quinta-feira, 3 de novembro de 2022

 




TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

 



Quando falamos de trabalho em espaço confinado, há muitos riscos e obrigações a se considerar, especialmente na indústria. Mas o que realmente define um 'espaço confinado'? E o que são, afinal, essas obrigações? Conhecer os equipamentos e orientações também é parte da rotina de trabalho.

Além de ser fundamental o colaborador de habilitação para o tipo de trabalho que irá fazer, você deve se lembrar de que um espaço fechado tem algumas limitações. Dentre elas, a ventilação, por exemplo. Os EPI’s e a equipe de trabalho também são importantes.

Portanto, entenda melhor neste artigo tudo o que precisa saber sobre o assunto para a sua empresa!

 

O que é um espaço CONFINADO?

 

Se você ainda tem dúvidas sobre o trabalho em espaço confinado, é importante entender primeiro que tipo de espaço se está falando.

 

O 'CONFINADO' faz referência a um ambiente onde há determinadas características:

 

Ø Aberturas apenas de entrada e/ou saída;

Ø Ventilação natural desfavorecida;

Ø Níveis de oxigênio deficientes;

Ø Pode haver componentes tóxicos ou inflamáveis próximos;

Ø Não pode ser ocupado de forma contínua.

 

Portanto, o trabalho em espaço confinado é aquele que acontece em condições menos favoráveis. Por causa disso, os trabalhadores não devem ficar no seu interior por longas horas, por exemplo. Além disso, pode haver uma delimitação mais restrita, por vezes de apenas um colaborador no interior.

Você também pode encontrar o termo 'espaço confinado aberto'. Ele é semelhante, pois se trata de um tipo de espaço onde há mais facilidade de acesso, porém ainda com riscos aos profissionais.

Em alguns casos, até mesmo uma máquina pode ser um espaço confinado. Se um trabalhador precisa entrar no tanque para fazer a manutenção, ele já se configura como um ambiente confinado, conforme suas características.

Outros exemplos de espaços confinados são silos, colunas, casas de bombas, diques, porões, containers, diques e até mesmo vagões.

 

Normas de trabalho em espaço confinado

 

Entre as normas brasileiras que regulamentam o trabalho em espaço confinado, você precisa conhecer em especial a NBR-16577. É nela que estão os requisitos para se trabalhar nesse tipo de espaço e também as orientações para se prevenir acidentes a partir de medidas de segurança.

Além dessa norma, há também a NR-33. Nesse caso, estão todas as outras informações que fazem referência ao trabalho em espaço confinado. E ela também estabelece as obrigações do colaborador e da empresa, conforme você conhecerá nos tópicos a seguir.

 

Normas para a empresa

 

No caso da empresa, o trabalho em espaço confinado tem algumas exigências. Os EPI’s são importantes, mas não se trata apenas deles.

Primeiramente, você deve sempre formalizar quem é o colaborador capacitado que ficará responsável por cumprir a NR-33. Além disso, todos os riscos do ambiente devem ser identificados para assim se providenciar a Permissão de Entrada e Trabalho.

A empresa também é responsável por encaminhar a suspensão do trabalho quando houver algum risco. Garantir que os colaboradores saibam como agir nessas situações também está previsto na NR-33.

 

Normas para o colaborador

 

Com relação ao colaborador que irá fazer o trabalho em espaço confinado, ele precisa ter atenção a alguns pontos:


Ø Conhecer e cumprir a NR-33;

Ø Informar à empresa e aos colegas quando houver situações de risco elevado;

Ø Utilizar todos os EPI’s corretamente;

Ø Seguir o trabalho sempre de acordo com os treinamentos recebidos.

 

Equipe de trabalho


Entre as exigências do trabalho em espaço confinado, há também uma necessidade de mais profissionais. Ou seja, você não terá apenas a pessoa que entra no ambiente fechado, pois isso seria muito arriscado. Confira quem mais deve compor a equipe:


Ø  Responsável técnico: é quem identifica os espaços confinados e determina as medidas de prevenção;

Ø  Supervisor de entrada: responsável pelo encaminhamento dos procedimentos da Permissão de Entrada e Trabalho;

Ø  Vigia: enquanto alguém está no interior do espaço, o vigia irá monitorar e proteger a atividade.


Como evitar acidentes de trabalho em espaço confinado?

 

Conforme orientam a NBR-16577 e a NR-33, é possível evitar acidentes de trabalho em espaço confinado. 


Além de seguir as medidas que você conferiu acima, como a responsabilidade de cada um, deve-se aplicar alguns cuidados práticos:


Ø Manter a sinalização visual e sonora sempre clara, conforme cada caso;

Ø Isolar a área durante o trabalho;

Ø Uso correto dos EPI’s;

Ø Manter a limpeza do espaço;

Ø Descontaminar o local, quando necessário;

Ø Instalar equipamentos de ventilação.

 

Com relação aos EPI’s mais comuns nesses casos, estão os botões de segurança, óculos específicos e o capacete que possa se prender abaixo do queixo. É importante que o colaborador também use luvas resistentes e respirador, se houver risco de contaminação.

Portanto, são muitos procedimentos e leis relativas ao trabalho em espaço confinado. Porém, como você conferiu ao longo do artigo, é possível seguir todas as orientações e garantir a segurança da sua equipe e indústria!

 

 

 

 

 

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COMO MANTER AS PESSOAS A UMA DISTÂNCIA SEGURA DE VEÍCULOS DE MOVIMENTAÇÃO?

 


Acidentes envolvendo pedestres e veículos de movimentação ainda são um dos principais fatores riscos para operações logísticas nas empresas. O maior deles é o atropelamento por empilhadeira. Por isso, é importante assegurar que os pedestres mantenham uma distância segura de veículos em movimentação.

 

É possível garantir que o risco de atropelamento seja ZERO?

 

Qual a distância mínima que devemos manter da empilhadeira?

A distância mínima entre a empilhadeira e um pedestre dever ser de no mínimo 1,00 m (um metro).

Assim, as áreas de circulação e os espaços em torno de máquinas devem ser dimensionados de forma que o material, os colaboradores e os transportadores mecanizados possam movimentar-se com segurança.

Além disso, deve haver áreas reservadas para corredores e armazenamento de materiais, devidamente demarcadas com faixa nas cores indicadas pela NR 26.

Mas sabemos que em certas operações logísticas não há possibilidade de criar barreiras físicas, como guarda-corpo e grades, para separar o trânsito de pedestres.

 

O que fazer, então?

 

Como garantir um ambiente seguro para pedestres e empilhadeiras?

Muitas regras e normas de segurança tentam manter as pessoas a uma distância segura de veículos em movimento, mas o fator de risco ainda existe.

Isso porque elas geralmente dependem de fatores humanos. Seja o operador de empilhadeira ou pedestre, as regras de segurança vão depender muito do comportamento de trabalho seguro.

Basta um momento de desatenção ou não conformidade com as diretrizes de segurança para fazer com que alguém se aproxime de um veículo em movimento e corra o risco de se ferir ou causar um acidente fatal por atropelamento ou esmagamento.

Mesmo com algumas iniciativas de segurança como barreiras ou instruções para manter distância segura dos veículos em movimentação, ainda dependem de fatores humanos.

Além desses fatores humanos, as condições do ambiente costumam acrescentar outros riscos. Muitos armazéns têm pontos cegos onde os layouts obstruem a visão tanto do operador de empilhadeira quanto do pedestre vulnerável.

Da mesma maneira com pilhas e corredores estreitos formados por produtos estocados.

Estes problemas de fato dificultam a manutenção dos colaboradores a uma distância segura de veículos em movimento.

O que pode ser feito para manter veículos e pedestres separados, sem depender do comportamento humano e trabalhar em áreas de baixa visibilidade ou alto risco?

Sistema de detecção de Pedestres e Veículos

A melhor maneira de garantir a segurança na distância entre pedestres e veículos e movimentação é usar um sistema que detecta a aproximação de pessoas ou outros veículos. Eles conseguem reduzir drasticamente o número de acidentes com empilhadeiras.

 



Mas não pode ser qualquer sistema. Deve ser um que consiga penetrar por meio de barreiras físicas como a estocagem de produtos, pilastras, prateleiras e outros pontos cegos perigosos.

Ou seja, o sensor não pode usar tecnologia Sistema de Detecção de Pedestres e Veículos 

 

Os Sistema de Detecção de Pedestres e Veículos utilizam tecnologia de rádio frequência que podem falhar em diversas situações devido as suas limitações de sinal. Além disso, não foram criados para esse fim.

A rádio frequência foi originalmente implantada nas operações logísticas para identificar caixas e produtos na operação e transporte logístico. Em outras palavras, fornecer informações para um sistema que armazena e faz o gerenciamento dos dados, para inventário e fins de controle de movimentação.

 

Qual tecnologia é mais segura que os sistemas por rádio frequência?

 

Para manter a distância segura entre pedestres e veículos em movimentação, o sistema de detecção e pedestres deve utilizar ondas eletromagnéticas.

A exemplo disso os sensores sonoros. Ele é o mais confiável, preciso e consegue penetrar por meio de barreiras físicas como a estocagem de produtos, pilastras, prateleiras e outros pontos cegos perigosos.

Além de eliminar pontos cegos, o sistema indica a presença de pedestres e empilhadeiras e emite sinais de alerta de proximidade por meio de um sensor que forma um campo magnético poderoso. Assim, o dispositivo consegue criar uma área segura entre pedestres e empilhadeiras.

Luzes de alerta também ajudam a manter pedestres a uma distância segura de veículos em movimentação?

O feixe luz vermelha projetado no chão, também conhecido como Red Zone ou Luz de alerta lateral, pode, sim, ajudar nesse propósito. Vai indicar a distância segura entre empilhadeiras e pedestres.

 


Porém, ainda são propensas à dependência de fatores humanos.

Da mesma forma ocorre com farol anticolisão Blue Spotlight. Ele certamente vai ampliar a segurança na movimentação de materiais.

Além de um alerta visual para pedestres, este farol previne batidas entre veículos. É uma ferramenta indispensável para garantir a segurança em armazéns.

 



Contudo, para que o risco de acidente seja ZERO e se tenha a garantia de uma distância segura de veículos em movimentação, o melhor é usar o sistema de detecção de pedestres.

Sistema de Detecção de Pedestres e Veículos ajuda as empresas na difícil missão de manter pedestres e veículos distantes e em segurança.

Ele é um sistema de simples utilização que funciona com um Gerador de Campo Eletromagnético instalado na empilhadeira. O gerador possui dois níveis de detecção em formato elíptico. O sistema varre os 360° ao redor do veículo, garantindo o alerta quando ocorre uma aproximação entre veículo e pedestre.

Com o pedestre fica o Dispositivo de Alerta Pessoal, que capta as ondas eletromagnéticas emitidas pelo Gerador e emite um alerta sonoro e luminoso, informando o pedestre da presença de veículos próximos da área de detecção.

O Sistema de Detecção de Pedestres e Veículos divide a responsabilidade entre pedestres e operadores de veículos de movimentação de materiais com alerta visual e sonoro para ambos quando ocorre a aproximação.

 





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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

 




 

A IMPORTÂNCIA DO DDS NA ROTINA DE TRABALHO

 


As Normas Regulamentadoras dispõem de várias medidas de segurança no trabalho, tudo visando o bem-estar e segurança dos trabalhadores na sua rotina, independente de qual seja sua função exercida. Dessa forma, inclui-se o DDS ou Diálogo Diário de Segurança, que em suma é uma conversa diária com aproximadamente 10 minutos que deve ser feita todos os dias dentro de uma empresa.  

Porém, infelizmente essa prática não é tão conhecida e exercida dentro de vários ambientes de trabalho. Quer saber por que? E qual a importância de se ter essa rotina de diálogo? Continua aqui que você irá descobrir! 

 

O que é DDS? 

 

Diálogo Diário de Segurança, como o próprio nome já diz é um momento de conversa voltado para assuntos com ênfase na segurança do trabalho. No entanto, essa conversa deve ocorrer diariamente e antes de os colaboradores iniciarem suas tarefas diárias. 

Fonte: Anamul Rezwan


Acima de tudo, o intuito é trazer assuntos voltados para a utilização de equipamentos, as regras de segurança adotadas pela empresa, as normas regulamentadoras, como prevenir acidentes, e vários outros temas que visam o bem-estar da equipe. 

Continuamente, essa conversa deve ser rápida e objetiva, com duração de aproximadamente 10 minutos. Nesse momento a equipe do setor em questão se reúne e o líder aplica o assunto do dia, trazendo conhecimento e sensibilização para seus colaboradores, sobre o quanto é importante cada um ter atitudes que previnam possíveis acidentes. 

 

Fonte: Anamul Rezwan

 

Os diálogos devem ser feitos apenas dentro de operações? 

 

NÃO! Esses diálogos devem ser aplicados em qualquer setor dentro de uma empresa, seja ele administrativo, comercial ou operacional. Muitas pessoas confundem a questão de que segurança no trabalho ter que existir apenas dentro de ambientes onde os colaboradores mexam com maquinários, estejam em campo, ou em movimento a todo instante, por exemplo. 

Porém, as normas regulamentadoras trazem vários parâmetros de segurança voltados tanto para quem está em campo quanto para quem passa o dia sentado em frente a um computador. Uma das normas é a NR 17 – Ergonomia, que visa questões psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar o máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Ou seja, envolve questões de como seu corpo deve estar posicionado quando o trabalhador exerce funções que exigem ficar várias horas de frente a um computador, por exemplo. 

 


Fonte: Cottonbro

Em suma, percebe-se que as regras de segurança são muito mais rigorosas em ambientes operacionais, isso porque o risco é muito mais iminente. Porém a regra também vale para ambientes administrativos, dessa forma o DDS deve existir nesses setores também. 


 

 Implementando o DDS 

 

Infelizmente muitos ambientes de trabalho, principalmente pequenas empresas não possuem essa rotina de segurança no trabalho. Um exemplo bem convencional, é uma construção residencial por exemplo, provavelmente você já deve ter passado por uma, onde nenhum funcionário está usando um capacete, ou um calçado fechado. Imagina só quanto risco eles estão correndo diariamente. 

 

Fonte: Lucas Pezeta

 

Dessa forma, parece ser complicado aplicar DDS diariamente, porém não tem nada de difícil nessa tarefa. Mas para começar o líder deve ter visão no bem-estar da sua equipe, seja ela de duas pessoas ou vinte. Ou seja, começando com a disponibilização de EPI’s adequados para as tarefas exercidas. Após isso, começa-se o treinamento inicial que é o DDS, onde as conversas serão em torno de ensinar, sensibilizar e melhorar a comunicação entre as pessoas. 

Continuamente, deve ocorrer um cronograma de temas que serão aplicados, de forma que envolva toda a equipe o mostre a importância de prevenir acidentes. O intuito é trazer temas atuais, exemplos que se aplicam na tarefa exercida pelo setor, e principalmente que os trabalhadores interajam através de perguntas por exemplo.  

 

Bem-estar em primeiro lugar 

 

As pessoas nunca imaginam que algo possa acontecer com elas, até que acontece. No entanto, de forma onde tudo poderia ser evitado. Porém é fato que muitos trabalhadores não possuem acesso a informações, equipamentos e coisas do tipo. Geralmente são pessoas que trabalham por conta própria, e para sobreviver acabam correndo vários riscos. 

Em contrapartida, em locais onde possui toda a estrutura ideal para se trabalhar, muitas coisas acontecem por negligencia de líderes e dos próprios funcionários. Principalmente por acharem que nunca vai acontecer nada. 

                                 Fonte: Anamul Rezwan


Em conclusão, independentemente de qualquer questão sempre deve ser colocado em primeiro lugar a segurança e bem estar do funcionário. Deve-se pensar a longo prazo, ou seja, se proteger hoje para se manter bem amanhã. Até porque todo mundo precisa trabalhar, então ninguém quer passar por um transtorno onde sua vida seja afetada. 

 

Temas para DDS 

 

·       Uso adequado de EPI’s e EPC’s; 

·       Perigos diários no trabalho; 

·       Campanhas de prevenção contra câncer de mama, próstata; 

·       Prevenção contra o COVID-19; 

·       Sustentabilidade; 

·       Aprender com os erros cometidos; 

·       Normas Regulamentadoras de segurança no trabalho; 

·       Saúde ocupacional do trabalhador; 

·       Casos que aconteceram de acidente no trabalho; 

·       Higiene pessoal; 

·       Saúde mental; 

·       A importância de se ter um boa noite de sono; 

 

Primeiros socorros. 

 

São vários os temas a serem abordados nesses diálogos diários. O importante é envolver a equipe, auxiliando na proteção e bem-estar dos funcionários e automaticamente para o bom desenvolvimento do trabalho e das pessoas. 

 

 


 

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LINHAS DE VIDA DE RETENÇÃO E RESTRIÇÃO DE QUEDAS

 

 

O que são linhas de vida de restrição e de retenção de quedas?

 

Uma linha de vida pode ser de retenção e restrição, ou apenas de retenção, mas nunca apenas de restrição. Você sabe porquê? O objetivo de uma linha de vida no geral é a retenção de quedas, se ela não exerce com eficiência isso, podemos dizer que não é apta a ser utilizada.

 

Por isso toda linha de vida deverá ser de retenção de quedas, ou seja, evitar que haja a queda do trabalhador no chão ou colisão com máquinas e objetos. Garantindo a segurança do trabalhador no momento da queda.

 

A linha de vida ou SPCQ - Sistema de Proteção Contra Quedas jamais pode ser apenas de restrição, pois o nome mesmo já diz ela serve para restringir movimentações que colocam o trabalhador em risco.

 

Para ser uma linha de vida é obrigatório que ela garanta a retenção de quedas.

 

Sobre a restrição, são utilizados muito em telhados e áreas de carregamentos de caminhões, seu dimensionamento e instalação é feito para que o trabalhador seja limitado a chegar nos locais de risco de acidente, dando acesso para ele apenas ao local de trabalho e inibindo os possíveis riscos.

Veremos abaixo, algumas linhas de vida de restrição de quedas e os principais erros, que devem ser evitados ao projetar este tipo de sistema.

Vale lembrar que é importante a contratação de empresa especialistas e com know-how para instalação de linhas de vida, pois se faz necessário um detalhamento e uma APR - Analise Preliminar de Risco de cada local.

 

A ATLAS SAFE tem know-how de mercado para atender nossos clientes de maneira personalizada de acordo com suas reais necessidades, buscando a melhor solução em questão de praticidade de uso e acima de tudo segurança.

 

Conheça os nossos serviços.

 

As imagens abaixo foram retiradas da norma brasileira “ABNT NBR 16489:2017 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura – Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção”.

 

 



 



A figura acima representa um dos maiores erros cometidos por empresas que se dizem especialistas em instalações de linhas de vida e fornecem quantidades de linhas não suficientes para um trabalho seguro a fim de conseguir ganhar através de preço. Esse é o famoso exemplo que muitas vezes o barato sai caro.

 

Fonte Imagens:

 

ABNT NBR 16489:2017Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura – Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção”.

 

 




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terça-feira, 1 de novembro de 2022

 



PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA: QUAL A IMPORTÂNCIA DO USO DE EPI’s

 



Quero Conhecer os Cursos

 

Com o aumento da inclusão nos ambientes de trabalho, fica ainda mais importante conhecer a legislação sobre os EPIs para portadores de deficiência física. Graças à Portaria 877/2018 do Ministério do Trabalho, o item 6.8.1 da NR 6 foi alterado de forma a proteger também a integridade física e a saúde dos trabalhadores com deficiência física. A partir de então, as empresas devem fornecer EPIs adaptados sempre que possuir em seu quadro funcional colaboradores portadores de deficiência.

 

O que diz a NR 06 sobre EPI’s para portadores de deficiência física?

 

A NR 6, mais conhecida como norma do Equipamento de Proteção Individual, dispõe de regras específicas sobre o fornecimento, uso e fiscalização do uso de EPI’s nos mais variados ambientes de trabalho. Para quem não sabe, equipamentos de proteção individual são dispositivos utilizados pelo trabalhador para prevenir acidentes e doenças ocupacionais.

O problema é que antes da Portaria 877/2018, a NR 6 fazia menção ao uso de EPI’s de forma genérica, sem levar em conta possíveis alterações fisiológicas ou anatômicas dos trabalhadores portadores de deficiência. Para corrigir tal problema e aumentar a inclusão de PCD’s no mercado de trabalho, o MTE modificou o item 6.8.1 da norma regulamentadora.

 

De acordo com o novo texto, o fabricante de EPI deverá:

 

ü Promover adaptação do EPI detentor de Certificado de Aprovação para pessoas com deficiência.

ü Possuir Certificado de Aprovação (CA) específico para pessoas com deficiência.

 

Já com relação às responsabilidades do empregador, a norma também define algumas regras importantes, tais como:

 

ü Adquirir os EPI’s para portadores de deficiência física adequados para cada função e com Certificado de Aprovação (CA);

ü Distribuir gratuitamente os EPIs;

ü Orientar os colaboradores sobre o uso correto do equipamento de proteção;

ü Exigir o uso do EPI;

ü Realizar a manutenção dos equipamentos e a troca sempre que for necessário.

 

Por que ter EPIs para PCD’s?

 

Pensar na importância dos EPI’s para portadores de deficiência física é um assunto urgente, principalmente se você é gestor de alguma empresa ou indústria. Afinal, o uso desse tipo de equipamento é essencial para prevenir acidentes e doenças ocupacionais. E no caso de portadores de deficiência física, essa importância ganha ainda mais relevância.

Se uso adequado do EPI é importante para garantir a segurança dos colaboradores durante o exercício das suas atividades laborais, por que seria diferente para um PCD? Se é incômodo trabalhar com uma bota de segurança maior do que o pé, um capacete que vive caindo toda hora, imagina o nível de riscos a que esses colaboradores estão submetidos? A chance de sofrer um acidente e não ser protegido é bem maior, certo?

 

Além disso, todo colaborador tem direito por lei a trabalhar de forma protegida. Isto é, realizar a sua atividade sem estar exposto a riscos. E nesse caso, o EPI é o grande protagonista da saúde e da segurança no trabalho. Ele deve ser oferecido pelo empregador e utilizado com responsabilidade pelo empregado.

Cabe ainda ressaltar que oferecer um EPI não adaptado para o corpo do trabalhador com deficiência física, pode comprometer significativamente a sua produtividade no trabalho. E não apenas isso, pode ainda afetar o seu emocional, ao perceber que não lhe é dada a devida importância.

Além de respeitar as características de quem o utilizará, é preciso ainda garantir a qualidade do equipamento. Nesse sentido, os EPI’s para portadores de deficiência física devem oferecer segurança, mas também encaixe perfeito no corpo e conforto. O assunto é tão importante que a Comissão Nacional Tripartite do Ministério do Trabalho fez as mudanças na lei.

Antes dessa alteração acontecer, os empregadores não tinham o compromisso de comprar um EPI que tivesse a certificação oficial para PCD. Agora, entretanto, isso é lei, e, portanto, obrigatório.

 

Avanços positivos

As mudanças na legislação demonstram que a preocupação com os portadores de deficiência física tem aumentado. A alteração da NR 6 foi uma importante conquista para essas pessoas, pois aumenta a inclusão delas no mercado de trabalho, o que é ótimo. No Brasil, aproximadamente 24% da população possui algum tipo de deficiência física. Porém, apenas 1% das vagas formais de trabalho são ocupadas por PCD’s, segundo dados da RAIS.

Agora que essas pessoas estão mais protegidas legalmente e correm menos riscos nos locais de trabalho, a expectativa é que esse cenário mude. Com os EPI’s para portadores de deficiência física, elas passam a ter mais acesso à Saúde e Segurança no Trabalho. E isso, por sua vez, aumenta as chances de contratação em diferentes setores da economia brasileira.

Os EPI’s para PCD’s devem seguir evoluindo no mercado com opções cada vez mais seguras e adaptadas. Se você é um gestor e conta com portadores de deficiência na equipe, precisa entender que o cuidado com cada pessoa é o primeiro passo para o sucesso da empresa.

 

 

 

 

 

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QUAL A IMPORTÂNCIA DOS PRIMEIROS SOCORROS NO TRÂNSITO?

 



Quero Conhecer os Cursos

 

De acordo com o anuário da PRF (Polícia Rodoviária Federal), em 2021 foram registrados 64.441 acidentes de trânsito no Brasil, 893 ocorrências a mais do que em 2020. Esses acidentes resultaram em 5.381 mortes e 71.480 feridos, números que revelam os perigos das estradas e rodovias brasileiras, bem como a importância dos primeiros socorros no trânsito.

Matéria amplamente discutida nas autoescolas e obrigatoriedade prevista no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), os primeiros socorros diminuem o sofrimento das vítimas de acidentes e ajudam a estabilizar as suas condições de saúde até a chegada das equipes de emergência. Em outras palavras, os procedimentos de primeiros socorros no trânsito salvam vidas. Saiba mais sobre o assunto neste artigo.

 

O que são primeiros socorros?

 

Como o próprio nome sugere, são práticas de socorro básicas que ajudam a estabilizar a condição de saúde das vítimas de acidentes de trânsito até a chegada de equipe médica competente.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, deixar de prestar socorro ao condutor envolvido em um acidente, bem como aos passageiros do veículo é considerada infração que varia de grave a gravíssima, dependendo do tipo de omissão. Entre as penalidades previstas na legislação, podemos citar as multas, a suspensão do direito de dirigir e até a detenção.

Vale dizer que os primeiros socorros no trânsito não estão restritos apenas aos envolvidos diretamente no acidente. Portanto, mesmo que você esteja passando no local na hora da ocorrência, deverá prestar socorro às vítimas. E ainda que não saiba o que fazer, o CTB orienta sobre algumas práticas primordiais para garantir a segurança de todos.

 

Sinalização de segurança

 

Diante de um acidente de trânsito, o primeiro passo é sinalizar o local para evitar a ocorrência de outro acidente. Nesse caso, o ideal é utilizar o triângulo de segurança em uma distância compatível com o limite de velocidade da via. Contudo, na falta deste, utilize galhos de árvore ou qualquer outro item que sirva como obstáculo.

 

Providencie o socorro

 

Sinalizado o local do acidente, é hora de solicitar socorro às vítimas. Para tal, entre em contato com a autoridade competente local, como o SAMU, Corpo de Bombeiros ou Polícia Rodoviária Federal, por exemplo. Na hora de realizar o atendimento telefônico, informe aos atendentes sobre o estado das vítimas e realize os procedimentos solicitados pela equipe.

 

Principais procedimentos de primeiros socorros no trânsito

 

De fato, ninguém está preparado para se envolver em um acidente, mesmo que indiretamente. Todavia, saiba que a ajuda certa no momento certo pode salvar vidas. E mesmo que você não seja médico, enfermeiro ou profissional da área da saúde, pode contribuir para estabilizar condutores, passageiros e pedestres até a chegada do serviço de emergência.

Na hora de prestar primeiros socorros no trânsito, em primeiro lugar mantenha a calma e certifique-se de estar em um local seguro da via. Além disso, evite tocar nas vítimas, a menos que as equipes de atendimento solicitem. Isso impede o surgimento ou agravamento de lesões físicas, ainda que não aparentes. Além destas, outras ações também podem ser bem úteis, como:

 

Mantenha a vítima consciente

 

Caso a vítima esteja consciente, converse com ela, em tom calmo e amigável. Diga que o socorro está a caminho, profira palavras otimistas e mantenha-a consciente. Durante a conversa, procure saber o nome da pessoa, onde ela mora, entre outros dados importantes que podem contribuir positivamente para o seu atendimento.

 

Caso seja necessário, inicie a massagem cardíaca

 

Agora, se a vítima não estiver respirando, pode ser preciso iniciar a massagem cardíaca. A técnica de primeiros socorros serve para reanimar as vítimas no caso de uma parada cardíaca. Apesar de simples, a técnica deve ser realizada por pessoas aptas, mas que não precisam ser necessariamente profissionais de saúde.

No caso de primeiros socorros no trânsito, é preciso ajoelhar-se ao lado da vítima ou colocar-se próximo a ela. Na sequência, a orientação é que se posicione uma mão sobre a outra em cima do osso do peito da pessoa, fazendo cerca de 100 compressões por minuto.

Contudo, caso passe por uma situação de emergência e não saiba o que fazer, busque orientações do SAMU. Por telefone, as equipes de atendimento irão conduzi-lo sobre a aplicação das manobras. Cabe ainda ressaltar que mesmo que você seja capacitado a realizar o procedimento, ele não exclui a necessidade de solicitar socorro médico de emergência.

 

O que não fazer durante os primeiros socorros no trânsito?

 

ü Não mexer na vítima, a menos que seja solicitado pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência;

ü Não medicar a vítima ou oferecer água e comida;

ü Não retirar capacetes de motociclistas;

ü Não aplicar torniquetes.

 

 




 

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