quarta-feira, 14 de agosto de 2024

 






 

UTILIZE MÚLTIPLOS AMOSTRADORES COM APENAS UMA BOMBA

 

 


 

Realizar coletas de agentes químicos às vezes pode ser um processo trabalhoso e caro, especialmente quando o mesmo agente químico não pode ser coletado pelo mesmo amostrador. Isso pode exigir coletas em dias diferentes ou o uso de duas ou mais bombas de amostragem. Diante desta necessidade, foi desenvolvido um acessório inovador que permite a coleta com um ou mais amostradores utilizando uma única bomba, conhecido como coletor múltiplo.  

 

Amostradores de baixa vazão

Para realizar coletas em baixa vazão, diversas bombas de amostragem utilizam um acessório conhecido como redutor de vazão. Este redutor é acoplado a um suporte destinado ao amostrador. Geralmente, este acessório vem com um suporte único, porém, existem fabricantes que disponibilizam modelos capazes de acomodar dois ou mais amostradores. O redutor de vazão é fundamental para que uma bomba de alta vazão opere em vazões mais baixas, permitindo assim a coleta de uma ampla gama de agentes, incluindo diversos tipos de solventes. 

  

Funcionamento do acessório

O acessório tira proveito das capacidades únicas de pressão constante de alto fluxo da bomba. Essa pressão constante de alto fluxo mantém uma pressão negativa constante no sistema de amostragem, desde a bomba até o acessório. Na amostragem com pressão constante, ajustar a taxa de fluxo em qualquer conexão de mídia não afeta a outra. Da mesma forma, o carregamento de mídia de amostra de um lado não interfere no outro. 

  

Detalhe importante  

Assim como acontece com os redutores de vazão, recomenda-se o uso desses acessórios com equipamentos da mesma marca. A eficiência ao utilizar acessórios de marcas diferentes não é comprovada, portanto, é aconselhável utilizar os acessórios conforme indicado pelo fabricante.

 

 

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COMO CONTRATAR BONS TÉCNICOS DE SST PARA A MINHA CONSULTORIA?

 

 


 

No dinâmico mundo dos negócios, a eficiência e a qualidade dos serviços são essenciais para o sucesso e crescimento de qualquer empresa. Isso é particularmente verdadeiro no campo da Segurança e Saúde do Trabalho (SST), onde a excelência técnica não é apenas desejável, mas absolutamente necessária. Para uma consultoria de SST, a capacidade de oferecer serviços de alta qualidade depende diretamente da competência e habilidade da sua equipe técnica. Como empresário, sua função transcende a execução técnica; ela abrange a gestão estratégica e o desenvolvimento organizacional da empresa.   

Ao assegurar uma equipe técnica competente, você não apenas garante a entrega de um serviço excepcional aos seus clientes, mas também fortalece a posição da sua empresa no mercado, criando um ambiente de trabalho propício para o crescimento e inovação.   

 

Definindo os Requisitos Essenciais para Técnicos de SST 

Antes de iniciar o processo de contratação de um técnico de Segurança e Saúde do Trabalho, é fundamental ter uma compreensão clara das responsabilidades e tarefas que serão atribuídas ao profissional. Essa definição começa com a análise detalhada do perfil da vaga, incluindo as atividades específicas que o técnico deverá executar. Questões-chave a serem consideradas incluem por exemplo: a necessidade de elaboração de relatórios técnicos, a realização de coletas e medições em campo, a gestão e controle de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), e a habilidade de fazer orçamentos detalhados.  

O entendimento dessas responsabilidades permitirá que você estabeleça os requisitos mínimos necessários para o cargo, como qualificações educacionais, certificações específicas, experiência prática relevante e habilidades interpessoais. Isso não só otimiza o processo de seleção, focando em candidatos que realmente atendem às necessidades do cargo, mas também assegura que o técnico contratado será capaz de contribuir efetivamente para os objetivos da sua consultoria em SST. 

  

Identificando os Melhores Canais para Encontrar Candidatos Qualificados 

Encontrar o técnico de SST certo requer a identificação dos canais de recrutamento mais eficazes. Uma estratégia abrangente deve incluir a publicação da vaga em sites especializados em empregos, especialmente aqueles focados em segurança e saúde no trabalho. Estes portais tendem a atrair profissionais já inseridos na área, aumentando as chances de encontrar candidatos com a experiência e qualificações específicas que você procura. Além disso, considerar redes sociais profissionais, como o LinkedIn, pode ser uma maneira eficaz de alcançar um público mais amplo e diversificado. Participar de feiras e eventos da indústria de SST também pode ser uma excelente oportunidade para se conectar com potenciais candidatos e até mesmo observar as habilidades e competências deles em ação. Não subestime o poder das recomendações: entrar em contato com sua rede de contatos profissionais para indicações pode levar à descoberta de talentos escondidos. 

  

Considerando a Formação e Desenvolvimento de Candidatos com Potencial 

Em sua busca pelo técnico ideal, pode ser que você se depare com um cenário onde os candidatos disponíveis não atendam exatamente ao perfil desejado. Nesses casos, é importante considerar a possibilidade de investir no treinamento e desenvolvimento desses profissionais. Muitas vezes, candidatos com o conjunto básico de habilidades e um potencial latente podem se transformar em colaboradores excepcionais após receberem a formação adequada. Esta abordagem não apenas soluciona a dificuldade imediata de preencher a vaga, mas também contribui para a construção de uma equipe dedicada e adaptada às especificidades da sua consultoria. Ademais, formar profissionais internamente permite moldá-los de acordo com a cultura e os processos da sua empresa, resultando em um alinhamento mais efetivo com os valores e objetivos da organização. 





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terça-feira, 13 de agosto de 2024

 





 

POR QUE UM AGENTE QUÍMICO TEM VÁRIOS SINÔNIMOS?

 


 

Na complexa esfera da química moderna, as organizações internacionais estabeleceram regras e padrões rigorosos para a nomenclatura de agentes químicos, buscando uniformidade e precisão na identificação de substâncias. No entanto, apesar desses esforços, ainda prevalecem significativas confusões e desafios. As razões para isso são diversas: a existência de diferentes sistemas de nomenclatura, o legado de nomes históricos e a variedade de idiomas e culturas contribuem para um cenário onde um único agente químico pode ser conhecido por vários sinônimos.  

 

Agentes químicos e seus sinônimos 

Antes da adoção da IUPAC como o padrão universal na nomenclatura científica, diversos outros sistemas eram utilizados, resultando em uma variedade de nomes para os mesmos agentes químicos no mercado e no uso popular. Um exemplo notável é o ‘cellosolve’, mais formalmente conhecido como 2-Etoxietanol, cujo nome comum deriva do produto comercial. No entanto, a geração de sinônimos não se limita a isso. Muitas vezes, traduções diretas de termos em outros idiomas, como ‘Nafta‘, originado do árabe ‘Naft’, ou apelidos, como ‘BTXE’ (referindo-se a benzeno, tolueno, xilenos e etilbenzeno), também contribuem para a multiplicidade de denominações. Essa diversidade de nomenclaturas, embora reflita a rica história e a natureza interconectada da química, pode levar a confusões e desafios na identificação precisa de substâncias. 

 

O número CAS: solucionando a confusão de nomenclaturas 

O número CAS, sigla para Chemical Abstracts Service Registry Number, representa um identificador único para cada substância química catalogada. Este número é atribuído seguindo uma sequência numérica específica que não guarda relação com a estrutura química da substância, mas serve como uma chave inequívoca para sua identificação. Composto por três partes, separadas por hífen, o número CAS elimina a ambiguidade inerente aos múltiplos nomes e sinônimos, permitindo que pesquisadores e profissionais da indústria identifiquem de forma clara e precisa qualquer agente químico.  

Esse sistema é particularmente valioso em contextos em que a nomenclatura pode variar devido a diferenças linguísticas, regionais ou de padrões de nomenclatura. Assim, o número CAS funciona como uma âncora universal, assegurando uma comunicação eficiente e segura dentro da comunidade científica e industrial, independentemente da diversidade de nomes que uma substância possa ter. 

 

Percentual mínimo de um agente químico 

Sinto muito por trazer a má notícia, mas não existe um valor mínimo pré-definido de concentração da substância no produto que determine a necessidade de avaliação de um agente químico. A decisão de avaliar um agente não depende apenas de sua porcentagem na composição do produto, mas também de uma série de outros fatores. Estes incluem a quantidade do produto utilizada, a maneira como é manipulado, as condições ambientais como temperatura e ventilação, as medidas de controle administrativas ou os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s), e especialmente o limite de exposição ocupacional do agente. Por exemplo, o cromo hexavalente tem um limite de exposição muito baixo, apenas 0,002 mg/m³ segundo a ACGIH, tornando qualquer atividade que envolva seu manuseio potencialmente arriscada. Por outro lado, o óxido de magnésio tem um limite de exposição de 10 mg/m³, o que o torna um risco menos provável em condições semelhantes. Portanto, é a combinação desses fatores que orienta a decisão sobre a necessidade de avaliar um agente químico. 





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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: PERCENTUAL DE AGENTES QUÍMICOS EM FDS

 

 


 

Uma Ficha de Dados de Segurança (FDS) de qualidade deve incluir detalhes sobre os agentes químicos contidos no produto, especialmente suas respectivas porcentagens. Essa informação crucial não apenas indica a presença do agente, mas também é fundamental para a avaliação de riscos associados. Mas surge a questão: qual é o percentual mínimo necessário para que um agente químico seja considerado relevante para avaliação?  

 

FDS (Ficha de Dados de Segurança) 

Antigamente conhecida como FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos), a FDS (Ficha de Dados de Segurança) é um documento crucial no manejo de produtos químicos. Ela fornece informações detalhadas sobre as propriedades químicas, os riscos à saúde e ao meio ambiente, medidas de proteção e procedimentos em caso de emergência relacionados a um produto químico específico. A elaboração da FDS é regida pela norma NBR 14725 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), garantindo assim a padronização e a qualidade das informações fornecidas, essenciais para a segurança no manuseio, transporte e armazenamento desses produtos. 

 

Item 3 da FDS: Composição e Informações sobre os Ingredientes 

O item 3 da Ficha de Dados de Segurança (FDS) é dedicado à composição e informações sobre os ingredientes do produto químico. Este item desempenha um papel crucial ao detalhar os agentes químicos presentes, incluindo seu nome, número CAS e seus percentuais na composição. A divulgação precisa desses percentuais é fundamental para avaliar os potenciais riscos à saúde e ao meio ambiente, permitindo aos usuários e profissionais de segurança tomar medidas preventivas apropriadas. Este item, portanto, é essencial para compreender a natureza e a severidade dos riscos associados a cada componente do produto. 

 

Percentual mínimo de um agente químico 

Sinto muito por trazer a má notícia, mas não existe um valor mínimo pré-definido que determine a necessidade de avaliação de um agente químico. A decisão de avaliar um agente não depende apenas de sua porcentagem na composição do produto, mas também de uma série de outros fatores. Estes incluem a quantidade do produto utilizada, a maneira como é manipulado, as condições ambientais como temperatura e ventilação, as medidas de controle administrativas ou os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s), e especialmente o limite de exposição ocupacional do agente. Por exemplo, o cromo hexavalente tem um limite de exposição muito baixo, apenas 0,002 mg/m³ segundo a ACGIH, tornando qualquer atividade que envolva seu manuseio potencialmente arriscada. Por outro lado, o óxido de magnésio tem um limite de exposição de 10 mg/m³, o que o torna um risco menos provável em condições semelhantes. Portanto, é a combinação desses fatores que orienta a decisão sobre a necessidade de avaliar um agente químico. 

 

 

 

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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

 





 

COMO AVALIAR POEIRA DE FARINHA PARA O PGR?

 


 

A exposição ocupacional ao pó de farinha é uma preocupação significativa em diversos ambientes de trabalho, especialmente em indústrias de panificação e moagem. Devido ao seu tamanho reduzido, as partículas de pó de farinha não apenas se dispersam facilmente pelo ar, mas também podem ser inaladas, representando um sério risco respiratório para os trabalhadores. Esta realidade destaca a necessidade de uma identificação e avaliação cuidadosas por parte dos higienistas ocupacionais dentro do seu Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). 

 

Riscos da Poeira de Farinha 

A exposição à poeira de farinha pode acarretar uma série de efeitos adversos à saúde, particularmente relacionados ao sistema respiratório. A inalação frequente dessas partículas, devido ao seu tamanho reduzido, pode provocar sintomas respiratórios severos. Estes incluem tosse, respiração ofegante e desconforto respiratório, muitas vezes similares aos sintomas de asma e bronquite. A preocupação se intensifica ao considerarmos o potencial deste pó em contribuir para o desenvolvimento de condições crônicas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras complicações respiratórias a longo prazo.   

Além dos riscos respiratórios, o pó de farinha também apresenta perigos para outras partes do corpo. Ele pode irritar significativamente os olhos, causando vermelhidão, lacrimejamento e coceira, e em casos de exposição prolongada, pode levar ao desenvolvimento de conjuntivite e outras condições oculares. A pele também é suscetível aos efeitos do pó, com a exposição prolongada podendo causar irritação e ressecamento, resultando em dermatites e outros problemas cutâneos. 

 

Limite de Exposição da Poeira de Farinha

A avaliação correta da exposição à poeira de farinha no ambiente de trabalho exige a identificação precisa de seu limite de exposição conforme estabelecido pela ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists). Importante destacar, na classificação da ACGIH existe um limite específico denominado “Farinha (Poeiras) ”. No entanto, este limite aplica-se exclusivamente a farinhas de trigo, centeio, milhete, cevada, aveia, milho, ou a qualquer combinação destes. É fundamental compreender que nem todas as variedades de farinha se enquadram neste critério específico. Em situações em que a farinha em questão não se ajusta a estas categorias, pode ser necessária a classificação sob a categoria de PNOS (Particulate Not Otherwise Specified), desde que cumpra as três regras definidas para esse limite de exposição. Esta distinção é essencial para garantir a avaliação e o gerenciamento apropriados dos riscos associados à exposição à poeira de farinha no ambiente de trabalho. 

 

Como avaliar a poeira de farinha?

A avaliação da exposição à poeira de farinha, seja enquadrada sob o limite de “Farinha (Poeiras) ” ou como PNOS (Particulate Not Otherwise Specified), é realizada predominantemente através da gravimetria. Este método envolve a coleta de amostras de ar utilizando um cassete, e a concentração de farinha é determinada subtraindo o peso inicial do cassete vazio do peso após a coleta. Embora este método seja eficaz e econômico, ele apresenta uma limitação significativa: a falta de especificidade. Isso significa que outras partículas presentes no ambiente podem interferir na medição, potencialmente levando a uma superestimação dos resultados.  

Adicionalmente, é importante notar que o método de coleta varia conforme o limite de exposição aplicável. Para o limite de “Farinha (Poeiras) ”, a coleta deve ser feita na fração inalável das partículas. Em contraste, quando o limite de PNOS é aplicado, é necessário coletar duas frações distintas: uma respirável e outra inalável.  




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O QUE SÃO OS IMPACTADORES PARALELOS DE PARTÍCULAS

(PPI)?

 


 

 

Embora diversas técnicas e equipamentos desenvolvidos há anos ainda sejam utilizados nas avaliações de agentes químicos para higiene ocupacional, isso não significa que novos métodos de medição não tenham sido desenvolvidos ao longo do tempo. Um dos métodos mais recentes é o PPI (Parallel Particle Impactor), conhecido em português como Impactadores Paralelos de Partículas. Esta abordagem revolucionária está se tornando fundamental em setores como o da mineração, entre outras atividades industriais. 


O que é o PPI?

Os Impactadores Paralelos de Partículas (PPI’s) são amostradores de alto desempenho para coleta de partículas torácicas e respiráveis, e estão disponíveis tanto em formatos descartáveis quanto reutilizáveis. Seu design patenteado une a eficiência de quatro impactadores em apenas um amostrador compacto de alumínio condutor, assegurando uma correspondência precisa com os padrões internacionais estabelecidos para partículas torácicas e respiráveis.   

Os substratos de impactação plásticos porosos e pré-lubrificados usados nos PPI’s, que são descartáveis, minimizam os efeitos negativos do acúmulo e do ressalto de partículas. Isso aumenta a precisão da amostragem ao reter eficientemente partículas maiores e ao diminuir a possibilidade de saturação do amostrador. Diferentemente de outros amostradores, o PPI mantém sua eficácia de amostragem independentemente do tipo de partícula coletada. 

 

Quais os modelos existentes?

Conforme mencionado, esses amostradores estão disponíveis em formatos descartáveis e reutilizáveis, sendo notavelmente leves, pesando apenas 93g. São oferecidas quatro opções distintas:   

O modelo respirável de vazão de 8 L/min proporciona uma sensibilidade elevada na amostragem de sílica e outros compostos com baixas concentrações alvo. É ideal para monitorar tarefas de curto prazo.   

O modelo respirável de vazão de 4 L/min oferece uma opção de fluxo mais alto e é compatível com bombas de amostragem pessoal intrinsecamente seguras.   

O modelo respirável de vazão de 2 L/min é ideal para amostragem TWA padrão.   

O modelo torácico de vazão de 2 L/min é indicado para a amostragem de fluidos de usinagem de metais ou para monitorar TWA em relação a ácido sulfúrico e outros compostos com limite torácico.  

  

Funcionamento do PPI

Cada amostrador PPI incorpora quatro impactadores de pequeno porte na seção de entrada do dispositivo. Cada um desses impactadores possui um ponto de corte exclusivo de 50%, projetado para capturar um segmento específico de um quarto da curva ISO/CEN, garantindo um ajuste preciso ao longo de toda a faixa. Uma bomba de amostragem extrai o ar através do bocal de entrada de cada impactador na placa de entrada. Partículas maiores do que o ponto de corte de 50% de cada impactador são removidas e retidas no substrato de impactação, enquanto as partículas menores continuam sua trajetória em direção ao filtro de coleta padrão de 37 mm para análise subsequente.
  

 



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sexta-feira, 9 de agosto de 2024






 

 

EPI’s PARA MECÂNICO INDUSTRIAL

 


 

 

A rotina de trabalho de um mecânico industrial o expõe a uma série de riscos de acidentes e doenças ocupacionais, desencadeando a necessidade de uso de EPI’s específicos.

Para que seja possível minimizar os riscos causados pelo ambiente de trabalho e evitar acidentes graves, este profissional precisa cumprir sua jornada com o uso de todos os EPI’s corretos de acordo com cada função que irá executar.

Caso você tenha dúvidas quanto a este assunto, neste artigo, nós vamos te explicar um pouco mais sobre o dia a dia de um mecânico industrial, quais suas necessidades e a importância do uso correto de EPI’s como parte do cotidiano do colaborador. 

Dessa forma, será possível realizar a compra coerente de EPI’s para mecânico industrial. Tenha uma ótima leitura!

 

O que é um Mecânico Industrial?

O mecânico industrial é o profissional responsável por instalar e dar a devida manutenção em equipamentos e peças usadas em fabricação industrial, como usinagem e soldagem, por exemplo.

Além disso, o profissional também é capacitado para atuar no desenvolvimento de projetos mecânicos automatizados, para que a indústria funcione em sua máxima performance.

Para atuar no segmento, o colaborador precisa ter um elevado conhecimento sobre todos os processos de segurança do trabalho, para que possa empregar tais informações na busca pela elevação de produtividade na fábrica.

Deve também buscar se manter atualizado em relação às mais diversas áreas da mecânica. Para que possa ter uma atuação relevante e que agrega qualidade para o cotidiano operacional da indústria a partir da aplicação de seus conhecimentos.

Com a constante atualização dos equipamentos e tecnologias, cabe ao mecânico industrial continuar investindo em sua formação para que entregue um trabalho relevante como resultado de seus estudos contínuos.

Lembrando que os conhecimentos em segurança do trabalho, bem como a aplicação das técnicas e o uso de EPI’s, por exemplo, colaboram e muito para a produtividade da empresa como um todo. 

 

Qual a diferença entre Mecânica e Mecânica Industrial?

O mecânico mais conhecido da população é aquele que atua com carros e motos, realizando manutenção das peças e substituição de itens conforme necessidade.

Essencialmente, ambos atuam com manutenção. Entretanto, o mecânico industrial é um profissional especializado na otimização do cotidiano de trabalho na fábrica.

A atuação do mecânico industrial é mais minuciosa e requer alto grau de especialização para que lide com maquinários complexos que devem ser instalados, receber a devida manutenção e otimização para que entregue como resultado uma boa performance de capacidade produtiva.

Ambos os profissionais lidam com equipamentos aquecidos, graxas, lubrificantes, ferramentas afiadas e enfrentam riscos de acordo com o grau de exposição ambiental.

Por isso, é essencial que o mecânico, seja ele de oficina ou indústria, atue com o uso dos EPI’s adequados para cada demanda. Viabilizando que sua rotina de trabalho seja mais segura e eficiente.

Afinal, os acidentes afastam o profissional de sua rotina laboral, causam prejuízos para a saúde e desencadeiam impacto emocional indesejado.

 

EPI’s para Mecânico Industrial

O mecânico industrial é um profissional que deve seguir a NR 6, em relação aos EPI’s que deverá usar durante a jornada de trabalho. Dessa forma, poderá se proteger de todos os riscos da profissão. 

Abaixo, nós elencamos quais são os principais EPI’s que devem fazer parte de seu cotidiano. No entanto, lembre-se que este processo irá depender do Programa de Gerenciamento de Riscos, ok?

 

1.  Respirador

Durante o trabalho, é possível que o profissional inale partículas de resíduos de produtos tóxicos que são usados nos equipamentos. Por isso, é fundamental realizar o uso de respirador (ou máscara de proteção, como também é conhecido) para que não sofra danos em sua saúde no curto ou longo prazo.

 

2.  Óculos de Segurança

Os óculos de proteção usados pelo mecânico industrial devem ter também proteção lateral, para evitar que objetos pontiagudos ou máquinas de solda ocasionem danos para a visão do profissional ao longo da rotina de trabalho. A tonalidade das lentes é muito importante neste processo, e deve ser observada a depender dos riscos encontrados.

 

3.  Protetor Auricular

O profissional que atua como mecânico industrial está exposto aos ruídos de equipamentos, por isso, deverá fazer uso de protetor auricular, com o objetivo de evitar danos para sua audição. Poderá ser tanto do tipo concha, quanto do tipo “plug”.

 

4.  Calçado de Segurança

Não é raro que, atuando com fluídos e equipamentos em manutenção algo acabe respingando e molhando o chão. O uso de calçado de segurança evita o contato da pele com fluidos que podem ser tóxicos, bem como, é responsável por evitar que os pés e dedos do colaborador sofram impactos com a queda de materiais pesados, por exemplo.

 

5.  Luvas de Segurança

O profissional que atua diretamente manuseando equipamentos pode eventualmente ter contato com fluídos tóxicos ou até mesmo queimar ou cortar as mãos. Por isso, o mecânico industrial também deve fazer uso de luvas de segurança adequadas para a função. Visando proteger as mãos de eventuais acidentes. Claro que a escolha também dependerá dos riscos encontrados.

 

6.  Avental de segurança

Muitas vezes também é importante fazer uso de avental, para evitar que respingos de materiais contaminantes, estilhaços, entre outros. Dessa forma, o profissional estará melhor protegido, evitando o risco de contaminação com produtos químicos durante a manutenção de um equipamento, por exemplo.

 

7. Capacete de Segurança

O capacete de segurança é o primeiro EPI a se lembrar quando o assunto é indústria. Dentro destes ambientes, ele deve ser utilizado em variadas situações que apresentam risco para a cabeça dos trabalhadores. Por isso, é mais um equipamento necessário para o mecânico industrial. 

 

Qual a importância do uso de EPI’s para Mecânico Industrial?

Como foi percebido, o mecânico industrial é um profissional que está constantemente exposto a uma série de riscos. Além dos riscos ergonômicos, o profissional também está exposto ao risco de contaminação química, queimadura e acidentes graves.

Portanto, é fundamental que o ambiente laboral do mecânico industrial seja inteiramente adaptado para que o profissional possa ter os riscos minimizados.

Um piso adequado, por exemplo, minimiza as chances de que ocorra um acidente durante a rotina de trabalho ocasionado por escorregão em óleo ou fluído.

Assim como, os EPI’s utilizados pelo mecânico industrial atuam atenuando os riscos que não puderam ser eliminados. Todo gestor sempre deve prezar por atuar em ambas as frentes: oferecendo os EPI’s adequados e ao mesmo tempo, disponibilizando para os profissionais um ambiente adaptado visando a minimização de riscos.

Quando tudo é pensado para que os colaboradores da indústria tenham riscos minimizados, é possível ter um ambiente mais saudável e seguro em relação ao cotidiano de trabalho.

Evitando afastamentos após acidentes, traumas e problemas judiciais que envolvem a indústria por causa de acidentes laborais que poderiam ser evitados.

 

Onde encontrar EPI’s para mecânico industrial?

Com equipe qualificada, é possível esclarecer suas dúvidas enquanto escolhe os melhores equipamentos para proteger sua equipe e evitar acidentes durante a rotina de trabalho.

Garantindo que todas as normas regulamentadoras possam ser seguidas e a empresa não tenha problema algum com os devidos órgãos fiscalizadores.

Com a compra de EPI’s de qualidade, a empresa consegue minimizar custos evitando a troca frequente dos equipamentos de proteção, afinal, os itens de boa procedência apresentam maior durabilidade.

Além disso, são equipamentos que oferecem realmente a proteção adequada para toda a equipe. Afinal, quando o ambiente de trabalho é projetado para proteger a equipe e os riscos são minimizados, todos atuam com a melhor performance e livres de acidentes e problemas.

 

 



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EPI’s PARA INDÚSTRIA METALÚRGICA

 

 


 

Infelizmente, acidentes de trabalho ocorrem no cotidiano de trabalho em diversos setores industriais. Na indústria metalúrgica, isso não é exceção – lesões de funcionários não são incomuns. Portanto, é necessário tomar medidas para reverter essa situação, e o uso de EPI’s para a Indústria Metalúrgica é um bom exemplo.

A produção de metal inevitavelmente exige que os funcionários assumam riscos baixos e altos. No entanto, deve-se notar que, uma vez que todos os funcionários (individual e coletivamente) usem os equipamentos de proteção corretamente e recebam treinamento adequado do departamento de segurança do trabalho, o risco pode ser completamente controlado.

Gosto de dizer que a proteção começa pela informação de qualidade. Sem informação e sem conhecimento, não é possível combater os riscos e atenuar os agentes presentes no ambiente.

Se você tem dúvidas sobre os EPI’s para Indústria Metalúrgica, fique de olho no artigo de hoje e, se precisar de algum destes EPI’s, é só enviar uma mensagem.

 

Os Riscos do trabalho em Metalúrgicas

As metalúrgicas são ambientes muito perigosos para os trabalhadores. Isso porque existe todo um maquinário pesado envolvido nas atividades, além de substâncias que podem prejudicar a saúde do trabalhador se não forem tomadas as devidas providências.

 

Dentre os principais riscos neste ambiente, podemos citar:

·       Ruídos excessivos;

·       Temperaturas extremas;

·       Ergonomia;

·       Vibrações;

·       Intoxicação; e 

·       Radiação.

 

Ruídos excessivos

As máquinas utilizadas na indústria metalúrgica são extremamente ruidosas e por isso é preciso tomar cuidado. Uma exposição prolongada aos ruídos, sem os EPI’s necessários, pode provocar lesões ao trabalhador e, muitas vezes, a longo prazo. 

Além disso, os ruídos ocasionam o estresse, diminuem a produtividade e a capacidade de concentração, e podem até mesmo causar dores. Por este motivo, é indispensável tomar as medidas de segurança adequadas, incluindo os EPI’s para a Indústria Metalúrgica.

 

Temperaturas extremas

Dentro de uma metalúrgica existem alguns profissionais que precisam lidar diretamente com metais em temperaturas elevadíssimas, ocasionando o risco de sofrer queimaduras. 

Além disso, lidar diretamente com o calor, além de ser desconfortável, também pode causar mais danos à saúde. É preciso prezar por um ambiente com boa ventilação e barreiras isolantes térmicas para evitar que os riscos afetem os trabalhadores, além do uso de EPI. 

 

Ergonomia

O risco ergonômico também é muito visto em metalúrgicas, já que os profissionais muitas vezes atuam em posturas inadequadas; baixa iluminação; levantamento de cargas pesadas; entre outros. Todos esses fatores podem desencadear doenças ocupacionais. 

 

Vibrações

Assim como os ruídos, as vibrações são provenientes das máquinas e equipamentos utilizados na indústria metalúrgica. São muito prejudiciais à saúde se não forem tomados os devidos cuidados através das medidas de controle de risco.

As vibrações podem causar desde alterações microvasculares nas mãos e até outras doenças ocupacionais, podendo chegar à osteoporose. 

 

Intoxicação

Os profissionais desta área também estão suscetíveis à pneumoconiose, uma doença causada por poeira inorgânica. Isso ocorre porque a maioria das substâncias dessa poeira são tóxicas se forem inaladas.

Sua toxicidade depende do tipo de substância a partir da qual é produzida. Pode causar envenenamento grave, sem mencionar o potencial de irritação quando entra em contato com os olhos, pele, boca e nariz.

 

Radiação

Existe muita atividade de soldagem dentro de uma metalúrgica e, tendo soldagem, sabemos que tem também todos os riscos que envolvem esta atividade. Como por exemplo, as radiações que, se absorvidas pelo organismo, podem gerar diversos problemas à saúde.

Nesses casos, é necessário um isolamento da fonte do risco, como o uso de um biombo protetor (específico para tal), por exemplo, e é claro o uso de EPI’s. 

 

EPI’s para Indústria Metalúrgica

Como você pode conferir, são muitos os riscos que vemos neste ambiente. E isso que nós só apontamos alguns – a definição final deverá vir do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, que irá inspecionar o local e elaborar as medidas para cada risco.

O PGR também é responsável pela definição dos EPI’s. No entanto, podemos elencar aqui os mais comuns de serem necessários na indústria metalúrgica. 

 

1. Óculos de Segurança 

O uso de óculos de segurança é fundamental para os trabalhadores da metalúrgica, principalmente para os que atuam com solda, devido à sua exposição a altas taxas de radiação e à presença de fumaças e aerossóis. 

Por se tratar de uma área muito sensível e úmida, a exposição do olho humano à radiação sem proteção pode sofrer graves consequências, causando danos irreversíveis à saúde.

Vale ressaltar também que existem diversos tipos de óculos, porém, os mais comuns são aqueles que protegem contra a radiação infravermelha e ultravioleta. ​​​ 

 

2. Botina de Segurança

O calçado também é um importante item de segurança, pois sua função vai além da proteção dos pés. As solas antiderrapantes são imprescindíveis para os funcionários que atuam no setor metalúrgico, pois uma simples queda pode ocasionar graves acidentes de trabalho em determinados ambientes e situações.

Uma das principais funções das botinas, geralmente encontradas em couro, é garantir a qualidade da movimentação do funcionário – isso inclui não apenas proteção, mas também conforto durante a prática das atividades.

Além disso, as botinas de segurança também podem ter biqueiras feitas em aço ou Composite, o que também evita muito acidente que poderia ocorrer com os dedos dos pés.

 

3. Proteção Auditiva

A alta poluição sonora em ambientes metalúrgicos é inevitável, justamente por causa dos ruídos que mencionamos acima. Devido ao funcionamento de máquinas de grande porte, existem diversos processos que acabam gerando altos níveis de ruído. 

Por isso, usar um equipamento para proteção auditiva sem dúvidas é essencial dentro dos EPI’s para Indústria Metalúrgica. Dependendo do nível de isolamento acústico, a proteção auditiva pode ser realizada com itens simples, como protetores auriculares, ou itens mais abrangentes, como aqueles protetores do tipo concha. 

 

4. Capacete de Segurança

Os capacetes de segurança também são equipamentos de proteção individual essenciais para quem trabalha na indústria metalúrgica. Todo equipamento de segurança tem sua devida importância, porém, por proteger a área da cabeça, este é considerado um dos principais.

Seja para proteção contra quedas de objetos ou mesmo qualquer tipo de impacto (aqueles dentro dos níveis de proteção do capacete), o EPI se faz necessário em todas as ocasiões.

 

5. Luva de Segurança

Mesmo que alguns funcionários não usem luvas por causa de alguma queixa de desconforto ou por não acharem que as tarefas que executam representam risco para as mãos, o uso deste EPI é, na maioria das vezes, obrigatório nestes ambientes.

Seja para o carregamento de peças aquecidas ou manuseio de objetos cortantes, a luva de segurança poderá evitar muitos acidentes com as mãos do trabalhador. E utilizando o EPI adequado, ele não implicará em desconforto nem perda da mobilidade.

 

6. Avental

As altas temperaturas são características da maioria dos ambientes de trabalho na indústria metalúrgica. No entanto, o problema com esse fator não está relacionado apenas às consequências físicas que ele causa no corpo humano.

Isso ocorre porque os funcionários expostos ao calor e não protegidos adequadamente podem sofrer uma grave perda de concentração, o que pode levar a distrações que podem levar a lesões no local de trabalho.

Nesse sentido, o avental ajuda protegendo a área do tronco do trabalhador contra as altas temperaturas, como também contra respingos de materiais, por exemplo. 

 

Onde comprar EPI’s para Indústria Metalúrgica

Por ser um ambiente onde existem diversos campos profissionais, com diferentes riscos e diferentes equipes de trabalho, é importante adquirir os EPI’s em uma loja especializada. Muitos distribuidores oferecem condições extremamente vantajosas para atender às empresas que buscam uma quantidade maior de equipamentos.

Não perca mais tempo procurando seus EPI’s para Indústria Metalúrgica em qualquer lugar.

 

 



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quinta-feira, 8 de agosto de 2024

 





 

5 PROFISSÕES MAIS PERIGOSAS DO MUNDO E A FUNÇÃO DOS EPI’s

 

 


 

Você imagina quais sejam as profissões mais perigosas do mundo? 

Em suma, fatores relacionados ao salário, estabilidade, bônus, horários flexíveis, etc. são geralmente considerados na escolha de uma carreira. No entanto, um tópico que nem sempre recebe atenção neste momento é o nível de risco em cada ocupação. 

Aqui na Prometal EPI’s, nós recomendamos que isso também seja levado em consideração, pois quanto mais perigosa a ocupação, maior o risco associado a acidentes de trabalho. Em outras palavras, significa que nessas atividades precisamos levar ainda mais a sério os procedimentos de segurança e o uso de equipamentos de proteção individual. 

No Brasil, os níveis de risco ocupacional são medidos por periculosidade e insalubridade. A insalubridade envolve riscos à saúde dos funcionários. Já a periculosidade, por outro lado, corresponde a colocar a vida do trabalhador em perigo direto. 

Como resultado, os profissionais que atuam em ocupações consideradas mais arriscadas recebem um adicional de risco ou de insalubridade em seu salário. Bem, se você tem dúvidas sobre quais são as profissões mais perigosas do mundo e a importância dos EPI’s, fique de olho em nosso artigo! 

Aqui iremos mostrar a você não só quais as profissões mais perigosas do mundo, como também a lista de profissões mais perigosas aqui em nosso país e a importância dos Equipamentos de Proteção Individual. Acompanhe!

 

5 Profissões mais Perigosas do Mundo

Sabemos que toda profissão tem seus riscos — algumas mais, outras menos, mas algumas muito mais que outras. É o caso das profissões mais perigosas do mundo que são reconhecidas dessa forma devido ao alto número de acidentes de trabalho registrados.

Nesse sentido, o uso de EPI’s torna-se ainda mais importante para resguardar a saúde e segurança física dos trabalhadores que atuam nestas condições. Veja abaixo quais são as 5 profissões consideradas mais perigosas do mundo!

 

1) Profissionais de Indústrias Químicas 

Sem dúvida, esta é uma das profissões com riscos de saúde extremamente elevados. Pois, trabalhar na indústria química expõe os profissionais a uma série de riscos, principalmente relacionados aos materiais utilizados, que podem ser corrosivos, contaminantes ou até mesmo explosivos. 

Além disso, podem causar a morte do trabalhador ou mesmo a perda de membros se expostos diretamente. Por isso, até mesmo o descarte desses materiais exige muito cuidado, seguindo todos os protocolos de segurança.

 

2) Piloto de Avião

As viagens aéreas são consideradas as viagens mais seguras do mundo. Isso porque, além de treinar pilotos e copilotos, as empresas de transporte aéreo levam muito a sério os protocolos de segurança. 

Eles fazem isso porque sabem o quão perigoso é a profissão, e que podem colocar centenas de vidas em risco se forem negligentes. São muitos os fatores internos e externos que podem colocar em risco a vida e a integridade física do profissional. Desde questões técnicas, riscos de queda, explosões até problemas causados ​​por chuva e ventos fortes.

 

3) Peão de Montaria

Quem gosta de assistir a esses eventos, como montaria em touros e rodeios, não conhece os riscos envolvidos. Aqui no Rio Grande do Sul mesmo, onde esse tipo de evento é comum, muitas vezes ninguém sequer pensa nos riscos. 

Este animal pesa várias toneladas e pode se tornar muito agressivo quando se sente assustado. Estamos falando aqui do risco de ser pisoteado, cair feio e até mesmo ser ferido pelos chifres de um animal. 

 

4) Bombeiro

Para salvar outras pessoas em caso de incêndio, os bombeiros se expõem a riscos extremos, não só de queimaduras como asfixia. As queimaduras podem ser de 1º, 2º e 3º grau. Nas queimaduras de terceiro grau, os danos podem atingir os ossos do trabalhador, destruindo completamente todas as camadas da pele.

Ao contrário do que muitos pensam, o papel dos bombeiros não se limita a apagar incêndios. Eles precisam verificar a segurança e emergências envolvendo mercadorias perigosas. Além disso, em resgates técnicos, como resgates em altura e/ou espaços confinados, este profissional também é exigido. 

 

5) Astronauta

Embora seja uma ocupação incomum e tenhamos muito poucos profissionais trabalhando como astronautas, ela tem muitos perigos. A primeira coisa que vem à mente é o risco de atingir um asteroide ou qualquer detrito espacial flutuando. Mas é muito mais do que isso. 

Existem riscos associados a problemas técnicos. Afinal, embora nossa tecnologia tenha sido aperfeiçoada nas últimas décadas, ainda há um longo caminho a percorrer para garantir que as viagens espaciais ocorram. 

Por exemplo, risco de explosão, suporte de vida prejudicado (que converte água em oxigênio respirável), etc. Há ainda um outro risco que poucas pessoas desconhecem: o risco de contrair certos tipos de câncer. 

Isso porque o sol emite muita radiação e nós só não sentimos aqui na Terra porque a mesma tem diversas camadas protetoras que nos protegem dessa radioatividade. Agora, no espaço, os trabalhadores estão expostos diretamente a este risco.

 

E Quais as Profissões mais. Perigosas no Brasil?

Acima nós vimos as 5 profissões mais perigosas no mundo. Mas e no Brasil, como fica esse ranking segundo o número de acidentes de trabalho? É o que veremos a seguir.

 

Trabalhadores de Mineradoras 

De vez em quando vemos um pouco nos noticiários sobre acidentes em mineradoras que acabam com funcionários enterrados. Um dos casos mais emblemáticos ocorreu no Chile em 2010, quando 33 mineiros ficaram presos no subsolo por 2 meses. 

Além de ser uma ocupação que exige muita força física e exposição a agentes químicos para a retirada de minerais das rochas, também é muito perigosa. Mas os mineradores atualmente usam máquinas de última geração para extração. 

No entanto, eles devem saber manuseá-los e, o mais importante, usá-los com segurança, através dos EPI’s adequados, treinamentos, e muito mais. Mesmo assim, os riscos de soterramento e queda de rochas fazem dessa indústria uma das mais perigosas do Brasil, principalmente porque temos muitas mineradoras pelo país. 

A longo prazo, é comum que estes profissionais tenham problemas nas costas, problemas pulmonares e respiratórios. A razão para isso é a exposição a produtos químicos, poeira de rocha, calor extremo e/ou frio extremo.

 

Profissionais da Segurança Pública

Ser policial, segurança ou vigilante é algo que coloca os trabalhadores na linha de frente do perigo. Afinal, o papel desses profissionais é garantir que todos estejam protegidos e que a ordem seja assegurada. Em caso de confronto, eles podem enfrentar criminosos com armas muito avançadas. 

No Brasil, em particular, a polícia não é adequadamente treinada, os salários são baixos e as horas são longas. Um policial civil ou militar lida diariamente com o perigo e a violência. Na rua ou no plantel, há muita pressão sobre esses profissionais. 

Assim, a soma de todos esses fatores torna a indústria ainda mais tensa e perigosa. Por exemplo, em 2020, 198 policiais foram mortos no Brasil. Em relação a 2019, esse número aumentou 10%.

 

Área da Construção Civil 

O setor da construção civil, que tem um dos maiores acidentes de trabalho no Brasil, tem o segundo maior número de mortes depois dos trabalhadores do transporte rodoviário. Apesar das normas regulatórias como NR18 e NR6, sabemos que há muito risco de omissão ao tomar as medidas de controle de risco.

Isso se deve ao fato de ambas as partes agirem de forma imprudente. Seja pelas empresas, não fornecendo os EPI’s adequados, fiscalização e/ou treinamento dos trabalhadores. Ou também quando os profissionais são negligentes, deixando de usar os EPI’s e não atendendo aos treinamentos e procedimentos de segurança.

O risco é inerente a este segmento. Afinal, eles têm que trabalhar em altura, levantar objetos pesados, mover estruturas e manusear grandes equipamentos perigosos. Por este motivo, todo cuidado é necessário nesse aspecto.

 

Metalúrgicas

Muitas pessoas não sabem, mas a carreira de metalúrgico é considerada de alto risco. É por esta razão que os metalúrgicos têm direito a pensões especiais. A começar pelo manuseio de uma ferramenta muito perigosa que pode ferir gravemente uma pessoa em caso de acidente. 

Por este motivo, por exemplo, o risco de perder um membro é considerado alto. Além disso, existem ambientes expostos a altas temperaturas, além dos produtos químicos. Por se tratar de metal, existe o risco de que uma gota de material caia no rosto do trabalhador.

Enfim, são muitos os agentes de risco que esses trabalhadores enfrentam no dia a dia que a torna uma das profissões mais perigosas do país.

Para cada uma dessas profissões, o uso de EPI’s é fundamental, além de obrigatório. Vamos ver mais sobre a importância dos mesmos a seguir. 

 

A importância dos EPI’s

Entender a importância do uso de EPI no Brasil é fácil: basta dar uma olhada no Anuário Brasileiro de Proteção, que traz dados sobre acidentes de trabalho no país e no mundo. Segundo dados recentes, a situação ainda é alarmante.

O Brasil ocupa o terceiro lugar no mundo em mortes, depois dos Estados Unidos e da China. A notícia é melhor, mas ainda preocupante, se nos referirmos ao número de acidentes de trabalho em geral: estamos em quinto lugar, atrás de México, França Alemanha e Estados Unidos.

A maioria das situações poderia ter sido evitada se o EPI fosse usado corretamente. A NR 6 estabelece claramente as obrigações de todos para com os equipamentos, fabricantes, empresas e colaboradores. 

Se cada um fizesse sua parte com responsabilidade, esses números poderiam ser menores. Por isso, dizemos sempre: a proteção deve começar pela informação. Compartilhe esse artigo com a sua equipe e compartilhe a conscientização.

 

 



 

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