sexta-feira, 17 de maio de 2024

 





 

PANDEMIA E A SITUAÇÃO NO MERCADO DE EPI’s

 



A situação no mercado de EPI’s foi impactada pela pandemia? Assim como os demais setores, o segmento sofreu com alguns itens em falta, devido ao fechamento ou redução de produção de indústrias da área.

Afinal, a pandemia alterou a forma de trabalho e obrigou muitas empresas a diminuir o ritmo de produção para evitar muitos profissionais atuando no mesmo turno.

Esse processo desencadeou escassez de EPI’s em todo o país, principalmente devido ao fato de que os anos precedentes da pandemia registraram aumentos significativos de vendas no setor.

Fazendo com que as empresas já atuassem com baixos estoques devido a demanda do mercado que estava adquirindo grande parte da produção.

Confira mais informações e entenda a situação no mercado de EPI’s após pandemia, bem como, algumas projeções sobre o que esperar do setor.


Situação no mercado de EPI’s: crescimento em época de pandemia

Mesmo com o mundo inteiro sendo impactado pela pandemia, muitas atividades essenciais não deixaram de ser prestadas no cotidiano. E por isso mesmo, todos os profissionais de tais áreas continuam precisando de seus EPI’s tradicionalmente usados.

Prestadores de serviços elétricos, por exemplo, precisam de uma série de equipamentos de proteção e não tiveram redução significativa de carga de trabalho durante a pandemia.

Fazendo com que o mercado de EPI’s continuasse atendendo uma demanda existente e com tendência de crescimento.

O mundo inteiro tem sido impactado pelas regras cada vez mais firmes em relação ao uso de equipamentos de proteção individual.

Países subdesenvolvidos estão em processo de industrialização e endurecimento de suas regras em relação ao uso de EPI’s.

E obviamente isso impactou no mercado global, que continuou crescendo mesmo com a pandemia. No período de 2019 a 2020, por exemplo, a previsão era de 7,3% de crescimento do mercado de EPI’s segundo pesquisa da Transparency Market Research.

Portanto, com empresas da área trabalhando em ritmo reduzido por causa das medidas sanitárias impostas em diversos setores da economia, a escassez de produtos dominou o mercado durante a pandemia.

Tendo em vista principalmente que, a demanda por EPI’s de qualidade não deixou de existir por causa da pandemia. Afinal, alguns setores de atividades essenciais nunca foram paralisados e os profissionais de tais áreas continuavam necessitando de equipamentos de proteção individual.

 

Escassez somado à alta procura gera aumento nos preços

A produção e venda dos equipamentos de proteção se tornou mais cara, devido não só aos investimentos necessários para atender toda a demanda, como também aos cuidados sanitários necessários para manter a produção resguardando a saúde dos colaboradores.

Portanto, a escassez de produtos, somado à dificuldade de manter o ritmo produtivo crescente por causa das imposições sanitárias foram fatores de atuação ativa no aumento dos preços dos EPI’s.

É importante lembrar que, o mercado de EPI’s é extremamente reativo, o que significa que é um setor que oferece produtos de acordo com a demanda de mercado.

Mas que não necessariamente é um setor que de forma espontânea se atualiza ou inova. Na realidade, as inovações e atualizações surgem de acordo com demandas de equipamentos mais completos com o objetivo de proteger em cenários mais complexos de trabalho.

Diante disso, o setor apresenta mudanças significativas no aumento ou diminuição da produção de acordo com mudanças em normas que regem a utilização de equipamentos de proteção individual.

E isso não é apenas uma característica da indústria de EPI’s nacional. Na realidade, o modelo de trabalho que reage diante das demandas é estabelecido em indústrias de EPI’s em todo o mundo.

 

Ainda há escassez de EPI’s?

Com o avanço da vacinação e diminuição da contaminação que ocasionou a determinação para o fechamento temporário de muitas empresas e indústrias, as cidades voltaram a funcionar de forma parecida com o período antes da pandemia.

E isso possibilitou que o mercado se readequasse, viabilizando a volta da produção habitual de EPI’s visando atender a demanda existente.

A escassez já não é mais parte do cenário de EPI’s no Brasil. No entanto, o mercado continua apresentando alta demanda que vem sendo suprida pelos fabricantes.

O mercado de EPI’s está crescendo em nível mundial. Portanto, é natural que ao longo dos próximos anos exista muita demanda a ser suprida.

Especialmente por causa da industrialização de países em desenvolvimento, que requer o investimento em EPI’s.

Fazendo com que muitos empresários requeiram materiais produzidos no Brasil para a exportação, com o foco em obter qualidade e rápido atendimento da demanda existente.

Portanto, é perfeitamente natural que mesmo em cenário de alta produtividade com a retomada das atividades em ritmo habitual após o enfraquecimento da pandemia, ainda existam dificuldades pontuais de abastecimento.

O que não se reflete em cenário de total escassez, criando apenas um cenário de competitividade pelo material disponível. Que obviamente, tende a se refletir nos preços dos produtos.

Afinal, com a pandemia grande parte da população passou a saber o que é um EPI por causa do uso de máscaras e passou a valorizar a proteção individual como parte do cotidiano, mudando completamente a mentalidade do público em relação aos produtos do setor.

 

Crescimento do mercado de EPI’s deve ser acelerada até 2024

Com a industrialização e apelo de investimentos em diferentes países, o aumento na procura de EPI’s é esperado até o ano de 2024, com forte crescimento no setor.

De modo que, todos os profissionais que passam a se inserir no mercado podem estar corretamente protegidos.

Essa demanda crescente em diferentes países poderá aquecer o mercado brasileiro, gerando investimento de outros países com o foco na aquisição de materiais brasileiros.

Portanto, é esperado que as indústrias nacionais de EPI’s apresentem crescimento ao longo dos próximos anos, aproveitando a retomada econômica que ocorre não só no Brasil, para atuar no abastecimento nacional e exportação.

O cenário favorável para o setor faz com que muitos empresários apostem em investimentos no segmento de produção e venda de EPI’s, possibilitando que as empresas se tornem mais capazes de atender a demanda existente no mercado nacional e externo.

 

 

 

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EXAMES TOXICOLÓGICOS DE VOLTA AO ESOCIAL A PARTIR DE AGOSTO DE 2024

 



Empresas devem ficar atentas em relação a obrigatoriedade dos Exames Toxicológicos no eSocial, que entrará em vigor em breve.

No dia 25 de abril de 2024, a Portaria MTE nº 612 trouxe mudanças importantes na regulamentação dos exames toxicológicos por motoristas profissionais, alterando a Portaria MTP nº 672, de 8 de novembro de 2021.

A partir do dia 01 de agosto de 2024, os exames toxicológicos voltarão a ser regulamentados e introduzidos no eSocial. Essa nova exigência fará com que as empresas passem por mudanças, visto que traz uma grande exigência no monitoramento da saúde dos motoristas por meio do eSocial.

O Exame toxicológico será reintroduzido no evento S-2221, segundo nota técnica divulgada no dia 30 de abril.

As obrigatoriedades por trás dos Exames Toxicológicos

 

Veja o que diz a lei sobre a obrigatoriedade dos Exames Toxicológicos:

Art. 60. A realização dos exames toxicológicos previstos nos § 6º e § 7º do art. 168 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, por motoristas profissionais do transporte rodoviário coletivo de passageiros e do transporte rodoviário de cargas é regulamentada por esta Seção.

Art. 61. Os exames toxicológicos serão realizados previamente à admissão e por ocasião do desligamento.

 

Com isso, os exames devem:

·      ter janela de detecção para consumo de substâncias psicoativas, com análise retrospectiva mínima de noventa dias, para substâncias que causem dependência ou, comprovadamente, comprometam a capacidade de direção, podendo ser utilizado, para essa finalidade, o exame toxicológico previsto na Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro, desde que realizado nos últimos sessenta dias; e

·      ser realizados e avaliados em conformidade com os parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito, em especial a Resolução CONTRAN nº 691, de 27 de setembro de 2017, ou norma posterior que a venha substituir.

 

·      O que os exames toxicológicos não devem constar?

·      ser parte integrante do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;

·      constar de atestados de saúde ocupacional; e

·      estar vinculados à definição de aptidão do trabalhador.

 

Validade dos Exames Toxicológicos

Art. 62. A validade do exame toxicológico será de sessenta dias, a partir da data da coleta da amostra, podendo seu resultado ser utilizado neste período para todos os fins de que trata o caput do art. 61.

Parágrafo único. O exame toxicológico previsto pela Lei nº 9.503, de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro, desde que realizado nos últimos sessenta dias, poderá ser utilizado para os fins do caput do art. 61.

 

O papel do Laboratório e Médico no Exame Toxicológico

Parágrafo único. Os laboratórios devem entregar ao trabalhador laudo laboratorial detalhado em que conste a relação de substâncias testadas, bem como seus respectivos resultados.

Art. 64. Os laboratórios devem disponibilizar médico revisor para proceder à interpretação do laudo laboratorial e emissão do relatório médico, sendo facultado ao empregador optar por outro médico revisor de sua escolha.

 

Cabe ao médico revisor emitir relatório médico, concluindo pelo uso indevido, ou não, de substância psicoativa.

O médico revisor deve considerar, dentre outras situações, além dos níveis da substância detectada no exame, o uso de medicamento prescrito, devidamente comprovado.

O médico revisor deve possuir conhecimentos para interpretação dos resultados laboratoriais.

 

Relatório Médico: quais informações devem conter?

4º O relatório médico emitido pelo médico revisor deve conter:

I – nome e CPF do trabalhador;

II – data da coleta da amostra;

III – número de identificação do exame;

IV – identificação do laboratório que realizou o exame;

V – data da emissão do laudo laboratorial;

VI – data da emissão do relatório; e

VII – assinatura e número de inscrição no Conselho Regional de Medicina – CRM.

 

5º O relatório médico deve concluir pelo uso indevido, ou não, de substância psicoativa, sem indicação de níveis ou tipo de substância.

6º O trabalhador deve entregar ao empregador o relatório médico emitido pelo médico revisor em até quinze dias corridos após o recebimento.

 

É de responsabilidade de quem custear o Exame Toxicológico?

Art. 61. Os exames toxicológicos serão custeados pelo empregador.

Fique atento: sua empresa tem até o dia 01 de agosto para se adaptar às mudanças!

 



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quarta-feira, 15 de maio de 2024

 





 

PARA QUE SERVE A BIRUTA DE SINALIZAÇÃO DO VENTO?

DESCUBRA SUA IMPORTÂNCIA E FUNCIONAMENTO EM DIVERSOS SETORES E ATIVIDADES.

 



A biruta de sinalização do vento, aquela curiosa estrutura que muitas vezes avistamos em aeroportos, campos de aviação e até mesmo em industrias, desempenhando um papel crucial em diversas áreas. Apesar de sua aparência simples, a biruta desempenha um papel essencial na medição e indicação da direção do vento. Neste artigo, vamos explorar em detalhes o propósito da biruta de sinalização do vento e como ela contribui para a segurança e operação eficiente em várias situações. 

 

O que é uma Biruta de Sinalização do Vento? 

A biruta de sinalização do vento é um dispositivo utilizado para indicar a direção do vento em um determinado local. Geralmente feito de materiais leves e resistentes, como nylon resinado, a biruta é projetada de forma a responder às mudanças na direção do vento, fornecendo uma indicação visual clara tanto para profissionais quanto para o público em geral. 

 

Importância e Funcionamento da Biruta de Sinalização do Vento em Diversos Setores e Atividades: 

A biruta de sinalização do vento desempenha um papel crítico para empresas e indústrias químicas e petroquímicas, onde a segurança, a conformidade regulatória e a eficiência operacional são de extrema importância.

 

Aqui estão algumas razões pelas quais a biruta de sinalização do vento é essencial: 

 

1. Segurança dos Trabalhadores: Nas indústrias químicas e petroquímicas, a segurança dos trabalhadores é a prioridade número um. Ventos fortes afetam a estabilidade de estruturas, equipamentos e tubulações, aumentando o risco de acidentes, quedas e vazamentos perigosos. A biruta de sinalização do vento fornece informações em tempo real sobre as condições climáticas, permitindo que as equipes de segurança e os trabalhadores tomem medidas para evitar situações de risco. 

 

2. Prevenção de Acidentes: A sinalização do vento é uma parte fundamental das medidas de prevenção de acidentes em químicas e petroquímicas. Condições climáticas adversas podem causar eventos perigosos, como a manifestação de gases tóxicos ou explosões. A biruta de sinalização do vento ajuda a antecipar e evitar esses cenários, permitindo que as equipes tomem medidas preventivas. 

 

3. Conformidade Regulatória: As empresas que operam nas indústrias químicas e petroquímicas estão sujeitas a rigorosas regulamentações de segurança e ambientais. A sinalização do vento é uma ferramenta crucial para atender a essas regulamentações, garantindo que as operações sejam conduzidas de maneira segura e de acordo com os padrões padrão. 

 

4. Resposta a Emergências: Em caso de vazamentos, incêndios ou outras emergências, a direção do vento determina a manifestação potencial de substâncias perigosas ou tóxicas. A biruta de sinalização do vento é uma fonte de informações em tempo real que permite às equipes de resposta avaliar a extensão do perigo, coordenar evacuações e direcionar ações automáticas. 

 

5. Planejamento de Operações: As empresas precisam planejar cuidadosamente suas operações, considerando as condições climáticas. A biruta de sinalização do vento influencia decisões importantes, como a realização de atividades de carga e descarga, navegação de produtos químicos e operações de manutenção. 

 

6. Proteção Ambiental: A influência de poluentes atmosféricos ou vazamentos de substâncias tóxicas pode ter consequências ambientais. A sinalização do vento ajuda a evitar que esses poluentes se espalhem, minimizando o impacto negativo no meio ambiente e cumprindo as responsabilidades de sustentabilidade. Em suma, a biruta de sinalização do vento é vital para garantir a segurança, a conformidade regulatória e a eficiência operacional nas indústrias químicas e petroquímicas. Ela oferece informações em tempo real que permitem que as empresas tomem decisões ambientais e protejam a saúde dos trabalhadores, a integridade das instalações e o meio ambiente. 

 

Utilização em Aeroportos e Campos de Aviação: 

Em ambientes aeroportuários, a biruta de sinalização do vento desempenha um papel crucial na aviação. Os pilotos confiam nesse indicador visual para determinar a direção do vento na pista de decolagem e pouso. Saber a direção e intensidade do vento é vital para a segurança das operações de aeronaves, permitindo que os pilotos tomem decisões controladas sobre a melhor abordagem para a decolagem e aterrissagem. 

 

Importância na Navegação Marítima: 

Além dos aeroportos, a biruta é usada em portos e marinas para auxiliar na navegação marítima. Em barcos e embarcações, a direção do vento é uma informação fundamental para determinar a melhor trajetória e ajustar as velas veiculares. A biruta fornece aos navegadores uma indicação visual rápida e confiável da direção do vento, facilitando a navegação segura e eficiente. 

 

Energia Eólica: 

Na indústria de energia eólica, a biruta é relevante para avaliar o potencial de geração de energia em determinadas áreas. A direção e a velocidade do vento são critérios essenciais para escolher os locais ideais para a instalação de turbinas eólicas. 

 

Construção e Trabalhos em Altura: 

Empresas envolvidas em construção, manutenção de torres de telecomunicações, linhas de energia e outras estruturas altas devem considerar as condições climáticas para garantir a segurança dos trabalhadores. A biruta oferece informações sobre ventos fortes ou mudanças repentinas nas condições climáticas, permitindo a tomada de decisões. 

 

Relevância para Atividades ao Ar Livre: 

Mesmo fora dos ambientes aeroportuários e náuticos, a biruta de sinalização do vento tem utilidade em diversas atividades ao ar livre.

Parques e áreas de recreação frequentemente usam birutas para auxiliar na segurança de eventos esportivos e recreativos, evitando situações em que as condições adversas climáticas podem prejudicar os participantes. 

 

Monitoramento Climático: 

As informações coletadas pelas birutas em diferentes locais também são utilizadas para sistemas alimentares de monitoramento climático. Isso ajuda os meteorologistas a prever mudanças climáticas e emitir alertas em situações de condições adversas. 

 

Conclusão: 

A biruta de sinalização do vento pode parecer simples à primeira vista, mas sua função é de extrema importância em várias esferas da nossa vida. Desde a aviação até a navegação marítima, industrias e as atividades ao ar livre, a biruta exerce um papel vital ao fornecer uma indicação clara da direção do vento.  Otimize a Segurança e a Eficiência nas Suas Operações com o Cone de Biruta de Sinalização do Vento! 

Solicite agora o orçamento do Cone de Biruta de Sinalização do Vento (sob medida) e eleve o padrão de segurança nas suas instalações.

 

 

 

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TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS!

 



Segurança é fundamental para quem trabalha com transportes de cargas que representam riscos à saúde das pessoas ou do meio ambiente. Seguir rígidos padrões de segurança é o segredo para preservar funcionários e terceiros de acidentes com materiais perigosos.

Se enquadram nessa categoria de produtos de risco líquidos e sólidos inflamáveis, cargas explosivas, gases tóxicos e inflamáveis, oxidantes, produtos corrosivos e materiais radioativos.

Manusear e transportar materiais de risco são atividades que devem seguir as normas regulamentadoras de segurança do trabalho no Brasil. Essas dizem respeito desde a etiquetagem correta para identificação de produtos de risco até os processos de acondicionamento e empacotamento desses elementos.

Outra medida de segurança indispensável no transporte de cargas perigosas é o uso de recipientes para mover combustíveis com sistema de travamento e, o mais importante, sistemas corta-chamas para reduzir riscos de incêndios e explosões.

Os recipientes para produtos de risco, como os inflamáveis, por exemplo, devem atender as exigências dos órgãos fiscalizadores do trabalho e também do meio ambiente para garantir a eficácia no transporte seguro de cargas perigosas, evitando assim vazamentos e desperdício por derramamentos e vapores tóxicos.

Quanto aos acessórios para assegurar o transporte correto de materiais tóxicos e inflamáveis, existem diversos itens no mercado que ajudam a prevenir acidentes e preservar vidas.

Caminhões que trabalham com movimentação de cargas perigosas devem sempre conter kits de comunicação visual para alertar sobre as atividades de risco.

Placas de simbologia de risco chamando a atenção de pedestres para perigos, cones e faixas de isolamento ajudam a manter o ambiente de trabalho seguro e a evitar riscos envolvendo funcionários e terceiros. É obrigatório estar bem preparado para atuar com carga e descarga de materiais perigosos como combustíveis e produtos químicos.

Mantas absorventes e calços para caminhões para garantir a estabilidade dos automóveis que transportam materiais perigosos, são algumas das exigências das normas regulamentadoras de segurança para o transporte de produtos de risco.

Os equipamentos de proteção individual, os EPI, devem também ser utilizados por funcionários de empresas que atuam no transporte de cargas perigosas para evitar acidentes ou reduzir danos por vazamentos e outros incidentes.

Fique sempre atento às normas regulamentadoras para oferecer ambientes de trabalho seguros e que motivem os funcionários. É de suma importância levar em consideração que a produtividade na sua empresa depende do bem-estar físico e psíquico dos trabalhadores.

Oferecer treinamentos, palestras e estar sempre de acordo com as leis de segurança do trabalho contribuem para a economia e também para a sociedade.

 

 


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terça-feira, 14 de maio de 2024

 





 

6 RAZÕES PARA COMEÇAR A USAR UM PROGRAMA DE BLOQUEIO O QUANTO ANTES

 

 

Procedimento de bloqueio e travamento são previstos em normas regulamentadoras para garantir a segurança de funcionários no momento da manutenção de maquinários.

Os programas e o uso de bloqueios e travamentos (em inglês LOTO – lockout tagout) são projetados para proteger os funcionários de acidentes, ferimentos e morte. É um sistema organizado para desligar energia perigosa antes de fazer reparos e manutenção em suas máquinas de produção, exaustores, unidades de tratamento de ar e bombas, por exemplo. O objetivo é manter o maquinário em um estado de “energia zero” até que todo o trabalho seja concluído.

Separamos alguns motivos para você começar a usá-lo agora mesmo.

 

Confira:

 

Razão #1: é normatizado

No Brasil, o programa de bloqueio é solicitado por várias Normas Regulamentadoras, sendo as principais a NR10 (estabelece e orienta a implementação de medidas/sistemas preventivos de saúde ou segurança), a NR12 (responsável pela criação de referências técnicas voltadas para a prevenção de acidentes elétricos) e NR33 (espaço confinado).

Além disso, a norma americana OSHA, que existe há mais de 25 anos, também incluí o programa no CFR 1910.147 – controle de energia perigosa – e CFR 1910.212 – requisitos gerais de proteção para todas as máquinas.

 

Razão #2: os acidentes de bloqueio são muito aleatórios.

O risco número 1 para uma organização é a complacência, especialmente se não possuem histórico de acidente. Os acidentes com energia perigosa são muito aleatórios. As pessoas geralmente ficam surpresas quando acontecem. Um funcionário pode realizar uma tarefa de manutenção de rotina 99 vezes sem nunca ter acontecido nada, quando, de repente, na 100° vez, uma mudança nas circunstâncias permite que um acidente aconteça.

 

Razão #3: penalização

Um acidente de trabalho a cada 49 segundos. Esse foi o número de registros no país entre 2012 e 2019. Só no ano passado, foram mais de 2 mil mortes em decorrência de acidentes ligados à atividade laboral, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho.

Os danos decorrentes da perda de uma vida são incalculáveis, e soa até insensível estimar um valor em dinheiro para tal ainda mais se comparado com as sequelas e traumas deixados pelo acidente.

Porém, além de os danos à vida do trabalhador, à sua família e ao ambiente de trabalho, os acidentes causam grandes impactos às finanças da companhia e a economia do país.

 

Razão #4: lesões e acidentes podem ser graves

Quando fontes de energia perigosas não são bloqueadas corretamente na posição “desligado”, todos os participantes da atividade de reparo ou manutenção estão em risco – e os ferimentos podem ser horríveis e graves, desde esmagamento até eletrocussão.

De acordo com o Anuário Estatístico da ABRACOPEL (Associação Brasileira de Conscientização para os perigos da Eletricidade), só em 2018 ocorreram 1424 acidentes de origem elétrica no país, ocasionando 622 mortes.

 

Razão #5: aumento da produtividade

Com o uso correto dos dispositivos de bloqueios e o seguimento do procedimento, as indústrias evitam acidentes e minimizam, assim, a inatividade de equipamentos, troca de funcionários e parada de linha de produção.

 

Razão #6: é simples e fácil iniciar um programa de bloqueio

De forma prática, durante uma manutenção de um equipamento deve-se utilizar um dispositivo de bloqueio, um cadeado industrial de segurança e um cartão de identificação para bloquear as funções de energia, e assim assegurar total segurança aos profissionais que efetuarão o serviço de manutenção.

Para aplicar corretamente um dispositivo mecânico de bloqueio ou travamento, é preciso primeiramente identificar e registrar quais são e onde estão os pontos que precisam receber esse dispositivo.

Uma vez identificados os riscos, é preciso definir um protocolo de utilização do bloqueio em equipamentos cujo funcionamento deve ser conhecido pelos operadores.

 

 


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MANUTENÇÃO PREVENTIVA INDUSTRIAL:

PREPARE-SE PARA A PARADA DE FÁBRICA

 



Maquinário no interior de uma fábrica.

Falta pouco para o final do ano e, em muitos lugares, esse período é importante para a manutenção preventiva industrial, a chamada Parada de Fábricas. Seja parada total ou parcial, esse momento é essencial para restaurar e melhorar as condições dos equipamentos e instalações. A sua empresa está preparada para esse processo? 

Neste artigo, você verá mais detalhes sobre os tipos de parada, o que é feito durante o período e quais os pontos essenciais para realizar esse processo. Confira!

 

Tipos de parada

Parada Programada Geral: é a parada previamente planejada e realizada com a paralisação total da produção. Nela, todos os equipamentos e espaços da empresa devem ser liberados para realização da manutenção e projetos de melhorias nas instalações. 

Parada Programada Parcial: também é previamente planejada, mas realizada com paralisação parcial para manutenção de uma máquina ou adequação específica. Nesse caso, apenas o setor de produção é interrompido.

 

O que é feito em uma parada de fábrica?

O momento é propício não apenas para a manutenção e ajuste de equipamento, mas também para a execução de melhorias e medidas de prevenção.

 

Veja a seguir quais são os tipos de manutenção que podem ocorrer em uma parada:

Manutenção corretiva: melhoria de equipamentos e seus componentes para ajudar na execução da manutenção preventiva. O intuito é aumentar a confiabilidade e melhorar o processo de manutenção do maquinário.

Manutenção preventiva: ações realizadas com o objetivo de reduzir e evitar falha ou quebra no desempenho. O setor de planejamento cria planos de manutenção baseados nas especificações técnicas repassadas pelos fabricantes a fim de evitar falhas.

Manutenção preditiva: análise, inspeção e diagnóstico de peças para garantir seu uso até o final da vida útil. Aqui, leva-se em conta não só o que foi indicado pelo fabricante, mas também as condições reais de um determinado equipamento.

Manutenção detectiva: detecção de falhas com o sistema em operação. É quando especialistas olham atentamente para falhas imperceptíveis para operadores durante o funcionamento do equipamento.

Engenharia de manutenção: uso de dados para a análise, estudos e propostas de melhorias nos padrões de operação.


Como se preparar para uma Parada de Fábrica?

Não sabe por onde começar? A gente ajuda você! Confira 5 pontos essenciais para organizar sua Parada de Fábrica:

 

1 – Planejamento

Essa etapa abrange não só um estudo para escolha da data, como também das etapas e processos que devem ser feitos antes e durante a parada. O planejamento deve considerar dados e informações operacionais de todos os setores da empresa, os custos e a logística que envolve a operação. 

 

2 – Cronograma

Qual é o momento ideal para interromper as operações? Esta pergunta deve ser respondida com apoio dos times de planejamento e produção. Cabe realizar um estudo e identificar qual época do ano é ideal para realizar a parada sem grande impacto na produção.

O cronograma permite identificar épocas com menor demanda, sazonalidade do produto, ou abastecimento de um mercado. A partir daí, é possível definir uma data fixa e regular para as paradas, bem como, um calendário anual com cada etapa a ser cumprida.

 

3 – Manutenção

É momento de entrada das equipes de manutenção. Nesta etapa, muitas vezes, será necessário a contratação de uma empresa especializada para efetuar a manutenção e garantir que a máquina opere com eficiência e não apresente problemas durante a produção.

 

4 – Segurança

Um dos itens mais importantes de uma Parada de Fábrica são os itens de segurança. Inclusive, esse período de manutenção é propício para verificar se os processos e itens de segurança estão presentes nas rotinas dos funcionários. Cabe também avaliar quais sistemas de segurança estão presentes e quais precisam ser adquiridos para garantir a segurança de todos na planta.

 

5 – Sinalização

Aproveite este momento para checar toda a sinalização da fábrica. As rotas de fuga estão indicadas por placas e sinalização de solo? Painéis e componentes elétricos possuem advertências? Fios e cabos estão identificados? Existem áreas em que o uso de um determinado EPI é obrigatório? As máquinas e equipamentos possuem procedimentos de bloqueio aplicados em cada equipamento?

 

É a hora de passar por cada espaço da fábrica, verificando todos os itens de sinalização necessários para manter os funcionários protegidos e a empresa em conformidade com as normas de SST.

 

 

 


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segunda-feira, 13 de maio de 2024

 






 

CANTEIRO DE OBRAS: CONHEÇA AS 5 PRINCIPAIS NORMAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

 



Saiba mais sobre as normas que devem ser aplicadas na construção civil

Quando o assunto é construção civil, qualquer ação descuidada pode resultar em acidentes de trabalho. Garantir que as atividades laborais sejam realizadas de forma segura reduz consideravelmente os riscos de acidentes de trabalho, assegurando a integridade física dos trabalhadores. Além disso, trabalhar com segurança contribui com a produtividade no ambiente e agilidade na evolução da obra. 

Segundo a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, a taxa de mortalidade para o segmento de construção civil chega a aproximadamente 12 óbitos a cada 100 mil colaboradores (450 trabalhadores ao ano). Ainda segundo a associação, a construção civil é um dos mercados que apresenta maior taxa de acidentes e gerou cerca de 242 mil processos trabalhistas por acidentes no ano de 2021.

Para reduzir os riscos de acidentes de trabalho existem Normas Regulamentadoras - NR’s que orientam quanto às obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos na construção civil. O objetivo é garantir o trabalho seguro, prevenir doenças e acidentes de trabalho.

 

As principais normas são:

 

NR 1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Essa norma estabelece os direitos e deveres dos empregadores e empregados quanto à Saúde e Segurança do Trabalho. Nela, estão disponíveis as diretrizes sobre capacitações e treinamentos que devem ser promovidos pelo empregador.

 

NR 6 – Equipamento de Proteção Individual – EPI

Orienta sobre o uso adequado de EPI’s e as responsabilidades do empregador e empregado em relação ao tema. A norma relaciona os aspectos técnicos dos itens e a utilização em diferentes situações.

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Nessa norma estão os requisitos para a implementação de medidas de controle e prevenção que garantam a segurança dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. 

 

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

Estão as orientações para adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos. Ela define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. 

 

NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção

A norma mais importante do setor define as diretrizes administrativa, de planejamento e de organização, bem como a elaboração e a implementação do PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos, contemplando os riscos ocupacionais e suas respectivas medidas de prevenção.

É fundamental que o ambiente de trabalho esteja preparado de acordo com as normas e que os trabalhadores adotem medidas de segurança no dia a dia, evitando paradas, afastamentos e até mesmo multas. 

 

Como cumprir as normas e evitar acidentes?

Mantenha o Canteiro de Obras bem sinalizado, identificando os riscos com avisos e placas de sinalização, fitas subterrâneas e marcadores de tubulação. Utilize barreiras, fitas e cones de isolamento para alertar quanto aos perigos existentes em determinados locais ou equipamentos.

Todos os funcionários devem receber os EPI’s necessários, como: luvas, máscaras, capacetes, sapatos de segurança e roupas essenciais. Sinalização de segurança, treinamentos, diálogo de segurança - DDS, análise preliminar de risco - APR e outras iniciativas também ajudam a reduzir a incidência de acidentes na Construção Civil.

 

 



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TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA A SUA PARADA DE FÁBRICA

 


 

As paradas de fábrica são essenciais para melhorar as condições dos equipamentos e instalações de áreas fabris de todo e qualquer tamanho. Elas aumentam o rendimento da produção, melhorando a competitividade no mercado através da eficiência produtiva com qualidade e segurança. Saiba como se preparar para esse processo estratégico e essencial para o funcionamento pleno da sua indústria.

 

O que é uma parada de fábrica?

Em uma parada de fábrica, o momento é propício para a manutenção e ajuste de equipamentos, instalação de itens e sinalização de segurança, execução de melhorias e medidas de prevenção.

É comum realizar manutenções preventivas, quando o objetivo é evitar falha ou quebra no desempenho; corretivas, com consertos, ajustes e melhorias que melhoram a execução do equipamento; detectivas que busca falhar imperceptíveis no processo e engenharia de manutenção, que utiliza de dados para otimizar os padrões de operação.

 

Quais os tipos de paradas de fábrica?

Identificar o melhor formato e tipo de parada de fábrica pode fazer toda a diferença na hora de se preparar.

·       Parada geral: neste formato há a paralisação total da produção. Aqui, todos os equipamentos e instalações devem estar disponíveis para inspeção, manutenção e melhorias necessárias.

·       Parada parcial: a paralisação é específica para determinada máquina, equipamento ou área. Nesse modelo, somente o setor fabril é interrompido.

 

Como se preparar para uma parada de fábrica?

Com apenas 5 etapas você pode ter uma parada fábrica eficiente para a sua indústria. Tenha planejamento, faça um cronograma, prepare sua equipe de manutenção, garanta a segurança de todos e sinalize tudo que precisar.

·       Planejamento: considerar dados e informações operacionais de todos os setores da empresa, os custos e a logística que envolve a operação. Defina a melhor data e etapas e processos que devem ser feitos antes e durante a parada.

·       Cronograma: conte com o apoio das áreas de planejamento e produção para identificar qual a melhor época do ano para realizar a parada de fábrica sem grande impacto na produção. Defina uma data fixa e regular para as paradas e cada etapa a ser cumprida.

·       Manutenção: prepare sua equipe de manutenção. Se necessário, contrate uma empresa especializada para realizar a manutenção e garantir que máquinas e equipamentos opere com eficiência durante a produção.

·       Segurança: verifique se os processos e itens de segurança estão presentes nas rotinas dos funcionários. Avalie também os sistemas de segurança existentes e quais precisam ser avaliados ou adquiridos para garantir a segurança de todos na planta.

·       Sinalização: examine toda a sinalização da fábrica, incluindo rotas de fuga, placas e sinalização de solo. Garanta que painéis, componentes elétricos fios e cabos estejam devidamente identificados. Identifique áreas com uso obrigatório de EPI’s e procedimentos de bloqueio em máquinas e equipamentos.

 

Agora é só verificar se cada espaço da fábrica conta com todos os itens de sinalização necessários para manter os funcionários protegidos e a empresa em conformidade com as normas de SST.

 

 



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