terça-feira, 2 de julho de 2024

 




 

NÃO DEIXE A PRESSA COMPROMETER A SEGURANÇA

 

A Pressa faz parte da vida moderna, e o torna uma verdadeira correria. É trabalho, filhos, casa e muitas outras tarefas que nos fazem sentir a falta de tempo constantemente.

É um ritmo de vida frenético e que pode ser muito prejudicial se não for bem administrado.

A sensação de estar sempre atrasado é muito comum, mas é preciso cuidado, pois a pressa é um dos principais fatores que levam a acidentes e incidentes, tanto no trabalho quanto no trânsito ou até mesmo em casa.

É importante entender que a pressa não é uma solução e pode ser uma grande causa de problemas.

Neste artigo, abordaremos os problemas que podem ser causados pela pressa, assim como algumas estratégias que podem ajudar a reduzir a pressa e melhorar a qualidade de vida.

Continue lendo e não perca a oportunidade de aprender como a pressa pode afetar sua vida e como preveni-la pode lhe trazer mais qualidade e bem-estar.

 

Diferenças entre a Pressa e a Prevenção

 



A pressa e a prevenção são duas atitudes opostas que podem influenciar significativamente nossas vidas.

Enquanto a pressa pode causar estresse, ansiedade e danos à saúde, a prevenção pode proporcionar paz de espírito, bem-estar e um estilo de vida mais saudável.

A pressa muitas vezes leva a decisões precipitadas, erros e acidentes. Por outro lado, a prevenção envolve uma abordagem cuidadosa e deliberada para lidar com os desafios e riscos da vida.

Ao invés de tomar decisões impulsivas, a prevenção nos encoraja a pesar as opções, analisar as possíveis consequências e tomar medidas cuidadosas e conscientes.

Enquanto a pressa pode levar a procrastinação, a prevenção nos incentiva a agir com antecedência.

Em vez de esperar até que um problema se torne grande demais para ser resolvido, a prevenção nos encoraja a tomar medidas preventivas antes que as coisas saiam do controle.

Isso pode incluir a criação de um plano de ação, estabelecendo metas realistas e desenvolvendo hábitos saudáveis para evitar problemas futuros.

A pressa muitas vezes leva a um estilo de vida caótico, onde o tempo é escasso e o estresse é constante.

Por outro lado, a prevenção nos permite desacelerar, concentrar em nossas prioridades e aproveitar melhor o nosso tempo.

Com uma abordagem preventiva, podemos ser mais eficientes, produtivos e ainda ter tempo para relaxar e desfrutar da vida.

Enquanto ter pressa muitas vezes leva a uma falta de comunicação e conexão com os outros, a prevenção nos encoraja a estabelecer relacionamentos saudáveis e significativos.

Em vez de correr de uma tarefa para outra, a prevenção nos incentiva a dedicar tempo e esforço para construir relações pessoais e profissionais mais fortes.

Isso pode incluir a comunicação aberta e honesta, o estabelecimento de limites saudáveis e a demonstração de empatia e compaixão.

Em última análise, a pressa e a prevenção são duas maneiras diferentes de abordar a vida.

Enquanto a pressa pode trazer resultados imediatos, muitas vezes vem com um custo emocional e físico e até financeiro.

Por outro lado, a prevenção nos permite enfrentar os desafios da vida de forma mais cuidadosa, deliberada e sustentável, proporcionando-nos uma vida mais feliz e saudável a longo prazo.

 

Os Perigos da Pressa

 



Acidentes de trânsito: A pressa é um dos principais fatores que levam a acidentes de trânsito, pois o motorista acaba desrespeitando regras de trânsito e dirigindo de forma imprudente para chegar mais rápido ao seu destino. Além disso, a pressa também aumenta a probabilidade de distração ao volante, diminuindo a capacidade de reação em situações de risco.

Acidentes de trabalho: A pressa no ambiente de trabalho pode levar a acidentes graves, como quedas, cortes, queimaduras, entre outros. Quando se está com pressa, é comum não prestar atenção aos detalhes e não tomar as medidas necessárias para evitar acidentes.

Problemas de saúde: O estresse causado pela pressa pode desencadear uma série de problemas de saúde, como hipertensão, problemas cardíacos, ansiedade, depressão, entre outros. Além disso, a falta de tempo para se alimentar corretamente e fazer exercícios pode comprometer a saúde física e mental.

Relacionamentos interpessoais: A pressa também pode prejudicar os relacionamentos interpessoais, pois muitas vezes as pessoas são ríspidas e impacientes com as outras por causa da falta de tempo. Isso pode levar a conflitos, brigas e até mesmo o rompimento de amizades e relacionamentos.

Baixa produtividade: Quando se está com pressa, é comum que as tarefas sejam feitas de forma apressada e sem atenção aos detalhes, o que pode levar a erros e retrabalho. Além disso, a pressa pode levar à procrastinação, pois muitas vezes as pessoas deixam de fazer o que é importante para fazer o que é urgente.

Falta de qualidade: A pressa também pode comprometer a qualidade do trabalho, dos produtos e dos serviços. Quando se está com pressa, é comum que a atenção aos detalhes seja menor e que os processos sejam feitos de forma apressada, comprometendo a qualidade final.

Estresse: A pressa é um dos principais fatores que levam ao estresse, pois as pessoas se sentem sobrecarregadas e pressionadas pelo tempo o tempo todo. O estresse pode levar a problemas de saúde física e mental, além de comprometer a qualidade de vida das pessoas.

Perda de oportunidades: A pressa também pode levar à perda de oportunidades, pois muitas vezes as pessoas não conseguem aproveitar as oportunidades que surgem por causa da falta de tempo. Além disso, a pressa pode levar a decisões impulsivas e mal pensadas, que podem prejudicar a carreira e os negócios.

 

Dicas Para Prevenir a Pressa

 



Organização: A organização é fundamental para prevenir a pressa. Ter um planejamento diário ou semanal, com horários definidos para cada tarefa, ajuda a evitar a sensação de estar sempre correndo atrás do tempo. Isso também ajuda a identificar as tarefas que são realmente importantes e priorizá-las.

Antecedência: Deixar as coisas para a última hora é um dos maiores fatores que contribuem para a pressa. Por isso, é importante antecipar as tarefas e compromissos. Assim, é possível fazer tudo com calma e evitar a correria de última hora.

Estabeleça limites: Estabelecer limites é fundamental para prevenir a pressa. É preciso aprender a dizer “não” quando necessário, e definir um tempo para cada tarefa. Isso ajuda a manter o foco e evita a sobrecarga de trabalho.

Pratique a meditação: A meditação é uma excelente técnica para combater a pressa. Ela ajuda a acalmar a mente e reduzir o estresse, tornando mais fácil lidar com as tarefas diárias com tranquilidade.

Reduza as distrações: As distrações são uma das maiores inimigas da produtividade. Para prevenir a pressa, é importante reduzir as distrações, seja desligando o celular durante o trabalho ou evitando redes sociais durante as horas de trabalho.

Planeje suas atividades com antecedência: Planejar as atividades do dia seguinte ou da semana é uma ótima forma de prevenir a pressa. Isso ajuda a identificar as tarefas mais importantes e definir um tempo para cada uma delas, evitando a sensação de sobrecarga.

Mantenha o foco: Manter o foco é fundamental para prevenir a pressa. Quando estamos focados em uma tarefa, é mais fácil fazer tudo com calma e evitar a correria. Para isso, é importante eliminar distrações e criar um ambiente propício para a concentração.

Aprenda a delegar tarefas: Delegar tarefas é fundamental para prevenir a pressa. Muitas vezes, tentamos fazer tudo sozinhos, o que pode ser muito estressante e gerar uma sensação de sobrecarga. Aprender a delegar tarefas pode ajudar a manter o equilíbrio e evitar a correria.

 

Conclusão

A pressa é uma realidade na vida moderna, mas é possível evitar seus efeitos negativos adotando algumas mudanças de comportamento.

É importante aprender a planejar e organizar o tempo, estabelecer prioridades, adotar hábitos saudáveis, delegar tarefas e ter paciência e flexibilidade.

Com essas ações, é possível reduzir a pressa no dia a dia e ter uma vida mais tranquila e equilibrada.

 

 



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segunda-feira, 1 de julho de 2024

 





 

ANCORAGEM INDUSTRIAL – ENTENDA COMO FUNCIONA ESSE SISTEMA

 

 


 

A ancoragem industrial é utilizada no trabalho em altura para assegurar que o trabalhador esteja seguro em caso de algum deslize que o leve à queda. É imprescindível este assunto, uma vez que esta atividade seja a maior causadora de acidentes de trabalho no Brasil.

Segundo o Ministério do Trabalho, 40% dos casos registrados envolvem queda de profissionais de alturas consideráveis. Número que poderia muito bem ser reduzido com as medidas de controle de risco adequadas. 

O trabalho em altura é regulamentado pela NR 35, que estabelece todas as medidas necessárias para a segurança dos trabalhadores. Entre elas, a utilização de EPIs e sistemas de segurança muito específicos, como a ancoragem industrial.

Isso indica a obrigatoriedade de aplicar estes métodos, a fim de diminuir a incidência dos acidentes. É claro que o risco não pode ser eliminado, já que existem atividades inevitáveis a serem realizadas em alturas. No entanto, é possível amenizá-lo. 

No artigo de hoje, você vai saber mais sobre a segurança do trabalho que envolve a ancoragem industrial e o trabalho em altura. Tenha uma boa leitura!

 

Trabalho em Altura e a NR 35 

Qualquer atividade realizada acima de 2,00 m do nível inferior será considerada trabalho em altura se houver risco de queda. Isso significa que empresas que ofereçam essas condições deverão cumprir rigorosamente a NR 35 – Trabalho em Altura. 

Segundo a NR, é dever do empregador garantir a segurança do trabalho. Especialmente na conscientização sobre prevenção de acidentes e fornecimento de EPI e EPC necessários. Além disso, os empregadores também são responsáveis ​​por promover programas de treinamento para os funcionários que trabalham em altura. 

Esta formação é essencial para todas as empresas que realizam este tipo de atividade. Para ser considerado um trabalhador elegível para realizar tarefas de trabalho em altura, ele deve passar por um treinamento teórico e prático de, no mínimo, 8 horas. Sem essa aprovação adequada, os funcionários não poderão se envolver em tais atividades.

 

O conteúdo do treinamento também é especificado pela NR 35, e envolve: 

·       Normas e regulamentos aplicáveis ​​ao trabalho em altura; 

·       Análise das condições de risco e impedimento; 

·       Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;

·       Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva; 

·       EPI para trabalho em altura: seleção, inspeção, armazenamento e restrições de uso;

·       Acidentes típicos de trabalho em altura; 

·       Comportamento em situações de emergência, incluindo técnicas de resgate e conceitos de primeiros socorros. 

 

Além disso, o treinamento regular deve ser realizado a cada dois anos e quando ocorrer qualquer um dos seguintes: 

·       Alterações nos procedimentos de trabalho, condições ou operações; 

·       Eventos que indiquem a necessidade de novos treinamentos; 

·       Absentismo superior a noventa dias; 

·       Mudanças na empresa.

 

Até aí tudo bem. Mas agora você deve estar se perguntando: onde entra a Ancoragem Industrial? É o que veremos a seguir.

 

Ancoragem Industrial: o que é e como funciona?

Ao trabalhar em altura, os riscos envolvidos são altos e cuidados especiais são necessários para evitar acidentes. Neste sentido, o sistema de proteção e segurança mais importante a implementar é a Ancoragem Industrial.  

A Ancoragem Industrial é um conjunto de componentes de um sistema de proteção individual anti queda (SPIQ), conforme especificado na Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35).

 

Na verdade, um sistema de travamento de queda tem 4 elementos: 

·       A própria Ancoragem (viga de concreto ou metal); 

·       Dispositivos de Ancoragem (anel e âncora); 

·       Linhas de Vida (cabo e fita); 

·       Itens para Conexão (cortadores, travaquedas e cintas). 

 

Portanto, o objetivo do sistema de ancoragem é suportar as forças exercidas durante uma queda, mantendo assim o corpo do trabalhador seguro e longe do chão. Como tal, é parte integrante da prática de atividades exigidas para o trabalho em altura.

 

Em que profissões se utiliza a ancoragem industrial? 

Por se tratar de um mecanismo para o trabalho em altura, a ancoragem industrial deve ser utilizada sempre que houver necessidade deste tipo de atividade. Ou seja, havendo trabalho em altura, deverá haver a ancoragem industrial.

 

Sendo assim, este tipo de sistema ocorre geralmente nas seguintes profissões:

Lavagem e manutenção de telhados;

·       Pinturas de fachadas;

·       Limpeza externa de prédios;

·       Manutenções elétricas

·       Manutenção de máquinas e equipamentos;

·       Etc. 

 

Todas essas atividades envolvem diversos tipos de risco. Entre eles, o risco de queda, proveniente do trabalho em altura. Mas é válido ressaltar que cada um dos riscos é importantes de serem levados em consideração. 

Para tal, é necessária a realização do Programa de Gerenciamento de Riscos, regulamentado pela nova NR 1. O PGR, como é chamado, é o programa que veio em substituição ao antigo PPRA e, portanto, possui o objetivo de inspecionar o ambiente e atividades profissionais a fim de identificar os riscos.

Quando identificados, serão desenvolvidas as Medidas de Controle de Riscos, que poderão ser aplicadas tanto no próprio risco, como no ambiente e no receptor do risco. Essa terceira via é onde se encaixam os Equipamentos de Proteção Individual.

Vamos ver abaixo um pouco mais sobre os EPIs necessários no trabalho em altura e, assim, na ancoragem industrial.

 

EPI’s utilizados na Ancoragem Industrial 

A definição final dos EPIs que serão utilizados só poderá ser feita após a conclusão do PGR. Isso porque os riscos do ambiente de trabalho variam de atividade para atividade, e por isso é necessário averiguar com cautela para identificar cada um deles.

Por este motivo, a listagem de EPIs necessários irá variar de acordo com a situação. No entanto, é bem possível elencarmos uma relação de equipamentos que se repete em boa parte das atividades que envolvem a ancoragem industrial. S

 

São eles:

·       Capacete de Segurança;

·       Luvas de Segurança;

·       Cinto de Segurança;

·       Botinas;

·       Entre outros equipamentos variáveis.

 

Agora você pode estar se perguntando: mas e as cordas? E as linhas de vida? Talabartes, trava quedas, extensores, freios… bem, estes itens são igualmente importantes e obrigatórios. No entanto, não são considerados EPI’s. 

Veja abaixo alguns destes demais itens necessários para a ancoragem industrial que não são considerados EPI’s:

 

Linhas de Vida 

A Linha de Vida é considerada um Equipamento de Proteção Coletiva (EPC), já que é capaz de oferecer proteção a mais de um colaborador. Nesse sentido, podemos dizer que existem vários tipos, como horizontais e verticais e fixas ou temporárias. 

A escolha depende do tempo que suporta, do peso e do tipo de serviço a ser realizado. Linhas de vida horizontais temporárias, por exemplo, são presas à estrutura e fornecem proteção contra riscos ao trabalhar em altura. 

São dispositivos de ancoragem feitos de fita de poliéster, equipados com dispositivos que permitem ajustar o comprimento e tensionar a fita. Termina com um mosquetão de aço autotravante, utilizado para garantir a mobilidade e conforto do usuário, permitindo que ele se movimente sem parar o trabalho. 

Já a Linha de Vida em escada marinheiro é um sistema de proteção contra quedas para linhas de vida verticais, para facilitar a subida e descida dos trabalhadores. O kit inclui suporte de montagem, cabo de aço, clipe de luz, sapata de luz e batente de cabo. Este conjunto de dispositivos de ancoragem orienta o usuário com segurança.

 

Absorvedor de Energia

O absorvedor de energia, como o próprio nome já diz, é um dispositivo de ancoragem anti-queda com efeito amortecedor. Alivia o estresse na âncora da linha de vida caso o usuário caia. 

É usado como parte de um sistema de proteção contra quedas (linha de vida horizontal fixa) com um cabo de aço de 8 mm, limitando a força de impacto no usuário a um máximo de 7 KN. De acordo com a NR35, absorvedores de energia são obrigatórios quando houver possibilidade de queda. 

 

Fecho Mosquetão 

Um conector ou mosquetão é um dispositivo de ancoragem industrial usado para conectar o sistema de proteção contra quedas. Estes são os tipos de links onde o terminal é fixado com um cabo para movimentação. 

 

Descensor

O descensor é muito utilizado no Espaço Confinado, por exemplo. Possui freio anti pânico com ajuste de velocidade para fácil acesso com uma simples corda. Foram criados para minimizar o risco e fornecer precauções ao trabalhar em altura contra o perigo de queda.

 

Freios

Os freios são dispositivos de ancoragem para descida de corda simples ou dupla. Utilizado como componente também em sistemas de rapel. O dispositivo pode ser usado como sistema de acesso e resgate em espaço confinado, sistema de travamento de queda e etc.. 

 

Polia

Polias ajudam a reduzir o esforço para movimentar cargas pesadas. Eles são projetados para mudar a direção da força, reduzindo a tração. Quando usado com corda ou cabo de aço, dispositivos de travamento de queda ou como parte de um sistema de travamento de queda, essas âncoras podem ser usadas para pendurar em alturas, resgate em espaço confinado e redução de força.

Dois dos principais tipos são a polia simples com 1 ponto de ancoragem e a polia dupla.

 

Procurando EPI’s, EPC’s ou demais itens de proteção?

Chegou ao lugar certo! Aqui na Prometal EPIs você garante opções completas, das melhores marcas do mercado e o melhor custo benefício. Entre em contato!

 

 


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QUAL É A MELHOR LUVA PARA PEDREIRO?

 

 


 

Tem dúvidas sobre qual a melhor luva para pedreiro e quais os riscos dessa profissão? Então você vai gostar do artigo de hoje.

No Brasil, a importância do uso adequado de EPI para os pedreiros vai muito além da segurança do trabalhador e da empresa. Isso é uma questão de consciência social. O setor da construção civil emprega atualmente 8,58% da população ocupada do país. 

É responsável por mais de 6% do produto interno bruto devido à criação de um grande número de empregos e, portanto, é de grande importância para o desenvolvimento social e econômico do país. Estes números tendem a aumentar nos próximos anos e, consequentemente, o número de acidentes de trabalho também. 

De acordo com o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou 705.239 acidentes em 2012, dos quais 62.874 ocorreram no setor que, já foi, inclusive, campeão de acidentes profissionais. Hoje, ocupa o quarto lugar sendo os mais comuns: quedas, acidentes com aterramento elétrico e acidentes com elevadores de obras.

Bem, neste artigo, falaremos sobre qual a melhor luva para pedreiro e os demais itens você deve ficar atento para não errar na hora da compra. Aproveite!

 

Trabalho na Construção Civil

O Departamento do Trabalho estabeleceu diretrizes e requisitos mínimos para manter os trabalhadores saudáveis ​​e fisicamente aptos. Para a construção civil, estão definidos na NR 18 – Condições e meio ambiente de trabalho na construção civil.

A NR 18 é a NR responsável por estabelecer medidas de segurança e proteção para os funcionários do departamento. Por isso, é projetado para implementar medidas de controle e sistemas de segurança preventiva.

 

De acordo com o item 18.1.2, entende-se por atividades de construção civil:

18.1.2. Consideram-se atividades da Indústria da Construção as constantes do Quadro I, Código da Atividade Específica, da NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e as atividades e serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral, de qualquer número de pavimentos ou tipo de construção, inclusive manutenção de obras de urbanização e paisagismo.

Como você pode ver, o trabalho do pedreiro também se encaixa na descrição acima, fazendo que a empresa ou responsável por contratar este serviço leve em consideração a NR 18. 

 

Riscos da profissão

Como uma das principais causas de acidentes de trabalho no Brasil, a construção civil merece toda atenção e atenção. Existem muitos tipos de riscos nos canteiros de obras, portanto, pouca atenção é dada a eles.

Surpreendentemente, a maioria dessas ocorrências infelizes se deve à falta de atenção, falta de treinamento adequado ou falha no uso de EPI e EPC Por isso, a fiscalização do empregador também é um importante aliada para uma produção segura.

Por isso, lidar com os riscos mais comuns na construção civil é um dos temas mais comentados em nosso mercado.

 

Dentre eles, podemos citar:

·       queda em piso irregular;

·       choque elétrico e descarga;

·       movimentação de máquinas e equipamentos sem proteção;

·       esmagamento e danos causados ​​pela queda de material;

·       cortes e perfurações;

·       problemas respiratórios e alergias;

·       problemas de audição;

·       contato com animais peçonhentos;

·       entre outros.

 

É para contornar esses riscos que EPIs como a Luva para Pedreiro são tão importantes. Vamos ver abaixo quais são estes equipamentos. 

 

EPI’s para Pedreiro

Como vimos anteriormente, o uso adequado dos EPIs de pedreiro é fundamental para evitar acidentes e, mesmo assim, a atenção à qualidade dos equipamentos é fundamental.

Compre apenas de empresas que oferecem serviços profissionais, são próximas e transparentes e oferecem apenas os melhores produtos com base em seus interesses. Para isso, conte sempre com os equipamentos da Prometal EPI’s.

 

Vamos dar uma olhada na lista principal de EPI para pedreiros? Veja abaixo:

Capacete de Segurança: o capacete de segurança com a aba frontal é provavelmente o elemento mais importante, pois sua finalidade é proteger a cabeça do trabalhador contra impactos e choques elétricos.

Óculos de segurança: Os óculos de segurança (lentes transparentes) são projetados para proteger os olhos de choques mecânicos, objetos voadores e raios UV.

Protetores auriculares: Os protetores auditivos plug-in (tampões) são usados ​​para proteger os ouvidos da atividade e do ruído excessivo. A exposição ao ruído pode levar a uma variedade de doenças, incluindo: estresse, insônia, pressão alta e até surdez e impotência.

Respiradores purificadores de ar: Fornecer proteção respiratória em atividades e locais que contenham poeira, vapor ou fumaça. As principais doenças respiratórias que acometem os trabalhadores da construção civil são: silicose, alergias, rinite, asma ocupacional e pneumonite de hipersensibilidade.

Luvas de Segurança: Além de garantir melhor aderência aos equipamentos, as luvas de segurança também protegem as mãos do trabalhador contra diversos riscos. Existem vários tipos de luvas de proteção disponíveis neste campo, tais como: luvas de nitrilo, luvas de látex natural, luvas de malha de palma vulcanizada, luvas de PVC e a luva pigmentada.

Botinas de segurança: Oferece proteção para os pés e tornozelos do trabalhador contra torção, atrito, escorregamento, queda de objetos e etc.

 

Qual a melhor Luva para Pedreiro?

Como o pedreiro é um profissional que pode realizar inúmeras atividades diferentes, pode ser que haja diferentes necessidades de luvas em sua rotina. No entanto, se precisarmos elencar a luva mais utilizada na profissão, então seria a Luva de Látex.

Este é um modelo que proporciona uma abrangência muito interessante para essa profissão, visto que estes trabalhadores lidam bastante com argamassa/cimento molhado e, essencialmente, é o pedreiro que lida com os ”acabamentos” na obra.

São feitas de borracha natural, por isso são muito maleáveis ​​e confortáveis ​​para os trabalhadores que os utilizam. Além de serem acessíveis, oferecem grande segurança nas mais diversas áreas. 

As Luvas de Látex Natural, por outro lado, não são tão resistentes como as luvas de nitrilo e vinil. No entanto, oferecem melhor habilidade tátil e, por este motivo são consideradas a melhor luva para pedreiro, já que o mesmo necessita de boa maleabilidade.

Infelizmente, algumas pessoas acabam desenvolvendo uma reação alérgica às luvas de látex, causando uma hipersensibilidade. Por esse motivo, é importante sempre lembrar de perguntar aos trabalhadores sobre os riscos de alergia para evitá-los.

 

As luvas de látex são reutilizáveis ​​e possuem algumas variáveis ​​como opções de forro:

Algodão: Ótimo para absorver o suor, mantendo as mãos secas durante o trabalho e proporcionando conforto; 

Verniz prateado: ideal para trabalhadores alérgicos à borracha natural por ser um material hipoalergênico; 

Sem revestimento: As luvas de látex sem revestimento são ótimas para higiene porque são fáceis de lavar e secam rapidamente.

 

São vendidas em pares ou individualmente, de forma ambidestro. São usadas ​​principalmente para aquelas habilidades que exigem sensibilidade tátil moderada e proteção contra produtos químicos e/ou mecânicos. 

Você também pode encontrar luvas de látex em cores diferentes, que podem ser usadas para distinguir departamentos dentro de uma empresa, como para distinguir turnos de trabalho.

 

Como escolher os EPI’s para Pedreiro?

A escolha tanto da melhor luva para pedreiro quanto do restante dos equipamentos irá depender de uma análise de riscos do ambiente de trabalho. Essa análise deverá ser feita através do PGR – o Programa de Gerenciamento de Riscos.

Esse processo deve ser feito por meio de uma visita ao local de trabalho para entender melhor como se dá cada atividade a ser realizada, para identificar riscos que possam surpreender os trabalhadores. 

Por meio desse procedimento, será possível identificar, avaliar e analisar todos os fatores ambientais encontrados. Incluindo o tempo de exposição e a intensidade de cada risco. Após este processo, será possível desenvolver medidas de controle de riscos.

Dentre essas medidas estará a utilização de EPI’s que corresponderão aos riscos elencados. Ou seja, para definir os equipamentos necessários, é fundamental (e obrigatório) levar em consideração os riscos do ambiente.

 

 

 

 

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sexta-feira, 28 de junho de 2024

 





 

BOTINAS PARA ELETRICISTA: CONHEÇA OS MODELOS, CA E COMO ESCOLHER A IDEAL!

 

 


 

As botinas para eletricista são de extrema importância para o cuidado com a segurança do profissional, visando evitar acidentes em relação ao choque elétrico, entre outros.

São fundamentais para proteger os pés em casos de acidentes, proporcionando isolamento para que o eletricista não sofra uma descarga elétrica.

No entanto, botinas para eletricista devem seguir algumas especificações importantes, para que possam ser eficientes na proteção do profissional.

Cada profissional demanda um tipo de EPI e é muito importante que o comprador saiba todas as normas para escolher o modelo ideal.

As botinas são de extrema importância para a segurança em caso de descarga elétrica e nós iremos explicar mais detalhes sobre isso a seguir!

 

Modelos de botinas para eletricista

Existem diferentes modelos de botinas para eletricista disponíveis no mercado, cada modelo visa oferecer a segurança necessária para um cenário de trabalho específico.

O modelo mais apropriado para a rotina de um eletricista é a utilização de um calçado que seja especial para o uso contra o risco elétrico. Pode ser botina, tênis, coturnos e até mesmo sapatos de segurança. 

O calçado precisa ser resistente a objetos perfurocortantes, temperaturas elevadas, presença de produtos químicos e agentes abrasivos.

Além de ser um material que seja capaz de isolar o pé do profissional em casos de choques elétricos, possibilitando também um solado antiderrapante. Uma vez que, essa característica protegerá o profissional de quedas em caso de piso molhado ou etc.

Escolher a botina de seu profissional considerando as necessidades de quem atua como eletricista, faz toda a diferença para que o conforto possibilite o uso do EPI.

Além disso, garante que a sua equipe esteja sempre resguardada e possa ter o melhor desempenho de acordo com as demandas existentes. Por isso, elencamos várias dicas práticas para a sua compra de botinas para eletricista.

 

O que é Certificado de Aprovação - CA?

O Certificado de Aprovação é uma segurança para o calçado e para o comprador, comprovando que ele é apropriado para o uso do eletricista.

O ideal é que o profissional responsável pela compra de equipamento de segurança e botinas para eletricista conheça as normas e possa efetuar a compra de um EPI mais adequado para a função que o profissional em questão desempenha.

Tendo em vista que, as normas mais recentes visam justamente ajustes necessários para que seja possível oferecer a máxima segurança para o profissional.

Atualmente, a norma válida é a ABNT NBR 16.603:2017, portanto, os calçados que foram submetidos à avaliação da norma e obtiveram a aprovação do CA, podem ser comprados. Uma vez que, são calçados com a máxima eficiência de acordo com as novas regras vigentes para esse tipo de EPI.

A verdade é que a botina para eletricista até pode ser utilizada com CA vencido, mas não poderá ser comercializada. Isso porque essa certificação é para assegurar que o produto recebeu todos os testes para comprovar sua eficiência e por isso pode ir para o mercado.

Portanto, vale a pena consultar o CA no momento da compra para evitar esse tipo de equívoco, com o objetivo de resguardar a todos em sua equipe. Evitando, assim, que existam danos que poderiam ter sido evitados na rotina de trabalho se o profissional estivesse bem protegido.

Aqui na Prometal EPI’s, todos os EPI’s que você encontra possuem Certificado de Aprovação dentro do prazo de validade. 

 

Especificações técnicas para guiar a compra de botinas para eletricista

É interessante conhecer algumas especificações técnicas para identificar qual é o modelo mais apropriado para sua equipe de eletricistas trabalhar diariamente.

Dessa forma, possibilita a aquisição de botinas adequadas, gerando conforto e total segurança para que seus profissionais possam trabalhar diariamente.

1. Composição

A botina precisa ser confeccionada em couro, com coloração preta, marrom, nobuck, entre outros. 

O acabamento não deve ter falhas, com o objetivo de que a peça sirva como um isolante em caso de choque. A costura da lingueta muitas vezes impede a passagem de água para o interior da bota, mesmo em caso de chuva forte.

No entanto, caso a peça esteja molhada por dentro, o isolamento não irá funcionar e a tendência é que o profissional seja eletrocutado.

2. Certificado CA

Como já dissemos, para que sejam comercializadas, as botinas para eletricista precisam de certificado de aprovação (CA), que contenha data, lote e identificação detalhada do fabricante.

Todas essas informações são estampadas na parte interior da língua em alto relevo, ou então na região do solado, calcanhar, a depender da marca. De modo que a autenticidade e qualidade da peça possam ser verificados pelo profissional que adquiriu os equipamentos de proteção.

3. Palmilha

As palmilhas das botinas para eletricista precisam receber tratamento antifúngico e antibacteriano, ser em tecido de fibra curta e absorvente.

A palmilha em questão precisa de, no mínimo, 2 milímetros de espessura com o tratamento antibacteriano. Dessa forma, mesmo o profissional que transpira muito nos pés terá um local seco e apropriado para o uso durante todo o expediente.

4. Biqueira

As botinas para eletricista precisam contar com biqueira plástica, que tenha resistência mecânica e sem ressalto interno.

É muito comum o erro de comprar uma botina que tenha bico de aço, isso minimiza intensamente a proteção do profissional. Apesar de que, acredite ou não, hoje em dia já existem botinas com biqueira de açoque possuem a proteção para Uso Eletricista.

No entanto, o ferro é um condutor de energia, sendo teoricamente não recomendado para o uso no calçado de um eletricista. Afinal, se o profissional receber alguma descarga elétrica durante a rotina de trabalho, ao invés de estar protegido por seu calçado, estará exposto ao risco elevado de choque.

5. Solado

O solado isolante e antiderrapante em poliuretano é importante para que o profissional não escorregue caso o chão esteja molhado.

A altura do calçado pode ser de até 15 mm com ângulo mínimo de 95° e ângulo máximo de 115° que é o ângulo formado entre o salto da bota e sua parte mais baixa da sola.

Escolher corretamente o calçado com o ângulo adequado, permite que o profissional tenha conforto na pisada todos os dias.

Possibilitando uma rotina de trabalho livre de dores no corpo e inconvenientes causados por um calçado inadequado.  

 

Avalie o custo benefício para escolher o modelo ideal

Um aspecto muito importante, é que o comprador de EPI de uma empresa precisa sempre ter atenção em relação ao custo benefício.

É importante que as botinas para eletricista sejam confeccionadas de acordo com as normas vigentes, bem como, tenham a máxima qualidade.

Uma vez que, é um equipamento de proteção que visa oferecer isolamento em caso de descarga elétrica. Evitando que o profissional tome um choque ao chegar em seu local de trabalho, por exemplo.

Todas as especificações das botinas são pensadas justamente para a máxima proteção, até por isso que as normas em relação a este EPI foram atualizadas.

Com o objetivo de aumentar ainda mais a proteção que o profissional tem em relação ao seu ambiente de trabalho, evitando que o profissional sofra uma descarga elétrica e possa vir a óbito durante o expediente.

Por ser uma questão muito séria, é sempre importante analisar o custo benefício de cada EPI, não se atendo somente ao objetivo de baratear as compras.

Aqui na loja nós garantimos sempre o melhor custo benefício do mercado. 

 

Forneça EPI’s confortáveis para sua equipe

É fundamental que sua equipe tenha equipamentos de proteção individual que tenham a máxima qualidade e proporcionem conforto para o profissional.

O objetivo é que sua equipe de eletricistas tenha calçados no tamanho adequado, proporcionando segurança durante todo o expediente. Uma vez que, o calçado em tamanho equivocado causa desconforto e dificulta a mobilidade na rotina de trabalho.

Por isso mesmo, é um equívoco que não pode ser cometido pelo comprador de EPI. Que precisa oferecer ao eletricista as botinas adequadas e todos os demais EPI’s necessários para evitar o risco de um choque elétrico ser fatal.

Os profissionais precisam receber EPI’s em boas condições, comprados especificamente para as funções que executam.

De modo que, possa ter uma rotina de trabalho com o máximo conforto e consiga ter um bom rendimento, utilizando todos os itens de proteção.

Quando os profissionais recebem EPI’s ruins, que não se adaptam à sua rotina de trabalho, é natural que a equipe tenha dificuldades em relação ao uso dos equipamentos.

Portanto, é preciso não só conscientizar da necessidade de usar o equipamento de proteção corretamente, como também fornecer EPI’s de qualidade.

Com o objetivo que o conjunto de fatores contribua para a proteção de toda a equipe e isso seja um aspecto importante para que o seu colaborador esteja sempre protegido.

Afinal, o eletricista precisa utilizar uma série de EPI’s e isso acaba dificultando a locomoção e os movimentos mais finos quando o equipamento não é adequado para a função. Agora que já sabe quais são as especificações das botinas, será mais fácil acertar na compra.

 

 

 

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