quinta-feira, 30 de maio de 2024

 





 

CAPACETE DE SEGURANÇA -

A IMPORTÂNCIA DO USO DESTE EPI NA VIDA DO TRABALHADOR

 


O Capacete de Segurança é um dos EPI’s mais conhecidos e mais utilizados no mundo inteiro. Isso porque são muitas as atividades profissionais em que exigem seu uso para minimizar ou eliminar a consequência que o risco pode ocasionar ao trabalhador

No entanto, ainda existe uma certa resistência dos trabalhadores que, eventualmente, deixam de utilizar o equipamento. Por este motivo, toda conscientização é importante, para que todos saibam da verdadeira importância deste EPI durante as atividades. 

Lógico que não é só o Capacete de Segurança que fará a proteção total. Geralmente ele é utilizado em conjunto com outros equipamentos, como: Botas de Segurança, Luvas, Óculos de Proteção…

Vai depender da avaliação dos riscos identificados previamente no ambiente.

Sabemos que todos os EPI’s são essenciais para a prevenção de acidentes no trabalho. Além disso, a cabeça é uma das partes mais expostas, especialmente quando falamos do trabalhador na construção civil.

Por isso, para garantir a proteção da cabeça contra impactos e ferimentos causados pela queda de materiais, os capacetes de segurança são insubstituíveis. Se você possui dúvidas sobre este equipamento, qual a Norma responsável por sua regulamentação e muito mais, fique ligado neste artigo! 

 

O que é o Capacete de Segurança?

O Capacete de Segurança é um Equipamento de Proteção Individual obrigatório em muitas áreas profissionais. Destina-se à proteção da cabeça do trabalhador contra impactos causados por quedas de materiais, batidas e, dependendo do modelo, até mesmo contrachoques elétricos. 

Para que ofereça a segurança a qual se destina, é fundamental observar alguns detalhes. Como por exemplo, se o EPI possui o Certificado de Aprovação em dia no momento da compra. Essa identificação irá garantir a você que o produto tenha sido fabricado conforme recomenda a legislação e, portanto, está apto a oferecer a proteção necessária. 

Observação importante: devido às mais recentes modificações pela Medida Provisória 905, estão suspensas as novas emissões e renovações do Certificado de Aprovação por tempo indeterminado. 

Além do Certificado de Aprovação, é importante observar o prazo de validade estipulado pelo fabricante do Capacete de Segurança. Este prazo é a data limite pela qual o EPI poderá ser utilizado. Após esta data, é preciso efetuar o descarte do EPI corretamente.

Outro motivo que pode fazer com que o Equipamento de Proteção tenha que ser descartado é a falta de cuidados, que podem implicar em defeitos no EPI. Por exemplo, se o Capacete não for armazenado com responsabilidade, ele pode rachar ou até mesmo quebrar, tornando-se absolutamente inutilizável.  

São formados por dois componentes: a suspensão e o casco. A suspensão é a parte que é ajustada na cabeça e evita que o casco entre em contato com a cabeça. O casco é a parte do capacete que fica apoiada na suspensão e tem como objetivo evitar que o objeto atinja a cabeça do trabalhador.

Este EPI é regulamentado pela NR 6, NR responsável por definir as obrigações de todos quanto aos EPIs. Veremos mais sobre ela abaixo. Mas antes, vamos ver os diferentes tipos do EPI. 

 

Tipos de Capacete de Segurança

Hoje em dia, existem diferentes tipos de Capacete de Segurança no mercado.

 

Dentre as classificações dadas pela NR 6, podemos identificar no mercado três principais tipos:

·       Tipo I: Capacete de Segurança com aba total;

·       Tipo II: Aba frontal;

·       Tipo III: Sem aba.

 

Além disso, você também encontrará duas definições adjacentes: Classe A e B. Os Capacetes de Segurança Classe A protegem contra o impacto de objetos. Já os capacetes Classe B protegem não só contra o impacto de objetos, como também contrachoques elétricos.

Ainda assim, podemos encontrar outros tipos de capacete de proteção com algumas variações. Dispositivos específicos de acordo com a função a ser exercida pelo trabalhador. O importante neste momento é se certificar de que riscos existem e qual será o modelo mais adequado.

Depois disso, certifique-se quanto à qualidade do produto; o prazo de validade; se os colaboradores sabem utilizar de maneira adequada; conservá-lo corretamente; e ter a conscientização da higienização do produto. 

Se tiver dúvida em relação ao estado de uso, consulte quem entenda do assunto para não correr riscos de utilizar o EPI com algum defeito. Lembre-se sempre de que qualquer rachadura, se tratando desde EPI é muito provável que o torne inutilizável. 

 

Quem deve fornecer o Capacete de Segurança?

 



Segundo a NR 6, Norma Regulamentadora responsável por determinar todas as boas práticas referente aos EPI’s, toda empresa é obrigada a fornecer ao empregado o EPI adequado ao risco de maneira gratuita. E isso se encaixa para o Capacete de Segurança também! 

De acordo com a Norma, “considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. ”

 

Lista completa dos EPI’s dividida da seguinte forma: 

·       Proteção da Cabeça: Capacete de Segurança, Capuz e Balaclava;

·       Proteção dos Olhos e Face: Óculos de Segurança, Protetor Facial e Máscara de Solda;

·       Proteção Auditiva: Protetor Auditivo (ou auricular); 

·       Proteção Respiratória: Respiradores, motorizados ou não motorizados, Máscaras Respiratórias;

·       Proteção do Tronco: Vestimentas, Coletes;

·       Proteção dos Membros Superiores: Luvas de Segurança, Mangas, Braçadeiras, Dedeiras;

·       Proteção dos Membros Inferiores: Calçado de Segurança, Meia, Perneira, Calça;

·       Proteção do Corpo Inteiro: Macacão, Vestimenta de Corpo Inteiro;

·       Proteção Contra Quedas com Diferença de Nível: Cinturão de Segurança com Dispositivo Travaquedas, Cinturão de Segurança com Talabarte. 

 

O que mais diz a NR 6?

A NR 6 define não só que o empregador deve fornecer o EPI gratuitamente, como todas as demais responsabilidades que pertencem não só ao empregador, quanto ao colaborador e fabricante do Capacete de Segurança. 

 

É o que vemos no item 6.6.1 da NR 6: 

·       Cabe ao Empregador quanto ao Capacete de Segurança:

·       Adquirir o adequado ao risco de cada atividade (como vimos anteriormente);

·       Exigir seu uso;

·       Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

·       Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

·       Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

·       Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,

·       Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.

·       Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico (Ficha de EPI). 

 

Cabe ao Trabalhador quanto ao Capacete de Segurança

Para que a Segurança do Trabalho seja eficiente na sua empresa, é necessário que todos façam a sua parte. Por isso, o colaborador também possui suas obrigatoriedades.

 

Segundo o item 6.7.1 da NR 6, é de responsabilidade do empregado quanto ao EPI: 

·       usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;

·       responsabilizar-se pela guarda e conservação;

·       comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,

·       cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

 

Para assegurar que os colaboradores estão bem instruídos e fazendo a sua parte, é importante que sejam feitas vistorias com frequência, na intenção de fazer melhorias pelo bem e pela segurança de todos que ali trabalham. 

Outra ideia seria realizar treinamentos, palestras e dinâmicas com a equipe pelo menos 1x ao mês. Dessa forma, você garante que todos estejam bem orientados para fazerem seu papel. 

Lembre-se que o descumprimento de qualquer item desta, como de todas as Normas Regulamentadoras, implica em multas e possíveis processos judiciais para a empresa. 

 

Obrigações do Fabricante do EPI

No item 6.8.1 da NR 6, vemos tudo que se refere às obrigações do fabricante de EPI’s ou mesmo do Importador, nos casos de produtos importados. 

Ao todo, são 11 responsabilidades. Todas elas de igual importância para certificar que o Equipamento de Proteção tenha sido produzido de acordo com o que manda a legislação.

 

São elas:

a) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; 

b) Solicitar a emissão do CA; 

c) Solicitar a renovação do CA quando vencido o prazo de validade estipulado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde do trabalho; 

d) Requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado; 

e) Responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao Certificado de Aprovação – CA;

f) Comercializar ou colocar à venda somente o EPI, portador de CA;

g) Comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos; h) comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso;

i) Fazer constar do EPI o número do lote de fabricação; 

j) Providenciar a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO, quando for o caso;

k) Fornecer as informações referentes aos processos de limpeza e higienização de seus EPI, indicando quando for o caso, o número de higienizações acima do qual é necessário proceder à revisão ou à substituição do equipamento, a fim de garantir que os mesmos mantenham as características de proteção original. 

l) Promover adaptação do EPI detentor de Certificado de Aprovação para pessoas com deficiência. 

 

Capacete de Segurança? É na Prometal EPI’s!

Se você está em busca do Capacete de Segurança ideal para a sua equipe, gostaríamos de avisá-lo que você já encontrou. Aqui na Prometal EPIs nós temos não só Capacetes de Segurança de todos os tipos, estilos e cores, como mais de 4.000 itens em estoque, a pronta entrega, para você. 

Está com alguma dúvida ou não sabe qual EPI adquirir? Converse com nossos atendentes! Será um prazer ter você como nosso parceiro em busca de mais Segurança do Trabalho. Veja aqui as nossas opções em Capacetes de Segurança.

 

 

 



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quarta-feira, 29 de maio de 2024

 





 

CHUVEIRO DE EMERGÊNCIA E LAVA OLHOS



Antes de apresentarmos as particularidades do equipamento, afirmamos que a manipulação de produtos químicos requer um cuidado muito grande para evitar acidentes, visto que o Chuveiro de emergência e lava-olhos será utilizado para minimizar os efeitos de um acidente com tais substâncias.

 

Veja um pouco mais sobre prevenção de acidentes com químicos e alguns itens sobre o equipamento no vídeo abaixo:

A Norma ABNT NBR 16291:2014, estabelece os requisitos mínimos de desempenho e uso para os lava-olhos e chuveiros no tratamento de emergência dos olhos ou corpo de uma pessoa que tenha sido exposta a materiais perigosos, abrangendo equipamentos como chuveiros de emergência, lava-olhos, lava-olhos/face e chuveiros com lava-olhos. A finalidade desta norma é fornecer os requisitos mínimos para a padronização de funcionamento, desempenho, uso, instalação, procedimentos de ensaio, manutenção e treinamento dos lava-olhos e chuveiros de emergência.

Os Chuveiros e Lava-olhos de emergência devem ser localizados próximos às áreas onde haja armazenagem e/ou, manipulação de produtos químicos considerados de risco para a saúde humana.

O chuveiro pode ser acionado por uma alavanca tipo triângulo, conectada a uma válvula de acionamento rápido. E o lava-olhos também pode ser acionado por meio de uma plaqueta tipo “Empurre” conectada a uma válvula de acionamento rápido.

O tempo é crucial em uma situação de emergência com derramamento de produtos químicos no corpo. Para poder tratar rapidamente uma contaminação da pele, se informe sobre a localização do chuveiro e do lavador de olhos mais próximos. Consulte a FISPQ do produto a respeito de instruções sobre como proceder para descontaminação de pele ou outros órgãos afetados.

 

Operação do Chuveiro de Emergência:

·       Remova qualquer joia ou outro apetrecho que
possa conter resíduos;

·       Posicionar-se em baixo do crivo e puxar a haste tipo triângulo de acionamento;

·       Tomar uma ducha por 15 minutos;

·       Despir-se caso a roupa estiver contaminada;

·       Procurar assistência médica imediatamente.

 



Operação do Lava-olhos:

·       Acionar a placa “Empurre”, segurar as pálpebras bem abertas com os dedos de ambas as mãos;

·       Utilizar o equipamento por 15 minutos;

·       Procurar assistência médica imediatamente.

 

Observação: Se não tiver lava olhos disponível, deite a vítima de costas e gentilmente coloque água nos olhos por 15 minutos ou até a assistência médica chegar. Os primeiros 15 segundos são críticos para conter as sequelas do contato de um produto químico perigoso com os olhos.

 



Manutenção do Chuveiro e Lava-olhos de Emergência

Verificação: O equipamento deverá ser inspecionado 1 vez por semana (preferencialmente na segunda feira). Acione o lava-olhos e observe a altura do jato que deverá ter no mínimo 20 cm e no máximo 35 cm de altura. O chuveiro deverá fornecer a vazão mínima de 75,6 litros de água por minuto e os lava-olhos, 1,5 litro de água por minuto. A água deverá ter a coloração transparente, caso contrário deixe o equipamento funcionando até que a água fique com a cor adequada. Se o equipamento não estiver funcionando relate o ocorrido à manutenção.

 

Observe abaixo as instruções sobre a manutenção dos chuveiros lava-olhos de emergência:

Lista de verificação de desempenho mínimo

·       A estação de descontaminação (chuveiro e lava-olhos de emergência) deve ser acessível num prazo de 10 segundos a partir do local onde os produtos químicos são manipulados;

·       Não pode existir nada que obstrua a chegada do colaborador ao equipamento, como escadas, portas, barreiras, degraus, etc: Lembre-se que o colaborador estará acidentado e muitas vezes, sem enxergar ou com a visão bastante prejudicada;

·       A localização do equipamento de emergência deverá ser identificada mediante sinalização bem visível;

·       A válvula de acionamento do equipamento deve abrir em 1 segundo (ou menos);

·       Os esguichos lava-olhos devem ser protegidos por uma tampa de proteção, que abra automaticamente com o acionamento do equipamento;

·       No caso do Lava-olhos, deverá estar provida de dispositivos para controlar o fluxo de água para ambos os olhos.

 

O equipamento lava-olhos deverá fornecer uma vazão mínima de 0,4 galões (1,5 litro) de água por minuto, durante 15 minutos.

A água fornecida pelo equipamento deve estar em temperatura ambiente ou morna (no máximo 38ºC) e deve ser potável.

Todos os funcionários expostos ao contato com materiais perigosos devem ser treinados no uso de equipamentos de emergência.

Os componentes da unidade combinada (chuveiro e lava-olhos) deverão poder operar simultaneamente e serão arranjados de forma tal que possam ser usados simultaneamente pelo mesmo usuário.

 

O equipamento de emergência deve ser testado semanalmente.

A ducha deve fornecer uma vazão mínima de 20 galões (75,6 litros) de água por minuto e proporcionar uma coluna de água de 20 polegadas (508 mm) de largura a 60 polegadas (1.524 mm) acima da superfície do piso do usuário.

A válvula deverá permanecer aberta, após acionada, sem que o usuário tenha de usar as mãos. A válvula deve ser de fácil operação e poder passar da posição “fechada” à posição “aberta” no tempo de um segundo ou menos.

As saídas devem ser protegidas de contaminantes arrastados e ou em suspensão no ar.

 

 



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O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE FITAS PARA DEMARCAÇÃO DE SOLO

 



As demarcações são importantes e em alguns casos obrigatória. Conheça mais sobre a utilidade delas no nosso artigo.

Com certeza, você já deve ter se deparado com elas por aí, mas nem se deu conta de sua importância. Pois é, as fitas de demarcação de solo ou de sinalização fazem parte daquele grupo de equipamentos que muita gente desconhece, mas sem eles, seria impossível organizar um estacionamento, por exemplo, ou sinalizar algum objeto ou área que exija distanciamento, mantendo a segurança de todos. 

As fitas para demarcação estão tão presentes no nosso cotidiano que nem as percebemos. Porém, é essencial saber para que servem e como cada uma pode ser utilizada de maneira correta.

 

O que são fitas para demarcação de solo?

As fitas para demarcação de solo têm como função identificar zonas de risco de um determinado local, evitando acidentes trabalhistas e de outros tipos. O uso é frequente nas indústrias, comércios, sinalização de locais, filas, estacionamentos e em uso geral. 

Entretanto, há situações em que a utilização da fita é prevista na legislação. O motivo para isso é que elas têm como principal funcionalidade ser um Equipamentos de Proteção Individual - EPI, chamando a atenção para o trânsito de pedestres e de veículos em áreas externas ou internas. É uma maneira prática de orientar funcionários, visitantes ou outras pessoas para áreas que transitam.

As fitas são produzidas em várias cores para chamarem a atenção de um indivíduo sobre diferentes demarcações. 

 

Quando aplicar fita para demarcação?

Feita em adesivo acrílico base solvente, as fitas de sinalização são altamente resistentes. O material com que é confeccionado suporta o contato com água, óleo e demais produtos químicos. Além disso, são muito duráveis. 

Como já informamos neste artigo, as fitas podem ser aplicadas de diferentes maneiras atendendo normatizações, orientando e garantindo segurança.

 

Conheça algumas das aplicações mais comuns:

·       Sinalizar locais perigosos; 

·       Orientar pessoas com deficiência física;

·       Chamar atenção para áreas de acesso restrito, como pontos de carga e descarga de uma empresa ou indústria;

·       Identificar a instalação de equipamentos de segurança;

·       Identificar equipamentos de combate a incêndio;

·       Sinalizar obras, chamando atenção de pedestres e motoristas;

·       Orientar áreas internas dentro de hospitais;

·       Chamar a atenção para equipamentos ou áreas com alerta a radiação;

·       Indica perigo sobre produtos abrasivos;

·       Sinaliza área obrigatória para uso de EPI’s. 

 

Fita ou tinta?

Sem dúvidas, a fita é melhor. A primeira vantagem é a sua fácil aplicação e não faz sujeira. A segunda e melhor vantagem de todas é que, diferentemente das tintas, a fita para demarcação é muito resistente e durável. Elas suportam todo tipo de movimento de veículo e de pedestres, sem correr o risco de soltar e desmanchar. 

Outra vantagem é que são resistentes a água, óleo e outros produtos químicos. Já a tinta, com o passar do tempo, terá de ser retocada. Além disso, nem todas as demarcações podem ser feitas com tinta, o que demonstra ainda mais a sua limitação. 

Ao optar pela tinta, a empresa pode até colocar o funcionário, fornecedor ou cliente em risco, porque, diferentemente da fita, a pintura não tem a sinalização refletiva. Ou seja, não chama a atenção para os alertas que a demarcação exige. 

 

Quando o uso da fita para demarcação é obrigatório?

 



Quando um setor ou atividade possa oferecer perigo às pessoas ao redor, as fitas para demarcação de solo são obrigatórias. A aplicabilidade da sinalização é exigida por órgãos de fiscalização.  

Dentre as várias opções para a obrigatoriedade estão a sinalização de obras, locais com itens de radioatividade e outras atividades ou produtos que possuem alto grau de risco. 

Outro caso em que a legislação é rígida para o uso da fita, é quando se trata de sinalização de equipamentos de incêndio. O Corpo de Bombeiros é o órgão responsável por exigir essas medidas nos estados. Neste caso, a sinalização de piso deve indicar as áreas em que estão localizados hidrantes e extintores de incêndio, como garagens, áreas de fabricação, depósitos e demais locais.

A legislação do Corpo de Bombeiros não é igual para todos os estados brasileiros, sendo imprescindível a empresa ficar atenta às normas locais para não ser prejudicada. 

 

A importância das cores

Independentemente de sua obrigatoriedade, as fitas de sinalização são muito importantes para garantir o bem-estar de todos que trabalham em uma empresa. Elas orientam e ajudam as pessoas a não se colocarem em risco.

 

E uma das maneiras mais fáceis de saber identificar o objetivo da demarcação, é ficar atento às cores. 

Branco: A fita branca é usada como indicativo para circulação por faixas como, por exemplo, passarelas e corredores. Essa marcação também serve para localizar lixeiras, bebedouros, áreas de socorro e combate a incêndio.

Amarelo: Indica cuidado e atenção em locais de risco, como corrimãos, parapeitos, pisos escorregadios, plataformas de embarque e áreas de carregamento e máquinas pesadas como tratores por exemplo. Nestes casos também é possível usar a fita zebra amarela e preta.

Laranja: Identifica riscos em locais de armazenamento de máquinas, como caixas de proteção de dispositivos elétricos ou riscos com ácidos e abrasivos.

Púrpura: Sinaliza áreas de radiação nuclear ou eletromagnética. Outra função é identificar locais de aterro contaminados e recipientes radioativos.

Vermelho: Identifica equipamentos de combate a incêndio, como caixas de alarme, hidrantes, bombas, sirenes, extintores, portas de saída de emergência, entre outros.

Azul: Indica cuidado e obrigatoriedade no uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual). Quando há demarcação em azul, pode significar também impedimento em movimentação ou no manuseio de algum equipamento.

Verde: Indicação de área de socorro. Na área podem ser encontradas macas, atendimento de primeiros socorros, EPI, dispositivos de segurança, entre outros.

Preto: Sinaliza locais de coletores de resíduos, que não estão relacionados a serviços de saúde.

 

Para comprar a fita para demarcação de solo ideal para a sua empresa ou atividade.

 

 



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terça-feira, 28 de maio de 2024

 




 

VOCÊ SABIA QUE EXISTE UMA FORMA DE PROTEGER SEUS FUNCIONÁRIOS ATÉ DEBAIXO DA TERRA?

 



Quem lida com segurança do trabalho sabe a importância dos métodos identificação e sinalização. Devido a isso, fitas e placas são alguns dos primeiros itens a serem providenciados em momentos de obras ou construções, especialmente em situações em que há perigo de vazamento de gás ou esgoto e choques e choques elétricos.

 

Quais são os principais riscos em obras subterrâneas?

Nós sabemos que obras subterrâneas apresentam riscos mais elevados do que os trabalhos realizados a céu aberto.

 

Isso ocorre muito por conta de quatro fatores:

·       Possibilidade de desmoronamento do solo 

·       Falta de luminosidade 

·       Risco de perfurar tubos com gases perigosos

·       Chance de choque elétrico devido a existência de cabos de energia na região 

 

Mas afinal, por que utilizar fitas em áreas subterrâneas?

Muito do que diz respeito a esse tipo de risco acontece em locais subterrâneos, onde há a presença de tubulações, canos e cabos cuja escavação ou manuseio indevido podem resultar em incidentes, e, em casos mais graves, acidentes com consequências inestimáveis. Em ambos os casos há grandes prejuízos. Logo, quando se trata de segurança, é importante não arriscar.

 

 

É justamente para ajudar na prevenção deste tipo de ocorrência que existem as fitas subterrâneas para sinalização e isolamento. 

Ademais, também podemos contar com essa solução para evitar interrupções de serviços indispensáveis como por exemplo, a queda do sinal de internet causada pelo corte de uma fibra óptica,

Elas são produzidas em polietileno e possuem a função de informar trabalhadores sobre os locais e quais são os riscos existentes. Para facilitar a identificação e sinalização, essas fitas geralmente possuem cores chamativas e legendas claras de fácil leitura

 

 



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NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS - QUAL SUA IMPORTÂNCIA EM CONDOMÍNIOS

 

 

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A NR 23, desempenha um papel importante na prevenção e combate a incêndios em ambientes condominiais. Uma das responsabilidades dos síndicos de condomínios é a conformidade da edificação com os requisitos da norma.

A negligência das exigências pode resultar não apenas em consequências legais severas, mas também em riscos à vida e ao patrimônio.

No artigo de hoje vamos mostrar quais são as responsabilidades dos síndicos e como adequar um condomínio à NR 23.

 

O que é a norma NR 23?

A NR 23 é um conjunto de diretrizes específicas para prevenção e combate a incêndios em estabelecimentos e ambientes de trabalho, públicos e privados. Abrangendo desde a instalação de equipamentos até a realização de treinamentos periódicos.

No contexto dos condomínios, o objetivo da NR 23 é garantir a segurança dos moradores e colaboradores com ações necessárias para prevenir e combater incêndios, bem como procedimentos de resposta emergencial para evacuar o local e dispositivos de alarmes e equipamentos.

Além disso, os requisitos de segurança contra incêndios em condomínios também estabelecem a necessidade de manutenção regular dos equipamentos de combate a incêndios e a realização de inspeções periódicas para garantir a conformidade com a norma NR 23 em condomínios.

 

Quem deve seguir a NR 23?

A NR 23 é aplicável a todas as empresas, instituições e estabelecimentos que possuem atividades com risco de incêndio. Isso inclui edifícios residenciais.

A legislação de proteção contra incêndios em condomínios é extremamente importante, pois incêndios em ambientes residenciais podem ser extremamente perigosos e fatais. Basta uma busca rápida na internet para encontrarmos diversas notícias sobre incêndios em prédios residenciais.

Portanto, os condomínios devem seguir as normas de segurança de combate a incêndios estabelecidas pela NR 23.

 

Requisitos da NR 23 para condomínios:

A norma estipula a instalação de sistemas de alarme, rotas de fuga claras, extintores de incêndio e treinamentos regulares para moradores e funcionários.

Os sistemas de alarme devem ser estrategicamente posicionados e operacionais em tempo integral. Rotas de fuga devem ser bem sinalizadas, levando a áreas seguras fora do edifício, enquanto os extintores de incêndio devem estar acessíveis e em bom estado.

Também é imprescindível possuir o AVCB, documento que atesta a adequação com normas de segurança, renovado periodicamente para assegurar a conformidade contínua.

 

Como a NR 23 trata o assunto extintores de incêndio?

A NR 23 define critérios para a instalação, manutenção e utilização de extintores de incêndio em edificações e áreas de risco. Os extintores devem ser facilmente acessíveis e distribuídos estrategicamente, considerando o tipo de risco e a área do local.

Recargas regulares e boa condição de funcionamento são exigências da norma. Além disso, os extintores devem ser claramente identificados e compatíveis com os materiais combustíveis presentes na edificação.

Profissionais qualificados devem realizar inspeções periódicas para garantir o funcionamento e posicionamento adequado dos extintores. É essencial realizar uma análise de risco para selecionar os extintores mais adequados, conforme exigido pela NR 23.

 

Como adequar um condomínio à norma de combate e prevenção contra incêndios?

Antes de tudo, vale destacar que é fundamental contratar um profissional ou empresa especializada para adequar um condomínio à legislação de proteção contra incêndios e orientar os síndicos nas ações necessárias.

 

Para adequar um condomínio à NR 23, é necessário seguir algumas etapas:

 

1. Realizar uma análise de risco

A análise de risco visa identificar os riscos de incêndio na estrutura, considerando materiais inflamáveis, fluxo de pessoas, equipamentos elétricos e rotas de saída.

 

2. Projetar o sistema de combate a incêndio

Com base na análise de risco, é necessário projetar um sistema de combate a incêndio adequado, podendo incluir extintores, hidrantes, sistemas de alarme e detecção de incêndio. O projeto deve ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros antes da instalação.

 

3. Instalar equipamentos de combate a incêndio

Após a aprovação do projeto, os equipamentos devem ser instalados, garantindo seu bom funcionamento e revisões periódicas. Os extintores devem estar em locais visíveis e de fácil acesso, sendo recarregados conforme necessário.

 

4. Inspeções e manutenção dos equipamentos de segurança

A manutenção regular dos equipamentos é essencial para garantir sua eficácia em caso de emergência. Inspeções e manutenções devem ser realizadas periodicamente para assegurar o funcionamento adequado.

Após a aprovação, é preciso fazer a manutenção regular dos equipamentos, assim como treinamentos para os ocupantes e simulações periódicas. A atualização da documentação deve ser feita para garantir a conformidade com as regulamentações de segurança contra incêndios.

 

5. Realizar treinamentos e simulações

Moradores e colaboradores devem receber treinamentos sobre prevenção e combate a incêndios, com simulações periódicas para avaliar a eficácia do sistema.

 

6. Manter a documentação em dia

É fundamental manter toda a documentação atualizada, incluindo licenças do Corpo de Bombeiros e laudos de vistoria, conforme exigido pela NR 23.

 

O que fazer em caso de incêndio em um prédio?

O síndico desempenha um papel fundamental na prevenção e no combate a incêndios. A primeira medida é chamar os bombeiros imediatamente, pois são treinados para lidar com emergências desse tipo.

Depois deve-se acionar o alarme de incêndio para alertar os ocupantes sobre a necessidade de evacuação. Todos devem deixar o prédio imediatamente, utilizando as saídas de emergência e evitando os elevadores.

Os extintores devem estar acessíveis, tomando cuidado para não usar extintores a base de água em equipamentos elétricos.

O síndico tem a responsabilidade de providenciar treinamentos regulares e simulações para que todas essas medidas sejam bem conhecidas e não falhem em uma situação real de incêndio.

 

Responsabilidades dos síndicos na proteção contra incêndios em condomínios.

O síndico deve garantir a conformidade do condomínio com as normas de prevenção de incêndios para edifícios residenciais. Suas responsabilidades incluem a gestão da documentação, como o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros e o Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios - PPCI, mantendo-os atualizados e em conformidade.

Também é incumbência do síndico preparar o condomínio para emergências, conduzindo simulados de incêndio e treinando funcionários e moradores para reagir de forma segura. A comunicação regular com os moradores sobre medidas preventivas e procedimentos de evacuação é essencial.

O não cumprimento dessas responsabilidades pode resultar em responsabilidade civil e criminal para o síndico em caso de incidentes. Assim, é imprescindível que o síndico esteja plenamente consciente e atualizado sobre suas obrigações legais e práticas relacionadas à segurança contra incêndios.

 

Conclusão

A norma regulamentadora NR 23 é essencial para a segurança em condomínios residenciais. Síndicos devem estar cientes das exigências da norma e implementar medidas adequadas para prevenção contra incêndios.

A responsabilidade pela segurança é compartilhada por todos os moradores, promovendo uma cultura de prevenção e buscando constantes melhorias.

Para garantir conformidade com os requisitos de segurança contra incêndios em condomínios, é altamente recomendado que os síndicos consultem especialistas em segurança contra incêndios. Esses profissionais podem oferecer orientações específicas e ajudar a implementar medidas de prevenção adequadas, garantindo um ambiente seguro para todos os moradores.





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sexta-feira, 24 de maio de 2024

 





 

VOCÊ SABIA QUE EXISTE UMA FORMA DE PROTEGER SEUS FUNCIONÁRIOS ATÉ DEBAIXO DA TERRA?

 



Quem lida com segurança do trabalho sabe a importância dos métodos identificação e sinalização. Devido a isso, fitas e placas são alguns dos primeiros itens a serem providenciados em momentos de obras ou construções, especialmente em situações em que há perigo de vazamento de gás ou esgoto e choques e choques elétricos.

 

Quais são os principais riscos em obras subterrâneas?

Nós sabemos que obras subterrâneas apresentam riscos mais elevados do que os trabalhos realizados a céu aberto. Isso ocorre muito por conta de quatro fatores:

·       Possibilidade de desmoronamento do solo 

·       Falta de luminosidade 

·       Risco de perfurar tubos com gases perigosos

·       Chance de choque elétrico devido a existência de cabos de energia na região 

 

Mas afinal, por que utilizar fitas em áreas subterrâneas?

Muito do que diz respeito a esse tipo de risco acontece em locais subterrâneos, onde há a presença de tubulações, canos e cabos cuja escavação ou manuseio indevido podem resultar em incidentes, e, em casos mais graves, acidentes com consequências inestimáveis. Em ambos os casos há grandes prejuízos. Logo, quando se trata de segurança, é importante não arriscar.

 



É justamente para ajudar na prevenção deste tipo de ocorrência que existem as fitas subterrâneas para sinalização e isolamento. 

Ademais, também podemos contar com essa solução para evitar interrupções de serviços indispensáveis como por exemplo, a queda do sinal de internet causada pelo corte de uma fibra óptica,

Elas são produzidas em polietileno e possuem a função de informar trabalhadores sobre os locais e quais são os riscos existentes. Para facilitar a identificação e sinalização, essas fitas geralmente possuem cores chamativas e legendas claras de fácil leitura

 

 



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CONHEÇA AS VANTAGENS DE UTILIZAR KITS COMPLETOS DE TRAVAMENTO

 

 

A utilização de kits contendo todo o material para

bloqueio e travamento deixa qualquer tipo de atendimento mais rápido

 

Uma das operações mais rotineiras de uma equipe de manutenção também é uma daquelas que mais estão propensas a ocorrer acidentes. Os momentos que antecedem o momento do reparo do equipamento e aqueles após a devida manutenção, exigem amplos cuidados proporcionados pelo devido procedimento de travamento e desbloqueio de fontes de energia para desenergizar o maquinário.

 

Segundo a NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade – a recomendação é de que todas as fontes de energia sejam desligadas e travadas de maneira a não permitir que sejam religadas acidentalmente ou intencionalmente sem as devidas autorizações e procedimentos de segurança cumpridos. Para cumprir essa norma são utilizados dispositivos e cadeados para garantir o travamento do equipamento ou um nível acima, caso não seja possível efetuar a trava diretamente no maquinário.

 

Para tornar o trabalho mais prático há a opção de comprar kits completos de desbloqueio e travamento.

 

Vantagens de utilizar kits completos de travamento

A utilização de kits contendo todo o material necessário deixa qualquer tipo de atendimento mais rápido e isso não é uma exceção no caso dos procedimentos de travamento e desbloqueio, no qual as travas, cadeados e acessórios reunidos e organizados em um mesmo lugar e de maneira simples.

Reunindo todo o equipamento considerado necessário para travar os equipamentos, plugues de energia e disjuntores, além da devida identificação por meio dos cartões de travamento representa maior organização, segurança e economia no tempo de manutenção rotineira como também nos casos de emergência, influindo significativamente no desempenho das atividades do setor.

Esses kits também podem ser adquiridos de acordo com a necessidade do equipamento a ser travado e desbloqueado, havendo um kit exclusivo para travamento de válvulas e outro para equipamentos elétricos, justamente em observação a NR 10, o que ajuda a garantir mais segurança e adequação nas atividades de travamento, manutenção e desbloqueio.

Assim como o kit, vale a pena também unir ao produto um painel em observação as regras e procedimentos para o devido bloqueio a ser feito antes da manutenção do maquinário com problemas, o que ajuda a promover a devida atenção com a segurança por parte da equipe de colaboradores.

 

 



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