segunda-feira, 28 de novembro de 2022

 




O QUE É PRECISO SABER SOBRE PRIMEIROS SOCORROS?


 



Acidentes por menores que sejam podem ocorrer a qualquer momento. Uma batida de carro, uma explosão, uma queda, estamos suscetíveis a isso diariamente. O que diferencia tais acidentes é a rapidez com que as vítimas são atendidas. Prestar os Primeiros Socorros pode salvar vidas.

Ainda é comum quem pense que somente bombeiros ou médicos podem prestar atendimento e salvar as vítimas. No entanto, qualquer pessoa pode fazer o curso de Primeiros Socorros e aprender como checar sinais vitais, isolar a área do acidente ou ligar para os bombeiros.

É importante salientar que situações como essa exigem calma e paciência para não causar pânico à vitima ou demais envolvidos no acidente. Mesmo possuindo conhecimento técnico não saber como agir ou se assustar pode pôr em risco outras pessoas. Nesse caso é melhor abrir espaço para alguém mais experiente.

 

O que são Primeiros Socorros?

 

São os procedimentos feitos assim que ocorre um acidente. O objetivo aqui é minimizar sequelas e garantir que a vítima esteja consciente até a chegada dos paramédicos. Muitas pessoas sobreviveram a acidentes porque o socorro foi feito de maneira eficiente e rápida.

 

Quem pode realizar os Primeiros Socorros?

 

Quando o acidente ocorre nas dependências da empresa deve-se chamar o socorrista e este inicia o primeiro atendimento. Caso necessário deve-se chamar os bombeiros e já pelo telefone ouvir instruções do que fazer com a vítima.

 

O que fazer diante de um acidente?

 

·       Manter a calma;

·       Afastar os curiosos;

·       Ligar para os bombeiros/paramédicos.

 

Quem chamar em caso de emergência?

 

·       SAMU (192)

·       Corpo de bombeiros (193)

·       Defesa Civil (199)

·       Polícia Militar (190)

 

Quais os Primeiros Socorros mais comuns?

 

·       Fazer massagem cardíaca

·       Desengasgar

·       Estancar sangramentos

·       Amenizar queimaduras

·       Desafogar

·       Fazer transporte de vítimas

·       Cuidar de fraturas ósseas

 

Nem todas as pessoas tem perfil para socorrer a vítima. Se você é uma dessas pessoas se afaste abra espaço para alguém com mais experiência. Ajude ligando para emergência ou afastando os curiosos. Isolar a área também é importante e evita que hajam outras vítimas como numa estrada.

Ao fazer CNH temos uma noção de Primeiros Socorros, porém esquecemos alguns detalhes com o tempo. Se você tem interesse no assunto ou deseja ser socorrista na empresa em que trabalha acesse o site do ISC e saiba mais detalhes sobre nosso curso.

 

 

 

 

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O QUE SÃO LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS SEGUNDO A NR 20?

 



Para entender o que são líquidos inflamáveis, é preciso estar por dentro das especificidades da NR 20. Afinal, é esse documento que estabelece os principais requisitos para gerir a saúde e a segurança dos trabalhadores. Além disso, ele também define as características desse tipo de líquido, além de diferenciá-los dos combustíveis.

 

De acordo com a NR 20, o que são líquidos inflamáveis?

 

A NR 20 utiliza, para definir o que são líquidos inflamáveis, uma série de requisitos técnicos. Entre eles está a temperatura mínima para liberar vapores inflamáveis, chamada de ponto de fulgor, que no caso deste tipo de substância equivale a um valor menor do que 60 graus.

 

Entre eles estão:

 

·       Gasolina;

·       Benzeno;

·       Solventes;

·       Acetileno;

·       Detergentes sintéticos.

 

Dentro desta lógica, existem algumas diretrizes estabelecidas pela NR 20 para evitar riscos à saúde dos profissionais que atuam com líquidos inflamáveis. Entre elas estão a realização de treinamentos específicos para o trabalho, inspeções periódicas do local que contém essas substâncias e um estabelecimento de controle de gestão de riscos.

 

Além disso, há duas diferentes classificações de líquidos inflamáveis conforme o documento, a saber:

 

·       Os de primeira classe, com ponto de fulgor abaixo de 37,7 graus;

·       Os de segunda classe, cujo ponto de fulgor é acima deste valor até perto dos 60 graus.

 

Diferenças entre líquidos inflamáveis e combustíveis

 

Ainda dentro do que são líquidos inflamáveis de acordo com a NR 20, há outras especificações que a norma utiliza para diferenciá-los dos combustíveis. Voltando ao ponto de fulgor, fica estabelecido que, ao passar de 60 graus o líquido já pode ser considerado combustível. Por outro lado, para este critério valer é preciso que não ultrapasse os 93 graus.

No caso dos líquidos combustíveis, é preciso que estes sofram algum tipo de interferência de fator externo para que haja sua combustão como gás ou vapor. Assim sendo, é necessário que haja total controle destes agentes para evitar acidentes e riscos para os profissionais envolvidos.

Diante destes aspectos e depois de ter em mente o que são líquidos inflamáveis, é preciso que todos os funcionários que atuam com este tipo de substância recebam treinamentos e a capacitação necessária.

Até mesmo porque, levando em conta as devidas especificidades da NR 20 com relação a classificação de líquidos inflamáveis e suas diferenças com os líquidos combustíveis, este é um fator fundamental para o bom funcionamento de seu local de trabalho.

E, já que está aqui, não deixe de aprofundar seus conhecimentos em segurança do trabalho. Saiba, por exemplo, quando e como emitir a CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho).

 




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sexta-feira, 25 de novembro de 2022

 


 

COMO A SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA AUXILIA NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

 



A Sinalização de Segurança é um conjunto de estímulos que tem por objetivo orientar as pessoas quanto as mais diversas situações. Saída de emergência, piso molhado, queda de materiais, alta tensão, risco de contaminação, etc., mas como esses estímulos podem auxiliar na prevenção de acidentes? Acompanhe o artigo de hoje.

Mesmo tendo cinco sentidos grande parte das pessoas tem sua atenção despertada por aquilo que veem. Seja um prato de comida, uma paisagem bonita, ou mesmo uma placa de trânsito. Estímulos visuais têm o poder de despertar as mais diversas reações nas pessoas.

Esse é um dos motivos pelos quais a Sinalização de Segurança é dividida por cores. Cada uma tem significado próprio e é usada num determinado local. O vermelho por exemplo, é usado para indicar extintores de incêndio. O amarelo indica alta tensão. O verde indica segurança.

 

A NR 26 é a Norma Regulamentadora que orienta quanto as cores utilizadas na Sinalização de Segurança.

 

São elas:

 

·       Vermelho (hidrantes, extintores, caixas com cobertores)

·       Amarelo (meios-fios, corredores de saída, empilhadeiras)

·       Branco (zonas de segurança, coletores de resíduos)

·       Verde (macas, mangueiras de oxigênio, localização de EPI)

 

Dentre as diversas cores previstas pela NR 26, algumas são usadas com maior frequência.

 

Veja alguns locais onde elas são importantes:

 

·       Sirenes de alarme de incêndio;

·       Portas de saídas de emergência;

·       Corredores sem saída;

·       Partes baixas de escadas móveis;

·       Localização de bebedouros;

·       Chuveiros de segurança;

·       Dispositivos de segurança.

 

Quais os tipos de sinalização?

 

·       Sinais de emergência

·       Sinais de aviso

·       Sinais de perigo

·       Sinais de obrigação

 

Além do ambiente estar sinalizado as pessoas precisam ser instruídas quanto ao seu significado. Tudo o que envolve placas de trânsito por exemplo, é aprendido ao fazer CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Na empresa o empregado precisa receber orientações, participar de palestras, e fazer treinamentos sempre que possível para que saiba a importância da Sinalização de Segurança e o significado das cores.

 





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SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE PTA (PLATAFORMA DE TRABALHO AÉREO)

 



Anualmente são registrados milhares de acidentes. De acordo com a Previdência social grande parte decorrente do Trabalho em Altura. Essa é uma das áreas que mais oferecem risco ao trabalhador. Por esse motivo exige-se conhecimento técnico e formação na área.

A NR 18 é a Norma Regulamentadora que determina os requisitos mínimos de segurança quando o assunto é Plataforma de Trabalho Aéreo. Devido à sua complexidade e perigo o empregado precisa ter certificado específico para a máquina na qual irá trabalhar.

 

O que é PTA?

 

PTA (Plataforma de Trabalho Aéreo) é um equipamento usado para realizar trabalhos em altura. A NR 35 considera Trabalho em altura todo aquele que ultrapassa os 2 metros do nível do chão. As plataformas podem variar quanto ao tipo e tamanho. Podendo chegar aos 43 metros de altura.

 

Quais os tipos de PTA?

 

·       Tesoura ou lança;

·       Telescópicas ou articuladas;

·       Acionamento elétrico, mecânico ou diesel.

 

Além disso, elas podem ser destinadas para o carregamento de pessoas ou materiais e/ou ferramentas.

 

Onde são usadas as PTA’s?

 

·       Instalações industriais e de manufatura

·       Refinarias de petróleo

·       Instalações elétricas

·       Instalações esportivas

·       Parques temáticos

·       Filmagens

·       Armazéns

 

Quais cuidados ter antes de subir na PTA?

 

·       Ter passado por treinamento específico

·       Usar EPIs de acordo com os riscos da atividade

·       Verificar se há necessidade de manutenção

·       Perceber se há pessoas, objetos ou materiais próximos

 

Como reduzir acidentes em PTA’s?

 

·       Evitar qualquer tipo de distração (conversas, celular, música)

·       Verificar se o ambiente está bem iluminado

·       Não trafegar próximo a rede elétrica

·       Permanecer na velocidade indicada

·       Caso perceba alguma anomalia solicitar manutenção

 

É possível evitar muitos acidentes tomando portando atenção em pequenos detalhes. Trabalho seguro é aquele realizado com responsabilidade, seguindo as orientações das NR’s e buscando sempre aprender mais sobre o trabalho em questão.

 





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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

 




NR 11 - DICAS DE SEGURANÇA PARA O TRABALHO COM EMPILHADEIRAS

 



A NR 11 é a Norma Regulamentadora que orienta quanto a segurança no transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. Abrange operações com elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras. Empresas que possuam empregados CLT nessas áreas devem exigir conhecimento técnico e certificação.

Empilhadeiras são equipamentos que exigem cuidado e atenção quanto as normas de segurança. Seu uso incorreto pode provocar diversos acidentes colocando em risco não apenas a vida do condutor, mas de terceiros e dos materiais que estão sendo manuseados.

A empilhadeira possui alguns itens de segurança, já integrados ao equipamento, que precisam ser usados com atenção garantindo segurança durante a execução do trabalho.

 

Quais requisitos para ser operador de empilhadeira?

 

·       Ter ensino fundamental completo

·       Possuir no mínimo carteira de habilitação categoria B

·       Fazer um curso de qualificação profissional para operador de empilhadeira

 

O que abrange o curso de operador de empilhadeira?

 

·       Conhecimentos sobre as NR 11 e NR 12

·       Detalhes técnicos da máquina

·       Uso de equipamentos de proteção

·       Normas de saúde e segurança do trabalho

·       Técnicas de carregamento

·       Fundamentos de logística

 

O que fazer antes de começar o trabalho?

 

·       Examinar o mastro (se há alguma avaria)

·       Conferir os níveis dos fluídos hidráulicos

·       Verificar se os garfos estão igualmente espaçados (se há falhas)

·       Verificar se as pistas dos roletes estão engraxadas e se as correntes se movimentam com facilidade

 

Dicas de segurança na operação de empilhadeiras

 

·       Possuir treinamento para operar a máquina

·       Transportar apenas quantidade permitida

·       Fazer manutenção sempre que necessário

·       Ter cuidado ao trafegar em áreas menos iluminadas

·       Usar itens sonoros para sinalizar movimento

·       Usar barreiras para delimitar as áreas de tráfego

 

Além desses cuidados é importante salientar que o trabalho com empilhadeira exige também o uso de EPIs entre eles óculos de segurança, luvas, capacete, protetor auricular. A empresa deve se certificar que o empregado possua treinamento adequado e saiba desempenhar sua função com segurança.

Você tem conhecimento sobre a NR 11? Já trabalhou nessa área ou com empilhadeiras? Como foi sua experiência ao trabalhar com esse equipamento? Deixe um comentário ao final do artigo.

 

 

 

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SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS (SPC):

COMO FUNCIONA?

 

 



Você sabe o que é o sistema de proteção contra quedas (SPQ)? Todo trabalhador tem direito a estar protegido contra riscos ocupacionais, sendo obrigação do empregador se adaptar para garantir isso.

As quedas figuram entre as principais razões por trás dos acidentes de trabalho. Além disso, também estão entre os acidentes com os maiores índices de vítimas fatais.

Por isso, o sistema de proteção contra quedas é fundamental no dia a dia do trabalhador. Quer saber mais a respeito? Continue conosco e leia o artigo na íntegra.

O que é a proteção contra quedas?
 

O sistema de proteção contra quedas são ações e equipamentos de uso coletivo e individual, utilizados para diminuir ou eliminar completamente riscos de acidentes ocupacionais. É, em geral, destinado às atividades realizadas em locais acima de dois metros do nível inferior. 

São diversas as atividades que necessitam da realização do trabalho em altura, indo desde a limpeza de janelas até a construção de arranha-céus. 

Logo, todas as operações precisam ser analisadas de perto por especialistas em segurança do trabalho. Dessa forma é possível fazer um planejamento específico a fim de garantir a segurança durante a realização do trabalho.

Entretanto, aquém das particularidades de cada tarefa, existem itens regulares para todo trabalho em altura, tanto para proteção coletiva quanto individual.

Os equipamentos devem ser usados de acordo com a necessidade e riscos de cada trabalho em altura.

 

Principais riscos para funcionários que atuam em alturas elevadas

 



Sem dúvidas, a maior preocupação em relação às quedas durante a realização do trabalho em altura são as mortes. Entretanto, existem diversos outros riscos que preocupam e não podem ser deixados de lado. 
 

Suspensão inerte
 

A suspensão inerte também representa um grande risco para os trabalhadores que executam serviços em altura. 

Elas acontecem quando o colaborador antes ou depois de cair vem a perder a consciência.

A tendência é que se ele estiver com o sistema de proteção contra quedas em seu devido lugar, ficará a salvo. No entanto, também é preciso que o resgate seja feito de forma rápida e eficiente.

A suspensão inerte, ainda que por um período curto de tempo, pode causar problemas fisiológicos muito graves, em virtude da compressão das artérias. Esse tipo de queda por provocar problemas na circulação sanguínea e, inclusive, levar ao óbito.
 

Efeito pêndulo
 

É chamado de efeito pêndulo o ato de balançar para frente, para trás e para os lados, após a queda. Isso acontece quando o profissional sofre o declive após a queda.

Com o efeito pêndulo, além da queda, o colaborador pode se chocar contra uma parede, maquinário, encanamento, equipamentos ou um outro companheiro de trabalho.

Ou seja, não apenas a queda é preocupante, mas também todas as forças adicionais que podem de alguma forma ferir o trabalhador em altura. Por isso, é indispensável o uso correto do sistema de proteção contra quedas.
 

Insolação


Um trabalhador em altura fica exposto a vários tipos de intempéries climáticas, como a chuva, raios, ventos e granizo. Além disso, o sol também representa um risco para o bem-estar do colaborador.

Nos dias em que o sol está muito forte, existe um grande risco de insolação, problema que pode provocar desmaios e vertigens. Por isso, é necessário ficar atento sempre às condições climáticas.

Mas por que a insolação é tão preocupante? Também conhecida como hipertermia, pode causar disfunções no sistema nervoso central, náuseas e vômitos, fazendo com que o risco de queda aumente.
 

Mortes e traumas

 

De acordo com o Observatório de Saúde e Segurança no Trabalho, entre os anos de 2012 e 2020 foram notificados 5.589.837 casos de acidentes no trabalho. 

Durante o mesmo período, 20.467 dos acidentes notificados resultaram no óbito do colaborador.

 

Entre as lesões que mais acometem os trabalhadores estão:





Os municípios brasileiros com o maior número de acidentes no trabalho são:
 

1. São Paulo/SP 125.925

2. Rio de Janeiro/RJ 39.934

3. Manaus/AM 23.908

4. Salvador/BA 23.150

5. Brasília/DF 20.951

 

A construção civil figura na quinta posição entre os setores com maior número de notificações de acidentes no trabalho. O que reforça a necessidade do sistema de proteção contra quedas.
 

Importância do sistema de proteção contra quedas


Quando o assunto é segurança em altura todo cuidado é pouco. Os ambientes devem estar plenamente adaptados e preparados para que esse tipo de trabalho seja realizado sem riscos. 

Anualmente, cerca de 1,3 milhão de quedas acontecem em todo o mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Diante desses dados, iniciativas como o sistema de proteção contra quedas são indispensáveis.
 

Como funciona o Sistema de Proteção contra Quedas - SPQ?
 

O Sistema de Proteção Contra Quedas é regido pela Norma Regulamentadora 35, cabendo ao empregador a responsabilidade de implementar integralmente as medidas de proteção.
 

O que a NR 35 diz sobre o SPQ?

 

Na NR 35 estão estabelecidas as medidas de proteção fundamentais para o trabalho em altura. Ela cobre todo o processo de planejamento, organização e realização das atividades.

 

A norma determina que:

 

ü é obrigatório o uso correto de EPI’s;

ü uso correto de sistemas de ancoragem;

ü é obrigatório a existência de plano de ação em caso de emergência;

ü análise de riscos envolvidos;

ü inspeção de cordas e cabeamento;

ü análise do estado mental e físico do colaborador.

 

3 (tres) metodologias de proteção contra quedas

A fim de garantir a proteção contra as quedas, existem diversas metodologias que variam de acordo com a situação do trabalho.

 

Queda controlada


Nesta metodologia são adotados equipamentos e ações com efeito de contenção. Em outras palavras, o sistema de proteção contra quedas e todos os seus elementos são selecionados em conjunto com o planejamento do trabalho e os riscos que ele apresenta.

 

Trabalho posicionado

O modelo tem como objetivo posicionar de forma correta o trabalhador, deixando-o com as mãos livres e boa mobilidade para executar o trabalho.

 

Trabalho restrito

A metodologia faz com que o acesso do trabalhador a lugares perigosos seja restrito. Ou seja, controla a área em que as movimentações serão realizadas.
 

Existe capacitação para trabalho em altura?
 

A NR 35 estabelece que o empregador deve obrigatoriamente fornecer programas de capacitação para os colaboradores que executam trabalhos em altura.

 

Conclusão

 

O Sistema de Proteção Contra Quedas é fundamental para a segurança no ambiente de trabalho, além de ser uma obrigação legal. Portanto, não perca tempo, atualize seus conhecimentos e faça a implementação.

 



 

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