sexta-feira, 8 de setembro de 2023

 




 

O QUE É CONFORTO ACÚSTICO

 

Podemos definir conforto acústico como uma sensação auditiva de bem-estar para executar as atividades necessárias em um determinado ambiente. Por exemplo, um escritório que proporciona conforto acústico nos permite trabalhar sem ter desvios de foco e atenção provocados por ruídos excessivos sejam eles internos ou externos.

O conforto é resultado de boas condições acústicas em um ambiente construído. Um ambiente bem projetado do ponto de vista acústico minimiza ruídos, melhora a concentração, a produtividade e permite uma melhor comunicação e clareza no entendimento da fala (inteligibilidade).

 

Projetar sem levar em conta o conforto acústico, dependendo do tempo de exposição ao ruído pode causar diversos problemas que afetam diretamente a nossa saúde, como:

·       Danos à audição;

·       Doenças Cardiovasculares;

·       Dores de cabeça;

·       Alterações Hormonais;

·       Distúrbios do Sono (Como insônia) ;

·       Estresse; entre outros.

 

Foto: Troldtekt

 

Além de afetar negativamente o nosso corpo, estar em um ambiente excessivamente ruidoso atrapalha atividades diárias como: trabalhar ou estudar. O ruído nesses locais em que passamos a maior parte do tempo (por ex.: escritórios ou salas de aula) é responsável por diminuir a produtividade, trazer problemas de comunicação e dificultar a compreensão das informações.

 

“Um estudo em 2005 descobriu que 99% das pessoas entrevistadas relataram que sua concentração foi prejudicada por ruídos de escritório, como telefones sem resposta e fala de fundo. ”

 

(Fonte: Banbury SP e Berry DC (2005) Ruído no escritório e concentração de funcionários: identificando as causas da interrupção e melhorias potenciais. Ergonomics 48: 1, pp 25-37.)

Além disso, é importante que você saiba: existem requisitos de conforto acústico nas normas NBR 15.575 e NBR 10.152 que são obrigatórios e devem ser atendidos em projetos residenciais.

 

O Conforto Acústico e a Arquitetura

Os materiais de construção possuem propriedades acústicas, isso quer dizer que eles transmitem, refletem ou absorvem os sons. Por isso, fatores como as fontes de som ou ruído e o tratamento acústico da fachada, irão interferir na qualidade acústica do ambiente.

 

Foto: My Desk

 

O principal objetivo de um projeto de acústica é estudar as soluções corretas para que haja uma boa relação entre os usuários e o ambiente, ou seja, proporcionar conforto na execução das atividades. Diversos fatores podem influenciar na acústica de um edifício como: a geometria e volume de um espaço, as características dos materiais construtivos, superfícies e suas propriedades de absorção, transmissão e reflexão do som, as fontes de ruído internas e externas, entre outros.

Identificar as fontes de ruído é essencial para determinar o tratamento acústico necessário. Existem diversos tipos de fontes de ruído:

·       Externas (sons de tráfego das ruas, vizinhos)

·       Internas (conversas telefônicas, música)

·       Ruído de impacto (passos, reforma)

·       Vibrações sonoras (através da estrutura)

·       Ruído de equipamentos; (sistemas de ar condicionado, elevadores)

 

Condicionamento Sonoro ou Isolamento Acústico?

O tipo de tratamento acústico irá depender dos objetivos necessários para um determinado ambiente.

 

Foto: Education Snapshots

 

Embora os materiais utilizados para o Isolamento Acústico e para o condicionamento Acústico tenham a intenção de melhorar ambientes acusticamente, tratam-se de materiais diferentes com funções distintas.

O isolamento acústico trata de atenuar a propagação sonora de um ambiente a outro, evitando a transmissão de sons indesejáveis. Desta forma, a edificação consegue atenuar as interferências de sons externos, como o de trânsito. Da mesma maneira evitam que sons produzidos em um ambiente interfiram nos espaços adjacentes, como acontece entre salas de aula vizinhas em uma escola. Ele também é geralmente realizado com materiais capazes de barrar a energia sonora como paredes de alvenaria, concreto, drywall, vidros laminados, janelas e portas ou então sistemas de paredes duplas.

Já o condicionamento sonoro tem o objetivo de adequar a distribuição de ondas sonoras em um ambiente e condicionar essa distribuição de acordo seu uso. A reflexão dessas ondas sonoras pode ser controlada através do uso de materiais que possuem capacidade de absorção e difusão sonora, que resulta em maior inteligibilidade (compreensão da fala). São geralmente utilizados materiais fibrosos ou porosos, como espumas acústicas, fibras minerais, tecidos e painéis de madeira perfurados.

Nos acostumamos com um contexto ruidoso, sem nos dar conta do quanto o ruído indesejado nos afeta. Este e-book tem como objetivo demonstrar brevemente como o som atinge o nosso cotidiano e a nossa saúde.

 

“O mundo está ficando cada vez mais ruidoso. Como resultado, nossa saúde, aprendizado e produtividade estão sofrendo. ” (Julian Teasure)

 

 



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quinta-feira, 7 de setembro de 2023





 

SEGURANÇA DO TRABALHO – POR ONDE COMEÇAR?

 

Tenho recebido muitos e-mails e contatos através do blog, de colegas recém-formados e que estão no primeiro emprego. Assim como em qualquer outra profissão, bate aquele frio na barriga e as perguntas vêm.




Já faz algum tempo que escrevi uma série de textos sobre esse assunto e sugiro a leitura:

 

Meu primeiro dia como Técnico de Segurança do Trabalho

No entanto, neste texto abordarei de forma mais direta o que chamo de roteiro da segurança para começar do zero. Vejam bem, tudo que vou tratar aqui, será partindo do princípio de que a empresa não tem nada. Vamos ao roteiro:

 

Avaliação de risco

Esse é o primeiro item a ser trabalhado em qualquer empresa que não tem nada ou que nunca teve uma avaliação de risco. Use o modelo sugerido nesta postagem Levantamento de Perigos e Riscos – Como fazer e modelo de planilha.

Se a avaliação for bem-feita, ao final você terá uma série de medidas de controle obrigatório em função dos riscos levantados.

 

Procedimentos

Escrever procedimentos não é algo que deve ser feito pelo Técnico de Segurança, mas pode ter certeza de uma coisa – se não tem nenhum, você será o cara que vai puxar isso. Crie um modelo para a empresa e adote um nome, tais como: IS – Instrução de Segurança, IOT – Instrução Operacional de Trabalho; PO – Procedimento Operacional, enfim, aquele que você achar melhor. O mais importante é o conteúdo.

Esses procedimentos devem conter o passo a passo da atividade, quais são os perigos, riscos, agentes, consequência e medidas de controle.

 

IMPORTANTE: Todos os empregados envolvidos na atividade devem ser treinados nesse procedimento.

Nesta fase, também deve ser definido o Plano de EPI’s para cada atividade.

 

Documentação legal

Se a empresa não tem nada, então você terá muito trabalho pela frente!

Enquanto trabalha nos itens anteriores, inicie o atendimento ao básico da legislação, tais como: CIPA, PPRA, PCMSO, PPR, PCA, PPRPS, AVCB, etc.

Em um segundo momento, vem os Laudos de Insalubridade, Periculosidade, Ergonômico, Elétrico.

 

Autorização Para Trabalho

Você deve definir, também, uma sistemática de autorização para trabalhos envolvendo riscos críticos, tais como: operação de veículos e equipamentos móveis, bloqueio de energias, substâncias perigosas, içamento de carga, trabalho a quente, sistemas pressurizados, escavação, trabalho em altura, espaço confinado, riscos elétricos. O sistema deve prever para tais cargos, quais exames e treinamentos serão necessários e suas respectivas validades. 

 

Por exemplo: O funcionário só poderá fazer trabalhos em altura se estiver com um crachá de autorização, onde conste a data de validade do exame médico e do treinamento da NR35.

 

Conclusão

Seguindo os passos acima, você estará praticamente montando um Sistema de Gestão de Segurança na empresa. É um trabalho que demanda tempo e exige bastante do profissional, pois não podemos esquecer que ainda existem as atividades de rotina: inspeções, atendimento de emergências, reuniões, etc. Eu diria que que é um trabalho para no mínimo dois anos. Isso, levando em consideração uma empresa de pequeno porte com no máximo 100 funcionários.

Lembrando que para cada item principal que citei, temos muitos subitens que tomarão muito tempo. Aliás, dentro de cada grupo desse, há itens que nunca terminará.

Eu sugiro que seja criado um cronograma de atendimento e apresentado a gerência, pois alguns itens exigirão investimentos que devem ser orçados.

A grande verdade é que não existe um modelo único de gestão (eu comecei a preparar um, mas ainda não terminei), cada empresa tem suas particularidades. No geral eu penso que os itens acima atendem bem qualquer empresa, mas é possível adaptar, pois também são apenas sugestões. Cada um deve trabalhar conforme as condições lhe sejam favoráveis!

 

 

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PROCEDIMENTO DE TRABALHO PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

 

 Já tenho alguns posts publicados com esse tema (veja abaixo), mas hoje trago um procedimento completo que adaptei de um DDS.

 

·       Segurança na movimentação de cargas suspensas

·       Uso correto de lingas e correntes

·       Segurança na operação de ponte rolante

 

1 OBJETIVO: Instruir os empregados quanto ao procedimento de trabalho para movimentação de cargas.

2 APLICAÇÃO: Todos os departamentos que efetuam movimentação de cargas.

3 DEFINIÇÃO: Movimentação de cargas é todo e qualquer movimentação mediante o emprego de dispositivos, acessórios e equipamentos industriais tais como pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, etc

 


4 ATIVIDADE:

4.1 Preparação da carga, engatamentos e manuseio:

·       Conhecer o peso da carga a ser transportada e o centro de gravidade (caso não saiba, é preciso elaborar um Plano de Rigging);

·       Determinar os dispositivos e acessórios a serem utilizados, selecioná-los e preencher o check-list, verificando-se as capacidades de carga conforme tabelas do fabricante;

·       Utilizar proteções para preservação dos dispositivos;

·       Preparar o local de destino utilizando-se de calços e outros dispositivos, caso necessários;

·       Posicionar o gancho de elevação (moitão) perpendicular e sobre o centro de gravidade da carga a ser movimentada;

·       Acoplar o dispositivo de manuseio à carga, evitando-se que partes de componentes fiquem soltos;

·       Utilizar sinal sonoro para avisar os empregados;

·       Nenhuma carga deve ser transportada sobre pessoas, máquinas e equipamentos;

·       O transporte deve ser realizado com a carga o mais baixo possível;

 

 4.2 Recomendações de segurança:

·       Afastar-se da área de risco, utilizando cabo de condução e/ou cajados;

·       Precaver todos os funcionários envolvidos no processo de movimentação, assim como as pessoas que trabalham nas imediações;

·       Sinalizar ao operador. Esta operação deve ser efetuada por uma única pessoa;

·       Verificar se a carga não ficou presa e se está nivelada;

·       Certificar-se de que a carga não possa se espalhar ou tombar;

 

 4.3 Equipamentos e Dispositivos para a movimentação da carga

·       Cunhas: São elementos utilizados para evitar que a carga não se espalhe.

·       Calços: Têm a finalidade de manter um vão livre entre a carga e o solo para que o dispositivo de içamento possa ser retirado.

·       Cajado ou Cabo de condução: Dispositivos utilizados para manobrar a carga para fora da área de risco.


5 Equipamentos de Proteção Individual:

·       Óculos de segurança

·       Protetor auricular

·       Calçado de segurança

·       Luvas de raspa

·       Outros que se fizerem necessários, conforme análise de risco.

·       Outros Documentos


Tabela de Dispositivos e Acessórios utilizados nas movimentações de cargas:



RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS

No uso de outros dispositivos especiais e nos manuseios de cargas críticas, o responsável deve elaborar uma PPT – Permissão Para Trabalho.

As correntes, as manilhas, a pega chapas, os balancins e as patolas devem ser inspecionados diariamente com anotação em check-list específico e semestralmente, com auxílio de ensaios não destrutivos.

Na aquisição de dispositivos e acessórios, deve ser exigido do fornecedor Certificado de Testes ou Qualidade

 

Dispositivos e Acessórios:

Equipamentos utilizados nas movimentações de cargas como: correntes, cabos de aço, cintas sintéticas, cordas, manilhas, pega-chapas e patolas

 

Dispositivos e Acessórios

Desgastes permitidos

Providências

Observações

 

Correntes (lingas)

10 % no diâmetro original dos elos, pêra e ganchos, bem como elos

alongados/deformados

Segregar o equipamento, sinalizá-lo para descarte.

Descartar e solicitar a reposição

Cabos de aço

Deformações como cantos-vivos, toro rompido e aparecimento da alma, o cabo deve ser reprovado

Segregar o equipamento, sinalizá-lo para descarte.

Descartar e solicitar a reposição

Cintas sintéticas

Cortes até 10 % da largura da cinta

Segregar o equipamento, sinalizá-lo para descarte.

Descartar e solicitar a reposição

Cordas de sisal

Nenhum desfiamento; nenhum contato com cavacos e produtos químicos corrosivos

Descartar no lixo comum

 

Manilhas

10 % no diâmetro original das paredes

Segregar o equipamento, sinalizá-lo para descarte.

Descartar e solicitar a reposição

Pega chapas

Não pode haver desgastes, principalmente nas superfícies de agarre e prensamento

Qualquer desgaste deve ser comunicado ao responsável

O responsável providenciará a manutenção, se for possível

Patolas

Não pode haver desgastes, principalmente nas superfícies de agarre. Especial atenção deve ser dada aos pinos e elos de junção das partes, os quais não podem desgastar mais que 10 % de seu diâmetro

Qualquer desgaste deve ser levado ao conhecimento do responsável

O responsável providenciará a manutenção, se for possível




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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

 





 

INOVAÇÕES EM EPI: TECNOLOGIA A FAVOR DA SEGURANÇA NO TRABALHO

 

A Segurança no Ambiente de Trabalho é uma preocupação constante em diversas indústrias. Com o avanço da tecnologia, novas possibilidades estão surgindo para aprimorar a eficácia e o conforto dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s.

 

O futuro da proteção do trabalhador

Os AVANÇOS EM NANOTECNOLOGIA E MATERIAIS DE ENGENHARIA estão desempenhando um papel fundamental na evolução dos EPI’s.

Materiais mais leves, porém, extremamente resistentes, estão sendo desenvolvidos para proporcionar proteção sem comprometer o conforto do usuário.

Exemplos incluem fibras de aramida e polímeros de alta performance, que oferecem resistência a chamas, abrasões e impactos.

 

Detectando riscos em tempo real

A integração de sensores de detecção de riscos nos EPI’s é uma das tendências mais emocionantes.

Esses sensores podem monitorar fatores como temperatura, níveis de gases tóxicos e exposição a substâncias químicas nocivas.

Em caso de detecção de situações perigosas, os sensores podem alertar o usuário e até mesmo transmitir informações para um centro de controle, permitindo uma resposta rápida e eficaz.

 

Ergonomia aprimorada com mais conforto e eficiência

A ergonomia sempre foi um desafio na concepção de EPI’s. No entanto, as inovações recentes estão focadas em oferecer produtos que se adaptem melhor ao corpo humano, minimizando a fadiga e aumentando a liberdade de movimento.

Designs mais anatômicos, ajustáveis e leves estão proporcionando maior conforto aos trabalhadores, incentivando o uso adequado dos equipamentos.

 



A visão do futuro com RA e RV

A integração de tecnologias de Realidade Aumentada - RA e Realidade Virtual - RV está começando a impactar os EPIs de forma significativa.

Máscaras de proteção facial com recursos de RA podem exibir informações cruciais, como instruções de segurança ou análises de riscos, diretamente no campo de visão do usuário.

Isso não apenas aumenta a conscientização situacional, mas também aprimora a tomada de decisões em ambientes perigosos.

 

Sustentabilidade e durabilidade

Além das melhorias funcionais, os EPI’s estão seguindo a tendência de sustentabilidade. Materiais recicláveis e processos de fabricação mais conscientes estão sendo adotados para reduzir o impacto ambiental.

EPIs duráveis e de longa vida útil também contribuem para a diminuição do desperdício, mantendo os trabalhadores protegidos por mais tempo.

 

O que esperar do futuro dos EPI’s?

As inovações em EPIs estão se movendo em direção a um futuro de proteção mais inteligente e eficaz. Espera-se que a integração de tecnologias avançadas, como inteligência artificial para análise de dados coletados por sensores, continue a melhorar a precisão na detecção de riscos.

Além disso, a personalização dos EPI’s com base nas necessidades individuais dos trabalhadores poderá se tornar uma realidade, maximizando a eficiência e o conforto.

No entanto, é crucial lembrar que, independentemente das inovações tecnológicas, a conscientização, treinamento adequado e o uso consistente dos EPI’s continuam sendo os pilares fundamentais para garantir a segurança no local de trabalho.

Afinal, a tecnologia pode ser uma aliada valiosa, mas a responsabilidade pela proteção individual ainda recai sobre os ombros de cada trabalhador.

 

 

 



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OS DESAFIOS DA GESTÃO DE EPI NAS EMPRESAS

 



A gestão adequada dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s é um dos pilares essenciais para garantir a segurança dos colaboradores em ambientes de trabalho diversos.

As empresas e organizações, independentemente de seu tamanho ou segmento, devem compreender a importância de uma abordagem estratégica para aquisição, armazenamento, distribuição, treinamento, manutenção e substituição de EPIs.

Vamos explorar os desafios enfrentados pelas empresas na gestão de EPI’s e os benefícios que uma abordagem eficiente traz para a segurança dos colaboradores e a produtividade do ambiente de trabalho.

 

Aquisição e seleção adequada de EPI’s

Um dos primeiros desafios enfrentados pelas empresas é a escolha adequada dos EPIs a serem utilizados em diferentes funções e riscos.

Cada setor de trabalho possui requisitos específicos de proteção, e a seleção inadequada dos equipamentos pode comprometer a segurança dos funcionários.

Investir tempo em pesquisas, consultar especialistas e fornecedores confiáveis é fundamental para adquirir EPI’s que atendam às necessidades de proteção.

 

Treinamento dos funcionários e uso correto dos EPI’s

De nada adianta possuir EPI’s de alta qualidade se os funcionários não forem devidamente treinados para utilizá-los corretamente. A falta de treinamento adequado pode levar a erros de uso que diminuem a eficácia dos equipamentos ou, pior ainda, colocam os colaboradores em risco.

Promover sessões de treinamento regularmente e conscientizar os funcionários sobre a importância do uso adequado dos EPI’s são passos fundamentais na gestão de EPIs.

 

Benefícios de uma gestão eficiente de EPI’s

Uma gestão eficiente de EPI’s não apenas protege os colaboradores de acidentes e doenças ocupacionais, mas também contribui para a produtividade da empresa.

Funcionários que se sentem seguros em seus ambientes de trabalho tendem a ser mais engajados e motivados, resultando em um clima organizacional mais positivo.

Além disso, a redução de acidentes de trabalho leva a menor absenteísmo, menor rotatividade de funcionários e, consequentemente, economia de recursos.

 

Manutenção e substituição oportuna

Outro desafio é garantir a manutenção regular dos EPI’s. Equipamentos desgastados, danificados ou desatualizados podem não oferecer a proteção necessária.

Estabelecer um programa de inspeção e manutenção é vital para assegurar que os EPI’s estejam sempre em condições ideais. Além disso, a substituição oportuna de EPI’s danificados ou que tenham atingido sua vida útil é essencial para a contínua proteção dos trabalhadores.

 

Armazenamento e distribuição eficiente

Após a aquisição, o armazenamento correto dos EPI’s também representa um desafio. Os equipamentos devem ser armazenados em locais adequados, protegidos de fatores que possam comprometer sua qualidade e eficácia.

Além disso, a distribuição eficiente dos EPI’s para os funcionários é crucial, garantindo que todos tenham acesso aos equipamentos necessários para suas atividades diárias.

 



A gestão de EPI’s é um desafio constante para as empresas, mas é uma responsabilidade que não pode ser subestimada. Ao enfrentar os desafios relacionados à aquisição, armazenamento, distribuição, treinamento, manutenção e substituição dos EPI’s, as organizações demonstram um comprometimento genuíno com a segurança e bem-estar de seus colaboradores.

 

Lembre-se: Uma gestão eficiente não apenas protege vidas, mas também impulsiona a produtividade e o sucesso a longo prazo da empresa.

Portanto, investir tempo e recursos na gestão de EPI’s é uma escolha inteligente e responsável que traz benefícios significativos para todas as partes envolvidas.

 



 

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