quarta-feira, 27 de setembro de 2023

 




 

ACIDENTE EM ATIVIDADE COM USO DE NITROGÊNIO

 



Você pode não acreditar, mas apesar de convivermos com 78% de nitrogênio em nossa atmosfera, esse é um gás que pode matar de forma rápida e silenciosa.

O nitrogênio muitas vezes pode ser utilizado para purga em espaço confinado, tornando o ambiente dentro e ao redor asfixiante pela baixa concentração de oxigênio.

 



Diferente do que se pensa, o nitrogênio é um gás perigoso, podendo causar sérios problemas e levar pessoas a óbito.

 

Normalmente, esse gás é considerado inofensivo, uma vez que na atmosfera da Terra encontram-se:

·       nitrogênio - 78,08%,

·       oxigênio - 20,94%,

·       argônio - 0,93%,

·       gás carbônico - 0,04%.

 

Existem ainda outros gases que complementam os 100% daquilo que respiramos no dia a dia das atividades humanas, no entanto, se o percentual de oxigênio estiver abaixo do apresentado, entramos em colapso em função da asfixia.

Essa situação pode ocorrer quando grande quantidade dessa substância é liberada, tomando o espaço onde antes havia oxigênio. A consequência pode levar as pessoas daquele ambiente a perda de consciência e a sérios problemas.

Neste post, apresentaremos os perigos de trabalhar com nitrogênio e o que fazer para prevenir acidentes. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto!

 

O que é nitrogênio?

 



O nitrogênio é um elemento químico comum no Universo, possuindo uma temperatura de ebulição de -195,79 °C. 

Isso significa que esse elemento quando em estado líquido inicia um processo de evaporação imediata quando deixado em temperatura ambiente.

 

Essa substância é bastante utilizada nos seguintes processos:

·       indústria alimentícia,

·       indústria de lâmpadas,

·       sistemas de supressão de incêndios,

·       fabricação de aço inoxidável,

·       sistemas de enchimento de pneus,

·       combustível para aeronaves,

·       indústria química,

·       análises químicas,

·       barris de cerveja pressurizada.

 

Na área industrial, dois terços do nitrogênio é vendido como gás e o restante é comercializado no estado líquido.

 

Quais são os perigos dessa substância? 

Como já mencionado, o nitrogênio no estado gasoso pode deslocar o oxigênio de um determinado ambiente, causando asfixia nas pessoas que estiverem no local.

 Pelo fato do nitrogênio ser um gás inerte, ou seja, não reagem com o combustível e deslocam o oxigênio do ar, é muito utilizando em processos de inertização.

 No processo de inertização, o nitrogênio, ao remover o oxigênio do ambiente, impede a formação de uma mistura potencialmente explosiva.

 Portanto, em processos de inertização, também é de grande importância o monitoramento do oxigênio, garantindo que após a operação de inertização, há oxigênio suficiente para o bem-estar dos trabalhadores.

 No estado líquido, ele é o responsável por queimaduras via congelamento quando em contato direto com a pele e pode causar a liquefação do oxigênio atmosférico.

 

Como prevenir acidentes com nitrogênio?

 



O primeiro passo para evitar acidentes com o nitrogênio está no correto manuseio dessa substância, portanto, o uso de EPI’s é obrigatório.

 Além disso, quando transportado, é fundamental todos os cuidados para a proteção dos seus recipientes, movimentando-os sempre através de equipamentos próprios para isso, portanto, jamais se deve rolar, deslizar ou arrastar as garrafas que acomodam essa substância.

 

Outro ponto fundamental é manter esse elemento sempre distante de:

·       superfícies quentes,

·       chamas abertas,

·       faíscas,

·       calor.

 

É fundamental manter o recipiente do produto sempre hermeticamente fechado, aterrar o vaso contentor e receptor durante uma transferência e utilizar apenas ferramentas anti-faiscante.

Para finalizar, é indispensável o uso de detectores de gás que possam identificar vazamentos da substância, através da instalação de detectores fixos de oxigênio que possam medir e informar aos usuários a quantidade de ar respirável nos ambientes.

Esses equipamentos evitam sérios acidentes, pois, através de alarmes, informam possíveis problemas nos locais onde existam operações relacionadas com o nitrogênio.

Como se observa, os perigos existem, porém, podem ser evitados e corrigidos na medida em que são identificados.

 

 



 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


terça-feira, 26 de setembro de 2023

 





 

POR QUE A FERMENTAÇÃO RUMINAL DE VACAS PODE SER UM PERIGO DE EXPLOSÃO?

 



A FERMENTAÇÃO RUMINAL é um processo natural que faz parte das vidas das vacas e outros animais ruminantes.

Esses animais possuem o estômago dividido em quatro partes e o processo de ruminar, ou seja, ficar mastigando por um longo tempo os seus alimentos, faz com que os nutrientes dos vegetais sejam aproveitados com qualidade.

No entanto, o PROCESSO DIGESTIVO DOS RUMINANTES é mais complexo do que dos animais carnívoros, o que ocasiona emissão de gases nocivos à atmosfera, colaborando com o efeito estufa do planeta.

Esses gases também são passíveis de provocar explosões e sérios problemas, pois, contém metano, que é 23 vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono.

Nesse post apresentamos os problemas que a FERMENTAÇÃO RUMINAL pode causar e como reduzir esses riscos. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto!

 

Como a FERMENTAÇÃO RUMINAL de vacas aumenta o risco de explosão?

Segundo dados do INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, em nosso país existem 214,7 milhões de cabeças de gado, responsáveis por uma alta quantidade de metano emitido na atmosfera.

Para se ter ideia, uma vaca emite anualmente através das flatulências o gás metano que correspondente a um automóvel queimando 21.400 litros de gasolina. 

Essa quantidade de gás é muito perigosa, especialmente quando em ambientes fechados. Inclusive, acidentes podem acontecer, como foi o caso registrado na Alemanha.

Na cidade de Rasdorf, região central daquele país, uma carga de eletricidade estática em contato com o gás metano provocou a explosão em um galpão onde 90 vacas eram mantidas, ferindo uma delas e emitindo um jato de fogo que quase ocasionou um incêndio no ambiente.

 

A influência das raças

 



Segundo um estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a raça mestiça Jersolando emite entre 9% e 13% menos gases metano do que a Holandesa.

 

O Jersolando é originário do cruzamento entre as raças Holandesa e Jersey.

No entanto, não são apenas as vacas as causadoras da emissão desses gases na atmosfera, portanto é necessária atenção para as criações de:

·       carneiros,

·       búfalos,

·       cabras.

 

Esses animais, quando em ambientes confinados, podem causar acidentes como o registrado na Alemanha e intoxicar animais e pessoas que venham a respirar o gás metano.

 

Os perigos do metano

O metano é um gás inflamável perigoso que, além de colaborar para o efeito estufa, é explosivo, como já visto anteriormente.

 

Esse gás possui um limite inferior de explosividade, conhecido como %LEL.

Quando a concentração de gás está abaixo ou acima do %LEL não existem riscos de explosão e incêndio, o que torna o ambiente seguro.

Conhecer e monitorar esses valores exige que o ambiente esteja sendo constantemente acompanhado por equipamentos que façam a medição, acionando alarmes nos casos que apresentem perigo.

 

Como reduzir os riscos?

A redução desses riscos se dá a partir de algumas ações, como:

Ventilação natural

 



Voltando aos ambientes confinados, é fundamental que exista uma ventilação natural nesses locais, evitando a concentração de gases que possibilitem acidentes envolvendo explosões e intoxicações.

 

Detector de gás

A instalação de detectores de gás é a maneira mais segura para avaliar a PRESENÇA DO METANO em ambientes como galpões e espaços fechados que tenham a geração de metano a partir da FERMENTAÇÃO RUMINAL.

Controlar e monitorar o metano nos ambientes rurais pode fazer toda a diferença na saúde humana e dos próprios animais, portanto, vale a atenção para esse assunto, além do que é a forma mais efetiva e fácil de saber qual a condição do ar de determinado local.

Uma maneira utilizada para estudar as emissões de animais ruminantes é através de detectores de gases por mira a laser. 

 Os equipamentos de detecção a laser fornecem uma alta precisão e medição a baixos níveis (ppm*m), permitindo que o usuário do equipamento esteja a uma distância segura. 

A performance desse tipo de equipamento é tão alta que pode detectar níveis de metano concentrações de até 0,5 ppm a uma distância de 500 metros.

O detector de metano por Mira a Laser, como o LaserMethane, pode estar calibrado apenas para o gás metano, evitando assim interferência de outros gases que possam estar presentes na atmosfera.

 

 

 


 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 

 

 


 





 

OPERAÇÕES EM TANQUES: 

QUAIS SÃO OS PERIGOS E COMO EVITÁ-LOS?

 



A operação em tanques é uma questão que traz muita preocupação para todas as indústrias e fábricas que contam com esse equipamento.

Para regular e diminuir esses riscos, devem ser seguidas as orientações da NBR 14973, que prevê diferentes procedimentos para controlar os perigos.

  

Quais são os perigos de operações em tanques?

Um compartimento cheio de óleo ou gás é um risco óbvio de incêndio nas circunstâncias propícias.

Para ocorrer uma explosão em tanques, é preciso haver a presença de três elementos: o combustível, o oxigênio e uma fonte de ignição.

Vale ressaltar que a atmosfera tem cerca de 20,9% de O₂, por isso, uma prática comum para controlar o risco de combustão é fazer a remoção do máximo de ar existente dentro desse reservatório.

 

Para isso, utiliza-se um gás inerte, como o dióxido de carbono ou nitrogênio.

Além dessa medida, a NBR 14973 também prevê a retirada do lastro de combustível, uma vez que o tanque deve conter o mínimo de produto possível no início dessa operação.

Dessa forma, o lastro tem que ser retirado por equipamento específico, que precisa ser compatível com a classificação de risco da área, além de estar conectado ao sistema de ligação equipotencial e aterrado.

Durante todo esse procedimento, deve-se manter o monitoramento constante da atmosfera para prevenir acidentes.

 

O que é a inertização?

Trata-se do processo descrito acima, de remoção do ar do reservatório para evitar a explosão em tanques.

Para fazer a inertização com nitrogênio, deve-se ter um cilindro cheio desse gás, com 9 m³ para cada 5 m³ do tanque. Também é importante que todas as conexões estejam vedadas, exceto a do respiro e da própria injeção.

Após ajustar a saída do regulador para 0,5 kgf/cm², é preciso abrir a válvula lentamente e aguardar a sua descarga. 

O mesmo processo pode ser feito com carbono sólido, por meio do gelo seco. Nesses casos, a NBR 14973 recomenda o uso de 9 kg para cada 5 m³ do tanque.

O gelo seco deve ser raspado ou triturado e inserido nos bocais do reservatório, com todas as outras conexões fechadas, exceto a de respiro.

No final do processo, independentemente do escolhido, é essencial garantir que não haja concentração de oxigênio do tanque.

 

O que é desgaseificação?

 



A desgaseificação é outro processo previsto pela NBR 14973 para diminuir o risco de explosão em tanques e pode substituir a inertização.

Ela pode ser feita por ventilação ou com a utilização de água para modificar a atmosfera no interior do reservatório para valores iguais ou inferiores a 10% do LIE.

 

Devem ser realizadas medições de explosividade nos seguintes pontos:

·       fundo,

·       meio,

·       parte superior,

·       na descarga,

·       na boca de visita.

 

Remoção do tanque e dos outros componentes do SISTEMA DE ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE COMBUSTÍVEIS - SASC

Outra medida prevista pela NBR 14973 é a remoção do tanque e dos outros componentes do SASC, que deve ocorrer após a desgaseificação ou inertização.

Nela, os responsáveis devem se certificar que durante o trabalho da retirada do reservatório da cava a sua explosividade seja igual ou inferior a 10% do LIE após a desgaseificação.

 

No caso da inertização, o nível de oxigênio deve estar em 0%.

O acesso ao seu interior deve ser feito na abertura da primeira calota, o que permite a remoção dos resíduos de forma eficiente.

 

Deve-se, ainda, sempre seguir os critérios de segurança para entrar:

·       Utilizar EPI’s, como luva, capacete, óculos, roupa de algodão e bota,

·       Não pode haver vapores de combustíveis no tanque,

·       Limite mínimo da concentração do oxigênio entre 19,5% e 23,5%.

 

Como escolher a melhor tecnologia para evitar explosões em tanques?

 



Tão importante quanto realizar os procedimentos de desgaseificação ou inertização, é monitorar os elementos que podem causar uma explosão em tanques através do monitoramento do oxigênio e dos gases inflamáveis com a tecnologia correta de detecção de gás.

 

Os mais indicados são: 

Sensor infravermelho

O sensor infravermelho de duplo range é essencial para essa aplicação pelas suas características únicas, como:

·       Detecta o gás em alta %vol, bem como %LEL, o que os sensores IR individuais não podem,

·       As faixas automáticas alternam entre medição de %vol e %LEL, portanto, sempre operam com o parâmetro correto,

·       Não é inibido por altas concentrações de hidrocarbonetos,

·       Não necessita de oxigênio para operar confiavelmente,

·       Não é contaminado com a presença de H2S, silicones e outros compostos que danificam sensores catalíticos tradicionais.

 

Sensor de oxigênio

O sensor de oxigênio é indispensável para essa operação, monitorando quando:

·       os níveis de oxigênio estão baixos o suficiente para ser seguro para carregar o combustível,

·       a concentração de oxigênio é alta o suficiente para a equipe entrar com segurança.

 

Uma ótima opção para fazer o monitoramento de gases e se prevenir de explosões em tanques é o Gas-Pro TK, detector com sensor com range duplo IR e bomba incorporada com capacidade de 30m de amostragem. Entre em contato conosco para saber mais e adquirir o seu!

 

 

 

 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


segunda-feira, 25 de setembro de 2023

 





 

DETECTOR DE CLORO: QUAL A SUA FUNÇÃO NA PROTEÇÃO DOS COLABORADORES?

 



O detector de cloro é um equipamento de extrema importância para qualquer empresa que trabalha com esse gás.

Apesar do gás cloro ter alta usabilidade dentro de indústrias e fábricas, esse elemento apresenta muitos riscos para colaboradores e até mesmo para o ambiente.

Por isso, é essencial que o uso do gás cloro seja controlado e feito de maneira cautelosa para evitar acidentes.

No post de hoje vamos falar sobre como o detector de cloro pode auxiliar nesse controle, os principais usos desse elemento químico, bem como os seus riscos. Continue lendo!

 

O que é CLORO?

 

O CLORO é um ELEMENTO QUÍMICO que, no seu ESTADO NATURAL, apresenta-se na FORMA GASOSA.

 

Em temperatura ambiente, ele tem uma coloração verde-amarelado e um odor característico de alvejante.

Normalmente, ele é armazenado como gás comprimido ou, ainda, em soluções aquosas, uma vez que se dissolve rapidamente na água.

Ele possui propriedades corrosivas e é um forte oxidante. Além disso, apresenta diversas aplicações, o que o faz ser muito utilizado em indústrias e fábricas de diferentes segmentos.

 

Onde o cloro é utilizado?

 



O principal uso do CLORO está ligado com as suas propriedades de desinfecção, sendo amplamente utilizado no tratamento de água ou lavagem de tachos e panelas industriais.

Isso se dá porque ele consegue matar as bactérias presentes no ambiente.

Além dessa função, o CLORO também é aplicado na produção de papel, para branquear a celulose, e para produzir plástico do tipo PVC.

Na indústria, ele é amplamente utilizado para fazer a síntese de compostos inorgânicos e orgânicos, como clorofórmio.

Ou seja, o CLORO pode ser empregado de diferentes formas em muitos segmentos e é essencial para as atividades rotineiras das empresas.

 

Quais são os seus riscos?

Apesar da sua alta usabilidade, o CLORO apresenta diversos riscos para a saúde

Em leves concentrações, ele queima os olhos, nariz e garganta, o que gera uma inflamação dos brônquios e danos permanentes no trato respiratório. Também provoca náusea e dores de cabeça.

 

Quando em contato direto com a pele, pode causar queimaduras, dores e irritações.

 

Nos casos de concentrações mais elevadas, tanto inalar quanto beber pode levar à morte.

Além desses riscos, apesar de não ser inflamável, pode reagir com combustíveis e aumentar o risco de incêndios e explosões.

O mesmo ocorre com compostos orgânicos, como hidrogênio e amônia, o que poderá ocasionar acidentes.

No ano de 2019, em uma estação de tratamento de água no Alabama houve a uma mistura de hipoclorito de sódio (que é essencialmente alvejante) e sulfato férrico, que gerou GÁS CLORO e fez com que mais de 40 pessoas precisassem ser encaminhadas para o hospital.

Por isso, é importante contar com um detector de cloro para minimizar os riscos e controlá-los.

 

Qual a importância do detector de cloro?

 



O DETECTOR DE CLORO é a melhor forma de controlar os riscos do cloro na sua empresa.

A solução de detecção pode incluir detectores fixos e portáteis para controlar os limites de exposição citados na NR-15, anexo XI.

Essa norma prevê uma exposição de até 0,8 ppm para uma jornada de até 48 horas semanais. Segundo a NIOSH, o gás cloro é Imediatamente Perigoso à Vida ou à Saúde - IPVS quando atinge a concentração de 10 ppm.

Dessa forma, podemos afirmar que a detecção é a melhor forma para garantir a segurança dos colaboradores e dos espaços da empresa.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 

 

 


 





 

GÁS NATURAL: 

QUAIS SÃO OS PERIGOS E COMO UTILIZAR DETECTORES?

 



O GÁS NATURAL é uma substância muito utilizada em diferentes áreas da indústria.

Mas o que muitas pessoas não sabem é que ele pode apresentar diversos riscos em sua utilização.

Por isso, é necessário detectar vazamentos e resolvê-los antes de comprometer a saúde dos seus colaboradores e as instalações da empresa.

Se você quer saber mais sobre gás natural, seus perigos e como utilizar detectores da maneira correta, leia o nosso post e confira!

 

O que é o gás natural?

O gás natural é um combustível fóssil encontrado em formações rochosas subterrâneas ou em jazidas de petróleo.

É uma substância composta, constituída pelos hidrocarbonetos metano - CH₄ etano - C₂H₆ e propano - C3H8 sendo mais leve do que o ar.

 

Esses hidrocarbonetos permanecem em estado gasosos nas condições atmosféricas e são muito utilizados por diversos mercados de consumo como:

·       matéria-prima em indústrias petroquímicas,

·       geração de energia termelétrica,

·       produção de fertilizantes,

·       combustível veicular - GNV.

 

Apesar da sua alta usabilidade ele apresenta grandes perigos em caso de vazamentos e exposição prolongada.

 

Quais são os perigos do gás natural?

O gás natural oferece riscos para o corpo humano através da inalação, sem haver sintomas relativos ao contato com a pele ou outras partes do corpo.

O seu perigo irá depender diretamente da quantidade de gás presente no ambiente, assim como a ventilação do local.

Vale ressaltar que os efeitos do gás natural não se dão apenas pela sua exposição, mas também pela asfixia.

 

Baixos níveis

 

Os primeiros sintomas que os colaboradores expostos a um vazamento de gás natural sentem são:

·       dor de cabeça,

·       tontura,

·       fadiga,

·       náusea,

·       respiração irregular.

 

Além disso, quando há entre 25% a 30% do gás no ar a falta de oxigênio irá causar zumbidos no ouvido, euforia e mudanças de comportamento.

 

Altos níveis

 



Em altos níveis, os perigos apresentados pelo gás natural se tornam maiores.

 

Os sintomas evoluem rapidamente, podendo levar a óbito.

 

Em geral, os sintomas apresentados tanto pela exposição quanto pela falta de oxigênio são:

·       dor de cabeça severa,

·       fadiga e náusea extrema,

·       problemas de memória,

·       perda da coordenação motora,

·       perda de consciência,

·       morte por asfixia.

 

É muito importante ressaltar que além desses riscos, o gás natural é inflamável e, dentro de sua faixa de explosividade, pode causar grandes explosões, danificando o patrimônio e ferindo pessoas próximas à explosão.

O vazamento de gás natural pode rapidamente se tornar um risco explosivo. Basta uma concentração de 5% do volume para criar uma atmosfera explosiva e com a presença de uma ignição, pode entrar em combustão.

Para evitar a exposição dos colaboradores a esses riscos é fundamental contar com detectores de gás natural que podem identificar vazamentos rapidamente, antes de prejudicar a saúde daqueles que trabalham no ambiente ou causar explosões.

 

Como utilizar detectores de gás natural?

 



Para utilizar detectores de forma eficiente é necessário considerar três aspectos: os gases e materiais perigosos do ambiente, as propriedades do gás natural e o fluxo de ar do local.

Ao trabalhar com gases naturais ou outros combustíveisalgumas áreas que ficam mais suscetíveis do que outras.

Por isso, dê uma conferida em todos os equipamentos que são utilizados e determine quais são os pontos de possíveis vazamentos.

Além disso, foque nas áreas que são mais frequentadas, como caldeiras, compressores, cilindros e tubulações.

Como já falado, o gás natural é mais leve do que o ar, por isso, é recomendado que os detectores sejam instalados acima dos níveis das janelas e portas, locais onde o gás tende a se acumular durante um vazamento.

 

Por último, deve-se considerar o fluxo de ar do ambiente para fazer a instalação correta do equipamento.

Leve em consideração o método de detecção de gás e o posicione no melhor local possível para garantir a segurança de todos através de um monitoramento constante da inflamabilidade do ambiente.

Qualquer sistema de detecção de vazamentos de gás natural deve incluir alarmes audiovisuais para indicar a presença do gás e dar aos funcionários a chance de deixar as instalações antes que as condições se tornem perigosas.

A detecção de gás natural, assim como outros gases inflamáveis, tóxicos ou oxigênio, requer um estudo mais detalhado dos locais onde os detectores serão instalados.

 

 

 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


    COMO USAR A TECNOLOGIA A FAVOR DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO       Quando falamos de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), p...