sexta-feira, 8 de março de 2024

 




 

A REVOLUÇÃO DOS TREINAMENTOS EM REALIDADE VIRTUAL JÁ COMEÇOU FAZ TEMPO EM SST?

 

 


 

Muitos colegas me questionam sobre o que eu acho sobre os treinamentos com realidade virtual em SST e Meio Ambiente. Até por que sabem que sou um fã incondicional e utilizei muito ao longo da minha carreira de gestor…

 

Minha visão do assunto:

À medida que as organizações buscam cada vez mais por treinamentos corporativos, as prioridades e os métodos de aprendizagem divergem dos caminhos já bem conhecidos por todos.

Para operar um negócio, as aprendizagens de segurança e conformidade são obrigatórias.

Para conseguir isso, é fundamental adotar e usar as últimas inovações que podem efetivamente envolver a força de trabalho e fornecer resultados.

Felizmente, a realidade virtual, com seus treinamentos e até mesmo cursos aumentam a retenção de informações fornecidas e criam uma experiência de treinamento imersiva para os colaboradores.

Baseado em minha experiência na área, seguem algumas razões para considerar a Realidade Virtual - RV para a segurança

 

Melhora o engajamento psicológico.

Em empresas, os profissionais de ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade procuram formas de fornecer “valor de segurança” através de vários métodos.

Seja em fábricas ou no trecho, a responsabilidade de manter um ambiente livre de risco, tanto do trabalho como socioambiental, está em seus ombros também.

No trabalho em altura, por exemplo, quando especificamente explicado os perigos de “não usando um arnês”, enquanto trabalhava em altura através de aprendizagens curtas, ajuda a resolver um problema endêmico de andaimes.

Através da realidade virtual, especialistas em segurança podem motivar os colaboradores a consumir conteúdo curto e efetivo e este pode processar as informações com cuidado.

Esses formatos de conteúdo permitem interações diretas com a capacidade de atenção de um colaborador e aumentam o foco nos ensinamentos.

 

Apoia a colaboração

Esses aprendizados visam transformar os alunos em participantes ativos.

Eles atuam mais como “facilitadores” na aquisição de conhecimento e aplicação de habilidades recém-adquiridas.

Seja sistemática ou aberta, os modelos seguem uma sequência lógica de análise, design, desenvolvimento e avaliações bem definidas no final.

Trata-se de facilitar o acesso ao conhecimento por meio de interações sociais e elementos colaborativos flexíveis.

Incentiva os aprendizados a qualquer hora, em qualquer lugar.

Os pequenos pedaços de informação podem ser acessados independentemente de sua localização e tempo.

Eles chegam nos tempos necessários e os alunos podem poupar tempo e aprender apenas o que eles estão interessados.

Os cursos acionáveis e intuitivos exortam a “necessidade” de conhecer e fornecer confiança e conhecimento aos colaboradores.

As aprendizagens de segurança precisam ser holísticas. Quando os materiais instrucionais consideram o menor aspecto da segurança e não comprometem em geral, as condições do local de trabalho atingem o estado de quase perfeito.

Os profissionais da organização, em vez de malabarismos com uma variedade de informações de segurança, estabelecem relações com a “quantidade certa de informações”.

Ferramentas como vídeos, jogos e aprendizagem virtual complementam e aumentam o verdadeiro propósito da educação em segurança.

A familiaridade com essas tendências só traz benefícios para o ambiente de segurança: eles se misturam com a abordagem moderna de “treinamento”.

As organizações podem se referir a suas próprias estatísticas e escolher incidentes que são mais prevalentes em seu local de trabalho.

Eles podem então recomendar cursos específicos para esses perigos, função de trabalho, habilidades ou outras variáveis.

Os treinamentos são essenciais para o progresso da indústria e do indivíduo.

É através destes cursos que eles podem entender sobre as habilidades necessárias e absorver as melhores práticas para as situações que irão enfrentar no seu dia a dia

 





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quinta-feira, 7 de março de 2024

 




 

10 MITOS EM GESTÃO DA SEGURANÇA DO TRABALHO

 

 


 

Estava sentado no aeroporto vendo meu avião parar em no portão. A tripulação de terra se posicionou para garantir uma chegada segura.

O caminhão de tanque de abastecimento estava parado a uma distância segura.

Todos os tratores e transportadores estavam em suas posições designadas.

Ver esse cenário acontecer me levou a refletir sobre minha experiência como gestor de linha de frente com a segurança e com uma visão ampliada do cenário.

Por trabalhar no trecho por vários anos adquiri esse hábito de olhar a árvore e também a floresta antes de iniciar as rotinas.

Como gestor, gerenciei a segurança principalmente baseado em ações disciplinares por um bom tempo (triste).

Eu gostava de usar uma ação disciplinar para corrigir um incidente, não porque eu particularmente gostava de punir um membro da equipe, mas porque isso transferia a minha culpa para outra pessoa.

Afinal, eu era gestor, então não pode ser minha culpa, então deve ser culpa de outra pessoa.

 

Fui chamado para embarcar.

Passageiros a bordo, guardavam suas malas, sentavam-se e foi completamente tranquilo.

Quase imediatamente cochilei até ouvir o “ding” quando o avião chegou a 13.000 pés.

O primeiro pensamento que me veio foi o quão grato eu estava por ser mais experiente e a minha visão de, como gestor, tinha evoluído, deixando para trás minhas ações baseadas em só chamar atenção. Com o passar do tempo percebi que uma ação disciplinar não resolve um sistema falido ou qualquer problema para esse assunto.

 

Estou na segurança há mais de 35 anos e felizmente não levei 20 anos para descobrir isso.

Aprendi algumas outras lições ao longo do caminho e compilei essas lições em uma lista dos meus 10 melhores mitos da Gestão da Segurança.

 

Aqui eles não estão em nenhuma ordem particular, exceto como eles vieram à mente:

 

1) A segurança deve ser gerenciada de forma diferente 

Você gerenciaria suas finanças ou processo de contratação jogando bingo? Claro que não.

A segurança é gerenciada como qualquer outro aspecto do negócio: estabeleça metas e métricas, estabeleça expectativas, responsabilize as pessoas, etc.

 

2) Minha operação é diferente, então a gestão tradicional de segurança não funciona

Os estilos de gestão variam e as culturas corporativas podem ditar variações específicas, mas a segurança deve ser gerenciada da mesma forma que qualquer outra função de negócio.

 

3) Segurança é chata

Só é chato se você fizer isso chato.

Falar sobre segurança em termos de conformidade regulatória, auditorias, investigações e ações disciplinares vai torná-lo não só chato, mas dar à segurança uma conotação negativa.

 

4) Se estamos em conformidade com as normas e a ISO, não devemos ter problemas. 

Os regulamentos e a ISO são uns bons pontos de partida ao estabelecer um programa de segurança, mas são padrões mínimos. Parar aqui deixa muito espaço para melhorias.

 

5) Segurança é um centro de custos

Este é um mito comum entre os líderes seniores.

Um programa eficaz de gestão de segurança pode reduzir os custos e os prêmios de seguro dos trabalhadores. Em algumas indústrias, a segurança pode ser um diferencial de mercado quando posicionada com precisão.

 

6) A segurança não contribui para as metas da empresa

Há muitas maneiras de a segurança contribuir para as metas da empresa. Infelizmente, os líderes de segurança nem sempre fazem essa conexão.

Por exemplo: os Recursos Humanos podem ter um objetivo de melhorar o engajamento dos funcionários.

A segurança é uma excelente plataforma para engajar os funcionários através de comitês de segurança, programas de reconhecimento, etc.

Simplesmente vendo os funcionários como parte da solução, em vez do problema, estabelecemos as bases para seu envolvimento na resolução de problemas.

 

7) Você não pode ter os dois, segurança e produção.

Infelizmente, muitas vezes eles são vistos como agendas concorrentes.

A realidade é que quando não acertamos as coisas do ponto de vista da segurança, isso afeta a eficiência e aumenta os custos.

 

8) Segurança é apenas senso comum, “se nosso povo seguir as regras…” 

Há muitos problemas aqui além do fato de que o bom senso não é tão comum.

A maioria dos gerentes, supervisores, etc. que usam essa linguagem estão procurando uma desculpa para não gerenciar proativamente a segurança.

 

9) A ação disciplinar resolve o problema

A ação disciplinar é, muitas vezes, vista como sinônimo de ações corretivas.

Na verdade, isso só nos faz sentir melhor porque temos alguém para culpar e fizemos algo sobre isso.

Culturas de segurança bem-sucedidas veem um incidente como uma oportunidade para fazer uma correção e melhorar.

 

10) Programas de reconhecimento custam muito dinheiro

Só se você quiser gastar o dinheiro.

Um simples “obrigado” para um “obrigado” oportuno e específico é de alto impacto, baixo custo.

Estes são apenas alguns que me vieram durante o voo, mas existem mais, afinal em quase quatro décadas, a gente aprende alguma coisa e evolui (assim espero).

Quantos outros mitos sobre gestão da segurança ou cultura de segurança são aceitos como fato?

Compartilhe seus pensamentos ou se você discordar de algum dos meus mitos compartilhe esses também.

 

 

 

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ISO 50001:

O QUE É E PARA QUE SERVE?

 


 

Recentemente, recebi vários questionamentos sobre a norma internacional ISO 50001 que acabaram gerando este post para te apontar o que afinal ela representa e para que serve.

A Norma Internacional ISO 50001 visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir custos nas empresas. Ela é uma norma que pode ser aplicada ao setor público, ao setor privado e visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir a pena.

Neste texto, expressaremos brevemente o que consiste na ISO 50001, seu propósito e seus benefícios, para que possamos entender os aspectos mais básicos desta Norma Internacional.

 

O que é ISO 50001?

 

As organizações devem desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

 

ISO 50001:2011, “Energy Management System – Requerimentos with Guide for Use” foi criado pela ISO, Organização Internacional para Padronização e é baseado no modelo de sistema de gestão, que se mostrou muito útil, e é construído internacionalmente por organizações em todo o mundo.

Como diz a publicação da ISO ” Win the Energy Challenger with ISO 50001″, a aplicação dessa norma “pode fazer uma diferença positiva para organizações de todos os tipos em um futuro muito próximo, ao mesmo tempo em que apoia esforços de longo prazo para melhorar as tecnologias energéticas”.

 

Qual é o propósito da ISO 50001?

A mesma publicação anterior nos diz que “a norma visa fornecer às organizações uma estrutura reconhecida para integrar a eficiência energética em suas práticas de gestão”.

 

Desta forma, podemos adiar que a norma seguirá para cumprir os seguintes pontos:

1. Disponibilizar às empresas as ferramentas que as ajudam a aproveitar efetivamente seus ativos atuais de consumo de energia.

2. Facilitar a criação de transparência e comunicação fácil sobre gestão de recursos energéticos.

3. Melhorar as práticas de gestão de energia e promover boas práticas de gestão de energia.

4. Facilitar a avaliação das instalações e permitir que a aplicação seja dada às empresas de novas tecnologias no campo da eficiência energética.

5. Ajudar a conscientização sobre a eficiência energética a se espalhar por toda a cadeia de suprimentos, em última análise, por toda a organização.

6. Permitir que a empresa integre projetos de melhoria da eficiência energética com outros sistemas de gestão, como o Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a ISO 14001.

Portanto, devemos indicar que a ISO 50001 segue o processo já observado na ISO 9001(Sistema de Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental) e ISO 27001 (Sistema de Gestão da Segurança da Informação).

Ou seja, segue o Processo de Plan-Do-Verify-Acting que permite a melhoria contínua e a busca contínua pela integração das últimas notícias e tecnologia.

 

Vantagens da ISO 50001 para organizações:

A publicação acima nos diz que “como todas as normas do sistema de gestão, a ISO 50001 foi projetada para ser aplicada por qualquer organização, seja qual for o seu tamanho ou atividade, seja no sistema público ou privado, independentemente de sua localização geográfica”.

 

Nesta mesma publicação, ela nos diz que a ISO 50001 fornece um quadro de requisitos que permite às organizações:

1. Desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

2. Estabelecer metas e objetivos para cumprir a política.

3. Usar os dados para entender melhor e tomar decisões sobre uso e consumo de energia.

4. Medir os resultados.

5. Rever a eficácia da política.

6. Melhorar continuamente a gestão de energia.

 

 

 

 

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terça-feira, 5 de março de 2024

 





 

SAIBA QUAIS SÃO OS MAIORES RISCOS DA FALTA DE EPIS NA SUA EMPRESA

 

 


 

Você sabe quais prejuízos a falta de EPI’s - Equipamentos de Proteção Individuais pode trazer à sua empresa? Eles consistem em equipamentos usados pelo colaborador a fim de protegê-lo de condições ambientais específicas e ajudam a resguardar a integridade física do colaborador.

Por essa razão, podemos afirmar também que a sua ausência pode trazer grandes riscos. Negligenciá-los significa deixar o colaborador desprotegido, à mercê de possíveis acidentes decorrentes da função. Se pensarmos que tais situações podem ser facilmente evitadas pelo uso do equipamento, isso fica ainda mais evidente.

 

Aumento do índice de acidentes

Os acidentes de trabalho trazem prejuízos tanto para o colaborador quanto para a empresa. O primeiro é afetado porque pode ficar com sequelas, que vão interferir para sempre em sua vida profissional e pessoal. A segunda é atingida porque acaba tendo que arcar com os custos de processos e de ações trabalhistas. Se constatada a negligência pela falta do EPI, as consequências podem incluir até sanções penais previstas para tal situação.

 

Comprometimento da saúde e da segurança dos colaboradores

Um colaborador saudável trabalha feliz e motivado e, portanto, torna-se mais produtivo. Ainda que não ocorra um acidente, a falta do EPI pode levar as pessoas a desenvolverem doenças em decorrência da função. Isso gera afastamentos, licenças, problemas psicológicos e baixa produtividade. A melhor prevenção é o uso dos equipamentos.

 

Falta de proteção

Não subestime o poder de proteção dos EPI’s. Trata-se de equipamentos que realmente protegem o colaborador de acidentes. São pequenos gestos que fazem toda a diferença no montante. Um profissional sem EPI é uma pessoa desprotegida em meio a um ambiente que traz riscos constantes e, certamente, não é isso que você quer para a sua empresa.

 

Problemas com a legislação

Existem NR’s - Normas Regulamentadoras que tratam da obrigatoriedade do uso de EPIs para cada função específica. Quando você não as cumpre, está em desacordo com a legislação. Além disso, as sanções penais podem vir mesmo que não ocorra nenhum acidente. Só o fato de ser constatada, durante uma fiscalização, a ausência dos equipamentos, já é suficiente para a aplicação de multas e de outras penalidades.

 

Prejuízos à imagem da empresa

Você já parou para pensar na “fama” de uma empresa na qual ocorrem muitos acidentes de trabalho? A leitura é que ela não se importa com a saúde dos seus colaboradores. Atualmente, a imagem da empresa é importantíssima na hora de fechar bons negócios e firmar parcerias produtivas. E, sim, o fator humano é a cada dia mais valorizado no meio corporativo. Dessa forma, não utilizar EPI’s pode prejudicar o desenvolvimento e os resultados da sua companhia em longo prazo.

A falta de EPI pode acontecer por distrações, negligências ou mesmo pela ausência de supervisão, uma vez que a empresa é responsável pelo fornecimento, e o colaborador, pelo uso correto. Mas, para isso, uma conscientização e uma supervisão devem ocorrer.





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RETORNO AO TRABALHO PRESENCIAL? CONFIRA 3 DICAS DE SEGURANÇA!

 

 


 

Desde o início do ano de 2020, a pandemia da COVID-19 atingiu o mundo todo. Com isso, muitos serviços passaram a ser executados somente de modo remoto e em home office. Entretanto, um ano já se passou e uma das principais dúvidas é: “quando acontecerá o retorno ao trabalho presencial? ”.

Sabemos que a situação do nosso país ainda é crítica e estamos longe de voltar à normalidade. No entanto, de maneira gradual, algumas atividades vêm sendo retomadas e, desse modo, todas as medidas preventivas de segurança e de saúde necessárias para evitar a propagação do vírus e a contaminação dos colaboradores também têm sido colocadas em prática.

Assim, as empresas devem respeitar os protocolos de segurança estabelecidos pelas Portarias 19/2020 e 20/2020, que foram emitidas pelo Ministério do Trabalho, e também elaborar um plano de volta às funções desempenhadas presencialmente, que deverá ser informado aos funcionários com antecedência.

 

Portanto, para garantir a segurança do retorno ao trabalho, confira três dicas de cuidados importantes que preparamos para você.

1. Implemente o regime híbrido

Independentemente de como agimos, nem todos voltarão para o serviço presencial simultaneamente. Devido às regras do número de funcionários trabalhando ao mesmo tempo, o serviço híbrido deve ser a melhor forma de iniciar essa retomada.

Nesse caso, o trabalho em home office deverá ser dividido, de modo que, em alguns dias, os colaboradores atuarão presencialmente. Em muitas empresas, o retorno ao serviço tem acontecido apenas em dois dias na semana. Dessa forma, é possível criar uma escala rígida para que o número de funcionários seja equilibrado.

2. Exija o uso de máscaras

Seja em qualquer atividade do colaborador o uso de máscara deve ser obrigatório. Diante disso, é necessário que a empresa exige e fiscalizem a maneira correta de utilizar a máscara, pois ela pode salvar vidas.

Caso o colaborador se recusar a usar a máscara, é preciso que o gestor da área tome as devidas providências, já que esta é uma questão de saúde pública e o não uso é um atentado contra a saúde geral dos seus colegas de trabalho.

3. Redobre os cuidados com o grupo de risco

O grupo de risco deve ser o mais trabalhado. Isso porque essas pessoas tendem a ter algum tipo de problema, seja por idade, seja por doença, seja pela condição física, que as tornam mais vulneráveis à contaminação do vírus.

Assim, é preciso aumentar o nível de higienização, manter uma distância absoluta e, se possível, definir uma escala menor em comparação com a dos demais funcionários.

Além disso, é fundamental sempre manter a higienização, tanto de si quanto dos objetos de uso, limpando os itens e as mãos com álcool 70% e garantindo uma distância segura de qualquer pessoa. A máscara também deve ser usada constantemente, independentemente de onde se estiver, seguindo todas as exigências estabelecidas dentro e fora da empresa.

Como visto, o conhecimento básico dos cuidados a serem tomados nem sempre é totalmente eficiente por si só, sendo essencial que cada pessoa faça a sua parte para que tudo funcione da melhor forma. Assim, o uso de máscaras e a limpeza constante das mãos e de objetos com álcool 70% são, indiscutivelmente, imprescindíveis, mas devem ser trabalhados em conjunto com as demais regras de convívio.

 

 



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segunda-feira, 4 de março de 2024

 





 

VEJA QUANDO E COMO USAR EPI’S PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

 


Os EPI’s para proteção respiratória são obrigatórios por lei dentro de determinadas situações, segundo a NR 15 (que aborda atividades e operações insalubres). Dentro desse contexto, é importante conferir quais são os níveis de exposição tolerados para agentes químicos, poeiras minerais e agentes biológicos.

Contudo, para além das exigências legais, esses EPI’s são fundamentais também para que os seus colaboradores estejam protegidos de eventuais doenças de trabalho de quadro respiratório, que podem ser desenvolvidas ao longo do tempo. Por isso, é importante saber identificar não só quando eles devem ser utilizados, mas também como fazer uma boa escolha dos itens. Vejamos, a seguir, algumas questões importantes sobre o tema. Boa leitura!

 

Compre apenas equipamentos de qualidade

Fornecer EPI’s para proteção respiratória é uma obrigatoriedade. Contudo, você não pode apenas disponibilizar os itens sem se preocupar com a qualidade deles. Afinal, nesses casos, você pode não evitar acidentes e doenças ocupacionais.

Por isso, ao definir uma marca, pense na questão de custo-benefício: o EPI tem um custo acessível, mas, ao mesmo tempo, protege os colaboradores? Afinal, você não quer precisar arcar posteriormente com questões trabalhistas, não é mesmo?

 

Priorize a facilidade de ajuste

Nem todas as pessoas têm as mesmas dimensões na face e, por isso, o ajuste precisa ser realizado para trazer maior proteção.

 

Isso deve levar em consideração pontos importantes, tais como:

·       o porte físico do colaborador;

·       se ele faz uso de lente de contato ou não;

·       se há uma eventual sensibilidade aos compostos presentes no EPI;

·       se a pessoa precisará realizar algum ajuste por fazer o uso concomitante com outro EPI;

·       uma avaliação de vedação caso a caso.

 

Esse último ponto é o que ressalta, principalmente, a necessidade de que o equipamento seja flexível para ajustes. Isso porque é por meio dele que se torna possível garantir a proteção uniforme para os diferentes tipos de formatos de rostos e demandas, evitando desconfortos e desproteção.

 

Considere as exigências legais

As NR’s existentes já apontam quais são os EPIs para proteção respiratória que devem ser utilizados caso a caso. Por exemplo, isso está presente na NR 6 (sobre EPIs), na NR 15 (que exige a elaboração do Programa de Proteção Respiratória e, portanto, especifica os limites de risco aos quais os colaboradores podem estar expostos) e na NR 9 (que exige a elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, o PPRA). Além de tudo que falamos, é fundamental saber escolher os melhores equipamentos de proteção respiratória.

 

Alguns pontos aos quais você deve estar atento são:

·       verifique se a marca é certificada pelo Inmetro ou tem certificado de aprovação;

·       analise se ela tem a qualidade necessária para proteger os seus colaboradores;

·       avalie o material com o qual os EPI’s são produzidos;

·       verifique se há boas recomendações sobre a marca.

 

Por fim, uma boa alternativa é contar com os produtos Delta Plus. Nós produzimos equipamentos de qualidade há mais de 40 anos, com possibilidade de ajustes, sempre pensando em unir conforto e segurança. Nós fabricamos itens que protegem os colaboradores da cabeça aos pés e podemos atender às necessidades do seu negócio.

 

 


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HIGIENIZAÇÃO DE EPI’s -

QUAL A SUA IMPORTÂNCIA E COMO FAZER!

 

 


 

O uso de Equipamentos de Proteção Individual é uma prática comum e obrigatória em diversas áreas de trabalho, desde hospitais, locais químicos, construções, entre outros. Mas, muitas vezes, os envolvidos não sabem como realizar o cuidado quanto ao uso e a higienização de EPI.

Com isso, uma parte muito importante do convívio diário com esses equipamentos é a conscientização dos funcionários e colaboradores, para que não haja problemas no uso, danificação e descarte do material.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para que você saiba a maneira correta de como higienizar os EPI’s de acordo com as suas especificações. Acompanhe!

 

Qual a importância da higienização do EPI?

O EPI é um Equipamento de Proteção Individual e, diante disso, é fundamental o colaborador saber usá-lo adequadamente, como também realizar a higienização. Isso porque é importante manter os dispositivos bem conservados, pois fazer uso de equipamentos em mal estado pode apresentar riscos em potencial. Por isso, é necessário tanto o empregador quanto o trabalhador seguirem as recomendações fornecidas pelo fabricante.

 

Quais são as práticas gerais de limpeza?

Cada equipamento tem suas regras para realizar a limpeza necessária, mas, em geral, algumas práticas básicas devem ser consideradas. Entre alguns exemplos, pode-se citar a utilização de um sabão neutro e não uso de produtos corrosivos ou abrasivos. Além disso, é preciso deixar secar na sombra e evitar o sol para não danificar o equipamento.

 

De que forma higienizar os EPI’s?

A higienização de EPI’s é de suma importância para diversas áreas e não deve ser feita de qualquer jeito, pois cada equipamento conta com peculiaridades de como lidar com a limpeza e descarte.

 

Luvas de segurança

Caso a luva seja descartável, deve ser jogada no lixo depois de utilizada. E se não for, é recomendável que o trabalhador a lave ao final de todos os dias com sabão neutro, deixando-a secar completamente na sombra. Também é indicado que ele tenha um segundo par para que possa revezar, assim tendo sempre luvas limpas para o próximo dia.

 

Calçados de segurança

É um item que suporta durante horas de trabalho o corpo do trabalhador. Por isso, ao retirá-lo, é preciso deixá-lo “repousando” na sombra, para que areje seu interior e seque o possível suor. A limpeza completa do calçado pode ser feita a cada 15 ou 30 dias, variando conforme a recomendação do fabricante.

 

Óculos de proteção

Quanto aos óculos de proteção, você deve sempre ficar atento aos materiais que podem o arranhar. A limpeza pode ser feita com detergente e, para secar, pode ser utilizado papel toalha ou uma toalha macia que não solte pelinhos.

 

Capacetes de segurança

Esse equipamento, geralmente, só recebe sujeiras na sua superfície. Assim, sua limpeza se resume em passar um pano úmido para retirar as poeiras e outras sujidades. No entanto, também vale deixá-lo de repouso na sombra para secar possíveis resíduos de suor.

 

Respiradores

Ao final do dia de trabalho, esse equipamento deve ser limpo com o auxílio de um pano para retirar as sujeiras superficiais. Para secar, pode ser utilizado um papel toalha ou uma toalha macia. Os filtros, sempre que necessário, devem ser trocados conforme a indicação do fabricante.

 

Protetores auditivos

Devido às secreções naturais dos nossos ouvidos, os protetores auriculares devem ser higienizados todos os dias depois de usados. Para limpeza, é recomendado lavar com sabão, secar à sombra e colocar no guarda-roupa somente quando estiver completamente seco.

Com a leitura deste conteúdo, fica evidente que a higienização de EPI’s é algo vital para um bom serviço, pois mantém o equipamento limpo, fazendo com que a sujeira não atrapalhe seu uso e não cause efeitos negativos à saúde do usuário, como também a redução do tempo de vida útil do material. Assim, vale reforçar sobre a importância de toda empresa realizar um processo de conscientização e treinamento dos trabalhadores, a fim de evitar possíveis problemas.

 

 



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sexta-feira, 1 de março de 2024

 




 

 

 

RESPIRADORES PFF2 E N95

 


 

Os respiradores são fundamentais para a proteção das vias aéreas, garantindo a segurança do colaborador contra pequenas partículas presentes no ambiente, como fumos, poeiras, névoas, vapores orgânicos e até mesmo doenças respiratórias. Dentre os recomendados pelos órgãos de saúde, podemos citar o respirador PFF2 e o N95.

Ambos são EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e contam com uma barreira que atua contra as contaminações, mantendo essa função por semanas. Por isso, é importante investir em inovação para garantir a proteção dos trabalhadores, principalmente na execução de atividades que os expõem mais a riscos à saúde.

No entanto, apesar de suas eficiências, ainda há diferenças entre o PFF2 e o N95. Por isso, preparamos este artigo para que você conheça as particularidades de cada equipamento e possa optar por aquele que melhor atenda às suas necessidades. Boa leitura!

 

O que é o respirador PFF2?

A Peça Facial Filtrante (PFF2) é um respirador que protege o trabalhador contra partículas finas, como névoas tóxicas e fumos. Esse equipamento também pode ser utilizado pelos profissionais na área da saúde na proteção contra micro-organismos, como bactérias e vírus.

A sua tolerância é garantida desde que o volume não seja superior a dez vezes o seu limite, tendo a sua eficiência mínima em 94% e a máxima de penetração em 6%. Além disso, esse tipo de respirador deve ser descartado após o seu uso, pois ele não tem manutenção.

 

O que é o respirador N95?

Equivalente ao PFF2, o N95 é um respirador recomendado para colaboradores que atuam em ambientes contaminados por aerossóis. Isso porque a sua resistência e a capacidade de filtração desses compostos particulados chegam à 95% em fragmentos maiores que 0,3 µm.

Contudo, para garantir essa segurança ao trabalhador, é preciso que o respirador seja colocado de maneira correta, a fim de oferecer uma boa vedação ao seu rosto. Além disso, é fundamental utilizá-lo antes de entrar no local contaminado e apenas retirá-lo após a saída do ambiente.

Outro ponto a ser observado é que, assim como o respirador PFF2, o N95 é um modelo descartável, devendo ser usado somente em um turno de trabalho.

 

Quais as diferenças entre o respirador N95 e o PFF2?

Basicamente, os dois têm a mesma equivalência de proteção, mas com algumas particularidades. A primeira distinção corresponde às suas classificações, sendo que o respirador PFF2 atende ao estabelecido pela ABNT e pelo MTE, enquanto o N95 é reconhecido e testado nos EUA pelo NIOSH.

Outra diferença está relacionada à eficácia dos equipamentos, visto que o PFF2 tem mínima de filtração de 94% e o N95 chega a 95%. No entanto, ambos são EPIs indicados para os trabalhadores que atuam em ambientes com contaminação aérea, evitando riscos e garantindo a segurança dos usuários.

 

Como devem ser utilizados os respiradores?

Independentemente do modelo do respirador, antes de entrar no local de trabalho, é preciso que o trabalhador saiba utilizá-lo corretamente. Nesse caso, estando com as mãos limpas, é necessário colocar e ajustar a máscara à face. Caso o trabalhador tenha cicatrizes profundas ou barba, a atenção deve ser redobrada, visto que é fundamental que o respirador esteja em contato direto com a pele para garantir a eficiência do seu uso.

Além disso, sempre que for preciso manusear o respirador, as mãos devem estar higienizadas corretamente para que ele não seja contaminado ou possa contaminar outras superfícies.

 

Assim, o equipamento só poderá ser retirado quando o colaborador sair do local de trabalho, como dito, sendo preciso descartá-lo, ou ainda nos seguintes casos:

·       após o respirador ser contaminado por fluidos corporais;

·       depois de procedimentos que gerem partículas contaminantes;

·       ao sair de ambientes destinados ao tratamento de doenças infectocontagiosas.

 

Esses equipamentos podem ser usados na área hospitalar?

Os respiradores N95 e PFF2 podem ser usados nas áreas hospitalares, pois têm eficácia contra as bactérias e os vírus que possam estar dispersos no ar., no entanto, é recomendado que, em ambiente não estéril, como em procedimentos cirúrgicos e em exposição a agentes patológicos, os respiradores não contenham válvulas de exalação. Isso porque o ar exalado pelo trabalhador não é filtrado, podendo haver o risco de contaminação cruzada.

 

A máscara cirúrgica tem a mesma eficiência do respirador?

Tanto a máscara quanto o respirador devem ser usados com a capacidade de retenção correta ao trabalho a ser realizado. Assim, apesar de ser resistente a gotículas, a máscara cirúrgica não deve ser utilizada em qualquer ambiente, tendo o seu uso restrito para a área da saúde.

Já o respirador pode ser utilizado em qualquer lugar em que possa haver aerossóis, mas desde que esteja em conformidade com o tipo de serviço atribuído.

 

Quais os riscos do uso prolongado do respirador?

Geralmente, quando uma pessoa utiliza respiradores, ela tende a tocar o rosto por diversas vezes ao longo do dia, sendo que, à medida que o tempo passa, esse desconforto aumenta. Desse modo, também se eleva o risco de contaminação por tocar a parte externa da máscara e outros objetos, prejudicando os níveis de proteção do equipamento.

 

Onde adquirir os respiradores?

No mercado, há diversos estabelecimentos e lojas não especializados em que podem ser encontrados à venda os EPI’s, porém é preciso atentar para a qualidade do produto, bem como para o seu certificado de aprovação - CA. O ideal é que esses tipos de equipamentos sejam adquiridos de empresas especialistas ou de representantes da área que tenham tradição no mercado para assegurar a aquisição de um produto de confiança e com garantia.

 

Além disso, também é fundamental observar alguns fatores, a fim de obter uma ótima experiência na compra, tais como:

·       a qualidade do atendimento;

·       a negociação exclusiva;

·       a qualidade do produto;

·       o custo-benefício.

 

Assim, quando o assunto envolve EPI’s, é importante escolher uma empresa completa nesse ramo e que desenvolva uma variedade de produtos acessíveis e inovadores que protejam o trabalhador da cabeça aos pés, tendo uma grande liderança também em segmentos de proteção respiratória.

Portanto, como você viu, para as empresas e para os trabalhadores que atuam em ambientes contaminados, é fundamental investir e adquirir o respirador PFF2 ou o N95, pois, além de atenderem às necessidades dos serviços, eles protegerão os profissionais contra aerossóis e substâncias tóxicas que possam causar danos à sua saúde.

 

 



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