terça-feira, 16 de janeiro de 2024

 





 

TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO: O QUE VOCÊ PRECISA SABER?

 



Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais sofrem com acidentes de trabalho, ocupando a quarta colocação no ranking mundial. Dessa forma, é possível afirmar que esse cenário de perigo ocupacional está presente em vários segmentos industriais, ou seja, independe da natureza do serviço. Nesse contexto, um bom exemplo de tarefa que representa grande risco para os colaboradores em questão é o trabalho em espaço confinado.

No entanto, para entendermos com precisão todos os riscos e perigos aos quais um colaborador está exposto ao realizar um serviço em um espaço confinado, é interessante, inicialmente, conceituar e caracterizar o tipo de atividade.

Sendo assim, veja o que são espaços confinados, seus riscos ocupacionais e como é a segurança do trabalho para esse ambiente. Continue a leitura!

 

O conceito e as características de um espaço confinado

Espaços confinados basicamente são todos os locais que não foram projetados para a permanência humana, apresentando, em sua grande maioria, limitados meios de entrada, saída e mobilidade em geral.

 

Desse modo, um ambiente de trabalho com espaço confinado comumente tem as seguintes características:

·       pouca concentração de gás oxigênio;

·       alta concentração de gases tóxicos, como sulfeto de hidrogênio, metano e monóxido de carbono;

·       precária ventilação natural;

·       baixa visibilidade;

·       escassa mobilidade, com ambientes apertados e sem vias de escape.

 

Exemplos de espaços confinados

São muitas as ocasiões nas quais um colaborador necessita realizar tarefas (principalmente as que envolvem serviços de manutenção preventiva e corretiva) em um espaço confinado.

 

Os principais exemplos são:

·       vasos de pressão;

·       reservatórios e silos;

·       tubulações, galerias e instalações de saneamento básico em geral;

·       tanques de combustível.

 

Os riscos de trabalhar em um espaço confinado

Um dos principais riscos aos quais um colaborador é exposto nesse local, sem dúvidas, é o de intoxicação e sufocamento, visto que o ambiente em questão não tem ventilação natural e há presença de gases tóxicos. Além desse risco químico, há também a presença de risco físico (quedas, escorregões e impactos), uma vez que a visibilidade é baixa devido à pouca ou à inexistência de luz.

Outro risco a ser destacado é o risco de explosão, pois como, em alguns locais, há a possibilidade de haver elevada concentração de gases inflamáveis (combinada com a baixa circulação de ar), as chances de uma explosão são consideráveis.

 

A Norma Regulamentadora

A NR 33 é a responsável por estabelecer os parâmetros de identificação e medidas de segurança para os espaços confinados.

 

Segundo a NR 33, é obrigação do empregador:

·       disponibilizar para os colaboradores todos os Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s e em boas condições de utilização;

·       identificar e divulgar os locais da empresa que são caracterizados como espaços confinados;

·       reconhecer e reduzir os riscos do espaço confinado em questão;

·       capacitar os colaboradores em relação às principais medidas preventivas de segurança para espaços confinados;

·       garantir a evacuação rápida dos colaboradores e o isolamento do local, caso haja o menor indício de perigo à saúde.

 

Equipamentos de Proteção Individual

 

Para um colaborador que atua em um espaço confinado, os seguintes EPI’s são essenciais:

·       cinturão de segurança;

·       tripé, guincho resgatador e manual;

·       equipamentos auxiliares para resgate (polia, ascensor, descensor e mosquetão);

·       capacete de segurança;

·       respirador;

·       luvas de segurança;

·       calçado fechado.

 

Sendo assim, após entender o seu conceito, bem como analisar as suas características, é fácil perceber o quão importante é o tema “trabalho em espaço confinado”, principalmente devido aos riscos que ele representa para os colaboradores. Portanto, para as empresas que desejam reduzir o número de acidentes de trabalho em suas dependências confinadas, é fato que a NR 33 deve ser largamente promovida, assegurando, assim a saúde e a segurança ocupacional.

 

 


Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


 





 

SAIBA COMO ACERTAR NA ESCOLHA DA COMPRA DE EPI!

 



Uma das estratégias centrais no que se refere à saúde e segurança do trabalhador é o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI. Afinal, eles permitem que você proteja os colaboradores contra acidentes, doenças ocupacionais e agravamentos das consequências de eventos negativos que podem acontecer na empresa.

Mas, na hora de escolher os melhores EPI’s para o seu time, você ainda tem alguma dúvida? São diversas marcas e tipos de equipamento e, diante de tantas opções, você sabe como acertar na escolha da compra de EPI para a empresa?

Neste artigo, você vai descobrir o que levar em consideração para fazer as melhores compras de EPI agora mesmo. Confira!

 

Por que escolher bons EPI’s para a empresa?

Escolher bons EPI’s, ou seja, de qualidade e adequados às necessidades do colaborador, é essencial para qualquer organização. Isso porque, dessa forma, você é capaz de efetivamente garantir a segurança do seu time dentro do ambiente organizacional.

 

Entenda quais são os principais benefícios de escolher bons EPI’s:

·       aumenta a segurança do time;

·       evita acidentes;

·       evita o desenvolvimento de doenças ocupacionais;

·       melhora a satisfação e motivação da equipe;

·       garante conforto na hora de realizar as atividades;

·       evita problemas com os órgãos de fiscalização e processos trabalhistas.

 

O que considerar para acertar na compra de EPI?

 

Agora que você já sabe a importância e os benefícios de escolher bons EPI’s para o seu time, é hora de entender como realizar a compra.

 

Para isso, confira as nossas dicas de ouro:

·       entenda quais são os EPI’s essenciais para a sua empresa;

·       fique atento à quantidade de colaboradores, para que não falte nenhum EPI;

·       verifique a validade de cada um dos EPI’s que serão adquiridos;

·       analise o selo CA de cada um dos EPI’s;

·       leve em conta o conforto do EPI para a realização das atividades;

·       observe o histórico da empresa que fornece os EPI, buscando organizações com boa reputação no mercado.

 

Como saber quais são os EPI’s essenciais?

Como você pode perceber, para acertar na escolha da compra de EPI é essencial você saber quais são os indicados para cada uma das funções na empresa. Afinal, cada organização e atividade envolve um tipo de risco, sendo essencial que você saiba quais são os EPI’s apropriados e, a partir disso, crie um checklist de EPI’s essenciais.

 

Para isso, você deve:

·       avaliar os riscos de cada uma das situações de trabalho;

·       analisar a legislação trabalhista, dando foco para as NR’s;

·       entender quais são os EPI’s necessários para cada uma das atividades realizadas;

·       criar uma lista com o tipo de EPI e a quantidade necessária para atender à demanda de todos os colaboradores da empresa.

 

Como você pode perceber, saúde e segurança são assuntos sérios dentro da empresa. Dessa forma, é essencial que você saiba como acertar na hora da compra de EPI para os seus colaboradores, uma vez que essa é uma das principais estratégias para garantir a proteção do time. Portanto, fique atento às nossas dicas e comece, agora mesmo, a buscar EPI’s de qualidade e adequados às necessidades da sua empresa!

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

 




 

O QUE É MAPEAMENTO DE RISCOS E QUAL SUA IMPORTÂNCIA? 

 



A gestão de riscos auxilia os profissionais de saúde e segurança do trabalho a terem maior eficácia na redução de afastamentos e problemas que possam comprometer a integridade física e mental dos funcionários, bem como gerar prejuízos para a empresa. Dentro desse rol, temos diversas ações que podem ser tomadas para facilitar a gestão e minimizar problemas.

Um dos mais importantes é o mapeamento de riscos. Vamos falar mais sobre ele a seguir e mostrar dicas importantes de como realizá-lo. Boa leitura.

 

O que é mapeamento de risco?

O mapeamento de risco é feito para proteger os funcionários, auxiliando na visualização dos eventuais problemas que possam ocorrer e treinando-os para saber como eles podem se antecipar para, assim, evitar acidentes de trabalho.

Esse conceito chegou no Brasil nos anos 1970 e foi inicialmente trazido para o ambiente industrial, pelo seu caráter de ter um maior índice de acidentes com afastamentos. Contudo, até mesmo escritórios podem e devem contar com o mapa de riscos no dia a dia. Ele é exigido em todos os países em que há obrigatoriedade da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

 

Qual a importância do mapeamento de risco?

O mapeamento de risco tem a função primordial de conscientizar e informar os colaboradores sobre os riscos com os quais estão envolvidos. Assim, eles poderão identificar como prevenir problemas na realização de suas atividades. Por exemplo, quando um colaborador entra em uma sala em que há risco químico e ele está devidamente descrito, saberá quais EPI’s ele deverá utilizar para evitar acidentes e problemas, tanto para ele quanto para os demais colegas.

 

Outros benefícios do mapeamento de riscos são:

·       visualização didática dos riscos;

·       realização das tarefas com maior cuidado;

·       gestão de riscos mais eficiente;

·       maior confiança por parte dos profissionais para realização das atividades;

·       diminuição do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

 

Como realizar o mapeamento de riscos?

Contudo, para que o mapeamento de riscos consiga ser, de fato, eficiente, é fundamental fazê-lo de forma adequada. Caso contrário, ainda poderá expor os profissionais a problemas no dia a dia, o que poderia ter sido evitado.

 

Mas afinal, como realizá-lo minimizando erros? Confira, a seguir, algumas dicas que vão ajudá-lo nesse processo:

·       estude os tipos de riscos (físicos, químicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos). Antes de classificá-los, você deverá aprofundar-se mais em como cada risco pode ser categorizado;

·       converse com os trabalhadores sobre a percepção deles dos riscos. Muitas vezes, há questões que não ficam tão claras para os especialistas e quem está ali, todos os dias com a mão na massa, consegue ver com maior clareza;

·       investigue e liste todos os riscos da empresa, mesmo os menores e mais sutis. Isso será fundamental para não deixar nenhum ponto de fora. Até porque, muitas vezes, pequenos problemas podem causar grandes consequências;

·       a partir disso, identifique as medidas preventivas que podem ser aplicadas tanto de forma individual quanto coletiva;

·       entenda quais são as principais queixas dos profissionais;

·       conheça o perfil dos colaboradores e como eles exercem as atividades no dia a dia;

·       tenha uma boa gestão de EPI. Ela está intimamente ligada com uma gestão de riscos eficiente. Com o mapeamento, é possível identificar quais são os riscos que exigem uso de equipamentos no dia a dia.

 

O mapeamento de riscos é um dos instrumentos fundamentais para uma boa gestão em segurança do trabalho. Por isso, não deixe de estar atento à sua elaboração. Isso pode ser o diferencial para reduzir acidentes em sua empresa.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 


 





 

OS PRINCIPAIS RISCOS E LESÕES NOS PÉS NO AMBIENTE DE TRABALHO E COMO PREVENI-LOS

 

 

Os pés são uma das partes mais importantes do nosso corpo e são especialmente vulneráveis a lesões no ambiente de trabalho. Quando se trata de trabalhos em construção, indústrias, fábricas e outras áreas onde há riscos de acidentes, os trabalhadores precisam estar protegidos por meio do uso de calçados de segurança apropriados.

Os principais riscos de lesões nos pés no ambiente de trabalho incluem esmagamento, corte, perfuração e queimaduras. Esses riscos podem ser minimizados com o uso de calçados de segurança apropriados, como botas de segurança e calçados com proteção para biqueira.

Mas a proteção dos pés não para por aí. Palmilhas apropriadas, especialmente aquelas com proteção para o arco do pé, também são importantes para a proteção dos pés. Outros recursos, como solas antiderrapantes e isolamento térmico, também podem ser necessários dependendo do tipo de ambiente de trabalho.

No entanto, escolher o calçado de segurança certo não é suficiente. Os trabalhadores precisam seguir práticas seguras no local de trabalho, como manter o local limpo e organizado, e nunca colocar os pés em risco por meio de comportamentos inseguros. O treinamento adequado para o uso de calçados de segurança e outras medidas de segurança também são importantes para a prevenção de lesões nos pés.

Em resumo, os trabalhadores precisam estar cientes dos riscos e lesões nos pés no ambiente de trabalho e tomar medidas para preveni-los. Isso inclui a escolha do calçado de segurança adequado, uso de palmilhas apropriadas e práticas seguras no local de trabalho. Além disso, a educação e o treinamento dos trabalhadores sobre a proteção dos pés também são essenciais para minimizar as lesões e garantir a segurança no local de trabalho.

 





Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

 





 

A SEGURANÇA NÃO É UM PROBLEMA DE PROCESSO, É UM PROBLEMA DE MARKETING

 



Nós tentamos a aplicação de regras punitivas, procedimentos, fluxos intermináveis de papelada e as famosas REGRAS DE OURO!

Criamos reuniões de segurança, apresentações, slides e ainda ficamos exasperados que não atingimos o engajamento que tanto almejamos.

 

Mas estes meios não engajam, me perdoe em falar isso!

Colaboradores não compram coisas que são impessoais e, especialmente, aquelas que são empurradas sobre eles.

As pessoas que nos dizem o que fazer e como fazer não criam camaradagem e confiança, por favor, mas sim, criam desconfiança e nos colocam contra elas.

Procedimentos e processos para operações seguras são mecânicos.

 

Dados, rastreamento e relatórios são mecânicos.

Formulários, inspeções e avaliações de perigos são mecânicos.

Tecnologia e aplicativos em tempo real são mecânicos.

E, claro, tudo isso é importante para medir a eficácia, mas os meios mecânicos não criam motivação ou engajamento. Tampouco inspiram melhorias.

Sério, alguém já foi inspirado para o seu desempenho de segurança porque a taxa mensal melhorou por. 004%?)

E como o marketing pode consertar isso e por que é importante para a sua Cultura de Segurança?

O engajamento em segurança requer uma nova mentalidade

Nunca antes na história houve tantos trabalhos para a melhoria de processo, procedimento, dados, rastreamento, relatórios, formulários, inspeções ou tecnologia.

 

ACIDENTES ACONTECEM!

Se todos seguissem simplesmente os processos e os procedimentos, nós reduziríamos drasticamente o número de incidentes, certo?

Então, parece claro que não precisamos de mais regras e processos mecânicos.

Precisamos de obter das pessoas voluntariamente e voluntariamente abraçar as regras existentes e processos mecânicos de forma mais consistente.

No entanto, para fazer isso requer uma abordagem muito diferente e mentalidade.

Em um evento que assisti na ONU em Adis Abeba (Etiópia) sobre o engajamento de países ricos em investir naquela região da África Oriental escutei o palestrante onde dizia:

A democracia é um problema de marketing. A saúde é um problema de marketing. A mudança climática é um problema de marketing.

Temos que fazer o mesmo para o pessoal olhar para nós nesse lado do mundo! Terminava assim sua fala e aquilo mexeu bastante comigo.

Enraizar e fortalecer uma Cultura de Segurança não são problemas de engenharia ou problemas de economia. São problemas de marketing.

Nós fazemos escolhas. Se vivemos em uma cultura onde as pessoas são livres para escolher, nós oferecemos o controle sobre o nosso futuro para os outros.

 

Quando os seres humanos fazem escolhas, isso é marketing.

Marketing não é sobre atalhos, agitação ou decepção.

O marketing é a arte (e a ciência) de servir as pessoas que você procura para servir, para fazer um melhor trabalho, encontrando e satisfazendo as necessidades.

Marketing é a prática de fazer as coisas melhor, fazendo coisas melhores.

Fazer com que as pessoas escolham os processos e procedimentos corretos consistentemente é marketing.

Fazer com que eles completem, leiam e utilizem os dados, rastreamento e relatórios é marketing.

Fazer com que as pessoas se envolvam nos formulários, inspeções e avaliações é marketing. Motivá-los a adotar e usar a nova tecnologia é o marketing.

 Em outras palavras, criar uma infraestrutura de segurança é mecânico. Conseguir que os colaboradores usem consistentemente essa infraestrutura de segurança, é marketing.

 

Você acaba confiando demais nas comunicações e não no marketing.

A diferença? Comunicação informa. Mas o marketing move as pessoas.

 Marketing cria ação. O marketing faz com que escolhas sejam feitas. Marketing cria impulso. A informação fica lá.

As comunicações são jogadas em grande quantidade, mas não criam motivação para fazer melhores escolhas.

Estatísticas e gráficos não inspiram um melhor trabalho em equipe ou uma vontade de cuidar um do outro.

A revisão das regras de segurança não inspira melhor qualidade e melhora o envolvimento. Os dados simplesmente informam seu pessoal.

O que você quer que eles façam com as informações?

Peça-lhes para fazer algo diferente. Isso é marketing. Desenvolva uma frase de chamariz para as informações. Isso é marketing.

As grandes culturas de segurança que eu conheço estão focadas em fazer com que cada membro da equipe ajude os outros membros da equipe a vencer.

Como você está pedindo ao seu pessoal para ajudar os colegas de equipe a trabalhar melhor e obter melhores resultados? Isso é marketing!

 Você está definindo novos padrões de como sua equipe trabalhará em conjunto? Isso é marketing!

Você está pedindo à sua equipe que aceite a visão e a missão de segurança e qualidade? Isso é marketing.

Você está demonstrando entusiasmo e cuidando da sua equipe e colaboradores? Isso também é marketing.

Qual é a ideia, plano ou visão que você está vendendo? O que você quer que eles façam que não estão fazendo agora? Isso é marketing.

Crie uma Cultura de Segurança muito mais envolvente e inspiradora para o funcionário.

O marketing de segurança claro e focado faz com que as pessoas queiram fazer parte de algo especial.

 

 

 

 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema

 

 

 


 





 

AVALIAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO – ERGONOMIA

 



O que é Ergonomia?

A International Ergonomics Association (IEA) explica que a ergonomia é uma disciplina que estuda a relação entre o ser humano e o ambiente de trabalho (sistema) e outros elementos da profissão. É uma ciência que busca aplicar teorias, princípios, dados e métodos para otimizar o bem-estar humano e melhorar o desenvolvimento de todo o sistema de trabalho. No ambiente de trabalho, está relacionado à saúde e ao bem-estar dos trabalhadores no desempenho das atividades laborais, bem como ao funcionamento normal de todos os equipamentos envolvidos no sistema de trabalho.

 

O que é Posto de Trabalho?

É um local ou espaço físico onde os trabalhadores realizam as atividades laborais e se integram ao ambiente de trabalho. Por sua vez, o ambiente de trabalho pode ser investigado de diferentes ângulos. 

 



O ponto mais importante é a análise da segurança e saúde no trabalho, preocupando-se com o bem-estar do trabalhador, capacitando-o para a realização de atividades com base nas condições básicas de saúde. 

O local de trabalho é analisado sob vários aspectos, como condições das instalações, status dos móveis e equipamentos institucionais. 

Na unidade do Ministério da Saúde de Brasília, a análise foi realizada pela Secretaria de Saúde do Servidor (Diass), responsável pelas operações de monitoramento de saúde e segurança no trabalho da Coordenação de Saúde do Servidor (Coass).

 

Mobiliário Ergonômico

A NR17, nos itens 17.3, 17.4 e 17.5, trata sobre o mobiliário ergonomicamente adequado para os ambientes de trabalho, dos equipamentos às condições ambientais nas quais devem ser cumpridas as tarefas laborais do trabalhador.

Em seu artigo 17.3.1, a Norma também estabelece os critérios a serem seguidos para o desenvolvimento do trabalho na posição sentada. O mobiliário deve possuir regulagens para que o próprio trabalhador possa adaptá-los às suas características antropométricas, como altura, peso etc.

 

Temperatura 

De acordo com a ISO 9241, a temperatura do ambiente de trabalho deve ser controlada entre 20ºC e 23ºC. 

 

Iluminação 

A iluminação natural ou artificial, geral ou complementar adequada às atividades deve ser uniformemente distribuída e difusa, o projeto e a instalação podem evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contraste excessivo. O nível de iluminação deve ser 500- -750-1.000 lux, adequado para tarefas com requisitos de visão normal, máquinas de médio porte e trabalhos de escritório, conforme especificado na NBR Inmetro 5413.

 

Nível de ruído

De acordo com a NR MTE 17 e NBR Inmetro 10152, o nível de ruído aceitável deve ser de até 65 dB (A) para conforto. O nível de ruído acima desta frequência deve ser reavaliado.

 

Avaliação do Posto de Trabalho

Avaliação de emprego A avaliação ergonômica do posto de trabalho é realizada pela Secretaria de Saúde do Servidor (Diass / Coass / Cogep). Aqui estão algumas dicas sobre como ajustar você:

 

1) Sente-se direito. Traga os quadris para trás o mais próximo possível das costas da cadeira.

 


 

2) Ajuste a altura da cadeira em relação à mesa. Levante ou abaixe o assento para dobrar o cotovelo em 90 °.

 



3) Avalie o ângulo de seu cotovelo em relação à estação de trabalho. Sente-se bem próximo à mesa, com os braços confortavelmente paralelos à coluna. Coloque as mãos e antebraços na superfície da mesa ou no teclado do computador em que está trabalhando. Eles devem estar em um ângulo de 90 graus. Não estique os braços para a frente nem dobre os cotovelos para trás ao digitar.

 



4) Posicione o mouse próximo ao teclado. Mantenha-o em uma posição que permita alternar entre o teclado e o mouse com a menor amplitude de movimento possível, para que você possa fazer o mínimo esforço. Se houver um teclado alfanumérico do lado direito do teclado, você pode preferir usar o mouse do lado esquerdo; isso se concentrará nas partes mais usadas do teclado. Você também pode alternar entre usar o mouse com as mãos direita e esquerda para diluir os efeitos do uso repetido.

 



5) Escabelo. Como a altura da maioria das mesas é fixa, você precisa ajustar a altura da cadeira para colocar os braços e as mãos na mesa corretamente. De acordo com a medição de cada trabalhador, após o ajuste, é necessário o uso de dois apoios para os pés para manter a parte inferior das coxas encostada na borda do assento sem pressão. Os joelhos devem ficar alinhados com os quadris.

 

6) Ajuste a inclinação e altura do encosto. Caso a cadeira não possua sistema de ajuste, pode-se usar uma almofada de encosto para ajustar a adaptabilidade do encosto para maior conforto.

 


 

7) Ajuste a tela / tela. Ajuste a distância dos olhos à tela. Ao usar duas telas, tente não deixar espaço entre elas. A tela principal deve estar na sua frente e as duas telas devem ser preferencialmente do mesmo modelo. Normalmente, mantenha a tela um braço afastado da cabeça. Para o uso de óculos / correção de visão, o conforto visual precisa ser ajustado de forma adequada. 

 

8) Ajuste o brilho e o contraste do display. Ao trabalhar em frente à tela do computador por um longo período, ajuste as opções de brilho e contraste até encontrar uma configuração que deixe seus olhos mais confortáveis ao olhar para a tela. Reduza o brilho na tela fechando as cortinas.

 

9) Ajustes em geral. Arranje a disposição dos itens que você utiliza durante o trabalho próximos a você. Posicione o telefone, os itens de escrita, os livros e outros materiais frequentemente usados a uma pequena distância para que sejam alcançados enquanto assentado. Você não deve precisar se alongar para alcançar esses itens. Indicamos que evite o excesso de objetos na área de trabalho para facilitar as atividades, a mobilidade e a higiene do ambiente.

Não espere até ter problemas antes de fazer esses ajustes ergonômicos. Pode ser muito mais difícil recuperar-se de uma lesão do que a prevenir.

 

Riscos Ergonômicos

O risco ergonômico refere-se a quaisquer fatores que possam interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador, causar desconforto ou afetar sua saúde. Exemplos de riscos ergonômicos incluem levantamento de peso, trabalho muito rápido, monótono, repetitivo e postura inadequada. Ajustar associações importantes de forma ergonômica, colocar cada trabalhador em uma posição de trabalho adequada às suas condições físicas e mentais, reduzir o cansaço e fornecer-lhes ferramentas para realizar tarefas da maneira mais fácil, pois o risco de acidentes de trabalho é maior

 

Fortalecimento Muscular

Nos últimos anos, as pessoas entenderam mal a verdadeira importância da implementação de programas de fortalecimento muscular. A cultura atual de busca de padrões de beleza associa apenas o reforço aos benefícios estéticos do esporte. No entanto, essas atividades podem produzir benefícios mais significativos, como o fortalecimento muscular. Por exemplo, os músculos fornecem estabilidade para o funcionamento normal de nossas articulações. Essas estruturas são feitas para realizar movimento por toda a vida. Se a articulação não estiver estável, isto é, se não houver contração muscular necessária – a abrasão da estrutura envolvida será muito maior.

Além disso, o processo natural de envelhecimento envolve um declínio gradual da força muscular, especialmente após os 30 anos de idade. Portanto, a estabilidade da junta diminuirá gradualmente e o desgaste aumentará com o tempo. Esse fato é propício ao aparecimento de diversas patologias, como osteocondrose patelar, degeneração do disco intervertebral, artropatia, bursite, tendinite e assim por diante. Portanto, a fraqueza muscular é um dos principais fatores para muitas dores nas articulações e alterações patológicas. Outro benefício significativo é a melhoria de nossas capacidades funcionais. Quanto maior nossa força muscular, melhor nossa capacidade de carregar peso, caminhar, correr, subir escadas, fazer exercícios e participar de atividades recreativas.

Nesse sentido, pesquisas científicas têm mostrado que a prática da ginástica laboral tem reduzido bastante o índice de absenteísmo de algumas instituições. Esses exercícios são realizados 2 a 3 vezes por semana, com duração média de 15 minutos, e podem incluir Exercícios de alongamento, massagem, relaxamento e / ou fortalecimento muscular. Conforme mencionado acima, a postura sentada de longo prazo associada às atividades de digitação pode causar fadiga muscular no pescoço, ombros, cotovelos, punhos e mãos, bem como fadiga muscular na região inferior da coluna, o que geralmente afeta a exposição dos trabalhadores à ergonomia riscos.

Os exercícios de “trabalho” podem restaurar esses músculos e prevenir a sobrecarga e os danos musculoesqueléticos subsequentes. No entanto, não pode substituir outras atividades, como musculação ou esportes. Como o nome sugere, esse tipo de ginástica precisa ser realizado em ambiente de trabalho, permitindo que os trabalhadores se preparem para as atividades laborais ou se recuperem durante ou no final da jornada de trabalho. Além disso, auxilia na prevenção de Lesões por Esforços Repetitivos (LER), Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), melhora a qualidade de vida dos trabalhadores e promove temperamento e bem-estar.

 

Veja o exercício abaixo:

 



 



Fonte: Ministério da Saúde: Cartilha de Ergonomia – Aspectos relacionados ao posto de trabalho

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema


    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE MATRIZ DE RISCO E INVENTÁRIO DE RISCO       A matriz de risco e o inventário de risco causam muita...