segunda-feira, 17 de outubro de 2022

 




VÁLVULA E MANÔMETRO INSPECIONADOS, SEGURANÇA GARANTIDA.

 



Duas peças relativamente pequenas que fazem muita diferença na inspeção de caldeiras e garantem a segurança de todos. Válvula e manômetro possuem funções importantes na segurança do trabalho com máquinas e equipamentos.

 

Vamos conhecer um pouco melhor esta dupla, válvula e manômetro?

 

Válvulas

 

Já falamos um pouco sobre a senhorita Válvula de Segurança anteriormente por aqui. Mas hoje queremos nos aprofundar um pouco mais e conhecer as classes e prazos das inspeções.
Apenas para recapitular a função básica da válvula de segurança é garantir que o gás ou líquido sob alta pressão tenha uma saída do vaso de pressão em caso de alguma anormalidade. Não atoa estamos acostumados a ouvir o termo “válvula de escape” sobretudo nos jogos de futebol.


Um exemplo prático que sempre usamos é o da panela de pressão. Ela é um autêntico vaso de pressão e como tal possui uma válvula de segurança que só será acionada em caso de necessidade.
Elas estão lá como que para garantir a segurança de todos em caso de aumento súbito do nível de pressão em algum vaso. Ou caso haja o vazamento de gases e líquidos destes equipamentos.

Classificação e Periodicidade de Inspeção das Válvulas de Segurança

 

Classe A: Válvulas que podem sofrer incrustação, colagem, entupimento, corrosão agressiva que possam interferir na sua atuação normal, ou que necessitem frequentemente de manutenção corretiva; – 1 ano

Classe B: Válvulas sujeitas a reduzido desgaste por parte do fluido – 2 anos

Classe C: Válvulas que mantenham contato com fluidos limpos, que não apresentam risco de colagem, entupimento ou desgaste dos materiais em contato com o fluido – 4 anos

Classe D: Válvulas em que se comprove através de confiável histórico de recepção e manutenção, que podem atender em um prazo maior que o indicado para Classe C – 6 anos.

 



 

Manômetros

 

O manômetro é um grande parceiro da válvula e os dois precisam estar em dia para trabalhar bem. O trabalho do manômetro também está diretamente ligado à pressão dos líquidos ou gases dos vasos de pressão.
Contudo, ao contrário das válvulas de segurança, que só entram em ação quando a coisa fica “feia”, o manômetro deve ser frequentemente conferido.
É a sua precisão ao informar a exata pressão interna do equipamento que garante a segurança de todos na corporação.

Um manômetro desregulado pode apontar uma pressão menor do que a real e com isso adiar medidas de segurança. Por consequência o equipamento pode se romper e ocorrer um acidente por falta de manutenção.

 

 

 



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sábado, 15 de outubro de 2022

 




 

SEGURANÇA NO TRABALHO PARA EQUIPES TERCEIRIZADAS: ENTENDA COMO FUNCIONA!

 



A contratação de equipes terceirizadas apresenta diversas vantagens para as empresas. Além de reduzir custos, a terceirização é uma estratégia que também proporciona a otimização de processos.

Mas como funciona a segurança no trabalho dos colaboradores terceirizados? Embora seja muito importante, esse é um assunto que carece muitas vezes de atenção dos gestores e da empresa contratante. Por isso, trouxemos informações relevantes sobre o assunto.

Acompanhe este artigo e veja o que fazer para gerenciar os funcionários terceirizados, garantindo um ambiente seguro e livre de riscos.

Boas práticas para garantir a segurança de equipes terceirizadas.

A Lei nº 13.429/2017, conhecida também como Lei da Terceirização, trouxe mudanças nas relações empresariais dentro do contexto da minirreforma trabalhista.

Em resumo, essa lei determina que a segurança, higiene e salubridade no local de trabalho devem ser asseguradas pela empresa contratante. Além disso, apesar de os encargos trabalhistas serem de responsabilidade da terceirizada, caso ela se ausente, a Justiça pode acionar a contratante. 

Portanto, para evitar problemas relacionados à Segurança do Trabalho, há algumas práticas que sua empresa pode adotar na gestão dos prestadores de serviço terceirizados.

 

Promova treinamentos e palestras

 

Os treinamentos são recursos muito eficientes quando o assunto é Segurança do Trabalho. Isso porque funcionam muito bem para educar as equipes terceirizadas sobre a importância de cumprir os procedimentos de segurança referentes às atividades executadas.

Do mesmo modo, as palestras também são aliadas importantes nesse processo. Ainda mais quando usam dinâmicas para deixar o trabalhador à vontade para opinar e tirar dúvidas.

 

Escolha um líder para fiscalizar a equipe

 

Em geral, é comum que os colaboradores terceirizados tenham dificuldade em se subordinarem aos chefes e supervisores da empresa contratante.

Mas para resolver o problema, uma boa alternativa é eleger um líder da equipe que ficará responsável por reportar tudo o que acontece no trabalho aos gestores. Ou seja, a atuação desta pessoa será para fiscalizar a execução do trabalho com objetivo de evitar acidentes.

Assim, será mais fácil para a empresa contratante controlar as atividades diárias.

 

Ofereça um ambiente saudável

 

A princípio, é fundamental que os funcionários respeitem as normas de segurança da empresa. Mas, da mesma forma, também é indispensável que o local de trabalho proporcione uma rotina saudável.

Em outras palavras, a empresa que fez a contratação dos terceirizados deve se preocupar com a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI’s) e coletiva (EPC’s). Além disso, a organização ainda deve se atentar à quantidade e condições de uso desses materiais.

 

Realize auditorias periódicas

 

Conforme já mencionamos anteriormente, a empresa contratante é a responsável por garantir a segurança no trabalho das equipes terceirizadas. Nesse sentido, também é uma boa prática estabelecer um processo de auditorias periódicas.

Nesse caso, o objetivo é monitorar o grau de conformidade das práticas e processos da contratada com as normas pertinentes.

Lembrando que, caso identifique alguma “não conformidade”, o ideal é elaborar um plano de ação propondo as melhorias necessárias.

Contrate uma empresa de consultoria em Segurança do Trabalho

Apesar de adotar todas as práticas listadas até aqui, a maioria das empresas enfrenta dificuldades para engajar os terceirizados.

Portanto, para ter mais eficiência na construção de uma cultura organizacional voltada para a segurança e saúde, contratar uma empresa especializada em Segurança do Trabalho é uma decisão bastante assertiva e eficaz.

 

 



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EPI PARA MINERAÇÃO: 

CONFIRA OS ESSENCIAIS PARA ESSE TIPO DE TRABALHO

 

 


 

A atividade de mineração é toda aquela que se destina à extração de recursos minerais da natureza, seja em minas subterrâneas, seja em minas a céu aberto. Apesar dos inúmeros avanços, a atividade mineira tem particularidades que, por sua natureza, oferecem riscos próprios à segurança e à saúde do trabalhador. Por isso, as empresas têm a obrigatoriedade de fornecer o EPI para mineração.

Além disso, a Norma Regulamentadora 22 estabelece uma série de procedimentos e medidas que devem ser observados por todos os envolvidos (empresas e colaboradores) no processo de extração mineral, com vistas à diminuição dos riscos do ambiente de trabalho.

Você sabe quais são os riscos existentes neste local e quais são os EPI’s mais indicados?

 

Conheça os riscos presentes na mineração

 

Dentre os riscos presentes na atividade mineira, podemos citar:

 

Ø as possibilidades de desmoronamento, desabamento e inundações;

Ø os baixos índices de oxigênio, a depender do local;

Ø a possibilidade de inalação de pó e poeira;

Ø os riscos decorrentes do manuseio de equipamentos, maquinários e veículos;

Ø o risco decorrente do uso de eletricidade;

Ø os riscos ergométricos;

Ø os riscos inerentes ao trabalho em altura e espaços confinados;

Ø os riscos de incêndios e explosões.

 

Cabe ressaltar que esses são apenas alguns dos perigos aos quais o trabalhador está submetido. Por isso, o uso dos equipamentos de proteção individual adequados é indispensável.

 

Confira os EPI’s para mineração

 

O fornecimento e o uso dos EPI’s estão descritos na Norma Regulamentadora 6. Segundo a referida norma, cabe ao empregador fornecer ao colaborador os equipamentos adequados contra os riscos existentes no ambiente de trabalho.

Na atividade de extração mineral, não é diferente. Alguns dispositivos de segurança são de uso obrigatório. Confira, a seguir, uma lista de EPI para mineração!

 

1. Capacete

O uso do capacete é indispensável ao exercício das atividades de extração minerária. O equipamento tem como função proteger a cabeça dos trabalhadores contra impactos e choques elétricos.

 

2. Óculos de proteção

Os óculos têm como finalidade conferir proteção aos olhos do trabalhador contra partículas volantes (poeira, estilhaços, pedras etc.), luminosidade intensa, radiação ultravioleta e/ou infravermelha e respingos de produtos químicos.

No caso das atividades em minas, seu uso é obrigatório em razão da presença das partículas volantes, isso é, das partículas oriundas do próprio trabalho do mineiro.

 

3. Protetor auditivo

Muitas das máquinas utilizadas na extração de recursos minerais produzem ruídos elevados. A exposição do trabalhador a níveis de ruídos superiores aos limites estabelecidos nos anexos I e II da NR 15 pode prejudicar sua audição, ocasionando, até mesmo, a perda auditiva induzida por ruído (PAIR).

 

4. Respiradores

Os respiradores são extremamente importantes para o desempenho de atividades de mineração. Eles têm como finalidade evitar que o trabalhador inale partículas presentes no ar por exemplo, poeira e pó de minério.

Vale lembrar que, além dos equipamentos listados acima, existem vários outros que são de uso obrigatório, tais como luvas, camisas com faixas reflexivas, cinturões e calçados de segurança. Na hora de escolher o EPI para mineração, é importante verificar se o dispositivo tem o Certificado de Aprovação do MTE e, claro, levar em consideração os riscos presentes no ambiente.

 





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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

 




COMO REALIZAR A SINALIZAÇÃO INDUSTRIAL CORRETAMENTE?

 



 

A sinalização industrial é uma exigência da Norma Regulamentadora nº 26 para todas as indústrias. Ela serve para informar os colaboradores sobre áreas que não devem ser acessadas, perigos relacionados a determinados equipamentos, rotas de fuga no caso de acidentes, entre outras questões importantes para a garantia da saúde e segurança do time.

Mas, na hora de realizar a sinalização na sua empresa, você sabe qual a melhor forma de fazer isso? Entende quais são os principais equipamentos que devem ser utilizados e como colocá-los? Sabe quais são as principais dicas para uma sinalização eficiente, que efetivamente proteja os seus colaboradores? Se não, está na hora de descobrir!

Continue a leitura e entenda, agora mesmo, quais são as principais dicas para realizar a sinalização industrial corretamente!

 

Entenda o que deve ser sinalizado

 

Como você pode perceber, a sinalização industrial tem diversas funções. Isso significa que cada um dos perigos ou informações importantes devem ser identificados e sinalizados de forma adequada dentro da sua empresa.

 

Entenda agora os principais pontos nos quais a sinalização deve ser colocada:

 

Ø aparelhos de combate a incêndios, como extintores e mangueiras;

Ø locais nos quais estão as canalizações de gases;

Ø locais onde estão as canalizações de combustíveis;

Ø áreas de circulação de máquinas e veículos;

Ø rotas de fuga;

Ø saídas de emergência;

Ø equipamentos e máquinas que oferecem riscos;

Ø áreas de rede elétrica.

 

Descubra quais são os riscos da sua empresa

 

Tendo em mente os principais elementos que devem ser sinalizados, é hora de entender quais deles estão presentes na sua empresa. Afinal, a análise de riscos da estrutura da organização é essencial para que você saiba onde colocar cada um dos equipamentos de sinalização e garantir a segurança dos trabalhadores.

Portanto, faça uma análise de riscos da organização, incluindo os relacionados à circulação de objetos, mercadorias e máquinas. Aproveite para também identificar quais são as canalizações presentes na empresa e que tipo de produto passa por cada uma delas. Esse também é o momento de criar as rotas de fuga e identificá-las.

 

Posicione os equipamentos de sinalização de forma adequada

 

Agora é a hora de posicionar os equipamentos de sinalização dentro da empresa, com base nos riscos identificados e locais que devem ser colocados.

 

Os principais equipamentos de sinalização são:

 

Ø cones;

Ø placas;

Ø torres;

Ø faixas.

 

Também vale lembrar que, além de posicionar os equipamentos no local adequado, é importante estar atento à cor utilizada. O vermelho, por exemplo, é usado para identificar aparelhos de combate a incêndios; o amarelo, para indicar a necessidade de cuidado, como em locais de circulação de máquinas ou pisos molhados. Dessa forma, identifique o equipamento para cada uma das situações presentes na sua empresa e fique atento à cor escolhida para a sinalização desse local.

A sinalização industrial é uma exigência legal que tem como objetivo garantir a saúde e segurança dos colaboradores que atuam na empresa. Portanto, aproveite as nossas dicas para começar, agora mesmo, a identificar os pontos que exigem sinalização e investir nesse processo. Dessa forma, além de evitar multas ou outras punições, você protege os seus colaboradores e reduz os índices de acidente na sua organização!

 





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O QUE É AET (ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO) E PARA QUE SERVE?

 



O que é Análise Ergonômica do Trabalho?

 

A AET (Análise Ergonômica do Trabalho), é exigida pelo Ministério do Trabalho através da NR17 da Portaria 3.214/78 com o objetivo de analisar as atividades diárias do colaborador e ambiente de trabalho, garantindo que não existam riscos a saúde física e mental do funcionário.  

 

A realização dessa análise é feita por um profissional habilitado que busca identificar minunciosamente através de uma Análise Preliminar de Riscos se as tarefas realizadas pelos colaboradores são nocivas, como por exemplo:

 

Ø Possível esforço físico de má postura que possa agredir a saúde do trabalhador;

Ø Transporte, carga e descarga de insumos que possam gerar algum tipo de impacto;

Ø Equipamentos que possam colocar em risco a saúde de quem o manuseia

Ø Móveis como cadeiras e altura da mesa que possam gerar problemas físicos;

Ø Condições ambientais do posto de trabalho que impactem na sua qualidade de vida;

Ø Organização do ambiente de trabalho analisando a saúde mental do colaborador.

 

Ao identificar algum ponto de melhoria dentro desses e outros fatores a empresa deverá tomar as medidas de adequação para garantir a saúde física e mental do seu colaborador obedecendo a portaria 3.214/78.

E por falar em portaria, a partir do ano de 2022 as empresas também precisarão ter os riscos ergonômicos inseridos no seu PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

Experiência e profissionais altamente capacitados para realizar a AET dentro da sua empresa com total comprometimento e profissionalismo.

 

Quais são os Benefícios da AET?

 

A AET é benéfica tanto para os colaboradores que ganham maior qualidade de vida e segurança no trabalho, quanto para a empresa, que terá colaboradores motivados, satisfeitos e com alta produtividade, resultando em menos turnover.

 

 Entre os benefícios da AET, podemos destacar:

 

·       Garantia da boa ergonomia no ambiente de trabalho;

·       Motivação dos seus colaboradores em um ambiente agradável;

·       Diminuição do turnover;

·       Redução dos custos de indenização;

·       Garantia da saúde financeira da sua empresa.

 

Preciso fazer a Análise Ergonômica do Trabalho na minha empresa?

 

Se você tem colaboradores em regime CLT e em qualquer tipo de atividade, seja ela manual ou de escritório, é importante fazer a análise não apenas por fins legais como também para buscar a saúde física e mental dos seus colaboradores que impacta diretamente na produtividade da engrenagem.

 

Solicite um orçamento ou converse com a nossa equipe sem compromisso para receber orientações legais sobre a necessidade de elaboração da Análise Ergonômica do Trabalho.

 

 




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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

 




 

NR16 – O QUE É O LAUDO DE PERICULOSIDADE?

 



O Laudo de Periculosidade está regulamentado pela Norma Regulamentadora 16. Nele é constatado a necessidade ou não do pagamento do adicional de periculosidade de determinada função na empresa. É um documento muito importante e de obrigatoriedade legal da empresa.

 

No laudo de periculosidade são determinadas:

 

1) Quem tem o direito ao Adicional de Periculosidade

A legislação estabelece quais são os agentes considerados periculosos e suas particularidades para a caracterização, com isto, é necessário que exista um laudo de periculosidade comprovando quais são as funções e atividades dentro da empresa que tem o direito a receber o adicional.

     

2) Medidas de gestão e eliminação da Periculosidade.

O Laudo de Periculosidade analisará quais são as medidas de ordem geral e proteção individual que a empresa deverá adotar para que a eliminação da periculosidade, bem como a empresa pode agir após a determinação da periculosidade em determinada função.

Sendo assim, para que haja uma gestão mais efetiva, é necessário que empresa elabore o documento anualmente.

 

QUEM PODE ELABORAR O LAUDO DE PERICULOSIDADE?

 

Segundo o art. 195 da CLT, o adicional de insalubridade e periculosidade é determinado através de perícia pelo Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança. Vejamos:

Art. 195 A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Ministério do Trabalho, far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Ministério do Trabalho.

 

PORQUE ELABORAR O LAUDO DE PERICULOSIDADE?

 

O laudo poderá servir como defesa para a empresa de futuras reclamações trabalhistas, além do mais, serve como base de cálculo correto para o pagamento do adicional.

 

QUAIS OS DIFERENCIAIS DA SOMASEG NA ELABORAÇÃO DO LAUDO DE INSALUBRIDADE?

 

A metodologia de avaliação é de acordo com a Norma Regulamentadora NR16, e trazer soluções adequadas e melhorias para os clientes, atuando juntamente com as implantações propostas em laudo técnico.

 

 




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VOCÊ SABE O QUE É O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE?

 

 



 

O QUE É O PGRSS?

 

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento que visa garantir que uma empresa esteja gerindo de forma correta o lixo gerado por atividades ligadas às saúdes animal e humana.

É regulamentado pelas Resoluções CONAMA nº 283/01 e nº 358/05 e pela Resolução da Anvisa RDC nº 06/04.

 

Alguns exemplos são os hospitais, clínicas médicas, odontologias, veterinárias e pet shops que realizam vacinação. Também tem os estúdios de tatuagem, clínicas de acupuntura, necrotérios, funerárias, farmácias, drogarias e clínicas de acupuntura. Essas são as principais empresas geradoras de Resíduos de Serviços de Saúde.

 

Os resíduos gerados por essas empresas, são divididos em 6 grupos, sendo eles:



GRUPO A



GRUPO B



GRUPO C



GRUPO D



GRUPO E

 

PARA QUE SERVE O PGRSS?

 

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde visa organizar e planejar adequadamente o percurso desde a geração até o descarte correto desse lixo da seguinte forma:

 

Geração do Resíduo -> Manejo do Resíduo de Saúde -> Separação -> Acondicionamento -> Coleta especial para os Grupos A, B e E -> Armazenamento correto -> Coleta externa -> Disposição Final que é a incineração dos mesmos.

 

QUEM DEVE ELABORAR O PGRSS?

 

Todas as empresas que geram resíduos de saúde estão obrigadas a elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).

Alguns exemplos são os hospitais, clínicas médicas, odontologias, veterinárias e pet shop que realizam vacinação. Também tem os estúdios de tatuagem, clínicas de acupuntura, necrotérios, funerárias, farmácias, drogarias e clínicas de acupuntura. Essas são as principais empresas geradoras de Resíduos de Serviços de Saúde.

 

QUAIS INFORMAÇÕES VÃO CONSTAR NO PGRSS DA SUA EMPRESA?

 

O documento será composto, dentre outros, pelos seguintes dados:

 

·       Característica do empreendimento;

·       Atividade exercida;

·       Classificação dos resíduos gerados;

·       Quantidade dos resíduos gerados;

·       Descarte;

·       Armazenamento;

·       Destinação.

 

COMO VOCÊ PODE IMPLEMENTAR O PRGSS NA SUA EMPRESA?

 

O prazo de elaboração do PGRSS é de aproximadamente 07 dias após o levantamento das informações padrões para a emissão do PGRSS, bem como a confirmação do pagamento.

 





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    COMO USAR A TECNOLOGIA A FAVOR DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO       Quando falamos de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), p...