quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

 




 

SAIBA O QUE É AVALIAÇÃO DE VIBRAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO

 

 


Quando um corpo oscila e produz forças desequilibradas de componentes de movimento rotativo ou alternativo, dizemos que ele vibra. Logo, a avaliação de vibração é feita quando se pretende medir o nível dessa ação.

Através dessa verificação, é possível identificar, dentro das normas adotadas no âmbito da Higiene Ocupacional, se o trabalhador está exposto a índices seguros de vibração de corpo inteiro e de mãos e braços.

Para entender melhor sobre o assunto e entender a sua importância em uma empresa, continue a leitura deste post até o final!

 

O que é Avaliação de Vibração?       

 

Não raro, a intensidade das vibrações de corpo inteiro (VCI) ou de mãos e braços (VMB) não é percebida. Isso porque, é comum que o profissional submetido a esse agente físico já esteja acostumado ao incômodo.

No caso de um motorista, por exemplo, o veículo pode ser insalubre ou não, dependendo das manutenções e das condições das estradas. 

Assim sendo, para que seja possível chegar a uma conclusão, é preciso realizar medições dos níveis de vibração através de equipamentos adequados. 

Tal verificação é chamada de avaliação quantitativa da exposição ocupacional a vibrações localizadas (mãos e braços) ou de corpo inteiro.

 

Quais são os tipos de Avaliação de Vibração?

 

Basicamente, quando a vibração incide sobre os membros superiores do trabalhador ela é chamada de vibração de mãos e braços ou vibração localizada. 

Por outro lado, se ela age de forma mais ampla e quando o profissional se encontra sentado, deitado ou em pé, é chamada de vibração de corpo inteiro.

 

Confira alguns exemplos de ambos os casos:

 

·       Vibração de mãos e braços (VMB): ocorre durante o uso de ferramentas como martelete pneumático, perfuratriz, esmerilhadeira, lixadeira, parafusadeiras, grampeadeira, desmoldadora, motosserra e etc;

·       Vibração de corpo inteiro (VCI): acontece quando são usados equipamentos com força motriz própria, como empilhadeiras, veículos fora de estrada, máquinas pesadas, tratores e implementos agrícolas, por exemplo.

 

Como é realizada a Avaliação de Vibração?

 

Os procedimentos relativos à avaliação quantitativa para VMB e VCI seguem as exigências estabelecidas pelas Normas de Higiene Ocupacional (NHO-09 e NHO-10 de Segurança e Medicina do Trabalho).

 

Acompanhe, a seguir, maiores detalhes:

 

Vibração de Mãos e Braços (VMB)

 

Esta modalidade de avaliação de vibração deve ser feita através de sistemas de medição que permitam a obtenção precisa da aceleração resultante de exposição normalizada.

Feito isso, é preciso analisar se o valor da Aren — parâmetro representativo da exposição diária do trabalhador — obtido não ultrapassa 5 m/s2, ou seja, o limite permitido.

 

Vibração de Corpo Inteiro (VCI)

 

Com relação à avaliação quantitativa da exposição dos trabalhadores à vibração de corpo inteiro, a mesma lógica deve ser seguida. Isto é, os dispositivos corretos precisam ser adotados a fim de realizar a medição já mencionada.

Entretanto, desta vez, o limite de exposição ocupacional da Aren é 1,1 m/s2 e o valor da dose de vibração resultante (VDVR) é 21,0 m/s1,75.

Vale ressaltar, mais uma vez, que os dois formatos de avaliação de vibração são baseados nas normas regulamentadoras NHO-09 e NHO-10, contidas na Fundacentro.

 

 

Quais as medidas preventivas contra os efeitos da vibração?

Para proteger o trabalhador contra os efeitos da vibração — que podem variar desde doenças vasculares e musculares a enfermidades neurológicas, por exemplo —, é fundamental que algumas medidas sejam adotadas.

 

·       Dentre elas, podemos citar as principais:

·       Avaliação periódica à exposição;

·       Promoção de treinamentos que esclareçam os colaboradores sobre os riscos envolvidos em casos de exposição à vibração e quanto à utilização adequada de equipamentos de proteção;

·       Disponibilidade em ouvir a comunicação de trabalhadores que percebam níveis anormais de vibração em alguma atividade;

·       Vigilância da saúde dos funcionários, tendo como foco os efeitos da exposição à vibração;

·       Adoção de procedimentos e métodos de trabalhos alternativos capazes de reduzir a exposição a vibrações mecânicas.

 

E quanto às medidas corretivas? Quais são elas?  

 

Quanto às medidas corretivas a serem implementadas, conforme o subitem 1.4.1 da NR-01, temos:

 

“I – No caso de exposição às VMB, modificação do processo ou da operação de trabalho, podendo envolver:

 

a) a substituição de ferramentas e acessórios;

b) a reformulação ou a reorganização de bancadas e postos de trabalho;

c) a alteração das rotinas ou dos procedimentos de trabalho; e

d) a adequação do tipo de ferramenta, do acessório utilizado e das velocidades operacionais;

II – No caso de exposição às VCI, modificação do processo ou da operação de trabalho, podendo envolver:

 

a) o projeto de plataformas de trabalho;

b) a reformulação, a reorganização ou a alteração das rotinas ou dos procedimentos e organização do trabalho;

c) a adequação de veículos utilizados, especialmente pela adoção de assentos antivibratórios; e

d) a melhoria das condições e das características dos pisos e pavimentos utilizados para circulação das máquinas e dos veículos;

 

III – Redução do tempo e da intensidade de exposição diária à vibração; e

 

IV – Alternância de atividades ou operações que gerem exposições a níveis mais elevados de vibração, com outras que não apresentem exposições ou impliquem exposições a menores níveis. ”

 

Por que é importante estar atento à Higiene Ocupacional?

 

Além de serem primordiais na hora de garantir a saúde e as devidas condições laborais aos trabalhadores, os cuidados com a Higiene Ocupacional são indispensáveis ao cumprimento das legislações.

De tal modo, implementar ações como a avaliação de vibração é de suma importância à empresa, uma vez que certificados e outros documentos devem ser apresentados, em caso de fiscalização, para comprovar que atende às regras estabelecidas por lei.

Caso contrário, o empreendimento pode ser multado ou sofrer punições ainda mais graves. 

Isso sem citar, é claro, que os resultados das análises são fundamentais na elaboração de planos estratégicos e na tomada de decisão como um todo. 

Afinal, é com base nessas avaliações que medidas são adotadas, impactando diretamente nos resultados do negócio. 

Portanto, esteja atento, enquanto gestor, às exigências impostas pelos órgãos responsáveis pela Saúde e Segurança do Trabalho e não coloque sua empresa e, muito menos, seus colaboradores em risco!

 

 



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quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

 




 

ACIDENTES DE TRABALHO MAIS COMUNS E COMO EVITAR

 



Segundo um relatório do Ministério Público do Trabalho e da Organização Internacional do Trabalho, o Brasil registrou uma taxa de seis mortes a cada 100 mil empregos formais, entre 2002 e 2020. Esses dados mostram como os acidentes de trabalho são bastante comuns, mesmo com tantas informações a respeito de cuidados para prevenção.

Neste artigo, você vai conhecer os principais acidentes nos ambientes de trabalho e saber como evitá-los. Continue a leitura!

 

4 acidentes de trabalho mais comuns e como evitá-los 

É indispensável que os colaboradores de uma empresa saibam quais são os acidentes de trabalho mais comuns e como evitá-los.

 

Confira quais são eles:

 

1. Quedas 

 

Trabalhadores que atuam em alturas elevadas, correm altos riscos de queda. Além disso, quanto maior for o local, maiores serão os riscos de danos sérios e, na maioria das vezes, irreversíveis.

As quedas, normalmente, são causadas por ambientes com falta de sinalização adequada, uso de equipamentos de baixa qualidade ou com defeitos e, principalmente, a falta de equipamentos de segurança.

 

Portanto, se você quer evitar esse tipo de acidente, é importante seguir alguns cuidados essenciais:

 

·       Uso de EPI’s - Equipamento de Proteção Individual;

·       Uso de Equipamentos de Qualidade;

·       Revisão e Manutenção Frequente dos equipamentos;

·       Ações para garantir que todos os colaboradores utilizem os EPI’s.


Mas as quedas não estão restritas a ambientes muito altos. Muitas vezes, lugares como escritórios também são propícios para esse tipo de acidente.

 

Nesse caso, as dicas de segurança são:

 

·       Tenha sempre um espaço limpo e bem organizado, com as passagens livres para as pessoas;

·       Instale corrimão e faixas antiderrapantes nas escadas;

·       Garanta um ambiente bem iluminado;

·       Utilize placas de sinalização quando os pisos estiverem molhados.

 

Além disso, as pessoas podem sofrer mal súbito. Por isso, é importante que todos os colaboradores passem por um treinamento de primeiros socorros.

 

2. Acidentes com máquinas e ferramentas 

 

O manuseio de máquinas e ferramentas, como empilhadeiras, prensas hidráulicas, serras, dentre outras, pode ser bastante perigoso se não for feito corretamente.

Os riscos são a incapacidade do colaborador, perda de membros e, em alguns casos, a morte.

 

Portanto, para evitá-lo, é preciso:

 

·       Garantir que o funcionário esteja capacitado para manusear o equipamento;

·       Disponibilizar equipamentos em boas condições;

·       Utilizar materiais para saúde e segurança no trabalho.

 

3. Lesões por esforço repetitivo 

 

As Lesões por Esforço Repetitivo - LER, são causadas por atividades repetitivas, como digitação intensa em computadores, condução frequente de veículos, carga e descarga de itens etc. Elas podem causar danos nos músculos, tendões e ligamentos do colaborador.

 

Elas podem ser evitadas com alguns cuidados:

 

·       Garantir uma ergonomia adequada;

·       Certificar-se que os funcionários terão pausas para descanso ao longo do dia;

·       Instruir os colaboradores a fazerem alongamentos.

 

4. Choques elétricos

 

Os choques elétricos podem causar desde queimaduras até paradas cardíacas, que podem levar o colaborador a óbito.

 

Portanto, a empresa deve se responsabilizar por:

 

·       Garantir que somente funcionários capacitados atuem em setores elétricos;

·       Utilizar EPI’s;

·       Garantir a manutenção na rede elétrica do local para evitar fios desencapados e realizar substituições, caso seja necessário;

·       Ter um desfibrilador cardíaco na empresa.

 

Além desses cuidados para evitar acidentes de trabalho, é importante que os funcionários estejam cientes das ações que devem ser tomadas para garantir um ambiente seguro. Portanto, deve ser feita uma conscientização e, se preciso, oferecer treinamentos. 

Mesmo com todas as ações de prevenção e conscientização que deve existir no ambiente de trabalho, também é indispensável que a empresa esteja preparada para lidar com as consequências desses acidentes, caso eles aconteçam. 

Portanto, para garantir um atendimento adequado às vítimas, é preciso ter um DEA - Desfibrilador Externo Automático para salvar vidas e proporcionar um espaço de trabalho ainda mais seguro.




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PRIMEIROS SOCORROS -  CONSEQUÊNCIAS DE NÃO REALIZAR A RCP CORRETAMENTE




A Reanimação Cardiopulmonar - RCP é uma prática utilizada nos atendimentos de primeiros socorros. Ela é uma sequência de manobras e massagens cardíacas feitas em vítimas de parada cardíaca e tem como objetivo manter a circulação sanguínea do coração e outros órgãos vitais.

Com isso, é evitado que o acidente leve a pessoa a óbito antes da chegada do resgate. Porém, existem algumas consequências perigosas quando o procedimento não é realizado corretamente, por isso, é importante conhecer algumas ações que devem ser evitadas.

Quer saber mais sobre o assunto para conhecer as consequências de uma RCP feita de maneira errada e evitá-las? Continue a leitura!

Erros durante a realização da RCP em primeiros socorros e suas consequências 

Confira quais são os erros no processo de primeiros socorros para evitá-los e não gerar consequências da parada cardíaca para a vítima:

1. Demora para iniciar o procedimento de primeiros socorros

É importante que a RCP seja feita o mais rápido possível após o acidente. Afinal, quanto mais tempo demorar para o socorro acontecer, menores serão as chances de obter sucesso na reanimação.

2. Realização da RCP em quem não sofreu parada cardiorrespiratória 

A RCP é uma técnica realizada para a reanimação cardiopulmonar com o objetivo de reverter uma Parada Cardiorrespiratória - PCR. Portanto, é preciso certificar-se de que o coração da vítima está realmente parado. Afinal, é perigoso comprimir o peito de alguém que não está nessa situação, podendo causar efeitos negativos para a saúde, como uma fratura óssea.

 

3. Fazer RCP com posicionamento errado 

 

Para que a RCP, de fato, tenha efeito positivo, é preciso que a vítima esteja deitada em uma superfície plana e firme, deitada de barriga para cima. Caso contrário, o procedimento não terá o resultado desejado.

 

4. Não manter um ritmo 

 

A RCP deve ser realizada sem pausas até que a assistência médica chegue ao local do acidente para evitar que a pessoa vá a óbito. Além disso, o ritmo adequado de compressões do tórax é de cerca de 100 movimentos por minutos.

Por ser um procedimento cansativo, é recomendado que duas pessoas o realizem, fazendo revezamentos, justamente para evitar interrupções no procedimento por cansaço.

 

5. Realizar o mesmo procedimento em pessoas com idades diferentes

 

A RCP pode ser feita em pessoas de qualquer idade que estejam sofrendo uma parada cardiorrespiratória.

 

Porém, existem algumas peculiaridades em cada fase para garantir sucesso:

 

·       RCP em adolescentes e adultos: deve ser realizada com as duas mãos;

·       RCP em recém-nascidos, bebês:  deve ser realizada apenas com o uso dos dedos, de preferência o polegar;

·       RCP em crianças: deve ser realizada somente com uma das mãos.

 

É importante tomar esse cuidado para que os adultos recebam a força adequada para a RCP ter efeito, mas também evitar que bebês e crianças acabem sendo machucados por excesso de força desnecessária.

 

 



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terça-feira, 3 de janeiro de 2023





 

 

VOCÊ SABE IDENTIFICAR OS INDÍCIOS DE UM ATAQUE CARDÍACO?

 


Quando uma forte dor no peito aparece é um indicativo de que há algo errado acontecendo e é comum associarmos imediatamente a dor com a possibilidade de que seja um infarto.

Mas nem sempre essa dor, tem a ver com um ataque cardíaco. Ela também pode estar associada a alta carga de ansiedade, adrenalina, ou até mesmo a um ataque de pânico.

No mundo mais de 17 milhões de pessoas morrem por ano vítimas de doenças cardiovasculares, segundo dados da Organização Mundial da Saúde - OMS, que relata ainda que esses problemas representam a maior causa de mortes no Brasil, com cerca de 360 mil casos por ano.

Muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas, ou prolongadas, com cuidados preventivos e/ou com o atendimento rápido e adequado. Afinal, alerta, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças cardiovasculares podem reverter essa grave situação.

Em geral, o problema pode surgir em pessoas de qualquer idade, mas acontece com maior frequência em pessoas com mais de 45 anos. Os principais inimigos do infarto são: o tabagismo e o colesterol em excesso, pois acumulados podem levar à formação de placas de gordura, hipertensão, obesidade, estresse, depressão e diabetes.

“O importante é estar atento aos sinais. No caso do ataque cardíaco são vários. Ao perceber estar sentindo dois ou três deles, procure imediatamente ajuda médica” ressalta Marco Antônio Marques Félix, médico geriatra, instrutor de Suporte Avançado de Vida pela American Heart Association e consultor da CMOS DRAKE, empresa fabricante de desfibriladores cardíacos há mais de 30 anos...

Saber identificar os fatores de risco relacionados a ataques cardíacos ou como identificar os principais sintomas e como realizar o tratamento é de grande importância.

 

Os principais sintomas de um ataque cardíaco são:

 

1 – Dor no peito: A sensação é como se fosse realizada sobre o tórax uma grande pressão, como se algum objeto estivesse sendo pressionado. A direção deste aperto acontece em direção ao centro ou um pouquinho para a esquerda, bem no sentido do coração. Por isso, esse é um dos sintomas mais dolorosos e alarmantes de um infarto.

 

2 – Tonturas e vertigens: Outro fator importante para identificar um problema no coração é sentir tonturas e/ou vertigens. A sensação de perda de consciência momentânea ou permanente, que é o desmaio, aponta a fragilidade do corpo. Em geral, elas são o resultado de um quadro prévio de arritmia ou de mudanças súbitas no funcionamento do ciclo cardíaco.

 

3 – Sensação de enjoo e a perda do apetite: Uma pessoa que está em ameaça de sofrer um infarto ou algum desfalecimento cardíaco apresenta forte sensação de enjoo, além de perder completamente a vontade de comer. Mas os vômitos acontecem não somente antes do ataque, como também pode acontecer durante.

 

4 – Dificuldades para respirar: Um infarto ou outra questão no coração faz com que a pessoa sofra um colapso no pulmão, resultando assim em falta de ar. A parada cardiorrespiratória é quando o coração não consegue mais bombear sangue e oxigênio para o corpo, fazendo com que o pulmão perca a sua capacidade de trabalhar sozinho.

 

5 – Dores nos braços: Muito comum é ver pacientes de ataque cardíaco relatar que sentiram dores nos braços. Este é um sinal muito comum nos homens, quando a dor no peito irradia para os braços, cotovelos e ombros. Além disso, essas dores também podem ter reflexo no abdômen e pescoço. Isso acontece porque os sinais nervosos recebem grande tensão, gerando uma dor que pode ser contínua ou intermitente.

 

6 – Fraqueza: Devido ao corpo estar sob extrema pressão e por ter a possibilidade de haver algum tipo de tontura ou desmaio, a fraqueza é um dos sintomas mais característicos. Uma pessoa em ataque cardíaco muitas vezes não consegue segurar objetos leves com as mãos, como uma folha de papel.

 

7 – Dores na região do estômago: As dores abdominais e a sensação de queimação estomacal são sinais muito comuns nas mulheres. Este é um sintoma intenso e muito dolorido.

Como vimos, é fundamental reconhecer os sinais de um ataque cardíaco e, ao identificar a combinação de mais de dois desses sintomas, procurar auxílio profissional imediatamente. Além disso, a doença pode ser identificada precocemente. Então, não deixe de fazer um acompanhamento médico com um cardiologista e se informar sobre as formas de prevenção e também como agir em caso de uma emergência: situação em que a pessoa desmaia e perde a consciência. Nesses casos os passos são: iniciar imediatamente as compressões torácicas (massagens cardíacas) e procurar o Desfibrilador DEA mais próximo para garantir a sobrevida da vítima até a chegada do socorro especializado, que também deve ser acionado imediatamente.

 




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CHECKLIST DE MATERIAIS PARA SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

 



De acordo com a legislação trabalhista, as empresas precisam garantir um ambiente de trabalho livre de riscos para os colaboradores. Nesse sentido, é preciso providenciar materiais para saúde e segurança do trabalho. 

 

4 Materiais para saúde e segurança do trabalho que são essenciais

 

Os materiais para saúde e segurança do trabalho agem de forma preventiva, evitando que os colaboradores sofram acidentes ou estejam expostos a riscos que podem comprometer a sua integridade física. Também é importante que a empresa tenha itens para auxiliar no atendimento de possíveis emergenciais, como os extintores e os kits de primeiro socorro.

Por isso, é dever das empresas minimizar os riscos existentes no local de trabalho, fornecendo Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s e outros itens necessários para a segurança de todos e prevenção de acidentes. Para te ajudar com isso, separamos a lista dos mais importantes:

 

1. Protetor auricular

 

A longo prazo, a exposição a ruídos em um volume alto pode danificar o canal auditivo, mas os danos só são percebidos com o passar dos anos. Para evitar problemas como surdez ou perda auditiva, é preciso fornecer protetores auriculares, como abafadores e tampões de ouvido. 

 

2. Luvas, botas e jalecos

 

As luvas são importantes para proteger as mãos e os braços. Porém, o tamanho e o material na sua composição vai variar de acordo com o risco que o colaborador está exposto. 

Por exemplo, quem trabalha com produtos abrasivos, o ideal são os modelos de raspas. Para aqueles funcionários que manuseiam cargas pesadas, as melhores opções são aquelas texturizada. 

Já os colaboradores que entram em contato com óleo e graxa, precisam utilizar luvas de PVC. As de borracha nitrílica são ótimas para quem lida com agentes químicos e biológicos.

As botas e jalecos também são essenciais. As primeiras protegem contra quedas, enquanto os segundos

 

3. Capacete

 

Os capacetes protegem contra objetos que podem cair, contra pancadas ou colisão com outros itens. Também existem aqueles para proteção da radiação solar e eletricidade, por exemplo. 

O uso desse item em conjunto com viseira e arco voltaico é fundamental para quem trabalha com soldagem ou está em contato com partículas em suspensão.

 

4. Colete de sinalização

 

Também conhecido como colete refletivo, esse é um dos materiais para saúde e segurança do trabalho que não pode faltar para aqueles colaboradores que trabalham em locais com pouca luminosidade, como estradas à noite. Esse EPI evita que ocorram acidentes, como atropelamentos.

 

5. Proteção para trabalho em altura

 

Aquelas pessoas que trabalham em altura, como limpadores de vidro, precisam contar com diversos tipos de EPI:

 

·       Talabarte: conecta o trabalhador a uma estrutura segura;

·       Cinto de Segurança do Tipo Paraquedista: ele possui material altamente resistente, garantindo a segurança do colaborador;

·       Travaquedas: como o próprio nome já sugere, é um dispositivo que trava a queda quase que imediatamente;

 

5. Kit de primeiros socorros completo 

 

O kit primeiro socorros deve conter itens básicos para atender desde pequenos cortes até ocorrências como uma parada cardíaca por exemplo.

 

Confira alguns itens importantes para um kit de primeiros socorros completo:

 

·       Gaze

·       Compressa

·       Atadura de crepom de 10 cm

·       Micropore

·       Esparadrapo

·       Bolsa Termogel

·       Luvas cirúrgicas descartáveis

·       Almotolia de Sabão Líquido

·       Soro fisiológico 0,9%

·       Tesoura

·       Termômetro Digital

·       Água oxigenada – volume 10

·       Algodão

·       Pinças

·       Pomada para queimadura

·       Remédios e medicamentos (ex: Paracetamol, ibuprofeno ou cetirizina) ​

·       Solução de iodo

·       Desfibrilador Externo Automático DEA

 

Desfibrilador Externo Automático - DEA

 

O item mais importante do kit de primeiros socorros é o Desfibrilador Externo Automático - DEA, pois é capaz de salvar uma vida em caso de uma emergência cardíaca. Além do risco de infarto causado por condições de saúde prévias, acidentes de trabalho, como quedas e choques, podem levar a uma parada cardíaca.

Levando em consideração esse risco eminente, é preciso que as empresas estejam preparadas e contar com o DEA é a única forma de prestar o socorro rápido (antes mesmo da chegada do atendimento médico especializado) para salvar a vida do funcionário, caso algo desse tipo aconteça.

O socorro de uma vítima de infarto deve ser ágil, já que 50% das vítimas que não recebem assistência a tempo não sobrevivem. Por outro lado, daquelas que são atendidas na primeira hora, 90% saem ilesas. 

Portanto, é preciso considerar o DEA como um dos materiais para saúde e segurança do trabalho mais importantes. Esse equipamento é fácil de ser utilizado e não precisa ser manuseado por um profissional de saúde.

 

 

 

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