quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

 




 

LISTA DE TREINAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

 


Existe uma lista de treinamentos de segurança do trabalho completa? Quantos treinamentos existem no total? Vamos explorar esse tema!

 

Qual o tamanho da lista de treinamentos de segurança do trabalho? Essa simples pergunta não tem uma fácil resposta. Na verdade, a possibilidade de treinamentos que o Profissional SST pode ministrar é infinita.

Quando digo infinita, não é no sentido matemático da palavra. Mas no sentido prático: é tanto treinamento que você pode ministrar que, na prática, não há como aproveitar todas as oportunidades. Nesse sentido que digo que é infinito, são tantos que você não vai conseguir aproveitar todas as oportunidades nesse setor.


Mercado de treinamentos de NR’s

 

É por isso que muitos profissionais SST procuram se especializar. É muito comum você ver profissionais mais especializados em NR-33 Espaço Confinado, outros mais especializados nos treinamentos da NR-31, e por aí vai.

 

Lista de treinamentos de

segurança do trabalho

 

Um outro motivo que leva a especialização são as exigências específicas de Normas Regulamentadoras, como exemplo, no caso da NR-35, onde é exigido que o instrutor tenha proficiência. Em outros casos exige-se que pelo menos um dos instrutores seja profissional legalmente habilitado (PLH) como no caso da NR-12 Segurança em Máquinas.

E com a especialização, vem junto a lucratividade. Dar treinamentos é uma das atividades mais frequentes para o profissional da área de SST. É também uma das mais rentáveis. Segundo uma enquete que fiz com alguns colegas, o instrutor pode receber até R$ 1.000 por dia.

 

Os valores variam de acordo com:

 

·       a experiência do profissional;

·       a quantidade de alunos;

·       a carga horária; e

·       o tema do treinamento.

 

Muitos profissionais e empresas prestadoras de serviço dão treinamentos. Em alguns casos isso é parte relevante do seu faturamento. Em alguns casos, há profissionais e consultorias onde 100% do faturamento vem dos treinamentos.

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho – NR-12

 

Então, eu achei mais didático, focar naqueles que são mais comuns, selecionando pelo menos 1 de cada NR mais importante.

Portanto, essa nossa lista de treinamentos de segurança do trabalho não é completa, mas servirá como um primeiro passo nessa jornada!

 

Lista de Treinamentos de Segurança do Trabalho

 

Sem mais delongas, vejamos então a lista de treinamentos de segurança do trabalho:

 

·       Treinamento de integração de segurança


Talvez um dos treinamentos mais comuns e fáceis de ser aplicados. É muito típico ver esses treinamentos sendo ministrados em empresas industriais e fabris, na construção civil, na área rural, etc.

 

E qual o propósito deste treinamento?

 

Alertar aos novos funcionários das empresas sobre os riscos presentes naqueles ambientes, e também sobre as medidas preventivas. Não é um treinamento aprofundado, mas apenas introdutório. Pode levar de duas a três horas de duração, ou mesmo até o dia todo, a depender da complexidade da empresa ou dos riscos envolvidos.

 

Base legal: NR-01 GRO e Disposições Gerais.

Carga horária: a cargo da empresa

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST.

 

Treinamento dos cipeiros

 

Em segundo lugar na nossa lista de treinamentos de segurança do trabalho, trago também outro treinamento muito comum no universo da segurança do trabalho, o famoso treinamento da CIPA, ou como muitos alunos meus gostam de dizer, treinamento dos cipeiros. Previsto na NR-05 CIPA.

Hoje em dia, o treinamento dos cipeiros pode ter 4 cargas horárias diferentes:

 

·       20 horas para grau de risco 4

·       16 horas para grau de risco 3

·       12 horas para grau de risco 2

·       8 horas para grau de risco 1

 



Treinamento dos cipeiros

 

Base legal: NR-05 CIPA

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST.

Importante deixar claro que o conteúdo dos treinamentos é mesmo. O que muda de um caso para o outro é somente a carga horária.

 

Treinamento uso e conservação do EPI

 

Em terceiro lugar na nossa lista de treinamentos de segurança do trabalho, trago também outro treinamento bastante comum, previsto na NR-06 EPI. Essa NR estabelece que a empresa deve dar treinamento sobre os EPI fornecidos. O treinamento deve levar consideração a atividade realizada e as exigências estabelecidas em normas regulamentadoras e nos dispositivos legais.

Aqui novamente são muitos os tipos de EPI que existem. Além disso, se considerarmos as diversas condições de uso, podemos também entender que a quantidade de treinamentos é muito grande.

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho –

uso e conservação de EPI

 

A NR-06 não especifica a carga horária mínima, ficando a cargo da empresa. Na definição da carga horária deve-se considerar a complexidade do EPI e também a caso prático, ou seja, a situação onde ele será usado.

 

Base legal: NR-06 EPI

Carga horária: a cargo da empresa

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST.

 

Treinamento de primeiros socorros

 

Vamos ao quarto treinamento da nossa lista de treinamentos de segurança do trabalho? O treinamento de primeiros socorros também é bastante comum. Um detalhe importante e que merece cuidado quando pensamos em primeiros socorros: as práticas de primeiros socorros são revisadas frequentemente, então é importante se atentar a usar sempre a versão mais atualizada da APH (atendimento pré-hospitalar).

 

A base legal é bem variada, pois esse tema se encontra em diversas NR’s.

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho –

primeiros socorros

 

A carga horária fica a critério da empresa.

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST com treinamento e prática em primeiros socorros.

 

Treinamento para serviços em eletricidade

 

Também conhecido como treinamento NR-10. Todos os profissionais que interagem com eletricidade devem receber o treinamento, que pode ser de dois tipos: básico e SEP.

Por motivos óbvios, os trabalhos envolvendo eletricidade são perigosos, portanto, os profissionais precisam receber treinamento adequado.

Para início de conversa só pode trabalhar com eletricidade aqueles profissionais formados na área:

É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico na área elétrica reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino.

 

NR-10

 

Na NR-10 aparece o conceito de profissional legalmente habilitado:

 

É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.

 

NR-10

 

Para atuar em eletricidade, o trabalhador precisa ser qualificado, capacitado e autorizado.

 

O que é trabalhador capacitado?

 

É considerado trabalhador capacitado aquele que atenda às seguintes condições ao mesmo tempo: a) receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado; e b) trabalhe sob a responsabilidade de profissional habilitado e autorizado.

Mas não basta ser qualificado e capacitado, é preciso também ser formalmente autorizado pela empresa: “São considerados autorizados os trabalhadores qualificados ou capacitados e os profissionais habilitados, com anuência formal da empresa. ”

 

Base legal: NR-10 Eletricidade

Carga horária: 40 horas no básico e mais 40 horas no complementar (SEP)

Quem pode ministrar: pelo menos 1 dos instrutores precisa ser PLH com formação na área elétrica.

 

Treinamento para movimentação de materiais

 

Quando falamos de movimentação de cargas, lembramos logo da NR-11. Essa é a norma que estabelece alguns requisitos mínimos para que essas operações possam ser feitas com segurança. Os equipamentos são os mais diversos como: elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras etc.

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho –

empilhadeira

 

Base legal: NR-11 movimentação de materiais

Carga horária: a cargo da empresa

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST.

 

Treinamento dos operadores de máquinas

 

Como eu gosto de dizer, esses são os famosos treinamentos infinitos da NR-12! Todos os trabalhadores envolvidos com máquinas precisam passar por capacitação. Não só os operadores, mas também aqueles envolvidos em manutenção, inspeção, etc.

E mais, o treinamento da NR-12 deve ser específico para a máquina e deve ter componente prático.

 

Base legal: NR-12 Máquinas

Carga horária: a cargo da empresa

Quem pode ministrar: pelo menos 1 dos instrutores precisa ser PLH.

 

Treinamento de operador de caldeira

 

A partir da NR-10 e até a NR-14 temos uma sequência de normas especiais e com um caráter bastante técnico. Já vimos um pouco dos treinamentos da NR-10, NR-11 e NR-12, e agora veremos a NR-13 Caldeiras e vasos de pressão.

O treinamento do operador de caldeira é bastante técnico e muito importante. Porque as caldeiras são equipamentos que precisam ser operados dentro de padrões muito específicos. Em se tratando de caldeiras, qualquer parâmetro for do padrão pode ser fatal para o operador.

 

Base legal: NR-11 Caldeiras e vasos de pressão

Carga horária: 40 horas mais prática profissional supervisionada.

Quem pode ministrar: pelo menos 1 dos instrutores precisa ser PLH.

 

“Todo operador de caldeira deve ser submetido à prática profissional supervisionada na operação da própria caldeira que irá operar, a qual deve ser documentada e possuir duração mínima de:


a) caldeiras de categoria A – oitenta horas; ou
b) caldeiras de categoria B – sessenta horas.”

 

NR-13

 

Treinamento de operador de checkout

 

A NR-17 Ergonomia determina que operadores de checkout (“caixa do supermercado”) deve receber treinamento:

Todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber
treinamento, cujo objetivo é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e a
promoção à saúde.

 

NR-17 Anexo I

 

Base legal: NR-17 Ergonomia anexo I

Carga horária: a critério da empresa

Quem pode ministrar: a NR não determina, mas eu sugiro que seja o Profissional SST.

 

Treinamento sobre agrotóxicos

 

A área rural pode se vangloriar! Eles têm uma NR para chamar de sua. A NR-31 sendo uma norma setorial, ela se sobrepõe aos requisitos de NR’s gerais. Um exemplo disso é o PGRTR (PGR da área rural) que é diferente do PGR da NR-01.

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho –

Treinamento Agrotóxicos

 

Os trabalhadores da área rural precisam ser treinados sobre os perigos/riscos envolvidos em suas atividades. Um exemplo disse são os agrotóxicos. A NR-31 prevê um treinamento específico para agrotóxicos.

 

Base legal: NR-31 Área rural

Carga horária: a critério do empregador.

Quem pode ministrar: a critério da empresa.

 

Treinamento trabalho em espaço confinado

 

Exemplos de espaços confinados são: tanques, galerias, silos, cisternas, etc. Esses locais trazem sérios riscos de vida aos trabalhadores. Desta forma, é imprescindível que os profissionais que entrem nestes locais sejam treinamentos.

Base legal: NR-33 Espaço Confinado

 

Lista de treinamentos de segurança do trabalho –

NR-33 ESPAÇO CONFINADO

 

Carga horária: 16 horas para trabalhador e vigia e 40 horas para o supervisor.

Quem pode ministrar: a NR-33 determina que o instrutor responsável seja proficiente, ou seja, tenha conhecimento teórico e prático em espaço confinado.

 

Treinamento trabalho em altura

 

Para finalizar nossa lista de treinamentos de segurança do trabalho: todo trabalho realizado acima de 2 metros do nível do solo e com risco de queda é considerado trabalho em altura. E, o profissional que vai realizar esses serviços precisa ser treinado.

Base legal: NR-35 Trabalho em altura

Carga horária: 8 horas.

Quem pode ministrar: a NR determina que o instrutor responsável seja proficiente, ou seja, tenha conhecimento teórico e prático em trabalho em altura.

 

Como avaliar A Eficácia De Um Treinamento De SST

 

Objetivo é a saber se o treinamento causou o efeito desejado, se o que foi ministrado no treinamento está sendo utilizado. Caso a resposta seja negativa, um plano de ação, correção ou mesmo medidas administrativas devem ser tomadas.

 

Formas de avaliar o treinamento:

 

·       Através do Benchmarking Interno, ou seja, avaliar se a imagem interna dos profissionais treinados melhorou, por meio de pesquisa dentro da própria empresa (departamentos, gerências, etc.), nas unidades cujas práticas tenham se mostrado melhores;

·       Analisar se a forma como o trabalhador está realizando suas atividades pós-treinamento melhorou, isto é, verificar se ele adotou um comportamento mais seguro;

·       Analisar também se a eficiência pessoal do empregado melhorou. Isso significa o modo como ele está tratando o tipo de serviço a ser realizado, ou seja, se agora ele se antecipa aos riscos, posteriormente ao treinamento;

·       Com isso, observar se esse trabalhador propaga a informação adquirida no treinamento.

 

São as melhores estratégias para avaliar um treinamento de SST, tanto para os ministrados por profissionais de dentro da empresa quanto aqueles que são contratados com profissionais de fora

 

 



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CONHEÇA TODAS AS CORES DE CAPACETES DE OBRAS E DAS FÁBRICAS

 

Neste artigo falaremos sobre todas as

cores de capacetes de obras e das fábricas.

 

Seja em obras de engenharia civil, em ambientes industriais ou em uma visita ocasional, o capacete é um item essencial dentre os equipamentos de segurança. Pensando nisso trouxemos esse artigo sobre todas as cores de capacetes de obras e das fábricas, pois é isso que possibilita a identificação e a função das pessoas no ambiente de obras ou na fábrica.

Na área SST, existe uma NR (norma regulamentadora) que é responsável pela normatização do uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s).

 

A NR-06 (Norma Regulamentadora nº 6), determina que o capacete é obrigatório nas seguintes situações:

 

·       Quando as medidas pensadas para a segurança da obra não oferecem uma segurança completa contra os riscos de acidentes no trabalho ou com as doenças do meio profissional;

·       Durante a implantação das medidas de proteção coletiva;

·       No atendimento de situações de emergência.

 

Embora o sistema de codificação de cores possa variar, não existe uma norma que determine as cores dos capacetes de acordo com diferentes funções. Cada empresa pode estabelecer seus critérios internos. E mesmo dentro de organizações individuais, existem algumas regras básicas que podem ajudá-los a identificar os trabalhadores pela cor dos capacetes.

 

O que é um capacete de segurança?

 

O capacete de segurança é um equipamento de proteção para a cabeça, composto basicamente de um casco e uma suspensão, desenvolvido para oferecer uma proteção limitada contra perfurações e impactos. Considerando os modelos específicos para trabalhos com eletricidade, o capacete também oferecerá uma proteção limitada contrachoques elétricos.

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

A parte externa do capacete, chamada de concha, deve ser fabricada do polímero polietileno de alta densidade -   PEAD, sendo essa, a parte que efetivamente recebe os eventuais impactos contra o EPI. A parte interna, chamada de carneira, é a que garante que a energia gerada pelo impacto não seja diretamente transferida para a cabeça da pessoa.

 

Por que os capacetes são importantes?

 

Em ambientes industriais ou de obras, as lesões na região da cabeça podem vir de várias fontes: objetos em queda, objetos fixos com extremidades desprotegidas, postes, andaimes ou outras projeções.

Além da proteção, o uso de capacetes de diferentes cores garante que todos sejam facilmente identificáveis, com base em sua função ou status. Por exemplo, em caso de emergências, um gerente pode ser facilmente identificado, evitando confusões com os demais funcionários que ocupam outros cargos no ambiente de trabalho.

 

Conheça todas as cores de capacetes de obras e das fábricas

 

Ser capaz de identificar o nível de responsabilidade e o papel das pessoas nos canteiros de obras reduzirá a confusão, definirá claramente a hierarquia dos trabalhadores e ajudará a minimizar quaisquer perigos potenciais.

Esse importante Equipamento de Proteção Individual pode prevenir e reduzir a gravidade de uma lesão. Como explicado anteriormente, devido à sua composição, o capacete terá um sistema de suspensão que ajuda a absorver a força do impacto e distribuí-la uniformemente.

 

Sobre a proteção contra impactos, devem ser consideradas duas situações diferentes:

 

·       A queda de objetos sobre a cabeça do trabalhador;

·       O impacto da cabeça do trabalhador contra superfícies.

 

Conhecendo as cores de capacetes de obras e fábricas

 

A norma ABNT NBR 8221:2019, vigente na atualidade, estabelece os requisitos de segurança que um Capacete de Proteção deve oferecer em relação aos riscos de impacto e elétricos. As cores mais comuns para capacetes são:

 

·       Branco;

·       Azul;

·       Verde;

·       Vermelho;

·       Amarelo.

 

Cada cor, normalmente, representa uma função ou atividade desempenhada pelo trabalhador.

 

Capacete Branco

 

Capacetes brancos são normalmente usados ​​por diretores, gerentes, mestres de obra, engenheiros, supervisores e integrantes do SESMT.

 

Conheça todas as cores de c

apacetes de obras e das fábricas

 

Usar um capacete branco pode significar que um indivíduo está no comando e responsável pela segurança das pessoas ao seu redor. Capacetes brancos também podem ajudar no conforto térmico em condições climáticas quentes.

 

Capacete Amarelo

 

Na indústria da construção, os trabalhadores que usam capacetes amarelos normalmente estão envolvidos em tarefas de trabalho manual. 

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Isso pode incluir trabalhos como operar máquinas pesadas, cavar valas ou realizar outras tarefas físicas. Usar um capacete amarelo é uma maneira de sinalizar aos outros que você executa um trabalho que não permite distrações e deve-se evitar incomodá-lo.

 

Capacete Azul

 

Operadores técnicos, eletricistas e operações especiais usam capacetes azuis. Azul é a cor mais comum para trabalhadores e técnicos em geral.

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Capacete Verde

 

Os capacetes verdes são frequentemente associados aos inspetores de segurança, equipe do SESMT e coordenadores. As equipes de estágios também podem fazer uso de capacetes verdes. 

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Capacete Vermelho

 

Um dos símbolos mais reconhecíveis de integrantes de equipes de bombeiros, equipes de emergência e brigadistas é o capacete vermelho. 

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Esses trabalhadores costumam usá-los para auxiliar na identificação em uma situação de emergência, já que a cor brilhante do capacete, facilita a visualização em áreas de aglomeração. Muitas vezes adesivos também são utilizados para facilitar o reconhecimento do trabalhador. 

 

Capacete Marrom

 

Soldadores e outros trabalhadores expostos a aplicações de alta temperatura normalmente usam capacetes marrons. 

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Oferecem proteção contra faíscas e outros detritos que podem ser gerados nas atividades de soldagem. Capacetes marrons também ajudam a proteger os olhos do usuário do brilho intenso do maçarico de soldagem.

 

Capacete Cinza

 

Cinza é a cor frequentemente usada por visitantes no canteiro de obras ou no ambiente industrial, funcionários do setor de logística e em casos de esquecimento, pode-se recorrer ao capacete cinza como substituto temporário.  

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Capacete Laranja

 

O capacete laranja é muito visível e por isso ajuda a garantir que os operários sejam vistos com mais facilidade. Pode ser utilizado por operadores de elevação, trabalhadores que atuam na sinalização ou ainda eletricistas.

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

Agora que você já conhece todas as cores de capacetes de obras e das fábricas, não deixe de continuar lendo o artigo em busca de entendimento dos riscos, em caso de não uso de cada capacete.

 

Os riscos de não utilizar o capacete de segurança

 

Como vimos ao longo deste texto, os capacetes de segurança não só ajudam a melhorar a segurança no local de trabalho, mas também auxiliam na identificação de uma pessoa e sua responsabilidade no local de trabalho.

Os funcionários que trabalham em áreas onde há risco potencial de lesões na cabeça, devem estar protegidos por este importante EPI.

 

Exemplos desses riscos são:

 

·       Impacto e queda de objetos;

·       Proteção contra respingos de produtos químicos e de líquidos aquecidos;

·       Choques elétricos em áreas com fiações expostas e trabalhos em redes elétricas.

 

É responsabilidade do empregador garantir que todos na organização estejam usando EPI adequados para melhorar a segurança no local de trabalho e proteger os maiores ativos das organizações.

 

Conheça todas as cores de

capacetes de obras e das fábricas

 

O código de cores de capacetes é uma prática de fundamental importância para os setores como da construção e da indústria. É imprescindível que estejam em conformidade com as normas de segurança e respeitando o código de cores em vigor em seu local.

 

 



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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

 




 

GESTÃO DO TEMPO: 

ESTRATÉGIAS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE

 



Entre as raras coisas que não conseguimos recuperar está o tempo. Considerado uma das moedas mais valiosas do mundo moderno, quando gerenciado de forma errada, traz vários transtornos para a empresa com sérios impactos negativos. Saber dosar muito bem as horas do dia e ter inteligência para administrar a agenda de tarefas, exige um domínio da gestão do tempo. E como queremos o melhor para você, separamos estratégias simples, mas que vão transformar a sua produtividade da noite para o dia.

 

O que é gestão do tempo? 

 

Você sabe quanto tempo gasta em cada atividade da sua rotina na empresa onde trabalha? Entender como se utiliza o horário do expediente correspondendo às expectativas e execução de tarefas indica que você faz uma boa gestão do tempo.

A gestão do tempo determina o quanto cada demanda ocupará espaço na agenda, eliminando o que é desnecessário e dando ênfase ao que realmente importa.

 

Qual a importância da gestão do tempo?

 

Pare de desperdiçar seu tempo! 

 

Quando você abre seu e-mail com tantas demandas fica perdido ao não saber onde começar? A gestão do tempo te ajuda a eliminar o que não é prioridade e a colocar no topo da lista de tarefas o que precisa ser feito em primeiro lugar.

Além disso, você também consegue estipular prazos e até minutos e horas para executar determinadas tarefas. Isso exige um foco e concentração maiores. No início, será desafiador. Eliminar distrações é um bom começo. Mídias sociais pessoais, mensagens em aplicativos, e-mails. A cada notificação nos distraímos e deixamos de lado aquilo que estava em desenvolvimento. Se você é desse time, coloque limites. 

 

Existem muitas outras sugestões que podem melhorar o seu tempo e equilibrar o foco. Confira todas elas aqui: Aplicativo para produtividade: o guia definitivo para melhorar sua rotina.

 

Evite retrabalho

 

Mais que ter total atenção naquilo que está fazendo, ao aplicar a gestão de tempo em cada atividade da agenda, você tem o direcionamento certeiro no que precisa ser feito. Sabe quando a gente dá o sangue em algum projeto, mas aquele não é o momento e nem a prioridade da empresa? Se feito na época errada, quando chegar no prazo estipulado, talvez muitas coisas possam ter mudado e refazê-lo do zero será necessário.

Com isso, reforçamos a importância do planejamento em todos os setores e equipes. Se um colaborador está fazendo algo, ele precisa saber o porquê está fazendo e qual o prazo de entrega. E tudo precisa ir de encontro aos objetivos e metas da empresa.

E mais que fazer tudo dentro do prazo, zelar pela qualidade dos processos é extremamente necessário. Afinal, não adianta entregar tudo em dia, se nada corresponde à necessidade da equipe ou da empresa como um todo: 

 

O que são relatórios de qualidade e produtividade.

 

Estratégias para aumentar a produtividade por meio da gestão do tempo

1 – Organização é o primeiro passo 

 

Ter todas suas tarefas do dia organizadas é fundamental. Começar o dia sabendo o que você vai fazer, te ajuda e divide seu tempo para cada atividade. Dessa forma, nenhuma ficará de fora e quando surgir o questionamento sobre prazo, você terá na ponta da língua o status de cada demanda.

Hoje, existem diversas formas de fazer essa organização: agendas, planners, trello, asana. O método que você vai utilizar varia de acordo com seu gosto. O importante é seguir uma lista e ter um direcionamento para que nada fique para trás.

A rotina ajuda muito bem. Reuniões sempre no mesmo dia e horário com as equipes e agendadas previamente, melhoram a produtividade e economizam nos preparativos. Ao saber previamente quando vão se reunir e o objetivo daquele encontro, as pessoas se preparam mais e conseguem otimizar o tempo.

E por falar em reunião, reveja todo o protocolo que envolve essa

Todas as reuniões são produtivas e realmente precisam ser realizadas? Aquela reunião poderia ser um e-mail? Então, elimine-a da agenda e poupe os envolvidos para que foquem em ações que proporcionem melhores resultados.


Aqui mesmo no blog da Field, temos conteúdos direcionados sobre o tema:

 

·       Reunião de trabalho: como ser produtiva e motivar;

·       Reuniões produtivas e engajamento de equipe externa

 

2 – Adote ferramentas que agreguem valor ao seu tempo 

 

No momento de pesquisar ferramentas adequadas para otimizar a gestão do tempo, fique atento para escolher uma completa. Se você atua com equipes externas, por exemplo, ter noção da agenda de cada colaborador, facilita a sua vida e a da pessoa. Ao agendar futuras visitas, você não o sobrecarrega e ainda, tem a noção do que cada chamado exigirá como tempo e complexidade.

Sem contar que ao saber a agenda no dia anterior, é possível se programar e até se preparar melhor para atender aquele cliente com a qualidade e satisfação esperada.

Esse modelo de agenda não funciona em papel. Utilizar um sistema de gestão de equipes externas, mais que promover agendamentos de forma prática com rapidez e agilidade, aumenta a produtividade em 40%.

Com o Field Control, você agenda visitas e emite ordem de serviço, preenche orçamentos, tem acesso a relatório de visita técnica e fotográficos em apenas um clique. Nada de perder mais tempo revirando pastas para responder a uma dúvida do cliente ou saber quando foi a última visita em determinada empresa ou residência. Tudo isso fica disponível em uma única tela.

Saiba como funciona dentro da sua rotina e realidade da empresa em que trabalha. Agende uma demonstração GRÁTIS com um dos nossos especialistas em gestão e entenda como o Field Control funciona na prática.

 

3 – Estipule o que é prioridade no seu dia 

 

Comece sempre pela atividade prioridade do dia. Sabe aquela que não pode ser entregue depois do prazo? Não adie a realização dela de jeito nenhum. Dependendo do setor em que você atua, demandas emergenciais podem acontecer. E quando elas surgem, as demandas diárias ficam em segundo plano. Por isso, seguir o planejamento e começar pelo o que é mais importante auxilia muito na gestão do tempo.

A lista de tarefas do dia precisa começar pelo mais urgente e seguir com ordem de prioridade. Se tiver dúvida sobre o que é mais importante, pergunte ao gestor. Saber o que o responsável pelo setor preciso dentro de cada prazo, melhora o clima organizacional e contribui para o crescimento da empresa como um todo.

Sem contar que trabalhar com prazos apertados não é bom para ninguém. Quanto antes as demandas forem entregues, há mais tempo para correções, caso sejam necessárias e até mesmo avaliação de estratégias.

 

 



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OS PERIGOS DA AMÔNIA NAS EMPRESAS DE ALIMENTOS E BEBIDAS

 


Na indústria de alimentos e bebidas, há uma falta geral de conscientização sobre detecção e segurança de gases. O dióxido de carbono, incolor e inodoro, talvez seja o gás mais comum usado por empresas de alimentos e bebidas, mas dificilmente é o único gás com que se preocupar.

A amônia (NH3), um dos produtos químicos mais amplamente disponíveis no mundo, é a escolha preferencial para refrigeração industrial, congelamento instantâneo e armazenamento a granel devido à sua capacidade superior de resfriamento e baixo custo. Apesar de a amônia ser tão comum como gás refrigerante, a maioria das instalações de alimentos e bebidas não tem os protocolos ou equipamentos de que precisam para proteger os trabalhadores em caso de vazamento. A amônia é tóxica, mesmo em níveis baixos, e as pessoas precisam usar equipamentos de proteção individual ao trabalhar com ela.

Para se manter em segurança, você precisa entender os riscos da exposição à amônia, bem como o equipamento de detecção de gás de que precisa para detectar esse perigo invisível de gás.

 



O risco dos sistemas de refrigeração com amônia

 

Saiba como escolher os detectores de gás certos para proteger os seus trabalhadores e o seu local. Mesmo com manutenção de rotina e medidas preventivas, vazamentos de gás refrigerante podem acontecer, e acontecem. Em instalações maiores, a maioria dos vazamentos ocorre na sala que contém os compressores de refrigeração. O desgaste geral pode causar vazamento de tampas Schrader, vedações de rosca, anéis de neoprene e outras peças de refrigeração.

 

Quando usada na refrigeração, a amônia é convertida em um líquido conhecido como amônia anidra. Durante um vazamento, esse líquido rapidamente retorna uma forma gasosa que é tóxica para quem o inspirar.Apesar de ser incolor, a amônia tem um odor forte e pungente que a maioria das pessoas sente. Mas isso NÃO significa que se pode confiar no olfato para detectar amônia. Estudos mostraram que o limite no qual podemos sentir o cheiro de amônia varia muito e, em alguns casos, ela pode atingir concentrações prejudiciais antes que um ser humano consiga detectá-la.

 

A amônia é medida em partes por milhão (ppm), como qualquer outro gás. Conforme a concentração aumenta, a amônia se torna mais prejudicial. A amônia pode ser letal e até explosiva em altas concentrações

 

·       .0 a 25 ppm: os olhos ficam irritados, a respiração pode ser difícil.

·       25 ppm: Limite de Exposição Permissível (OSHA).

·       50 a 100 ppm: Inchaço das pálpebras, conjuntivite, vômito, irritação da garganta.

·       100 a 500 ppm: as concentrações são perigosamente altas, a irritação torna-se mais intensa. Uma exposição prolongada e altamente concentrada pode resultar em morte.

 

Reduza os riscos com equipamentos de detecção de gás

 

Se a sua empresa de alimentos e bebidas usa amônia para refrigeração, congelamento instantâneo ou armazenamento a granel, você precisa usar monitores de gás portáteis ou de área para identificar esse perigo de gás.Monitores multigases pessoais, como o Ventis Pro5, são detectores de gás flexíveis que os trabalhadores podem usar para detectar amônia, onde quer que estejam. Esses monitores também compartilham leituras de gás em tempo real e alarmes de ausência de movimento e de pânico com outros detectores de gás e software de monitoramento ao vivo. Esse compartilhamento de alarmes proporciona visibilidade adicional e serve como proteção, para que alguém sempre saiba quando outro trabalhador encontra condições perigosas.Se você tiver um recinto grande com sistema de refrigeração, também deverá usar um monitor de área.

 

Com vazamentos de gás, é melhor saber o que está acontecendo à distância, e os monitores de área tornam isso possível. Os monitores de área, como o Radius BZ1, precisam ser posicionados em qualquer lugar em que possa haver perigo de gás. O monitor de área pode alertar sobre amônia que só seria detectada quando um trabalhador entrasse no recinto usando um detector de gás pessoal. Os monitores de área também podem compartilhar leituras de amônia com monitores portáteis para que os trabalhadores próximos saibam quando e onde há um vazamento de amônia e que precisam usar mais EPIs antes de se aproximar da área.

 

A amônia pode causar problemas de saúde em baixas concentrações e pode ser inflamável, explosiva e mortal em altas concentrações. Você precisa levar esses vazamentos a sério. Mantenha os trabalhadores, o estoque e a empresa em segurança elaborando um programa de detecção de gás que identifique vazamentos de amônia antes que eles deixem você numa fria.

 

 

 

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