segunda-feira, 4 de março de 2024

 





 

VEJA QUANDO E COMO USAR EPI’S PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

 


Os EPI’s para proteção respiratória são obrigatórios por lei dentro de determinadas situações, segundo a NR 15 (que aborda atividades e operações insalubres). Dentro desse contexto, é importante conferir quais são os níveis de exposição tolerados para agentes químicos, poeiras minerais e agentes biológicos.

Contudo, para além das exigências legais, esses EPI’s são fundamentais também para que os seus colaboradores estejam protegidos de eventuais doenças de trabalho de quadro respiratório, que podem ser desenvolvidas ao longo do tempo. Por isso, é importante saber identificar não só quando eles devem ser utilizados, mas também como fazer uma boa escolha dos itens. Vejamos, a seguir, algumas questões importantes sobre o tema. Boa leitura!

 

Compre apenas equipamentos de qualidade

Fornecer EPI’s para proteção respiratória é uma obrigatoriedade. Contudo, você não pode apenas disponibilizar os itens sem se preocupar com a qualidade deles. Afinal, nesses casos, você pode não evitar acidentes e doenças ocupacionais.

Por isso, ao definir uma marca, pense na questão de custo-benefício: o EPI tem um custo acessível, mas, ao mesmo tempo, protege os colaboradores? Afinal, você não quer precisar arcar posteriormente com questões trabalhistas, não é mesmo?

 

Priorize a facilidade de ajuste

Nem todas as pessoas têm as mesmas dimensões na face e, por isso, o ajuste precisa ser realizado para trazer maior proteção.

 

Isso deve levar em consideração pontos importantes, tais como:

·       o porte físico do colaborador;

·       se ele faz uso de lente de contato ou não;

·       se há uma eventual sensibilidade aos compostos presentes no EPI;

·       se a pessoa precisará realizar algum ajuste por fazer o uso concomitante com outro EPI;

·       uma avaliação de vedação caso a caso.

 

Esse último ponto é o que ressalta, principalmente, a necessidade de que o equipamento seja flexível para ajustes. Isso porque é por meio dele que se torna possível garantir a proteção uniforme para os diferentes tipos de formatos de rostos e demandas, evitando desconfortos e desproteção.

 

Considere as exigências legais

As NR’s existentes já apontam quais são os EPIs para proteção respiratória que devem ser utilizados caso a caso. Por exemplo, isso está presente na NR 6 (sobre EPIs), na NR 15 (que exige a elaboração do Programa de Proteção Respiratória e, portanto, especifica os limites de risco aos quais os colaboradores podem estar expostos) e na NR 9 (que exige a elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, o PPRA). Além de tudo que falamos, é fundamental saber escolher os melhores equipamentos de proteção respiratória.

 

Alguns pontos aos quais você deve estar atento são:

·       verifique se a marca é certificada pelo Inmetro ou tem certificado de aprovação;

·       analise se ela tem a qualidade necessária para proteger os seus colaboradores;

·       avalie o material com o qual os EPI’s são produzidos;

·       verifique se há boas recomendações sobre a marca.

 

Por fim, uma boa alternativa é contar com os produtos Delta Plus. Nós produzimos equipamentos de qualidade há mais de 40 anos, com possibilidade de ajustes, sempre pensando em unir conforto e segurança. Nós fabricamos itens que protegem os colaboradores da cabeça aos pés e podemos atender às necessidades do seu negócio.

 

 


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HIGIENIZAÇÃO DE EPI’s -

QUAL A SUA IMPORTÂNCIA E COMO FAZER!

 

 


 

O uso de Equipamentos de Proteção Individual é uma prática comum e obrigatória em diversas áreas de trabalho, desde hospitais, locais químicos, construções, entre outros. Mas, muitas vezes, os envolvidos não sabem como realizar o cuidado quanto ao uso e a higienização de EPI.

Com isso, uma parte muito importante do convívio diário com esses equipamentos é a conscientização dos funcionários e colaboradores, para que não haja problemas no uso, danificação e descarte do material.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para que você saiba a maneira correta de como higienizar os EPI’s de acordo com as suas especificações. Acompanhe!

 

Qual a importância da higienização do EPI?

O EPI é um Equipamento de Proteção Individual e, diante disso, é fundamental o colaborador saber usá-lo adequadamente, como também realizar a higienização. Isso porque é importante manter os dispositivos bem conservados, pois fazer uso de equipamentos em mal estado pode apresentar riscos em potencial. Por isso, é necessário tanto o empregador quanto o trabalhador seguirem as recomendações fornecidas pelo fabricante.

 

Quais são as práticas gerais de limpeza?

Cada equipamento tem suas regras para realizar a limpeza necessária, mas, em geral, algumas práticas básicas devem ser consideradas. Entre alguns exemplos, pode-se citar a utilização de um sabão neutro e não uso de produtos corrosivos ou abrasivos. Além disso, é preciso deixar secar na sombra e evitar o sol para não danificar o equipamento.

 

De que forma higienizar os EPI’s?

A higienização de EPI’s é de suma importância para diversas áreas e não deve ser feita de qualquer jeito, pois cada equipamento conta com peculiaridades de como lidar com a limpeza e descarte.

 

Luvas de segurança

Caso a luva seja descartável, deve ser jogada no lixo depois de utilizada. E se não for, é recomendável que o trabalhador a lave ao final de todos os dias com sabão neutro, deixando-a secar completamente na sombra. Também é indicado que ele tenha um segundo par para que possa revezar, assim tendo sempre luvas limpas para o próximo dia.

 

Calçados de segurança

É um item que suporta durante horas de trabalho o corpo do trabalhador. Por isso, ao retirá-lo, é preciso deixá-lo “repousando” na sombra, para que areje seu interior e seque o possível suor. A limpeza completa do calçado pode ser feita a cada 15 ou 30 dias, variando conforme a recomendação do fabricante.

 

Óculos de proteção

Quanto aos óculos de proteção, você deve sempre ficar atento aos materiais que podem o arranhar. A limpeza pode ser feita com detergente e, para secar, pode ser utilizado papel toalha ou uma toalha macia que não solte pelinhos.

 

Capacetes de segurança

Esse equipamento, geralmente, só recebe sujeiras na sua superfície. Assim, sua limpeza se resume em passar um pano úmido para retirar as poeiras e outras sujidades. No entanto, também vale deixá-lo de repouso na sombra para secar possíveis resíduos de suor.

 

Respiradores

Ao final do dia de trabalho, esse equipamento deve ser limpo com o auxílio de um pano para retirar as sujeiras superficiais. Para secar, pode ser utilizado um papel toalha ou uma toalha macia. Os filtros, sempre que necessário, devem ser trocados conforme a indicação do fabricante.

 

Protetores auditivos

Devido às secreções naturais dos nossos ouvidos, os protetores auriculares devem ser higienizados todos os dias depois de usados. Para limpeza, é recomendado lavar com sabão, secar à sombra e colocar no guarda-roupa somente quando estiver completamente seco.

Com a leitura deste conteúdo, fica evidente que a higienização de EPI’s é algo vital para um bom serviço, pois mantém o equipamento limpo, fazendo com que a sujeira não atrapalhe seu uso e não cause efeitos negativos à saúde do usuário, como também a redução do tempo de vida útil do material. Assim, vale reforçar sobre a importância de toda empresa realizar um processo de conscientização e treinamento dos trabalhadores, a fim de evitar possíveis problemas.

 

 



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sexta-feira, 1 de março de 2024

 




 

 

 

RESPIRADORES PFF2 E N95

 


 

Os respiradores são fundamentais para a proteção das vias aéreas, garantindo a segurança do colaborador contra pequenas partículas presentes no ambiente, como fumos, poeiras, névoas, vapores orgânicos e até mesmo doenças respiratórias. Dentre os recomendados pelos órgãos de saúde, podemos citar o respirador PFF2 e o N95.

Ambos são EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e contam com uma barreira que atua contra as contaminações, mantendo essa função por semanas. Por isso, é importante investir em inovação para garantir a proteção dos trabalhadores, principalmente na execução de atividades que os expõem mais a riscos à saúde.

No entanto, apesar de suas eficiências, ainda há diferenças entre o PFF2 e o N95. Por isso, preparamos este artigo para que você conheça as particularidades de cada equipamento e possa optar por aquele que melhor atenda às suas necessidades. Boa leitura!

 

O que é o respirador PFF2?

A Peça Facial Filtrante (PFF2) é um respirador que protege o trabalhador contra partículas finas, como névoas tóxicas e fumos. Esse equipamento também pode ser utilizado pelos profissionais na área da saúde na proteção contra micro-organismos, como bactérias e vírus.

A sua tolerância é garantida desde que o volume não seja superior a dez vezes o seu limite, tendo a sua eficiência mínima em 94% e a máxima de penetração em 6%. Além disso, esse tipo de respirador deve ser descartado após o seu uso, pois ele não tem manutenção.

 

O que é o respirador N95?

Equivalente ao PFF2, o N95 é um respirador recomendado para colaboradores que atuam em ambientes contaminados por aerossóis. Isso porque a sua resistência e a capacidade de filtração desses compostos particulados chegam à 95% em fragmentos maiores que 0,3 µm.

Contudo, para garantir essa segurança ao trabalhador, é preciso que o respirador seja colocado de maneira correta, a fim de oferecer uma boa vedação ao seu rosto. Além disso, é fundamental utilizá-lo antes de entrar no local contaminado e apenas retirá-lo após a saída do ambiente.

Outro ponto a ser observado é que, assim como o respirador PFF2, o N95 é um modelo descartável, devendo ser usado somente em um turno de trabalho.

 

Quais as diferenças entre o respirador N95 e o PFF2?

Basicamente, os dois têm a mesma equivalência de proteção, mas com algumas particularidades. A primeira distinção corresponde às suas classificações, sendo que o respirador PFF2 atende ao estabelecido pela ABNT e pelo MTE, enquanto o N95 é reconhecido e testado nos EUA pelo NIOSH.

Outra diferença está relacionada à eficácia dos equipamentos, visto que o PFF2 tem mínima de filtração de 94% e o N95 chega a 95%. No entanto, ambos são EPIs indicados para os trabalhadores que atuam em ambientes com contaminação aérea, evitando riscos e garantindo a segurança dos usuários.

 

Como devem ser utilizados os respiradores?

Independentemente do modelo do respirador, antes de entrar no local de trabalho, é preciso que o trabalhador saiba utilizá-lo corretamente. Nesse caso, estando com as mãos limpas, é necessário colocar e ajustar a máscara à face. Caso o trabalhador tenha cicatrizes profundas ou barba, a atenção deve ser redobrada, visto que é fundamental que o respirador esteja em contato direto com a pele para garantir a eficiência do seu uso.

Além disso, sempre que for preciso manusear o respirador, as mãos devem estar higienizadas corretamente para que ele não seja contaminado ou possa contaminar outras superfícies.

 

Assim, o equipamento só poderá ser retirado quando o colaborador sair do local de trabalho, como dito, sendo preciso descartá-lo, ou ainda nos seguintes casos:

·       após o respirador ser contaminado por fluidos corporais;

·       depois de procedimentos que gerem partículas contaminantes;

·       ao sair de ambientes destinados ao tratamento de doenças infectocontagiosas.

 

Esses equipamentos podem ser usados na área hospitalar?

Os respiradores N95 e PFF2 podem ser usados nas áreas hospitalares, pois têm eficácia contra as bactérias e os vírus que possam estar dispersos no ar., no entanto, é recomendado que, em ambiente não estéril, como em procedimentos cirúrgicos e em exposição a agentes patológicos, os respiradores não contenham válvulas de exalação. Isso porque o ar exalado pelo trabalhador não é filtrado, podendo haver o risco de contaminação cruzada.

 

A máscara cirúrgica tem a mesma eficiência do respirador?

Tanto a máscara quanto o respirador devem ser usados com a capacidade de retenção correta ao trabalho a ser realizado. Assim, apesar de ser resistente a gotículas, a máscara cirúrgica não deve ser utilizada em qualquer ambiente, tendo o seu uso restrito para a área da saúde.

Já o respirador pode ser utilizado em qualquer lugar em que possa haver aerossóis, mas desde que esteja em conformidade com o tipo de serviço atribuído.

 

Quais os riscos do uso prolongado do respirador?

Geralmente, quando uma pessoa utiliza respiradores, ela tende a tocar o rosto por diversas vezes ao longo do dia, sendo que, à medida que o tempo passa, esse desconforto aumenta. Desse modo, também se eleva o risco de contaminação por tocar a parte externa da máscara e outros objetos, prejudicando os níveis de proteção do equipamento.

 

Onde adquirir os respiradores?

No mercado, há diversos estabelecimentos e lojas não especializados em que podem ser encontrados à venda os EPI’s, porém é preciso atentar para a qualidade do produto, bem como para o seu certificado de aprovação - CA. O ideal é que esses tipos de equipamentos sejam adquiridos de empresas especialistas ou de representantes da área que tenham tradição no mercado para assegurar a aquisição de um produto de confiança e com garantia.

 

Além disso, também é fundamental observar alguns fatores, a fim de obter uma ótima experiência na compra, tais como:

·       a qualidade do atendimento;

·       a negociação exclusiva;

·       a qualidade do produto;

·       o custo-benefício.

 

Assim, quando o assunto envolve EPI’s, é importante escolher uma empresa completa nesse ramo e que desenvolva uma variedade de produtos acessíveis e inovadores que protejam o trabalhador da cabeça aos pés, tendo uma grande liderança também em segmentos de proteção respiratória.

Portanto, como você viu, para as empresas e para os trabalhadores que atuam em ambientes contaminados, é fundamental investir e adquirir o respirador PFF2 ou o N95, pois, além de atenderem às necessidades dos serviços, eles protegerão os profissionais contra aerossóis e substâncias tóxicas que possam causar danos à sua saúde.

 

 



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ENTENDA COMO REALIZAR A PROTEÇÃO DAS MÃOS NO TRABALHO

 

 


 

A proteção das mãos no trabalho é fundamental durante a realização de certas atividades. Isso porque elas são membros essenciais na execução até das mais simples tarefas do dia a dia. Para compreender a sua tamanha relevância, basta pensar nas dificuldades que enfrentamos para fazer qualquer coisa quando temos algum machucado em uma das mãos. Por isso, é tão imprescindível preservá-las.

Pensamentos, queimaduras, perfurações, cortes, fraturas, choques elétricos etc. — muitos podem ser os riscos aos quais as mãos ficam expostas durante certos tipos de atividades. Dessa forma, é imperativo utilizar a proteção adequada, ou seja, o tipo de luva indicado para a necessidade específica. O uso correto também é uma premissa fundamental para bons resultados.

 

Quais itens podemos usar para a proteção das mãos?

O melhor EPI (Equipamento de Proteção Individual) para as mãos é a luva. Há luvas de diversos modelos e materiais e o objetivo de todas elas é evitar acidentes. Assim, se o trabalhador está exposto à eletricidade, por exemplo, a luva deve ser não condutiva. Nesse caso, de nada adiantaria usar um material que protegesse apenas contra altas temperaturas e assim por diante.

 

Quais são os principais tipos de luvas de proteção?

Existem inúmeros modelos de luvas de proteção no mercado.

 

Aqui, vamos explicar alguns dos mais usados:

·       luvas de neoprene: são impermeáveis e ótimas para a proteção em temperaturas muito altas ou muito baixas. Elas são usadas para a limpeza e para o manuseio de produtos químicos e de alimentos;

·       luvas de látex: muito usadas no agronegócio, elas vedam a passagem de líquidos sem comprometer o tato;

·       luvas de PVC: usadas com ácidos, corrosivos e químicos, elas apresentam boa resistência a esse tipo de exposição;

·       luvas de vaqueta: aplicadas principalmente à construção civil, elas são mais resistentes a abrasivos e serviços pesados;

·       luvas isolantes: indicadas para profissionais que lidam com eletricidade, elas são classificadas por cores de acordo com a frequência da qual protegem.

 

Basta, então, escolher a luva correta?

 

Não. Além de escolher a luva de acordo com a sua aplicação, é importante estar atento a outras questões, como:

·       tamanho: não existe um único tamanho de luva, que seja universal e que sirva para todas as mãos. É importante observar a medida da peça, visto que ela precisa ficar justa o suficiente para não escorregar ou sobrar, o que provocaria um acidente. Por outro lado, usar uma luva apertada demais também pode prejudicar a circulação nas mãos, além de causar incômodos que prejudicam a atividade exercida;

·       durabilidade: é importante sempre observar o estado das luvas de proteção. É comum que, com o passar do tempo em uso contínuo, a peça sofra danos. Assim, sempre que a luva estiver desgastada, é importante substituí-la;

·       uso correto: outro fator relevante é que as luvas precisam ser usadas corretamente. Se o colaborador as coloca de qualquer jeito ou simplesmente as esquece sobre a bancada durante o trabalho, por exemplo, elas perdem a sua eficiência.

 

Sendo assim, é possível concluir que o ponto principal além, é claro, do fornecimento de EPI’s é conscientizar o trabalhador quanto à importância da proteção das mãos no trabalho. Oferecer instruções de uso e estar sempre pronto a tirar dúvidas é uma das atitudes que são igualmente indispensáveis.

 

 



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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

 






 

QUAIS OS DANOS CAUSADOS PELOS FUMOS DE SOLDAGEM E COMO EVITÁ-LOS?

 

 


 

Trabalhar com solda é considerado por muitos uma atividade de risco. Isso porque existem danos causados pelos fumos de soldagem que, ao longo dos anos, podem afetar o trabalhador de diversas formas.

No entanto, afinal, o que pode acontecer com alguém que trabalha por muito tempo nessa função e não utiliza as proteções adequadas? Os fumos de soldagem podem ser definidos como pequenas partículas que se originam do material soldado (ou do eletrodo da solda) que saem em forma de vapor, mas depois se solidificam no ar.

A origem e a composição de tais partículas podem variar muito, dependendo do processo utilizado para a soldagem. Os itens mais perigosos, entretanto, são o manganês, o silício e o ferro.

 

Problemas pulmonares

As partículas permanecem no ar por um tempo. Enquanto isso, são diretamente inaladas pelo trabalhador.

Se considerarmos que o ar que respiramos vai diretamente para os pulmões, podemos concluir que esses órgãos são praticamente os mais prejudicados no processo. A inalação recorrente de fumos de solda vai, aos poucos, comprometendo a capacidade respiratória.

A asma é uma das consequências, devido à intoxicação do órgão. Dependendo do tempo de exposição e da composição das partículas, podem surgir até mesmo casos mais graves, como alguns tipos de câncer de pulmão. De forma resumida, o quadro pode levar o trabalhador a afastamentos da função ou até mesmo à morte nos casos mais extremos.

 

Doenças neurológicas

A alta exposição a partículas de solda de forma contínua pode resultar, ainda, em danos ao cérebro. As conexões nervosas e até mesmo os neurônios podem sofrer deteriorações, tendo as suas principais funções comprometidas.

Com o passar do tempo, o processo pode resultar em alterações mais sérias e em doenças neurológicas, como tremores e dificuldades de coordenação ao caminhar ou descer escadas.

Pessoas que trabalham na função por muito tempo podem notar também que a sua voz vai se tornando monótona e baixa, os gestos vão ficando mais lentos e até as expressões faciais podem se tornar difíceis. Tais perdas cognitivas normalmente são irreversíveis, já que o tratamento ideal para elas pode ser considerado relativamente desconhecido.

 

Infarto

O coração também é um órgão bastante afetado pelos fumos da solda. Indiretamente, a inalação contínua de tais partículas afeta a circulação, o que faz com que o trabalhador sofra as consequências em longo prazo.

O coração depende da correta oxigenação e de circulação sanguínea para funcionar corretamente e a solda pode afetá-lo nessas duas instâncias, comprometendo as suas funções.

Ao afetar a circulação, podem ser formados coágulos de sangue ou camadas que entopem as veias, levando a infartos ou à necessidade de cirurgias. Também a respiração, ao ser afetada, pode, aos poucos, diminuir a quantidade de oxigênio que vai para os tecidos, formando, assim, o cenário ideal para o aparecimento de quadros mais sérios de insuficiência cardíaca.

Como se pôde ver, muitos são os danos causados pelos fumos de soldagem. O uso dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) adequados para a função é uma das melhores formas de prevenção. Ademais, o trabalhador precisa ser conscientizado da importância do seu uso correto e das demais medidas necessárias.

 

 



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POR QUE O CONTROLE DE ESTOQUE DE EPI É TÃO IMPORTANTE?

 

 


 

Muito mais do que garantir as ferramentas necessárias para a segurança de todos na empresa é fazer o controle de estoque de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual). Quando comprados em excesso, eles podem acabar parados por muito tempo, o que causaria a sua deterioração antes mesmo do uso. Pior ainda seria deixá-los faltar, o que ocasionaria trabalhadores desprotegidos até a chegada de novos itens.

O melhor caminho para essa correta gestão é estimar o tempo que cada item costuma permanecer em estoque, de modo a calcular a quantidade e a periodicidade corretas a serem praticadas. Conhecer também todos os itens disponíveis e as suas quantidades, além dos prazos de entrega dos principais fornecedores, ajuda a manter um controle do que é necessário comprar e quando.

 

Evitar trabalhadores sem EPI’s

Trabalhadores sem EPI’s são sinônimos de pessoas desprotegidas e expostas a acidentes de trabalho. Imagine, por exemplo, um trabalhador em altura sem o uso de talabarte ou de qualquer outro dispositivo de segurança. Qualquer queda poderia ser fatal. O mesmo vale para os óculos de proteção, por exemplo, cuja não utilização pode expor os olhos a partículas abrasivas ou tóxicas.

 

Evitar a pausa na produção

Alguns trabalhos precisam ser descontinuados sem o uso de EPI’s. Se tais itens estão em falta, a produção poderá ficar parada até que sejam providenciados novos. Levando-se em conta que nem todo fornecedor terá tudo a pronta entrega, tais pausas podem se tornar longas e prejudicar todo o processo produtivo da sua empresa.

 

Garantir conformidade com a legislação

Existem normas e leis específicas que versam sobre a obrigatoriedade do uso de EPI’s para determinadas funções e condições de trabalho. Assim, quando tais equipamentos estão em falta, você está em inconformidade com a legislação. Caso algum acidente venha a ocorrer, ou mesmo uma fiscalização periódica aconteça, a empresa ficará sujeita a multas e a outras sanções legais inerentes à situação.

 

Zelar pela segurança de todos

Você também é responsável por cuidar de seus recursos humanos, daquelas pessoas que tanto dedicam a sua força de trabalho à sua empresa. Assim, zelar para que permaneçam saudáveis e íntegras é uma forma de respeito e de reconhecimento. Entretanto, além da correta distribuição de EPI’s, é importante conscientizar essas pessoas da relevância do seu uso para que eles não sejam vistos como uma mera formalidade sem objetivos.

 

Evitar acidentes de trabalho

EPI’s são a forma mais efetiva de evitar certos tipos de acidentes de trabalho. São eles que vão garantir que o trabalhador não sofrerá perda auditiva por atuar em um ambiente com ruído, que vão evitar a inalação de produtos tóxicos ou químicos e que protegerão os pés da queda de ferramentas e de objetos pesados sobre eles. Esses são apenas alguns exemplos diante da ampla gama de proteção de tais itens.

Como se pôde ver, o controle de estoque de EPI faz toda a diferença. A constituição de uma CIPA - Comissão Interna de Prevenção a Acidentes ajuda nesse sentido, a partir de medidas para que tal controle ocorra. Vale lembrar, ainda, que a CIPA também é obrigatória para empresas que têm mais de 50 colaboradores e que a sua não constituição pode resultar em multas.

 

 



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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

 





 

CONHEÇA OS PRINCIPAIS MODELOS DE RESPIRADORES PARA PROTEÇÃO CONTRA A COVID-19

 


Quando se fala em saúde e segurança, é impossível não pensar na proteção contra a Covid-19. Em meio a uma pandemia, é importantíssimo buscar meios de estar seguro em relação ao contágio pelo agente de risco. Assim, o uso de respiradores no ambiente de trabalho tornou-se uma obrigatoriedade não só para aqueles que lidam com químicos ou agentes tóxicos.

O que dizer, então, das pessoas da área da saúde? Esses são os mais expostos e merecem, portanto, atenção especial. Para qualquer finalidade, é fundamental utilizar o respirador correto. Só assim é possível proteger-se da contaminação, principalmente quando pensamos em um vírus que pode ser tão agressivo para alguns organismos.

Está em dúvida sobre o modelo que realmente protege da Covid-19? Continue a leitura e encontre a resposta que procura!

 

Respirador PFF2

A eficiência desse respirador é estimada em 94%. Isso significa que apenas 6% do ar externo penetra além de suas camadas. Trata-se de um respirador muito usado por trabalhadores que lidam com pintura, por exemplo. Nesse caso, além das camadas protetoras, ele também é dotado de uma manta de carvão, que ajuda a filtrar os odores incômodos.

Por ser indicada para evitar a contaminação por agentes biológicos, ela se ajusta perfeitamente às necessidades de proteção contra a Covid-19. Quando é esse o objetivo, vale lembrar que o respirador não deve vir com válvula de exalação, representando, assim, uma vedação completa contra a penetração do vírus. Todo agente da área da saúde precisa conhecer a seguir a essa premissa.

 

Respirador PFF3

Esse modelo difere do que citamos anteriormente pela classificação do filtro que tem em seu interior. Para se ter uma ideia da sua eficiência, basta considerar que ele é indicado, até mesmo, para colaboradores que atuam em contato com material radioativo. Também é fortemente recomendada quando o objetivo é proteger contra a penetração de agentes patológicos. Embora não seja o ideal durante procedimentos odontológicos ou médicos, é altamente eficiente para atendimento na área da saúde.

Assim como a PFF2, ela não deve ter válvula de exalação, e é importantíssimo respeitar sempre a vida útil e a data de validade do equipamento. Há entidades que consideram o seu índice de proteção contra a Covid-19 em 100%, o que a diferencia de máscaras cirúrgicas comuns, por exemplo. É claro que o seu uso deve vir acompanhado, ainda, de outras medidas de segurança, como a lavagem correta das mãos e o uso de álcool gel 70%.

Podemos considerar que esses dois modelos são os únicos atestados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para proteção contra a Covid-19. Devemos citar que o seu uso correto, assim como de qualquer outro modelo de respirador, implica a cobertura total de nariz e boca. Não basta que o agente responsável pela segurança no estabelecimento forneça tais respiradores: é importante treinar e conscientizar os colaboradores quanto ao seu uso correto.

 

 



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5 ACIDENTES DE TRABALHO MAIS COMUNS E COMO PODEM SER EVITADOS

 


 

Para preservar a integridade física e mental dos colaboradores nas empresas, a segurança do trabalho conta com diversos desafios para evitar os acidentes de trabalho mais comuns. Em vista disso, as medidas preventivas adotadas por esse setor devem ser uma das maiores prioridades nas organizações.

Embora possam haver ocorrências de acidentes, com boas práticas de prevenção é possível diminuir os riscos desses índices, proporcionando treinamentos e fazendo o uso correto dos equipamentos especialmente os EPI’s e EPC’s.

Por isso, devido à importância desse assunto, separamos 5 acidentes mais comuns e quais são as medidas que as empresas podem tomar para evitá-los. Confira!

 

Quais são os acidentes de trabalho mais comuns?

Conheça, abaixo, quais são os acidentes de trabalho mais comuns e o que pode desencadear cada um deles!

 

1. Quedas

Quedas podem acontecer em qualquer atividade. No entanto, o risco aumenta quando os trabalhos são realizados acima de dois metros de altura, sendo configurado um dos acidentes mais comuns nas organizações, provocando danos graves e podendo levar até a morte do colaborador.

Dentre as principais causas, estão a falta de uso do EPI, mal-estar ou distração do empregado e condições inadequadas para a realização das atividades, como ausência de antiderrapante nas escadas e falta de iluminação ou corrimão.

 

2. Choques elétricos

Em uma empresa, diversos setores podem causar acidentes com choques elétricos. Contudo, as atividades com mais riscos são aquelas em que o funcionário tem contato direto com serviços de eletricidade, como construção civil e manutenção predial.

Para o bom funcionamento das instalações elétricas, é necessária a realização de constante checagem do sistema, sendo preciso substituir fios que possam apresentar descargas e choques. Nesse momento, o trabalhador entra em contato com as correntes elétricas e a ausência da devida proteção pode causar acidentes graves e levar ao óbito.

 

3. Fraturas

Outro tipo de acidente de trabalho mais comum é a fratura, que consiste na quebra de um osso do corpo — e pode ser considerada exposta ou não. Geralmente, essa condição ocorre quando o colaborador sofre uma queda ou lesão, sendo necessário o seu afastamento e repouso para tratamento.

 

4. Acidentes com ferramentas

Dependendo da área de trabalho, o funcionário precisa utilizar ferramentas para executar o serviço dele. Contudo, algumas delas podem ser excessivamente perigosas, como tornos, serras, compressores de ar, empilhadeira e prensas hidráulicas.

Fazer o uso desse equipamento de forma inadequada e sem segurança pode ocasionar lesões graves e até mesmo irreversíveis, como incapacitação para o trabalho, perda de membros e morte.

 

5. Exposição a ruídos

Diversas atividades são realizadas em uma organização — e há aquelas em que o colaborador fica exposto a barulhos constantes. No entanto, um ruído durante oito horas por dia a 85 decibéis (dB) pode ocasionar a perda auditiva do funcionário.

Nesse caso, é essencial que a empresa realize os Programas de Conservação Auditiva - PCA, para orientação da equipe, bem como disponibilizar protetor auricular e outros EPIs necessários.

 

O que pode ser feito para evitar que esses acidentes aconteçam?

Diversas medidas podem ser implementadas para evitar que os acidentes aconteçam. O técnico em segurança do trabalho é o profissional que avalia os riscos antes que um acidente ocorra, protegendo a integridade física e emocional dos colaboradores.

 

Mas, além dele, cabe aos gestores investir em boas práticas de segurança e orientar seus funcionários para algumas medidas, tais como:

·       manter o local de trabalho limpo e organizado;

·       desobstruir vias de circulação e acessos;

·       dispor de uma iluminação adequada nos ambientes de trabalho;

·       seguir a NR 10 para a segurança em instalações e serviços em eletricidade;

·       dedicar aos treinamentos disponibilizados pela empresa;

·       testar os equipamentos e ferramentas antes de utilizá-los para observar o funcionamento deles;

·       fazer o uso de uniformes e EPI’s.

 

Quais devem ser as medidas tomadas pela empresa?

Para proporcionar ao colaborador mais segurança, é preciso investir em treinamentos constantes e, principalmente, fazer o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Com os equipamentos adequados e as devidas orientações, o colaborador tem mais confiança e proteção para realizar as atividades dele, oferecendo mais tranquilidade à equipe e aumentando a produtividade da empresa.

Mas, além de fornecer os EPI’s, também é essencial fiscalizar e monitorar o uso correto. Assim, é possível reduzir o índice de acidentes de trabalho mais comuns e proporcionar condições mais seguras para os funcionários.

 

 



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