sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

 





 

O QUE É MAPEAMENTO DE RISCOS E QUAL SUA IMPORTÂNCIA?

 

 

A gestão de riscos auxilia os profissionais de saúde e segurança do trabalho a terem maior eficácia na redução de afastamentos e problemas que possam comprometer a integridade física e mental dos funcionários, bem como gerar prejuízos para a empresa. Dentro desse rol, temos diversas ações que podem ser tomadas para facilitar a gestão e minimizar problemas.

Um dos mais importantes é o mapeamento de riscos. Vamos falar mais sobre ele a seguir e mostrar dicas importantes de como realizá-lo. Boa leitura.

 

O que é mapeamento de risco?

O mapeamento de risco é feito para proteger os funcionários, auxiliando na visualização dos eventuais problemas que possam ocorrer e treinando-os para saber como eles podem se antecipar para, assim, evitar acidentes de trabalho.

Esse conceito chegou no Brasil nos anos 1970 e foi inicialmente trazido para o ambiente industrial, pelo seu caráter de ter um maior índice de acidentes com afastamentos. Contudo, até mesmo escritórios podem e devem contar com o mapa de riscos no dia a dia. Ele é exigido em todos os países em que há obrigatoriedade da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

 

Qual a importância do mapeamento de risco?

O mapeamento de risco tem a função primordial de conscientizar e informar os colaboradores sobre os riscos com os quais estão envolvidos. Assim, eles poderão identificar como prevenir problemas na realização de suas atividades. Por exemplo, quando um colaborador entra em uma sala em que há risco químico e ele está devidamente descrito, saberá quais EPI’s ele deverá utilizar para evitar acidentes e problemas, tanto para ele quanto para os demais colegas.

 

Outros benefícios do mapeamento de riscos são:

·       visualização didática dos riscos;

·       realização das tarefas com maior cuidado;

·       gestão de riscos mais eficiente;

·       maior confiança por parte dos profissionais para realização das atividades;

·       diminuição do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

 

Como realizar o mapeamento de riscos?

Contudo, para que o mapeamento de riscos consiga ser, de fato, eficiente, é fundamental fazê-lo de forma adequada. Caso contrário, ainda poderá expor os profissionais a problemas no dia a dia, o que poderia ter sido evitado.

 

Mas afinal, como realizá-lo minimizando erros? Confira, a seguir, algumas dicas que vão ajudá-lo nesse processo:

·       estude os tipos de riscos (físicos, químicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos). Antes de classificá-los, você deverá aprofundar-se mais em como cada risco pode ser categorizado;

·       converse com os trabalhadores sobre a percepção deles dos riscos. Muitas vezes, há questões que não ficam tão claras para os especialistas e quem está ali, todos os dias com a mão na massa, consegue ver com maior clareza;

·       investigue e liste todos os riscos da empresa, mesmo os menores e mais sutis. Isso será fundamental para não deixar nenhum ponto de fora. Até porque, muitas vezes, pequenos problemas podem causar grandes consequências;

·       a partir disso, identifique as medidas preventivas que podem ser aplicadas tanto de forma individual quanto coletiva;

·       entenda quais são as principais queixas dos profissionais;

·       conheça o perfil dos colaboradores e como eles exercem as atividades no dia a dia;

·       tenha uma boa gestão de EPI. Ela está intimamente ligada com uma gestão de riscos eficiente. Com o mapeamento, é possível identificar quais são os riscos que exigem uso de equipamentos no dia a dia.

 

O mapeamento de riscos é um dos instrumentos fundamentais para uma boa gestão em segurança do trabalho. Por isso, não deixe de estar atento à sua elaboração. Isso pode ser o diferencial para reduzir acidentes em sua empresa.

 

 


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O QUE É INVENTÁRIO DE RISCO E QUAL SUA IMPORTÂNCIA?

 



Nos últimos anos, o governo brasileiro está reformulando as Normas Regulamentadoras (NR’s) — conjunto de documentos responsável por dar as diretrizes acerca das práticas de SST exigidas. Uma das NR’s que foi reformulada é a nº 01, sendo que novos documentos e processos passaram a ser exigidos das empresas.

A nova NR nº 01 exige que as organizações elaborem o PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos, no qual deve ser incluído um inventário de risco. Mas você sabe o que é o inventário de risco e como ele deve ser elaborado? Entende qual a importância desse documento? Se não, está na hora de descobrir!

 

O que é o inventário de risco?

O inventário de risco é, portanto, uma parte do Programa de Gerenciamento de Riscos de uma empresa, sendo uma exigência da NR 01. Ele consiste em um documento no qual você deve cadastrar todos os riscos que estão presentes no ambiente de trabalho, incluindo o nível de exposição para cada um deles.

Portanto, para elaborá-lo, deve ser caracterizado cada ambiente de trabalho da empresa, assim como cada uma das funções e cargos assumidos pelos colaboradores e atividades realizadas em cada um deles. Também é necessário descrever os riscos envolvidos nas atividades e os cargos que estão submetidos a eles.

 

Esses riscos envolvem:

·       riscos de acidentes (quedas de mercadorias, queda do colaborador, acidentes com máquinas e outros);

·       riscos de adoecimentos;

·       agentes aos quais o trabalhador está exposto (incluindo químicos, biológicos e outros);

·       avaliação ergonômica da atividade.

 

Qual a diferença entre inventário de risco e matriz de risco?

Uma dúvida comum quando se fala em inventário de riscos é a diferença entre esse documento e a matriz de riscos, um outro tipo de documento de SST.

Para entender a diferença entre eles, é importante que você saiba que o inventário é um levantamento completo de todos os riscos de determinada atividade. Ou seja, ele é como uma lista, no qual todos os riscos são inseridos.

Já a matriz de risco é um esquema que demonstra o nível de exposição ou de risco para cada elemento aversivo no ambiente de trabalho. Dessa forma, ela funciona como um quadro no qual você identifica a gravidade de cada risco em determinada atividade.

Eles podem estar conectados, uma vez que o PGR exige que o inventário contenha o nível de gravidade de cada risco. Porém, a matriz de risco é um documento exigido pela NR 03, enquanto o inventário está descrito na NR 01.

 

Qual a importância do inventário de risco?

O inventário de risco é um documento extremamente importante par qualquer empresa, principalmente por descrever quais são os principais riscos aos quais os colaboradores estão sujeitos no ambiente de trabalho.

 

Veja agora alguns dos benefícios da criação de um inventário de riscos de qualidade:

·       permite a identificação de todos os riscos para cada cargo e atividade realizada na empresa;

·       é a base para a criação do plano de ação e desenvolvimento de estratégias de proteção dos trabalhadores;

·       permite a intervenção para a redução dos índices de adoecimento e acidentes de trabalho;

·       faz parte das exigências legais para a sua empesa, evitando problemas legais.

 

Como você pode perceber, o inventário de risco é um documento extremamente importante para as organizações, trazendo benefícios para o negócio e os trabalhadores. Portanto, aproveite as dicas e comece, agora mesmo, a fazer um levantamento de riscos dentro de sua empresa!

 

 



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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

 




 

O QUE SIGNIFICA BIOSSEGURANÇA E QUAIS OS SEUS OBJETIVOS?

 



A biossegurança é uma área central para a saúde e segurança do trabalho. Afinal, ela se refere a todos os procedimentos que têm como objetivo garantir a saúde de espécies vivas, incluindo os seres humanos, animais e vegetais.

Mas você sabe exatamente o que significa biossegurança e o que a Anvisa diz sobre isso? Entende quais são os objetivos da biossegurança e como colocar esse conceito em prática dentro da sua empresa? Se não, está na hora de descobrir!

 

O que significa biossegurança?

Para entender o que significa biossegurança, é essencial que você saiba o que os órgãos regulamentadores dizem sobre o assunto. A Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária — é uma das principais responsáveis pela determinação dos procedimentos de biossegurança que devem ser adotados pela empresa.

 

Dessa forma, ela define esse conceito como:

 

“Condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio ambiente. ”

 

Portanto, biossegurança é uma área que tem como objetivo reduzir os riscos e ameaças às espécies vivas, tanto no que se refere ao trabalho quanto ao consumo. Ou seja, ela inclui a proteção de trabalhadores e clientes da empresa, assim como a sociedade ao redor do seu local de atuação e as espécies animais e vegetais nativas.

 

Quais são os objetivos da biossegurança?

 

A implementação de estratégias de biossegurança tem alguns objetivos específicos.

 

Os principais deles são:

·       reduzir os riscos de contaminação para os trabalhadores;

·       diminuir os riscos de contaminação para os clientes e consumidores;

·       preservar as espécies nativas e o meio ambiente;

·       melhorar a saúde da população;

·       baixar os índices de acidentes de trabalho;

·       minimizar o desenvolvimento de doenças ocupacionais.

 

Qual a importância da biossegurança?

A biossegurança, como você pode perceber, é um conjunto de procedimentos extremamente importantes, tanto para as empresas quanto para a sociedade como um todo. Isso porque evita a contaminação de colaboradores e outros indivíduos e contribui para a preservação do meio ambiente de forma geral.

Para que você entenda melhor a importância de colocar esse conceito em prática, imagine uma empresa que trabalha com a produção de alimentos. Os trabalhadores precisam usar equipamentos de proteção, como respiradores, tanto para evitar a contaminação do produto que vai chegar até o consumidor final quanto para evitar a inalação de partículas contaminantes, evitando o seu próprio adoecimento.

Em tempos de Covid-19, isso se torna ainda mais importante. Afinal, há um vírus em circulação, sendo que o uso de máscaras e respiradores é uma das melhores formas de se proteger contra a contaminação. Dessa forma, adotar procedimentos de biossegurança específicos para o combate ao Coronavírus é essencial para proteger os colaboradores e evitar a perpetuação dessa doença.

Com este artigo, você descobriu o que significa biossegurança e quais são seus objetivos e importância. Vale destacar que esse conceito é essencial para todas as atividades, principalmente devido ao surgimento do Coronavírus. Afinal, quando você adota estratégias eficientes de biossegurança, além de evitar uma série de contaminações e adoecimentos, você também protege os colaboradores contra a Covid-19.

 

 



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O QUE É CALÇADO OCUPACIONAL E POR QUE É IMPORTANTE USAR?

 

 

Você já sabe que existem diversos equipamentos de segurança que devem ser usados pelos trabalhadores para garantir a proteção deles, sempre observando a atividade que realizam e o ambiente de trabalho no qual atuam. Além de capacetes e luvas, um outro tipo de EPI muito importante é o calçado ocupacional.

O calçado ocupacional é um EPI que busca alinhar conforto e segurança de forma a proteger os pés dos trabalhadores. Também conhecidos como calçados de segurança, existem diversos tipos disponíveis no mercado, sendo que cada um deles é adequado para determinado contexto e atividade.

 

Afinal, o que é e como funciona o calçado ocupacional?

Para entender o que é um calçado ocupacional, imagine um trabalhador que atua no canteiro de obras de uma construção. Nesse local, há diversos riscos, como a queda de materiais, acidentes com maquinário, entre outros. Um desses riscos está relacionado aos pés do trabalhador, que pode pisar em um objeto perfurocortante ou ter a queda de um material diretamente em seus pés, o que gera sérias lesões.

É aí que o calçado ocupacional entra como um grande aliado. Afinal, esse é um EPI que alinha conforto e segurança, protegendo os pés dos trabalhadores nas mais diversas situações. Esse calçado pode ser um tênis, uma botina, uma bota ou algum outro tipo e pode ser feito dos mais diversos materiais. O importante aqui é que ele seja adequado à situação na qual o trabalhador atua e que seja confortável e funcional.

 

Quais são os principais tipos de calçado ocupacional?

Como você já deve imaginar, existem diversos riscos para os pés que variam de acordo com a situação de trabalho. Dessa forma, o calçado ocupacional também varia, tanto em tipo quanto em material, de forma a garantir a proteção para o contexto específico no qual o trabalhador atua.

 

Os principais tipos de calçado ocupacional são:

·       bota de PVC;

·       botina de segurança;

·       sapatos de segurança;

·       coturnos de segurança;

·       tênis de segurança.

 

Qual a importância de usar o calçado ocupacional?

O uso de calçados de proteção é essencial para os mais diversos tipos de trabalhadores. Afinal, esse é mais um equipamento que complementa as estratégias de SST da empresa, evitando lesões e adoecimentos e garantindo a saúde e a integridade física do seu time.

No caso do trabalhador da construção civil, por exemplo, o calçado de segurança pode ser a proteção que vai evitar que ele se corte ou quebre um dedo com a queda de um material em seus pés. Também é possível evitar doenças, como o tétano, advindas de cortes profundos com material contaminado.

Para trabalhadores da limpeza, por exemplo, o calçado de segurança é um grande aliado no que se refere à proteção contra doenças relacionadas à alta umidade nos pés. A bota de PVC, por exemplo, também pode ajudar a proteger contra o contato com produtos químicos, o que levaria a lesões.

Dessa forma, como você pôde perceber, o calçado ocupacional é um EPI essencial para diversas situações de trabalho. Vale destacar que, se for detectado risco aos pés do trabalhador, é obrigação da sua empresa fornece o EPI adequado para a proteção.

Verifique, portanto, a indicação do calçado ocupacional para escolher o melhor tipo para o seu time. Também garanta a compra de um equipamento de qualidade, que efetivamente proteja a equipe.

 

 



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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

 




 

CONHEÇA QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS EPI INDUSTRIAIS!

 



Quando se fala em segurança do trabalho, cada empresa apresenta particularidades e necessidades diferentes em relação às melhores estratégias para cuidar dos seus colaboradores. A indústria é um segmento bastante particular nesse sentido. Afinal, por envolver, muitas vezes, o uso de máquinas pesadas e situações de risco distintas de um comércio ou outro segmento da economia, são necessárias ações específicas para evitar acidentes e melhorar as condições de trabalho do time.

O uso de EPI’s faz parte da segurança do trabalho em uma indústria. Apesar de ser preciso haver uma análise profunda dos riscos de cada contexto, alguns EPI’s são comuns no meio industrial, tornando sua utilização quase um imperativo em qualquer organização do setor.

 

Respiradores

Os Respiradores são equipamentos que protegem as vias respiratórias dos colaboradores. Dessa forma, elas são amplamente utilizadas para evitar a contaminação por substâncias tóxicas, poeira e outros resíduos que podem estar presentes no ar do local no qual eles atuam.

Com a pandemia da Covid-19, que chegou ao Brasil no início de 2020, esse item se tornou ainda mais importante. Afinal, além de prevenir a contaminação por substâncias, os respiradores evitam que os colaboradores peguem o vírus.

Vale lembrar que existem diferentes tipos de respiradores, sendo que cada um deles é indicado para determinados contextos. Dessa forma, é importante entender quais são os riscos e qual o melhor EPI para a sua indústria.

 

Capacetes

Outro EPI industrial importante são os capacetes. Esse item é responsável pela proteção dos colaboradores contra quedas, tanto do próprio colaborador quando de objetos. Ou seja, é ele que protege o colaborador contra lesões na cabeça caso ele caia ou um objeto ou equipamento caia nele.

Vale destacar que o EPI precisa ser usado de forma correta e ter o tamanho adequado para garantir a proteção. Além disso, ele precisa estar dentro das normas e critérios de qualidade, assegurando que o capacete efetivamente vai proteger o trabalhador.

 

Luvas

Existem diversos tipos de luvas usadas para a proteção das mãos dos trabalhadores. Algumas delas protegem contra o contato com substâncias tóxicas, enquanto outras oferecem proteção contra queimaduras, devido a lidar com temperaturas muito altas ou baixas.

Ainda, é importante destacar as luvas que oferecem proteção contra impactos e cortes. Esses equipamentos também são importantes, pois evitam acidentes e lesões. É necessário entender quais são os principais riscos da sua indústria para, a partir disso, descobrir o melhor tipo de luva para os seus colaboradores.

Em um ambiente industrial, os funcionários estão sujeitos a uma série de riscos. Os EPI’s industriais são, portanto, uma forma de oferecer proteção para a equipe, cumprindo a legislação e as obrigações da empresa em relação aos seus trabalhadores. É importante lembrar que contar com EPIs de qualidade e adequados ao contexto da sua empresa é essencial, evitando lesões e acidentes por parte dos seus colaboradores.

 

 

 

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3 INDICADORES DE SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTANTES PARA ACOMPANHAR

 



Indicadores de segurança do trabalho são métricas objetivas que informam sobre o quanto a empresa efetivamente garante a segurança dos colaboradores. Eles demonstram se as ações que você implementou vêm gerando os resultados desejados, se a empresa cumpre suas obrigações legais e, até mesmo, se os colaboradores estão, de fato, seguros.

Dessa forma, fica nítida a importância de investir no acompanhamento de indicadores de segurança do trabalho, não é mesmo? Afinal, é por meio deles que você é capaz de entender se criou um ambiente seguro e confortável para que o seu time realize as atividades.

 

1. Frequência de acidentes de trabalho

Um dos indicadores de segurança do trabalho mais importantes em qualquer empresa é a frequência de acidentes de trabalho. Afinal, essa métrica indica qual a incidência de acidentes de trabalho em um determinado tempo.

Dessa forma, para calcular a frequência, é necessário dividir a quantidade de acidentes por determinado período. Portanto, se você quer saber a frequência de acidentes de trabalho nos últimos 6 meses, divida o número por 6.

Com isso, você tem um indicador que pode ser comparado com outras épocas, entendendo se a frequência de acidentes diminuiu ou aumentou na empresa.

 

2. Quantidade de incidentes

Os incidentes, também conhecidos como “quase acidentes”, são eventos nos quais há uma situação que poderia levar a lesões ou adoecimentos, mas, por sorte, isso não ocorreu. Acontece quando, por exemplo, uma peça de determinada máquina se solta, mas não acerta o colaborador. Esse evento poderia ter ocasionado, inclusive, um acidente grave. Porém, por sorte, ninguém foi atingido e, por isso, ele é chamado de incidente.

Calcular o número de incidentes ao longo de determinado período é um indicador extremamente importante para a empresa. Afinal, a tendência é de que, quando o número de incidentes é reduzido, também haja uma diminuição nos acidentes.

 

3. Doenças ocupacionais devido à atividade realizada

Para além dos acidentes de trabalho, também pode ocorrer o desenvolvimento de doenças ocupacionais ao longo do tempo. Essas doenças podem ser de ordem física ou psicológica e estão ligadas a situações adversas no ambiente de trabalho.

Dessa forma, o número de doenças ocupacionais em cada uma das funções e equipes da empresa também é um indicador importante para o negócio. Afinal, caso perceba que alguma área ou setor está com uma média alta de adoecimentos, pode ser importante entender as causas e, a partir disso, buscar meios de neutralizá-la.

Além disso, para garantir a saúde dos colaboradores do seu negócio, também é essencial buscar, constantemente, a redução no número de doenças ocupacionais na empresa.

Cuidar da saúde e segurança dos trabalhadores é uma obrigação legal do negócio, mas, também, um compromisso ético que você assume com a sua equipe. Os indicadores de segurança do trabalho podem ser grandes aliados nesse aspecto. Afinal, eles mensuram, de forma objetiva, as quão eficientes são as estratégias implementadas pela sua empresa e quais os pontos que devem ser modificados.

 



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terça-feira, 30 de janeiro de 2024

 






 

QUAIS SÃO OS RISCOS DO TRABALHO EM ALTURA

 

 


Todo trabalho oferece riscos para o trabalhador, mesmo os mais simples. Porém, existem algumas atividades que apresentam especificidades, oferecendo riscos específicos para quem as realiza. Esse é o caso, por exemplo, do trabalho em altura, definido, segundo a NR 35, como qualquer trabalho realizado acima de 2 metros do chão.

Portanto, como você pode perceber, o trabalho em altura não é apenas aquele realizado em andaimes ou em locais muito altos. Ele também inclui atividades mais simples, mas que são realizadas a uma certa distância do chão e, dessa forma, envolvem riscos específicos para os trabalhadores, como queda com lesões graves. Entender quais são esses riscos é o primeiro passo para buscar estratégias eficientes para proteger o time.

Quer saber quais são os ricos de trabalho em altura? Então, continue a leitura e descubra os principais deles!

 

Quedas ao chão

 

Um dos principais riscos quando se fala em trabalho em altura é a queda do trabalhador ao chão. Afinal, por estar em uma superfície acima do nível do solo, sempre há o risco de que ele se desequilibre e caia, o que pode gerar lesões graves, incluindo o risco de morte do profissional.

Existem diversas medidas que precisam ser adotadas para o trabalhador ficar protegido nessa situação. A mais comum delas é o uso de cintos de segurança e linhas de vida para evitar que o desequilíbrio leve à queda do trabalhador.

 

Sobrecarga da estrutura

 

O trabalhador que atua em altura pode estar em diversos contextos, como andaimes, escadas, telhados ou outras estruturas. Apesar de algumas serem mais frágeis do que outras, sempre há o risco de haver sobrecarga e, com isso, a estrutura desmoronar total ou parcialmente.

Dessa forma, esse é um outro risco importante de ser levado em consideração quando se fala em trabalho em altura. A estrutura precisa ser adequada à atividade desenvolvida, assim como ao peso que deve suportar. Vale destacar que é importante levar em conta o peso do trabalhador e dos equipamentos que ele usa para a atividade, uma vez que tudo isso faz parte do que a estrutura precisa suportar.

 

Choque elétrico

 

Existe um risco que pode não estar ligado diretamente ao trabalho em altura, mas, em muitos casos, também deve ser incluído nesse tipo de atividade. Esse é o risco de choque elétrico, uma vez que muitas das atividades realizadas em altura envolvem a proximidade à rede elétrica, principalmente quando se fala nos telhados das casas.

Se for identificada a proximidade com a rede elétrica, busque meios eficientes de proteger os colaboradores. Vá além das diretrizes da NR 35, específica para o trabalho em altura, e inclua os procedimentos estabelecidos pela NR 10, referentes ao trabalho próximo à rede elétrica. Com isso, você protege o time contra graves acidentes.

Como você pode perceber, há diversos riscos do trabalho em altura e, para garantir a segurança, é essencial que você mapeie cada um deles, dependendo do contexto no qual a atividade é realizada. Também siga as diretrizes das NR’s, principalmente a NR 35, de forma a evitar qualquer acidente ou lesão nesse tipo de trabalho.





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RUÍDOS SONOROS - TIPOS E COMO PROTEGER SEUS COLABORADORES?

 



Os ruídos sonoros estão presentes em diversos contextos do dia a dia, tanto dentro quanto fora do trabalho. São barulhos de trânsito, máquinas, aviões, conversas e tantos outros que fazem parte do cotidiano. Mas, sabia que eles podem trazer prejuízos para a saúde física e mental, dependendo da intensidade e frequência à qual as pessoas estão expostas?

Isso porque os ruídos sonoros, ou seja, qualquer barulho que chega ao aparelho auditivo das pessoas, podem trazer problemas de saúde. Porém, existem diversos tipos e intensidades de ruídos, tornando necessário que você entenda um pouco mais sobre cada um deles para descobrir qual a melhor forma de proteger o seu time.

 

Por que prestar atenção nos ruídos sonoros?

Existem diversas atividades que expõem os colaboradores à ruídos sonoros. Eles chegam até o aparelho auditivo da pessoa e, com o passar do tempo, isso pode causar lesões e adoecimentos físicos, reduzindo a capacidade auditiva do trabalhador. Os ruídos também podem trazer desgaste psicológico, principalmente quando são contínuos, gerando estresse e outros tipos de adoecimento psíquico.

Dessa forma, é importante que você se atente aos tipos de intensidades de ruídos na sua empresa, de forma a reduzi-los e buscar meios de proteger o time. Vale destacar que, para além de uma responsabilidade ética, isso é uma obrigação legal.

Afinal, a NR nº 15 indica quais são os níveis de ruídos, medidos em decibéis, tolerados na empresa e as ações necessárias para a proteção da equipe caso eles sejam ultrapassados. Portanto, se você permitir que os colaboradores fiquem expostos a ruídos acima do que é permitido por essa norma, pode sofrer multas ou outras punições.

 

Quais os tipos de ruídos sonoros?

 

Agora que você já sabe da importância de se manter atento aos ruídos sonoros na empresa, é hora de entender quais são os principais deles.

 

Em primeiro lugar, vale destacar que eles se dividem em três tipos:

·       contínuo: barulho que se mantém relativamente estável por um longo período de tempo;

·       intermitente: ruído que varia a intensidade e tempo de duração ao longo do dia;

·       de impacto: ruído com alta intensidade (elevados decibéis) mas curta duração, proveniente do impacto de materiais.

 

Além disso, eles podem vir de diversas fontes, como:

·       máquinas;

·       alarmes;

·       conversas;

·       trânsito;

·       ambiente externo à empresa;

·       aéreo.

 

Como proteger os colaboradores?

Ciente de quais são os principais tipos de ruídos sonoros e os problemas que eles podem causar para o time, é hora de entender como proteger os seus colaboradores.

 

Veja, agora, algumas dicas para isso:

·       melhore o isolamento do local;

·       mensure os ruídos com frequência;

·       instale cabines e portas acústicas;

·       ofereça equipamentos de proteção auditiva.

 

Com este artigo, você entendeu mais sobre o que são os ruídos sonoros e os principais tipos. Também descobriu os problemas que eles podem trazer e como proteger os colaboradores. Vale destacar que, quando o ruído não pode ser completamente neutralizado, os EPI’s voltados para a proteção acústica são essenciais.

A existir uma linha de EPI’s de proteção auditiva certificados e de qualidade, oferecendo proteção, segurança e conforto para o time. 

 

 



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