terça-feira, 19 de julho de 2022

 



 

 

 

QUAIS OS ACIDENTES MAIS COMUNS NA CONSTRUÇÃO CIVIL E COMO EVITÁ-LOS?

 



O modo de ver e pensar o trabalho mudou ao longo dos séculos. Nessa evolução, ele passou a ser desenvolvido por grupos, máquinas de produção, tecnologias etc. Esse avanço traz consigo a possibilidade de ocorrer acidentes ou existir doenças ocupacionais relacionados ao desempenho dessas funções.

Como se sabe, os acidentes na construção civil estão nesse hall. Por isso, é primordial ficar por dentro das normas de segurança e prevenção. Continue lendo o artigo que preparou e descubra quais são os tipos mais comuns de acidentes e como evitá-los!

 

 

Quais são as principais causas de acidentes na construção civil?

 

Na construção civil, é preciso cuidar da limpeza do terreno, da montagem do barracão, entre tantos outros aspectos até a finalização da obra. A utilização de pregos, estacas e tábuas é muito comum nas edificações.  Nessas poucas linhas, já é possível perceber que o perigo e possibilidades de acidentes é muito grande.

 

Vejamos, a seguir, algumas das principais causas:

 

Deslocamentos

 

No início da obra, os funcionários que manuseiam materiais — sejam eles pesados ou leves — têm que prestar muita atenção a pregos não rebatidos, obstáculos, transporte de equipamentos, levantamento de cargas excessivas ou impróprias etc. Tudo isso se torna um risco devido ao terreno irregular.

 

Exemplo de ocorrência

 

Um funcionário se acidenta ao furar o pé em um prego não rebatido, obtendo uma lesão. Esse tipo de acidente se classifica como “Acidente Típico” (artigo 19 da Lei n 8.213/91), que é aquele sofrido no desempenho de sua atividade laboral.

A solução é adotar, orientar e ministrar treinamentos por meio de profissionais capacitados. Assim, agrega-se valor ao trabalho, propiciando um ambiente laboral adequado ao desenvolvimento das atividades.

 

Alergias e complicações

 

Na Construção Civil, os trabalhadores estão expostos a poeiras e cimento. Tais materiais tem como base a argila e o calcário (Material Álcalis) e outros compostos químicos, como:

 

·       Óxido de Cálcio (CaO);

·       Sílica (SiO2);

·       Alumina (Al2O3);

·       Óxido de Férrico (Fe2O3);

·       Óxido de Magnésio (MgO) etc.

 

O cimento é classificado como uma poeira inerte, quando depositado em betoneiras, dispersa uma grande quantidade de poeira no ar, pois o maior risco está no tamanho da partícula que pode ser inalado ou em contato com pele ou os olhos.    

Esses compostos, encontrados no cimento, são capazes de gerar dermatites, irritações conjuntivas ou lesões mais graves, como a cegueira. Para controlá-las ou minimizá-las, deve-se utilizar os equipamentos de proteção individual, como máscara, roupas especiais e luvas.

 

Além disso, podemos citar outros compostos químicos que trazem substâncias alergênicas, como o dicromato de potássio, carba-mix e thiuram-mix, por exemplo. 

A NR 9 os riscos ambientais agentes nocivos à saúde do trabalhador em função da sua natureza, concentração ou intensidade, além de tempo de exposição.

Para prevenir, oriente os funcionários acerca do uso correto dos EPI’s. Dê atenção a equipamentos específicos para lidar com esses agentes, como as máscaras, abafadores, luvas, botas, capacetes, protetores solares etc.

Os treinamentos também são bem-vindos, atentando a todos sobre esse tipo de risco.

 

Ruídos altos e intensos

 

O ruído pode ser classificado em graus diferentes: contínuo ou intermitente e de impacto. Embora os ruídos contínuos e intermitentes sejam colocados no mesmo patamar, há autores da Construção Civil que defendem que no contínuo, o Nível de Pressão Sonora (NPS) varia até 3 dB num período de mais de 15 minutos.

Enquanto isso, no intermitente, o NPS varia a partir de 3 dB em períodos de mais de 2 segundos e menos de 15 minutos. Lembre-se de que todo e qualquer som ou ruído indesejável é nocivo à saúde do trabalhador. 

 

Identificado o ruído, é preciso controlá-lo, com ações como:

 

·       Isolamento da fonte com cabines (chamadas isolantes);

·       Redução da reverberação em um ambiente fechado;

·       Remoção do trabalhador;

·       Mudanças no layout etc.

 

Adote também controles administrativos na conscientização dos danos causados pelo ruído, pois o trabalhador tem direito de saber dos riscos que corre. Para proteção dele, indique e fiscalize o uso de protetores auriculares ou auditivos.

Sons que ultrapassam os 85 decibéis podem causar perdas auditivas permanentes ou temporárias (85 decibéis é a exposição máxima por dia).

Evite esse problema garantindo o uso de protetores auditivos de qualidade, além de investigar, autuar, isolar, reduzir e remover todo tipo de ruído que possa prejudicar os funcionários.

 

DORT e LER

 

DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho) e LER (Lesão por Esforço Repetitivo) são corriqueiros dentro de qualquer empresa cujo funcionário exerça sua atividade repetindo um movimento várias vezes. Os principais causadores da DORT são:

 

·       Posturas inadequadas;

·       Dupla jornada de trabalho;

·       Obesidade;

·       Estresse.

 

Pode-se evitar esse problema adotando programas de prevenção que objetivam a qualidade de vida no trabalho e atuam na redução de doenças e estresse.

Eles podem ser aplicados por meio de palestras, técnicas de relaxamento e atividades que resultem na diminuição da sobrecarga física do trabalho. É importante organizar o ambiente para que o ajuste ergonômico seja considerado.

Condutas como essas fazem o colaborador se sentir valorizado. Assim, ele trabalha melhor e o clima organizacional é beneficiado.

 

Como a segurança do trabalho atua na prevenção desses acidentes?

 

A atuação na construção civil, certamente, abriga grandes perigos. Entretanto, se a organização quer ser considerada como referência no segmento, precisa, definitivamente, focar na segurança do trabalho.

Para isso, é necessário plicando as normas, supervisionar e investir na saúde ocupacional (dentre outras ações). A seguir, indicamos alguns passos simples para que você inicie os trabalhos de prevenção de acidentes em sua instituição. Veja só: 

 

Crie um ambiente seguro

 

Organize a obra. Para um funcionamento saudável, a empresa precisa ter harmonia entre tecnologia, matéria-prima, máquinas, manutenção, método, meio ambiente e mão de obra.

Para isso, deve-se implantar práticas seguras, descobrindo condições de risco, conservando e mantendo a obra limpa. Além disso, é fundamental manter a prática da metodologia 5S (ordenação, arrumação, limpeza, higiene e autodisciplina).

 

Capacite e treine a equipe

 

A realização do treinamento de segurança do trabalho é uma maneira de evitar acidentes, motivando os funcionários a participarem e conhecerem as principais medidas de segurança. O profissional tem que ser capacitado para ministrar o treinamento.

A empresa, junto com a CIPA (Comissão interna de acidente), organiza, planeja e apresenta temas de importância ao trabalhador na SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes). Assim, a equipe fica mais engajada, beneficiando a todos na empresa.

Quando o assunto é segurança do trabalho, o papel do empregador também é o de orientar e estimular o uso de EPIs, enquanto o do colaborador inclui utilizar, limpar e zelar pelo seu EPI.

 

Atenda às NR’s

 

Tratam-se de requisitos e procedimentos obrigatórios às empresas (sejam elas públicas ou privadas). As Normas Regulamentadoras são de grande importância na eliminação de acidentes. Reunidas inicialmente na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), elas tinham o objetivo de reunir as leis esparsas existentes na época, consolidando os direitos trabalhistas.

Já em 1978, foi publicada a Portaria 3.124, no Diário Oficial da União (DOU). Assim, as NR’s foram aprovadas a fim de garantir a segurança do trabalhador no desenvolvimento de suas atividades. A segurança é um direito do trabalho e, portanto, um dever da empresa contratante.

 

Conte com uma parceria especializada

 

Buscar uma consultoria em segurança do trabalho é uma boa pedida. A empresa deve oferecer treinamentos de combate a incêndio e planos de prevenção com um conceito voltado para a inovação. Ao contar com profissionais qualificados, vários benefícios podem ser identificados. Entre eles, citamos: 

 

·       Administrar os treinamentos de planos de prevenção;

·       Reduzir custos (referentes a acidentes, turnover, afastamentos etc.).

·       Para escolher a empresa ideal, considere:

·       Carga horária;

·       Necessidade e importância do treinamento;

·       Custo-benefício.

 

Quais são os resultados da gestão voltada à saúde ocupacional?

 

Com uma equipe preocupada em prevenção, tanto empregador quanto os empregados são beneficiados e a rotina de trabalho se torna muito mais agradável e segura. O resultado disso se mostra na qualidade de vida que os profissionais obtêm no exercício de sua função, além de uma empresa saudável, um RH que não desperdiça recursos nem gere mal os benefícios, e bom posicionamento de mercado.

Para diminuir as ocorrências de acidentes na construção civil, as empresas devem ter em mente: o investimento na saúde do trabalhador e nas melhorias das condições e postos de trabalho não é um custo, e sim um investimento. A segurança do trabalho envolve diversos desafios que só podem ser superados quando você conta com total expertise na área.

O cuidado com esse aspecto aumenta a qualidade de vida das pessoas no trabalho e gera valor à empresa. Pensando nessa questão, é sempre importante contar com a ajuda de especialistas, uma consultoria nesse contexto, pode fazer toda a diferença. Quer saber como alcançar esse patamar? Entre em contato conosco e tenha toda a nossa experiência a seu favor!

 

 



 

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DESCUBRA COMO FAZER UM PLANO DE EMERGÊNCIA PARA A EMPRESA!

 



 

Imprevistos acontecem, mas quando se está preparado para eles, os danos podem ser bem menores. Assim, um plano de emergência é essencial para se resguardar dos efeitos de possíveis acidentes.

Saber o que fazer em situações críticas e inesperadas pode ser a diferença entre a solução e o desastre. Desse modo, é preciso estar preparado para enfrentar desafios que as vulnerabilidades existentes por vezes provocam.

 

O que é o plano de emergência?

 

Cada empresa, em função das atividades que desenvolve ou do local onde está instalada, se encontra sob determinados riscos de acidentes ou de imprevistos. Esses, por sua vez, podem ser identificados e avaliados com o intuito de prover as iniciativas e os recursos necessários para seu enfrentamento.

Essa é a maneira de se pensar no assunto e de se preparar para saber o que fazer quando acontecer um imprevisto. Esse trabalho preventivo, quando consolidado em uma organização e transformado em um documento orientador para as ações pertinentes, constitui o plano de emergência da empresa.

Tal documento indica tudo o que deve ser feito, apontando os riscos internos e externos e as iniciativas que são necessárias antes, durante e após cada evento.

Essas medidas envolvem, entre outras, a capacitação dos colaboradores, a disponibilidade de recursos e os procedimentos que deverão ser adotados. A partir dessas orientações, toda a empresa se prepara para quando a emergência surgir.

É preciso levar em conta que o plano deve ser exercitado de modo que todos saibam como agir. Por sua vez, alguns colaboradores terão um papel a desempenhar em uma emergência e devem conhecê-lo muito bem.

 

Qual o objetivo desse plano?

 

Quando se fala de plano de emergência, é muito comum fazer referência a um plano de combate a incêndios. No entanto, é claro que um incêndio não é a única emergência que pode ocorrer envolvendo a empresa e a realidade está bem distante disso.

Na verdade, há uma falha de prevenção quando se impõe limites dessa natureza, deixando de abordar mais amplamente as fragilidades existentes. Um plano de emergência deve avaliar qualquer situação de risco significativa para a organização e seus trabalhadores.

 

Desse modo, sua finalidade é a proteção da vida dos colaboradores da empresa, assim como do patrimônio e do meio ambiente. Quando bem elaborado, seus principais objetivos podem ser assim relacionados:

 

·       Identificar os principais riscos e vulnerabilidades existentes internamente e no entorno;

·       Apontar as ações que devem ser tomadas nas emergências que elenca;

·       Sensibilizar todo o corpo de colaboradores para estar sempre preparado;

·       Capacitar os colaboradores para as ações de emergência;

·       Possibilitar um nível de segurança capaz de ser mantido e operacionalizado;

·       Dispor de pessoal, recursos e meios para as iniciativas pertinentes na ocorrência de imprevistos;

·       Limitar os efeitos negativos de imprevistos e contingências.

 

Quando ele é indicado?

 

Sempre! Não há circunstância em que o plano de emergência não seja indicado ou seja dispensável. Dessa forma, sua elaboração e implantação devem ocorrer já, se ainda não foram providenciadas.

Nesse sentido, é preciso levar em conta que emergências e imprevistos surgem a qualquer momento e, portanto, o plano deve estar sempre disponível e atualizado. Aliás, a necessidade de permanente atualização é indispensável.

Afinal, novas suscetibilidades podem aparecer na própria empresa ou em suas proximidades. Por exemplo, um novo processo de produção pode ter sido implantado recentemente com riscos diferentes daqueles antes existentes.

Da mesma forma, novas abordagens preventivas mais eficientes podem estar disponíveis e, nesse caso, poderiam ser incorporadas às iniciativas emergenciais planejadas pela empresa. Além disso, toda vez que mudanças significativas acontecerem na empresa, é preciso revisar o que foi planejado para emergências.

Leve em conta que, para planos de emergência contra incêndio, existe legislação aplicável. Assim, em nível nacional, deve ser observada a NBR 15219, da ABNT, enquanto que, para o estado de São Paulo, também se aplica a Instrução Técnica nº 16/2018, do Corpo de Bombeiros.

 

Como elaborar um plano de emergência?

 

A decisão de implementar um plano de emergência na empresa deve resultar principalmente da conscientização de seu uso como um instrumento de prevenção. Ao mesmo tempo, deve ser considerada a sua real implementação, uma vez que não teria sentido limitá-lo a algumas páginas guardadas em uma gaveta.

 

Essencialmente, a elaboração de um plano de emergência comporta 5 fases principais:

 

·       Identificação e avaliação das vulnerabilidades;

·       Avaliação dos recursos necessários;

·       Definição da composição do plano;

·       Implementação do plano;

·       Revisão e atualização permanentes.

 

A seguir, veja, de forma detalhada, cada uma dessas etapas.

 

1. Identificação e avaliação das vulnerabilidades

O primeiro passo consiste no diagnóstico de vulnerabilidades existentes internamente na organização, assim como externamente, em suas proximidades. Essa fase é realizada por meio de um levantamento de possíveis situações de risco e condições que poderiam favorecer a ocorrência de acidentes.

Uma vez relacionados os diversos pontos que poderiam gerar emergências, cada um deles precisa ser avaliado quanto às possíveis ações para serem eliminados. Com isso, já se conhecem os riscos de situações inesperadas e o que fazer se ocorrerem.

 

2. Avaliação dos recursos necessários

Tomando por base os riscos e vulnerabilidades identificados, deve-se avaliar a necessidade de ferramentas, instrumentos e materiais para as respectivas soluções emergenciais. Ao mesmo tempo, é preciso deixar explícito onde estão esses recursos e como acessá-los em uma contingência.

Por vezes, essas soluções não são instrumentais, mas operacionais ou estruturais como uma saída de emergência ou o botão de acionamento do alarme de incêndio. Em qualquer caso, é preciso considerar a capacitação para utilização dos recursos que forem disponibilizados.

 

3. Definição da composição do plano

Identificados os riscos e definidos os recursos necessários para a solução da emergência, deve ser organizado o plano. Nessa fase, é essencial uma planta baixa das instalações para a localização de passagens, saídas, recursos disponíveis e qualquer outra informação relevante, além do mapa de risco de cada área.

Além disso, é imprescindível que todos os envolvidos saibam quem deve acionar quem, ou seja, para determinada situação, qual é a responsabilidade de cada um. Os exercícios e treinamentos posteriores darão maior precisão a essa fase com o aprimoramento do plano.

 

4. Implementação do plano

Uma vez pronto, a implantação do plano deve iniciar com a capacitação, primeiramente, dos que estão diretamente envolvidos. Esse cuidado deixará claras as funções de cada um, ao mesmo tempo em que ampliará a precisão de ações importantes com a participação gradativa de mais pessoas.

Em seguida, os trabalhos de comunicação interna e externa, de orientação e treinamento e de esclarecimento de detalhes passam a ser permanentes e periódicos. A coordenação com socorros externos deve ser organizada para não haver falhas nos acionamentos quando necessários.

 

5. Revisão e atualização permanentes

Sempre que houver alteração nos processos, mudanças estruturais e inclusão de novos colaboradores, o plano de emergência deve ser revisto. Assim, sua atualização é permanente e com periodicidade pelo menos anual.

Um plano de emergência, portanto, deve ser bem planejado e muito bem divulgado na empresa. Além disso, todos precisam ser treinados para qualquer demanda emergencial que surgir. Considere, portanto, a assessoria de uma empresa experiente e habilitada, com vistas a garantir um plano de emergência que alcance os resultados necessários.

 

 

 

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segunda-feira, 18 de julho de 2022

 



 

 

INVESTIR EM SEGURANÇA DO TRABALHO GERA ECONOMIA PARA A SUA EMPRESA.

 

 

“Quanto a sua empresa gasta com Saúde e Segurança do Trabalho? ”

 

 

Sob nosso ponto de vista, essa pergunta já está feita de maneira errada. Saúde e Segurança do Trabalho não são gastos, são investimentos. E mais do que isso, são investimentos que podem gerar, entre diversos outros benefícios que conversaremos, economia à sua empresa.

Nunca havia pensado assim? Tudo bem. Nós preparamos um material completo para você entender como o investimento em treinamento e preparo para SST retorna de diversas formas positivas para os seus colaboradores e empresa.

 

Segurança no trabalho: um benefício para todos

 



O Brasil ainda é um dos países com maior número de casos de acidentes de trabalho no mundo. Em um levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ficávamos em 4° lugar, atrás somente da China, Índia e Indonésia. Este dado já nos acende o alerta da importância de se investir em Segurança do Trabalho.

Muito se engana quem acredita que somente o colaborador se beneficia com estas medidas. É evidente que a preocupação com a vida e o bem-estar das pessoas no ambiente é o ponto principal, mas a empresa toda sai ganhando ao utilizar ferramentas e investir recursos em capacitação de SST.

Além de evitar as multas que a legislação impõe e processos trabalhistas, ao se criar um ambiente mais sadio para o desenvolvimento da função dos colaboradores, bem como ter uma equipe devidamente treinada para se evitar riscos, a produtividade aumenta consideravelmente.

 

Benefícios de se investir em Segurança do Trabalho

 

Separamos os principais pontos positivos que sua empresa ganhará, investindo adequadamente em equipamentos e treinamentos de segurança para a equipe.

 

Ambiente seguro

 

Seja qual for a área de atuação do profissional, todos nós precisamos estar seguros em nosso ambiente de trabalho. Este é o primeiro passo para podermos realizar nossas atividades profissionais da melhor maneira. Desde trabalhos com menores riscos aparentes, como em escritórios administrativos, até aqueles que têm maior exposição aos mais variados riscos, como construção civil ou indústria, todos precisamos criar um ambiente que seja seguro.

 

Redução de acidentes

 

Pode parecer redundante, mas é preciso reforçar isto: a principal função da segurança no trabalho é prevenir acidentes. O foco principal é na saúde física e mental dos profissionais. E uma das formas mais eficazes de se prevenir é através da análise de riscos, antevendo possíveis problemas que possam acontecer e já criando estratégias que o evitem, como é o caso do uso de EPIs (Equipamento de Proteção Individual) ou os EPC’s (Equipamentos de Proteção Coletiva).

 

Aumento da produtividade

 

Como isso ocorre? Simples. Em um ambiente seguro, o trabalhador se sente mais estimulado a desenvolver suas atividades. O sentimento de se sentir valorizado pela empresa, ao demonstrar que a saúde dele é importante, o motiva, aumentando a sua produtividade.

No livro O Poder do Hábito, de Charles Duhigg, é apresentado um exemplo real de uma fábrica que teve um aumento significativo na produtividade com a entrada de um novo CEO focado em: saúde e segurança dos colaboradores.

 



 

Reduz despesas

 

Lembra que falamos lá em cima que geraria economia? Aqui está. Uma empresa com menores acidentes de trabalho se previne contra gastos muito mais altos, gerados por afastamentos, despesas médicas, atrasos, contratação de terceiros para cobrir licenças, multas e ações trabalhistas.

Quando colocados na ponta do lápis, os investimentos feitos em segurança versus os gastos tido com acidentes de trabalho, a diferença fica abissal.

 

Diminui transtornos burocráticos e jurídicos

 

No Brasil, as normas de segurança do trabalho, bem como as responsabilidades do empregador, estão regulamentadas na Constituição Federal. Fiscais do Ministério do Trabalho monitoram e autuam as irregularidades encontradas.

 

Deixa a empresa bem na foto

 

Ninguém quer ver sua marca ou empresa sendo mal falada por aí, não é? Uma empresa que mostra sua preocupação com o bem-estar físico e mental da sua equipe se diferencia quanto às outras no mercado. Em uma sociedade que cada vez mais cobra responsabilidade social, zelar pela saúde do colaborador é uma forma de mostrar seus reais valores como marca.

 

Invista sempre em Segurança do Trabalho

 

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Primeiro porque estamos lidando com pessoas, e a saúde deve sempre ser prioridade. E em segundo ponto, porque ao criar um ambiente mais saudável e seguro dentro da sua empresa, você colherá de volta frutos valiosos e duradouros, inclusive financeiros.

Mantenha sua equipe devidamente treinada e capacitada contra todos os riscos que podem ocorrer na sua empresa, já desenhando estratégias que previnam esses acidentes.

 

 

 




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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA: CONHEÇA E SAIBA COMO ADQUIRIR PARA SUA EMPRESA

 





Quando falamos sobre Saúde e Segurança do Trabalho, a proteção contra a contaminação ou intoxicação por vias aéreas é importantíssima em todos os locais. Principalmente em grandes ambientes empresariais e industriais com produtos químicos, biológicos ou mesmo particulados.

Estamos falando aqui de microrganismos, poeiras, névoas, fuligens, gases, entre outros, que podem facilmente ser inalados, comprometendo a saúde e segurança do colaborador.

Por isso que cada operação precisa ter um planejamento protetivo avaliado tecnicamente, bem como estar adequada às normas de segurança, utilizando os Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR’s) próprios para aquela atividade.

Você conhece um pouco sobre cada perfil de EPR e como se deu a sua evolução para oferecer cada vez mais segurança e autonomia para o trabalhador que o utiliza? Então respire fundo e mergulhe nesse texto que preparamos para você.

 

O que são Equipamentos de Proteção Respiratória?

 

Classifica-se como EPR, todo o equipamento que ofereça ar independente do ar atmosférico. Ou seja, mesmo que o ar do ambiente esteja contaminado de alguma forma, utilizando o Equipamento de Proteção Respiratória, o ar interno estará próprio e seguro para a respiração humana.

 

Como falamos anteriormente, basicamente podemos classificar os componentes de riscos respiratórios em dois tipos:

 

·       Particulados: poeiras, névoas, fumos e partículas tóxicas;

·       Químicos: gases e vapores.

 

Cuidar da saúde dos colaboradores é algo fundamental para o bom desenvolvimento da empresa. Eles estão sujeitos a diversos tipos de contaminações no ambiente laboral. Por isso, os empregadores devem investir cada vez mais em Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s). Entre eles, um de uso muito importante é o Equipamento de Proteção Respiratória (EPR).

 

Por que minha empresa deve investir em Equipamentos de Proteção Respiratória?

 




A pergunta é bem fácil de se responder. EPR’s são peças essenciais quando falamos de Saúde e Segurança do Trabalho. A preocupação com o bem-estar dos colaboradores precisa estar sempre em primeiro plano e evitar a contaminação por vias aéreas é uma conduta que a empresa deve ter como prioridade.

A reputação de uma empresa, tanto interna quanto externamente, está intimamente ligada a atenção que ela tem com a saúde e segurança da equipe. Mais do que evitar o risco de multas e indenizações, preocupar-se genuinamente com a saúde dos colaboradores, bem como com o meio ambiente, demonstram uma responsabilidade social que é muito valorizada atualmente.

Outro ponto que devemos salientar relacionado a um ambiente saudável e seguro é a produtividade. Diversos estudos apontam que trabalhadores rendem e produzem muito mais em ambientes onde se valoriza o cuidado com a qualidade de vida.

 

Você conhece a evolução dos Equipamentos de Proteção Respiratória?

 

Essa é uma história de já quase cem anos. Os primeiros modelos fabricados são por volta do início da década de 1920. O curioso de se perceber com estes primeiros modelos é que eram feitos de couro, sem nenhuma preocupação contra incêndios. A parte traseira era de metal e não oferecia ergonomia nenhuma.

 

 





Dando um salto para a década de 1970, algumas grandes inovações marcaram os EPR’s. A primeira é que a parte traseira passou a ter dois cilindros de oxigênio e as partes de contato com o corpo humano eram de couro e não mais de metal. A máscara ganhou a visão panorâmica, mais parecida com a que conhecemos hoje e o peso diminuiu cerca de 20% em relação aos primeiros. Ufa. Já dá para respirar mais aliviado, não é?

 




Aqui, começa-se a perceber uma maior preocupação com a ergonomia. Ou seja, com a saúde e qualidade de vida completa do colaborador.

A década de 1990 trouxe a inovação do cilindro de carbono, reduzindo ainda mais o peso deste equipamento e a novidade da pressão positiva. Desta forma, quem estava utilizando não precisava mais fazer esforço para inalar o ar.

Os anos 2000 agregaram a eletrônica aos Equipamentos de Proteção Respiratória. Manômetros digitais, sistema de comunicação internos e até mesmo regulagem de centro gravitacional e outros benefícios, pensando na melhor ergonomia.

Hoje em dia, os grandes saltos evolutivos estão na questão da autonomia. Já se desenvolvem respiradores que utilizam o próprio ar exalado para ser inalado novamente, com a concentração ideal de oxigênio, dando maior tempo de atuação para o colaborador.

 

Equipamentos de Proteção Respiratória

 

Novidade importante chegando para você e sua empresa. A empresa europeia com quase 30 anos de atuação no mercado de proteção respiratória, agora é a nossa parceira no Brasil.

Preocupados com a qualidade dos EPR’s e principalmente com a saúde e segurança dos colaboradores, o serviço oferece soluções personalizadas conforme a necessidade da sua empresa. Todas as soluções atendendo as exigências europeias, americanas e brasileiras de segurança e qualidade.

Qual a melhor opção para você? Locação, manutenção ou venda de equipamentos. Você terá a liberdade de escolher o que melhor se enquadra na sua necessidade, através dos melhores modelos de EPR’s do mercado, com garantia e assistência técnica.

 

 

 



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sábado, 16 de julho de 2022

 

 

 

RISCO DE INCÊNDIO:

A IMPORTÂNCIA DE EXTINTORES RESIDENCIAIS

 



 

Sabe aquela história de que a gente só percebe que algo é essencial quando precisa dele? Em casos de extintores residenciais isto é extremamente perigoso. Ou melhor, a ausência deles ou o desconhecimento do seu uso, podem acarretar riscos enormes à sua família, vizinhança e a você.

Uma pergunta rápida (não vale colar): onde fica o extintor em sua residência ou condomínio?

Precisou pensar um pouquinho, né? Isto é muito comum. A maioria das pessoas não dá o devido valor aos extintores residenciais.

Ter um extintor em casa e saber como usá-lo é essencial para a sua proteção e de todos à sua volta. Por isso, preparamos um material completo explicando tudo sobre cada item que não pode faltar no seu lar. Acompanhe este texto com a gente.

 

O que é o extintor de incêndio?

 

O extintor portátil é um aparelho constituído de recipiente, acessório e que contém o agente extintor, destinado a combater princípios de incêndio. Existe também o extintor sobre rodas (carreta), que também é constituído em um único recipiente com o agente extintor, porém, com capacidade maior de combater o fogo.

Esses equipamentos primam pela facilidade de uso, onde todos dentro do edifício podem ser treinados de forma básica para utilizarem adequadamente.

O condomínio pode ter uma brigada de incêndio, com a finalidade de estar preparada para combater estes casos. Ela deve ser formada por moradores e funcionários do edifício.

Em São Paulo, segundo a ABNT, a brigada deve ser formada por 80% dos colaboradores do edifício, mais um morador de cada andar.

Edifícios residenciais não necessitam ter uma brigada fixa. Já os comerciais, dependendo da avaliação de riscos, precisam contar com bombeiros civis além das brigadas.

 

Categorias de incêndio e de extintores

 

É sempre importante saber a origem do incêndio e qual o tipo dele. Cada extintor tem propriedades específicas de acordo com a natureza do fogo.

 



 

A categorização dos incêndios é feita assim:

 

A – Originado de materiais combustíveis sólidos como papel, madeira, plásticos termoestáveis, tecidos, borrachas e fibras orgânicas;

B – Causado pela combustão de líquidos e/ou gás inflamáveis, graxas e plásticos que queimam em sua superfície sem deixar resíduos;

C – Queima de instalações elétricas energizadas, como quadros de força, transformadores, fiações, etc.

D – Causado por metais combustíveis, como Magnésio, Potássio, Lítio, Sódio e Zircônio.

Os extintores com pó ABC são bastante eficientes, os mais abrangentes que existem no mercado e os mais utilizados em residências e condomínios, por cobrirem os três principais tipos de incêndios nestes locais.

 

Localização dos extintores

 

Tão importante quanto ter os equipamentos, é garantir que eles estejam armazenados corretamente e, principalmente, de uma forma que seja de fácil acesso em emergências.

 



 

Para que você possa conferir como está a instalação e localização do extintor aí na sua residência, listamos aqui abaixo algumas orientações para acompanhar:

 

·       Quando forem fixados em paredes ou colunas, utilize os suportes fornecidos com o extintor e verifique a firme fixação;

·       Para extintores portáteis, fixados em parede, devem ser observadas as seguintes exigências do Corpo de Bombeiros: posição da alça de manuseio não deve exceder a 1,60 m do piso e a parte inferior deve guardar distância de no mínimo 0,20 m do piso acabado. Esta é a posição mais segura, pois diminuirá o risco de acidentes em caso de queda do aparelho;

·       Não deve ser instalado nas paredes das escadas;

·       Os extintores portáteis não devem ficar em contato direto com o piso;

·       Seu acesso não pode ser bloqueado;

·       Localização e visualização devem ser fáceis;

·       O extintor deve ficar protegido contra intempéries e possíveis danos físicos;

·       Se ficar encoberto, deve ter sua posição devidamente sinalizada;

·       Seja fácil sua remoção do suporte;

·       Haja menor probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso.

 

Manutenção dos extintores de incêndio

 

Este é um dos itens de maior importância neste assunto. Assim como falamos lá no início, muitas vezes só se dá conta da manutenção dos equipamentos, quando se precisa fazer uso deles e não se encontram em perfeito estado.

Por isso, siga à risca os prazos de manutenção de cada um dos extintores existentes em sua residência.

 



 

A NR 23 (Norma Regulamentadora) no item 23.14.1 estabelece que todo o extintor deverá ter 1 (uma) ficha de controle de inspeção. Já o item 23.14.2 descreve que cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto externo, os lacres, os manômetros (quando o extintor for do tipo pressurizado), verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos. E no item 23.14.3 estabelece que cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data em que foi carregado, data para recarga e número de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida convenientemente de modo a evitar que esses dados sejam danificados.

 

Onde há fumaça, há prevenção. Esteja preparado.

 

De maneira geral, é importante que você esteja familiarizado com as medidas de prevenção a incêndios residenciais e como agir no caso de o fogo iniciar-se na sua casa.

Vale ressaltar que o Corpo de Bombeiros é o grupo certo e preparado para agir em casos de incêndios. Ou seja, se perceber um foco iniciando, aja de acordo com as orientações técnicas para tentar contê-lo. Se logo perceber que o risco é maior, acione alarmes, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros e desligue máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais.

Gostaria de saber mais sobre projetos de prevenção contra incêndio em empresas ou residências, obtenção de AVCB, manutenção de extintores ou outro ponto que abordamos aqui? Entre em contato com a gente. Nossa equipe de especialistas está sempre à disposição para o que você precisar.

 

 



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NR 13

 

 

Graves e iminentes riscos rondam pequenas e médias empresas que não cumprem a norma

 

 Se as condições de Segurança e Saúde no Trabalho para máquinas e equipamentos cujos riscos são mais aparentes, no que diz respeito às caldeiras, vasos de pressão, tubulações e tanques metálicos de armazenamento estamos diante de um universo de problemas que na minha forma de ver é pelo menos imensurável quanto aos perigos e riscos existentes.

E não devemos pensar sobre isso levando em conta apenas as grandes organizações ou aquelas com foco na produção de químicos ou similares. Nestas organizações, até por uma questão de segurança do processo, são adotadas medidas que muitas vezes superam os requisitos da NR 13. No entanto, distante delas, há uma imensa quantidade de organizações de médio e pequeno porte que têm em suas instalações principalmente caldeiras e vasos sob pressão que são utilizados sem que ao menos se observe cuidados mínimos quanto à gestão da integridade estrutural, inspeção, operação e manutenção com objetivos, entre outros, o de preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores. Dentre os muitos assuntos que nos preocupam na parte das organizações brasileiras que não cumprem qualquer tipo de legislação, este com certeza ocupa lugar de grande relevância

Para reforçar a importância do assunto e a dimensão do perigo e dos riscos queremos já nesse momento chamar a atenção para um ponto importante a ser tratado antes de qualquer consideração sobre Caldeiras, Vasos sob Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento: está claro e explicitamente definido no item 3.1 da citada NR:

 

“Constitui condição de Risco Grave e Iminente – RGI o não cumprimento de qualquer item previsto nesta NR que possa causar acidente ou doença relacionada ao trabalho, com lesão grave à integridade física do trabalhador, especialmente: (…)”



Essa menção clara quanto ao Risco Grave e Iminente deve chamar a atenção de todos os profissionais especializados em Segurança e Saúde no Trabalho – já que a inobservância ou descumprimento da NR 13 pode implicar na interdição, que embora possa ser restrita a algum equipamento, pode implicar na paralisação de processos produtivos de forma direta ou indireta.

 

 ITENS


Com um pouco mais de atenção notamos que ao final do item 3.1 ocorre a citação dos itens que especialmente devem ser observados, que são:


• Operação de caldeira por trabalhador que não atenda aos requisitos estabelecidos no Anexo I da NR 13, ou que não esteja sob supervisão, acompanhamento ou assistência específica de operador qualificado. Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira;


• Operação de equipamentos abrangidos pela NR 13, sem os dispositivos de segurança: No caso das caldeiras – sem a válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior à Pressão Máxima de Trabalho Admissível – PMTA, considerados os requisitos do código de projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;

No caso dos vasos sob pressão sem válvula de segurança ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior à PMTA, instalado diretamente no vaso ou no sistema que o inclui, considerados os requisitos do código de projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;

No caso das tubulações ou sistema de tubulações sem sistemas dispositivos de segurança conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas;

No caso do tanques sem dispositivos de segurança contra sobrepressão e vácuo conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas.


• Atraso na inspeção de segurança periódica de caldeiras que na maioria dos casos deve ser feita anualmente (há exceções e elas estão previstas na NR 13) e são constituídas de exames interno e externo;
• Bloqueio de dispositivos de segurança de caldeiras, vasos de pressão e tubulações sem a devida justificativa técnica baseada em códigos, normas ou procedimentos formais de operação do equipamento. A inibição provisória dos instrumentos e controles é permitida, desde que mantida a segurança operacional, e que esteja prevista nos procedimentos formais de operação e manutenção, ou com justificativa formalmente documentada, com prévia análise técnica e respectivas medidas de contingência para mitigação dos riscos elaboradas pelo responsável técnico do processo, com anuência do PH.

 

Ref.: Revista Proteção, Saúde e Segurança do Trabalho (Digital): NR 13 Editora Proteção Publicações. Ed. 365, p. 10, maio/2022.

 

 





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