quinta-feira, 6 de junho de 2024

 





 

PLACAS DE SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO: IMPORTÂNCIA E PRINCIPAIS MODELOS

 


Placas de sinalização de segurança do trabalho desempenham um papel fundamental na promoção de um ambiente laboral seguro e livre de acidentes. 

Por meio desses sinais visuais, é possível alertar, orientar e prevenir riscos, garantindo a integridade física dos trabalhadores e visitantes. 

Neste artigo, discutiremos a importância da adoção das placas de sinalização de segurança, os diferentes modelos existentes e como a Tagout oferece soluções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada negócio. 

Descubra como essas placas se tornam aliadas indispensáveis na construção de uma cultura de segurança e bem-estar.

 

Por que é importante adotar a sinalização de segurança?

A sinalização de segurança é um conjunto de sinais visuais que tem como objetivo alertar, orientar e prevenir acidentes e riscos em diferentes ambientes, sejam eles industriais, comerciais ou de serviços. 

Essas placas desempenham um papel fundamental na comunicação efetiva de medidas de segurança, ajudando a garantir a integridade física dos trabalhadores e visitantes.

A adoção de placas de sinalização de segurança é de extrema importância para promover um ambiente de trabalho seguro. Essas placas atuam como um sistema de alerta visual, fornecendo informações cruciais sobre possíveis riscos e perigos existentes no local. 

Além disso, elas auxiliam na orientação de rotas de fuga em situações de emergência, indicam o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s e informam sobre normas e procedimentos de segurança.

Ao utilizar a sinalização adequada, a empresa demonstra seu compromisso com a segurança e o bem-estar dos colaboradores. 

Dessa forma, transmite uma mensagem clara de que todos os cuidados necessários estão sendo tomados para evitar acidentes. E isso contribui para a construção de uma cultura de segurança no ambiente de trabalho e para a redução de acidentes e lesões.

 

Quando a sinalização de segurança é obrigatória?

A sinalização de segurança é obrigatória em diversos casos, e sua ausência pode acarretar em multas e penalidades para as empresas. 

No Brasil, as normas e regulamentações relacionadas à sinalização de segurança são estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e, principalmente, pela NR-26.

A NR-26 é uma das normas que compõem a legislação trabalhista brasileira, especificamente voltada para a sinalização de segurança no ambiente de trabalho. Ela estabelece as diretrizes e requisitos para a implementar a sinalização, com o objetivo de prevenir acidentes e orientar sobre os riscos presentes no local.

De acordo com a NR-26, a sinalização de segurança é obrigatória em diversos locais e situações, tais como:

1. Identificação de saídas de emergência: É fundamental que as rotas de fuga sejam claramente sinalizadas, permitindo que as pessoas encontrem rapidamente as saídas em caso de necessidade.

2. Equipamentos de combate a incêndio: Placas devem indicar a localização de extintores de incêndio, hidrantes, alarmes e outros dispositivos de segurança, facilitando o acesso em casos de emergência.

3. Áreas de armazenamento de substâncias perigosas: Locais onde são armazenadas substâncias inflamáveis, tóxicas ou corrosivas devem ser devidamente sinalizados para alertar sobre os riscos e garantir a segurança dos trabalhadores.

4. Locais onde é necessária a utilização de EPI’s: Em áreas onde o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é obrigatório, placas de sinalização devem ser colocadas para reforçar essa exigência e conscientizar os trabalhadores sobre a importância da proteção individual.

Esses são apenas alguns exemplos das situações em que a sinalização de segurança é obrigatória de acordo com a NR-26. É fundamental que as empresas estejam cientes das regulamentações aplicáveis ao seu setor, a fim de garantir a conformidade e a segurança de seus colaboradores. 

 

Cores na sinalização de segurança

As cores desempenham um papel fundamental na sinalização de segurança, pois são responsáveis por transmitir informações importantes de forma rápida e eficiente. 

 

A Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT estabelece algumas cores-padrão para as placas de segurança, sendo as principais:

• Vermelho: indica proibição, equipamentos de combate a incêndio e riscos de alta gravidade. Também indica a localização de extintores, mangueiras de incêndio e outros.

• Amarelo: indica atenção, advertência, riscos moderados e sinalizam também tubulações de passagem de gases liquefeitos.

• Verde: indica segurança, saídas de emergência, equipamentos de primeiros socorros, dentre outras ferramentas e acessos de segurança.

• Azul: indica obrigação, Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s, avisos e instruções.

• Branco: instrui de forma geral sobre direção de circulação e localização de objetos, como coletores de resíduos e bebedouros.

 



É importante seguir essas cores-padrão, pois elas são universalmente reconhecidas e contribuem para a compreensão rápida e clara das mensagens transmitidas. 

Além disso, alguns setores e indústrias devem seguir outras cores que sinalizem gases ou resíduos tóxicos e outros perigos específicos. 

 

    


 




Símbolos da sinalização de segurança

É importante ressaltar que a sinalização apenas por cores não é suficiente para alertar pessoas não familiarizadas com o ambiente de trabalho. Portanto, é necessário complementar com sinais convencionais ou palavras. 

Seguindo as diretrizes da NR 26, o uso de palavras de advertência deve ser realizado da seguinte forma: "Perigo" para situações de alto risco, "Cuidado" para situações de risco moderado e "Atenção" para possíveis riscos leves. 

 

Também é essencial que placas, avisos e imagens estejam posicionados de maneira estratégica, organizada e sempre visível, sem obstruir o fluxo de pessoas ou causar distrações visuais.

 

Principais tipos de placas na sinalização de segurança

Existem diversos tipos de placas na sinalização de segurança, cada uma com sua finalidade específica. A seguir, apresentamos os principais modelos:

 

Placas de sinalização de emergência

Essas placas têm como objetivo indicar rotas de fuga, saídas de emergência e equipamentos de segurança, como extintores e alarmes. 

São fundamentais em situações de evacuação, permitindo que as pessoas encontrem rapidamente as saídas e tomem as medidas adequadas para garantir sua segurança.

 

Placas de sinalização de obrigação

As placas de sinalização de obrigação informam sobre regras, normas e procedimentos que devem ser seguidos em determinadas áreas ou situações. 

Elas indicam a necessidade de uso de EPI’s, a proibição de fumar, a obrigatoriedade de usar cintos de segurança, entre outras informações importantes para a segurança dos indivíduos.

Em resumo, as placas de sinalização de segurança do trabalho desempenham um papel crucial na prevenção de acidentes e na promoção de um ambiente de trabalho seguro. 

Ao adotar a sinalização adequada, as empresas garantem a integridade física de seus colaboradores, evitam multas e penalidades, e demonstram seu compromisso com a segurança e o bem-estar de todos. 

Conte sempre com uma empresa especializada para obter placas de sinalização de segurança personalizadas e de alta qualidade, contribuindo para a segurança efetiva em seu local de trabalho.

 

Produtos personalizados

Uma empresa especializada na fabricação de placas de sinalização de segurança e etiquetas personalizadas. Com uma ampla variedade de materiais, tamanhos e designs, oferece soluções sob medida para as necessidades específicas de cada empresa. 

Seja para identificar riscos, indicar rotas de fuga ou promover a segurança no ambiente de trabalho, possui os recursos necessários para produzir placas de alta qualidade e durabilidade.

Além disso, as placas de sinalização de segurança contribuem para fortalecer a identidade visual da empresa, agregando valor estético e profissionalismo.

Nossos produtos são 100% nacionais e estão disponíveis a pronta entrega, uma solução ágil e que garante a eficiência da segurança dentro da sua empresa. Oferecemos consultoria completa para a implantação de bloqueio e etiquetagem e o Tagout Tech, software para gestão da segurança.

Descubra como nosso software revoluciona o bloqueio e etiquetagem relacionados às normas NR10, NR26 e NR33. Otimize a implantação do Sistema LoTo e faça a gestão na nuvem. Clique no banner para saber mais.

 

 



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quarta-feira, 5 de junho de 2024

 





 

COLETE E JALECO DE SEGURANÇA

 

Colete


   

 Jaleco 

Pensar na segurança do trabalho é garantir à empresa crescimento, ética e credibilidade no mercado. Valorizar a integridade física de trabalhadores é também cuidar da imagem e do desenvolvimento sadio da sua empresa.

A proteção obrigatória para determinados profissionais é essencial para preservar vidas e ambientes, e evitar acidentes durante as atividades diárias. Os “Equipamentos de Proteção Individual – EPI”, fazem parte de uma norma regulamentadora que orienta empresas e funcionários a seguirem medidas de segurança para prevenção de riscos, de maneira que sejam certificados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Entre os tipos de EPI estão os coletes e jalecos de segurança que atendem a diferentes necessidades, como por exemplo: os coletes refletivos que oferecem visibilidade ao trabalhador em locais como estradas, minas e outros. No caso das estradas, que por vezes tem más condições no campo de visão, provocadas por neblinas e chuvas os coletes refletores chamam a atenção dos motoristas evitando assim possíveis acidentes.

Os fiscais de trânsito, profissionais da rede elétrica e telefônica, motociclistas e outros trabalhadores devem ser beneficiados com o uso dos coletes de segurança.

Do outro lado estão os jalecos de segurança atendem profissionais ligados à área da saúde como laboratórios, clinicas e hospitais. Com o intuito de prevenir a contaminação de pessoas e locais, essa medida ligada a biossegurança funciona como uma barreira entre o corpo e qualquer possibilidade infecciosa. Vale lembrar que o uso do equipamento individual de proteção se restringe aos locais de trabalho.

É muito comum que pessoas acabem usando o jaleco na saída do trabalho ou no horário do almoço expondo milhares de pessoas a riscos de segurança. 

Os profissionais da saúde detêm grande parte das bactérias nos jalecos de segurança e por isso devem evitar o uso dos equipamentos em locais públicos.

A Norma que regulariza e obrigada profissionais a utilizarem equipamentos básicos de segurança tem como objetivo padronizar os critérios de segurança no trabalho e estabelecer regras de conduta tanto para as empresas como para os funcionários para prevenção de acidentes dentro e fora do ambiente de trabalho.

Se você busca tornar sua empresa referencial no mercado deve ficar sempre atento as questões de segurança para oferecer os melhores serviços e produtos sem danos a funcionários ou terceiros.

 

 

 



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A IMPORTÂNCIA DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ESPECIALIZADO EM BLOQUEIO DE ENERGIAS

 



Na indústria e em grandes empresas, a segurança elétrica é uma prioridade. No entanto, o uso inadequado ou a falta de cuidado com sistemas elétricos podem levar a acidentes perigosos. Este artigo explora o papel crucial do engenheiro eletricista especializado em bloqueio de energias e como a Tagout auxilia nesse processo.

 

A importância do bloqueio de energias perigosas

Em qualquer ambiente industrial, a eletricidade é uma força poderosa, mas também potencialmente perigosa. O bloqueio de energias perigosas, muitas vezes referido como Lockout/Tagout (bloqueio e etiquetagem), é um procedimento fundamental para garantir a segurança dos trabalhadores e prevenir acidentes de trabalho.

Este processo envolve a identificação, isolamento e desenergização de fontes de energia elétrica. O objetivo é impedir que máquinas ou equipamentos elétricos sejam ligados acidentalmente durante a manutenção, reparo ou inspeção. 

E é nesse ponto que o engenheiro eletricista especializado desempenha um papel crucial. O engenheiro eletricista, com seu conhecimento aprofundado em sistemas elétricos, compreende a complexidade das fontes de energia e os riscos associados a elas. 

Eles desempenham um papel central na criação e implementação de procedimentos de bloqueio de energias perigosas. Seu envolvimento é essencial para garantir que todos os riscos sejam identificados e abordados de maneira adequada.

Além disso, o engenheiro eletricista também supervisiona a execução desses procedimentos, garantindo que todos os trabalhadores estejam devidamente treinados e sigam as melhores práticas de segurança. 

Da mesma forma, desempenham um papel fundamental na prevenção de acidentes graves, como choques elétricos, incêndios e explosões, que podem ocorrer se o bloqueio de energias perigosas não for adequadamente implementado.

Portanto, a importância do bloqueio de energias perigosas não pode ser subestimada. É um componente crítico da segurança no local de trabalho, e o engenheiro eletricista especializado desempenha um papel insubstituível na sua eficácia. 

 

Por que incluir o processo de bloqueio e etiquetagem

A inclusão do processo de bloqueio e etiquetagem é um requisito essencial em qualquer ambiente de trabalho que envolve eletricidade. A eletricidade é uma força poderosa, mas também extremamente perigosa quando não é manuseada adequadamente. 

Nesse contexto, o bloqueio de energias perigosas se torna uma salvaguarda vital para a segurança dos trabalhadores e a prevenção de acidentes relacionados à eletricidade.

Um dos principais motivos para a implementação do bloqueio de energias é garantir que máquinas ou equipamentos elétricos não sejam acidentalmente acionados durante a manutenção, reparo ou inspeção. 

Isso evita choques elétricos, incêndios e outras situações potencialmente fatais que podem ocorrer quando as fontes de energia elétrica não são isoladas de forma apropriada.

Além disso, o bloqueio e etiquetagem fornecem um sistema de comunicação claro e universal que ajuda a identificar quais dispositivos ou circuitos estão desligados e quem é responsável por eles. O que é fundamental para a segurança dos trabalhadores, pois elimina ambiguidades e reduz a possibilidade de erros humanos.

 

Os procedimentos específicos envolvidos na implementação bem-sucedida do bloqueio e etiquetagem incluem:

1. Identificação das fontes de energia: É crucial que todas as fontes de energia elétrica sejam identificadas e documentadas minuciosamente. Isso inclui circuitos elétricos, painéis de controle e quaisquer outras fontes de energia relacionadas.

2. Isolamento das fontes de energia: Após a identificação, as fontes de energia devem ser isoladas usando dispositivos de bloqueio apropriados, como cadeados e travas. Esses dispositivos garantem que a energia elétrica não seja restaurada acidentalmente.

3. Aplicação de etiquetas informativas: Cada dispositivo de bloqueio deve ser etiquetado com informações claras, incluindo o nome do responsável, o motivo do bloqueio e a data. Isso fornece uma trilha de auditoria e ajuda a evitar qualquer engano.

4. Testes para verificação: Antes de iniciar qualquer trabalho, os trabalhadores devem realizar testes para garantir que as fontes de energia estejam realmente desligadas. Ou seja, verificar dispositivos e circuitos para garantir que não haja tensão.

 

A combinação de todas essas etapas forma um sistema robusto de bloqueio e etiquetagem, que é fundamental para proteger os trabalhadores e evitar acidentes. 

Sem esse processo, a segurança fica comprometida, tornando o ambiente de trabalho potencialmente perigoso para todos os envolvidos. Portanto, sua inclusão é imperativa em qualquer empresa que lida com eletricidade.

 

Qual é a responsabilidade do engenheiro elétrico especialista?

O engenheiro eletricista especializado desempenha um papel fundamental quando se trata de garantir a segurança no manuseio de sistemas elétricos.

 

Suas responsabilidades abrangem várias áreas cruciais:

• Projeto de sistemas seguros: O engenheiro elétrico é responsável por projetar sistemas elétricos seguros desde o início. Por exemplo, a implantação de medidas de segurança, como dispositivos de proteção, sistemas de aterramento e a inclusão de pontos de bloqueio de energias em projetos de instalação elétrica. Implementação de procedimentos de bloqueio: Além do projeto, o engenheiro eletricista é encarregado de implementar procedimentos de bloqueio de energias. Como citamos anteriormente, isso envolve identificar fontes de energia perigosas, selecionar dispositivos de bloqueio adequados e garantir que todos os procedimentos sejam seguidos estritamente.

• Treinamento: Também é responsabilidade de um engenheiro eletricista especializado garantir que todos os trabalhadores envolvidos no manuseio de eletricidade estejam devidamente treinados. Para isso, ele fornece orientações sobre os procedimentos corretos de bloqueio e etiquetagem, conscientizando os trabalhadores sobre os riscos e melhores práticas.

• Supervisão e auditoria: O profissional de engenharia elétrica supervisiona a execução dos procedimentos de bloqueio e etiquetagem, garantindo que todas as etapas sejam seguidas rigorosamente. Eles realizam auditorias regulares para verificar a conformidade com os procedimentos de segurança e fazem ajustes conforme necessário.

• Atualização constante: O campo da engenharia elétrica está em constante evolução. O engenheiro eletricista especializado mantém-se atualizado com as mais recentes normas e regulamentos de segurança elétrica, implementando as melhores práticas mais recentes em seus projetos e procedimentos.

 

A segurança elétrica é uma prioridade em qualquer ambiente de trabalho que envolva eletricidade. Em um mundo onde a segurança no trabalho é fundamental, o papel do engenheiro eletricista especializado em bloqueio de energias é insubstituível. 

Em resumo, o engenheiro eletricista especializado desempenha um papel multifacetado na segurança elétrica. Sua experiência e conhecimento desempenham um papel crítico na prevenção de acidentes e na proteção das vidas dos trabalhadores em ambientes que envolvem eletricidade.

E quando se trata de ferramentas e recursos que podem ajudar esses profissionais, a Tagout Bloqueio e Etiquetagem se destaca como uma parceira essencial. 

 

Além de torná-lo mais seguro e eficiente, seguimos todas as normas regulamentadoras NR 10, NR 12, NR 33 e OSHA 29. Algumas das nossas principais soluções são:

• Equipamentos de segurança: A Tagout oferece uma variedade de produtos para bloqueio e etiquetagem, como placas e dispositivos de bloqueio, etiquetas de sinalização, cadeados e outros mecanismos essenciais. Esses equipamentos garantem que o processo de bloqueio seja eficaz e que as fontes de energia sejam isoladas de maneira segura.

• Treinamento: A segurança elétrica requer conhecimento e prática adequados. A Tagout fornece treinamento especializado para engenheiros eletricistas e outros profissionais envolvidos no bloqueio e etiquetagem. Por exemplo, cursos que abrangem procedimentos corretos, regulamentações de segurança e o uso de equipamentos de bloqueio.

• Consultoria especializada: A Tagout também oferece consultoria especializada em que nossos profissionais ajudam a desenvolver e aprimorar os procedimentos de bloqueio específicos de cada ambiente de trabalho. Isso garante que os processos estejam alinhados com as melhores práticas e regulamentações de segurança.

• Software Tagout: O software Tagout é uma ferramenta poderosa para o gerenciamento eficiente do processo de bloqueio e etiquetagem. Ele permite o registro digital de todos os dispositivos de bloqueio, etiquetas e informações relacionadas. Além disso, a funcionalidade em nuvem facilita o acesso e a atualização de informações em tempo real, tornando a supervisão e o acompanhamento mais convenientes.

Essas soluções da Tagout não apenas tornam o processo de bloqueio de energias perigosas mais seguro, mas também aumentam a eficiência e a conformidade com os regulamentos de segurança. 

Os engenheiros eletricistas podem contar com os equipamentos de segurança, o treinamento especializado, a consultoria e o software Tagout para otimizar a segurança elétrica em seus projetos e ambientes de trabalho. 

 

 

 

 

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terça-feira, 4 de junho de 2024

 





 

O QUE É FATOR DE QUEDA?

VEJA COMO CALCULAR E OS EQUIPAMENTOS DE TRABALHO EM ALTURA!

 



Entender o que é fator queda é importante para a rotina da segurança do trabalho. Este é um aspecto que precisa ser considerado na hora de comprar equipamentos de trabalho em altura, para a proteção do profissional.

Isso porque a altura é um dos principais fatores de risco quando se trata de trabalho em áreas perigosas. Sendo necessário que o profissional esteja bem protegido para que possa garantir que um eventual acidente não seja responsável por seu óbito.

Para te auxiliar nas compras de equipamentos para trabalho em altura, vamos esclarecer todos os detalhes sobre o fator queda.

 

O que é fator de queda no trabalho em altura?

O fator de queda no trabalho em altura é uma fórmula calculada como FQ = altura da queda sobre o tamanho do talabarte.

Isso precisa ser entendido e considerado na hora de comprar os equipamentos justamente por causa da NR 35, que regulamenta a questão do trabalho em altura no Brasil.

Conforme a definição, o fator de queda é a “razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irá detê-lo”.

Fazer o cálculo é de suma importância para avaliar o impacto exercido no corpo do trabalhador no caso de um acidente. Afinal, a gravidade exerce força sobre o profissional durante a queda.

Sendo assim, é necessário que o equipamento tenha sido comprado para suportar essa queda em caso de acidente.

Existem 3 fatores de queda que são regidos pela norma, justamente para a compra adequada dos equipamentos de proteção, visando garantir eficiência da proteção em caso de acidente.

 

São eles:

1. Fator de queda <1

No caso do fator de queda menor que 1, o trabalhador se conectou em um ponto de ancoragem acima de sua cabeça.

No caso de uma eventual queda a folga do equipamento dá alguns centímetros para que o fator de queda seja menor que 1. Dessa forma, o acidente tem menos risco para a segurança do trabalhador que não sofrerá danos expressivos usando os equipamentos necessários para sua segurança.

Por isso, no caso de fator de queda menor que 1 os equipamentos de segurança são mais básicos, justamente por exigir menos da proteção para que seja necessário evitar que o acidente seja fatal.

Nos próximos fatores de queda os equipamentos de proteção são mais reforçados para evitar que o acidente venha a se tornar fatal. Afinal, é importantíssimo que o profissional esteja bem protegido, para que a altura não seja um fator que cause a morte do colaborador durante o expediente.

2. Fator de queda = 1

Costuma ocorrer quando o talabarte é instalado em ponto de ancoragem com a mesma altura que o cinto de segurança do profissional.

Nesse caso, ocorrendo uma queda haverá um deslocamento do profissional no mesmo comprimento do talabarte.

Por isso mesmo, é considerado que o fator de queda é 1, o que incide mais força gravitacional sobre o profissional quando comparado ao fator de queda anterior.

Portanto, são necessários equipamentos mais eficazes ainda na proteção, para que o risco do acidente se tornar fatal seja minimizado pelo uso adequado dos itens de proteção.

3. Fator de queda = 2

É o fator de queda considerado quando o talabarte é conectado em ponto de ancoragem que é abaixo do centro de gravidade do profissional.

Nesses casos, o trabalhador é deslocado mais expressivamente quando ocorre um acidente. O fator de queda 2 é o mais arriscado e exige grau máximo de proteção para que o equipamento funcione em caso de condições mecânicas extremas.

O ideal mesmo é que os profissionais trabalhem diariamente com os primeiros fatores de queda calculados. Evitando ao máximo a situação de um fator de queda = 2.

Somente quando esse fator é inevitável é que ele deve fazer parte da rotina da equipe que trabalha em altura. Preferencialmente com o uso de todos os itens de proteção indicados para esse fator, visando evitar que algum acidente possa vir a se tornar fatal.

O fator de queda tem influência sobre o equipamento comprado

Na hora de comprar o equipamento de proteção de uma equipe que trabalha em altura, é indispensável fazer a análise do fator de queda.

Esse cálculo é importante para avaliar uma série de outros fatores que influenciam diretamente na segurança do profissional que está trabalhando em altura.

A partir do cálculo é possível definir o que é conhecido como zona livre de queda. Medida que avalia a distância entre o ponto de ancoragem e o ponto mais provável de uma eventual colisão.

Trata-se de uma avaliação de onde o trabalhador viria a cair em caso de uma possível queda e até mesmo no caso de uma colisão com alguma estrutura como o próprio solo.

Calcular os riscos contribui para que o profissional possa ter toda a segurança necessária para que os equipamentos de proteção atuem como amortecedores em caso de acidente. Evitando que o corpo do profissional entre em rota de colisão com alguma superfície e isso venha a ser fatal.

 

Uso de absorvedores de queda

Analisando o fator de queda é possível identificar, por exemplo, a necessidade de usar absorvedores de queda durante o expediente.

Tendo em vista que, a ferramenta tem como finalidade absorver o impacto como um dispositivo de segurança adicional ao talabarte.

Dessa forma, se o profissional trabalha em altura e sofre uma queda, é possível ter uma estrutura adicional que absorve o impacto e é capaz de manter o trabalhador em segurança preso à âncora para evitar que a queda livre ocorra e cause riscos para a integridade física do profissional.

A utilização de absorvedores de queda é indicada somente em alguns casos, quando o fator de queda foi calculado e percebeu-se um risco mais elevado para aquele profissional.

O absorvedor de impacto funciona como um “freio” garantindo que no caso de queda o profissional não caia livremente pela estrutura. Diminuindo assim, o risco de que o acidente seja realmente mais grave e possa trazer danos significativos para o profissional em atuação.

 

EPI’s de qualidade podem salvar vidas

Além de saber como calcular o fator queda, é importante perceber que, os EPI’s de qualidade são responsáveis por salvar a vida dos profissionais em caso de acidente em altura.

Por isso mesmo, é indispensável que sua equipe esteja bem protegida a partir do uso dos EPI’s adequados para cada função.

Além de investir na compra de bons EPI’s, também é indispensável conferir a qualidade do material e identificar quando os equipamentos estão necessitando de substituição.

Tendo como objetivo garantir que todos os profissionais estejam com bons equipamentos e possam estar resguardados em caso de queda! É preciso sempre prezar pela qualidade para que o time não enfrente acidentes que possam vir a ser fatais.

Na hora de comprar os EPI’s ideais, conte com as Lojas especializadas para garantir a máxima qualidade e eficiência dos itens adquiridos.

Visando que sua equipe esteja resguardada e todos os profissionais possam ter acesso aos equipamentos que são compatíveis com a função que executam na empresa.

Lojas especializadas em EPI’s trabalha com os equipamentos das melhores marcas do mercado e garante facilidade na compra, disponibilizando todos os itens que seu time pode precisar para atuar em altura.

 

 



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QUAIS SÃO OS RISCOS NO TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO?

 

 

Entender quais são os riscos no trabalho em espaço confinado viabiliza que os responsáveis ofereçam equipamentos de proteção eficientes para resguardar os profissionais.

Assim, a empresa garante que todos os profissionais estejam devidamente preparados para que possam atuar em espaços confinados com segurança e eficiência.

Nós vamos te explicar com mais detalhes quais são os riscos no trabalho em espaço confinado e quais as normas regulamentadoras envolvidas na proteção dos profissionais que atuam nessas condições.

Dessa forma, você vai poder identificar como proteger a sua equipe da melhor maneira, oferecendo os EPI’s e demais itens de proteção que sejam mais adequados.

 

O que é Espaço Confinado?

Antes de mais nada, é importante entender o que é caracterizado como um espaço confinado, para que possa compreender a dinâmica que é bastante específica em relação ao tipo de ambiente de trabalho.

Um espaço confinado é todo aquele local que não foi projetado para a permanência prolongada de humanos. Em sua grande maioria, são ambientes com restrições relacionadas à mobilidade, ventilação e também à entrada e saída.

 

Todo espaço confinado tem algumas características específicas, como:

·       Ambiente com pouca concentração de gás oxigênio;

·       Pode ter alta concentração de gases tóxicos como sulfeto de hidrogênio, monóxido de carbono e metano;

·       Ventilação natural precária;

·       Escassa mobilidade, com poucas vias de escape.

 

Não necessariamente um ambiente confinado tem todas as características listadas. Entretanto, é comum que tais características estejam presentes na maior parte dos ambientes confinados.

 

Alguns exemplos de espaços confinados são:

·       Reservatórios e silos;

·       Tubulações e instalações de saneamento em geral;

·       Tanques de combustível.

 

Tais ambientes reservam uma série de riscos para os profissionais que atuam diariamente em espaços confinados. Vamos ver que riscos são esses logo abaixo.

 

Riscos do Espaço Confinado

 

O espaço confinado por si só desencadeia alguns riscos para o colaborador, como:

·       Risco de incêndio ou explosão;

·       Infecção por agente biológico;

·       Soterramento;

·       Choque elétrico;

·       Queda;

·       Esmagamento;

·       Inundação;

·       Intoxicação;

·       Queimadura.

 

O cotidiano de trabalho em ambiente confinado pode afetar a saúde do colaborador, por isso, o uso de todos os equipamentos de proteção individual é recomendado.

Tendo como principal objetivo preservar a saúde do colaborador em todo o expediente, visando evitar que acidentes graves possam se tornar acidentes fatais.

Quando o ambiente é bem sinalizado, o local passa por averiguação para minimização dos riscos e todos os cuidados são tomados para que os profissionais estejam mais seguros em sua rotina de trabalho, o cotidiano se torna mais eficiente e seguro.

Assim, possibilita que a equipe não venha a sofrer acidentes e, caso isto ocorra, os equipamentos de proteção possam efetivamente cumprir o papel de evitar que o colaborador venha a sofrer danos muito significativos.

 

NR 33

A NR 33 é a norma regulamentadora capaz de estabelecer os parâmetros de identificação de um espaço confinado e quais as medidas de segurança a serem adotadas no ambiente laboral.

 

Tendo como obrigações do empregador:

·       Disponibilizar todos os EPI’s necessários em boas condições de uso;

·       Identificar e divulgar locais que são espaços confinados na empresa;

·       Reconhecer os riscos e atuar para minimizá-los;

·       Capacitar os colaboradores para que adotem as medidas de segurança cabíveis;

·       Garantir evacuação rápida e isolamento do local em caso de risco.

 

Portanto, a norma estabelece os critérios que precisam ser seguidos, para que o trabalho em espaço confinado tenha os riscos minimizados e a equipe possa atuar com a máxima eficiência e segurança.

Seguir a NR 33 evita que a empresa tenha problemas durante fiscalizações e garante que os colaboradores estejam em ambiente com riscos minimizados.

Atuando em conformidade com as regras estabelecidas para proteger o colaborador que se expõe diariamente aos riscos no trabalho em espaço confinado.

Em caso de acidente, os equipamentos usados para proteção atuam evitando que a situação seja grave.

A NR 33 também veda a entrada em ambiente confinado para trabalho sem que o colaborador tenha capacitação para tal. Justamente como uma medida de preservação da vida do colaborador e minimização de riscos de acidentes.

 

Quais são os EPI’s necessários segundo a NR33?

Os profissionais que atuam em espaço confinado devem fazer uso de equipamentos de proteção individual, como:

1.  Cinto de segurança

O cinto de segurança deve ser usado durante todo o expediente, tanto para a entrada, quanto para que um possível resgate de um colaborador que sofreu acidente em espaço confinado seja facilitado. O equipamento também deve ser usado quando o colaborador atua em atividades que estão sendo executadas a mais de 2 metros de altura do piso.

2.  Capacete de segurança

Por causa do risco de soterramento ou quedas de objetos, é fundamental que o profissional que atua em espaço confinado faça uso de capacete de segurança. Tendo como principal objetivo evitar que itens caiam diretamente sobre sua cabeça em um eventual acidente, o capacete reduz o impacto, evitando danos para a saúde do colaborador.

3.  Luva de segurança

As luvas de segurança são utilizadas com o objetivo de evitar danos nas mãos do colaborador que pode se contaminar com agentes químicos presentes no ambiente de trabalho. Fazendo o uso adequado da luva, é possível garantir um cotidiano mais seguro, evitando danos como cortes e arranhões e contaminações causadas pelo manuseio de produtos usando as mãos sem proteção alguma.

4.  Respirador

Os ambientes confinados desencadeiam uma série de riscos para os profissionais que atuam no local. Sendo um grave risco adentrar tais ambientes sem o uso de máscaras respiradoras, por exemplo. Tendo em vista que são ambientes fechados, com pouca possibilidade de circulação de ar natural. O que desencadeia alta contaminação no espaço confinado. Portanto, é fundamental que o trabalhador esteja com respirador, para que possa evitar inalar alguma partícula que traga malefícios para sua saúde respiratória.

As melhores casas de EPI’s disponibiliza todos os Equipamentos de Proteção Individual que sua equipe pode precisar para atuar em espaço confinado com maior segurança. Viabilizando, assim, que o ambiente seja menos nocivo para os humanos que precisam atuar nele. 

Ao proteger sua equipe com EPI’s de qualidade, é possível minimizar os riscos das funções executadas. Bem como, evitar que acidentes se tornem graves e venham a ser fatais.

Os colaboradores também precisam ser bem treinados em relação ao uso dos EPI’s, que sempre devem ser checados para que estejam em plenas condições de uso. Isso para que sejam eficientes em caso de acidente e possam realmente resguardar os colaboradores.

Todos os EPI’s e EPC’s exigidos pela NR 33 são idealizados para proteger a saúde e integridade dos trabalhadores durante todo o expediente. No entanto, além de fornecer EPI’s em boas condições de uso, é necessário treinar e acompanhar se de fato os colaboradores estão atuando em conformidade com as normas.

Aproveite a variedade de opções que a EPI’s oferece, para comprar de forma prática, e prezando pela qualidade, todos os EPI’s que seus colaboradores podem necessitar.

Em caso de dúvidas durante as compras, nossa equipe é treinada para auxiliar e esclarecer suas dúvidas sobre os itens que deseja adquirir para sua equipe.

 




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