12 da NR-36. As Normas Regulamentadoras Atualizadas podem ser consultadas aqui mesmo no DDS Online.

É interessante observar como uma norma específica sobre frigoríficos, acaba chamando outras normas e assim, força as empresas a fazerem uma harmonização nos seus procedimentos para conter problemas de segurança.

 

 



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segunda-feira, 28 de outubro de 2024

 




 

FURADEIRA

 


A furadeira elétrica portátil é uma ferramenta muito usada tanto em ambientes profissionais quanto em projetos domésticos. Na construção civil, seu uso é indispensável para perfurar materiais como concreto, madeira, e metais, permitindo a execução de diversas tarefas, desde a fixação de estruturas até a instalação de equipamentos.

Apesar de sua versatilidade, a furadeira também apresenta riscos, especialmente em ambientes industriais, onde seu uso inadequado pode resultar em acidentes graves. Por isso, adotar medidas de segurança é fundamental para evitar lesões.

 

Principais riscos no uso de furadeiras

 

O uso da furadeira elétrica portátil, especialmente em ambientes como a construção civil, apresenta alguns riscos que precisam ser observados com atenção para evitar acidentes graves:

ü Risco de perfurações acidentais: a furadeira pode perfurar o material de forma inesperada ou descontrolada, resultando em lesões nas mãos, braços ou outras partes do corpo do operador.

ü Projeção de partículas: durante a perfuração, materiais como madeira, metal e concreto podem soltar fragmentos que, se não forem controlados, podem atingir os olhos ou a pele, causando ferimentos.

ü Riscos elétricos e de choque: se a furadeira tiver fios expostos ou estiver malconservada, pode ocorrer curto-circuito ou choque elétrico, colocando o usuário em risco.

 



Esses são os riscos mais comuns, e medidas de segurança devem ser tomadas para minimizá-los durante o uso.

 

10 medidas de segurança no uso da furadeira

 

Para garantir o uso seguro da furadeira elétrica portátil, é fundamental adotar algumas medidas preventivas:

ü Treinamento e capacitação: nunca utilize uma furadeira elétrica portátil sem o devido treinamento. Certifique-se de que está capacitado e apto para operar a ferramenta com segurança.

ü Leitura do manual do fabricante: antes de usar a furadeira, leia atentamente o manual do fabricante e siga as recomendações de segurança. Cada ferramenta pode ter instruções específicas.

ü Escolha da ferramenta adequada: utilize a furadeira correta para o tipo de trabalho que será executado, garantindo que esteja em perfeito estado de conservação e funcionamento.

ü Inspeção do equipamento antes do uso: verifique a integridade do equipamento, incluindo cabos elétricos, brocas e acessórios, antes de iniciar as atividades. Equipamentos danificados aumentam o risco de acidentes.

ü Uso de EPI’s: sempre utilize os Equipamentos de Proteção Individual adequados, como capacete, luvas de couro, óculos de segurança, protetores auriculares e máscara de proteção, conforme a tarefa a ser realizada.

ü Atenção ao vestuário: evite o uso de roupas folgadas, acessórios como colares e pulseiras, e mantenha o cabelo preso, para evitar que se enrosquem na ferramenta durante a operação.

ü Manuseio firme da ferramenta: segure a furadeira com firmeza para evitar que ela escape das mãos. Uma ferramenta mal controlada pode gerar acidentes graves.

ü Área de trabalho organizada e segura: garanta que a área de trabalho esteja limpa, sinalizada e isolada. Utilize barreiras de proteção - EPC’s para evitar a projeção de faíscas ou partículas durante o uso.

ü Ambientes perigosos: não use a furadeira na presença de vapores, gases inflamáveis ou em áreas úmidas, a menos que haja uma Permissão de Trabalho adequada e condições seguras, como o uso de plataformas isolantes.

ü Desconectar a ferramenta para ajustes: sempre desconecte a furadeira da fonte de energia antes de substituir ou apertar componentes, como a broca. Nunca utilize o cabo para movimentar ou desconectar o equipamento, e evite o uso de extensões quando possível.

Essas práticas ajudam a garantir a segurança do operador e evitar acidentes graves.

 

Manutenção e cuidados com a ferramenta

A manutenção adequada da furadeira elétrica portátil é muito importante para garantir seu desempenho e prolongar sua vida útil, além de minimizar o risco de acidentes.

Manter a ferramenta em boas condições também contribui para um ambiente de trabalho mais seguro.

 

Aqui estão algumas dicas importantes para manter a furadeira em perfeito estado de funcionamento:

ü Limpeza após o uso: sempre limpe a furadeira após cada utilização, removendo resíduos de pó e partículas que possam ter se acumulado durante o trabalho. O acúmulo de detritos pode prejudicar o desempenho da ferramenta e causar danos internos. Utilize um pano seco ou uma escova macia para a limpeza externa e evite o uso de líquidos que possam danificar os componentes elétricos.

ü Inspeção regular dos cabos e conectores: verifique periodicamente os cabos elétricos e plugues da furadeira para garantir que não há sinais de desgaste, como rachaduras ou fios expostos. Cabos danificados aumentam o risco de choques elétricos e curtos-circuitos. Se detectar algum problema, substitua o cabo imediatamente, conforme as orientações do fabricante.

ü Troca e verificação das brocas: as brocas desgastadas ou danificadas devem ser substituídas prontamente. Utilizar brocas em mau estado pode resultar em perfurações imprecisas e maior esforço para o motor da ferramenta, além de aumentar o risco de acidentes. Sempre escolha brocas adequadas ao tipo de material que será perfurado e siga as instruções do fabricante para instalação e remoção.

ü Lubrificação adequada: consulte o manual da ferramenta para verificar se a furadeira exige lubrificação periódica de seus componentes internos, como o mandril. A lubrificação evita o desgaste prematuro das peças móveis e mantém o equipamento funcionando suavemente.

ü Armazenamento correto: após o uso, armazene a furadeira em local seco e arejado, longe da exposição a umidade e calor excessivo. Ferramentas elétricas portáteis devem ser guardadas em caixas ou estojos próprios para evitar danos e contato com outros equipamentos que possam causar avarias.

ü Revisão periódica: para garantir a segurança do equipamento, é recomendável realizar manutenções preventivas periódicas, seguindo o cronograma estabelecido pelo fabricante no manual. Profissionais qualificados devem realizar reparos mais complexos e substituições de peças, evitando manutenções improvisadas que podem comprometer a segurança.

Ao seguir essas dicas de manutenção e cuidados, a furadeira elétrica portátil continuará operando de forma eficiente e segura, reduzindo o risco de falhas mecânicas e acidentes no ambiente de trabalho.

 

Conclusão

A furadeira elétrica portátil é uma ferramenta muito importante em diversos setores, especialmente na construção civil.

 

 

Trabalhe seguro com furadeira

Mas, seu uso requer atenção redobrada às medidas de segurança e manutenção. Ao seguir as práticas adequadas de prevenção, como o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s, a inspeção regular do equipamento e a escolha da ferramenta adequada para cada tipo de trabalho, é possível minimizar os riscos de acidentes.

Além disso, garantir a manutenção preventiva e a limpeza regular da furadeira contribui não apenas para a segurança dos operadores, mas também para a durabilidade e desempenho da ferramenta.

Investir em capacitação e treinamento dos trabalhadores também é essencial para garantir que todos saibam operar a ferramenta com segurança e eficiência.

Em suma, a segurança no uso da furadeira não é apenas responsabilidade do operador, mas de toda a equipe e da empresa, que deve fornecer as condições adequadas para um ambiente de trabalho seguro e produtivo.

 

 

 

 

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COMO TORNAR O TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO DE SACOS E CAIXAS MAIS SEGUROS E SAUDÁVEIS?


 

Como tornar o transporte e armazenamento de sacos e caixas mais seguros e saudáveis? Vamos aprender um pouco sobre NR-11 e NR-17?

 

O transporte e armazenamento de sacos e caixas são comuns em todo tipo de comércio, dos menores aos maiores. Lojas de calçados de grande porte oferecem gôndolas cujos sapatos estão estocados na área de vendas. No meio rural, alguns produtores preferem armazenar seus grãos produzidos em sacos, e na construção civil, diversos tipos de materiais são armazenados em canteiro.

Em crescente no Brasil, hoje vemos vários atacarejos supermercadistas surgindo das tradicionais redes de supermercados e fazendo sucesso com recordes em faturamento e abertura de novas lojas. Nesse tipo de estabelecimento, em especial, os estoques estão ainda mais perto do público em geral. Acidentes podem acontecer em função de falhas de segurança. Um exemplo foi a queda de gôndolas em um atacarejos em São Luis, no Maranhão, no ano de 2020.

 

Queda de gôndolas em “atacarejo” (São Luis/MA), no ano 2020. Fonte: G1/Reprodução

 

Outro exemplo foi a queda de uma pilha de sacos de cimento que caiu em um automóvel estacionado próximo ao local de armazenamento:

 

Queda de sacos de cimento. Fonte: D24am/Reprodução

 

Houve danos materiais, mas poderia ter ocorrido algo ainda mais sério com a integridade física dos ocupantes do local. As instabilidades de materiais armazenados podem levar a quedas de pessoas ou mesmo morte por impactos mecânicos fortes ou esmagamento.

Existem aspectos de segurança que precisam ser levados em conta no transporte e armazenamento, bem como a ergonomia durante o manuseio de mercadorias, principalmente nas tarefas manuais. Esse assunto é tema da NR 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais – e da NR 17 – Ergonomia.

Exemplos de acidentes como vimos podem ser evitados, dentre outros vários problemas relacionados a transporte e armazenamento. Ao longo deste post, falarei um pouco mais sobre como pode ser mais segura e saudável a atividade de transporte e manuseio de materiais, principalmente manual. Ao fim, veremos como o profissional SST pode contribuir para a melhoria da saúde e segurança nessas atividades.

 

Ergonomia nas atividades de transporte e armazenamento

 

A movimentação de cargas, principalmente manual, envolve cuidados quanto:

ü Ao posicionamento do trabalhador quando acessa à carga, abaixa e levanta.

ü À realização de alongamentos e ginástica laboral antes e após o trabalho.

ü À carga máxima que pode ser erguida pelo trabalhador.

ü À distância máxima que pode ser percorrida.

ü À repetitividade de movimentos ao longo do dia.

 

Esses cuidados evitam que o trabalhador apresente doenças como lesões por esforços repetitivos – LER e distúrbios osteosmoleculares relacionados ao trabalho – DORT. Outras doenças também podem ser evitadas.

A mecanização de atividades repetitivas pode ajudar a evitar o aparecimento de doenças nos trabalhadores, entretanto, não é possível eliminá-las do dia-a-dia de trabalho. Em função disso, os cuidados ergonômicos, incluindo as Análises Ergonômicas do Trabalho - AET’s são tão importantes.

 

Como o transporte manual pode ser realizado?

 

Para falar sobre o transporte manual e como ele pode ser realizado, vou trazer alguns exemplos:

ü Uma loja de calçados cuja funcionária precisa trazer alguns modelos de mocassim e botinas a um cliente.

ü Um jardineiro que precisa levar os resíduos das plantas para a compostagem.

ü Um pedreiro levando um balde de argamassa para chumbar telhas de espigão em um telhado.

ü O trabalhador levando um saco de grãos para o armazém da fazenda.

 

Cada um desses exemplos vai ser explicado por mim a seguir.

 

Transporte com o corpo

Para a funcionária ir buscar o mocassim e as botinas, deve pegar as caixas com as duas mãos e aproximar do corpo. Para entregar ao cliente, deve se abaixar, dobrando seus joelhos para depositar as caixas no chão ou no banco da loja. Nada de se abaixar dobrando a coluna.

 

Transporte com o corpo

 

Transporte usando carrinhos

O jardineiro provavelmente iria utilizar um carrinho de mão ou outro contêiner específico para guardar os restos de folhas, galhos e terra. Além de usar luvas para evitar machucados, deve usar apenas um carrinho de mão que tiver proteções onde as mãos forem posicionadas para o transporte e armazenamento. Também deve dobrar os joelhos ao pegar e soltar os pegadores.

 

Transporte usando carrinhos

 

Transporte da carga no desnível

Para chumbar (fixar com argamassa) as telhas de espigão num telhado cerâmico, primeiro o pedreiro deve subir por meio de uma escada ao telhado, sempre usando três pontos de apoio (dois pés e uma mão ou o inverso) durante a subida. Apenas depois deve erguer o balde de argamassa ao local de trabalho com o uso de roldanas ou guinchos de coluna.

Há risco de queda em subir carregando o balde ao mesmo tempo. Além de ser instável, não é mais rápido praticar essa atitude imprudente, pois uma queda leva à necessidade de cirurgias e parada por meses, além de fisioterapia, isso quando não ocorrem consequências mais graves.

 

Empilhamento manual

O empilhamento manual de sacos é realizado em fazendas onde o uso de silos não é viável ou é pequena a quantidade de grãos a armazenar. O trabalhador precisa cuidar na montagem das pilhas para correta amarração, distanciadas das paredes e seguindo uma altura de empilhamento seguro.

 

Empilhamento manual

 

Tanto no caso de sacos, como de caixas, os cuidados de empilhamento são muito importantes pois, caso não seja bem executado, pode levar a quedas de materiais, com esmagamento e fraturas nos trabalhadores. Todo profissional precisa ser bem treinado para que as atividades se tornem seguras.

 

Papéis do profissional SST

Todos os exemplos listados representam aspectos muito importantes no transporte seguro e na ergonomia do trabalho no armazenamento dos materiais. Apesar disso, nem sempre é simples convencer empresas e trabalhadores de como deve ser realizado o trabalho.

O profissional SST, nesse caso, precisa entender quais são as formas adequadas de realização dos serviços e explicá-las a todos, de forma didática e ilustrativa. O empregador precisa dispor de prateleiras fixas ou empilhamentos adequados e exigir serviços feitos de acordo com os limites físicos dos trabalhadores. O trabalhador, por sua vez, deve saber quais as posturas adequadas e segui-las em seu dia-a-dia.

 

Consultorias

Diversas NR’s tratam de ergonomia e transporte de materiais, com destaque à NR 11 e à NR 17. Por meio de uma análise ergonômica do trabalho – AET, os profissionais SST definem quais medidas são adequadas para cada atividade laborativa, considerando porte e setor da empresa.

Problemas de ergonomia e segurança no transporte de materiais também são levantados por órgãos públicos fiscalizadores, como o Ministério Público do Trabalho. Assim como um profissional de SST vai levantar possíveis itens a serem corrigidos na empresa, outros profissionais da área precisam atuar em correções e adequações para a realização das melhorias.

Importante ressaltar que AET não é mero documento. Caso os órgãos fiscalizadores constatem existir uma AET, mas ela não seja condizente com a realidade, haverá penalização. É por isso que não só o profissional SST precisa conhecer as normas regulamentadoras, quanto ressaltar aos empregadores da importância de seguir suas prescrições.

 

Treinamentos sobre transporte e armazenamento

 

Treinamento sobre transporte e armazenamento de sacos e caixas

 

Como mencionado, tanto os empregadores como empregados precisam saber e estarem convencidos da importância de cuidados com ergonomia e adequada segurança no transporte e no armazenamento de materiais, e isso se faz com conhecimento, informações de qualidade e bem estruturadas. Há ainda os casos de profissionais que atuam na área e desejam ampliar conhecimentos. Para essas duas situações, os profissionais de SST são os mais capacitados para ministrar treinamentos e, além de nobre função, tem-se uma grande oportunidade de trabalho.

Não basta apenas explicar informalmente quando se trata de exigência legal ou algo mais específico à empresa. É preciso demonstrar de forma estruturada aquele conhecimento aos interessados. Os treinamentos ajudam muito nisso, fazendo com que os interessados aprendam de forma consistente as exigências legais.

 

Como fazer esse treinamento?

Para explicar e realizar um treinamento consistente sobre ergonomia em situações de transporte com o corpo, com recursos auxiliares, em desnível ou ainda os empilhamentos, é preciso usar recursos didáticos. Apresentações de slides, apostilas e avaliações de múltipla escolha do conhecimento adquirido são alguns desses recursos, sendo valiosos para a transmissão do conhecimento, aliando-se à bagagem do instrutor.

Apesar disso, produzir um treinamento demanda tempo, pesquisa e atualização constantes. Para um profissional SST, em seu dia-a-dia, produzir esse material, grande esforço pode ser dispendido, o que pode tornar o treinamento oneroso ao consumidor final e pode inviabilizar o desenvolvimento do trabalho de treinamento.

 

 

 

 

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