quinta-feira, 27 de agosto de 2020





SISTEMA DE LINHA DE VIDA
HORIZONTAL FIXA PARA TELHADO



A mobilidade de profissionais nas atividades em altura faz com que os equipamentos de proteção sejam essenciais para garantir a vida e a segurança dos envolvidos. Entre esses dispositivos, está o sistema de linha de vida horizontal fixa para telhado.

Na maior parte das aplicações, está a manutenção de telhados ou de outros equipamentos que estejam nesses tipos de locais. É fundamental que esse sistema esteja instalado para garantir que nenhum acidente grave possa vir a acontecer.



De acordo com antigo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2019, cerca de 40% das ocorrências de acidentes estão relacionados a quedas de funcionários em altura. É uma taxa muita alta, principalmente quando observamos o número total de acidentes, que é de 802 mil, conforme o INSS em seu último anuário.

Apesar de entendermos a importância de um sistema que evite cenários como esses, você sabe como funciona a linha de vida horizontal voltada para telhados? Neste artigo, explicaremos os principais pontos relacionados a ela. Acompanhe e saiba mais!



O que é o sistema de linha de vida horizontal fixa para telhado?

Trata-se de sistemas fixos em cabo de aço, presos no topo da estrutura do telhado. Eles são utilizados por pessoas que estão atuando diretamente nesse local ou fazendo alguma instalação neles, como sistemas de ar-condicionado, painéis fotovoltaicos, caixas d’água, tubulações, entre outros.

Esse sistema tem como principal intuito ser uma proteção contra quedas contínua para os profissionais que atuam nesses ambientes. A conexão durante 100% do tempo ao sistema permite ao usuário caminhar ininterruptamente por toda a extensão da linha de vida com segurança.

Funciona de forma diferente das linhas de vida móveis, uma vez que sua base é fixada na estrutura do telhado ou edificação. Geralmente, nesses casos, são utilizados materiais com mais rigidez, principalmente cabos, olhais e pilaretes de aço. No caso de sistema com movimentação, podem ser utilizados sistemas que permitem maior flexibilidade do profissional, como os compostos por fitas e cordas. 



Quais são as características desse sistema?

A base do sistema é uma série de pontos de ancoragem instalados em um telhado, conectados por um ou mais cabos de aço, criando uma trajetória linear permanente. Ele pode ser personalizado para atender de acordo com o local em que está sendo utilizado, como edificações industriais, comerciais, ou, até mesmo, residenciais. 

Existem diferentes modelos de linhas de vida suportando cargas e quantidade de usuários diferentes. Há aqueles que atendem individualmente, ou duas pessoas simultaneamente, e outros com capacidade para quatro, entre outros.

A NR - 35 e NBR 16.325:2014 que são referências técnicas normativas ao tema de atividades em altura, informam que esse sistema pode atender até quatro colaboradores trabalhando simultaneamente de uma única vez. Entretanto, o sistema é configurado de maneira modular, ou seja, ele pode ser dimensionado para suportar mais colaboradores.
Por ser um sistema, ele é composto por diferentes componentes, sendo cada um responsável por garantir a segurança do colaborador.


Eles são:



dispositivo de ancoragem – conecta o sistema de proteção contra quedas à estrutura do telhado e também dispersa com segurança as cargas (consulte a guia com os tipos de acessórios de teto para obter informações adicionais);



linha de vida horizontal – construída normalmente com cabo de aço galvanizado ou inox , permite ao usuário percorrer distâncias seguras permanentemente conectado;






carrinho trolley – desliza ao longo da linha de vida horizontal e conecta o equipamento de amarração do usuário;



elemento de conexão – pode ser um talabarte ou trava quedas ;




cinturão de segurança paraquedista – ajuda a distribuir as forças provenientes de uma queda no corpo do usuário e mantém a vítima na vertical após a mesma.

Por ter uma aplicação em telhados, que são de tipos diferentes, o sistema precisa estar adaptado a eles. Sejam telhados de alumínio, de concreto, de aço ou, até mesmo, de madeira, é possível fazer a fixação de modo que não aconteça nenhum tipo de acidente.



Como funciona o sistema de linha de vida horizontal fixa?

As linhas de vida horizontais fixas são compostas por diversos dispositivos que as tornam um sistema de proteção a quedas em grandes alturas. No intuito de evitar qualquer acidente de trabalho, o profissional está totalmente conectado ao sistema. Mesmo que ocorra qualquer evento inesperado, a queda é retida e força proveniente dela amortizada pelo sistema.

Como é a segurança proporcionada por esse sistema?


Tecnicamente, os profissionais fixam o cinto de segurança paraquedista no cabo de aço através de um elemento de conexão que, por sua vez, é ancorado na base. O trilho permite a movimentação do profissional de acordo com sua necessidade. E, em caso de possíveis quedas, seu corpo fica suspenso após a eventual queda. 

Os equipamentos possuem devem atender a NBR 16235:2014, como o mínimo para garantir a segurança dos seus usuários. Inspeções periódicas anuais do sistema são mandatórias e devem ser realizadas a fim de atingir esse objetivo.

Além disso, também são conferidas as certificações necessárias para os dispositivos componentes desse sistema de proteção contra quedas. 

Como pode ajudar?

Os sistemas fixos em cabo de aço por meio de projetos de engenharia e instalação dos mesmos. Nesse caso, o sistema de linha de vida fixa está entre as soluções oferecidas pela empresa.

Além disso, a empresa também oferece para seus usuários dispositivos, como o CT-3000, que permitem que eles possam movimentar-se diante da ancoragem realizada. Todos os equipamentos são produzidos de acordo com as normas de segurança relacionadas, inclusive internacionais. Garantindo a proteção do usuário.

É fundamental que possamos trabalhar com segurança, afinal, os índices de acidentes de trabalho no país são muito expressivos. Para evitar que situações como essa aconteçam, é fundamental utilizar equipamentos como o sistema de linha de vida horizontal fixa para telhado.




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quarta-feira, 26 de agosto de 2020





LINHA DE VIDA VERTICAL FIXA: QUAL 
É O IMPACTO NO TRABALHO EM ALTURA?


É comum que empresas de todos os portes tenham projetos que exijam a realização de serviços em altura. Essa atividade é considerada uma das mais arriscadas para os trabalhadores, sendo responsável por uma grande parcela de acidentes de trabalho em todo o mundo.

Avaliando essa questão, o antigo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) formulou a Norma Regulamentadora nº 35 – Trabalho em Altura, para regulamentar o uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), sistemas de ancoragem e linhas de vida.

A NR 35 dispõe de informações sobre o treinamento prático e teórico dos trabalhadores deste tipo de atividade. Entre os equipamentos de proteção que devem ser usados para diminuir o risco de queda, está o sistema de linha de vida vertical fixa.
Esse instrumento possibilita o trabalho em altura com mais segurança aos trabalhadores nos mais diversos locais, não importando se são edifícios comerciais ou residenciais e principalmente na indústria.

Quer saber mais sobre a linha de vida vertical fixa, como sua definição, a função, as vantagens do seu uso, suas aplicações, os tipos de certificação, entre outros pontos relevantes relacionados a ela?

Definição de linha de vida vertical fixa

A linha de vida vertical fixa nada mais é do que um sistema de proteção contra quedas. Esse instrumento é composto por cabos de aço ou trilhos metálicos que podem ser usados como pontos de ancoragem para retenção de uma queda. Por ser muito resistente, poderá ser utilizado por um ou mais trabalhadores simultaneamente dependendo do dispositivo. E, por essa razão, é muito indicado para escadas tipo marinheiro ou escadas metálicas fixas com grandes comprimentos.


Linha de vida vertical fixa

Função desse instrumento

O sistema de proteção com linha de vida vertical fixa é recomendado para trabalhos em altura nos locais de atividades já definidas e recorrentes, de forma definitiva. Assim, a montagem do equipamento é realizada apenas uma vez, por um profissional experiente e responsável. Após a instalação, a estrutura apenas será removida se houver necessidade de manutenção.

Vantagens do uso desse dispositivo

Existem vários tipos de linha de vida, tais como linha de vida horizontal temporária ou fixa, linha de vida vertical temporária ou fixa e linhas móveis. Todas elas apresentam benefícios e características próprias. Veja, a seguir, as vantagens de fazer o uso da linha de vida vertical fixa!

Oferece segurança e rapidez durante o deslocamento

A linha de vida vertical fixa destaca-se das outras opções por ser extremamente segura para realização de atividades como instalações, manutenções e limpezas em telhados e tanques, com acesso por escadas metálicas, por exemplo.

Ao utilizar o sistema o trabalhador utilizando um cinturão de segurança com laços frontais, precisa estar conectado ao trava quedas para cabo e este conectado ao cabo de aço componente do sistema de linha de vida fixa vertical. Ao se deslocar (subir ou descer a escada) o trabalhador estará permanentemente conectado e seguro durante o percurso.

Outro importante ponto é a rapidez e superior segurança durante o deslocamento quando comparado ao deslocamento vertical utilizando um talabarte em Y.

O sistema de linha de linha de vida vertical fixa, popularmente conhecido como Kit Escada Marinheiro, pode ser usado em indústrias de vários segmentos como petroquímica, farmacêutica, saneamento, navios e plataformas de petróleo, setor elétrico e telecomunicações, de bebidas, acesso a tanques, plataformas e transformadores entre outras

Suporta mais de um colaborador

O sistema de linha de vida vertical fixa é considerado um equipamento de segurança coletivo, pois pode ser utilizado por vários colaboradores de forma individual.

É importante frisar que as informações relativas à quantidade de colaboradores que poderão utilizar o dispositivo devem estar descritas no manual de instruções fornecido pelo fabricante.
Pode ser usada em vários tipos de ocasiões

Outra vantagem desse sistema de ancoragem é o fato de que a ferramenta pode ser usada em vários tipos de atividades, em locais fechados ou abertos.

Também é útil em lugares nos quais o trabalhador tenha que se movimentar sem se desconectar ao sair de um nível mais baixo para outro mais alto.

Aplicações e segmentos de mercado

De acordo com a legislação vigente, os trabalhos em altura somente podem ser efetuados por profissionais que tenham realizado o treinamento normativo obrigatório, estando, dessa forma, capacitados para exercer sua função.

O segmento de mercado que necessita do equipamento de proteção é bem amplo e engloba vários profissionais como montadores, eletricistas, inspetores, mecânicos de manutenção entre outros.

Certificações do fabricante

A certificação adequada do projeto referente ao sistema de linha de vida vertical fixa é obrigatória, assim como também a necessidade de uma para a instalação do sistema, que pode ser oferecida pelos fabricantes ou, até mesmo, por uma empresa que seja especializada na área de equipamentos de proteção coletiva.

É muito importante que toda a equipe que fará a instalação do sistema de ancoragem adquirido esteja devidamente capacitada, conforme as exigências legais, assim como se lembrar de que os profissionais que farão o uso da linha de vida também devem ser treinados para a execução das tarefas.

Equipamentos associados a ela

A linha de vida vertical fixa é formada por alguns equipamentos: cabos, fitas ligadas ao cinto de segurança, sistemas travaquedas, cordas e ancoragens. Todos os itens que compõem a linha de vida são feitos para resistir à passagem do tempo e geralmente são de aço inoxidável. Por ser uma solução fixa, a ferramenta ficará exposta às condições climáticas.

Necessidade de inspeção desse sistema

Para assegurar a eficácia e, consequentemente, o bom desempenho do sistema de linha de vida vertical fixa, os responsáveis pelo equipamento e os gestores de manutenção e segurança do trabalho devem contratar anualmente uma empresa especializada, que seja certificada e possua know-how para realizar a inspeção, a fim de encontrar qualquer vulnerabilidade no sistema.




Linha de vida vertical fixa

Normas brasileiras que regem os trabalhos em altura
Existem algumas Normas Regulamentadoras (NR) que tratam dos trabalhos em altura no Brasil.

Veja, a seguir, quais são elas!

  • Trabalho em altura NR-35;

  • Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção NR18;

  • Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção e reparação naval NR-34;

  • Segurança e saúde ocupacional na mineração NR-22;

  • Segurança e saúde no trabalho portuário NR-29.


O uso da linha de vida vertical fixa no trabalho é de extrema importância para que seus trabalhadores realizem suas tarefas com o mínimo de risco possível.
  




Linha de vida vertical fixa


Esse investimento se pagará por seu custo-benefício, pois fazer uso dos dispositivos de segurança é primordial para que não aconteçam acidentes de trabalho.

Se você achou interessante nosso artigo sobre a linha de vida vertical fixa, então entre agora mesmo em contato com nossa empresa e encontre todas as soluções de equipamentos de segurança do trabalho que seus funcionários necessitam para realizar atividades em altura e manterem-se seguros.



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terça-feira, 25 de agosto de 2020






CAT:
QUANDO FAZER A COMUNICAÇÃO
DE ACIDENTE DE TRABALHO?


A CAT é um formulário de comunicação de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais, que deve ser emitida pela empresa, preferencialmente online, sempre que houver uma ocorrência de acidente, independente da ocorrência ou não de afastamento, óbito e etc.

Sua emissão é de grande importância, seja para a liberação dos benefícios necessários ao trabalhador, como o auxílio-doença por exemplo, assim como para a segurança do trabalho, pois a mesma poderá utilizar das CAT's emitidas para elaborar os devidos planejamentos das medidas que deverão ser adotadas para a redução dos acidentes e doenças ocupacionais.

Toda empresa é obrigada a emitir a CAT, sendo o prazo de até 1 dia útil após a ocorrência, porém, a mesma poderá ser emitida pelo acidentado, médico, autoridade ou dependente, caso a empresa não realize a emissão da CAT.



O que é CAT?

A Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT, é um documento que deve ser emitido na ocorrência de um acidente de trabalho, trajeto, o na constatação de uma doença ocupacional.

A CAT pode ser emitida pela empresa, sindicato, pelo trabalhador ou dependentes, pelo médico que prestou atendimento ao trabalhador ou qualquer autoridade pública.




Para que serve a CAT?

A CAT tem o objetivo de comunicar oficialmente os órgãos responsáveis, garantindo ao trabalhador o direito a suporte, tais como o auxílio doença, a liberação do FGTS e a estabilidade empregatícia pelo período de 1 ano.

Para a previdência social, a CAT também é utilizada para formar relatórios estatísticos sobre as condições de segurança e saúde nos ambientes de trabalho.



Tipos de CAT

Existem 3 tipos distintos de CAT, sendo que cada uma deve ser utilizada de acordo com um propósito próprio. Elas são:

CAT inicial: este modelo deve ser aberto quando ocorrer um acidente do trabalho ou doença ocupacional, independente da ocorrência de óbito, sendo descrito os dados da ocorrência. No caso de óbito no acidente, deve ser anexado uma cópia da certidão de óbito a CAT.

CAT reabertura: este modelo deve ser aberto sempre que ocorrer uma piora no quadro de saúde ou a necessidade de reiniciar o tratamento de um trabalhador envolvido em um acidente ou doença ocupacional.

CAT óbito: este modelo deve ser aberto quando ocorrer um óbito relativo a um acidente de trabalho ou doença ocupacional. Deve ser preenchido após a emissão da CAT inicial, sendo, no caso, uma comunicação de óbito decorrida de um acidente não fatal inicialmente.
  

Quando deve ser feito uma CAT?

A CAT deve ser emitida até um dia útil após a ocorrência de um acidente de trabalho, de trajeto ou no diagnóstico de uma doença ocupacional adquirida pelo trabalhador.

Deve ser emitida independente da gravidade do acidente, seja ele com afastamento ou não do trabalhador, e independente da ocorrência de óbito.
No caso de óbito, a CAT deve ser emitida imediatamente.




Como fazer uma CAT passo a passo

Para emitir uma CAT, a previdência social disponibiliza um sistema online para o registro, através de um aplicativo simples e prático.

Na situação aonde não é possível emitir a CAT pela internet, é possível registra-la diretamente em uma agência do INSS.

Para o registro da CAT, deve ser preenchido o formulário de registro, disponibilizado pelo site da previdência social.

Para o registro direto na agência, deve ser apresentado um documento com foto e número do CPF.

Importância da CAT para a segurança 

A importância da emissão correta das CAT para segurança, deve-se ao fato do registro correto de todos os acidentes, determinará quais são as principais causas que devem ser atendidas com prioridade, evitando a ocorrência de novos acidentes, ou surgimento de doenças ocupacionais.

O setor de SST pode utilizar das CAT’s emitidas para verificar a eficácia das medidas de controle adotadas, e elaborar relatórios que sinalize quais são as áreas e tarefas que devem receber uma atenção prioritária.

Perguntas frequentes: 


1) – Como posso saber se a CAT foi registrada?

Pode ser verificado através do aplicativo online, utilizando o número da CAT, os dados do emitente, do acidentado ou da empresa.

2) – A empresa pode abrir um CAT fora do prazo?

Sim, caso a empresa não emita a CAT dentro do prazo de 1 dia útil após a ocorrência do acidente, a mesma pode emitir posteriormente, o que a isentará da multa por não registro. Porém, para que a empresa seja isenta, a mesma deve registrar a CAT antes de qualquer medida administrativa.

No caso de um trabalhador, dependente, médico que prestou atendimento ou autoridade pública registrar a CAT, o empregador tem o direito de contestar a emissão da mesma, pois ela afeta diretamente ao RAT da empresa.

Em casos aonde a CAT seja emitida como resultado do NTEP, a multa não será aplicada. Porém, em casos aonde o empregador deixa de emitir a CAT para que a mesma seja registrada por terceiros, ele ainda estará sujeito a multa pode variar entre o valor mínimo e máximo do salário de contribuição.

3) – O que acontece quando a empresa não quer dar a CAT para o empregado?

Se a empresa se recusar a registrar a CAT para o empregado, o mesmo pode registra-la pelo aplicativo, ou diretamente em uma agência do INSS.

A CAT também pode ser registrada por dependentes do acidentado, pelo médico que prestou atendimento ao acidentado ou qualquer autoridade pública.
Todos os acidentes devem ser comunicados, e em situação aonde a empresa não emita a CAT dentro dos prazos legais, a mesma estará sujeita a receber uma multa, de acordo com os artigos 286 e 336 do Decreto n° 3.048/1999. Portanto, é essencial que a empresa esteja sempre atenta e emita a CAT, sempre que necessária.



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segunda-feira, 24 de agosto de 2020






OPERADORES DE EMPILHADEIRA:
CONHEÇA AS RESPONSABILIDADES 
PARA SER UM BOM OPERADOR


Os operadores de empilhadeira são profissionais qualificados para atuar em diversos setores e atividades, atuando principalmente no transporte e armazenamento de cargas.
A profissão é uma das mais valorizadas no mercado de trabalho, sendo um bom caminho de entrada para o mercado profissional.

Porém, para ser um bom profissional, o operador deve manter-se atualizado e sempre estar renovando seus treinamentos e cursos.

Além disso, o operador é um profissional que deve estar sempre atento as condições do local, equipamento e, principalmente, com as pessoas próximas ao local de transporte e manuseio da carga.

Qualquer acidente que possa ocorrer, tem potencial de causar danos graves, além de grandes perdas materiais.

Ser um bom operador é ser um operador seguro e consciente, mantendo sempre a qualidade e a segurança durante as suas atividades.


O que faz um operador de empilhadeira?

O operador de empilhadeira é responsável pela organização, transporte e armazenamento de cargas, produtos, equipamentos, dentre outros itens do local.

As cargas são organizadas em pallets apropriados para o transporte, sendo o operador o responsável pela sua distribuição, armazenamento, organização e transporte.




Requisitos para ingressar na profissão de operador

Os requisitos mínimos para iniciar uma carreira como operador de empilhadeira são:

  • Possuir o ensino médio completo;
  • Possuir a carteira de habilitação nacional (CNH) de categoria B ou superior;


Fazer um curso de qualificação profissional para a operação da empilhadeira.

Algumas empresas, devido à natureza de suas atividades, podem solicitar outros requisitos para atuar como um operador de empilhadeira, porém, a própria empresa tende a fornecer treinamentos e cursos específicos para os seus operadores.

Carga horária média desses profissionais

Não existe uma carga horaria mínima definida para o curso de operador de empilhadeira, porém, recomenda-se que o curso possua, no mínimo, 20 horas de duração.

Em geral, é possível encontrar diversos cursos para operadores com cargas que variam dentre 30 a 40 horas.

Responsabilidades dos operadores de empilhadeira

Os operadores de empilhadeira devem seguir alguns requisitos que fazem parte das suas responsabilidades, sempre que forem realizar as atividades de trabalho.


Dentre essas responsabilidades, podemos citar:

  • Realizar um check-list das condições do local, equipamentos e outros requisitos de segurança antes de iniciar as atividades;

  • Não utilizar o equipamento, caso constate a presença de defeitos que diminuíam a segurança;

  • Zelar pelo equipamento durante o seu turno de trabalho;

  • Respeitar os limites do equipamento, seja de velocidade ou carga. Em casos de dúvidas sobre os limites, consultar o manual ou fabricante;

  • Não levantar a carga com o veículo em movimento;

  • Manter atenção no trajeto, principalmente na presença de outras pessoas no local.

  • Manter a atenção, principalmente em locais muito claros ou escuros, mantendo a velocidade reduzida nestes casos;

  • Conferir o local aonde será realizado os trajetos, e caso constatar a presença de óleos ou produtos que possam causar acidentes, solicitar a remoção ao superior;

  • Sempre dar preferência aos pedestres;

  • Manter a velocidade reduzida ao realizar as curvas, prestando atenção ao eixo de sustentação do equipamento;

  • Sempre frear devagar, evitando paradas bruscas que possam jogar a carga, ou causar um acidente;

  • Respeitar as sinalizações do local;

  • Sempre que for descer ladeiras com o equipamento carregado, realizar a manobra na marcha ré, para evitar a queda da carga e o tombamento da empilhadeira;

  • Transportar o material com a coluna da empilhadeira levemente inclinada para trás, evitando a queda da carga;

  • Não trafegar com os garfos erguidos, mantendo-os no nível mais baixo o possível;

  • Em locais aonde exista ondulações no piso, diminuir a velocidade e manter a atenção redobrada;

  • Manter cuidado e atenção com a altura de portas e teto;

  • Sempre marcar o mastro, utilizando fitas adesivas, para orientar e indicar a altura correta dos pallets, e garantir uma melhor visibilidade;

  • Não utilizar os garfos para empurrar a carga;

  • Posicionar o garfo corretamente, centralizada e uniforme;

  • Descartar pallets que estejam quebrados ou danificados;

  • Sempre retirar a chave da ignição e estacionar o veículo apenas em locais apropriados;

  • Nunca dar carona ou levar outras pessoas no veículo, além de nunca carregar pessoas no pallet, mesmo que esteja utilizando de cinto de segurança;

  • Sempre que for utilizar o equipamento, é obrigatório o uso do cinto de segurança;

  • Utilizar a buzina do equipamento de forma correta, limitando seu uso apenas para momentos de necessidade;


Siga os procedimentos padrões em casos de acidente e informe imediatamente os superiores nesses casos.



Qual o salário de um operador de empilhadeira?

O salário médio de um operador de empilhadeira pode variar de acordo com Estado, setor, empresa, dentre diversos outros fatores.

Um dos maiores sites brasileiros para ofertas de emprego e carreira, o salário de um operador de empilhadeira possui uma média nacional de R$ 1.492,04, sendo que o Estado que possui a melhor média salarial para o operador é o Estado de São Paulo.

Dicas para ser um bom operador de empilhadeira

Um bom operador de empilhadeira é um operador consciente e responsável na aplicação das suas atividades. Algumas dicas que poderão auxilia-lo durante a sua atividade:

  • Mantenha sempre atualizado sua habilitação e cursos de operador, além de participar de treinamentos e orientações;

  • Sempre se certifique de que o freio de mão esteja desengatado, ao iniciar a operação;

  • Mantenha o limite de velocidade dentro do padrão permitido ao local;

  • Mantenha a atenção durante o transporte da carga, principalmente com a altura;

  • Tenha atenção redobrada ao realizar curvas ou manobras;

  • Utilize todos os EPIs adequados, e sempre utilize o cinto de segurança;

  • Informe os superiores e responsáveis sempre que constatar um defeito ou problema nos equipamentos;

  • Posicione corretamente os garfos da empilhadeira;

  • Utilize de avisos sonoros (buzina) para alertar outros trabalhadores que estiverem nas proximidades, antes de seguir com sua atividade;


Essas dicas podem ajudá-lo a manter um bom padrão de qualidade e, principalmente, segurança. Esses são os principais requisitos para um bom operador de empilhadeira.





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