sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

 



 

COLETA DE LIXO EM EMPRESAS: CONHEÇA BOAS PRÁTICAS ESSENCIAIS

 


Você sabia que a coleta de lixo dentro das empresas vai muito além de manter o espaço limpo? Ela é fundamental para atender às normas ambientais, reduzir impactos negativos no meio ambiente e ainda melhorar a imagem corporativa. Por isso, cada vez mais organizações estão investindo em práticas estruturadas para o gerenciamento adequado dos resíduos.

A seguir, te explicamos em detalhes o que é a coleta de lixo em empresas, por que ela é tão importante e quais boas práticas podem transformar essa rotina em um diferencial positivo.

 

No que consiste a coleta de lixo em empresas?

A coleta de lixo em empresas consiste no conjunto de práticas voltadas para o manejo correto dos resíduos gerados no ambiente corporativo. Esse processo inclui a separação, acondicionamento, armazenamento temporário e destinação adequada de cada tipo de material, seja ele reciclável, orgânico ou rejeito.

Mais do que apenas descartar, a coleta de lixo envolve planejamento e responsabilidade, garantindo que os resíduos sejam tratados de forma segura, reduzindo impactos ambientais e atendendo às normas legais.

 

Boas práticas para tornar a coleta de lixo mais sustentável

Existem várias formas de melhorar a coleta de lixo nas empresas e torná-la ainda mais responsável.

 

Confira algumas práticas que podem ser aplicadas:

1- Separação adequada dos resíduos

Antes de tudo, é fundamental realizar a separação correta. Mantenha lixeiras específicas para recicláveis, orgânicos e rejeitos. Dessa forma, a destinação se torna mais simples e, ao mesmo tempo, aumenta as chances de reaproveitamento dos materiais.

2- Usar embalagens adequadas

Além da separação, cada tipo de resíduo exige um cuidado próprio. Por exemplo, restos orgânicos precisam de recipientes resistentes para evitar vazamentos, enquanto recicláveis devem estar em sacos limpos e secos. Assim, a coleta acontece com mais segurança e eficiência.

3- Definir pontos estratégicos de coleta

Outro passo importante é escolher bem onde posicionar as lixeiras. A localização, afinal, influencia diretamente a adesão dos colaboradores. Portanto, coloque coletores em áreas de grande circulação, como refeitórios, corredores e salas de reunião. Com isso, o descarte se torna prático e natural no dia a dia.

4- Treinar a equipe

No entanto, não adianta estruturar um sistema se as pessoas não souberem como utilizá-lo. Por isso, realize treinamentos rápidos, promova campanhas internas e utilize comunicados visuais para reforçar a importância da coleta de lixo. Dessa maneira, todos entendem seu papel e colaboram mais.

5- Controlar a frequência de retirada

Da mesma forma, é essencial organizar a retirada dos resíduos. Defina horários ou dias específicos para a remoção. Assim, evita-se o acúmulo, reduz-se odores desagradáveis e previnem-se riscos à saúde. Além disso, os ambientes permanecem sempre limpos e organizados.

6- Sinalizar corretamente os locais de coleta

Outro recurso indispensável é a comunicação visual. Utilize placas, adesivos coloridos ou até infográficos simples para indicar os tipos de resíduos em cada coletor. Dessa forma, a identificação se torna imediata e os erros de descarte são reduzidos.

7- Reduzir a geração de resíduos

Por fim, lembre-se de que a melhor prática é evitar o desperdício. Estimule o uso de copos reutilizáveis, reduza impressões desnecessárias e incentive o reaproveitamento de materiais dentro da empresa. Como resultado, o volume de lixo diminui e a sustentabilidade se fortalece.

 

Quais são as vantagens da coleta de lixo para as empresas?

A coleta de lixo feita corretamente traz diversos benefícios que vão além da limpeza do ambiente. Entre os principais, estão:

·       redução de impactos ambientais: menos resíduos enviados para aterros e maior aproveitamento de recicláveis;

·       cumprimento da legislação: evita multas e problemas legais relacionados ao descarte inadequado;

·       prevenção de riscos: diminui contaminações e acidentes dentro do ambiente corporativo;

·       fortalecimento da imagem da empresa: mostra responsabilidade ambiental e gera credibilidade no mercado.

 

 

 

 

 

 

 

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O QUE É PEGADA ECOLÓGICA E COMO ELA AFETA O FUTURO DO PLANETA?

 



Você já ouviu falar em pegada ecológica? Esse conceito pode parecer técnico à primeira vista, mas está diretamente ligado às nossas decisões do dia a dia. Desde o que comemos até como nos deslocamos, tudo deixa um rastro no meio ambiente. A pegada mede exatamente isso: o impacto das nossas escolhas nos recursos naturais do planeta.

A seguir, a explicamos o que é pegada ecológica, por que ela importa e como reduzi-la no dia a dia.

O que é pegada ecológica?

A pegada ecológica é uma forma de medir o impacto das nossas ações no meio ambiente. Ela calcula a quantidade de recursos naturais que utilizamos para sustentar nosso estilo de vida. Isso envolve:

·       água;

·       energia;

·       alimentos;

·       emissão de gases.

 

Além disso, esse indicador considera a área necessária para gerar os recursos que usamos e absorver os resíduos que produzimos, especialmente o carbono. Quanto maior a pegada, maior é a pressão que exercemos sobre os ecossistemas da Terra

 

Como usar a pegada ecológica para promover a sustentabilidade?

Compreender a pegada ecológica permite enxergar, com clareza, como nossas escolhas impactam o meio ambiente. A seguir, veja quatro formas de utilizar esse conceito para adotar práticas mais sustentáveis no dia a dia da sua empresa:

 

1) Repensar os hábitos de consumo

Cada produto que usamos consome recursos naturais em sua fabricação, transporte e descarte. Por isso, é fundamental adotar práticas de consumo mais conscientes, como:

·       evitar o consumo excessivo;

·       reutilizar materiais sempre que possível;

·       priorizar itens duráveis e de menor impacto ambiental;

·       reduzir o desperdício e incentivar a economia circular.

 

2) Reduzir o uso de energia e recursos naturais

Uma das formas mais diretas de diminuir a pegada ecológica é controlar o uso de energia elétrica e água. Iluminação natural, equipamentos com selo de eficiência energética e sistemas de reuso de água são exemplos de ações que contribuem significativamente. Além disso, pequenas atitudes como desligar o que não está em uso e evitar vazamentos geram um impacto positivo imediato.

 

3) Rever o modo de transporte

Meios de transporte movidos a combustíveis fósseis estão entre os maiores emissores de gases de efeito estufa. Sempre que possível, é interessante incentivar alternativas com menor impacto, como transporte coletivo, caronas compartilhadas, bicicletas ou caminhadas.

 

4) Fazer a compensação ambiental

Mesmo com ações de redução, alguns impactos são inevitáveis. Por isso, calcular a pegada e compensar esse impacto por meio de reflorestamento, proteção de áreas verdes e apoio a projetos sustentáveis é uma estratégia valiosa. A compensação mostra um compromisso real com a preservação dos recursos naturais e a busca pelo equilíbrio ambiental.

 

Qual a relação entre pegada ecológica x sustentabilidade?

A pegada ecológica mostra se estamos consumindo recursos dentro dos limites que o planeta pode suportar. Já a sustentabilidade busca garantir qualidade de vida sem comprometer o futuro das próximas gerações. Quando a pegada é alta, usamos mais do que a Terra consegue renovar, o que prejudica a biodiversidade, o clima e o equilíbrio dos ecossistemas.

Por isso, reduzir a pegada é essencial para tornar qualquer atividade sustentável. O equilíbrio entre o consumo e a capacidade de regeneração do planeta é a base para garantir um futuro saudável para todos.

 

Leve mais sustentabilidade para sua empresa com a Ética Ambiental!

Entender o que é pegada ecológica é um passo importante para repensar nossas escolhas. Com esse conhecimento, podemos agir com mais responsabilidade em casa, nas empresas e na sociedade como um todo.

Especialista em oferecer soluções que fortalecem a sustentabilidade de empresas e indústrias. Trabalhamos com gestão ambiental, consultoria e serviços que ajudam a conservar os recursos naturais, cumprir as normas legais e incentivar a responsabilidade social e ambiental.

 

 



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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

 



 

ENTENDA O QUE SÃO RESÍDUOS HOSPITALARES E COMO DEVEM SER DESCARTADOS

 

 


 

Você já se perguntou o que acontece com os resíduos gerados por hospitais, clínicas e laboratórios? Apesar de parecer um assunto técnico demais, esse tema está mais presente no nosso dia a dia do que muitos imaginam. Além de representar riscos à saúde pública, os resíduos hospitalares podem causar danos sérios ao meio ambiente quando não são tratados corretamente.

Neste artigo da Ética Ambiental, você vai entender quais são os tipos de resíduos hospitalares, como realizar o descarte adequado e como as empresas do setor de saúde podem lidar com essa responsabilidade de forma segura e eficiente.

 

O que são resíduos hospitalares?

Resíduos hospitalares são todos os materiais descartados por serviços de saúde durante atendimentos, exames e procedimentos médicos. Eles incluem desde itens comuns, como papéis e embalagens, até materiais contaminados, como seringas, luvas e curativos.

Por serem gerados em ambientes com alto risco biológico, esses resíduos precisam de cuidados específicos. O descarte incorreto pode causar contaminações, acidentes com profissionais da saúde e até a proliferação de doenças graves. Por isso, a gestão correta é fundamental.

 

Quais são os tipos de resíduos hospitalares?

Segundo a Anvisa, por meio da RDC 222/2018, os resíduos hospitalares se dividem em cinco grupos principais:

·       grupo A (potencialmente infectantes): incluem sangue, secreções, resíduos de isolamento e materiais contaminados;

·       grupo B (químicos): medicamentos vencidos, desinfetantes e reagentes;

·       grupo C (rejeitos radioativos): descartes de materiais usados em exames ou terapias com radiação;

·       grupo D (resíduos comuns): semelhantes ao lixo doméstico, como papel, plástico e embalagem não contaminada;

·       grupo E (perfurocortantes): agulhas, bisturis e vidros quebrados. 

 

Como criar um protocolo de descarte de resíduos hospitalares?

Criar um protocolo, ou Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), é essencial para evitar riscos sanitários, ambientais e legais. A seguir, veja como estruturá-lo em seis passos:

1-  Mapeie os tipos de resíduos hospitalares gerados

Antes de tudo, mapeie quais tipos de lixo hospitalar são produzidos em cada setor. Cada categoria exige cuidados específicos e deve ser separada desde a origem.

2- Classifique os resíduos segundo a legislação

Em seguida, classifique os resíduos conforme os grupos A a E, conforme as normas da Anvisa mencionadas anteriormente no artigo. É fundamental registrar formalmente essa separação no protocolo. Assim, a instituição assegura a conformidade legal e evita penalidades.

3- Padronize a coleta e o acondicionamento

Organize pontos estratégicos para a coleta dos resíduos e defina como será feito o armazenamento temporário. É importante usar embalagens corretas para cada tipo de material, garantindo segurança e evitando contaminações. Além disso, sinalize os locais de coleta e oriente sobre a frequência da remoção interna.

4- Contrate empresas autorizadas para o transporte

Nunca realize o transporte por conta própria. Em vez disso, escolha empresas licenciadas e com experiência no tratamento de lixo hospitalar. Também verifique se elas possuem rastreabilidade e seguem as normas ambientais em vigor.

5- Treine todos os profissionais envolvidos

Capacite a equipe sobre como identificar e descartar corretamente cada tipo de resíduo. Explique também o uso adequado dos EPI’s. Dessa forma, o risco de acidentes e falhas no processo diminui consideravelmente.

6- Monitore e atualize o protocolo regularmente

Por fim, crie uma rotina de revisão do protocolo. Faça auditorias, corrija falhas e mantenha a equipe informada. Um bom gerenciamento dos resíduos hospitalares depende de atualização constante.

 

 

 

 

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CONSULTORIA EM SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL

 

 


Consultoria em sustentabilidade empresarial | A transição das empresas para práticas sustentáveis é fundamental no cenário global atual, marcado por desafios ambientais e sociais. A sustentabilidade empresarial não apenas contribui para a preservação do meio ambiente, mas também fortalece a reputação das organizações, aumenta a eficiência organizacional e, consequentemente, gera benefícios econômicos a longo prazo.

Empresas que adotam estratégias sustentáveis não apenas atendem às expectativas dos consumidores conscientes, mas também se alinham com as mais sólidas e novas tendências do mercado.

Organizações alinhadas à sustentabilidade tanto desempenham um papel crucial na construção de um futuro mais equitativo e resiliente, quanto internalizam práticas de excelência, garantindo uma gestão mais efetiva, minimizando ou mitigando riscos reais.

Desta forma, muitas organizações necessitam de suporte e auxílio no desenvolvimento de suas políticas, agendas e ações de sustentabilidade para que possam efetivamente estarem alinhadas com estas novas exigências e tendências sociais, econômicas e de mercado. Surge, então, a consultoria em sustentabilidade.

 

Nossa consultoria em sustentabilidade empresarial

Colocamos à disposição de nossos clientes todo o conhecimento e experiência de mais de dez anos de atuação no mercado. Nossa consultoria proporciona o que há de melhor e mais seguro em sustentabilidade e ESG. Muito além de serviços, fornecemos soluções otimizadas e com foco nos melhores resultados.

Com uma atuação de mais de uma década no mercado, sabemos que em um mercado cada vez mais dinâmico são necessárias estratégias que funcionem especificamente para cada realidade. Somos referência nacional em sustentabilidade organizacional.

Qual o momento atual de sua organização quanto à sustentabilidade? Na verdade, qualquer que seja ele, nós estamos prontos para auxiliar na transformação rumo à sustentabilidade, seja por meio de ações pontuais (de acordo com a necessidade), seja no desenvolvimento de programas completos.

Em um momento onde cada vez mais temas, diretrizes, práticas e ações referentes à sustentabilidade estão presentes no mercado, nossa consultoria se destaca pela objetividade, eficiência e solidez. O objetivo é um: Auxiliar sua empresa a destacar-se como uma organização alinhada à sustentabilidade.

 




 

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

 



 

COMO FUNCIONA A RENOVAÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL E SEUS DESAFIOS

 



A renovação da licença ambiental é um processo essencial para que empresas possam continuar operando dentro da legalidade, evitando penalidades e interrupção das atividades. 

Neste artigo, abordamos os principais aspectos desse processo, incluindo tipos de licenças, etapas necessárias, custos envolvidos e como a Tera Ambiental pode apoiar empresas na regularização ambiental.

 

Tipo de licenças ambientais e seus prazos

A Ambiental atende prioritariamente empresas do setor industrial, onde a regulação ambiental é um fator crítico para as operações. No Brasil, as principais licenças ambientais são reguladas em três níveis:

Federal: Cadastro e Certificado de Regularização do IBAMA, atualizado trimestralmente.

Estadual: Licenças de Operação emitidas por órgãos como a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), com validade entre 4 a 7 anos, dependendo do grau de complexidade da atividade.

Municipal: Alvarás e licenças de funcionamento emitidas pelas prefeituras.

 

Cada licença tem um prazo específico de validade e deve ser renovada antes do vencimento para garantir a continuidade das atividades empresariais.

 

Etapas da renovação de licença ambiental

O processo de renovação pode variar de acordo com o órgão regulador e o tipo de atividade da empresa. No caso da CETESB, por exemplo, as licenças seguem a Lei 997/76 e são classificadas em:

Licença Prévia (LP): Aprovação inicial do projeto e localização.

Licença de Instalação (LI): Autoriza a construção ou instalação do empreendimento.

Licença de Operação (LO): Permite o início das atividades empresariais.

Para a renovação da LO, as empresas devem submeter a documentação com pelo menos 120 dias de antecedência. Entre outras documentações, o processo inclui:

·       Formulário de solicitação da CETESB.

·       Comprovante de pagamento da taxa.

·       Cópia do contrato social.

·       Certidão da prefeitura e manifestação do órgão municipal.

·       Documentação técnica, como plantas, mapas e fluxogramas da operação.

·       Plano de Logística Reversa (quando aplicável).

 

Caso a documentação esteja incompleta, a CETESB pode solicitar ajustes e, se não forem atendidos no prazo, a licença pode ser arquivada, deixando a empresa sem autorização para operar.

 

Custos envolvidos na renovação de licença ambiental

A obtenção e renovação das licenças ambientais envolvem custos significativos, que variam de acordo com:

·       O porte da empresa (ME, EPP ou LTDA).

·       O fator de complexidade da atividade, que influencia o valor da taxa cobrada pela CETESB.

 

Além das taxas de licenciamento, podem existir custos relacionados à atualização de estudos e documentos técnicos exigidos pelo órgão ambiental, análises laboratoriais e vistorias de campo.

Em alguns casos, o valor também pode variar conforme o tipo de licença solicitada — como Licença Prévia, Licença de Instalação ou Licença de Operação — e o prazo de validade definido. Conhecer esses fatores ajuda as empresas a se planejarem financeiramente e a evitar atrasos no processo de renovação.

 

Consequências do atraso na renovação de licença ambiental

·       Se a empresa não solicitar a renovação dentro do prazo estabelecido, ela pode sofrer sanções, como:

·       Multas e penalizações do órgão ambiental.

·       Suspensão das atividades operacionais.

·       Problemas com fiscalização e órgãos reguladores.


Portanto, é essencial que as empresas mantenham um planejamento rigoroso para evitar esses riscos.

 

Como a Ambiental auxilia na renovação de licença ambiental

A Ambiental atua como parceira estratégica na gestão ambiental das empresas, oferecendo:

Destinação correta de resíduos: Garantindo conformidade legal e ambiental.

Consultoria ambiental: Apoio na obtenção e renovação de licenças.

Simuladores e ferramentas online: Para estimar custos e planejar o processo.

Regularização de documentação: Garantindo que todas as exigências sejam cumpridas.


Manter a conformidade ambiental não é apenas uma obrigação legal, mas também uma estratégia para evitar riscos operacionais e financeiros. A Ambiental está pronta para auxiliar sua empresa nesse processo de forma eficiente e segura.

 

 

 

 

 

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GESTÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS: SOLUÇÕES PRÁTICAS E ECONÔMICAS

 


Se você trabalha no setor operacional de uma indústria, certamente conhece bem os desafios diários da gestão de resíduos industriais. Mas sabia que existem maneiras práticas e econômicas para lidar com os rejeitos gerados, garantindo a segurança, a sustentabilidade e a otimização de custos?


Seguindo um caminho estruturado e adotando as soluções adequadas, empresas de todos os portes e segmentos podem não só facilitar o controle e o tratamento dos resíduos, mas também cumprir as normas ambientais sem complicações ou grandes investimentos
E é exatamente sobre isso que falaremos aqui.

O que é a gestão de resíduos industriais?

A gestão de resíduos industriais consiste em um conjunto de ações planejadas para manipular, tratar e destinar os rejeitos advindos dos processos produtivos e de outros ambientes corporativos, como refeitórios e lavatórios, por exemplo.

Essa prática inclui desde a identificação dos tipos de materiais, passando por sua coleta, armazenamento, transporte, até o descarte final ou reaproveitamento. O objetivo é sempre minimizar os impactos ao meio ambiente, garantir a segurança dos colaboradores e atender às exigências legais.

 

Quais tipos de resíduos industriais devem ser gerenciados?

Tudo que um negócio gera como produto residual precisa de atenção, mas nem todo resíduo é igual. Pelo contrário; cada um precisa de um cuidado específico. Entre os mais comuns estão:

·       Resíduos sólidos: pedaços de metal, plástico, madeira, papel e outros materiais descartados;

·       Resíduos líquidos: água contaminada ou efluentes industriais;

·       Resíduos químicos: solventes, tintas e demais produtos tóxicos que exigem manuseio especial;

·       Resíduos orgânicos: restos de alimentos e demais materiais biodegradáveis.

O que pode dificultar a gestão?

Um dos grandes obstáculos na gestão de resíduos industriais é encontrar o equilíbrio entre manter os custos operacionais sob controle e atender às normas ambientais, que estão cada vez mais rigorosas. Porém, há companhias que lidam com alguns outros empecilhos, como:

·       A falta de conhecimento técnico sobre a destinação correta;

·       A ausência de infraestrutura adequada para armazenamento e tratamento;

·       E a dificuldade para monitorar e controlar os resíduos gerados.

Por que um negócio deve buscar eficiência na gestão de resíduos?

Pela ótica corporativa, é mesmo muito comum associar a necessidade de ter uma gestão de resíduos apenas às obrigações legais, afinal, são diversas normativas que fundamentam a prática, como a PNRS, a PNMA e outras diretrizes estaduais e municipais.

Mas a verdade é que um bom gerenciamento também afeta positivamente outras frentes do negócio, levando a:

 

Redução do impacto ambiental e econômico

Uma gestão eficiente reduz significativamente a poluição e o consumo de recursos naturais, ao mesmo tempo que gera economia com a redução do volume de resíduos destinados a aterros e menor gasto com multas e passivos ambientais.

 

Agilidade operacional

No quesito operacional, o controle adequado dos resíduos ajuda a identificar desperdícios e oportunidades de reaproveitamento, otimizando processos produtivos e, novamente, reduzindo custos com insumos e descarte.

 

Melhoria na imagem corporativa

Empresas que adotam práticas sustentáveis ainda ganham reconhecimento no mercado, conquistam a confiança de clientes e parceiros e aumentam a competitividade, especialmente em um momento onde 79% dos consumidores já mudaram suas preferências com base na responsabilidade social e ambiental das marcas.

 

Passos iniciais para tornar suas operações mais eficientes e sustentáveis

Com esses benefícios em mente, vale a pena pensar: por onde começar para tornar a gestão de resíduos mais eficaz? 

Felizmente, existem medidas simples que sua equipe pode adotar para transformar a maneira como os resíduos são tratados na sua empresa, como:

Reciclagem e reutilização de materiais

Implementar a reciclagem ou buscar fornecedores que possam contribuir nessa frente são ações que inicialmente já reduzem os esforços da gestão, até porque é uma prática que não se limita apenas aos materiais sólidos. A exemplo, efluentes industriais já podem ser destinados de maneira sustentável, onde todo o lodo proveniente do tratamento é reaproveitado na compostagem ao invés de ser encaminhado para aterros sanitários.

 

Redução e eliminação de resíduos na fonte

Uma outra ação que também traz resultados a curto prazo é investir em melhorias nos processos produtivos para diminuir a geração de resíduos desde a origem. Porém, isso deve incluir a adoção de tecnologias limpas, mudanças na cultura interna e capacitação das equipes.

 

Exemplos de soluções econômicas para pequenas e médias empresas

Essas ações iniciais abrem caminho para soluções ainda mais específicas e econômicas, principalmente para pequenas e médias empresas que buscam maneiras de otimizar recursos e seguir a legislação ambiental sem grandes investimentos.

Aqui se aplica tanto a adoção de recursos tecnológicos, quanto a contratação de parceiros especializados. Veja:

 

Tecnologia de ponta para gestão de resíduos

Mesmo se houver um orçamento limitado, pequenas e médias empresas podem se beneficiar de soluções tecnológicas acessíveis, como softwares de gestão ambiental e indicadores para monitoramento de resíduos, que facilitam o controle e aumentam a eficiência do gerenciamento.

 

Parcerias e incentivos fiscais para empresas sustentáveis

Estabelecer parcerias com cooperativas de reciclagem, órgãos públicos e empresas especializadas na gestão e tratamento de resíduos é uma forma estratégica de reduzir custos operacionais e obter vantagens fiscais. Um bom exemplo é a Solução de Consulta nº 1, que reconhece que despesas com tratamento de efluentes, resíduos industriais e águas residuais podem gerar créditos passíveis de abatimento na Contribuição para o PIS/Pasep.

Todos esses pontos só reforçam que a gestão ambiental vai muito além do cumprimento das obrigações legais. Trata-se de uma oportunidade para qualquer negócio se tornar mais sustentável e estratégico. Seja por meio da reciclagem, da redução dos resíduos na fonte ou do uso de tecnologias inovadoras, é possível transformar desafios em vantagens competitivas.

Se sua empresa ainda não iniciou esse processo, o melhor momento para começar é agora. Com planejamento e as parcerias certas, a gestão de resíduos pode se tornar um diferencial que traz resultados concretos para todos.

 

 




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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

 



 

GOVERNO QUER SABER ORIGEM DO VÍRUS QUE AMEAÇA A VOLTA DAS ARARINHAS À NATUREZA

 

Até agora 31 aves teriam testado positivo, mas órgão ambiental e criadouro discordam sobre o método usado nas avaliações

 



A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) foi extinta da natureza no início dos anos 2000 e vinha sendo reintroduzida na Caatinga baiana, seu único habitat natural. Foto: ACTP / Divulgação

O circovírus que ameaça desde abril a reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) na Caatinga baiana já teria infectado 31 aves – 11 já em vida livre e outras 20 num criadouro conservacionista no município de Curaçá, de onde os emplumados aguardam liberação na natureza.

Em nota enviada a ((o)) eco, o ICMBio – coordenador da reintrodução da espécie – disse não estar confirmado se o vírus teve origem fora do Brasil ou entre animais que já estavam no país. “Esta hipótese está sob investigação de nossa equipe técnica”, ressaltou.

 

O órgão não descarta que o patógeno tenha chegado com aves vindas em janeiro do criadouro alemão ACTP (sigla em Inglês da Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados). À época, um dos 41 animais testou inicialmente positivo, mas ele seguiu viagem após exames posteriores o isentarem da contaminação.

Segundo Ugo Vercillo, diretor da ONG Blue Sky Caatinga e do Criadouro Ararinha-azul, as aves passaram por isolamento e exames no país europeu e na chegada ao Brasil, e os resultados – todos teriam sido negativos para qualquer enfermidade – foram conhecidos pelas autoridades brasileiras.

 

“Depois de investir milhões na construção e implementação do criadouro, qual seria o ganho para o projeto em trazer uma ave com resultado positivo para um vírus que poderia comprometer a soltura de 2025 e todo o plantel do criadouro? ”, indagou o biólogo.

Conforme Vercillo, o circovírus é registrado há cerca de 30 anos em criadouros, feiras, centros de reabilitação, pet shops e casas em vários estados brasileiros. Ele também citou solturas oficiais e não oficiais de aves, fugas de cativeiros e intenso comércio ilegal, inclusive em áreas próximas a Curaçá.

 

“É pouco crível que nenhuma ave nativa ou exótica infectada tenha alcançado o ambiente natural e que o patógeno tenha permanecido restrito apenas ao cativeiro”, destacou.

 

Ararinhas soltas em junho de 2022 num refúgio de vida silvestre, em Curaçá, na Bahia. Foto: Cromwell Purchase / ACTP-Brasil

 

Ararinhas soltas em junho de 2022 num refúgio de vida silvestre, em Curaçá, na Bahia foto Cromwell Purchase / ACTP - Brasil

 

Distintos métodos de testagem

Outra discórdia envolve como foram feitos os testes para indicar a presença do circovírus. Sem tratamento conhecido, a doença provoca perda de penas, deformação do bico, diarreia e pode ser fatal.

Como Vercillo alegou ao Conexão Planeta, os laudos sobre infecções do ICMBio foram imprecisos e precipitados porque usaram técnicas diferentes: o “PCR em tempo real” e o “PCR convencional”. O primeiro indicou positivo para 11 aves reintroduzidas, enquanto o segundo apontou infecção em três delas.

“O PCR em tempo real é muito sensível e sujeito a um alto grau de contaminação, inclusive ambiental”, disse.

 

“Os exames devem seguir o PCR convencional, recomendado em artigos científicos e pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), e usado nas aves que vieram para o Brasil”.

 

O impasse deverá ser debatido nos próximos dias numa reunião entre a Blue Sky Caatinga e o ICMBio. Enquanto isso, o órgão federal quer evitar que mais animais no criadouro sejam infectados – onde atualmente há 103 ararinhas-azuis e duas araras-maracanãs (Primolius maracana).

 

“No momento, nossa principal preocupação é a separação segura entre animais positivos e negativos, para garantir que as medidas de biossegurança sejam absorvidas na rotina de manejo dessas aves”, destacou.

Uma ararinha voando livre pela Caatinga. Enfim, livre. Foto: Tim Flach / ACTP

 

Uma ararinha voando livre pela Caatinga.

Enfim, livre. Foto: Tim Flach / ACTP

 

Supostas condições precárias

Um outro comunicado repassado pelo ICMBio à reportagem descreve um auto de infração que gerou R$ 1,8 milhão em multas a Vercillo e ao Criadouro Ararinha-azul. Os motivos seriam suas condições sanitárias que aumentariam os riscos de contaminação dos animais.

Uma analista ambiental do ICMBio descreveu a situação à Folha de S. Paulo: “os recintos não eram limpos diariamente, havia fezes antigas no local junto com restos de comida. Os funcionários circulavam de chinelo de dedo, bermuda e camiseta, não usavam equipamentos de proteção”.

Vercillo confirmou a ((o)) eco ter recebido ontem (25) um auto de infração por suposto descumprimento de medidas de biossegurança, mas sem detalhes ou explicações. “Solicitamos acesso ao processo para que possamos recorrer e corrigir algo que não esteja adequado”, contou.

Ele também afirmou que as condições do criadouro vêm sendo aprimoradas para garantir o bem-estar das aves e evitar a contaminação entre ambientes. “Sempre houve um cuidado exímio, tanto que o índice de óbitos é baixíssimo, não houve nenhum registro de doença e tivemos sucesso reprodutivo com 14 filhotes”.

*Com informações do Conexão Planeta e da Folha de S. Paulo.

 

 

 

 

 

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