quarta-feira, 16 de abril de 2025

 



 

RISCOS PSICOSSOCIAIS

 

 


 

Entenda como os riscos psicossociais podem afetar a saúde dos funcionários de uma empresa.

Riscos psicossociais são deficiências encontradas nas etapas de conceção, organização e gestão do trabalho.

Dessa forma, eles evidenciam problemas decorrentes de um contexto social instável, com efeitos negativos na saúde do trabalhador (a).

Por sua vez, esses efeitos podem atingir o estado psicológico, físico e social, onde o resultado final gera estresse, esgotamento e pode provocar doenças como a síndrome do pânico, transtorno de estresse pós-traumático e até a depressão.

Em resumo, os riscos psicossociais são todos aqueles riscos que expõem os trabalhadores a uma fragilidade mental, física, social ou ergonômica, gerando malefícios à saúde.

 

Fatores de risco psicossociais

São todas as situações que geram impactos na saúde do trabalhador (a) favorecendo o surgimento de distúrbios:

·       Jornada de trabalho excessiva 

·       Horas extras não pagas 

·       Acidentes de trabalho 

·       Insegurança na execução das atividades

·       Exigências contraditórias

·       Assédio sexual ou psicológico

·       Violência física e verbal 

·       Tratamento injusto ou vantagens seletivas

 

Impactos dos riscos psicossociais na saúde dos trabalhadores

Organização Internacional do Trabalho - OIT é uma entidade da ONU que estuda e promove a igualdade de trabalho de homens e mulheres no que diz respeito à dignidade, segurança, equidade e liberdade no trabalho.

Neste caso, a organização tem a função de orientar, analisar e recomendar práticas e ações benéficas para a saúde psicossocial dos trabalhadores.

Por sua vez, as consequências dos riscos psicossociais interferem diretamente nos recursos humanos de uma empresa.

Em outras palavras, a inadequada gestão dos riscos psicossociais no trabalho favorece o aparecimento de transtornos mentais, variações negativas na inteligência emocional e impactos na qualidade de vida.

Entretanto, assegurar a saúde ocupacional e implementar um plano de atenção psicossocial nas empresas é a única maneira de diminuir os casos de afastamentos e licenças decorrentes desses eventos no ambiente de trabalho.

 

Contudo, os principais efeitos dos riscos psicossociais são:

·       Desempenho abaixo do esperado

·       Aumento da taxa de absenteísmo (afastamento por doenças)

·       Ocorrência do presenteísmo (trabalhador (a) indo trabalhar mesmo estando doente).

·       Ocorrência frequente de acidentes e lesões

·       Risco cardíaco e mental aumentado 

 

Quais são as Doenças Psicossociais?

Chama-se doenças psicossociais todas aquelas patologias que resultam em danos psicológicos que possuem relação com o ambiente de trabalho.

Além disso, é importante ter noção de que as doenças psicossociais podem desencadear outros problemas de saúde como artrite, AVC, problemas respiratórios e alterações hormonais.

 

Atualmente, as principais doenças psicossociais são:

Depressão

É caracterizada pelo desinteresse pelas atividades pessoais e profissionais, gerando desânimo, tristeza e desmotivação profunda no trabalhador (a).

 

Síndrome do Burnout 

A síndrome de Burnout acontece quando ocorre um esgotamento físico e mental no ambiente de trabalho, produzindo sintomas como isolamento, agressividade, baixa concentração e dificuldades na memória.

 

Transtorno do estresse pós-traumático - TEPT 

É um problema de saúde onde o trabalhador (a) não se recupera adequadamente de um trauma ocorrido no trabalho, como acidentes ou bullying. 

Como resultado, não consegue mais desempenhar a função como antes ou perde o interesse pelas atividades e na comunicação interpessoal.

 

Síndrome do pânico 

É um distúrbio psicossocial que gera medo, angústia, mal-estar e falta de ar em situações como falar em público ou ficar confinado (a) em um ambiente apertado.

 

Ansiedade Crônica 

A ansiedade crônica é resultado do excesso de preocupação, tanto na vida pessoal como no trabalho.

Neste caso, é caracterizada por sintomas como irritação, fadiga, falta de concentração ou distúrbios alimentares.

 

Dicas para manter a saúde psicossocial dos trabalhadores

1- Crie um programa de apoio a saúde mental e psicossocial

Uma das maneiras de controlar e diminuir os riscos psicossociais nas empresas baseia-se na criação de programas de apoio à saúde mental.

Neste caso, é interessante que os trabalhadores tenham à disposição profissionais capacitados capazes de ouvir suas dores e oferecer suporte.

Dessa forma, a ajuda de um psicólogo, terapeuta ou médico é fundamental para minimizar riscos como o estresse ou traumas.

2- Incentive atividades que promovam o bem-estar físico e mental 

Outra maneira de manter a saúde psicossocial dos trabalhadores consiste em benefícios voltados para o bem-estar físico e psicológico.

Nesse sentido, a empresa pode oferecer parcerias com massagistas, academias e clínicas particulares.

No entanto, medidas simples como a instalação de uma área de lazer e descanso, horta comunitária ou a compra de uma máquina de massagens são tão eficazes quanto.

3- Treine corretamente seus gestores e diretores

É comum encontrar lideranças que não entendem bem a relação entre o trabalho e saúde mental, tornando mais fáceis erros por parte da empresa.

Neste caso, é fundamental treinar as lideranças para que desenvolvam habilidades relevantes na resolução de conflitos e principalmente que saibam mediar os riscos mentais e psicológicos que o trabalho pode gerar.

Além disso, a comunicação e as condutas dos gestores e diretores vão influenciar diretamente o comportamento dos funcionários, o que pode ser algo positivo ou negativo, dependendo da capacitação de cada um desses membros.

4- Incentive a comunicação entre as equipes 

O isolamento é a porta de entrada para que os distúrbios psicossociais deem as caras, portanto, é preciso controlar esta questão diariamente.

Na prática, a comunicação deve ser vista como primordial na empresa e todos devem sentir-se seguros em compartilhar seus sentimentos e sensações.

Nesse sentido, faça com que as equipes sempre estejam trocando visões e experiências entre si, e incentive os funcionários a dizer tudo aquilo que concordam ou não.

5- Evite a cultura do “tudo bem não estar nada bem”

Outro erro atribuído a várias empresas é fazerem os funcionários acreditarem que é normal e natural o trabalho provocar abalos na saúde mental.

É comum encontrar líderes que gostam e aplaudem a pressão, competitividade, rivalidade e conflitos pessoais.

Na verdade, este erro pode custar a produtividade de um setor e aumentar os gastos com licenças e assistência. Incentive a equipe a sempre procurar ajuda e jamais normalize o “fora de controle”.

Portanto, os riscos psicossociais aparecem o tempo todo no ambiente de trabalho e é uma obrigação da empresa mediá-los ou eliminá-los, a fim de garantir a saúde física e mental de todos na equipe.

 

 

 

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A IMPORTÂNCIA DA HIGIENE OCUPACIONAL NA INDÚSTRIA QUÍMICA?

 

 


 

Entenda por que a higiene ocupacional na indústria química é importante e como o controle dos riscos químicos é feito.

Contar com um plano eficiente de saúde ocupacional na indústria química é primordial para a saúde dos colaboradores.

Além disso, o controle dos riscos químicos permite que esses perigos estejam sempre dentro dos parâmetros legais, evitando intoxicações e contaminação.

Dessa forma, a higiene ocupacional na indústria química acontece por meio de procedimentos de prevenção, diagnóstico e gerenciamento de substâncias que podem causar prejuízos à saúde dos trabalhadores.

Por sua vez, este setor é tão importante que em 2023 deve movimentar mais de R $70 bi em projetos com gás mais barato.

Por este motivo é tão importante que a higiene ocupacional na indústria química seja alcançada diariamente nas empresas.

Neste artigo, você vai saber um pouco mais sobre esta relação e como a empresa pode montar um plano de defesa eficiente contra a exposição dos elementos nocivos na indústria química. 

 

Papel da higiene ocupacional na indústria química

A higiene ocupacional é o princípio da segurança e integridade física, química e biológica numa indústria química.

A exposição a riscos como radiação, contaminantes, vírus, bactérias e substâncias perigosas acontece sem o menor controle.

 

Desempenha um papel de grande relevância por meio de algumas ações necessárias:

Proteção: A higiene ocupacional garante o controle de substâncias químicas perigosas que podem causar eventos como doenças respiratórias e pulmonares, toxicidade sistêmica, irritações na pele e nos olhos e até câncer.

Prevenção: Com um plano de higiene ocupacional eficiente, a indústria química consegue evitar explosões, incêndios, acidentes graves e descargas elétricas, que se não evitados produzem danos coletivos. Logo, a aplicação das medidas de prevenção torna-se obrigatória.

Cumprimento das leis: A indústria química é regulamentada por leis governamentais específicas. Neste caso, o não cumprimento das normas regulamentadoras pode provocar multas, penalidades e até o fechamento da indústria.

Produtividade: A qualidade do trabalho executado tem relação direta com a segurança e aplicação das medidas preventivas, impactando o ritmo produtivo de uma equipe. Assim, o controle de riscos químicos gera maior motivação, aumenta o bem-estar e alcança maior eficiência e qualidade na produção.

Responsabilidade e sustentabilidade: Garantir a higiene ocupacional na indústria química evita acidentes ambientais e minimiza as agressões ao planeta. Dessa maneira, a empresa desempenha uma responsabilidade social e ambiental íntegra e precisa.

 

Como garantir a saúde ocupacional na indústria química

1- Por meio da análise preliminar de produtos toxicológicos

A análise preliminar de produtos toxicológicos é necessária para conhecer as características toxicológicas dos insumos envolvidos na etapa de produção.

Sendo assim, ela torna viável a elaboração de um quadro de medidas que devem ser implementadas com urgência.

Geralmente, produtos químicos como vapores, gases, poeira, neblina e névoa são os que mais aumentam os riscos de toxicidade.

Por essa razão, devem ser monitorados regularmente, para que o descontrole evite incapacitações ou acidentes graves.

2- Detalhamento do processo de amostras 

O controle de riscos químicos deve ser realizado através de estratégias objetivas, como a amostragem e testes de presença de elementos.

Neste caso, a etapa vai apurar as condições da atmosfera de trabalho e verificar se existem equívocos ou superexposição de elementos nocivos no corpo do trabalhador (a).

Além disso, é importante que as amostras sejam efetuadas em um número adequado, pois quanto maior o número de amostragem, melhor será a credibilidade dos testes.

3- Mapa de riscos 

O mapa de riscos deve ser entendido como a principal meta da higiene ocupacional. Sendo assim, lugares de pouca passagem de ar ou com presença de substâncias inflamáveis devem ter um cuidado redobrado.

No entanto, não são apenas os perigos químicos que devem ser listados e contabilizados. Danos físicos, biológicos e ergonômicos também devem entrar para a conta.

Após conhecer todas as vulnerabilidades, inicia-se a elaboração de um plano de ações preventivas, que tem a finalidade de impedir os perigos e ameaças no mapa de risco.

Para isso, é fundamental conhecer todos os processos e produtos que fazem parte do trabalho, como os insumos, matéria-prima, equipamentos e procedimentos técnicos.

4- Limites de tolerância

Os cálculos para definir a taxa de periculosidade dos agentes químicos são mais complexos que a equação de análises físicas.

Isso acontece porque muitas vezes as medições precisam ter respaldo em exames laboratoriais, para que a análise quantitativa de riscos seja realizada.

Então, a partir dos resultados, o limite de tolerância passa a entrar em vigor, de acordo com as normas regulamentadoras vigentes.

É importante que o limite de tolerância de agentes químicos, físicos ou biológicos seja sempre respeitado.

Caso isso não ocorra, a indústria ficará sujeita a consequências desagradáveis como multas, interdições e processos judiciais, tanto dos trabalhadores quanto da sociedade civil.

5- Seleção dos postos de trabalho mais vulneráveis

Nesta etapa do plano de higiene ocupacional, chegou a hora de decidir quais trabalhadores são os mais indicados para passar pelos estudos.

Dessa forma, quanto maior o tempo de exposição aos riscos químicos, maior é a chance do trabalhador (a) ser selecionado para as análises.

Uma dica eficiente baseia-se na filtragem por Grupos Homogêneos de Exposição - GHE. A empresa deve separar os colaboradores em subgrupos, de acordo com as funções que exercem.

Ao final, participam do grupo de estudos e análises aqueles que estão na linha de frente operacional, que são os que mais estão expostos a perigos químicos regularmente.

6- Adoção de Medidas E Providências

Após diagnosticar, avaliar, medir o grau e os níveis de risco, é hora de agir, através do plano de ações.

É importante que a eliminação de um produto ou substituição por outro menos nocivo deve ser considerada sempre que possível.

Em alguns casos, as soluções mais seguras são a robotização e a automação, mas estes planos dependem exclusivamente dos recursos disponíveis.

Em geral, as soluções de contenção de riscos químicos envolvem a montagem de kits de Equipamentos de Proteção Individual - EPI ou substituição de substâncias por outras menos agressivas à saúde.

Por sua vez, também é necessário um manual para que os trabalhadores possam consultar sempre que surgirem dúvidas a respeito de um assunto.

Os treinamentos de emergência são altamente recomendados, sobretudo em procedimentos de emergência. 

É importante que os manuais e as rotas de fuga estejam sempre à vista, ou seja, devem ser colocados em locais de fácil acesso e grande visibilidade.

 

 

 

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terça-feira, 15 de abril de 2025

 



 

AVALIAÇÃO DE RISCOS AJUDA A PREVENIR ACIDENTES E DOENÇAS OCUPACIONAIS?

 


 

Descubra como a avaliação de riscos é importante na segurança do trabalho e na prevenção de doenças ocupacionais.

Controlar os riscos físicos, químicos e biológicos é fundamental para evitar o surgimento de doenças no ambiente de trabalho.

Além disso, a análise de riscos tem como objetivo prevenir acidentes e tragédias e garante a segurança de todos os envolvidos no processo de trabalho.

Contudo, a avaliação de riscos é um processo complexo e deve ser bem elaborada, a fim de que nenhum detalhe importante seja deixado de lado.

Após ter os riscos identificados, a empresa deve seguir as orientações do profissional responsável pela avaliação e adotar as medidas necessárias.

Neste artigo, você vai entender melhor como a avaliação de riscos previne acidentes e diminui a ocorrência de doenças ocupacionais.

 

Como é feita a avaliação de riscos no local de trabalho 

De modo geral, a avaliação de riscos deve ser feita através de 4 etapas:

·       Identificação dos riscos 

·       Avaliação dos riscos 

·       Soluções para prevenção

 

Implementação das estratégias de contenção 

1- Identificação dos riscos

De início, a avaliação de riscos começa com uma análise aprofundada sobre o ambiente de trabalho.

Nesse sentido, é necessário analisar todos os setores, considerar as atividades desenvolvidas em cada um deles, assim como os equipamentos utilizados.

Dessa forma, a empresa tem todos os riscos identificados. Em seguida, o profissional responsável por realizar a avaliação deve apontar cada risco encontrado e estabelecer o nível de cada um deles.

Neste caso, a gestão de risco começa com o detalhamento de todos os aspectos que interferem na segurança.

Por sua vez, o nível de risco é um valor estabelecido que fornece as informações sobre a quão grave determinada situação se encontra.

2- Avaliação dos riscos

Após todos os tipos de riscos serem identificados, o responsável deve avaliar cada um deles de forma isolada.

Logo, é preciso que as deficiências de cada setor e de cada equipamento de trabalho sejam expostas.

Por sua vez, este passo é importante para que as primeiras soluções e medidas de prevenção possam ser adotadas na próxima etapa.

Em resumo, esta etapa da avaliação de riscos pode calcular as estatísticas e necessidades de adequação de cada falha.

O intuito final é fornecer informações precisas sobre a gravidade de cada problema e em que situação a empresa se encontra no que diz respeito a negligências.

3- Soluções de Prevenção e Gerenciamento

A terceira etapa consiste na busca pelas melhores medidas de prevenção, a fim de solucionar os riscos e garantir segurança para todas as partes interessadas.

Na prática, as normas regulamentadoras são usadas como base para traçar as soluções mais adequadas.

Além disso, seguindo as determinações das normas, a empresa evita que multas e sanções sejam aplicadas.

O mesmo pode-se dizer das chances de processos trabalhistas em casos de acidentes ou doenças ocupacionais, que são zeradas através da implementação das soluções e por meio do Programa de Gerenciamento de Riscos.

4- Implementação das estratégias de contenção 

Após serem identificados, avaliados e solucionados é hora de os riscos serem eliminados totalmente, através da implementação do plano de contenção.

Este processo é realizado através da elaboração de documentos oficiais, que devem conter todas as informações sobre cada risco e quais serão as soluções.

Na prática, esta etapa serve como molde do que está por vir como: 

 

Substituição de equipamentos defeituosos

Orientações sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual - EPI

Treinamentos necessários 

Cursos relacionados a assuntos específicos da segurança no trabalho

Cronograma de metas e objetivos

Monitoramento das taxas de adesão e controle 

Campanhas de conscientização 

A partir daí a empresa deve garantir que os riscos sejam eliminados e não voltem a ocorrer no espaço de trabalho.

Benefícios da avaliação de risco no ambiente de trabalho 

É evidente que a avaliação de riscos promove diversas vantagens, tanto para o empregador quanto para os funcionários. Contudo, os principais benefícios proporcionados à empresa são:

Prevenção de acidentes

Como é capaz de identificar todos os riscos e perigos no trabalho, a avaliação de riscos proporciona a adoção de medidas preventivas adequadas.

Dessa forma, ela reduz a probabilidade de acidentes e lesões nos funcionários, tornando o local de trabalho mais seguro.

De acordo com dados mais recentes, somente em 2022 ocorreram mais de 600 mil acidentes de trabalho no Brasil.

 

Evita penalidades e zera as chances de interrupção das atividades

A avaliação de risco é pautada nas determinações de órgãos governamentais, que a torna obrigatória e legal.

Isso significa que a empresa que realiza a avaliação de riscos e adota todas as soluções na prática cumpre todas as normas de saúde e segurança no trabalho.

Por sua vez, essas ações evitam que multas e penalidades financeiras sejam aplicadas no empregador.

Além disso, garantem que a empresa possa continuar exercendo suas atividades em tempo integral.

 

Aumento da produtividade

A melhoria da eficiência e da produtividade dos trabalhadores é outro benefício proporcionado pela avaliação de riscos.

Afinal de contas, funcionários bem seguros têm maior motivação para o trabalho e não precisam se preocupar frequentemente com as consequências de um trabalho perigoso.

É importante informar que a baixa produtividade e aumento das taxas de absenteísmo possuem relação direta com a sensação de insegurança e desvalorização no trabalho.

Redução de custos 

Os gastos com prevenção e adoção de medidas profiláticas são bem menores que os gastos com indenização e pagamento de direitos trabalhistas obrigatórios, em virtude de acidentes de trabalho.

Além disso, quando um trabalhador (a) é afastado (a), a empresa precisa mover-se rapidamente para encontrar outro profissional, o que pode ser uma tarefa difícil, principalmente se envolve atividades que exigem capacitação e especialização técnica.

Nesse sentido, a avaliação de riscos é uma forma de organizar as despesas da empresa e provoca redução de custos considerados evitáveis.

 

Criação da cultura de segurança no trabalho

Por fim, a avaliação de riscos promove a conscientização e demonstra a importância da segurança no trabalho.

Como ela envolve todos os trabalhadores da empresa e precisa da participação e cooperação de todos, é fundamental para que a cultura da segurança seja instalada.

Portanto, a relação positiva entre a avaliação de riscos e a garantia da saúde e segurança dos trabalhadores é evidente e deve ser alcançada todos os dias.

 

 

 

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COMO ELABORAR UM PROGRAMA DE HIGIENE OCUPACIONAL EFICIENTE?

 


 

Entenda como implementar um programa de higiene ocupacional eficiente na empresa.

higiene ocupacional deve ser uma das maiores preocupações das empresas, afinal, ela garante a segurança do trabalho e controla os riscos físicos, químicos e biológicos.

Dessa forma, a adoção de medidas de controle eficientes diminui a incidência de doenças relacionadas ao trabalho.

No entanto, o grande desafio baseia-se em acertar no programa de higiene do trabalho, que é realizado através do reconhecimento, avaliação e controle de riscos.

 

O que é higiene ocupacional? 

A higiene ocupacional pode ser entendida como uma área da SST (Saúde e Segurança do Trabalho) que tem como objetivo identificar, avaliar e controlar os riscos do trabalho.

Sendo assim, ela promove a saúde e segurança dos trabalhadores, e é fundamental para prevenir doenças ocupacionais e lesões graves.

 

De maneira geral, a higiene ocupacional preocupa-se com aspectos relevantes que podem impactar a saúde dieta e indireta dos funcionários como:

·       Excesso de ruídos

·       Exposição a substâncias periculosos 

·       Radiação

·       Calor 

·       Frio 

·       Inalação de poeiras e gases tóxicos

·       Presença de bactérias e vírus causadores de doenças 

 

Qual a importância da higiene ocupacional nas empresas?

Manter a higiene ocupacional no ambiente de trabalho é fundamental para a saúde do trabalhador.

Além disso, ela garante a diminuição dos custos com substituição de funcionários ou licenças médicas decorrentes de acidentes de trabalho.

Em outras palavras, o controle de riscos ambientais possibilita a redução de doenças ocupacionais e garante o bem-estar de todos os membros de uma equipe.

Quando a higiene ocupacional é negligenciada, a empresa passa a ter impactos negativos na produtividade, fica à mercê de multas e sanções dos órgãos reguladores e diminui a porcentagem de lucro.

Tudo que envolve segurança no trabalho e controle de riscos é higiene ocupacional e deve ser gerenciado pelo empregador.

 

Dicas para elaborar um programa de higiene ocupacional eficiente na empresa 

1- Contrate apenas profissionais qualificados 

O primeiro passo para a implementação de um programa de higiene ocupacional é a contratação de profissionais especialistas em segurança no trabalho.

É importante saber que por determinação da lei, apenas um médico ou engenheiro do trabalho podem ser os responsáveis pelas avaliações e laudos associados à higiene ocupacional.

2- Utilize ferramentas eficientes na análise de risco 

É necessário que o mapa de riscos esteja à disposição de todos aqueles que circulam pelas dependências da empresa.

Por sua vez, a análise quantitativa dos perigos é o método mais eficaz para a análise. Assim, a identificação e definição dos níveis de risco permitem que metas e limites aceitáveis sejam estabelecidos corretamente.

Dessa maneira, este ciclo deve ser repetido sempre que houver mudanças nas etapas de trabalho, já que modificações podem eliminar perigos antigos e proporcionar novos perigos.

3- Avalie periodicamente a qualidade dos EPIs, uniformes e roupas de trabalho 

Outro aspecto fundamental na elaboração do programa de higiene ocupacional é a supervisão do equipamento de proteção individual.

Dessa forma, cada EPI deve ser mantido em condições adequadas de uso, e a empresa deve fornecer opções extras em caso de quebra ou defeito.

O mesmo pode-se dizer dos uniformes e roupas especiais para a execução de alguns trabalhos, que devem passar por desinfecção regular e oferecer proteção integral.

4- Controle a jornada de trabalho dos funcionários 

É fato que a jornada de trabalho deve ser respeitada, de acordo com as determinações da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT.

No entanto, é comum que trabalhadores ultrapassem o horário limite, aumentando as chances de sobrecarga no trabalho, aparecimento do estresse e perda da atenção.

Como essas questões estão diretamente relacionadas a casos de acidentes e adoecimento, o programa de higiene ocupacional deve controlar adequadamente estes parâmetros.

Logo, é necessário que o ponto eletrônico seja respeitado e em hipótese alguma os trabalhadores devem deixar de batê-lo.

5- Possua um cronograma de limpeza eficiente

Os perigos químicos e biológicos são a maior ameaça na falta de limpeza ou inexistência de um cronograma de desinfecção de ambientes.

Nesse sentido, um bom programa de higiene ocupacional deve preocupar-se com a manutenção higiênica da área de trabalho.

Para isso, opções como o controle de pragas e destino adequado do lixo são fundamentais. Além disso, áreas coletivas como cozinha, banheiro e salas de descanso também devem fazer parte do cronograma de limpeza.

6- Ofereça treinamento constante

As medidas de prevenção e controle de riscos devem ser reforçadas sempre que possível, pois este é o único meio dos trabalhadores não as esquecerem.

Dessa maneira, os cursos e treinamentos em segurança do trabalho devem ser oferecidos constantemente, principalmente aqueles que dizem respeito a segurança individual e coletiva.

Também é importante que toda a equipe seja treinada sobre o que fazer em caso de incêndios, vazamentos ou tragédias naturais.

Assim, a empresa não corre o risco de ser acusada de negligenciar a segurança do trabalho, e a assinatura dos trabalhadores sobre a participação em treinamentos e capacitação sempre deve ser realizada.

7- Estabeleça metas e objetivos

O programa de higiene ocupacional não deve ser elaborado apenas na teoria, a prática é a questão mais importante.

Esta etapa é o que define o sucesso ou fracasso das estratégias de controle de risco de uma empresa.

Portanto, de acordo com os riscos identificados, os responsáveis devem definir metas a serem alcançadas.

Contudo, a única maneira dessas metas serem atingidas é através da sua prática. Alguns exemplos de metas importantes na saúde ocupacional são:

Limite de ruídos

Redução da exposição de substâncias químicas 

Diminuição de advertências causadas por negligência tanto dos trabalhadores quanto da equipe responsável pela aplicação do plano.

8- Faça campanhas de conscientização

Ainda que o programa de higiene ocupacional seja implementado e seguido por todos, é importante que ele seja divulgado abertamente.

Neste caso, a divulgação de informações importantes, campanhas de conscientização e reuniões para resolução de problemas são alternativas interessantes e precisas.

Lembre-se que quanto maior for o grau de envolvimento dos funcionários no programa de higiene ocupacional, melhores serão os resultados.

Todavia, resultados positivos garantem a satisfação dos trabalhadores, redução de demissões, aumento do lucro e o principal, a segurança do trabalho.

 

 

 

 

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segunda-feira, 14 de abril de 2025

 



 

RISCOS DA JORNADA EXAUSTIVA PARA SUA EMPRESA E COMO ABANDONAR ESSA PRÁTICA

 

 


 

A jornada exaustiva traz inúmeros malefícios ao trabalhador e à empresa, por isso são necessárias estratégias, como o controle de ponto, a mudança de metas e planejamento e a delegação de tarefas, para abandonar essa prática e fornecer um ambiente de trabalho que garanta a saúde física e mental do colaborador.

A legislação trabalhista brasileira, determina vários limites sobre jornada de trabalho. Em regra, o trabalhador pode trabalhar por 08 horas diárias, sem que ultrapasse 44 horas semanais, ou 12 horas seguidas, e após o turno descansar por 36 horas.

Porém, apesar de expresso em lei, várias empresas têm por costume obrigar o trabalhador a exceder o tempo da jornada de trabalho, de modo a prejudicar o empregado em alguns direitos, como a segurança, saúde, descanso e convívio social e familiar.

Recentemente, a Justiça do Trabalho reconheceu dano existencial em casos de trabalhadores submetidos a jornada de trabalho exaustiva, condenando a empresa a pagar para os trabalhadores indenizações em dinheiro para compensar as violações ocorridas.

A jornada exaustiva é o que acontece quando o empregado permanece trabalhando além da jornada de trabalho de forma costumeira, de modo a comprometer seu bem-estar físico e mental.

Engana-se o gestor que ainda acredita que quanto mais horas de trabalho o funcionário entrega, mais retorno a empresa tem, afinal de contas, já abandonamos há muito tempo as crenças limitadas da revolução industrial, que submetia o empregado a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, por 16 horas diárias, praticamente sem direito a descanso. 

Tal situação, nos tempos atuais, caracterizaria trabalho escravo contemporâneo, enquadrando o empregador nas práticas do artigo 149 do Código Penal (tratar alguém em condição semelhante à de escravo).

É muito difundido os riscos causados ao trabalhador vinculados à uma jornada exaustiva, porém ele não é o único prejudicado.

Ao submeter o empregado a uma jornada de trabalho exaustiva, a empresa perde o rendimento, diminui a produção, e ainda pode ser condenada a pagar por uma indenização na justiça. 

Por isso, garantir a saúde do trabalhador é investir para conseguir mais resultados.

 

Os maiores prejuízos a empresas causados por permitir ou incentivar os funcionários a cumprirem jornadas exaustivas são:

 

1. Baixa produtividade

O trabalhador que cumpre uma jornada exaustiva está constantemente cansado. Um empregado cansado jamais entregará a mesma produtividade e resultado que um colaborador desperto.

Além disso, a jornada exaustiva leva o trabalhador a abandonar momentos de lazer e descanso, de modo a permanecer desmotivado, pois, apesar de ganhar dinheiro, não possui momentos para usufruir dele com a família e amigos.

2. Colaborador doente

As jornadas exaustivas são as principais causadoras da exaustão profissional, que evolui para doenças psicológicas como ansiedade, depressão e crise de Burnout. Além disso, pode provocar sintomas físicos, como dores de cabeça, coluna e gástricas.

Uma empresa com vários funcionários submetidos a uma jornada exaustiva, também precisa lidar com faltas para idas ao médico, atestados para realização de exames, consultas, e, em casos mais graves, até o afastamento por doença laboral do colaborador.

3. Problemas com clientes

Caso sua empresa lide com atendimento aos clientes, submeter o funcionário a jornadas exaustivas de trabalho pode gerar problemas. Isso porque, um funcionário cansado não consegue realizar um bom atendimento. A uma porque sem o descanso necessário, a pessoa não tem capacidade de resolver contratempos de forma rápida e eficiente; a duas porque o colaborador pode apresentar problemas de comunicação ao se submeter ao cansaço extremo.

4. Violação às leis do trabalho

Como já mencionado, a legislação trabalhista proíbe a prática de jornada exaustiva. Se sua empresa insiste em não se adequar à legislação, poderá ter como consequência processos judiciais, além de ser condenada a pagar por indenizações pelas horas extras trabalhadas e pelo dano existencial causado ao empregado.

5. Prejuízo a imagem da empresa

Caso a empresa fique conhecida no mercado de trabalho como um local que não segue a legislação trabalhista, profissionais eficientes e bem qualificados vão se negar a trabalhar neste estabelecimento.

Além disso, é possível que os próprios funcionários da empresa passem a pedir demissão, aumentando a rotatividade de empregados, sem que nenhum verdadeiramente eficiente permaneça.

Por fim, os processos judiciais são públicos, e qualquer pesquisa na internet vai mostrar o número de ações trabalhistas que a empresa possui.

 

Como controlar essa prática na empresa

Caso sua empresa esteja encontrando problemas para manter uma jornada de trabalho saudável, é possível que a questão seja a gestão de tempo, tarefas e metas.

O empregador é o responsável por controlar a jornada de trabalho, de modo que a ele cabe impedir que o trabalhador faça mais de 2 horas extras diárias de forma habitual.

 

O gestor pode adotar algumas estratégias para evitar enfrentar esses problemas:

1. Faça o controle de ponto

Cabe ao gestor identificar se seus empregados estão trabalhando além das horas permitidas por lei. Por isso é importante realizar o controle de ponto dos funcionários, além de conferir periodicamente se há alguma pessoa extrapolando a jornada de trabalho.

Caso isso ocorra, convém o gestor conversar com esse colaborador para identificar o problema e, de forma conjunta, tentar resolver o dilema para que ele termine suas tarefas dentro do período permitido na legislação.

2. Reveja planos, metas e planejamento

O motivo da jornada exaustiva, pode ser a divisão inadequada de funções e tarefas. A partir do momento que as demandas destinadas a um colaborador não estão sendo finalizadas a tempo, há um problema de gestão.

Pode ser que a solução seja contratar mais funcionários, ou delegar as tarefas para outros encarregados. O que não pode ocorrer é a empresa exigir do funcionário metas que não podem ser cumpridas nos horários habituais.

3. Invista em Treinamentos

Seja para capacitação da equipe, ensinar sobre gestão de tempo ou organização, treinamentos sempre são bem-vindos.

Funcionários que possuem conhecimentos de qualidade relacionados às atividades desempenhadas, são capazes de desenvolver tarefas mais rapidamente. 

4. Forneça um ambiente de trabalho adequado

Preocupar-se com a saúde laboral, ergonomia, iluminação, equipamentos adequados, ferramentas de trabalho novas e funcionais, etc., também interfere na produtividade do trabalhador que, por estar em um ambiente adequado, consegue entregar suas demandas mais rapidamente. 

Para identificar problemas de ergonomia na sua empresa, e encontrar soluções eficientes promovendo um ambiente de trabalho saudável para seus colaboradores, conte com o programa de ergonomia.

 

 

 

 

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TREINAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

 


 

Os treinamentos de segurança do trabalho garantem segurança e evitam a ocorrência de doenças ocupacionais. Entenda como.

A importância dos treinamentos de segurança do trabalho está cada dia mais evidente nas empresas.

Afinal, os custos com prevenção são menores que os custos com amparo ao trabalhador, que envolvem licenças, indenizações e substituição.

Nesse sentido, é preciso entender como os treinamentos são essenciais no ambiente de trabalho.

Todavia, os treinamentos em segurança do trabalho são redigidos pelas NR’s).

Em outras palavras, são obrigatórios e têm como objetivo controlar a incidência de riscos químicos, físicos e biológicos.

 

O que é segurança do trabalho?

Antes de continuar falando mais sobre os treinamentos é importante saber do que se trata a segurança do trabalho.

Segurança do trabalho é a área da empresa que cuida da segurança e saúde dos trabalhadores, exercendo um papel decisivo na redução de acidentes de trabalho.

Além disso, a segurança do trabalho trabalha com foco na identificação e adoção das medidas de prevenção.

Nesse sentido, ela garante o bem-estar dos trabalhadores e implementa ações eficientes como o uso dos equipamentos de proteção individual ou as medidas de primeiros socorros.

 

Vantagens dos treinamentos de segurança do trabalho

As principais vantagens dos treinamentos em segurança do trabalho são:

·       Prevenção de acidentes 

·       Eliminação de riscos 

·       Motivação da equipe 

·       Aumento da produtividade

·       Responsabilidade social 

·       Cumprimento das leis governamentais

 

Qualidade de vida para os trabalhadores

·       Diminuição da tensão causada por atividades estressantes ou de impacto 

·       Aumento da qualidade dos serviços

·       Redução de custos trabalhistas e operacionais 

 

Motivos para ter um programa de treinamentos de segurança na empresa 

1- Cultura Preventiva e Padronização de hábitos seguros 

A cultura de treinamentos é facilmente identificada em empresas onde o trabalho em espaço confinado é uma realidade.

Neste caso em específico, ela diz respeito sobre como cada empresa lida com as questões referentes aos riscos e exposição de elementos nocivos.

Dessa forma, adquire-se uma cultura preventiva e a padronização de hábitos seguros torna-se rotina.

Por sua vez, estas condições são essenciais para a instalação de um clima seguro e acolhedor, sobretudo, na hipótese de eventos não programados.

2- Compromisso com os direitos e deveres dos trabalhadores

A segurança do trabalho pode ser imprescindível em alguns tipos de trabalho, como os serviços em eletricidade ou manuseio direto de substâncias químicas ou inflamáveis.

Ao prevenir acidentes e evitar doenças ocupacionais, a empresa está garantindo os direitos e deveres dos trabalhadores, que são invioláveis.

A política de treinamentos é uma das formas mais inteligentes e respeitosas de demonstrar o valor que a equipe possui para a empresa.

3- Conformidade com as leis de saúde e segurança do trabalho

Os treinamentos de segurança são obrigatórios nas empresas e capacitam a equipe para que o reconhecimento, avaliaçãocontrole de riscos seja realizado diariamente.

A empresa deve oferecer todo o suporte para que os treinamentos atendam as especificações das Normas Regulamentadoras.

É importante entender que o principal objetivo dos treinamentos em segurança não é atender às normas trabalhistas, mas sim adotar medidas de prevenção eficazes e que geram resultados na segurança do trabalho.

4- Prática que leva a perfeição

Não existe outra maneira de aumentar a segurança no trabalho do que a prática diária de procedimentos de segurança e capacitação adequada da equipe.

Nesse sentido, ações como as campanhas de conscientização e a semana interna de prevenção de acidentes de trabalho saem do papel e viram realidade.

Os treinamentos vão tornar-se cada vez mais frequentes e rotineiros, gerando um clima organizacional positivo e muito bem receptivo.

5- Redução de despesas e custos operacionais 

Outro motivo para que toda empresa tenha uma cultura de treinamentos diz respeito à redução de custos trabalhistas e operacionais.

Os custos trabalhistas são aqueles advindos com demissões, pagamentos de indenizações, assistência médica e social e gastos com novas contratações.

Os treinamentos contribuem significativamente para a redução destes custos, já que evitam a chance dessas ocorrências.

O mesmo pode-se dizer dos custos operacionais, já que o treinamento e capacitação promove redução de gastos com manutenção e conserto de máquinas e equipamentos.

6- Aumento da produtividade e melhora da qualidade dos serviços

Os treinamentos de segurança também conseguem impactar a cadeia produtiva e a qualidade dos serviços.

Nesse sentido, funcionários inseguros dificilmente têm boa vontade de trabalhar, o que possibilita até mesmo o surgimento de abalos psicológicos e mentais.

O resultado final é uma produtividade mediana e de qualidade duvidosa, já que nem todas as etapas são realizadas adequadamente.

Os treinamentos em segurança do trabalho também influenciam no ritmo de produção e na qualidade de produtos e serviços oferecidos.

 

Principais Treinamentos de Segurança Obrigatórios 

Programa de Proteção Respiratória (PPR)

O PPR tem como objetivo orientar o uso correto dos equipamentos de proteção respiratória, evitando a inalação de substâncias nocivas ou de agentes causadores de doenças.

 

Programa de Conservação Auditiva (PCA)

Este programa preserva a saúde e integridade física dos trabalhadores expostos a ruídos, prevenindo surdez e a poluição sonora.

 

CIPA

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é um grupo que realiza treinamentos frequentes com a intenção de fazer com que os membros eleitos encontrem medidas de prevenção para doenças e acidentes de trabalho.

NR-06: Equipamento de Proteção Individual - EPI 

Esta norma regulamentadora destina-se a oferecer informações e regras para proteção de riscos que ameaçam a segurança e saúde da equipe.

Dessa forma, ela demonstra como os equipamentos de proteção individual devem ser usados, limpos e conservados, evitando novas ameaças.

NR-20: Segurança do trabalho com inflamáveis e combustíveis

A NR-20 tem a missão de capacitar os funcionários para trabalhos em áreas de risco. Sendo assim, dispõe sobre medidas protetivas em atividades como extração, armazenamento, produção, transferência, manuseio e manipulação de líquidos combustíveis, gases liquefeitos e outros produtos inflamáveis.

NR-23: Treinamento de combate a incêndio

Como é de se esperar, a NR-23 diz respeito a tudo que envolve as medidas de prevenção e combate a incêndios. Além disso, o treinamento de combate a incêndio é obrigatório a todos os funcionários, de acordo com as diretrizes da norma.

NR-26: Sinalização de segurança e GHS

Esta norma obriga a realização de treinamentos para conhecimento de substâncias e compreensão dos rótulos dos equipamentos de segurança.




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