sexta-feira, 1 de março de 2024

 




 

 

 

RESPIRADORES PFF2 E N95

 


 

Os respiradores são fundamentais para a proteção das vias aéreas, garantindo a segurança do colaborador contra pequenas partículas presentes no ambiente, como fumos, poeiras, névoas, vapores orgânicos e até mesmo doenças respiratórias. Dentre os recomendados pelos órgãos de saúde, podemos citar o respirador PFF2 e o N95.

Ambos são EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e contam com uma barreira que atua contra as contaminações, mantendo essa função por semanas. Por isso, é importante investir em inovação para garantir a proteção dos trabalhadores, principalmente na execução de atividades que os expõem mais a riscos à saúde.

No entanto, apesar de suas eficiências, ainda há diferenças entre o PFF2 e o N95. Por isso, preparamos este artigo para que você conheça as particularidades de cada equipamento e possa optar por aquele que melhor atenda às suas necessidades. Boa leitura!

 

O que é o respirador PFF2?

A Peça Facial Filtrante (PFF2) é um respirador que protege o trabalhador contra partículas finas, como névoas tóxicas e fumos. Esse equipamento também pode ser utilizado pelos profissionais na área da saúde na proteção contra micro-organismos, como bactérias e vírus.

A sua tolerância é garantida desde que o volume não seja superior a dez vezes o seu limite, tendo a sua eficiência mínima em 94% e a máxima de penetração em 6%. Além disso, esse tipo de respirador deve ser descartado após o seu uso, pois ele não tem manutenção.

 

O que é o respirador N95?

Equivalente ao PFF2, o N95 é um respirador recomendado para colaboradores que atuam em ambientes contaminados por aerossóis. Isso porque a sua resistência e a capacidade de filtração desses compostos particulados chegam à 95% em fragmentos maiores que 0,3 µm.

Contudo, para garantir essa segurança ao trabalhador, é preciso que o respirador seja colocado de maneira correta, a fim de oferecer uma boa vedação ao seu rosto. Além disso, é fundamental utilizá-lo antes de entrar no local contaminado e apenas retirá-lo após a saída do ambiente.

Outro ponto a ser observado é que, assim como o respirador PFF2, o N95 é um modelo descartável, devendo ser usado somente em um turno de trabalho.

 

Quais as diferenças entre o respirador N95 e o PFF2?

Basicamente, os dois têm a mesma equivalência de proteção, mas com algumas particularidades. A primeira distinção corresponde às suas classificações, sendo que o respirador PFF2 atende ao estabelecido pela ABNT e pelo MTE, enquanto o N95 é reconhecido e testado nos EUA pelo NIOSH.

Outra diferença está relacionada à eficácia dos equipamentos, visto que o PFF2 tem mínima de filtração de 94% e o N95 chega a 95%. No entanto, ambos são EPIs indicados para os trabalhadores que atuam em ambientes com contaminação aérea, evitando riscos e garantindo a segurança dos usuários.

 

Como devem ser utilizados os respiradores?

Independentemente do modelo do respirador, antes de entrar no local de trabalho, é preciso que o trabalhador saiba utilizá-lo corretamente. Nesse caso, estando com as mãos limpas, é necessário colocar e ajustar a máscara à face. Caso o trabalhador tenha cicatrizes profundas ou barba, a atenção deve ser redobrada, visto que é fundamental que o respirador esteja em contato direto com a pele para garantir a eficiência do seu uso.

Além disso, sempre que for preciso manusear o respirador, as mãos devem estar higienizadas corretamente para que ele não seja contaminado ou possa contaminar outras superfícies.

 

Assim, o equipamento só poderá ser retirado quando o colaborador sair do local de trabalho, como dito, sendo preciso descartá-lo, ou ainda nos seguintes casos:

·       após o respirador ser contaminado por fluidos corporais;

·       depois de procedimentos que gerem partículas contaminantes;

·       ao sair de ambientes destinados ao tratamento de doenças infectocontagiosas.

 

Esses equipamentos podem ser usados na área hospitalar?

Os respiradores N95 e PFF2 podem ser usados nas áreas hospitalares, pois têm eficácia contra as bactérias e os vírus que possam estar dispersos no ar., no entanto, é recomendado que, em ambiente não estéril, como em procedimentos cirúrgicos e em exposição a agentes patológicos, os respiradores não contenham válvulas de exalação. Isso porque o ar exalado pelo trabalhador não é filtrado, podendo haver o risco de contaminação cruzada.

 

A máscara cirúrgica tem a mesma eficiência do respirador?

Tanto a máscara quanto o respirador devem ser usados com a capacidade de retenção correta ao trabalho a ser realizado. Assim, apesar de ser resistente a gotículas, a máscara cirúrgica não deve ser utilizada em qualquer ambiente, tendo o seu uso restrito para a área da saúde.

Já o respirador pode ser utilizado em qualquer lugar em que possa haver aerossóis, mas desde que esteja em conformidade com o tipo de serviço atribuído.

 

Quais os riscos do uso prolongado do respirador?

Geralmente, quando uma pessoa utiliza respiradores, ela tende a tocar o rosto por diversas vezes ao longo do dia, sendo que, à medida que o tempo passa, esse desconforto aumenta. Desse modo, também se eleva o risco de contaminação por tocar a parte externa da máscara e outros objetos, prejudicando os níveis de proteção do equipamento.

 

Onde adquirir os respiradores?

No mercado, há diversos estabelecimentos e lojas não especializados em que podem ser encontrados à venda os EPI’s, porém é preciso atentar para a qualidade do produto, bem como para o seu certificado de aprovação - CA. O ideal é que esses tipos de equipamentos sejam adquiridos de empresas especialistas ou de representantes da área que tenham tradição no mercado para assegurar a aquisição de um produto de confiança e com garantia.

 

Além disso, também é fundamental observar alguns fatores, a fim de obter uma ótima experiência na compra, tais como:

·       a qualidade do atendimento;

·       a negociação exclusiva;

·       a qualidade do produto;

·       o custo-benefício.

 

Assim, quando o assunto envolve EPI’s, é importante escolher uma empresa completa nesse ramo e que desenvolva uma variedade de produtos acessíveis e inovadores que protejam o trabalhador da cabeça aos pés, tendo uma grande liderança também em segmentos de proteção respiratória.

Portanto, como você viu, para as empresas e para os trabalhadores que atuam em ambientes contaminados, é fundamental investir e adquirir o respirador PFF2 ou o N95, pois, além de atenderem às necessidades dos serviços, eles protegerão os profissionais contra aerossóis e substâncias tóxicas que possam causar danos à sua saúde.

 

 



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ENTENDA COMO REALIZAR A PROTEÇÃO DAS MÃOS NO TRABALHO

 

 


 

A proteção das mãos no trabalho é fundamental durante a realização de certas atividades. Isso porque elas são membros essenciais na execução até das mais simples tarefas do dia a dia. Para compreender a sua tamanha relevância, basta pensar nas dificuldades que enfrentamos para fazer qualquer coisa quando temos algum machucado em uma das mãos. Por isso, é tão imprescindível preservá-las.

Pensamentos, queimaduras, perfurações, cortes, fraturas, choques elétricos etc. — muitos podem ser os riscos aos quais as mãos ficam expostas durante certos tipos de atividades. Dessa forma, é imperativo utilizar a proteção adequada, ou seja, o tipo de luva indicado para a necessidade específica. O uso correto também é uma premissa fundamental para bons resultados.

 

Quais itens podemos usar para a proteção das mãos?

O melhor EPI (Equipamento de Proteção Individual) para as mãos é a luva. Há luvas de diversos modelos e materiais e o objetivo de todas elas é evitar acidentes. Assim, se o trabalhador está exposto à eletricidade, por exemplo, a luva deve ser não condutiva. Nesse caso, de nada adiantaria usar um material que protegesse apenas contra altas temperaturas e assim por diante.

 

Quais são os principais tipos de luvas de proteção?

Existem inúmeros modelos de luvas de proteção no mercado.

 

Aqui, vamos explicar alguns dos mais usados:

·       luvas de neoprene: são impermeáveis e ótimas para a proteção em temperaturas muito altas ou muito baixas. Elas são usadas para a limpeza e para o manuseio de produtos químicos e de alimentos;

·       luvas de látex: muito usadas no agronegócio, elas vedam a passagem de líquidos sem comprometer o tato;

·       luvas de PVC: usadas com ácidos, corrosivos e químicos, elas apresentam boa resistência a esse tipo de exposição;

·       luvas de vaqueta: aplicadas principalmente à construção civil, elas são mais resistentes a abrasivos e serviços pesados;

·       luvas isolantes: indicadas para profissionais que lidam com eletricidade, elas são classificadas por cores de acordo com a frequência da qual protegem.

 

Basta, então, escolher a luva correta?

 

Não. Além de escolher a luva de acordo com a sua aplicação, é importante estar atento a outras questões, como:

·       tamanho: não existe um único tamanho de luva, que seja universal e que sirva para todas as mãos. É importante observar a medida da peça, visto que ela precisa ficar justa o suficiente para não escorregar ou sobrar, o que provocaria um acidente. Por outro lado, usar uma luva apertada demais também pode prejudicar a circulação nas mãos, além de causar incômodos que prejudicam a atividade exercida;

·       durabilidade: é importante sempre observar o estado das luvas de proteção. É comum que, com o passar do tempo em uso contínuo, a peça sofra danos. Assim, sempre que a luva estiver desgastada, é importante substituí-la;

·       uso correto: outro fator relevante é que as luvas precisam ser usadas corretamente. Se o colaborador as coloca de qualquer jeito ou simplesmente as esquece sobre a bancada durante o trabalho, por exemplo, elas perdem a sua eficiência.

 

Sendo assim, é possível concluir que o ponto principal além, é claro, do fornecimento de EPI’s é conscientizar o trabalhador quanto à importância da proteção das mãos no trabalho. Oferecer instruções de uso e estar sempre pronto a tirar dúvidas é uma das atitudes que são igualmente indispensáveis.

 

 



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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

 






 

QUAIS OS DANOS CAUSADOS PELOS FUMOS DE SOLDAGEM E COMO EVITÁ-LOS?

 

 


 

Trabalhar com solda é considerado por muitos uma atividade de risco. Isso porque existem danos causados pelos fumos de soldagem que, ao longo dos anos, podem afetar o trabalhador de diversas formas.

No entanto, afinal, o que pode acontecer com alguém que trabalha por muito tempo nessa função e não utiliza as proteções adequadas? Os fumos de soldagem podem ser definidos como pequenas partículas que se originam do material soldado (ou do eletrodo da solda) que saem em forma de vapor, mas depois se solidificam no ar.

A origem e a composição de tais partículas podem variar muito, dependendo do processo utilizado para a soldagem. Os itens mais perigosos, entretanto, são o manganês, o silício e o ferro.

 

Problemas pulmonares

As partículas permanecem no ar por um tempo. Enquanto isso, são diretamente inaladas pelo trabalhador.

Se considerarmos que o ar que respiramos vai diretamente para os pulmões, podemos concluir que esses órgãos são praticamente os mais prejudicados no processo. A inalação recorrente de fumos de solda vai, aos poucos, comprometendo a capacidade respiratória.

A asma é uma das consequências, devido à intoxicação do órgão. Dependendo do tempo de exposição e da composição das partículas, podem surgir até mesmo casos mais graves, como alguns tipos de câncer de pulmão. De forma resumida, o quadro pode levar o trabalhador a afastamentos da função ou até mesmo à morte nos casos mais extremos.

 

Doenças neurológicas

A alta exposição a partículas de solda de forma contínua pode resultar, ainda, em danos ao cérebro. As conexões nervosas e até mesmo os neurônios podem sofrer deteriorações, tendo as suas principais funções comprometidas.

Com o passar do tempo, o processo pode resultar em alterações mais sérias e em doenças neurológicas, como tremores e dificuldades de coordenação ao caminhar ou descer escadas.

Pessoas que trabalham na função por muito tempo podem notar também que a sua voz vai se tornando monótona e baixa, os gestos vão ficando mais lentos e até as expressões faciais podem se tornar difíceis. Tais perdas cognitivas normalmente são irreversíveis, já que o tratamento ideal para elas pode ser considerado relativamente desconhecido.

 

Infarto

O coração também é um órgão bastante afetado pelos fumos da solda. Indiretamente, a inalação contínua de tais partículas afeta a circulação, o que faz com que o trabalhador sofra as consequências em longo prazo.

O coração depende da correta oxigenação e de circulação sanguínea para funcionar corretamente e a solda pode afetá-lo nessas duas instâncias, comprometendo as suas funções.

Ao afetar a circulação, podem ser formados coágulos de sangue ou camadas que entopem as veias, levando a infartos ou à necessidade de cirurgias. Também a respiração, ao ser afetada, pode, aos poucos, diminuir a quantidade de oxigênio que vai para os tecidos, formando, assim, o cenário ideal para o aparecimento de quadros mais sérios de insuficiência cardíaca.

Como se pôde ver, muitos são os danos causados pelos fumos de soldagem. O uso dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) adequados para a função é uma das melhores formas de prevenção. Ademais, o trabalhador precisa ser conscientizado da importância do seu uso correto e das demais medidas necessárias.

 

 



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POR QUE O CONTROLE DE ESTOQUE DE EPI É TÃO IMPORTANTE?

 

 


 

Muito mais do que garantir as ferramentas necessárias para a segurança de todos na empresa é fazer o controle de estoque de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual). Quando comprados em excesso, eles podem acabar parados por muito tempo, o que causaria a sua deterioração antes mesmo do uso. Pior ainda seria deixá-los faltar, o que ocasionaria trabalhadores desprotegidos até a chegada de novos itens.

O melhor caminho para essa correta gestão é estimar o tempo que cada item costuma permanecer em estoque, de modo a calcular a quantidade e a periodicidade corretas a serem praticadas. Conhecer também todos os itens disponíveis e as suas quantidades, além dos prazos de entrega dos principais fornecedores, ajuda a manter um controle do que é necessário comprar e quando.

 

Evitar trabalhadores sem EPI’s

Trabalhadores sem EPI’s são sinônimos de pessoas desprotegidas e expostas a acidentes de trabalho. Imagine, por exemplo, um trabalhador em altura sem o uso de talabarte ou de qualquer outro dispositivo de segurança. Qualquer queda poderia ser fatal. O mesmo vale para os óculos de proteção, por exemplo, cuja não utilização pode expor os olhos a partículas abrasivas ou tóxicas.

 

Evitar a pausa na produção

Alguns trabalhos precisam ser descontinuados sem o uso de EPI’s. Se tais itens estão em falta, a produção poderá ficar parada até que sejam providenciados novos. Levando-se em conta que nem todo fornecedor terá tudo a pronta entrega, tais pausas podem se tornar longas e prejudicar todo o processo produtivo da sua empresa.

 

Garantir conformidade com a legislação

Existem normas e leis específicas que versam sobre a obrigatoriedade do uso de EPI’s para determinadas funções e condições de trabalho. Assim, quando tais equipamentos estão em falta, você está em inconformidade com a legislação. Caso algum acidente venha a ocorrer, ou mesmo uma fiscalização periódica aconteça, a empresa ficará sujeita a multas e a outras sanções legais inerentes à situação.

 

Zelar pela segurança de todos

Você também é responsável por cuidar de seus recursos humanos, daquelas pessoas que tanto dedicam a sua força de trabalho à sua empresa. Assim, zelar para que permaneçam saudáveis e íntegras é uma forma de respeito e de reconhecimento. Entretanto, além da correta distribuição de EPI’s, é importante conscientizar essas pessoas da relevância do seu uso para que eles não sejam vistos como uma mera formalidade sem objetivos.

 

Evitar acidentes de trabalho

EPI’s são a forma mais efetiva de evitar certos tipos de acidentes de trabalho. São eles que vão garantir que o trabalhador não sofrerá perda auditiva por atuar em um ambiente com ruído, que vão evitar a inalação de produtos tóxicos ou químicos e que protegerão os pés da queda de ferramentas e de objetos pesados sobre eles. Esses são apenas alguns exemplos diante da ampla gama de proteção de tais itens.

Como se pôde ver, o controle de estoque de EPI faz toda a diferença. A constituição de uma CIPA - Comissão Interna de Prevenção a Acidentes ajuda nesse sentido, a partir de medidas para que tal controle ocorra. Vale lembrar, ainda, que a CIPA também é obrigatória para empresas que têm mais de 50 colaboradores e que a sua não constituição pode resultar em multas.

 

 



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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

 





 

CONHEÇA OS PRINCIPAIS MODELOS DE RESPIRADORES PARA PROTEÇÃO CONTRA A COVID-19

 


Quando se fala em saúde e segurança, é impossível não pensar na proteção contra a Covid-19. Em meio a uma pandemia, é importantíssimo buscar meios de estar seguro em relação ao contágio pelo agente de risco. Assim, o uso de respiradores no ambiente de trabalho tornou-se uma obrigatoriedade não só para aqueles que lidam com químicos ou agentes tóxicos.

O que dizer, então, das pessoas da área da saúde? Esses são os mais expostos e merecem, portanto, atenção especial. Para qualquer finalidade, é fundamental utilizar o respirador correto. Só assim é possível proteger-se da contaminação, principalmente quando pensamos em um vírus que pode ser tão agressivo para alguns organismos.

Está em dúvida sobre o modelo que realmente protege da Covid-19? Continue a leitura e encontre a resposta que procura!

 

Respirador PFF2

A eficiência desse respirador é estimada em 94%. Isso significa que apenas 6% do ar externo penetra além de suas camadas. Trata-se de um respirador muito usado por trabalhadores que lidam com pintura, por exemplo. Nesse caso, além das camadas protetoras, ele também é dotado de uma manta de carvão, que ajuda a filtrar os odores incômodos.

Por ser indicada para evitar a contaminação por agentes biológicos, ela se ajusta perfeitamente às necessidades de proteção contra a Covid-19. Quando é esse o objetivo, vale lembrar que o respirador não deve vir com válvula de exalação, representando, assim, uma vedação completa contra a penetração do vírus. Todo agente da área da saúde precisa conhecer a seguir a essa premissa.

 

Respirador PFF3

Esse modelo difere do que citamos anteriormente pela classificação do filtro que tem em seu interior. Para se ter uma ideia da sua eficiência, basta considerar que ele é indicado, até mesmo, para colaboradores que atuam em contato com material radioativo. Também é fortemente recomendada quando o objetivo é proteger contra a penetração de agentes patológicos. Embora não seja o ideal durante procedimentos odontológicos ou médicos, é altamente eficiente para atendimento na área da saúde.

Assim como a PFF2, ela não deve ter válvula de exalação, e é importantíssimo respeitar sempre a vida útil e a data de validade do equipamento. Há entidades que consideram o seu índice de proteção contra a Covid-19 em 100%, o que a diferencia de máscaras cirúrgicas comuns, por exemplo. É claro que o seu uso deve vir acompanhado, ainda, de outras medidas de segurança, como a lavagem correta das mãos e o uso de álcool gel 70%.

Podemos considerar que esses dois modelos são os únicos atestados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para proteção contra a Covid-19. Devemos citar que o seu uso correto, assim como de qualquer outro modelo de respirador, implica a cobertura total de nariz e boca. Não basta que o agente responsável pela segurança no estabelecimento forneça tais respiradores: é importante treinar e conscientizar os colaboradores quanto ao seu uso correto.

 

 



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5 ACIDENTES DE TRABALHO MAIS COMUNS E COMO PODEM SER EVITADOS

 


 

Para preservar a integridade física e mental dos colaboradores nas empresas, a segurança do trabalho conta com diversos desafios para evitar os acidentes de trabalho mais comuns. Em vista disso, as medidas preventivas adotadas por esse setor devem ser uma das maiores prioridades nas organizações.

Embora possam haver ocorrências de acidentes, com boas práticas de prevenção é possível diminuir os riscos desses índices, proporcionando treinamentos e fazendo o uso correto dos equipamentos especialmente os EPI’s e EPC’s.

Por isso, devido à importância desse assunto, separamos 5 acidentes mais comuns e quais são as medidas que as empresas podem tomar para evitá-los. Confira!

 

Quais são os acidentes de trabalho mais comuns?

Conheça, abaixo, quais são os acidentes de trabalho mais comuns e o que pode desencadear cada um deles!

 

1. Quedas

Quedas podem acontecer em qualquer atividade. No entanto, o risco aumenta quando os trabalhos são realizados acima de dois metros de altura, sendo configurado um dos acidentes mais comuns nas organizações, provocando danos graves e podendo levar até a morte do colaborador.

Dentre as principais causas, estão a falta de uso do EPI, mal-estar ou distração do empregado e condições inadequadas para a realização das atividades, como ausência de antiderrapante nas escadas e falta de iluminação ou corrimão.

 

2. Choques elétricos

Em uma empresa, diversos setores podem causar acidentes com choques elétricos. Contudo, as atividades com mais riscos são aquelas em que o funcionário tem contato direto com serviços de eletricidade, como construção civil e manutenção predial.

Para o bom funcionamento das instalações elétricas, é necessária a realização de constante checagem do sistema, sendo preciso substituir fios que possam apresentar descargas e choques. Nesse momento, o trabalhador entra em contato com as correntes elétricas e a ausência da devida proteção pode causar acidentes graves e levar ao óbito.

 

3. Fraturas

Outro tipo de acidente de trabalho mais comum é a fratura, que consiste na quebra de um osso do corpo — e pode ser considerada exposta ou não. Geralmente, essa condição ocorre quando o colaborador sofre uma queda ou lesão, sendo necessário o seu afastamento e repouso para tratamento.

 

4. Acidentes com ferramentas

Dependendo da área de trabalho, o funcionário precisa utilizar ferramentas para executar o serviço dele. Contudo, algumas delas podem ser excessivamente perigosas, como tornos, serras, compressores de ar, empilhadeira e prensas hidráulicas.

Fazer o uso desse equipamento de forma inadequada e sem segurança pode ocasionar lesões graves e até mesmo irreversíveis, como incapacitação para o trabalho, perda de membros e morte.

 

5. Exposição a ruídos

Diversas atividades são realizadas em uma organização — e há aquelas em que o colaborador fica exposto a barulhos constantes. No entanto, um ruído durante oito horas por dia a 85 decibéis (dB) pode ocasionar a perda auditiva do funcionário.

Nesse caso, é essencial que a empresa realize os Programas de Conservação Auditiva - PCA, para orientação da equipe, bem como disponibilizar protetor auricular e outros EPIs necessários.

 

O que pode ser feito para evitar que esses acidentes aconteçam?

Diversas medidas podem ser implementadas para evitar que os acidentes aconteçam. O técnico em segurança do trabalho é o profissional que avalia os riscos antes que um acidente ocorra, protegendo a integridade física e emocional dos colaboradores.

 

Mas, além dele, cabe aos gestores investir em boas práticas de segurança e orientar seus funcionários para algumas medidas, tais como:

·       manter o local de trabalho limpo e organizado;

·       desobstruir vias de circulação e acessos;

·       dispor de uma iluminação adequada nos ambientes de trabalho;

·       seguir a NR 10 para a segurança em instalações e serviços em eletricidade;

·       dedicar aos treinamentos disponibilizados pela empresa;

·       testar os equipamentos e ferramentas antes de utilizá-los para observar o funcionamento deles;

·       fazer o uso de uniformes e EPI’s.

 

Quais devem ser as medidas tomadas pela empresa?

Para proporcionar ao colaborador mais segurança, é preciso investir em treinamentos constantes e, principalmente, fazer o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Com os equipamentos adequados e as devidas orientações, o colaborador tem mais confiança e proteção para realizar as atividades dele, oferecendo mais tranquilidade à equipe e aumentando a produtividade da empresa.

Mas, além de fornecer os EPI’s, também é essencial fiscalizar e monitorar o uso correto. Assim, é possível reduzir o índice de acidentes de trabalho mais comuns e proporcionar condições mais seguras para os funcionários.

 

 



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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

 





 

APR PARA TRABALHO EM ALTURA

 

 


 

Você já tem uma APR para trabalho em altura? A APR (Análise Preliminar de Risco) tem como principal objetivo proteger o colaborador que trabalha sob essa condição, por meio de uma avaliação do ambiente de trabalho que leva a um levantamento de acontecimentos considerados inseguros, bem como suas causas e consequências.

Trata-se de um importante documento que ajuda a encontrar meios de evitar que tais eventos ocorram. Vale ainda lembrar que ele é regulamentado pela NR-35, que trata diretamente sobre trabalho em altura e que a sua validade é de um ano, a menos que haja alguma mudança no ambiente de trabalho.

 

Segurança do colaborador

O fator humano vem sendo cada dia mais valorizado no mundo corporativo. Trata-se de uma mudança cultural positiva, que impacta diretamente o dia a dia de trabalho. Assim, prever os riscos de antemão ajuda a buscar meios de evitá-los, potencializando, assim, a segurança do trabalhador. Pode ser que a solução esteja no uso de determinados EPI’s ou na instalação de algum dispositivo de segurança padrão.

 

Adequação legal

A APR é regida por uma norma da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas e, portanto, trata-se de um item obrigatório para empresas que contam com colaboradores que trabalham em altura. Assim, não ter o documento significa que você poderá enfrentar problemas legais. Caso um acidente de trabalho ocorra, será constatada situação de irregularidade. Aliás, uma mera fiscalização periódica poderá identificar a ausência do termo e penalizar a empresa por isso.

 

Redução de custos

Acidentes de trabalho quase sempre resultam em processos trabalhistas, que rendem indenizações ao colaborador. Quando você está com alguma irregularidade, é certo que perderá o processo e terá que arcar com os custos. Assim, estar em dia com a APR diminui a incidência de acidentes e facilita a sua defesa quando da ocorrência de algum sinistro.

 

Aumento na produtividade

Trabalhador motivado é mais produtivo. Estar em dia com as normas de segurança no trabalho também representa uma forma de motivação. Trata-se de um meio de reconhecer os esforços daqueles que se dedicam à sua empresa. Assim, cuidar da segurança do trabalhador é uma forma de compensar esses esforços. Tal medida é percebida pelo colaborador que, por sua vez, sente-se feliz e cuidado e dedica-se ainda mais.

 

Facilidade na obtenção do termo

Elaborar uma APR não tem muitos segredos. Você pode contar com a ajuda de um engenheiro ou técnico em segurança no trabalho. É necessário seguir a alguns passos, como conhecer a fundo o local de trabalho e as atividades ali desempenhadas, analisando os riscos de cada uma. O processo de elaboração envolve, ainda, entrevistas com coordenadores e supervisores do setor e anotações quanto a cada etapa das atividades realizadas.

Uma APR para trabalho em altura é fácil de realizar e traz inúmeros benefícios para a sua empresa. Ela certamente fará toda a diferença em uma fiscalização e, até mesmo, ao fechar negócios com parceiros e clientes, visto que as medidas de segurança também impactam a imagem da empresa no mercado.





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QUAL A VIDA ÚTIL DE RESPIRADORES?

 

 



Os respiradores são importantes para proteger as vias aéreas do trabalhador em face de algumas condições do ambiente. Trata-se de um tipo de Equipamento de Proteção Individual - EPI que visa evitar que se desenvolvam problemas respiratórios em decorrência da função exercida.

Atribuições nas quais se trabalha exposto a aerossóis, produtos químicos ou mesmo partículas sólidas que possam causar algum dano ao sistema respiratório demandam o uso de uma proteção. Existem normas que regem essa necessidade e a análise do melhor modelo de respirador é feita a partir de uma observância das condições do ambiente.


Benefícios do uso de respiradores

Utilizar os respiradores impacta diretamente na saúde e na integridade do colaborador, uma vez que eles evitam que produtos tóxicos sejam inalados e favoreçam o desenvolvimento de doenças. Entretanto, para que isso realmente aconteça, é importante escolher o modelo adequado e conscientizar quanto à forma correta e da importância de utilizá-lo.

Outro ponto importante diz respeito à vida útil do equipamento. Há certos fatores ambientais que fazem com que o respirador perca a sua capacidade de proteção. Nesse momento, não o substituís é praticamente o mesmo que deixar de usá-lo. Por essa razão, conhecer os fatores que levam à deterioração do equipamento é fundamental.

 

Fatores que influenciam na vida útil do respirador

Não existe um prazo cravado e universal que determine a vida útil de um respirador. A vida útil é diferente do prazo de validade. Tudo vai depender das condições específicas e individuais de uso. Entenda os principais fatores que influenciam nessa questão!

 

Concentração do contaminante

Quanto maior a concentração do fluido contaminante no ambiente, maior o desgaste do respirador. Você vai notar que, com o passar do tempo, ele vai se tornando mais “fino”, como se estivesse impregnado com a substância. E de fato está! Quando o equipamento parece exalar odores, é hora de substituí-lo.

 

Frequência respiratória

A frequência respiratória não é igual para todos nós. As pessoas apresentam ritmos diferentes entre si, o que pode ser agravado pelo nível de esforço despendido no trabalho. Assim, uma respiração mais rápida pode resultar em maior desgaste do respirador, visto que a passagem do ar pode forçá-lo.

 

Umidade relativa do ar

A umidade relativa do ar também pode ser influenciada pelo fluido que é manuseado no ambiente. Ela, por sua vez, pode impactar ainda na saúde do colaborador, já que, em concentrações maiores, favorece as crises de rinite e alergia. Nem precisamos dizer que essas últimas abreviam a durabilidade do respirador.

 

Transpiração

Um respirador fica em contato direto com a pele do indivíduo. A transpiração, portanto, pode deixá-lo mais “molhado”, o que enfraquece o material. Eis mais um motivo para ficar atento às condições do equipamento. Quando o material se torna “mole” ou fino, é hora de pensar em substituição.

Em termos gerais, os respiradores devem ser utilizados dentro do prazo de validade indicado pelo fabricante, embora a vida útil, influenciada por esses fatores que citamos, possa ser bem mais curta. Qualquer sinal de desgaste ou ineficiência sugere troca imediata. Para adquirir novos respiradores, prefira empresas de renome no mercado, como a Delta Plus.

 

 



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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

 





 

SAIBA COMO ESCOLHER O MELHOR RESPIRADOR PARA SERVIÇOS DE SOLDAGEM

 


 

Quem trabalha com serviços de soldagem sabe que a constante exposição pode trazer riscos — e o uso de respiradores e máscara é fundamental. Isso porque, além da máscara que protege os olhos contra a radiação e a luminosidade intensa, os respiradores evitam a inalação das partículas e da fumaça, que também podem fazer mal à saúde.

Além disso, não utilizar o equipamento de maneira adequada pode desencadear graves consequências, como lesões na pele, nos olhos e a inalação de gases e fumos, que podem trazer efeitos graves à saúde. Por isso, para a proteção do colaborador, é essencial fazer o uso dos EPIs específicos para a área de soldagem, sendo importante levar em consideração alguns requisitos na hora de escolher o melhor equipamento.

Pensando nisso, preparamos este artigo para ajudar você a escolher o melhor respirador para execução de serviços de soldagem, a fim de garantir a saúde e a realização de um serviço de qualidade. Confira!

 

Como é possível escolher o melhor respirador para a execução de serviços de soldagem?

Uma das profissões que oferecem risco ao colaborador é a de soldador. Diante disso, uma das preocupações dos gestores, funcionários e autônomos que atuam nessa área é fazer o uso adequado do Equipamento de Proteção Individual - EPI.

Além dos equipamentos obrigatórios, por baixo da máscara de solda é necessário utilizar o respirador, pois ela evita que o colaborador inale o fumo metálico, que pode trazer problemas respiratórios.

Por isso, é fundamental investir em EPI’s de qualidade, testados conforme as certificações para serviços de soldagem. Confira algumas dicas para escolher o melhor respirador!

 

Conheça os modelos disponíveis

Para a proteção contra névoas, poeiras e fumos metálicos, é imprescindível conhecer os modelos disponíveis no mercado. Os tipos de filtro nesses equipamentos variam, sendo o mais comum nesse caso o uso do respirador com filtro PFF, que é um modelo descartável.

 

Considere o uso de sistemas de exaustão

A depender da forma de utilização e do processo de soldagem, antes de adquirir o respirador é importante verificar o tipo de sistema de exaustão. Isso porque, a partir desse princípio, é possível melhorar a qualidade do ar do ambiente, fazendo com que a exposição do funcionário aos contaminantes seja reduzida.

 

Analise o contaminante

Outro ponto a considerar são os contaminantes, como soldas de oxiacetileno, alumínio, aço carbono, inox, entre outros. Eles causam diferentes efeitos, tanto na emissão de infravermelho quanto no material soldado. Assim, o respirador precisa contar com a proteção adequada para o tipo de contaminante que trabalhará.

 

Avalie o nível de exposição

Esse item também precisa ser avaliado, pois o respirador para serviços de soldagem deve auxiliar no controle e na redução do limite da exposição ocupacional a aerossóis, proporcionando melhores condições para a realização do trabalho.

Dessa forma, conforme o tipo de aerossol, substâncias, concentração de amianto e o limite de exposição, o modelo de respirador e, principalmente, o filtro, podem variar.

 

Quais são as consequências de não estar atento às especificações desse tipo de equipamento?

O colaborador que trabalha com solda está sujeito a inúmeros riscos durante o período de serviço. Não estar atento às medidas de segurança e às especificações na hora de adquirir um respirador pode trazer consequências para a sua própria saúde.

Independentemente do tipo de solda, mesmo que quase imperceptível a olho nu, há a liberação de resíduos tóxicos que, quando associados com a má qualidade do equipamento e o uso ineficiente, podem expor o trabalhador à inalação desses aerossóis. Em curto, médio ou longo prazo, essa exposição pode trazer consequências graves para a saúde respiratória do colaborador.

Assim, além de utilizar todos os EPI’s para serviços de soldagem, é fundamental optar por um respirador que traga proteção e segurança contra os agentes, como também reduzir ou eliminar as possíveis consequências para a saúde do trabalhador.

 

 



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