quinta-feira, 20 de outubro de 2022

 




 

GESTÃO DE INOVAÇÃO: DESCUBRA O POTENCIAL PARA A SUA ORGANIZAÇÃO

 



Nunca se falou tanto sobre a importância da inovação empresarial para garantir processos sustentáveis ​​e criativos que geram soluções e produtos. À medida que a competitividade aumenta, a inovação torna-se um requisito essencial para criar valor para os clientes, gerar soluções e reduzir custos. O mundo respira inovação, e é claro que quem quer se destacar é preciso agir.

Infelizmente, na prática, ainda são poucas as empresas que aplicam a inovação. Ela continua sendo um processo opcional em muitos casos. No entanto, uma empresa estagnada provavelmente terá problemas no futuro, visto que, várias concorrentes se desenvolverão muito solidamente no mercado.

E sua empresa, já possui uma área focada em inovação?

Venha comigo neste artigo. Vou explorar um pouco mais o assunto, compartilhando os benefícios e como você pode dar o pontapé inicial neste mundo sem volta.

 

O que é inovação?

 

Quando as pessoas ouvem a palavra inovação, imediatamente pensam em tecnologia. É claro que inovação também é o desenvolvimento e uso de novas tecnologias, mas isso não é tudo. No mundo dos negócios, a inovação é a habilidade de uma organização sair de sua zona de conforto e descobrir novas formas de crescer.

De um modo geral, o conceito de inovação é a aplicação de novas ideias para melhorar a maneira de fazer algo. Simplificando, inovar é produzir qualquer coisa inusitada a partir de algo que já existe, que pode ser uma tecnologia, processo, produto, serviço ou modelo de negócio, com o intuito de gerar valor a partir da criatividade, tornando-o melhor, e abrindo novos mercados e oportunidades de negócio, diferenciando a sua empresa da concorrência.

No entanto, a inovação por si só não é suficiente, estes objetivos só podem ser alcançados por meio de um processo eficaz de gestão da inovação, que transforme o potencial inovador das ideias em realidades concretas e lucrativas para sua organização.

 

O que é gestão de inovação?

 

A Gestão da Inovação é o gerenciamento da coleta de ideias inovadoras, desde o engajamento até os resultados finais. As ideias são inovadoras não apenas porque são novas, mas porque devem criar mudanças positivas para organização, como lucros ou a satisfação dos clientes.

A gestão da inovação é responsável por sistematizar o processo de inovação, determinar quantas etapas e procedimentos serão envolvidos, quais recursos humanos, financeiros e técnicos serão utilizados, e estabelecer a hierarquia e a estrutura decisória que será aplicada para gerar resultados, concretizando ideias. Em suma, a gestão de inovação é a estruturação de um processo concreto de inovação, com começo (captura de ideias e insights), meio (análise, aprovação e priorização das propostas) e fim (saídas e geração de resultados através de projetos).

O processo de gestão da inovação incorpora o pensamento estratégico, pois cada nova proposta é analisada com base nos objetivos organizacionais da empresa para avaliar se ela poderá gerar mudanças significativas. Portanto, podemos definir a gestão da inovação como a maneira pela qual novas ideias são desenvolvidas e refinadas até se tornarem realidade.

 

Qual a importância da gestão de inovação para sua empresa?

 

Já não há qualquer dúvida de que a inovação é fundamental, pois colabora para aumentar a competitividade da empresa no mercado. Quando uma empresa inova, ela é capaz de encontrar soluções efetivas para problemas e alcançar níveis mais altos de eficiência e, é claro, melhorar o desempenho.

A gestão da inovação de uma empresa contribui significativamente para capitalizar os resultados e o crescimento da organização. Investir em inovação dentro de uma empresa tem várias vantagens, como:

 

Engajamento dos colaboradores

 

A cultura de inovação dentro da empresa deve ouvir não apenas o público externo, mas também as visões e opiniões de seus colaboradores. Ter processos de inovação permite que você atraia, engaje e retenha seus colaboradores, garantindo que eles tenham espaço para sugerir e testar suas ideias na prática. Assim, eles acabam ficando mais motivados quando percebem que podem realmente ajudar a empresa a crescer. Graças a isso, a empresa como um todo pode aprimorar seus processos e alcançar resultados satisfatórios.

 

Vantagem competitiva e crescimento da empresa

 

Como já falamos, é importante ressaltar que investir em inovação dentro de uma organização pode lhe dar maior vantagem competitiva sobre a concorrência. Isso significa que as empresas investem não só na sua sustentabilidade, mas também na sua continuidade nos mercados em que atuam.

A partir do momento em que você ganha uma vantagem competitiva, a probabilidade de desenvolvimento e crescimento da empresa aumenta consideravelmente, permitindo que ela alcance o sucesso que almeja e espera.

 

Otimização de processos

 

Este pode ser um dos maiores desafios que as organizações enfrentam: a otimização contínua de seus processos. A boa notícia é que as empresas com cultura de inovação estão constantemente avaliando seu desempenho. Sem dúvida, isso é essencial para reduzir as perdas financeiras, aumentar a produtividade e garantir a eficiência do negócio.

 

Valorização do produto e da marca

 

Produtos inovadores podem ter maior valor agregado. Como resultado, as margens de lucro também se tornam maiores. Afinal, são produtos que realmente podem mudar a experiência do consumidor.

Além disso, cabe destacar que investir em inovação a longo prazo acabará por melhorar a imagem e a reputação da empresa no mercado, tornando-se referência, uma vez que mostra aos consumidores que a empresa está constantemente em busca de novas tecnologias, processos, produtos e serviços, que vão colaborar para a sustentabilidade do negócio.

 

Abertura de novos mercados

 

Por meio da inovação, deficiências em produtos, serviços, tecnologias, processos e modelos de negócios podem ser identificadas e soluções inovadoras podem ser desenvolvidas. Com isso, é possível abrir novos mercados ou até mesmo descobrir um nicho de mercado inexplorado.

Por exemplo, a Uber aproveitou as dificuldades do serviço de táxi, e o problema de ter um carro em qualquer lugar e no horário de pico, e inovou por meio da tecnologia do aplicativo para viabilizar esse serviço aos consumidores. E fez isso sem possuir uma frota própria de veículos, abrindo também oportunidades para pessoas que possuem veículos próprios se cadastrarem ao serviço, ajudando assim a combater o desemprego e a baixa renda.

 

Quer transformar sua organização com a gestão da inovação?

 

Agora que você sabe o que é gestão da inovação, quais são seus benefícios e por que ela é tão importante para sua organização. Implemente-a em seu negócio, não apenas para se manter no mercado, mas também para ganhar competitividade e se tornar referência. Para isso, você precisa das ferramentas certas para impulsionar ideias criativas e aproveitar ao máximo as novas tecnologias.

 

É a solução de Gestão de Mudanças e Inovação que ajuda você a se beneficiar de todas as vantagens da gestão da inovação. As empresas podem usar nossa plataforma para coletar ideias de toda a organização e realizar a gestão de ponta a ponta, determinando quais ideias têm maior probabilidade de sucesso e implementando-as por meio de projetos e plano de ação, assim como você terá total visibilidade de todos os resultados.

 





Fonte: https://blog.softexpert.com/gestao-de-inovacao-descubra-o-potencial-para-a-sua-organizacao/

 





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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

 




 

VOCÊ SABE USAR UM EXTINTOR DE INCÊNDIO?

 

 

Afinal, você já se perguntou se realmente saberia usar um extintor caso fosse necessário? E você sabia que para cada tipo de incêndio, existe um tipo específico de extintor? Então, se você quer saber tudo isso e muito mais, continue lendo esse artigo! 

 

Como começa um incêndio? 

 

Primeiramente, vamos entrar um pouquinho no mundo da química, para entender como um incêndio começa. Então, de forma resumida, ele começa através de uma combustão, que é a reação química entre um combustível e gás oxigênio. Dessa forma, são necessários três fatores, que são:

 

Combustível, comburente e fonte de ignição.  

 



 

Continuamente, a elevação de temperatura que é a fonte de ignição, faz com que praticamente qualquer substância possa reagir com o gás oxigênio transformando-se em combustível.  

 

Classificação dos extintores de incêndio

 

Falou em apagar incêndio, a primeira coisa que vem à cabeça é água. Porém, não vamos nessa ideia de que a água resolve todo e qualquer tipo de combustão. Primeiramente, existem apenas duas formas de se combater um incêndio, a redução da temperatura e a redução de oxigênio, partindo do princípio que não haja limitação do combustível.  

 

Então, inicialmente os extintores são classificados com base no produto utilizado para combater o fogo, que são: 

 

Extintor de água

 

A água é pressurizada para fora do extintor, em forma de um jato ou neblina.

 

 

Extintor de espuma

 

O incêndio é apagado através de uma espuma mecânica.

 

Extintor de gases inertes

 

Gás carbônico e o gás nitrogênio que não alimentam a combustão.

 

Extintor em pó

 

Bicarbonato de sódio é utilizado geralmente. 

 



Classificação das chamas 

 

Assim como existe classificação de extintores quanto ao material, existe a classificação quanto ao tipo de incêndio. Então, geralmente em ambientes onde se exige ter extintores de incêndio, é realizado um estudo preliminar dos riscos que podem vir a causar uma combustão. Analogamente, através disso é alocado no ambiente o extintor ideal para possíveis incêndios que possam vir a ocorrer.  

 

Nesse sentido, os extintores são classificados por classes, atrelando o tipo de material do extintor com a origem da chama. 

 

Classe A

 

Chamas de origem fibrosa, como madeira e papel, deve-se utilizar extintores de água ou espuma.

 



Classe B

 

Incêndio originado de materiais líquidos ou sólidos liquefeitos que são altamente inflamáveis, ou seja, não se deve usar extintores a base de água.

 



Classe C

 

Chamas originadas pelos equipamentos elétricos, como motores ou estruturas energizadas, dessa forma, deve-se utilizar extintores a base de pó químico ou de gases. 

 



Classe D

 

Incêndio originado por metais pirofóricos, como sódio, magnésio, bário, cálcio potássio, alumínio, zinco, titânio e zircônio. O extintor é carregado com pó químico.

 

 

Classe K

 

Chamas originadas de óleos e gorduras inflamáveis, esse extintor é utilizado em cozinhas industriais e restaurantes. Composto por acetato de potássio, agente líquido aquoso.

 



Como usar um extintor de incêndio? 

 

Agora que você já sabe que existem vários tipos de extintores, e sabe para o que serve cada um deles. Então chegou a hora de você aprender a usar um extintor, contudo, segue esse passo a passo: 

 

Primeiramente, verifique o princípio do incêndio, ou seja, o que está pegando fogo. Assim você saberá se o extintor que você tem em mãos será o ideal.  

 



Com o extintor correto, segure-o na posição vertical, por baixo da alavanca do gatilho; 

 



Rompa o lacre, girando-o; 

 



Segure a mangueira do extintor e dirija-a para o fogo, o ideal é apontar para o “pé do fogo”, ou seja, o local onde ele começou; 

 


 

Aperto o gatilho do extintor até o fim; 

 

Observando, que mesmo com esse combate prévio, o ideal é acionar o Corpo de Bombeiros e tirar todas as pessoas do local. Lembrando também, que um extintor de incêndio comum possui cerca de 10 segundos de uso, então, caso o extintor já tenha sido utilizado antes, seu uso posterior terá uma capacidade menor. Por isso, é de suma importância que os extintores tenham a manutenção correta e que ele esteja dentro do prazo de validade e tenha o selo do INMETRO. 

 


Principais componentes de um extintor de incêndio

 

Segurança em primeiro lugar 

 

Concluindo esse breve manual sobre extintores de incêndio, você precisa se atentar que se não tiver o extintor ideal para o tipo da chama, não se arrisque em utilizar o que tiver no local. Consequentemente você poderá piorar o incêndio e não cessa-lo. Então, em uma situação dessas, não tente abordar o incêndio, apenas retire as pessoas que estão próximas a chama e acione o Corpo de Bombeiros, pois esses são os profissionais mais qualificados para essa tarefa. 

 





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5 LIÇÕES PARA APRENDER COM A VIDA MARINHA

 



Todos nós poderíamos usar um pouco de inspiração às vezes, especialmente em um mundo moderno com tantas incertezas. Há uma fonte incomparável que amo recorrer quando preciso melhorar meu humor ou um lembrete gentil dos maiores presentes da vida. Essa fonte é o nosso oceano, claro! Pois o oceano abre um leque de lições para aprender com a vida marinha.

Se você está se perguntando como exatamente o oceano pode proporcionar lições para aprender com a vida marinha, não se preocupe. Pois neste artigo, trago algumas da lição, que despertam um novo senso de esperança, alegria e determinação em todos nós, confira:

 

1. Nada impede o amor de uma mãe

 


As morsas mães são conhecidas por carregar seus filhotes nas costas enquanto nadam, garantindo que seus bebês fiquem seguros e protegidos. Eles também não são as únicas criaturas que exibem esses tipos de comportamento.

As mães da baleia franca demonstram um apego materno incrivelmente forte com seus filhotes e as lontras marinhas são conhecidas por acariciar seus filhotes em cima de si mesmas enquanto dormem de costas, garantindo que seus filhos nunca se afastem.

E mães polvos? Essas mães zelam incansavelmente por milhares de ovos durante o período de incubação, até mesmo dispensando suas refeições para garantir que seus bebês estejam protegidos.

Portanto, é claro que o amor de uma mãe pode ser considerado uma das forças de amor mais implacáveis ​​e poderosas neste mundo.

 

2. Você pode fazer qualquer coisa que colocar na mente

 

Há uma criatura marinha que considero uma das mais icônicas quando se trata de demonstrar poder de vontade e crença em si mesmo: os filhotes de tartarugas marinhas. Pois um filhote de tartaruga marinha, ao nascer e sair para o oceano, se depara imediatamente com um dos maiores e mais difíceis desafios que já enfrentou.

 



O que pode ser apenas um punhado de metros pode parecer quilômetros para essas espécies minúsculas. Porém, eles bravamente empurram obstáculo após obstáculo e se esquivam de predador após predador para finalmente encontrar seu lar.

Em uma incrível pincelada da capacidade da natureza de pintar maravilhas sem fim no oceano, filhotes de tartarugas marinhas nascem com o que parece ser uma sensação inata e inabalável de que, se não desistirem, se continuarem empurrando um pouco mais, se eles lutam pelo tesouro que sabem que os espera na linha de chegada, qualquer dificuldade ou obstáculo que encontrem no caminho vale a pena.

 

Portanto, a lição mais simples que podemos aprender com esses filhotes é: nunca, jamais desista!

 

3. O verdadeiro amor EXISTE realmente

 

Embora possa ser fácil ver o amor verdadeiro como uma fantasia, muitas espécies de vida selvagem marinha são evidências de que o romance genuíno realmente existe em nosso mundo hoje. Por exemplo, embora os cavalos-marinhos não sejam exatamente parceiros para “toda a vida”, eles são monogâmicos sérios. Ou seja, eles permanecem comprometidos com um único parceiro por longos períodos, garantindo que possam trazer de forma consistente e bem-sucedida a próxima geração de cavalos-marinhos bebês.

 



A parte do romance vem com o que alguns chamam de processo de “namoro” . Todas as manhãs, um cavalheiro e uma dama de cavalos marinhos irão dançar fielmente um com o outro, reforçando seu vínculo.

Então esses peixinhos sempre reservam tempo um para o outro e expressam-se rotineiramente o amor pelos parceiros. Isso é, sem dúvida, apenas um ingrediente-chave para um relacionamento romântico duradouro.

 

4. Você pode ser pequeno e importante

 

Se você acha que uma criatura marinha tem que ser do tamanho de um grande tubarão branco ou de uma baleia jubarte para ser poderosa, pense novamente! Por exemplo, embora os copépodes não sejam necessariamente as criaturas mais fofas ou carismáticas de nosso oceano, essas criaturas minúsculas são essenciais para os ecossistemas. Não importa onde vaguem, eles são conhecidos por prosperar em praticamente qualquer água que desejam chamar de lar.

 



Esses pequenos organismos estão na base da cadeia alimentar e garantem que toda a vida em níveis tróficos mais elevados seja sustentada. Sem os copépodes, outras criaturas icônicas provavelmente não existiriam.

 

Portanto, a lição aqui é: nunca deixe ninguém lhe dizer que você é pequeno demais para fazer a diferença. Como disse o Dalai Lama: “Se você acha que é pequeno demais para fazer a diferença, é porque não passou a noite com um mosquito”.

 

5. Não importa o que aconteça, “apenas continue nadando! ”

 



Não só Dory, no filme “Procurando Nemo”, mas todas as espécies marinhas trazem umas grandes lições de vida. As tartarugas marinhas não desistem quando enfrentam obstáculos no caminho para sua casa no oceano. As mães polvo não desistem de proteger seus bebês quando um predador espreita por perto. Os cavalos-marinhos não desistem completamente do amor se um de seus companheiros não aparece para o baile matinal na hora certa. Os copépodes não deixam de ser copépodes só porque são uma das menores espécies em sua casa.

Portanto, as lições para aprender com a vida marinha são incríveis, pois, o oceano como um todo, nunca desiste e mantém suas correntes movendo-se mesmo em meio a ameaças que ficam mais fortes a cada dia. Se nosso oceano e suas criaturas magníficas de todas as formas, tamanhos e espécies podem se lembrar de apenas continuar nadando, confie em nosso oceano: você também pode!

 

 



 

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terça-feira, 18 de outubro de 2022

 




 

QUAL É A FUNÇÃO DE UMA ANÁLISE DE ACIDENTES?

 



Após um trágico evento, é comum buscar a entender quem foram os culpados. Isso pode-se dar talvez por uma associação com notícias sobre crimes, que são diariamente veiculadas. Do ponto de vista da Análise de Acidentes, não é isso o que realmente queremos.

Entretanto, quando há repercussão em mídias, não podemos deixar de lado que a polêmica é um forte argumento para se obter audiência. Logo, são destacadas expressões como “busca por justiça” e “responsáveis”, por exemplo. Faz parte do negócio.

Dessa forma, normalmente se ouvem frases parecidas, assim como a indigesta descrição do acidente, seguida por entrevista a autoridades de segurança pública na busca imediata do motivo e culpados do acidente.

“Os técnicos da autoridade regional irão iniciar imediatamente a investigação do acidente”.

Seja aqui ou em qualquer outro país, o roteiro é praticamente o mesmo. Talvez até a música de fundo do programa vespertino seja a mesma. Tempos depois, a notícia não ocupa o mesmo espaço. As investigações não são liberadas no tempo em que se espera. Então, sai um documento enorme, detalhado, porém seguido da reflexão interna:

“Mas eu nunca vejo pessoas sendo presas depois que saem os relatórios”.

Essa talvez seja um dos paradigmas dessa ciência: de que Análise de Acidentes serve para apontar os culpados. Ainda que se pareça frio para com as vítimas, quem aponta culpados é a justiça. Nesse órgão, são asseguradas as garantias jurídicas às partes da ação, inclusive as de se defender. É claro que o Judiciário pode usar o relatório de Análise de Acidentes, mas a Engenharia deve-se manter no seu quadrado quando lida com um evento adverso desses.

Uma análise de acidentes pode-nos salvar. Em termos técnicos e de maneira (muito) resumida, a Análise de Acidentes identifica os fatores que levaram ou contribuíram para ocorrer o evento adverso e propõe medidas de controle. 

 

Em outras palavras, ela deve responder às seguintes:

 

·       O que aconteceu;

·       Como aconteceu;

·       Por que aconteceu;

·       O que poderia ter evitado ou reduzido as consequências;

·       O que se pode fazer para evitar novos eventos similares.

 

Embarcando no exemplo da aviação civil comercial, é inegável que falamos de um meio de transporte muito seguro, mas essa segurança não veio sem custos humanos. Um dos fatores que caracterizam essa solidez no transporte aéreo é que ocorrem sistematicamente procedimentos de Análise de Acidentes e Incidentes.

 



Quem já voou de avião deve-se lembrar de quantas nuances e detalhes tem toda a operação. Pode-se perceber que se buscam as melhores técnicas e procedimentos para assegurar que o melhor está sendo aplicado: desde a profissional de Nutrição que vê a refeição embalada segundo práticas seguras até a Engenheira Civil que “bate o olho” e reconhece a solidez de estruturas de apoio. Para que se torne (e se mantenha) seguro, esse segmento abrange diversos aspectos quando realiza uma análise de acidentes e incidentes: Projeto, Execução, Operação, Manutenção, Treinamento, Seleção de Pessoal etc.

A Análise deve ser tão profunda a ponto de se chegarem a fatores que, se modificados, impedirão ou reduzirão em muito as chances de se ocorrerem eventos similares.

A análise organizacional, permite, de modo potencial, fazer avançar a análise tanto quanto necessário, com o objetivo de encontrar as causas realmente determinantes e, assim, tomar as medidas corretivas eficazes que permitam evitar outras catástrofes, diferentes nas suas modalidades, mas que têm, fundamentalmente, as mesmas causas.

 

A resposta é não e sim ao mesmo tempo.

 

Evidentemente que a maioria dos eventos adversos não está relacionada a sistemas tão complexos quanto da Aviação ou de uma Planta de Energia Nuclear. Logo, a não ser que sua organização seja tão complexa quanto esses, o relatório não será do tipo de “mil páginas”.

Por outro lado, as análises acidentes também devem ir além das causas mais óbvias, chamadas imediatas, que são aqueles fatores mais próximos ou lógicos que levaram ao acidente. Dessa maneira, o profissional que realiza a Análise de Acidentes deve chegar aos fatores que realmente foram determinantes para ocorrência. Logo, em sistemas ou organizações mais simples, a chegada a esses fatores tende a ser mais simples também.


Exemplo da infância

 

É como o tradicional caso da primeira juventude em que dois amigos estavam em mais uma das corridas dominicais de bicicleta e ambos “levaram um capote memorável” ao passarem muito perto (“tirando fina”) de um caminhão parado. Por sorte, saíram com somente arranhões e as magrelas raladas.

 



Os espectadores, que seriam os próximos a correr, sabiam que por pouco os dois ases não deram com a cara na caçamba do caminhão, o que poderia ter sido muito pior.

Após o susto, conversando na calçada (ou já iniciando a Análise do Acidente), um dos sortudos, no auge de sua confiança, apenas falou que “devia ter areia no chão por causa do caminhão. Não preciso fazer nada, pois não vai acontecer de novo”.

O outro, que tinha por hobby desenhar aviões, foi além: reconheceu que estavam rápido demais, que deveriam ter visto antes se não havia carros ou sujeira na “pista de corrida” e que sua bicicleta não estava muito boa, além de ele saber que o machucado poderia (ou deveria) ter sido muito pior.

Então, ele parou de correr (tanto), arrumou sua bicicleta e comprou um capacete além de verificar antes o trajeto. Ou seja, reconheceu os fatores que contribuíram para a ocorrência e já tomou medidas de prevenção.

 





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CONFIRA AS 5 ATITUDES PARA UMA EMPRESA SEGURA EM 2019.



 

Uso de Equipamentos de Proteção Individual

 

Os EPI’s são essenciais para garantir segurança aos funcionários. Proteções auditivas, respiratórias, visuais e demais necessidades devem ser utilizadas.

 

Nesta lista se incluem diversos tipos de equipamento, como:

 

·       Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares;

·       Proteção respiratória: máscaras e filtro;

·       Proteção visual e facial: óculos e viseiras;

·       Proteção da cabeça: capacetes;

·       Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes;

·       Proteção de pernas e pés: sapatos, botas e botinas;

·       Proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões.

 




 

Investir em EPC’s

 

Os Equipamentos de Proteção Coletiva têm a função de garantir a segurança de toda a equipe de colaboradores em uma empresa. Não somente os colaboradores que atuam em atividades com grau de periculosidade são beneficiados por estes equipamentos.


Alguns destes equipamentos são:

 

·       Sistemas de ventilação e exaustão;

·       Proteção de circuitos e equipamentos elétricos;

·       Proteção contra ruídos (isolantes acústicos) e vibrações;

·       Sensores de presença;

·       Barreiras contra luminosidade intensa e descargas atmosféricas. 

 



 

Empresa segura: Reciclagem dos treinamentos em NR

 

Fique atento aos prazos de validade dos treinamentos em NR dos seus funcionários. Esta atividade é extremamente importante para atualizar os conhecimentos da equipe e deixá-la apta para lidar com as situações do presente.
Os treinamentos incluem noções teóricas e pragmáticas que são de extrema importância para o manuseio de equipamentos e desenvolvimento de diversas funções
Já sabe de quais treinamentos os seus funcionários precisam? 

 

Incentivar uma cultura de segurança

 

Promover a cultura de segurança dentro da empresa é essencial para a conquista da mesma. Os colaboradores valorizam a instituição que se preocupa com a equipe.
Ouvir os funcionários e promover diálogos acerca das necessidades da instituição é o melhor caminho. Os funcionários ficam mais satisfeitos, aumentam a produtividade e reduzem as possibilidades de acidentes. Com isto, toda a empresa sai ganhando.

 

Incentivar o trabalho da CIPA

 

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é um órgão interno de extrema importância para uma empresa segura. Este grupo tem como objetivo a prevenção dos acidentes e doenças trabalhistas.
A CIPA configura-se na principal ponte de contato entre os colaboradores e empregadores. Mantendo assim, a produtividade, o bem-estar, a segurança e a saúde dos trabalhadores em geral.

 





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    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE MATRIZ DE RISCO E INVENTÁRIO DE RISCO       A matriz de risco e o inventário de risco causam muita...