terça-feira, 29 de março de 2022

 


 

COMO PROTEGER O VIDRACEIRO 

DOS RISCOS DA PROFISSÃO?

 




A segurança do trabalho é uma pauta de extrema importância, mas que é negligenciada em muitas ocasiões. Seu objetivo é estabelecer uma série de medidas que resultem na redução de riscos à vida do trabalhador, como o vidraceiro, por exemplo. 

 

Todavia, muitos profissionais relutam em adotar estes patamares, por causa dos custos adicionais ou por causa do modo de serviço. Não é difícil encontrar indivíduos que se recusem a usar parte dos Equipamentos de Proteção Individual, por “comodidade” ou “praticidade”. 

 

Quando falamos sobre as vidraçarias ou os vidraceiros, a situação não é muito diferente. Muitos não veem necessidade de se precaver. Justamente por este motivo, a NBR 7199, Norma Brasileira 7199, regulamenta o uso de vidros na construção civil (projeto, execuções e  aplicações) e por ser imposta deve ser utilizada por todos os profissionais que trabalham com este tipo de material. 

 

Se você quer saber mais sobre as regras e os equipamentos que protegem este profissional, ou se você possui dúvidas sobre estes assuntos e quer esclarecê-las, continue lendo o artigo a seguir.

 



Sobre que temas a NBR 7199 atua? 

 

A nova NBR 7199, conta com 57 páginas, revisadas por 60 profissionais, que representam mais de 40 empresas. Nela, encontramos informações sobre:

 

·       As aplicações de vidro em coberturas e marquises;

 

·       Aplicações de vidro como guarda-corpos e em portas e vitrines (ou divisórias);

 

·       Aplicações de vidro que retardam a propagação de fogo; 

 

·       Aplicações de vidros em projetantes móveis; 

 

·       Aplicações de vidro em fachadas; e

 

·       Aplicações de vidros que retardam arrombamentos e instalações especiais. 

 

Esta versão trouxe algumas melhorias na diagramação, para que os profissionais possam encontrar o que procuram de maneira mais fácil, rápida e intuitiva, sem que precisem perder tempo. 

 

Além disso, podemos encontrar neste documento, informações sobre como calcular a espessura de uma peça; sobre aplicações de vidro blindado e instalações com normas específicas. 

 

Por último, temos os diferentes tipos de instalação; a importância do armazenamento correto; informações sobre a inclinação de chapas e informações gerais sobre equipamentos de proteção coletivos (EPC's), sobre os equipamentos de proteção individual (EPIs) e como utilizá-los em diferentes ambientes. 

 



EPC’s: a importância da proteção coletiva

 

O profissional que trabalha com vidro, em primeiro lugar, deve saber delimitar sua área de atuação para proteger-se da melhor maneira possível. Normalmente, as atividades implicam em pequenas ocorrências, mas que podem ser fatais. 

 

Vamos categorizar esses locais em duas divisões:

 

·       Na Vidraçaria: neste ambiente de trabalho as precauções devem ser dobradas. Leve em consideração toda parte móvel de maquinário ou de equipamento antes de posicioná-los. Adote um piso antiderrapante, pois algumas atividades podem molhar o chão, deixando-o escorregadio. Instale corrimãos e guarda-corpos, conforme a necessidade, e não se esqueça dos extintores de incêndio, para o caso de fogo. 

 

·       Em outros locais: além destas precauções básicas, é recomendado o uso de telas-guarda corpos, que em conjunto com os EPI’s, reduz os riscos de queda. 

 

OBS: Em ambos os casos, utilize a sinalização adequada, para indicar quaisquer que sejam as operações em curso. Lembre-se de sempre manter um kit de primeiros socorros próximo, ele pode ser de extrema utilidade em momentos cruciais. 

 

É necessário sempre avaliar os riscos de queda antes de iniciar um serviço e nunca operar próximo a redes elétricas sem antes solicitar o desligamento das mesmas para os responsáveis. Evite trabalhar em dias nos quais as condições climáticas não estão adequadas, já que você pode cair de um telhado escorregadio num dia de chuva, por exemplo, ou não ter a iluminação necessária trabalhando num dia nublado. 

 

 


 

EPI’s para Vidraceiro – veja quais são eles

 

Os EPI’s para Vidraceiro variam de acordo com os tipos de risco que o profissional irá enfrentar durante suas atividades. Alguns se repetem na maioria delas, mas outros diferem bastante como, por exemplo, os EPIs para trabalho em altura que são usados só quando a atividade é desenvolvida com essa característica.

 

Então vamos ver abaixo quais são esses equipamentos:

 

Para todo tipo de atividade

 

·       Luvas Anti-Corte: a luvas anti-corte são luvas padrão, feitas de materiais mais resistentes, que ajudam a prevenir possíveis cortes às mãos. As mesmas podem ser feitas de carbono, fio de aço ou qualquer outra liga que apresente as mesmas propriedades. Devem ser usadas durante o corte de peças, durante a lapidação, para o manuseio e para a instalação de itens.

 

·       Mangotes Anti-Corte: os mangotes são como mangas de camisa, que podem ser utilizados nos braços para prevenir possíveis danos à essa região. Os mesmos podem ser feitos dos mesmos materiais das luvas e devem ser usados em conjunto. Lembre-se de sempre cobrir o vão entre os mangotes e as luvas. 

 

·       Óculos de Proteção: os óculos de proteção são óculos que servem para a proteção frontal e lateral dos olhos. Os mesmos podem ser feitos de Policarbonato e há, inclusive, algumas opções com proteção contra raios UV, para aqueles que trabalham no sol ou frente a lâmpadas ultravioleta.

 

·       Botina de Segurança: as botinas de segurança servem para prevenir possíveis danos aos pés. Elas podem ser fechadas, geralmente sem cadarço e com biqueira de aço (ou Composite). Além de dar firmeza ao trabalhador e impedir quedas sobre materiais perigosos, elas impedem a perfuração, que pode ser causada pela pisada acidental em equipamentos ou matérias-primas.

 

·       Capacete: o capacete pode ser escolhido pelo profissional, mas recomenda-se o uso dos que possuem abas, pois eles servem para proteger a cabeça e o rosto contra a queda de objetos. Os mesmos podem ser feitos de PEAD ou ABS e devem ser utilizados sempre que algo for levantado acima do nível do pescoço. 

 

Para atividades de corte e lapidação

 

·       Protetor Auricular: os protetores auriculares são como os grandes fones de ouvido, servem para proteger a audição dos colaboradores contra altos barulhos emitidos por algumas máquinas. A intensidade de certos sons provenientes do local de trabalho pode causar danos permanentes.

 

·       Avental: os aventais servem para proteger a parte da frente do corpo, que normalmente é o que tem contato direto com as ações do ofício. Os mesmos podem ser feitos de materiais semelhantes aos das luvas e mangotes, garantindo assim, a diminuição da probabilidade de cortes nesta região. 

 

Para Instalações Em Altura

 

·       Cinto de Segurança: o cinto de segurança é como um suporte que prende o trabalhador aos pontos de ancoragem. Ele serve para proteger o usuário de possíveis quedas, quando o mesmo está trabalhando a uma altura maior que 2 m do chão e deve estar ligado a uma estrutura que possa interromper o acidente. 

 

O que acontece se não cumprir essas regras?

 

A NR 6 é a norma regulamentadora responsável por determinar tudo que diz respeito aos EPI’s. Prevê punições sérias para todos aqueles que não cumprirem com as recomendações citadas, sejam os empregadores ou colaboradores. 

 

Os contratantes, no caso, podem ser penalizados através dos auditores fiscais do Ministério da Economia, responder a processos trabalhistas, arcar com custos de eventuais indenizações, etc. 

 

Já os contratados que não cumprirem suas obrigações, estão sujeitos à rescisão do contrato de trabalho por justa causa, conforme previsto nos artigos 158 e 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

 

Procurando EPI para Vidraceiros?

 

O melhor lugar é aqui! Aqui na Prometal EPIs você encontra todos os equipamentos que viu neste artigo. Além disso, também dispomos dos EPC’s e equipamentos de sinalização. O momento de adquirir os equipamentos de proteção é de extrema importância. 

 

É neste momento que você pode fazer a sua parte diretamente pela vida dos trabalhadores que contratou para a sua empresa. Por isso, escolha um distribuidor de confiança. Escolha sempre a Prometal EPIs.

 

 

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segunda-feira, 28 de março de 2022

 

 

 


 

BRIGADA DE INCÊNDIO:

O QUE É? CONCEITOS, NORMAS E TREINAMENTO

 



O que é Brigada de Incêndio?

 

A brigada de incêndio é um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção, abandono e combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida.

 

Definições de acordo com a NBR 14276

 

Bombeiro profissional civil

·       Bombeiro profissional, pessoa que presta serviços de atendimento de emergência a uma empresa.

 

Bombeiro público (militar ou civil)

·       Bombeiro público, pessoa pertencente a uma corporação de atendimento a emergências públicas.

 

Bombeiro voluntário

·       Bombeiro voluntário, pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento a emergências públicas.

 

Combate a incêndio:

·       Combate a incêndio, conjunto de ações táticas, destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos.

 

Plano de segurança contra incêndio

·       Plano de segurança contra incêndio, conjunto de ações e recursos internos e externos ao local, que permite controlar a situação de incêndio.

 

Prevenção de incêndio

·       Prevenção de incêndio, uma série de medidas destinadas a evitar o aparecimento de um princípio de incêndio ou, no caso de ele ocorrer, permitir combatê-lo prontamente para evitar sua propagação.

 

Composição da brigada de incêndio

 

A brigada de incêndio deve ser composta levando-se em conta a população fixa e o percentual de cálculo obtido levando-se em conta a classe e a subclasse de ocupação da edificação.

 

O cálculo deve seguir os requisitos previstos na Tabela 1 (Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio) da NBR 14276.

 

Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista

 

Os candidatos a brigadista devem atender aos seguintes critérios básicos:

 

a) permanecer na edificação;

b) possuir experiência anterior como brigadista;

c) possuir robustez física e boa saúde;

d) possuir bom conhecimento das instalações;

e) ter responsabilidade legal;

f) ser alfabetizado.

 

Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados, devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisito.

 

Organização da brigada de incêndio

 

A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue:

 

Brigadistas

 

Membros da brigada que executam as atribuições de prevenção, abandono e combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida.

 

Líder da brigada

Responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento).

É escolhido entre os brigadistas aprovados no processo seletivo;

 

Chefe da brigada

 

Responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.

É escolhido entre os brigadistas aprovados no processo seletivo;

 

Coordenador geral

 

Responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta.

É escolhido entre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.

 

Organograma da brigada de incêndio

 

O organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações, o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento.

O responsável máximo da brigada de incêndio (coordenador geral, chefe da brigada ou líder) é a autoridade máxima na empresa no caso da ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência, devendo ser, portanto, um gerente ou possuir cargo equivalente.

 

As empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento deve ter um líder que deve coordenar a brigada.

 

As empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com mais de um pavimento/compartimento devem ter um líder para cada pavimento/compartimento, que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação.

 

As empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação com mais de um pavimento/compartimento devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação, que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada.

 

Curso de formação de brigada de incêndio

 

Os candidatos a brigadista, devem frequentar curso de capacitação conforme características do estabelecimento.

 

O objetivo do curso é proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção, isolamento e extinção de princípios de incêndio, abandono de local com sinistro, além de técnicas de primeiros socorros.

 

O curso deve enfocar principalmente os riscos inerentes à classe de ocupação da edificação. 

A periodicidade do treinamento deve ser de no máximo 12 meses ou quando houver alteração de 50% dos membros da brigada.

 

Grade básica do curso de formação de brigada de incêndio

 

Parte teórica

 

·       Teoria do fogo;

·       Propagação do fogo;

·       Classes de incêndio;

·       Prevenção de incêndio;

·       Métodos de extinção;

·       Agentes extintores;

·       Equipamentos de combate a incêndio;

·       Equipamentos de detecção, alarme e comunicações;

·       Abandono de área;

·       Análise de vítimas;

 

Vias aéreas

 

·       RCP (reanimação estado de choque);

·       Hemorragias;

·       Fraturas;

·       Ferimentos;

·       Queimaduras;

·       Emergências clínicas;

·       Transporte de vítimas.

·       Parte prática

·       Combate a incêndios;

·       Abandono de área;

·       Primeiros socorros.

·       Atribuições da brigada de incêndio

 

As atribuições da brigada de incêndio são as seguintes:

 

Ações de prevenção

 

·       avaliação dos riscos existentes;

·       inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio;

·       inspeção geral das rotas de fuga;

·       elaboração de relatório das irregularidades encontradas;

·       encaminhamento do relatório aos setores competentes;

·       orientação à população fixa e flutuante;

·       exercícios simulados;

 

Ações de emergência

 

·       identificação da situação;

·       alarme/abandono de área;

·       corte de energia;

·       acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa;

·       primeiros socorros;

·       combate ao princípio de incêndio;

·       recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros;

·       preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros;

·       encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos.

 

Exercícios simulados

 

Devem ser realizados exercícios simulados parciais e completos no estabelecimento ou local de trabalho com a participação de toda a população, no período máximo de três meses para simulados parciais e seis meses para simulados completos.

 

Imediatamente após o simulado, deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas.

 

Identificação da brigada

 

Devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação, quadros de aviso ou similar, sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.

 

O brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um botton ou crachá que o identifique como membro da brigada.

 

No caso de uma situação real ou simulado de emergência, o brigadista deverá usar, além do botton ou crachá, um colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação.

 

Processo de comunicação

 

Nas plantas em que houver mais de um pavimento, setor, bloco ou edificação, deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os brigadistas, a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência.

 

Essa comunicação pode ser feita através de: telefones, quadros sinópticos, interfones, sistemas de alarme, rádios, alto-falantes, sistemas de som interno, etc.

 

Caso seja necessária a comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o operador de rádio é a(o) responsável por ela.

 

Para tanto faz-se necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.

 

Grupo de apoio

 

O grupo de apoio é formado com a participação da segurança patrimonial, de eletricistas, encanadores, telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação.

 

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BRIGADA DE INCÊNDIO:

QUANDO É NECESSÁRIO TER UMA?

 



Embora nem sempre seja obrigatória, a brigada de incêndio é uma medida muito no combate a incêndios nos mais diversos tipos de edificações. Isso porque, quando uma emergência com fogo ocorre, contar com pessoas treinadas e capacitadas para agir no sentido de evacuar o local e evitar que as chamas se alastrem facilita o trabalho do Corpo de Bombeiros, além de preservar a vida das pessoas que circulam pelos ambientes. Ter uma brigada de incêndio, portanto, vai além do cumprimento de normas.

 

No entanto, a legislação existe e ela aborda a obrigatoriedade de contar com uma equipe preparada para combater o fogo tanto nos prédios residenciais quanto nos comerciais e nos industriais. Em termos gerais, a brigada de incêndio é obrigatória em todas as edificações que contam com mais de 20 funcionários (ou moradores). É formada por pessoas adultas, alfabetizadas, que gozam de boa saúde e passam a maior parte do tempo no local.

 

O que é a brigada de incêndio?

 

A brigada de incêndio é uma equipe formada por voluntários ou não, treinada e capacitada para agir com segurança no caso de uma emergência com fogo em prédios residenciais, comerciais e industriais. Os membros (brigadistas) são funcionários ou moradores que, basicamente, têm condições de agir com tranquilidade e segurança quando houver necessidade. O número de brigadistas varia de acordo com o tamanho e a quantidade de pessoas que circulam diariamente pelo local. Apesar de ser complementar à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), a brigada de incêndio não garante estabilidade de emprego, como acontece com os membros da CIPA.

 

Qual a sua importância?

 


 

A brigada de incêndio age na prevenção e no combate às chamas em edificações residenciais, comerciais e industriais. Foto: Pixabay

 

Resumidamente, os brigadistas são pessoas que sabem como agir no caso de uma emergência, seja no sentido de evacuar o prédio, de combater as chamas ou, ainda, na aplicação de técnicas de primeiros socorros. Quando há uma ocorrência, a brigada de incêndio garante que os prejuízos sejam evitados ou pelo menos minimizados até a chegada dos Bombeiros, que vão realizar o combate efetivo ao incêndio e o salvamento de pessoas, se for o caso.

 

Além de combater as chamas, a brigada de incêndio também é responsável por prevenir incidentes desse tipo. Isso significa que os brigadistas devem estar sempre atentos às condições da edificação em relação ao projeto de segurança contra incêndios. Em outras palavras, a brigada deve alertar os responsáveis por possíveis descuidos e riscos presentes no ambiente. Além disso, deve fiscalizar o funcionamento dos equipamentos que fazem parte do sistema de prevenção e combate, a fim de que tudo esteja em condições de operação caso haja alguma ocorrência.

 

Como funciona o treinamento da brigada de incêndio?

 

O treinamento da brigada de incêndio é feito pelo Corpo de Bombeiros e conta com atividades teóricas e práticas. Além de conhecer o projeto de segurança da edificação e o plano de emergência, os brigadistas aprendem como agir na prevenção e no combate às chamas. O Corpo de Bombeiros orienta os membros a estarem atentos a quaisquer possíveis riscos e, então, notificar os responsáveis pelo local para que sejam feitas as adequações e os consertos necessários para o bom funcionamento de todos os equipamentos no caso de uma ocorrência.

 

Os brigadistas também são treinados a operar os equipamentos que fazem parte do sistema de segurança, como os extintores, por exemplo. Além disso, devem orientar as pessoas para que façam uma evacuação eficiente do prédio, a fim de evitar situações de pânico ou que possam prejudicar a utilização das rotas de fuga com segurança. Durante o treinamento, a brigada de incêndio passa por exercícios que simulam situações de emergência para que seus membros aprendam como agir em situações reais de incêndio. O Corpo de Bombeiros também orienta quanto à necessidade e a aplicação de primeiros socorros até que o salvamento chegue ao local. Depois do curso, todos recebem um documento que atesta a realização do treinamento. A reciclagem deve ser feita todos os anos ou sempre que houver alteração de metade dos brigadistas.

 

 

 

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