quarta-feira, 29 de maio de 2024

 





 

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE FITAS PARA DEMARCAÇÃO DE SOLO

 



As demarcações são importantes e em alguns casos obrigatória. Conheça mais sobre a utilidade delas no nosso artigo.

Com certeza, você já deve ter se deparado com elas por aí, mas nem se deu conta de sua importância. Pois é, as fitas de demarcação de solo ou de sinalização fazem parte daquele grupo de equipamentos que muita gente desconhece, mas sem eles, seria impossível organizar um estacionamento, por exemplo, ou sinalizar algum objeto ou área que exija distanciamento, mantendo a segurança de todos. 

As fitas para demarcação estão tão presentes no nosso cotidiano que nem as percebemos. Porém, é essencial saber para que servem e como cada uma pode ser utilizada de maneira correta.

 

O que são fitas para demarcação de solo?

As fitas para demarcação de solo têm como função identificar zonas de risco de um determinado local, evitando acidentes trabalhistas e de outros tipos. O uso é frequente nas indústrias, comércios, sinalização de locais, filas, estacionamentos e em uso geral. 

Entretanto, há situações em que a utilização da fita é prevista na legislação. O motivo para isso é que elas têm como principal funcionalidade ser um Equipamentos de Proteção Individual - EPI, chamando a atenção para o trânsito de pedestres e de veículos em áreas externas ou internas. É uma maneira prática de orientar funcionários, visitantes ou outras pessoas para áreas que transitam.

As fitas são produzidas em várias cores para chamarem a atenção de um indivíduo sobre diferentes demarcações. 

 

Quando aplicar fita para demarcação?

Feita em adesivo acrílico base solvente, as fitas de sinalização são altamente resistentes. O material com que é confeccionado suporta o contato com água, óleo e demais produtos químicos. Além disso, são muito duráveis. 

Como já informamos neste artigo, as fitas podem ser aplicadas de diferentes maneiras atendendo normatizações, orientando e garantindo segurança.

 

Conheça algumas das aplicações mais comuns:

·       Sinalizar locais perigosos; 

·       Orientar pessoas com deficiência física;

·       Chamar atenção para áreas de acesso restrito, como pontos de carga e descarga de uma empresa ou indústria;

·       Identificar a instalação de equipamentos de segurança;

·       Identificar equipamentos de combate a incêndio;

·       Sinalizar obras, chamando atenção de pedestres e motoristas;

·       Orientar áreas internas dentro de hospitais;

·       Chamar a atenção para equipamentos ou áreas com alerta a radiação;

·       Indica perigo sobre produtos abrasivos;

·       Sinaliza área obrigatória para uso de EPI’s. 

 

Fita ou tinta?

Sem dúvidas, a fita é melhor. A primeira vantagem é a sua fácil aplicação e não faz sujeira. A segunda e melhor vantagem de todas é que, diferentemente das tintas, a fita para demarcação é muito resistente e durável. Elas suportam todo tipo de movimento de veículo e de pedestres, sem correr o risco de soltar e desmanchar. 

Outra vantagem é que são resistentes a água, óleo e outros produtos químicos. Já a tinta, com o passar do tempo, terá de ser retocada. Além disso, nem todas as demarcações podem ser feitas com tinta, o que demonstra ainda mais a sua limitação. 

Ao optar pela tinta, a empresa pode até colocar o funcionário, fornecedor ou cliente em risco, porque, diferentemente da fita, a pintura não tem a sinalização refletiva. Ou seja, não chama a atenção para os alertas que a demarcação exige. 

 

Quando o uso da fita para demarcação é obrigatório?

 



Quando um setor ou atividade possa oferecer perigo às pessoas ao redor, as fitas para demarcação de solo são obrigatórias. A aplicabilidade da sinalização é exigida por órgãos de fiscalização.  

Dentre as várias opções para a obrigatoriedade estão a sinalização de obras, locais com itens de radioatividade e outras atividades ou produtos que possuem alto grau de risco. 

Outro caso em que a legislação é rígida para o uso da fita, é quando se trata de sinalização de equipamentos de incêndio. O Corpo de Bombeiros é o órgão responsável por exigir essas medidas nos estados. Neste caso, a sinalização de piso deve indicar as áreas em que estão localizados hidrantes e extintores de incêndio, como garagens, áreas de fabricação, depósitos e demais locais.

A legislação do Corpo de Bombeiros não é igual para todos os estados brasileiros, sendo imprescindível a empresa ficar atenta às normas locais para não ser prejudicada. 

 

A importância das cores

Independentemente de sua obrigatoriedade, as fitas de sinalização são muito importantes para garantir o bem-estar de todos que trabalham em uma empresa. Elas orientam e ajudam as pessoas a não se colocarem em risco.

 

E uma das maneiras mais fáceis de saber identificar o objetivo da demarcação, é ficar atento às cores. 

Branco: A fita branca é usada como indicativo para circulação por faixas como, por exemplo, passarelas e corredores. Essa marcação também serve para localizar lixeiras, bebedouros, áreas de socorro e combate a incêndio.

Amarelo: Indica cuidado e atenção em locais de risco, como corrimãos, parapeitos, pisos escorregadios, plataformas de embarque e áreas de carregamento e máquinas pesadas como tratores por exemplo. Nestes casos também é possível usar a fita zebra amarela e preta.

Laranja: Identifica riscos em locais de armazenamento de máquinas, como caixas de proteção de dispositivos elétricos ou riscos com ácidos e abrasivos.

Púrpura: Sinaliza áreas de radiação nuclear ou eletromagnética. Outra função é identificar locais de aterro contaminados e recipientes radioativos.

Vermelho: Identifica equipamentos de combate a incêndio, como caixas de alarme, hidrantes, bombas, sirenes, extintores, portas de saída de emergência, entre outros.

Azul: Indica cuidado e obrigatoriedade no uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual). Quando há demarcação em azul, pode significar também impedimento em movimentação ou no manuseio de algum equipamento.

Verde: Indicação de área de socorro. Na área podem ser encontradas macas, atendimento de primeiros socorros, EPI, dispositivos de segurança, entre outros.

Preto: Sinaliza locais de coletores de resíduos, que não estão relacionados a serviços de saúde.

 

Para comprar a fita para demarcação de solo ideal para a sua empresa ou atividade.

 

 



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terça-feira, 28 de maio de 2024

 




 

VOCÊ SABIA QUE EXISTE UMA FORMA DE PROTEGER SEUS FUNCIONÁRIOS ATÉ DEBAIXO DA TERRA?

 



Quem lida com segurança do trabalho sabe a importância dos métodos identificação e sinalização. Devido a isso, fitas e placas são alguns dos primeiros itens a serem providenciados em momentos de obras ou construções, especialmente em situações em que há perigo de vazamento de gás ou esgoto e choques e choques elétricos.

 

Quais são os principais riscos em obras subterrâneas?

Nós sabemos que obras subterrâneas apresentam riscos mais elevados do que os trabalhos realizados a céu aberto.

 

Isso ocorre muito por conta de quatro fatores:

·       Possibilidade de desmoronamento do solo 

·       Falta de luminosidade 

·       Risco de perfurar tubos com gases perigosos

·       Chance de choque elétrico devido a existência de cabos de energia na região 

 

Mas afinal, por que utilizar fitas em áreas subterrâneas?

Muito do que diz respeito a esse tipo de risco acontece em locais subterrâneos, onde há a presença de tubulações, canos e cabos cuja escavação ou manuseio indevido podem resultar em incidentes, e, em casos mais graves, acidentes com consequências inestimáveis. Em ambos os casos há grandes prejuízos. Logo, quando se trata de segurança, é importante não arriscar.

 

 

É justamente para ajudar na prevenção deste tipo de ocorrência que existem as fitas subterrâneas para sinalização e isolamento. 

Ademais, também podemos contar com essa solução para evitar interrupções de serviços indispensáveis como por exemplo, a queda do sinal de internet causada pelo corte de uma fibra óptica,

Elas são produzidas em polietileno e possuem a função de informar trabalhadores sobre os locais e quais são os riscos existentes. Para facilitar a identificação e sinalização, essas fitas geralmente possuem cores chamativas e legendas claras de fácil leitura

 

 



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NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS - QUAL SUA IMPORTÂNCIA EM CONDOMÍNIOS

 

 

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A NR 23, desempenha um papel importante na prevenção e combate a incêndios em ambientes condominiais. Uma das responsabilidades dos síndicos de condomínios é a conformidade da edificação com os requisitos da norma.

A negligência das exigências pode resultar não apenas em consequências legais severas, mas também em riscos à vida e ao patrimônio.

No artigo de hoje vamos mostrar quais são as responsabilidades dos síndicos e como adequar um condomínio à NR 23.

 

O que é a norma NR 23?

A NR 23 é um conjunto de diretrizes específicas para prevenção e combate a incêndios em estabelecimentos e ambientes de trabalho, públicos e privados. Abrangendo desde a instalação de equipamentos até a realização de treinamentos periódicos.

No contexto dos condomínios, o objetivo da NR 23 é garantir a segurança dos moradores e colaboradores com ações necessárias para prevenir e combater incêndios, bem como procedimentos de resposta emergencial para evacuar o local e dispositivos de alarmes e equipamentos.

Além disso, os requisitos de segurança contra incêndios em condomínios também estabelecem a necessidade de manutenção regular dos equipamentos de combate a incêndios e a realização de inspeções periódicas para garantir a conformidade com a norma NR 23 em condomínios.

 

Quem deve seguir a NR 23?

A NR 23 é aplicável a todas as empresas, instituições e estabelecimentos que possuem atividades com risco de incêndio. Isso inclui edifícios residenciais.

A legislação de proteção contra incêndios em condomínios é extremamente importante, pois incêndios em ambientes residenciais podem ser extremamente perigosos e fatais. Basta uma busca rápida na internet para encontrarmos diversas notícias sobre incêndios em prédios residenciais.

Portanto, os condomínios devem seguir as normas de segurança de combate a incêndios estabelecidas pela NR 23.

 

Requisitos da NR 23 para condomínios:

A norma estipula a instalação de sistemas de alarme, rotas de fuga claras, extintores de incêndio e treinamentos regulares para moradores e funcionários.

Os sistemas de alarme devem ser estrategicamente posicionados e operacionais em tempo integral. Rotas de fuga devem ser bem sinalizadas, levando a áreas seguras fora do edifício, enquanto os extintores de incêndio devem estar acessíveis e em bom estado.

Também é imprescindível possuir o AVCB, documento que atesta a adequação com normas de segurança, renovado periodicamente para assegurar a conformidade contínua.

 

Como a NR 23 trata o assunto extintores de incêndio?

A NR 23 define critérios para a instalação, manutenção e utilização de extintores de incêndio em edificações e áreas de risco. Os extintores devem ser facilmente acessíveis e distribuídos estrategicamente, considerando o tipo de risco e a área do local.

Recargas regulares e boa condição de funcionamento são exigências da norma. Além disso, os extintores devem ser claramente identificados e compatíveis com os materiais combustíveis presentes na edificação.

Profissionais qualificados devem realizar inspeções periódicas para garantir o funcionamento e posicionamento adequado dos extintores. É essencial realizar uma análise de risco para selecionar os extintores mais adequados, conforme exigido pela NR 23.

 

Como adequar um condomínio à norma de combate e prevenção contra incêndios?

Antes de tudo, vale destacar que é fundamental contratar um profissional ou empresa especializada para adequar um condomínio à legislação de proteção contra incêndios e orientar os síndicos nas ações necessárias.

 

Para adequar um condomínio à NR 23, é necessário seguir algumas etapas:

 

1. Realizar uma análise de risco

análise de risco visa identificar os riscos de incêndio na estrutura, considerando materiais inflamáveis, fluxo de pessoas, equipamentos elétricos e rotas de saída.

 

2. Projetar o sistema de combate a incêndio

Com base na análise de risco, é necessário projetar um sistema de combate a incêndio adequado, podendo incluir extintores, hidrantes, sistemas de alarme e detecção de incêndio. O projeto deve ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros antes da instalação.

 

3. Instalar equipamentos de combate a incêndio

Após a aprovação do projeto, os equipamentos devem ser instalados, garantindo seu bom funcionamento e revisões periódicas. Os extintores devem estar em locais visíveis e de fácil acesso, sendo recarregados conforme necessário.

 

4. Inspeções e manutenção dos equipamentos de segurança

A manutenção regular dos equipamentos é essencial para garantir sua eficácia em caso de emergência. Inspeções e manutenções devem ser realizadas periodicamente para assegurar o funcionamento adequado.

Após a aprovação, é preciso fazer a manutenção regular dos equipamentos, assim como treinamentos para os ocupantes e simulações periódicas. A atualização da documentação deve ser feita para garantir a conformidade com as regulamentações de segurança contra incêndios.

 

5. Realizar treinamentos e simulações

Moradores e colaboradores devem receber treinamentos sobre prevenção e combate a incêndios, com simulações periódicas para avaliar a eficácia do sistema.

 

6. Manter a documentação em dia

É fundamental manter toda a documentação atualizada, incluindo licenças do Corpo de Bombeiros e laudos de vistoria, conforme exigido pela NR 23.

 

O que fazer em caso de incêndio em um prédio?

síndico desempenha um papel fundamental na prevenção e no combate a incêndios. A primeira medida é chamar os bombeiros imediatamente, pois são treinados para lidar com emergências desse tipo.

Depois deve-se acionar o alarme de incêndio para alertar os ocupantes sobre a necessidade de evacuação. Todos devem deixar o prédio imediatamente, utilizando as saídas de emergência e evitando os elevadores.

Os extintores devem estar acessíveis, tomando cuidado para não usar extintores a base de água em equipamentos elétricos.

O síndico tem a responsabilidade de providenciar treinamentos regulares e simulações para que todas essas medidas sejam bem conhecidas e não falhem em uma situação real de incêndio.

 

Responsabilidades dos síndicos na proteção contra incêndios em condomínios.

O síndico deve garantir a conformidade do condomínio com as normas de prevenção de incêndios para edifícios residenciais. Suas responsabilidades incluem a gestão da documentação, como o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros e o Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios - PPCI, mantendo-os atualizados e em conformidade.

Também é incumbência do síndico preparar o condomínio para emergências, conduzindo simulados de incêndio e treinando funcionários e moradores para reagir de forma segura. A comunicação regular com os moradores sobre medidas preventivas e procedimentos de evacuação é essencial.

O não cumprimento dessas responsabilidades pode resultar em responsabilidade civil e criminal para o síndico em caso de incidentes. Assim, é imprescindível que o síndico esteja plenamente consciente e atualizado sobre suas obrigações legais e práticas relacionadas à segurança contra incêndios.

 

Conclusão

A norma regulamentadora NR 23 é essencial para a segurança em condomínios residenciais. Síndicos devem estar cientes das exigências da norma e implementar medidas adequadas para prevenção contra incêndios.

A responsabilidade pela segurança é compartilhada por todos os moradores, promovendo uma cultura de prevenção e buscando constantes melhorias.

Para garantir conformidade com os requisitos de segurança contra incêndios em condomínios, é altamente recomendado que os síndicos consultem especialistas em segurança contra incêndios. Esses profissionais podem oferecer orientações específicas e ajudar a implementar medidas de prevenção adequadas, garantindo um ambiente seguro para todos os moradores.





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sexta-feira, 24 de maio de 2024

 





 

VOCÊ SABIA QUE EXISTE UMA FORMA DE PROTEGER SEUS FUNCIONÁRIOS ATÉ DEBAIXO DA TERRA?

 



Quem lida com segurança do trabalho sabe a importância dos métodos identificação e sinalização. Devido a isso, fitas e placas são alguns dos primeiros itens a serem providenciados em momentos de obras ou construções, especialmente em situações em que há perigo de vazamento de gás ou esgoto e choques e choques elétricos.

 

Quais são os principais riscos em obras subterrâneas?

Nós sabemos que obras subterrâneas apresentam riscos mais elevados do que os trabalhos realizados a céu aberto. Isso ocorre muito por conta de quatro fatores:

·       Possibilidade de desmoronamento do solo 

·       Falta de luminosidade 

·       Risco de perfurar tubos com gases perigosos

·       Chance de choque elétrico devido a existência de cabos de energia na região 

 

Mas afinal, por que utilizar fitas em áreas subterrâneas?

Muito do que diz respeito a esse tipo de risco acontece em locais subterrâneos, onde há a presença de tubulações, canos e cabos cuja escavação ou manuseio indevido podem resultar em incidentes, e, em casos mais graves, acidentes com consequências inestimáveis. Em ambos os casos há grandes prejuízos. Logo, quando se trata de segurança, é importante não arriscar.

 



É justamente para ajudar na prevenção deste tipo de ocorrência que existem as fitas subterrâneas para sinalização e isolamento. 

Ademais, também podemos contar com essa solução para evitar interrupções de serviços indispensáveis como por exemplo, a queda do sinal de internet causada pelo corte de uma fibra óptica,

Elas são produzidas em polietileno e possuem a função de informar trabalhadores sobre os locais e quais são os riscos existentes. Para facilitar a identificação e sinalização, essas fitas geralmente possuem cores chamativas e legendas claras de fácil leitura

 

 



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CONHEÇA AS VANTAGENS DE UTILIZAR KITS COMPLETOS DE TRAVAMENTO

 

 

A utilização de kits contendo todo o material para

bloqueio e travamento deixa qualquer tipo de atendimento mais rápido

 

Uma das operações mais rotineiras de uma equipe de manutenção também é uma daquelas que mais estão propensas a ocorrer acidentes. Os momentos que antecedem o momento do reparo do equipamento e aqueles após a devida manutenção, exigem amplos cuidados proporcionados pelo devido procedimento de travamento e desbloqueio de fontes de energia para desenergizar o maquinário.

 

Segundo a NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade – a recomendação é de que todas as fontes de energia sejam desligadas e travadas de maneira a não permitir que sejam religadas acidentalmente ou intencionalmente sem as devidas autorizações e procedimentos de segurança cumpridos. Para cumprir essa norma são utilizados dispositivos e cadeados para garantir o travamento do equipamento ou um nível acima, caso não seja possível efetuar a trava diretamente no maquinário.

 

Para tornar o trabalho mais prático há a opção de comprar kits completos de desbloqueio e travamento.

 

Vantagens de utilizar kits completos de travamento

A utilização de kits contendo todo o material necessário deixa qualquer tipo de atendimento mais rápido e isso não é uma exceção no caso dos procedimentos de travamento e desbloqueio, no qual as travas, cadeados e acessórios reunidos e organizados em um mesmo lugar e de maneira simples.

Reunindo todo o equipamento considerado necessário para travar os equipamentos, plugues de energia e disjuntores, além da devida identificação por meio dos cartões de travamento representa maior organização, segurança e economia no tempo de manutenção rotineira como também nos casos de emergência, influindo significativamente no desempenho das atividades do setor.

Esses kits também podem ser adquiridos de acordo com a necessidade do equipamento a ser travado e desbloqueado, havendo um kit exclusivo para travamento de válvulas e outro para equipamentos elétricos, justamente em observação a NR 10, o que ajuda a garantir mais segurança e adequação nas atividades de travamento, manutenção e desbloqueio.

Assim como o kit, vale a pena também unir ao produto um painel em observação as regras e procedimentos para o devido bloqueio a ser feito antes da manutenção do maquinário com problemas, o que ajuda a promover a devida atenção com a segurança por parte da equipe de colaboradores.

 

 



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quinta-feira, 23 de maio de 2024

 





 

 

SAIBA COMO EVITAR AS MULTAS DE TRÂNSITO!

 

Saiba Como Evitar As Multas De trânsito! Guia Completo! As multas de trânsito são grandes dores de cabeça para quem dirige, por isso, saber como evitá-las é algo essencial. Do mesmo modo que conhecer seus tipos existentes, pois isso faz total diferença para fugir delas ao tomar os cuidados necessários.

Hoje, vemos diversas políticas de redução de velocidade sendo aplicadas aos veículos, o que aumentou, e muito, o número de multas. Claro que estas não são sem razão, pelo contrário. São medidas que visam reduzir comportamentos de risco ao volante, tanto para quem dirige quanto aos pedestres.

Mas, com as dicas que daremos neste conteúdo, você poderá dirigir com tranquilidade e sem riscos. Não apenas falando de acidentes, como também aqueles de multas ou da perda da CNH. 

 

 

Quais os tipos de multas de trânsito?

No Brasil, existem 4 tipos de multas de trânsito, com diferentes níveis de risco e punições, sendo ideal evitar todas elas. Por que digo isso? É porque existem aquelas ditas leves, com as quais boa parte da população não se preocupa tanto.

Entretanto, até mesmo elas podem resultar na perda de pontos da carteira e prejuízos financeiros.

A seguir separamos a classificação das multas de trânsito e suas penalidades.


Leves

São aquelas com um menor potencial de gerar riscos/acidentes no trânsito. As multas de trânsito mais comum desse tipo são: dirigir sem documentos, estacionar em local ou de forma indevida, transitar em faixas exclusivas a outros veículos, direção desatenta, uso indevido da buzina e farol. A penalidade aqui é de 3 pontos na carteira + multa no valor de 88,38 reais ou advertência;

 

Médias 

Nesta modalidade de multas de trânsito, os pontos recebidos são 4 e o valor a pagar vai para 130,16 reais. Aqui também é possível converter a multa em advertência, desde que a infração tenha ocorrido pela primeira vez no último ano, ou o motorista nunca tenha tido sua carteira suspensa.
Em geral, as infrações cometidas nesse nível são aquelas que geram acidentes e prejudicam o fluxo no trânsito. Muitas vezes relacionadas a interferência na movimentação de outros veículos, estacionamento, excesso de passageiros ou cargas;

 

Graves

Existem mais de 70 causas que levam as multas de trânsito desse tipo, sendo assim, consideradas como bastante prejudiciais ao trânsito e a segurança dos envolvidos nele. 

Leva a uma penalização de 5 pontos na carteira, com multa de 195,23, sem possibilidade de conversão em advertência. Entre as infrações, as mais comuns são uso de películas que interferem na visão de veículo, não utilização do cinto de segurança e até mesmo veículos malconservados;

 

Gravíssimas

Como o nome já indica, aqui se enquadram infrações com elevadíssimo potencial de causar acidentes, entre elas algumas se enquadram inclusive como crimes dentro do Código Penal. 

Isso acarreta em diversos prejuízos, como 7 pontos na CNH, multas a partir de 293,47 reais, apreensão da carteira e/ou prisão. As infrações mais comuns para essas multas são perturbação ou interrupção da circulação de outros veículos no trânsito, dirigir com carteira suspensa e dirigir embriagado.

 

O que pode acontecer caso uma multa de trânsito não seja paga?

Em casos em que multas de trânsito são aplicadas, o condutor do veículo infrator deverá fazer o pagamento em até 30 dias, seja em parcelas ou não.

 

Desse modo, o não pagamento pode causar os seguintes prejuízos:

·       Impossibilidade de vender ou transferir o veículo devido a multa vinculada ao dono;

·       Impedimento ao licenciamento do carro que se encontra em débito.

 

Bem como, acréscimos (os juros) pelo atraso no pagamento quando o dono do veículo vier a pagar pelas infrações.

 

Como evitar multas de trânsito?

Acima vimos como funciona o esquema de penalização para infrações que geram as temidas multas de trânsito. 

Portanto, agora você já sabe que o valor aplicado depende do risco que a motorista causa. E em casos muito graves, existe a possibilidade de perder a carteira e/ou ser preso. O que faz com que evitar multas seja algo tão essencial no trânsito.

É uma forma de evitar os prejuízos a si mesmo, bem como a outras pessoas. Por isso, separamos dicas de como fazer isso logo abaixo, confira.

 

Conheça as luzes do veículo

Nas estradas, utilizar os faróis baixos do carro é uma obrigatoriedade, pois é aquele com maior eficiência. Só que muitas vezes quando o caminho se encontra com muita neblina, muitos motoristas acendem o farol de neblina. 

No entanto, esse deve ser utilizado em conjunto com o mencionado antes. Ou seja, nunca sozinho já que isso pode acarretar multa.

 

Pontos de ônibus causam multas de trânsito

Parar o carro no perímetro de parada dos ponto de ônibus também é infração, pois estes são locais de acostamento de uso exclusivo destes veículos. Ou seja, carros, motos e outros automóveis podem fazer apenas a passagem contínua nestes locais. A fim de não bloquear o fluxo de transporte.

Essa é, portanto, uma regra que vale em todo o país, mesmo em regiões onde faixas amarelas de demarcação não se encontram presentes. Na falta da sinalização fica válido uma proibição de 10 metros à frente ou atrás da localização do ponto!

 

Cuidados ao estacionar

Uma das infrações campeãs em gerar multas de trânsito, é a de parar o carro em frente a garagens, que, em geral, tem como indicação as guias (meio-fio) rebaixadas.

No entanto, nem sempre o rebaixamento significa multa. Essa só pode ser aplicada quando de fato existe uma entrada/saída de carros nesta direção, do contrário, a parada é válida.

Além disso, outro cuidado na hora de estacionar é colocar o carro sempre no sentido em que se pode andar naquela rua, via, etc. Essa medida é adotada já que as lanternas traseiras servem de refletores para outros carros. 

Do mesmo modo que, um carro no sentido contrário indicado que o motorista dirigiu no sentido contramão. Mesmo que por alguns poucos metros, o que por si só já é uma infração.

 

Não utilize chinelos ao dirigir

Na hora de dirigir, existem apenas duas formas aceitas de se fazer isso quando o assunto é nosso pé, pois esse deve estar:

·       Com calçados que firmam de forma adequada, especialmente o calcanhar;

·       Ou então, totalmente descalço onde existe uma firmeza natural.

Mas, utilizar chinelos e sapatos semelhantes que não oferecem segurança e podem prender no pedal, é uma infração.

 

Use o pisco alerta corretamente

O pisca-alerta tem um uso muito comum para anunciar quando um carro vai fazer uma parada e isso é permitido. Mas, é preciso se atentar que isso é válido apenas para o tempo de embarque e desembarque. 

Portanto, ficar dentro do veículo ligado por muito tempo não impede você de levar uma multa. Do mesmo modo que isso acontece imediatamente ao parar em locais proibidos – exceto em casos de tráfego ou emergência.

 

Quais outros cuidados tomar?

 

Para finalizar, confira ainda outros erros comuns que levam a multas de trânsito que você deve evitar:

·       Utilize sempre o cinto de segurança e exija o mesmo dos demais passageiros;

·       Sempre respeite a sinalização de trânsito e não fure sinais vermelhos;

·       Dirija na velocidade recomendada, nunca acima ou abaixo dela;

·       Dê a seta sempre antes de mudar o carro de direção/sentido;

·       Não utilize celular e outros aparelhos e

·       Não trafegue em faixas exclusivas para outros veículos;

·       Mantenha-se atento e defensivo durante a direção;

·       Lembre-se que o pedestre tem a preferência;

·       Ande sempre com sua carteira de motorista;

·       Respeite o rodízio de veículos da região;

·       Nunca dirija após consumir álcool;

·       Ligue o farol em rodovia.

 

 

 

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