quinta-feira, 15 de junho de 2023

 




 

REFORMA TRABALHISTA

 



A nova legislação trabalhista, que entrou em vigor no dia 11 de novembro, traz algumas definições que formalizam e estruturam o teletrabalho, mais conhecido como home office. A modalidade é vista como uma alternativa para cortar gastos e, ao mesmo tempo, flexibilizar o ambiente de trabalho.

Um estudo realizado pela SAP Consultoria, aponta que previsão é de que o home office, dentro das empresas, cresça 15% no próximo ano. Como não havia legislação sobre o tema, muitas empresas no Brasil não adotavam a atividade por receio de complicações legais

Nos Estados Unidos, por exemplo, 89% das empresas já possuem políticas estruturadas para essa modalidade, é o que aponta a empresa World at Word, em levantamento feito em 2017.

Para muitas empresas, a modalidade de trabalho oferece vantagens. Além de ser uma oportunidade para redução de custos com aluguel e estruturas internas, os funcionários podem desenvolver suas atividades de forma mais confortável; fugir do trânsito para chegar até o local de trabalho e focar melhor nas suas tarefas. No entanto, uma das grandes preocupações é referente ao fluxo e controle das informações. A segurança dos dados sigilosos pode ficar comprometida, pois o ambiente onde o funcionário trabalha nem tem as mesmas opções de proteção que a empresa dispõe. Como se proteger de um cibe ataque no home office, por exemplo?

Para esclarecer dúvidas sobre o home office, a Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Tele atividade (Sobratt) e a empresa de TI, Citrix, comentaram alguns pontos sobre os quais funcionários e empresas devem ficar atentos. Confira abaixo.

 

A empresa precisa fornecer infraestrutura para realizar o trabalho remoto?

 

“A minha leitura é que os custos efetivos pagos pelo trabalhador são os que não são mensuráveis de maneira direita, como água, luz, móveis utilizados da residência do próprio trabalhador. Já os gastos adicionais necessários à realização dos serviços devem ser bancados pela empresa”

 

Afirma Wolnei Tadeu Ferreira, presidente da Sobratt.

 

A empresa não precisa controlar horários nem pagar horas extras?

O controle do trabalho será por tarefas e não por hora trabalhada, dessa maneira, não haverá necessidade de pagamento de horas extras, salvo se o monitoramento da atividade for exigível.

 

“A lei reconhece que não há necessidade de controlar horário. O importante mesmo é acompanhar a produtividade dos colaboradores. Com mais flexibilidade, eles podem trabalhar a qualquer hora, sem se preocupar com trânsito, falta dos dados ou dos aplicativos empresariais”

 

Afirma Ferreira

 

Funcionário em trabalho remoto não desligará nunca?

 

“Manter uma rotina de trabalho semelhante à do escritório ajuda na organização de quem está trabalhando à distância. Mas também é necessário usufruir de um hobby ou de atividades físicas para equilibrar a vida pessoal e profissional. Além disso, é essencial que a família do funcionário que está fazendo home office entenda que ele possui tarefas para entregar e uma jornada para cumprir nas dependências de casa”

 

Comenta Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

 

Legalmente, o empregado em trabalho remoto é responsável por vazamento de informações da empresa?

 

Sim. Ransonwares fizeram milhões de vítimas este ano por falha de atualização do Windows. As empresas passam a ser responsáveis pela atualização dos softwares em dispositivos pessoais dos usuários. A segurança da informação tem que controlar isso, mesmo no trabalho presencial.

O comparecimento às dependências do empregador para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

Verdade. A própria legislação (arts. 75-A a 75-E da Lei 13.467/2017) prevê esta situação, pois em muitos casos é necessário que o empregado compareça à empresa para reuniões, treinamentos, confraternização e outras atividades, o que não descaracteriza o teletrabalho.

 

“Apesar de trabalhar remotamente, há momentos que o olho no olho é necessário. Cada empresa pode definir as regras para o trabalho remoto”

 

Afirma Wolnei Tadeu Ferreira.

 

No home office, a empresa não possui a mesma responsabilidade no que diz respeito à Medicina e Segurança do Trabalho.

Não é verdade. A nova legislação passa a exigir que, nesses casos, o trabalhador seja ostensivamente orientado pela empresa quanto às normas de segurança, devendo fazê-lo conforme a atividade e o cargo a ser ocupado.

 

“Continua sendo responsabilidade da empresa zelar pela segurança do colaborador, ele trabalhando de casa ou no escritório”

 

Comenta o presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades.

 

Profissionais que optam por home office terão seus benefícios como vale alimentação e vale transporte reduzidos?

O vale transporte, devido nos deslocamento residência-empresa e vice-versa, continua sendo devido quando o empregado tiver que se deslocar para a empresa ou para alguma outra atividade a serviço. No caso do vale-alimentação, se isso for uma obrigação prevista em norma sindical, não poderá ser subtraída ou reduzida, salve se houver previsão na própria norma neste sentido. Do contrário, o benefício deve ser mantido. Caso o benefício seja espontâneo pela empresa, sua eliminação ou redução poderá trazer uma injusta diferenciação para quem trabalha em home office, sendo necessário que a empresa avalie bem se esta situação seria estratégica. 

 

“Como outros pontos da nova lei, ainda há necessidade de um entendimento mais profundo destas questões e uma análise caso a caso”

 

finaliza Ferreira.

 

 

 

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AFINAL, QUANDO É OBRIGATÓRIO O USO DE EPI?

 



A segurança dos funcionários é uma responsabilidade da empresa, que deve monitorar os riscos das atividades e orientar o uso de EPI. Os equipamentos de proteção individual devem ser utilizados em todas as atividades que representem riscos à saúde e à segurança dos trabalhadores.

É obrigação legal da empresa fornece os EPI’s e orientar seu uso. Você conhece a importância do uso de EPI para empresa e funcionários? Confira aqui!

 

Qual a importância do uso de EPI?

Os equipamentos de proteção individual têm como principal função preservar os funcionários e evitar ou reduzir as ameaças associadas às atividades exercidas.

O uso de EPI’s é obrigatório e seu fornecimento deve ser gratuito. Os equipamentos protegem a equipe durante a realização de tarefas e auxiliam na redução de doenças associadas ao trabalho. As responsabilidades atribuídas à empresa e aos funcionários são diferentes, conforme veremos.

 

Quais as responsabilidades da empresa?

A companhia tem obrigação legal de prover e orientar a respeito do uso de EPI.

 

Cabe ao empregador:

ü verificar os riscos existentes;

ü orientar os trabalhadores;

ü fornecer EPIs certificados;

ü substitui-los em caso de dano ou extravio;

ü higienizar os equipamentos;

ü realizar a manutenção;

ü documentar a entrega;

ü fiscalizar o uso.

 

Quais as responsabilidades dos trabalhadores?

 

Conforme dito, as atribuições do trabalhador serão diferenciadas, tais como:

ü utilizar corretamente o EPI;

ü atentar às orientações de uso;

ü guardar e conservar o equipamento;

ü notificar ao empregador possíveis avarias;

ü seguir as orientações de utilização.

 

Quais os tipos de EPI?

 

Os equipamentos serão utilizados de acordo com o risco eminente e são os seguintes:

ü proteção respiratória:

ü respirador purificador de ar motorizado ou não;

ü respirador adutor de ar com ar comprimido;

ü respirador adutor de ar tipo máscara.

ü proteção auditiva:

ü protetor circum-auricular;

ü protetor de inserção;

ü protetor semi-auricular.

ü proteção de cabeça:

ü capacete;

ü capuz;

ü balaclava.

ü proteção visual e facial:

ü óculos;

ü máscara para solda;

ü protetor facial.

ü proteção de membros superiores:

ü luvas;

ü creme;

ü manga;

ü dedeira;

ü braçadeira.

ü proteção de membros inferiores:

ü bota;

ü meia;

ü perneira;

ü calça.

ü proteção de tronco:

ü colete à prova de balas;

ü roupas.

ü proteção de corpo inteiro:

ü macacão.

ü proteção contra quedas:

ü cinto de segurança com travaqueda;

ü cinto de segurança com talabarte.

 

Cada EPI terá sua especificidade de uso alguns são de uso intuitivo, como as luvas, por exemplo; outros, no entanto, como os cinturões de segurança, demandarão treinamento. Cabe à empresa orientar seus colaboradores e fiscalizar a utilização.

 

Norma regulamentadora NR 6

O uso de EPI é normatizado de acordo com o estabelecido na NR6. O regulamento desenvolvido em junho de 1978 teve sua última revisão no ano de 2011.

 

Os aspectos considerados são:

ü caracterização de EPI;

ü certificado de aprovação, que assegura que o equipamento atende aos requisitos do Ministério do Trabalho e Emprego;

ü responsabilidades, com disposições gerais sobre as obrigações por parte do empregador e do empregado;

ü orientações para uso, com determinações sobre os equipamentos, os tipos de EPI e as formas de uso.

 

Ainda que a normativa seja antiga, muitos trabalhadores ainda evitam o uso de equipamentos de proteção individual, o que impute riscos que podem ser evitados. Lembre-se de conscientizar sua equipe e exigir o uso de todas as medidas cabíveis. Um ambiente de trabalho mais seguro e organizado é responsabilidade da empresa e do colaborador. Incentive o uso de EPI e ressalte a importância dessas medidas.

 

 

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quarta-feira, 14 de junho de 2023

 





 

SAIBA COMO PROPORCIONAR QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

 



Considerada um requisito básico para a melhoria do desempenho dos colaboradores, a qualidade de vida no trabalho está diretamente ligada ao desempenho e à produtividade na empresa.

Observa-se que, quanto mais a empresa investe na qualidade de vida do trabalhador, melhores são os resultados que ele alcança para a organização. Além disso, ele se sente mais satisfeito, e diversas oportunidades são criadas para melhorar o clima organizacional e a produtividade da equipe.

Mas, afinal, como a empresa pode melhorar a qualidade de vida dos colaboradores? No post de hoje, abordaremos como proporcionar melhorias no trabalho para alcançar qualidade de vida. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

 

O que é qualidade de vida no trabalho?

Trata-se de um conjunto de ações de uma organização que envolve a implantação de melhorias e inovações no ambiente de trabalho, a fim de aumentar a satisfação profissional e a produtividade dos funcionários de uma empresa.

Essa satisfação é otimizada a partir da compreensão das necessidades dos colaboradores, criando oportunidades para o desenvolvimento de carreira e a distribuição de métodos adequados para alcançá-la.

Vale ressaltar que a qualidade de vida no trabalho é diretamente proporcional ao desempenho dos funcionários. Ou seja, se a sua equipe estiver satisfeita e motivada com os processos de trabalho adotados, certamente alcançará altos níveis de produtividade.

 

O que fazer para que seus funcionários tenham qualidade de vida?

Algumas estratégias eficazes podem ajudar a manter sua equipe mais motivada e produtiva, melhorando a qualidade de vida na sua empresa. Confira!

 

Oferecer feedbacks

O feedback contínuo serve como um guia para mostrar ao funcionário se ele está ou não no caminho certo. Quando utilizado para incentivar e orientar, e não apenas para criticar, faz com que o profissional se sinta seguro e bem orientado, o que reflete diretamente na sua autoestima e na qualidade de vida.

 

Reconhecer os esforços

Valorizar, parabenizar e elogiar são atitudes que demonstram que a empresa reconhece o trabalho desenvolvido pelos profissionais. Reconhecer o esforço e o trabalho bem-feito é um aspecto essencial para promover a qualidade de vida, pois mantém os profissionais constantemente motivados.

 

Melhorar as condições de trabalho

Proporcionar um ambiente físico adequado, confortável e seguro garante a satisfação dos colaboradores. Quando não cumpridos, esses fatores afetam o seu rendimento na empresa.

 

Oferecer flexibilidade quanto aos horários

Se a equipe cumprir com o planejamento e tiver organização na realização das tarefas, isso fará com que ela trabalhe melhor e com mais agilidade e, consequentemente, vai garantir uma maior qualidade de vida.

 

Implantar programas de qualidade de vida

Essa é uma ótima opção. Práticas de ambientação, ginástica e massagem diminuem o nível de estresse no ambiente de trabalho. Outro fator importante diz respeito à saúde emocional dos colaboradores. Um funcionário que se encontra debilitado, devido ao excesso de trabalho, pode comprometer as atividades da empresa.

Por fim, o setor de recursos humanos exerce um papel fundamental na manutenção da qualidade de vida profissional.

 

Diversos benefícios podem ser observados com o aumento desse indicador. Entre eles, podemos destacar:

ü redução da rotatividade de pessoal;

ü aumento da qualidade dos produtos e serviços;

ü redução dos custos;

ü melhoria da saúde dos colaboradores — isso inclui o absenteísmo, afastamentos e conflitos interpessoais;

ü melhoria do clima organizacional;

ü elevação dos resultados.

 





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ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA PARA A EMPRESA

 



A auditoria interna é uma das mais importantes ferramentas para o controle administrativo. Consiste em um conjunto de procedimentos técnicos, cujo objetivo é analisar a conformidade, a integridade e a eficácia dos controles internos e das informações operacionais, contábeis e financeiras da empresa, buscando colaborar para o seu aprimoramento.

Conseguir manter a empresa funcionando perfeitamente ao longo do tempo requer avaliações constantes e um grande esforço de todas as áreas da empresa. Por essa razão, a auditoria é considerada a melhor solução para evitar transtornos com falhas, fraudes, desvios financeiros e atos desonestos em geral.

Por meio dela, o proprietário da empresa pode manter a tranquilidade acerca da administração, garantindo segurança nas operações, além de se tornarem importantes mecanismos de qualidade.

Para que você saiba mais sobre o assunto, no post de hoje, explicaremos a importância da auditoria interna para a empresa e listaremos seis pontos importantes dessa prática. Continue a leitura e confira!

 

O que é a auditoria interna?

A auditoria interna é a tarefa designada a avaliar a forma independente, dentro de uma organização, dos controles contábeis, financeiros e de outros tipos, no sentido de auxiliar a administração. É uma avaliação feita para garantir que os critérios do sistema da gestão estão sendo seguidos corretamente e os resultados esperados estão sendo alcançados.

Ao longo do processo de desenvolvimento das atividades de auditoria interna, várias modalidades foram incorporadas. Nesse contexto, abordaremos a auditoria de Normas Regulamentadoras do Ministério de Trabalho, que são sobre segurança e medicina do trabalho.

O serviço de auditoria costuma ser bastante temido dentro das empresas. Isso porque os auditores buscam falhas e responsáveis, fazendo um minucioso trabalho de entrevistas, acompanhamento de planilhas e relatórios, fiscalização de atividades com o intuito de assegurar que os processos estejam sendo executados perfeitamente.

As normas regulamentadoras da auditoria interna de saúde e segurança do trabalho são obrigatórias nas empresas, e o não cumprimento das disposições legais pode acarretar penalidades.

 

Existem diversos benefícios da prática, entre eles podemos destacar:

ü a redução dos riscos de acidentes e disfunções decorrentes do trabalho;

ü a contribuição da priorização das ações relacionadas à saúde e segurança do trabalho;

ü a melhoria do ambiente de trabalho;

ü o aumento da eficiência e produtividade;

ü a redução dos custos operacionais;

ü a documentação dos processos de saúde e segurança.

 

Qual a importância dessa prática?

Existem alguns pontos importantes da auditoria interna que geram impactos positivos na empresa. Listaremos para você alguns deles, confira!

 

1. Segurança

A segurança é a principal vantagem garantida com a auditoria interna. Acredita-se que a auditoria contribui para a melhoria contínua da segurança, reduzindo, significativamente, o número de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais.

Outro fator importante diz respeito à segurança das informações da empresa. O auditor interno lido com assuntos confidenciais, nesse caso precisa ter uma conduta pautada pela discrição, integridade moral e imparcialidade.

 

2. Gestão de riscos

Uma das principais preocupações de toda organização é evitar riscos. Prever e antecipá-los é uma maneira de manter intactas as estratégias da empresa para que os resultados não sejam impactados.

Por isso, a gestão de riscos é importante para evitar possíveis ameaças que possam ser prejudiciais para a organização. Áreas como a comercial e a financeira estão mais propícias a esses acontecimentos.

 

3. Controle

É necessário que os auditores estejam por dentro de tudo da empresa, auxiliando os gestores no cumprimento das metas e controlando as atividades desenvolvidas nos setores.

O sistema de controle interno assegura que todos os processos sejam executados e apura as responsabilidades por eventuais emissões. A ausência de um controle adequado expõe a organização a diversos riscos e frequentes erros e desperdícios.

 

4. Acompanhamento constante de atividades que geram melhoria contínua

O acompanhamento constante das ações da empresa representa um conjunto de oportunidades de melhorias nos diferentes setores. Esse processo possibilita gerar melhorias no procedimento e na execução, além de identificar inconformidades e melhorá-las durante o processo.

A auditoria é, portanto, um processo de controle e pode apresentar a capacidade de melhorias que reduzem a ineficiência, a incompetência, a negligência, os erros e as falhas, agindo, sobretudo, no sentido de evitar esses problemas e não apenas corrigi-los.

 

5. Aumento da qualidade do ambiente de trabalho

Com a auditoria interna, as operações da organização passam a atingir os seus objetivos, melhorando a efetividade do sistema de controle interno. Além disso, assegura a uniformização e conformidade dos procedimentos, torna o ambiente organizado, funcional e eficiente, melhorando, assim, a imagem interna e externa da empresa.

A empresa que implanta um sistema de gestão da qualidade abrange todos os aspectos e atividades da organização, isso inclui a segurança e a saúde no trabalho. Com ela, há uma significativa melhoria nas condições de trabalho dos colaboradores, além de proporcionar qualidade de vida no trabalho.

 

6. Aumento da confiança e transparência

Caso os setores não cumpram as orientações determinadas pela gestão ou mudem a configuração das tarefas, isso, inevitavelmente, comprometerá a confiabilidade do trabalho desempenhado.

Com a auditoria interna, qualquer inobservância do procedimento e das regulamentações será detectada, permitindo a correção desses processos e garantindo maior confiança e transparência.

Portanto, a auditoria interna tem a intenção de contribuir com a análise efetiva dos processos exercidos em cada setor dentro da organização. Como resultado, tem-se um trabalho de qualidade e eficiência.

Vale ressaltar que, para que essas auditorias sejam eficazes, é necessário que haja uma certa periodicidade. A empresa deve levar em conta a natureza do processo, o ramo de atuação, a cultura e o contexto da organização para determinar a rotina de avaliações.

Para isso, a empresa pode contar com o apoio de uma equipe externa especializada para avaliar as operações do ambiente de trabalho, que dispõe de serviços de assessoria de segurança do trabalho e que auxilia os clientes na solução de problemas do ambiente e na proteção de saúde dos seus empregados.

 

 



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terça-feira, 13 de junho de 2023

 





 

ENTENDA COMO FAZER UM TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO EFICIENTE

 



Independentemente do tipo de negócio, a segurança é sempre um item essencial para o cumprimento de qualquer função, concorda? É nesse ponto que um elemento se torna crucial: o treinamento de segurança do trabalho.

Mesmo que o assunto sempre esteja em pauta, sem a correta orientação os colaboradores acabam se esquecendo dos princípios da segurança, o que pode gerar sérias consequências até mesmo, acidentes fatais!

Como realizar um treinamento de segurança do trabalho para que as orientações oferecidas sejam bem assimiladas pelos colaboradores? Continue a leitura deste artigo e saiba a resposta!

 

Qual é a importância do treinamento de segurança do trabalho?

A segurança do trabalho é uma prioridade para qualquer tipo de empresa, seja qual for o seu ramo. Seguindo essa linha de raciocínio, é necessário investir no treinamento dos colaboradores para que eles caminhem nos passos da organização.

Além de orientar sobre as normas de segurança da empresa como uso de EPI’s e maneiras para evitar acidentes o treinamento é uma maneira de direcionar os funcionários para que eles exerçam suas atividades da maneira mais coerente e consciente, além de cumprir procedimentos adequados diante de situações de risco.

Ou seja, as vantagens do treinamento de segurança do trabalho são inúmeras, seja para a empresa como um todo, para os colaboradores ou até mesmo para a área econômica. Por isso, é muito importante desenvolver uma cultura organizacional, permitindo que todos usufruam dessa preciosa ferramenta.

 

Como fazer da segurança uma cultura no ambiente de trabalho?

Para que a segurança do trabalho se torne algo enraizado na cultura organizacional da sua empresa, convém que seja desenvolvido um treinamento exclusivo para a organização. Afinal, cada empresa tem suas características próprias

Veja algumas dicas para que você possa desenvolver um treinamento de segurança do trabalho alinhado com a cultura de uma empresa!

 

Elabore um treinamento adequado para sua empresa

Cada empresa tem uma cultura e um método de executar os procedimentos. Sendo assim, nada mais justo do que elaborar um treinamento específico de acordo com a sua cultura organizacional. Para isso você pode contar com empresas especializadas no assunto, que vão criar processos exclusivos de acordo com as atividades desenvolvidas na sua empresa.

Além de analisar o histórico do negócio e a política de segurança organizacional, os treinamentos são desenvolvidos levando em consideração os riscos do ambiente de trabalho.

Assim, além de permitir que os colaboradores desenvolvam habilidades para perceber possíveis acidentes e evitar que eles ocorram, os procedimentos serão específicos para as atividades, fazendo com que os profissionais tenham uma melhor compreensão sobre a importância da segurança no ambiente de trabalho.

 

Promova a conscientização dos colaboradores

Agora que os treinamentos foram realizados, todos os colaboradores já estão engajados e dispostos a colaborar? Infelizmente, nem sempre é assim que acontece. É preciso ter um pouco de paciência, pois esse processo não é uma tarefa fácil e pode levar algum tempo.

Não desanime, a recompensa é garantida! Para otimizar o comprometimento dos funcionários, é importante fazer com que toda a empresa caminhe no mesmo intuito, contando com a colaboração das diretorias, e com gerentes e diretores participando ativamente do processo.

Além disso, contrate uma empresa que seja acessível, permitindo que os colaboradores possam sanar suas dúvidas sempre que necessário e incentivando com que eles compartilhem opiniões e colaborem ainda mais para a segurança organizacional.

 

Tenha recursos para que os treinamentos possam ser cumpridos

O feedback não é novidade para ninguém, concorda? Então que tal aplicá-lo como um aliado a segurança da sua empresa? Você realizou os treinamentos e mostrou aos colaboradores a importância de cumpri-los, mas como manter esses profissionais motivados?

É aí que entra o feedback! Mostre-se sempre acessível para sanar dúvidas e forneça um retorno periódico — mensal, quinzenal ou semanal, fazendo uma análise dos resultados e reafirmando a importância de estar atento às normas e aos procedimentos.

 

Monte um cronograma

Para que o treinamento seja realmente eficaz, ele precisa seguir um cronograma bem definido. Você pode fazer uma semana com programações voltadas à segurança de trabalho. Esse tipo de evento recebe o nome de Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho - SIPAT.

Assim, podem ser convidados diversas pessoas para palestrar na sua empresa, cada qual contribuindo com conhecimentos em sua área de atuação. Médicos, engenheiros, enfermeiros, bombeiros, técnicos em segurança do trabalho, entre outros, são exemplos de profissionais que podem fazer parte do corpo docente de seu treinamento.

 

Contrate uma assessoria especializada

Existem empresas especialistas em na assessoria em segurança do trabalho e que oferecem consultoria na realização de treinamentos. É o caso da Super Seg, que pode proporcionar à sua organização palestras e cursos de qualidade.

Assim, os seus colaboradores serão capacitados para usar equipamentos de proteção individual - EPI, saber como proceder em casos de incêndios e acidentes de trabalho etc. Tudo isso ministrado por uma empresa que tem experiência nesse mercado e que já conta com mais de 250 clientes em sua carteira.

 

Invista mais em ações internas de conscientização

É importante destacar que não é apenas na semana da SIPAT que devem ser desenvolvidas ações para conscientizar os colaboradores sobre a importância da segurança do trabalho. Isso deve ser tratado no dia a dia da empresa, para que os funcionários possam assimilar e adotar as boas práticas em sua rotina.

Por isso, desenvolver matérias e reportagens sobre o assunto em revistas e jornais internos, criar cartazes de conscientização e colá-los nos murais da empresa, fazer pequenas reuniões diárias, entre outras ações são relevantes.

 

Elabore um planejamento bem definido

Um treinamento de segurança do trabalho não será eficiente se for feito de um dia para o outro, sem que haja um planejamento estratégico bem definido. É por isso que devem ser desenvolvidos estudos e planos de ações para verificar informações sobre a cultura organizacional e aplicá-los nos treinamentos.

Se em uma empresa os colaboradores são muito resistentes em usar EPI’s, por exemplo, isso precisa ter maior ênfase no treinamento. Agora se eles usam os itens de proteção sem nenhum problema, não vale a pena perder muito tempo com essa questão. Tudo isso precisa ser avaliado na elaboração do planejamento.

Por fim, não se esqueça de reforçar a informação. Faça reuniões constantes para garantir que todos tenham compreendido o que foi dito no treinamento, sendo consistente e persistente. Também é importante colher o feedback dos colaboradores, para garantir que eles realmente compreenderam os assuntos que foram abordados.

Uma maneira de fazer isso são os Diálogos de Segurança - DDS eles são uma forma de instruir claramente os funcionários, insistindo diariamente na importância da segurança do trabalho. Além disso, ao adotar esse método de trabalho, você terá mais certeza de que está conduzindo o treinamento de forma correta e atrativa para os participantes.

 

Por que é tão importante investir em treinamento de segurança do trabalho?

Um acidente no ambiente de trabalho pode gerar consequências graves, tanto para os colaboradores quanto para a empresa. Sendo assim, a prevenção é o melhor remédio e um treinamento de segurança do trabalho é uma das melhores maneiras de fazer isso. Ao promover palestras, cursos e treinamentos práticos a organização está investindo em si mesma, pois terá funcionários comprometidos e caminhando em sincronia, priorizando a segurança e buscando zerar a taxa de acidentes.

Para termos uma ideia da importância de investir na segurança, é obrigação legal do empregador zelar pelo bem-estar físico, psicológico e profissional do funcionário, ofertando a ele condições adequadas de trabalho e orientações coerentes.

E não para por aí: a Norma Regulamentadora 18 foi desenvolvida para tratar desse assunto. A NR 18 estabelece diretrizes de ordem organizacional, administrativa e de planejamento. Logo, ela tem como intuito implementar sistemas preventivos e medidas de controle focados na segurança de processos organizacionais.

Além disso, essa Norma Regulamentadora determina medidas protetivas e preventivas para que as empresas proporcionem um ambiente seguro e livres de risco, reduzindo ao máximo as chances de acidentes e incidentes. Ou seja, investir na segurança é uma atitude que também engloba conceitos legais, sendo extremamente importante investir nessa área.

No entanto, para garantir que os treinamentos ofertados reflitam nas atitudes dos colabores, é necessário contar com uma empresa de qualidade e especializada nesse campo — para que ela possa auxiliar no melhor desenvolvimento de treinamentos, garantindo que os colaboradores compreendam e caminhem lado a lado com a organização.

Investir em treinamento de segurança do trabalho é uma atitude que todas as empresas devem ter! Por meio desse treinamento é possível otimizar os processos, contar com funcionários engajados, prevenir acidentes e garantir o bem-estar comum!

 

 



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