terça-feira, 8 de março de 2022

 



 

AFINAL, PORQUE TENHO QUE ME PREOCUPAR COM SEGURANÇA DO TRABALHO NA MINHA EMPRESA?

 



 

De uma forma geral, Segurança do Trabalho tem um impacto direto nas vidas de todos os colaboradores das organizações e por este motivo tem um reflexo que pode ser analisado e explicado a partir de diversos pontos de vista dependendo de qual área o gestor atua.

 

Área de Recursos Humanos

 

Se o gestor atuar na área de Recursos Humanos, poderíamos enfatizar que as ações preventivas referentes à Segurança do Trabalho e a percepção de que a empresa se preocupa e cuida do colaborador, faz com que o clima organizacional melhore, a satisfação em executar as tarefas seja maior, a atração dos melhores profissionais cresça, a rotatividade diminua e os treinamentos sejam mais incrementais e aconteçam de forma recorrente somente dentro do programa para tal, para citar alguns benefícios.

 

Área de Operação

 

Se olharmos sob o ponto de vista da Operação, traz aumento de produtividade pela diminuição do absenteísmo e também pela queda na rotatividade dos colaboradores como também aumento da qualidade do produto ou serviço prestado pois a repetição (mesmas pessoas realizando de forma planejada a atividade), leva quase a perfeição diminuindo o retrabalho, otimizando os custos de produção e tendo como resultado final o aumento da satisfação dos clientes sejam eles internos ou externos (finais).

 

Área Jurídica

 

Pelo lado jurídico, poderíamos enfatizar pelo menos dois pontos principais, quais sejam: a prevenção e consequente diminuição dos acidentes no trabalho tem como reflexo direto a diminuição de possíveis indenizações, bem como é uma ação mitigatória para evitar reclamações trabalhistas.

 

Área de Marketing

 

Também há, de forma indireta, mas que nos dias de hoje está crescendo muito em importância, a contribuição de forma positiva ou negativa na imagem da empresa, fortalecendo ou enfraquecendo o conceito de empresa sustentável, pois a sustentabilidade em seu conceito mais amplo, tem aspectos que tratam do meio ambiente, sim, mas também da sustentabilidade social e financeira, ou seja, uma empresa que não é sustentável põe em risco a estabilidade da comunidade na qual ela está inserida e portanto sua imagem pode ser afetada.

 

Área Financeira

 

E deixado por último de forma proposital, pois todos os efeitos acima tem um impacto financeiro, e entendendo que os gastos com Segurança do Trabalho devem ser vistos como investimento e não como custo, pois já foi demonstrado o quanto de custo pode ser evitado com um programa robusto e integrado, poderíamos citar um outro ponto pouco explorado que é mais sensível em grandes organizações: o custo com os planos de saúde. É sabido por todos que as renovações dos planos de saúde têm uma ligação direta com a sinistralidade do plano, ou seja, quanto mais o plano é utilizado, mais alto é o índice de aumento na renovação, ou seja, quanto mais se usa mais se paga. Com a prevenção, doenças relacionadas ao trabalho são evitadas e, portanto, a utilização do plano e saúde diminui automaticamente.

 

Para concluir, creio que todo profissional tem uma ligação direta ou indireta com algum dos pontos colocados acima. Desta forma, penso que você tem razões de sobra para, não só se preocupar com Segurança do Trabalho, mas também para defender essa bandeira e argumentar porquê o investimento em Segurança do Trabalho tem um retorno tão rápido e seguro.

 

 

 

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DESCUBRA AGORA COMO ORGANIZAR UM EVENTO SUSTENTÁVEL

 



Em diversos setores do mercado, podemos notar um crescente senso de responsabilidade social com a sustentabilidade. Organizar um evento sustentável, que promova o uso inteligente de recursos, vem se tornando mais e mais popular.

 

A conscientização de preservação do meio ambiente envolve mudanças de comportamento e, para muitas empresas, investir em ações com uma gestão ecoeficiente e que estimule uma mentalidade mais socioambientalmente responsável têm sido prioridade.

 

Foi com base nisso que elaboramos este post. Aqui, você encontrará dicas de como planejar um evento com o foco na sustentabilidade. Confira!

 

Buffet orgânico

 

Apostar em um cardápio inteiramente orgânico é uma ótima forma de deixá-lo mais saudável e, ainda assim, saboroso. Busque por alimentos naturais e que foram produzidos localmente para preparar as refeições.

 

Uma outra sugestão é diminuir a quantidade de produtos que sejam derivados de animais, como carne, pois a produção deles envolve uma emissão excessiva de CO2. Por isso, dê preferência às opções vegetarianas/veganas.

 

Transporte alternativo

 

A emissão de CO2, produzida pelos meios de transporte convencionais, é um dos maiores agentes poluidores da atmosfera. Dessa forma, procure contratar fornecedores próximos ao local do evento para que o mínimo de veículos seja utilizado no transporte dos produtos.

 

Os participantes também não podem ficar de fora dessa estratégia: escolha um espaço de fácil acesso, que possibilite a chegada dos convidados por meio de transporte público, de bicicleta ou até a pé. Caso essas alternativas não sejam viáveis, incentive campanhas de caronas coletivas.

 

Venda online de ingressos

 

O momento de vender os ingressos também deve fazer parte das táticas do evento sustentável. Uma maneira simples e bastante eficaz de diminuir os impactos negativos ao meio ambiente é vendê-los por meio da internet. O participante poderá apresentar seu ingresso via smartphone. Além de prática, essa medida evita o desperdício de papel.

 

Brindes ecologicamente corretos

 

Investir em brindes biodegradáveis é uma ótima alternativa ao pen drives, canetas e pastas que costumam ser distribuídos na maioria dos eventos. Essa é mais uma forma de mostrar aos participantes o compromisso sustentável que a empresa tem.

 

Um bom exemplo de brinde nessa categoria são os o ecocups. Além de serem ecologicamente corretos, eles podem ser reutilizáveis e tem o poder de reforçar a marca e a imagem da empresa de maneira estratégica.

 

Empresa especializada em soluções sustentáveis

 

Este tópico abrange os patrocinadores e fornecedores do seu evento. Prefira fechar parcerias que compartilhem do mesmo ideal de sustentabilidade, que tenham planos de ações e políticas relacionadas à preservação ambiental.

 

Faça questão de que os produtos fornecidos e utilizados pelas prestadoras sejam, de fato, biodegradáveis e não prejudiquem a saúde humana e a natureza.

 

Verifique se há a preocupação com o mínimo de geração de resíduos por parte delas, incluindo aspectos como reutilização, reciclagem e descarte correto dos produtos. Confira, também, se elas prezam pela economia de energia e água, além de estimular, sempre que possível, a comunidade do entorno.

 

É lógico que todas essas dicas lhe ajudarão, e muito, na hora de organizar seu evento sustentável. Entretanto a questão mais importante é a conscientização das pessoas envolvidas. Quanto maior o compromisso com a sustentabilidade, mais rápido o planeta se torna um lugar melhor.

 

Agora que você recebeu essas dicas de como planejar uma ação focada na preservação do meio ambiente.

 

 

 


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segunda-feira, 7 de março de 2022

 

 

 

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS

 



Você já deve ter se deparado com a cena clássica em que uma fumaça é lançada constantemente no céu pelas chaminés de uma grande indústria. Esses gases são os principais responsáveis, junto com resíduos líquidos vindos da atividade industrial e doméstica, pela poluição do ar.

 

O tratamento de efluentes industriais exige uma série de cuidados e especificações, pois uma mesma indústria pode emitir diferentes tipos de gases e líquidos na atmosfera.

 

Neste post, listaremos alguns impactos do processo de purificação dos efluentes e sua minimização. Confira!

 

Legislação sobre o tratamento de efluentes industriais

 

Para reduzir os efeitos dos efluentes industriais há um controle governamental sobre a poluição ambiental. O monitoramento é feito por meio de leis e normas que agem sobre a reutilização, a potabilidade, o tratamento dos efluentes industriais e a venda de material reciclado, entre outros. A regulamentação é feita pelos governos federal, estadual e municipal.

 

Normas que regulamentam tratamento de efluentes industriais

 

Tudo o que se refere aos sistemas de tratamento dos efluentes industriais e seus padrões complementares, além do reuso dos resíduos sólidos, está na NBR 13.969/97 da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT).

 

A norma se ocupa do descarte final dos rejeitos e oferece opções de técnicas que promovem um tratamento com mais eficiência e disposição adequada. Aponta ainda os prováveis níveis de retirada dos poluentes, além dos sistemas de tratamento que devem ser atendidos.

 

Outra é a NBR 7.229/93 – Versão corrigida 1997, da ABNT, que cuida especificamente dos detalhes do projeto do tanque séptico. Como a composição dos efluentes é diversificada, é importante ter a certeza de que os reservatórios tenham resistência a elementos corrosivos.

 

E a mais recente trata das condições, parâmetros, padrões e diretrizes da gestão do lançamento de efluentes em águas receptoras. Chamada de Resolução nº 430 do CONAMA, complementa a Resolução nº 357.

 

A norma define que todos os efluentes poluidores poderão ser jogados diretamente na água depois de tratados. Isso, se obedecerem às condições, exigências e padrões determinados.

 

Agora que você conhece as normas que regem o tratamento dos efluentes industriais, vamos conhecer os seus impactos e o que fazer para amenizar os efeitos prejudiciais.

 

Principais efeitos do não tratamento de efluentes industriais

 

As organizações sabem que é preciso tratar seus efluentes para minimizar o impacto a saúde ambiental e adequar às normas. Um dos pontos mais frágeis do não tratamento é o seu efeito sobre a qualidade de vida das pessoas e do ambiente.

 

1. Poluição das águas

 

Lançar os efluentes industriais e esgotos sanitários em águas gera uma série de desequilíbrios à vida aquática. Entre os efeitos está a falta de oxigênio na decomposição, que pode causar a morte de peixes, no caso do lançamento do esgoto doméstico sem tratamento.

 

Outro problema é a grande concentração de fósforo e nitrogênio que surge com esses despejos, provocando a proliferação de algas e o desequilíbrio do meio.

 

A poluição térmica causada pelas águas dos sistemas de refrigeração faz a temperatura da água aumentar e, por consequência, reduzir o oxigênio. Os poluentes químicos dos metais e agrotóxicos também prejudicam as plantas aquáticas e os animais.

 

2. Doenças são transmitidas pelas águas contaminadas

 

Quando jogados no ambiente sem nenhum tratamento, os efluentes líquidos e industriais impactam de forma grave a saúde pública. Aparecem doenças como hepatites, meningite e disenteria, além de tumores, rinites, dermatoses e mudanças neurológicas devido aos metais pesados presentes nos efluentes industriais.

 

3. Efluentes gasosos e os danos sobre o ar

 

A poluição atmosférica originada da emissão de gases industriais provoca os fenômenos da chuva ácida, do efeito estufa e destrói a camada de ozônio.

 

Entre as doenças que podem ocorrer estão as pulmonares crônicas, como asma e enfisema, e até o câncer de pulmão.

 

Portanto, a poluição ambiental afeta a todos pela concentração de substâncias nocivas à saúde e ao ambiente.

 

A necessidade e obrigatoriedade do tratamento dos efluentes industriais parte da adequação às normas e à legislação e do compromisso ambiental.

 

Depois de conhecer a essencial necessidade de tratar os efluentes industriais e as suas consequências, que tal saber sobre gestão de riscos e mais assuntos relacionados ao meio ambiente?

 

 

 

 

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ENTENDA O QUE FAZER COM O USO DE CELULAR NO TRABALHO

 



 

O uso de celular no trabalho reflete muito bem o que ocorre na vida privada. O que se observa, em muitos casos, é a introdução de um verdadeiro vício que induz à consulta permanente a cada sinal ou vibração.

 

Na verdade, o celular já se posiciona como o agente dispersor mais evidente. Assim, não há produtividade no trabalho que resista à sua presença.

 

Além disso, diversas atividades exigem total atenção em razão dos riscos diante da perda do foco na tarefa. Por essa razão, reportam-se inúmeros casos de acidentes resultantes da distração provocada pelo toque do aparelho.

 

Continue neste post e saiba o que fazer com o celular no trabalho!

 

Quais os impactos do uso de celular no trabalho?

 

É muito fácil imaginar como a utilização do aparelho de telefone celular no ambiente laboral impacta o trabalho. Os estudos e pesquisas confirmam e apontam que 82% dos trabalhadores que têm um “smartphone” ficam de olho nele enquanto trabalham.

 

Com o resultado da perda de foco, deve-se esperar:

 

§  déficit de atenção nas atividades laborais;

§  risco de acidentes de trabalho devido à falta de concentração ou constante distração;

§  surgimento da indisciplina no ambiente de trabalho, sobretudo nos mais formais;

§  queda na qualidade de produtos e serviços;

§  redução drástica no desempenho pessoal;

§  redução na produtividade da equipe;

§  descumprimento de prazos.

 

Alguns segmentos são especialmente perigosos e suscetíveis a acidentes de trabalho pelo uso do aparelho celular. Por essa razão, devem ser objeto constante de atenção das áreas que atuam na segurança do trabalho.

 

Entre esses, destaca-se a construção civil, em inúmeras situações de risco que lhe são próprias. Do mesmo modo, aquelas que envolvem operação manual de máquinas e equipamentos.

 

Por sua vez, vale observar alguns dados obtidos com as referidas pesquisas. Destacam-se os 10 principais usos do celular no ambiente de trabalho:

 

·       Mensagem pessoal: 65%;

·       Previsão do tempo: 51%;

·       Notícias: 44%;

·       Jogos: 24%;

·       Compras: 24%;

·       Trânsito: 12%;

·       Fofoca: 7%;

·       Vendas: 6%;

·       Conteúdo adulto: 4%;

·       Namoro: 3%.

 

Como a empresa pode lidar com o assunto?

 

A estratégia a ser adotada para minimizar a ocorrência de uso do aparelho no trabalho está diretamente relacionada à cultura organizacional. É essencial considerar esse aspecto, caso contrário, o tratamento poderá ser pior que a doença.

 

Desse modo, as medidas devem ser trabalhadas em conformidade com cada organização. Logo, as iniciativas para lidar com o assunto podem ser assim resumidas, entre outras:

 

·       promover rodadas de conscientização, deixando claros os efeitos negativos da prática;

·       estimular a autorreflexão sobre o assunto e o engajamento da equipe;

·       assinar um acordo de compromisso desde a contratação;

·       estabelecer regras com tolerância zero para setores de maior risco;

·       adotar penalização gradual até o desligamento da empresa;

·       implantar norma de política interna da empresa definindo as regras de uso ou a proibição;

·       demitir por justa causa (“indisciplina” ou “insubordinação”) com base na norma supra referida.

 

Que boas práticas podem ser adotadas?

 

Uma iniciativa importante no conjunto de medidas para administrar a questão é a criação de um manual de boas práticas para o uso de tecnologia. Desse modo, a empresa pode regular internamente, de maneira formal e direta, a utilização de smartphones, tablets, câmeras fotográficas e outros semelhantes.

 

Dentre as principais recomendações, poderiam constar:

 

§  estabelecer normas claras sobre a utilização desses equipamentos no ambiente de trabalho;

§  manter o aparelho no modo silencioso;

§  desativar as notificações dos diversos aplicativos;

§  definir os aplicativos que poderiam ser acessados;

§  definir os momentos e ambientes em que poderiam ser acessadas as redes sociais;

§  divulgar princípios da ética e da boa educação.

 

 

 

 

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domingo, 6 de março de 2022

 

 

 

AFINAL, DO QUE TRATA A NR 10?

 

Todas as atividades que envolvam algum tipo de periculosidade precisam ser regulamentadas de modo que os riscos sejam diminuídos e, se possível, evitados. Esse cuidado não é diferente quando se trabalha com energia elétrica.

 

Nesse contexto, em 1978, o Ministério do Trabalho criou a norma regulamentadora nº10, conhecida como NR 10. Neste texto, separamos as principais informações sobre essa norma que regulamenta a segurança em instalações e serviços em eletricidade. Boa leitura!

 



O que é a NR 10 e a quais atividades ela se aplica?

 

A NR 10 é um conjunto de requisitos que estabelece medidas preventivas que visam assegurar a proteção de trabalhadores que interagem com instalações elétricas ou que executam serviços que dependem da eletricidade.

 

A aplicação dessa normativa é obrigatória a todas as empresas que exercem atividades nas quais os seus colaboradores estejam envolvidos nas fases de geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. Isso inclui as etapas de execução do projeto, como construção, montagem, operação e manutenção das instalações elétricas.

 

Além disso, aplica-se também a quaisquer trabalhos que aconteçam nas imediações dessas instalações elétricas, levando em consideração as normas técnicas estabelecidas pelos órgãos nacionais competentes ou as normas internacionais cabíveis.

 

Quais são os principais cuidados a serem tomados em serviços elétricos?

 

Para tentar garantir um ambiente favorável à conservação da integridade do trabalhador, evitando situações que desencadeiem doenças ocupacionais, é preciso que uma série de medidas preventivas sejam tomadas.

 

De acordo com a NR 10, o projeto do circuito elétrico deve conter dispositivos de desligamento de circuitos que sejam capazes de impedir a reenergização. Para que um sistema seja considerado desenergizado e liberado para o trabalho, é preciso que os colaboradores realizem uma série de procedimentos estabelecidos pela norma.

 

Exceto para operações básicas, como ligar e desligar circuitos elétricos em áreas energizadas, somente poderão atuar os trabalhadores devidamente habilitados e certificados por treinamentos que cumpram as prerrogativas da norma.

 

Além disso, é necessário que os locais de atividade laboral contenham medidas de proteção coletiva e individual e que as pessoas façam uso desses equipamentos da forma adequada.

 

Quais os EPC’s e EPI’s que devem ser usados em serviços elétricos?

 

Ainda dentro do que foi determinado pelo Ministério do Trabalho, para a realização de serviços que envolvam a eletricidade, é necessário o uso de equipamentos de proteção coletiva (EPC’s) e equipamentos de proteção individual (EPI’s).

 

Nesse cenário, os EPC’s se caracterizam por garantir a segurança no ambiente de trabalho. São equipamentos, materiais ou ferramentas que protegem todo o grupo. Entre os principais estão:

 

·       cone de sinalização, que tem por objetivo delimitar as áreas de risco e orientar o fluxo de trânsito;

·       fita de sinalização, que isola áreas de risco e faz o controle do acesso à locais onde somente pessoas autorizadas podem entrar;

·       banqueta isolante, que faz o isolamento do trabalhador do potencial elétrico da Terra;

·       manta isolante, que protege as pessoas das partes energizadas durante a execução de tarefas.

 

Os EPI’s são equipamentos usados por cada pessoa para a própria proteção. Entre os mais utilizados durante os trabalhos em instalações elétricas estão:

 

·       capacete de segurança classe B, que protege contra o risco de choque elétrico;

·       botas especiais, que devem ser feitas de material dielétrico para isolar da eletricidade;

·       luva e manga isolantes de borracha, que protegem mãos e braços contra o contato com materiais energizados;

·       protetor facial contra arco elétrico, que é necessário principalmente em locais de alta tensão, protegendo contra a eletricidade e possíveis faíscas.

 

Pronto! Agora, você já foi apresentado à NR 10 e sabe quais são algumas das medidas de segurança que ela estabelece para o trabalho com sistemas elétricos. Lembre-se de que todos os procedimentos e equipamentos determinados por essa regulamentação são obrigatórios e essenciais para a proteção do trabalhador!

 

 

 

 

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INCÊNDIOS FLORESTAIS:

ENTENDA SEUS IMPACTOS NO MEIO AMBIENTE E NA SAÚDE DA POPULAÇÃO!

 



Os incêndios florestais têm aumentado consideravelmente não só no Brasil como em diversos países do mundo. Os impactos gerados por esse tipo de desastre, além de afetarem diretamente o meio ambiente, também trazem consequências negativas para a saúde da população e abrange toda uma questão socioeconômica.

 

Episódios de incêndios causam uma série de efeitos, cujo grau varia em função da intensidade, topografia, combustível e condições meteorológicas. Mas seja em maior ou menor grau, as consequências e os impactos podem provocar danos irreparáveis.

 

Por isso, preparamos este conteúdo para que você entenda as principais causas desses incêndios, seus impactos e como evitar essa situação. Continue lendo e confira!

 

Quais são as principais causas dos incêndios florestais?

 

Considerados como catástrofes naturais, os incêndios florestais ocorrem conforme há alterações do uso do solo que, na maioria das vezes, passam a oferecer grandes quantidades de material combustível, facilitando o início das queimadas.

 

Dessa forma, a intervenção humana é a principal responsável pela origem dos incêndios, que podem decorrer de:

 

·       extrativismo – prática de atividades de exploração dos recursos naturais;

·       expansão das áreas rurais – renovação de pastagens, desmatamentos e o desconhecimento das técnicas que podem evitar a prática de queimadas;

·       fenômenos naturais – incêndios originados por descargas atmosféricas (raios).

 

Quais os principais impactos para o meio ambiente e para a saúde humana?

 

A falta de planejamento e responsabilidade faz com que os incêndios florestais resultam em grandes impactos para o ecossistema e saúde humana, tais como:

 

·       morte de animais silvestres – os animais entram em pânico diante do incêndio e não conseguem fugir. Muitos acabam morrendo, o que diminui a proporção do equilíbrio da fauna com alterações drásticas de biótipos, principalmente para as espécies já ameaçados de extinção;

·       perda de solo – a destruição da camada vegetativa superficial traz desnutrição de matéria orgânica e deixa os solos mais vulneráveis à erosão;

·       emissão de CO2 – liberação de toneladas de gases fortemente poluentes para a atmosfera, contribuindo de forma danosa para o efeito estufa;

·       perda da biodiversidade – conforme a intensidade do incêndio, toda flora e fauna são gravemente afetadas, podendo extinguir animais e plantas;

·       doenças respiratórias – a emissão de poluentes no ar causa um efeito perigoso para a saúde da população, principalmente em idosos, crianças e pessoas com problemas respiratórios. Assim, os incêndios podem causar processos inflamatórios da via aérea, infecções pulmonares e brônquicas, além da piora de doenças já pré-existentes.

 

O que pode ser feito para evitar essa situação?

 

A existência do fogo se dá por meio de três elementos: material combustível, calor e oxigênio. Para evitar incêndios florestais é preciso eliminar um ou mais destes elementos.

 

Desse modo, vale a pena utilizar técnicas de prevenção, tais como:

 

§  utilizar cortinas de segurança com a implantação de vegetação menos inflamável;

§  realizar planejamento em ações de prevenção aos incêndios florestais;

§  promover sensibilização e educação ambiental;

§  eliminar ou reduzir as fontes de propagação;

§  construir aceiros em volta de matas e terrenos;

§  aplicar de forma rígida a lei com a fiscalização e punição dos culpados;

§  realizar denúncias.

 

Todas essas ações têm como objetivo monitorar, prevenir e combater os incêndios florestais, o que pode ser um grande desafio, especialmente para as situações de queimadas criminosas. Contudo, o uso do fogo em locais proibidos e a prática de omitir qualquer ato capaz de provocar incêndio florestal estão sujeitos a penalidades previstas na Lei n. 9.605/98. É preciso que haja uma mudança na postura da sociedade, fazendo com que as pessoas entendam que os impactos gerados são grandes e, muitas vezes, irreversíveis.

 

Como temos a convicção de que a prevenção sempre é a melhor saída, se tivéssemos que escolher duas formas de combater os incêndios florestais estas seriam a educação e a conscientização.

 

 



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    COMO USAR A TECNOLOGIA A FAVOR DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO       Quando falamos de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), p...