sábado, 18 de fevereiro de 2023

 




ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PGR

 

Como você está indo o acompanhamento das ações do PGR?

Qual a melhor maneira de monitorar a implantação do PGR?

 

Acho que você saberá responder essa pergunta facilmente: quantos PGR você já fez? Muito bem, mas agora tenho outra pergunta um pouco mais complicada: quantas vezes você já fez o acompanhamento das ações do PGR? Hum, mais difícil essa, não é?

É normal que muitos Profissionais SST já tenham feito alguns PGR, seja para clientes de consultoria, seja nas empresas como membro do SESMT ou responsável de SST. Mas, eu acredito que muitos desses PGR, ou mais especificamente, seus planos de ação, não sofreram nenhuma intervenção. Será que esse é seu caso?

Quantos prazos daqueles que foram colocados no plano de ação já estão vencidos e nada foi feito?


“Quando o profissional da SST presta serviços em empresas como terceirizado, esse acompanhamento das ações do PGR será revisto só quando for atualizar o PGR?”

Aluno do pendrive PGR na prática

 

A pergunta é bem interessante porque leva a outro ponto. Como eu gosto de dizer: sem ação não tem prevenção. Porque de nada adianta fazer um inventário de riscos excelente, se as ações necessárias não forem implementadas.


Então, voltando a pergunta do meu aluno, a resposta que eu dei para o meu aluno foi:

 

“O acompanhamento das ações do PGR É CRUCIAL!!! Se estiver prestando serviço em uma empresa, crie meios de acompanhar isso, com a frequência que julgar necessária. Semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. Mas, “só quando for atualizar o PGR”, jamais, de jeito nenhum. Nesse caso vai ser tarde demais para corrigir. ”

 

Como eu ia dizendo, o acompanhamento das ações do PGR, ou melhor, é a execução do plano de ação que vai trazer as correções e melhorias necessárias no ambiente de trabalho, para que haja a correta implantação do GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais).

 

Portanto, dê bastante atenção a essa fase. Eu, particularmente, gosto muito do modelo 5w2h

 

Acompanhamento das Ações do PGR – Plano de Ação 5W2H

 

Talvez você esteja achando que eu estou exagerando. Vamos ver então se a NR-01 fala sobre acompanhamento das ações do PGR?

 

Acompanhamento das ações do PGR na NR-01

 

Eu fui no post aqui do Blog que tem todas as Normas Regulamentadoras Atualizadas e dei uma olhada no PDF da NR-01.

Daí dei Ctrl+F para abrir a caixa de busca e pesquisei pela palavra “acompanhamento”. Então, achei diversas menções que a NR-01 faz sobre isso.

 

Vejamos:

 

“Para as medidas de prevenção deve ser definido cronograma, formas de acompanhamento e aferição de resultados.”

NR-01 item 1.5.5.2.2

 




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EXEMPLOS DE ESPAÇOS CONFINADOS EM 9 INDÚSTRIAS DIFERENTES

 

Procurando exemplos de espaços confinados?

Veja aqui alguns exemplos que separei em diversas indústrias.

 

NR-33 Espaços Confinados

 

Tabela de conteúdo 

 

A NR-33 trata de segurança do trabalho em atividades realizadas em espaços confinados. Mas você sabe que lugares são esses?

 

Ao longo deste post, vou apresentar exemplos de espaços confinados em diversas indústrias:

 

Ø agricultura

Ø construção civil

Ø têxtil

Ø petróleo e indústria química

Ø transporte

Ø operações marítimas

Ø água e esgoto

Ø gás, eletricidade e telefonia

Ø argila, pedras e cerâmica

 

Mas primeiro, vou apresentar rapidamente o conceito de “espaço confinado” para depois apresentar os exemplos de espaços confinados.

 

Exemplos de espaços confinados

 

Uma das etapas cruciais na gestão dos espaços confinados, conforme a NR-33, é a sua devida identificação. Então, espero que esse post possa te ajudar nessa etapa.

Em que atividades econômicas encontramos exemplos de espaços confinados? Em muitas atividades, mas só para fins didáticos vamos ver 9 nessa postagem.

 

Entenda o que é um espaço confinado

 

Como é muito importante ao ler normas regulamentadoras e outros documentos que tenham valor legal, o primeiro passo é entender o que a NR chama de espaço confinado.  Segundo a NR-33:

 

“Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. ”

 

NR-33

 

Note que são quatro condições básicas, e que todas elas precisam ser atendidas ao mesmo tempo. É importante não confundir espaço confinado com um simples local estreito ou difícil de passar, como um corredor de um prédio: pode ser estreito, mas de algum modo foi projetado para ocupação humana.

Para SST, a NR-33 prevê medidas de mitigação de riscos e ainda cita normas técnicas como a NBR 14606 – Postos de Serviço – Entrada em Espaço Confinado; e NBR 14787 – Espaço Confinado – Prevenção de Acidentes, Procedimentos e Medidas de Proteção. Esse é um dos casos em que a NR, assim como outras Leis fazem, reforça a necessidade de seguir a norma técnica sobre o assunto. Nesse caso, normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

 

Veja alguns exemplos de espaços confinados

 

Agora você já sabe o conceito de espaço confinado. Mas, com exemplos fica muito mais fácil, não é? Junto com os exemplos vamos também apresentar algumas atividades econômicas onde temos espaços confinados.

Existem muitas, mas só para fins didáticos vamos ver 9. Vou citar primeiro a atividade econômica para depois dar alguns exemplos.

 

Agricultura

 

Nas atividades agrícolas, os espaços confinados estão em locais onde ocorre processamento e armazenamento da produção ou de subprodutos. Alguns exemplos:

 

Exemplos de espaços confinados – agricultura

 

Ø Biodigestores: a matéria orgânica é armazenada para ser processada por micro-organismos, então o espaço é restrito em oxigênio e não fica exposto ao ar.

 

Ø Silos: para aumentar a vida útil da produção de milho, soja e outros grãos, o silo é um local fechado onde esses produtos são guardados, sem contato direto com o ar, e nem com as pessoas, onde o manejo é restrito à carga/descarga.

 

Ø Tanques: alguns tipos de tanques são utilizados nas propriedades agrícolas para favorecer o trabalho na propriedade, como tanques de combustível, onde são abastecidos caminhões, tratores e outros. O acesso ao local por pessoal de manutenção desses tanques ocorre por uma tampa de inspeção.

 

Construção Civil

 

Na construção civil, existem vários exemplos de espaços confinados, seja quando a edificação está construindo, seja quando ocorrem as reformas e manutenções de prédios existentes:

 

Exemplos de espaços confinados – construção civil

 

Ø Impermeabilizações:  algumas caixas d’água prediais são em paredes de concreto. Para impermeabilizar e tratar problemas de corrosão, o operário precisa entrar por tampa de inspeção. Alguns tipos de impermeabilizações não são possíveis nesses locais, como manta asfáltica, pois liberam gases e poderiam intoxicar, pelo acesso restrito de ar.

 

Ø Esgotos e águas pluviais: são conduzidas por galerias que operam com vazios de ar, mas que comumente podem apresentar problemas de corrosão, obstrução e outros que exigem reparos no local.

 

Ø Escavações: algumas escavações, como para fundações do tipo tubulão, exigem uso de ar comprimido para evitar que encha de água do lençol freático. O operador também não pode atuar na escavação manual por tempo indeterminado.

 

Ø Forros: Nem todo teto de construção é laje: em alguns casos existem os forros, ocultando instalações de água, esgoto, luz, telefonia e outras. Para dar manutenção, é preciso entrar em alçapões e saber como se deslocar dentro desses locais.

 

Indústria Têxtil

 

A indústria têxtil, ou seja, destinada à produção de artigos de vestuário, possui alguns casos de espaço confinado também:

 

Exemplos de espaços confinados – indústria têxtil

 

Ø Recipientes de tingimento: a realização do tingimento na indústria têxtil ocorre em tanques, com diferentes dimensões comerciais, a depender do porte da planta industrial.

 

Ø Caldeiras: outro ambiente confinado na indústria têxtil, são fundamentais a vários processos industriais porque há uso intenso do vapor, não apenas para tingir, mas alvejar e secar em estufa.

 

Petróleo e Indústrias químicas

 

Na indústria química e petrolífera, há outros vários exemplos:

 

Exemplos de espaços confinados – Petróleo

 

Ø Lavadores de ar/gases: são dispositivos que usam a água para filtrar poluentes que saem em chaminés industriais. Esse elemento fica dentro de um duto, não sendo facilmente acessível. Cozinhas comerciais (de churrascarias, restaurantes, lanchonetes e outros) podem usar lavadores de ar também.

 

Ø Precipitadores: esses dispositivos utilizam propriedades eletromagnéticas dos gases para a separação de partículas.

 

Além disso, pode-se citar os reatores, colunas de destilação, torres de resfriamento, áreas de diques, tanques de água, filtros coletores e secadores, dentre outros.

 

Transporte

 

Vimos que tanques são um exemplo típico de espaço confinado.

 

Exemplos de espaços confinados – Transporte

 

No setor de transportes, há trabalhos nos tanques nas asas dos aviões, caminhões-tanque para combustíveis e outros líquidos e gases, vagões ferroviários, navios-tanque, etc.

 

Operações Marítimas

Nas operações marítimas, também existem tanques de combustíveis.

 

Exemplos de espaços confinados – Operações Marítimas

 

Além disso, outros espaços confinados são porões e contêineres, principalmente aqueles que possuem uma estrutura retangular (que dá a forma de contêiner), mas que transportam líquidos a granel em tanques internos (do tipo flexitank).

 

Serviços de sanitários, águas e esgotos

 

No transporte dutoviário (água, esgoto e outros), é bastante comum a presença de espaços confinados como os incineradores de resíduos líquidos.

 

Exemplos de espaços confinados – Saneamento Básico

 

Nesses dispositivos, os efluentes são tratados e parte dos compostos perigosos existentes são incinerados e, após, passam por lavadores de ar. Poços de válvulas e estações de bombas são outros exemplos.

 

Serviços de gás, eletricidade e telefonia

 

Os serviços de gás, eletricidade e telefonia podem ter infraestrutura enterrada e, para a realização de manutenções, possuírem poços de visita, que permitem essas manutenções e segmentam as instalações, facilitando o trabalho, mas configurando cuidados de espaço confinado.

 

Exemplos de espaços confinados – Gás, Eletricidade e telefonia

 

Argila, pedras e cerâmica

 

A indústria de cerâmicas usa, dentro de seu processo industrial, a barbotina, que é um tipo de argila mais líquida para promover adesão entre peças mais secas.


Exemplos de espaços confinados – Indústria de Cerâmicas

 

Nessas indústrias, há o armazenamento da barbotina em tanques, e a limpeza deles configura um trabalho em espaço confinado. Outros exemplos são trabalhos com fornos, em depósitos, limpeza de silos, moinhos e secadores.

 

 



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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

 




 

VANTAGENS DE ATUAR COMO INSTRUTOR

 



Quais são as vantagens de atuar como instrutor em SST?

 

É muito comum que os meus alunos que são profissionais de segurança do trabalho ministrem treinamentos, especialmente aqueles que são previstos nas Normas Regulamentadoras (NR’s). Mas, você já parou para pensar nas vantagens de atuar como instrutor? Isso mesmo, quais seriam as vantagens para você ao atuar como instrutor? Que pergunta estranha, não é?

Geralmente, nós que somos da área de saúde e segurança ocupacional, precisamos explicar porque é importante dar treinamento aos funcionários. Mas você já parou para pensar, que nós, para a nossa carreira e crescimento pessoal, também somos importantes exercermos essa função, essa tarefa de dar os treinamentos?

 

vantagens de atuar como instrutor

 

Antes de entrar nas vantagens, vamos primeiro ver uma pequena lista de treinamentos de segurança do trabalho. Essa lista está longe de ser completa, mas é apenas para dar alguns exemplos. Na verdade, a demanda por treinamentos na área de SST é enorme. A diversidade de treinamentos também é muito grande.

 

Exemplos de treinamentos de segurança do trabalho

 

Como eu ia dizendo, as NR’s determinam que as empresas precisam treinar seus colaboradores. Porque é mais do que comprovado que um trabalhador bem treinamento tem muito menos chances de se acidentar ou adoecer.

Existe uma grande diversidade de treinamentos possíveis, porque é necessário adaptá-los para a necessidade prática. Por exemplo, não existe um treinamento de NR-12 (máquinas e equipamentos) que seja único, porque ele precisa ser adaptado para cada máquina e realidade de trabalho.

 

Portanto, a lista a seguir não é completa, é apenas ilustrativa:

 

ü uso dos equipamentos de proteção individual

ü integração de novos funcionários

ü prevenção e combate a incêndios (NR-20)

ü formação de cipeiros (NR-05)

ü NR-10 Básico

ü NR-10 SEP

ü NR-12 (específico para cada máquina)

ü trabalhador em espaços confinados (NR-33)

ü trabalhos em altura (NR-35)

 

Como eu disse, a lista acima é um pequeno exemplo. Só para situar melhor nossa reflexão. Pois bem. Você já entendeu que existem muitos treinamentos. E de fato, muitos profissionais de SST trabalham só ministrando treinamentos.

Agora vou apresentar o resultado da minha reflexão sobre as vantagens de atuar como instrutor.

 

4 vantagens de atuar como instrutor

 

1) Aprender

 

As pessoas que mais estudam são os professores. Quando vamos dar um curso ou treinamento é necessário se preparar. E mesmo que você tenha muito conhecimento sobre um tema muito específico, você irá sempre buscar se atualizar.

Então sim, ao dar treinamentos você vai perceber que você vai aprender muito mais sobre aquele tema. Eu mesmo, antes de gravar algum vídeo aulas para os Pendrives de Segurança do Trabalho, sempre estudo e é muito.

 

vantagens de atuar como instrutor –

aprender

 

Claro, nós que somos professores somos os mais expostos. E também não temos memória de elefante. Principalmente depois de certa idade. Então, por isso, antes de dar qualquer treinamento, é sempre importante dar uma refrescada na memória.

 

2) desenvolver técnicas de apresentação e perder o medo de falar em público

 

Dizem por aí que medo de falar em público é um dos maiores medos do ser humano. As pessoas têm mais medo de falar em público do que de morrer. É o que dizem as pesquisas.

Então, quando você vai dar um curso você pode pegar plateias pequenas. Esses tipos de situação são bons para desenvolver as técnicas de apresentação.

 

Existem muitos cursos por aí sobre técnicas de apresentação e oratória. Se você sente medo de falar em público, tenho três recomendações:

 

ü procurar cursos de oratória e técnicas de apresentação

ü estudar e se preparar bem antes de ministrar o treinamento

ü praticar, praticar e praticar muito

 

3) financeira

 

Mesmo se você for empregado, funcionário de uma empresa, e dar treinamentos já faz parte da sua remuneração, você pode também dar treinamentos em outras empresas, fora do seu horário de trabalho, para obter uma renda extra, ampliar a sua rede de relacionamentos, ser mais reconhecido.

Afinal de contas, uma grana a mais sempre ajuda não é? Seja para fechar as contas no final do mês, seja para acelerar aquele projeto que estamos economizando para poder executar.

 

4) reconhecimento

 

Uma vez eu ouvi uma frase assim: “quem não é visto, não é lembrado”. Os professores, os instrutores são pessoas que conquistam muita visibilidade.

E se você for um professor ou instrutor realmente bom, fera mesmo, então você vai cativar uma audiência de pessoas que vão te reconhecer como um bom profissional e te indicar para futuras oportunidades.

 

vantagens de atuar como instrutor –

reconhecimento

 

Bom, essas foram as 4 vantagens de atuar como instrutor que eu separei para você, mas com certeza tem outras mais. 

 

 



 

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ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO NA SEGURANÇA DO TRABALHO

 

Ambiente de trabalho 100% seguro faz

sentido? Entenda a análise custo-benefício.

 

Já ouviu falar em análise custo-benefício? Esse é o tema do nosso post de hoje! Trata-se de uma análise que os gestores da empresa deveriam fazer o tempo todo.

Um pensamento muito comum de quem acabou de entrar na área de segurança do trabalho é: “quero ter um ambiente de trabalho 100% seguro”. Existe até uma série de vídeos feita pelo SESI/SENAI com esse nome: 100% seguro.

Entretanto, devida a própria natureza das atividades humanas, sempre haverá riscos residuais. O Profissional SST não busca a eliminação completa dos riscos. O que buscamos é o patamar de riscos aceitável.

Tem uma imagem que ilustra bastante bem o que é a análise custo-benefício. Qualquer pessoa que já estudou um pouquinho de economia vai reconhecer isso.

 

Análise custo-benefício

 

Vamos entender o gráfico da análise custo-benefício?

 

No eixo Y temos os custos expressos em moeda, ou seja, Reais (R$).

No eixo X temos o grau de segurança, que pode variar de 0 até 100, onde o 100 seria 100% seguro, ou seja, zero risco.

Então, nesse gráfico temos 3 linhas.

A primeira linha na cor VERDE representa os custos com a segurança. Quanto maior o grau de segurança, maior o custo da empresa com a SST. Observe que próximo ao grau de segurança 100 os custos com a segurança (custos de implementação das medidas preventivas) crescem muito rapidamente.

 

Até aqui tranquilo.

 

A segunda linha na cor AZUL é o custo dos acidentes. Quanto maior o grau de segurança, menor é o custo dos acidentes. Ou seja, quanto mais seguro o ambiente, teremos menos gastos relacionados aos acidentes de trabalho.

 

Até aqui tranquilo.

 

Agora vamos entender a terceira linha, na cor LARANJA.

Nessa linha, estamos somando as duas linhas anteriores, ou seja, a linha LARANJA é a soma da linha VERDE com a AZUL. Ou seja, na análise custo-benefício precisamos somar os custos com os acidentes com os custos para implementar as medidas preventivas, chegando nos custos totais incorridos pela empresa.

 

Observe que ao fazer isso, temos uma curva na forma de U ... ou seja

… temos um ponto ÓTIMO, indicado no gráfico pela letra A.

 

E é aqui que a cabeça de muitos Profissionais SST vai “bugar”.

 

► Existe um nível ótimo de investimento em SST ◄

 

 

E esse nível não é onde o risco é zero!

 

O risco zero será 100% o grau de segurança, mas não se investe até chegar a esse ponto.

Perceba que mesmo no ponto mínimo da curva LARANJA ainda haverão acidentes ou adoecimentos.

 

E é assim mesmo.

 

A própria área SST não trabalha com risco zero, mas sim um risco aceitável.

Um estudo da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho demonstrou como pequenas e médias empresas se beneficiaram de investimentos em SST.

 

Exemplo prático da análise custo-benefício

 

Um empresa do setor de construção investiu em treinamentos sobre a postura  correta para levantar pesos,  exercícios de levantamento de equipamento, lembretes sobre técnicas seguras de levantamento de pesos, e outros incentivos.

O resultado foi redução das dores lombares e das baixas por doença devido a dores lombares. A empresa recuperou o investimento em 2,16 anos.

Outra empresa, do setor de gestão de resíduos, investiu em melhorias nos EPI e EPC para reduzir acidentes causados por escorregões e tropeções.

Como resultado, os índices de acidentes caíram 20%, recuperando o investimento em 1,3 anos.

O que eu quero deixar de reflexão para você hoje é: 

 

 

 

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