sábado, 16 de julho de 2022

 

 

 

RISCO DE INCÊNDIO:

A IMPORTÂNCIA DE EXTINTORES RESIDENCIAIS

 



 

Sabe aquela história de que a gente só percebe que algo é essencial quando precisa dele? Em casos de extintores residenciais isto é extremamente perigoso. Ou melhor, a ausência deles ou o desconhecimento do seu uso, podem acarretar riscos enormes à sua família, vizinhança e a você.

Uma pergunta rápida (não vale colar): onde fica o extintor em sua residência ou condomínio?

Precisou pensar um pouquinho, né? Isto é muito comum. A maioria das pessoas não dá o devido valor aos extintores residenciais.

Ter um extintor em casa e saber como usá-lo é essencial para a sua proteção e de todos à sua volta. Por isso, preparamos um material completo explicando tudo sobre cada item que não pode faltar no seu lar. Acompanhe este texto com a gente.

 

O que é o extintor de incêndio?

 

O extintor portátil é um aparelho constituído de recipiente, acessório e que contém o agente extintor, destinado a combater princípios de incêndio. Existe também o extintor sobre rodas (carreta), que também é constituído em um único recipiente com o agente extintor, porém, com capacidade maior de combater o fogo.

Esses equipamentos primam pela facilidade de uso, onde todos dentro do edifício podem ser treinados de forma básica para utilizarem adequadamente.

O condomínio pode ter uma brigada de incêndio, com a finalidade de estar preparada para combater estes casos. Ela deve ser formada por moradores e funcionários do edifício.

Em São Paulo, segundo a ABNT, a brigada deve ser formada por 80% dos colaboradores do edifício, mais um morador de cada andar.

Edifícios residenciais não necessitam ter uma brigada fixa. Já os comerciais, dependendo da avaliação de riscos, precisam contar com bombeiros civis além das brigadas.

 

Categorias de incêndio e de extintores

 

É sempre importante saber a origem do incêndio e qual o tipo dele. Cada extintor tem propriedades específicas de acordo com a natureza do fogo.

 



 

A categorização dos incêndios é feita assim:

 

A – Originado de materiais combustíveis sólidos como papel, madeira, plásticos termoestáveis, tecidos, borrachas e fibras orgânicas;

B – Causado pela combustão de líquidos e/ou gás inflamáveis, graxas e plásticos que queimam em sua superfície sem deixar resíduos;

C – Queima de instalações elétricas energizadas, como quadros de força, transformadores, fiações, etc.

D – Causado por metais combustíveis, como Magnésio, Potássio, Lítio, Sódio e Zircônio.

Os extintores com pó ABC são bastante eficientes, os mais abrangentes que existem no mercado e os mais utilizados em residências e condomínios, por cobrirem os três principais tipos de incêndios nestes locais.

 

Localização dos extintores

 

Tão importante quanto ter os equipamentos, é garantir que eles estejam armazenados corretamente e, principalmente, de uma forma que seja de fácil acesso em emergências.

 



 

Para que você possa conferir como está a instalação e localização do extintor aí na sua residência, listamos aqui abaixo algumas orientações para acompanhar:

 

·       Quando forem fixados em paredes ou colunas, utilize os suportes fornecidos com o extintor e verifique a firme fixação;

·       Para extintores portáteis, fixados em parede, devem ser observadas as seguintes exigências do Corpo de Bombeiros: posição da alça de manuseio não deve exceder a 1,60 m do piso e a parte inferior deve guardar distância de no mínimo 0,20 m do piso acabado. Esta é a posição mais segura, pois diminuirá o risco de acidentes em caso de queda do aparelho;

·       Não deve ser instalado nas paredes das escadas;

·       Os extintores portáteis não devem ficar em contato direto com o piso;

·       Seu acesso não pode ser bloqueado;

·       Localização e visualização devem ser fáceis;

·       O extintor deve ficar protegido contra intempéries e possíveis danos físicos;

·       Se ficar encoberto, deve ter sua posição devidamente sinalizada;

·       Seja fácil sua remoção do suporte;

·       Haja menor probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso.

 

Manutenção dos extintores de incêndio

 

Este é um dos itens de maior importância neste assunto. Assim como falamos lá no início, muitas vezes só se dá conta da manutenção dos equipamentos, quando se precisa fazer uso deles e não se encontram em perfeito estado.

Por isso, siga à risca os prazos de manutenção de cada um dos extintores existentes em sua residência.

 



 

A NR 23 (Norma Regulamentadora) no item 23.14.1 estabelece que todo o extintor deverá ter 1 (uma) ficha de controle de inspeção. Já o item 23.14.2 descreve que cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto externo, os lacres, os manômetros (quando o extintor for do tipo pressurizado), verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos. E no item 23.14.3 estabelece que cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data em que foi carregado, data para recarga e número de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida convenientemente de modo a evitar que esses dados sejam danificados.

 

Onde há fumaça, há prevenção. Esteja preparado.

 

De maneira geral, é importante que você esteja familiarizado com as medidas de prevenção a incêndios residenciais e como agir no caso de o fogo iniciar-se na sua casa.

Vale ressaltar que o Corpo de Bombeiros é o grupo certo e preparado para agir em casos de incêndios. Ou seja, se perceber um foco iniciando, aja de acordo com as orientações técnicas para tentar contê-lo. Se logo perceber que o risco é maior, acione alarmes, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros e desligue máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais.

Gostaria de saber mais sobre projetos de prevenção contra incêndio em empresas ou residências, obtenção de AVCB, manutenção de extintores ou outro ponto que abordamos aqui? Entre em contato com a gente. Nossa equipe de especialistas está sempre à disposição para o que você precisar.

 

 



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NR 13

 

 

Graves e iminentes riscos rondam pequenas e médias empresas que não cumprem a norma

 

 Se as condições de Segurança e Saúde no Trabalho para máquinas e equipamentos cujos riscos são mais aparentes, no que diz respeito às caldeiras, vasos de pressão, tubulações e tanques metálicos de armazenamento estamos diante de um universo de problemas que na minha forma de ver é pelo menos imensurável quanto aos perigos e riscos existentes.

E não devemos pensar sobre isso levando em conta apenas as grandes organizações ou aquelas com foco na produção de químicos ou similares. Nestas organizações, até por uma questão de segurança do processo, são adotadas medidas que muitas vezes superam os requisitos da NR 13. No entanto, distante delas, há uma imensa quantidade de organizações de médio e pequeno porte que têm em suas instalações principalmente caldeiras e vasos sob pressão que são utilizados sem que ao menos se observe cuidados mínimos quanto à gestão da integridade estrutural, inspeção, operação e manutenção com objetivos, entre outros, o de preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores. Dentre os muitos assuntos que nos preocupam na parte das organizações brasileiras que não cumprem qualquer tipo de legislação, este com certeza ocupa lugar de grande relevância

Para reforçar a importância do assunto e a dimensão do perigo e dos riscos queremos já nesse momento chamar a atenção para um ponto importante a ser tratado antes de qualquer consideração sobre Caldeiras, Vasos sob Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento: está claro e explicitamente definido no item 3.1 da citada NR:

 

“Constitui condição de Risco Grave e Iminente – RGI o não cumprimento de qualquer item previsto nesta NR que possa causar acidente ou doença relacionada ao trabalho, com lesão grave à integridade física do trabalhador, especialmente: (…)”



Essa menção clara quanto ao Risco Grave e Iminente deve chamar a atenção de todos os profissionais especializados em Segurança e Saúde no Trabalho – já que a inobservância ou descumprimento da NR 13 pode implicar na interdição, que embora possa ser restrita a algum equipamento, pode implicar na paralisação de processos produtivos de forma direta ou indireta.

 

 ITENS


Com um pouco mais de atenção notamos que ao final do item 3.1 ocorre a citação dos itens que especialmente devem ser observados, que são:


• Operação de caldeira por trabalhador que não atenda aos requisitos estabelecidos no Anexo I da NR 13, ou que não esteja sob supervisão, acompanhamento ou assistência específica de operador qualificado. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira;


• Operação de equipamentos abrangidos pela NR 13, sem os dispositivos de segurança: No caso das caldeiras – sem a válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior à Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA, considerados os requisitos do código de projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;

No caso dos vasos sob pressão sem válvula de segurança ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior à PMTA, instalado diretamente no vaso ou no sistema que o inclui, considerados os requisitos do código de projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;

No caso das tubulações ou sistema de tubulações sem sistemas dispositivos de segurança conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas;

No caso do tanques sem dispositivos de segurança contra sobrepressão e vácuo conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas.


• Atraso na inspeção de segurança periódica de caldeiras que na maioria dos casos deve ser feita anualmente (há exceções e elas estão previstas na NR 13) e são constituídas de exames interno e externo;
• Bloqueio de dispositivos de segurança de caldeiras, vasos de pressão e tubulações sem a devida justificativa técnica baseada em códigos, normas ou procedimentos formais de operação do equipamento. A inibição provisória dos instrumentos e controles é permitida, desde que mantida a segurança operacional, e que esteja prevista nos procedimentos formais de operação e manutenção, ou com justificativa formalmente documentada, com prévia análise técnica e respectivas medidas de contingência para mitigação dos riscos elaboradas pelo responsável técnico do processo, com anuência do PH.

 

Ref.: Revista Proteção, Saúde e Segurança do Trabalho (Digital): NR 13 Editora Proteção Publicações. Ed. 365, p. 10, maio/2022.

 

 





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quinta-feira, 14 de julho de 2022

 


 

NR 4 FOI APROVADA NA CTPP

 

 



Terceirização do SESMT não entra no novo texto, porém bancadas seguem divergentes

 

A reunião ordinária da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente), que discutiu durante os dias 18, 19 e 20 de maio em Brasília, a revisão e atualização de Normas Regulamentadoras, fez importantes deliberações para a área de Saúde e Segurança do Trabalho. Uma delas, a mais aguardada, que tratava sobre a possibilidade de terceirização do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho), depois de uma série de discussões, foi retirada do novo texto.

 

Proposto pelo governo, o item 4.7 – Prestação de serviço por empresa especializada, previa que os Serviços pudessem ser terceirizados. Enquanto os empregadores eram favoráveis à proposta por entender que um prestador de serviço pode otimizar os conhecimentos e, principalmente, potencializar a experiência dos profissionais envolvidos, os trabalhadores defendiam que a terceirização preconizaria o serviço e atingiria os profissionais de SST. A CTPP entendeu que, por se tratar de matéria jurídica, não caberia definição sobre o tema na NR. Isso porque a terceirização já é prevista na Lei nº 13.429/2017, que altera dispositivos da Lei nº 6.019/1974 sobre a prestação de serviços terceirizados. Com isso, o fato da terceirização não estar prevista no novo texto da NR 4 não exclui a possibilidade dos SESMT’s serem terceirizados.

 

O membro titular e coordenador da bancada empresarial na CTPP e no GTT da NR 4 e especialista em Relações do Trabalho da CNI, Rafael Ernesto Kieckbusch, afirmou que quanto à terceirização, o novo texto respeita tanto a decisão da empresa de terceirizar quanto a legislação que regulamentou a terceirização em 2017. “De forma acertada, a CTPP deliberou que não cabe a uma NR determinar como uma empresa deve terceirizar nem criar óbices a sua terceirização. Com isso, cria-se oportunidade para que prestadores de serviços em SST possam inovar e promover novas tecnologias em prol da segurança no âmbito do SESMT e atualizar as melhores práticas para que as medidas de prevenção possam ser mais bem adotadas pelas empresas”, destacou.

 

Na opinião de Robinson Leme, membro do Grupo de Trabalho da NR-4 e titular da CTPP na Bancada dos Trabalhadores pela NCST, que participou de forma presencial da reunião da Comissão nesta semana, a retirada da regulamentação dos itens que tratavam da terceirização foi positiva. “Entendo que a contratação dos profissionais do SESMT deve seguir a legislação em vigor, como o Art. 162 da CLT, e que vale a Nota Técnica do MPT (Ministério Público do Trabalho) quando tratar da questão da terceirização do SES- MT”, destacou.

 

A nota citada por Leme aponta que o texto que estava em discussão fere o artigo da CLT, que diz que as empresas, de acordo com normas a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, estarão obrigadas a manter Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho. “Os trabalhadores acompanham o entendimento do MPT que esse tipo de serviços especializado não entra no rol da Lei 6.019 quanto à terceirização”, completou.

 

DIMENSIONAMENTO


Além deste ponto, outra importante decisão diz respeito ao dimensionamento do SESMT, que antes era atrelado ao número de empregados e ao grau de risco da empresa e agora passou a também considerar os trabalhadores das empresas terceirizadas. Os terceirizados só não serão incluídos no dimensionamento da contratante quando já estiverem sendo assistidos pelo SESMT da contratada. Outro ponto definiu que o Quadro I, de classificação dos graus de risco das atividades econômicas, será revisado em um prazo de dois anos e, posteriormente, será revisto a cada cinco anos, garantindo sempre uma atualização da norma. Além disso, o quadro de dimensionamento foi mantido com o mesmo número de profissionais previstos.

 

Outra proposta que gerou discussões, mas não foi incluída no novo texto, tratava que quando houvesse obrigatoriedade de contratação de mais de um profissional de cada categoria do Quadro II (médico do Trabalho, engenheiro de Segurança do Trabalho, técnico de Segurança do Trabalho, enfermeiro do Trabalho, auxiliar e técnico em Enfermagem do Trabalho), a organização poderia manter no mínimo 50% do quantitativo de cada categoria profissional, podendo substituir os demais por especialistas em nível de pós-graduação nas áreas de Ergonomia, Higiene Ocupacional ou Psicologia do Trabalho.

 

AVANÇO E PERDA


Para Leme, os pontos em relação ao dimensionamento podem ser considerados um avanço, assim como o item que trata das competências do SESMT. Por outro lado, a retirada da proposta do governo para a constituição de um SESMT Especial sempre que a taxa de incidência de acidentes do estabelecimento ficasse acima da taxa de incidência do setor (classe de CNAE), pode ser considerada uma perda.

 

“Será constituído um Grupo de Trabalho para discutir o SESMT Especial. Espero que possamos sensibilizar a bancada patronal para que as empresas que possuem uma alta incidência de acidentes possam ser obrigadas a contratar profissionais especializados até que sua condição de prevenção seja controlada, gerando um ambiente de trabalho isento de riscos ocupacionais e oferecendo, assim, dignidade ao trabalhador”, comentou.

 

Para Kieckbusch, o texto deliberado na CTPP apresenta melhor definição das competências e atribuições do Serviço e está integrado e harmonizado com as outras NR’s já revisadas. “O novo SESMT passa a ter uma visão que se conecta ao gerenciamento de riscos ocupacionais introduzido pela nova NR 1, possibilitando que as empresas adotem sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho”, opina.

 

OUTRAS NR’s


Além das deliberações em relação à NR 4, a CTPP também consensou a maioria dos itens da NR 6 (Equipamento de Proteção Individual) e NR 13 (Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento), além das propostas de atualização das NR’s 8 (Segurança em Edificações) e NR 14 (Trabalho com Fornos). A deliberação da NR 25 (Resíduos Industriais), programada para esta reunião, ficou prevista para o próximo encontro da CTPP. A Comissão ainda aprovou a prorrogação da suspensão, por mais seis meses, do início de vigência do item 31.7.4 da NR 31 (SST na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura), aprovada pela Portaria SEPRT nº 22.677, de 22 de outubro de 2020. O item determina que a aplicação de agrotóxicos com a utilização de atomizador mecanizado tracionado somente pode ser realizada por meio de máquina com cabine fechada, excetuando-se o caso das culturas em parreiras.

 

Agora, os textos seguem para verificação da redação final e procedimentos administrativos e preparação para publicação da norma, ainda sem prazo.

 

Ref.: Revista Proteção, Saúde e Segurança do Trabalho (Digital): NR 4 foi aprovada na CTPP Editora Proteção Publicações. Ed. 366, p. 16, junho/2022.

 

 

 

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GERADOR DE ENERGIA SUSTENTÁVEL E SEUS BENEFÍCIOS

 



 

Energia Sustentável é todo tipo de energia que é originada a partir de fontes renováveis ou que buscam reduzir os impactos no meio ambiente. A cada ano se torna mais comum a busca pela utilização de equipamentos sustentáveis como uma alternativa para combater esses impactos.

 

Atualmente, é possível encontrar fontes de energia sustentáveis, como geradores fotovoltaicos, eólicos e hidrelétricos. Porém no mercado de grupos geradores, principalmente na sua utilização emergencial, não existem soluções que consigam produzir energia de maneira abundante de forma rápida e limpa.

 

Para diminuir os efeitos da utilização de geradores, entretanto, existem soluções que buscam impactar menos o meio ambiente, o gerador de energia sustentável que funciona a base de gás natural e que funciona a base de biogás são dois exemplos dessas soluções.

 

Gerador de Energia Sustentável a Gás Natural

 

Os geradores de energia movidos a gás natural conseguem reduzir em até 90% os gases emitidos em comparação aos geradores convencionais a diesel. A utilização desse tipo de gerador está se tornando cada vez mais comum, principalmente empresas e serviços que estão mais relacionados com questões de sustentabilidade.

 

Como funciona um gerador a gás?

 

O gerador a gás, ao invés de utilizar combustível diesel, utiliza a queima de gás natural para gerar energia mecânica, que por sua vez é transformada em energia elétrica através do alternador.

 

Benefícios

 

Custo reduzido no combustível: Economia de combustível até 35% em relação aos motores a diesel.

 

São mais silenciosos: Nível de ruído 20% menor que do que os motores à diesel. Isso se dá em função da menor taxa de compressão nos cilindros.

 

Menos poluentes: Os motores a gás emitem menos particulados, ou seja, menos hidrocarbonetos e NOx (Nitrogênio + Oxigênio). Traduzindo, praticamente não produzem fuligem ou cinzas. No caso do gás natural a emissão é em torno de 25% menor que do óleo diesel. No caso do biogás, a fonte é 100% limpa e renovável.

 

Maior facilidade de operação: As ligações de gás podem vir diretamente de tubulações da rede pública, eliminando a necessidade de tanques de combustível e, consequentemente, gerando maior facilidade operacional e disponibilidade geral. Além disso, reduz-se a zero os inconvenientes da perda do combustível por envelhecimento.

 

Gerador de Energia Sustentável a Biogás

 

O gerador de energia baseado em biogás já é um pouco diferente, ele não emite emissão de poluentes, porém é mais restrito ao setor agrícola devido à sua implementação complexa.

 

Como funciona um gerador a biogás?

 

Para utilizar um gerador a base de biogás não é tão simples, o combustível utilizado é o gás metano, conseguido a partir do tratamento de lixo orgânico, dejetos de animais, restos de plantações e afins. Esse material orgânico é tratado em um biodigestor onde uma bactéria faz a digestão desse lixo e o transforma em gás metano. Existem empresas que fazem a distribuição de energia feita a partir de biogás, porém nesse caso é disponibilizado por outra empresa e não gerado por um gerador de energia.

 

Benefícios

 

Custo reduzido: Economia de 10% a 15% do custo da hora em relação ao motor a diesel.

Desempenho similar ao diesel, com a motorização desenvolvida para o trabalho exclusivo com gás natural ou biometano.

Facilidade na manutenção: 85% dos componentes são similares aos usados no motor à diesel.

 

 

 

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CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL: 

7 DICAS DE SUSTENTABILIDADE PARA SUA OBRA!

 

 



O termo Construção Sustentável é definido como toda criação de um empreendimento, seja ele residencial ou comercial, que utiliza de materiais ecológicos ou ferramentas sustentáveis que proporcionem uma harmonia e respeito com a natureza e ao meio ambiente.

 

A sociedade está cada vez mais antenada com os danos que causamos ao nosso planeta. Possuímos uma quantidade de recursos finita e paralelo a isso, a população está aumentando vertiginosamente e portanto, é necessário refletirmos e atuarmos ainda mais para preservarmos a infraestrutura em que vivemos para um futuro nem tão longe assim.

 

 Estamos em um dilema. Salvar o nosso planeta ou nos desenvolvermos como sociedade? Para solucionar esse problema, é cada vez mais comum a implementação de soluções verdes, como a utilização de recursos renováveis e construções sustentáveis. 

  

 Dicas de sustentabilidade para sua obra:

 

1. Reaproveitamento de Água

 

Existem algumas soluções sustentáveis que são mais simples e soluções mais complexas que nem todos conseguem aproveitar. A Reutilização da Água é uma solução que a maioria das pessoas consegue utilizar. A água da chuva é uma fonte renovável e rentável, e a empresa pode usar coletores de água ou calhas para direcionar a água para melhor armazenamento. Essa água pode ser utilizada para regar canteiros, higienizar banheiros, áreas e o que mais a criatividade pedir. Outra possibilidade é desenvolver maneiras de reaproveitamento de água em canteiros de obra, como na mistura de concreto e argamassa.

 

2. Consumo de Papel

 

Hoje em dia, precisamos cada vez menos de papel como ferramenta. Existem diversas soluções sustentáveis e tecnológicas para substituir o uso de papel no ambiente de obra ou dos escritórios. Claro, nem sempre será uma opção mais rentável a utilização de apenas tablets e celulares para disseminação de informação. Mas o papel utilizado pode ser uma versão reciclável e quando houver necessidade de descartá-los, eles podem ser separados e destinados a organizações de coletores, que realizam um trabalho incrível de reciclagem, e lhes asseguram uma fonte de renda. É a sustentabilidade gerando mais oportunidades e transformando a vida de milhares de pessoas. 

 

3. Utilização de Equipamentos Eletrônicos

 

Existem muitos equipamentos utilizados em obras que possuem alternativas elétricas, esse é o caso por exemplo de alguns equipamentos, como é o caso das Plataformas tipo Tesoura e Plataforma Articulada que possuem suas opções elétricas. Ao invés da utilização de equipamentos que liberam poluentes com a queima de combustível, é possível utilizar em alguns casos, equipamentos que funcionam a base de energia elétrica para deixar a sua construção sustentável. O que nos leva ao próximo item.

 

4. Gerador de Energia Sustentável

 

Há obras que possuem um equipamento que funciona à base de energia elétrica, porém carregado em um gerador de energia a diesel e isso pode parecer uma contradição. É que já estão disponíveis no mercado opções de geradores sustentáveis que emitem menos poluentes, como é o caso do Gás Natural e até mesmo, aqueles que não emitem poluentes, como é o caso do Biogás.

A nossa parceira MWM possui excelentes opções de geradores sustentáveis em seu portfólio. Caso haja interesse em saber mais sobre esses geradores, fizemos um post no nosso blog sobre Geradores Sustentáveis. 

 

5. Economia de Energia

 

Não se pode falar em sustentabilidade sem abordar a Energia. A economia de energia é fundamental para uma obra que tem planos de se tornar mais sustentável. Existe uma fonte infinita e abundante de energia que está disponível para nosso uso: o Sol!  É extremamente recomendado que exista uma programação que busque a utilização máxima de luz natural durante a obra, dando preferência para realização do trabalho durante o dia, além de utilização consciente de energia para os equipamentos e no período noturno.

 

6. Uso de Material Reciclável

 

Existem uma grande variedade de materiais que podem ser utilizados no lugar dos tradicionais. O uso desses itens pode refletir em diminuição dos custos além de uma valorização do empreendimento, já que a sustentabilidade é uma questão cada vez mais presente em nossas vidas.

 

·       Bloco de adobe,

·       Isolamento ecológico

·       Argamassa de argila

·       Lâmpadas LED

·       Containers

·       Replast

·       Tinta ecológica

·       Bambu

·       Vidro inteligente

·       Telhado Verde

·       Bioconcreto

 

7. Certificação LEED

 

A Certificação LEED, ou Leadership in Energy and Environmental Design, é uma das certificações para construções sustentáveis mais conhecidas do mundo. Essa certificação traz inúmeros benefícios, além de ecológicos e financeiros também. Alguns deles são a diminuição dos custos operacionais, dos riscos regulatórios e valorização do imóvel para revenda ou arrendamento.

 

A sustentabilidade é o caminho para o futuro. Entender a importância dos recursos naturais e como utilizá-los de maneira inteligente e coerente com as nossas necessidades é o primeiro passo para avançarmos a outras pautas que são cruciais para o nosso desenvolvimento e para a manutenção da espécie humana nos próximos séculos.

 



 

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6 INOVAÇÕES NA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA IMPLEMENTAR NA SUA EMPRESA

 



Assim como o mundo, o setor da engenharia está sempre mudando e pode ser difícil acompanhar as últimas tendências. Estar ciente das principais inovações no mercado de construção civil pode ajudá-lo a planejar seus investimentos e ficar à frente da curva e não perder espaços para os concorrentes.

 

Pensando em ajudar nossos clientes, fizemos uma lista das principais inovações que já estão em utilização no mercado da construção civil:

 

Inovações na Construção Civil

 

·       A ascensão contínua da IA e do aprendizado de máquina.

·       A importância crescente da análise de dados.

·       A crescente popularidade da impressão 3D.

·       O uso de realidade virtual e realidade aumentada para treinamento e simulações

·       O papel cada vez maior dos drones na coleta e análise de dados

·       O uso da tecnologia blockchain para segurança e gerenciamento de dados

 

Inteligência Artificial

 

Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT) continuarão a crescer em popularidade e serão usadas com mais frequência em várias aplicações de engenharia como manutenção preditiva, melhoria nos processos e diminuição dos erros. O aprendizado de máquina será usado com mais frequência para melhorar a eficiência de vários processos. A computação em nuvem também se tornará mais prevalente, pois oferece acesso mais fácil a dados e recursos computacionais.

 

Análise de Dados

 

A tendência é que a cada ano a análise e engenharia de dados sejam cada vez mais importantes. As empresas construtoras devem se concentrar em automatizar tarefas repetitivas e melhorar os processos de coleta de dados. Isso acelerará o trabalho e permitirá relatórios mais precisos. Também haverá um aumento na demanda por softwares que possam processar grandes quantidades de dados rapidamente.

 

Computação em nuvem

 

A definição de computação em nuvem pode ser descrita como a entrega de poder computacional (tipicamente na forma de serviços) pela Internet. A tendência é que a utilização da nuvem continuará a crescer em popularidade, pois oferece muitas vantagens em relação aos sistemas locais tradicionais. Em particular, as soluções baseadas em nuvem geralmente são mais escaláveis e fáceis de implantar do que as soluções locais. Para empresas construtoras, isso significa que elas podem acompanhar as mudanças nas demandas com mais facilidade. Além disso, os serviços em nuvem tendem a ser mais econômicos do que as soluções locais, tornando-os uma boa opção para empresas preocupadas com o orçamento.

 

Impressoras 3D

 

A impressão 3D já existe há algum tempo, mas a cada dia que passa ela se torna disponível para utilização. É uma inovação que permite que as pessoas imprimam qualquer coisa, desde alimentos a roupas e até mesmo prédios

 

Confira nosso post sobre O Maior Prédio do Mundo feito por uma Impressora 3D

 

A impressão 3D também permitirá a produção de peças e estruturas que, de outra forma, seriam muito caras ou difíceis de fabricar.

 

Realidade Virtual

 

A realidade virtual é uma experiência imersiva que usa a tecnologia do computador para criar um ambiente simulado. A RV pode ser usada para aplicações de engenharia, como design e teste de produtos, treinamento e fins educacionais. Por exemplo, os engenheiros podem usar a RV para testar como um produto funcionará em condições reais sem precisar construir um protótipo físico.

 

A RV se torna cada vez mais comum na engenharia à medida que a tecnologia se torna mais acessível e fácil de usar. Além disso, o desenvolvimento de redes 5G permitirá experiências de RV com baixa latência, tornando-as ainda mais realistas, tornando-as mais precisas para simulações e treinamentos.

 

Drones Na Engenharia

 

Estima-se que nesse ano mais de 30% dos drones comerciais serão usados em tarefas de engenharia, como levantamento topográfico, mapeamento e inspeção. Espera-se que esse número cresça exponencialmente nos próximos anos, à medida que a tecnologia de drones continua a se desenvolver e se tornar mais acessível.

 

Tecnologias de BlockChain

 

Blockchain é um banco de dados distribuído que permite a manutenção de registros seguros, transparentes e à prova de adulteração. Isso o torna perfeito para aplicações de engenharia civil, como registro de terras, rastreamento de proveniência e gerenciamento da cadeia de suprimentos. Nos próximos anos, esperamos ver o blockchain sendo usado cada vez mais em projetos de engenharia civil em todo o mundo. Empresas que não utilizarem essa tecnologia estarão suscetíveis a ataques cibernéticos e perda de dados importantes, e consequentemente, ficarão para trás em relação aos concorrentes.

 

 



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