terça-feira, 27 de agosto de 2024

 






 

PARADAS PLANEJADAS DE MANUTENÇÃO - 7 DICAS FUNDAMENTAIS PARA EVITAR PREJUÍZOS

 

 

As chamadas paradas de manutenção são eventos cíclicos dentro de empresas e indústrias. Elas requerem um planejamento e uma execução bem estruturados, visto que implicarão em uma paralisação parcial ou total de determinada área da empresa.

Durante uma atividade de parada programada de manutenção, o volume de atividades, informações, máquinas e pessoas é extremamente alto, bem como o risco de algum tipo de acidente ou evento inesperado. Tudo deve correr da melhor maneira possível, considerando, principalmente, a necessidade de se retomar às atividades normais de produção quanto antes.

Portanto, gerir de forma otimizada as paradas de manutenção, é uma peça fundamental dentro desta grande engrenagem que é uma empresa. Falar que existe uma maneira fácil ou que seja muito mais rápida é arriscado e temerário. A única maneira mesmo a se fazer é a correta, planejada e segura. Por isso, é preciso conhecer bem sobre o assunto e ter equipes preparadas dando o suporte.

 

Parada de manutenção é tudo igual?

Reduzir ou paralisar totalmente uma determinada área de uma empresa pode ser necessário por diversos motivos. Não somente quando algum equipamento se quebra e há a necessidade de conserto ou substituição de emergência. Aliás, este é o pior cenário. É justamente aqui onde as atividades têm que ser feitas às pressas e, como não havia programação prévia, o prejuízo para a empresa impactada é muito maior.

 

O correto gerenciamento de paradas de manutenção visa justamente evitar que se chegue nesse cenário de várias maneiras:

Manutenção corretiva: é a correção do desempenho menor que o esperado ou da falha do mesmo.

Manutenção preventiva: é aquela realizada de forma a reduzir ou evitar a possibilidade de falha, através de um planejamento prévio, baseado em acompanhamento constante dos equipamentos e informações dos fabricantes.

Manutenção preditiva: a vida útil de peças importantes é prevista com base em diagnóstico, com o intuito de aproveitar o seu uso ao máximo, para um maior custo-benefício. Além deste fator, segurança e disponibilidade de equipamentos também são avaliados neste formato de manutenção.

Manutenção detectiva: trata-se da manutenção feita em sistemas de detecção. Através de automação, busca-se detectar falhas ocultas ou não percebidas pela equipe de manutenção. Quando bem aplicada, permite a correção sem grandes impactos na normalidade das operações.

Engenharia de Manutenção: é sobre evitar problemas crônicos, procurando as causas rotineiras que levam às falhas e corrigi-las de forma permanente.

 



A realização de uma parada de manutenção, mesmo quando programada e rotineira, é um evento atípico à normalidade do dia a dia de uma grande empresa ou indústria. Isso quer dizer que haverá movimentações diferentes e uso de equipamentos, como andaimes, guindastes, ferramentas e outros.

É um procedimento extremamente importante para a retomada e continuidade das atividades da empresa. Por isso, separamos algumas dicas para você acompanhar nas atividades de manutenção da sua empresa.

 

7 dicas para uma Parada de Manutenção eficiente

 

Tenha um objetivo bem definido

Já tenha definido com antecedência qual o objetivo com aquela parada programada para manutenção. Organize as equipes, como limpeza, engenharia, inspeção, operação e suprimentos, dimensionando a quantidade de funcionários necessária em cada uma, para não haver sobrecarga e queda da produtividade.

 

Planeje o orçamento

Umas das vantagens de uma manutenção planejada é evitar o gasto financeiro desnecessário. Para executar esta paralisação, estude as melhores condições e preveja as possibilidades para nada sair do controle.

 

Verifique o uso de equipamentos

Durante o planejamento, já identifique os equipamentos que serão usados. Faça uma estimativa de por quanto tempo os usará e avalie as possibilidades de alugar ou contratar uma empresa terceirizada.

 

Delegue lideranças

Uma atividade deste porte não pode estar com todas as atividades centralizadas em uma única pessoa. Delegue coordenadores que liderarão cada área específica, baseado no conhecimento e experiência de cada um.

 

Invista em dados

Você já deve ter ouvido falar que hoje em dia tudo são dados. E são mesmo. Ter um sistema automatizado, que colete e analise os dados, ajudará a otimizar recursos humanos, financeiros e de materiais durante a sua parada para manutenção.

 

Tenha flexibilidade com os imprevistos

Ter um objetivo claro e a estratégia traçada é importante, mas não fique abraçado a ele. Se algo imprevisível acontecer, avalie os novos cenários e esteja preparado para mudar algumas rotas, visando as metas definidas.

 

Contrate empresas estruturadas e competentes para auxiliar

Ter empresas terceirizadas como parceiras é ponto crucial para o sucesso de uma parada planejada de manutenção. Possua ao seu lado empresas preparadas e capacitadas para oferecer o suporte necessário em todas as áreas, desde a preparação, até a execução.

Para assegurar que sua parada de manutenção saia como o planejado, oferecemos estrutura completa e especializada em:

·       Serviços de Gestão de Treinamentos

·       Mão de Obra Especializada (engenheiros, técnicos, enfermeiros e bombeiro civil)

·       Gestão de Sistema de Proteção Contra Incêndios

·       Cuidamos dos ativos, conservando as instalações para aumentar a produtividade e desempenho da sua empresa

 

Quer reduzir seus custos com segurança e realizar do jeito certo todas as exigências de uma parada de manutenção?

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


 






 

VALE A PENA TERCEIRIZAR A MÃO DE OBRA NA SUA EMPRESA?

 



Decidir o que é melhor para uma empresa depende basicamente do planejamento estratégico existente nela. Hoje em dia, existem diferentes modelos de negócios dentro das companhias.

O que pode ser benéfico para a empresa A, muitas vezes não é tanto para empresa B, nem para a empresa C. Diante deste cenário, uma solução em comum definitivamente tomou conta do mundo corporativo, graças às suas inúmeras vantagens: a terceirização.

Terceirizar a mão de obra é uma estratégia em constante alta, por ser um modelo prático que potencializa resultados, além de ser uma ótima alternativa para minimizar gastos e despesas.

A mão de obra terceirizada nada mais é do que delegar responsabilidades de uma determinada empresa a terceiros. Ou seja, é quando uma organização contrata os serviços de outras companhias para realizar alguma atividade sem que ela tenha nenhuma relação ou vínculo. Sendo assim, as empresas contratantes podem focar e concentrar todos os seus esforços nos serviços mais importantes que ela disponibiliza ao mercado.

Com certeza você já viu empresas de grande porte no mercado contratando serviços terceirizados de limpeza, segurança, administração, transporte e outros.

A novidade é que tal modelo ganhou uma legislação mais segura e expandiu suas áreas de atuação. É comum encontrar também serviços terceirizados em Saúde e Segurança do Trabalho - SST, como Gestão de Treinamentos, Gestão de Sistema de Proteção contra Incêndios e até Equipes de Emergência.

 

Mas afinal, vale a pena terceirizar a mão de obra dentro da sua empresa?

Pela introdução do assunto, você deve ter percebido que já demos um quase spoiler. Mas para deixar ainda mais claro, vamos compartilhar as principais vantagens que fazem este modelo de negócio ser tão requisitado. Acompanhe abaixo.  

 

Qualidade por todos os lados

Ter uma equipe terceirizada e especializada na sua operação é a certeza da realização de funções específicas com muito mais qualidade e conhecimento. Além de ser redução de tempo e entrega de melhores resultados.

 

Foco no seu negócio

Escolher a terceirização para determinado serviço permite um foco maior e melhor na especialidade da sua empresa, aquilo que traz o seu maior crescimento. Tanto nos negócios, quantos aos seus colaboradores.

 



Ausência de vínculo empregatício

Como já citado, com a nova regulamentação das Leis Trabalhistas, a mão de obra terceirizada foi liberada de forma ampla e irrestrita, sem configuração de vínculos empregatícios. Isso significa que cada empresa pode optar por contratar uma organização que entregue mais produtividade, agilidade e especialização do trabalho, tendo em vista que muitos dos trâmites pertinentes dessa operação não serão suas obrigações, favorecendo a otimização do seu tempo com processos burocráticos.

 

Sempre de acordo com as leis trabalhistas

Dentro da rotina de algumas empresas, existem leis e certificações que devem ser cumpridas. Promover a segurança e preservar a saúde dos colaboradores é uma destas normas regulamentadas. A maneira mais eficiente para atender estas obrigações é sem sombra de dúvida a terceirização, pois mantém o contratante dentro da lei, reduzindo riscos, multas ou prejuízos.  

 

Sem dor de cabeça com contratações e substituições

Ao adotar a terceirização da mão de obra, o processo de captação, contratação, substituição e treinamento de um colaborador é feito pela empresa especializada, gerando mais produtividade à sua empresa. Até os empecilhos de troca da equipe são minimizados. Caso um profissional não tenha um bom desempenho, por exemplo, tudo acontece de maneira rápida, sem desgastes ou custos maiores.

 

Redução de custos

Despesas trabalhistas, custos com estrutura física, com substituição de profissionais, com colaboradores, entre diversos outros encargos são reduzidos, deixando de ser uma responsabilidade da sua empresa.

Ok, vale a pena terceirizar a mão de obra.

Mas como contratar uma especializada?

 



Agora que você já identificou as vantagens e quanto vale a pena terceirizar certos serviços dentro da sua empresa, vamos mostrar dicas rápidas de como avaliar a melhor parceira:

– Pesquise a reputação da empresa no mercado

– Avalie a qualidade dos serviços prestados

– Procure as regulamentações obrigatórias da empresa

– Fique atento ao contrato

 

Dentro destes fatores, existem excelente empresas que se destacam no mercado oferecendo soluções terceirizadas em Saúde e Segurança do Trabalho - SST.

Com uma estrutura sólida, entrega eficiência nas operações da sua empresa. Seja em Gestão de Treinamentos, Gestão de Sistema de Proteção contra Incêndios e Equipes de Emergência, o serviço terceirizado integra conhecimento, processos, tecnologia e inovação à sua empresa.

·       Mais rapidez aos processos internos;

·       Simplificação dos processos organizacionais;

·       Melhora na gestão empresarial;

·       Aumento da produtividade;

·       Melhora na qualidade dos serviços prestados;

·       Potencialização dos resultados organizacionais.

 

Entre em contato com uma destas empresas e descubra ainda mais benefícios. Terceirizar sua mão de obra em Gestão de Treinamentos, Equipes Especializadas ou Equipes de Emergência é uma solução que vale a pena e trará ótimos resultados para a sua empresa.

 




Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 


segunda-feira, 26 de agosto de 2024

 






 

CALÇADOS OCUPACIONAIS E DE SEGURANÇA: SAIBA MAIS

 



 

Os CALÇADOS OCUPACIONAIS e de segurança são um item essencial para os trabalhadores em diversas atividades profissionais, oferecendo proteção contra diversos riscos como quedas, cortes, perfurações, choques elétricos, entre outros. Mas além de garantir a integridade física do trabalhador, esses calçados também podem proporcionar conforto e ergonomia, contribuindo para a prevenção de lesões e doenças ocupacionais. Neste blog, iremos explorar os principais tipos de calçados ocupacionais, as normas regulamentadoras que estabelecem suas exigências e dicas para escolher o calçado ideal para cada situação.

 

Principais tipos de calçados ocupacionais

É possível classificar os calçados ocupacionais em diversos tipos, cada um com características específicas para atender as demandas de diferentes atividades profissionais.

 

Entre os principais tipos de calçados ocupacionais, podemos destacar:

Botas: recomenda-se o uso desses calçados em setores de risco, como indústrias, construção civil e mineração, dentre outros, para proteção contra quedas, impactos e perfurações. Pode-se usar materiais como couro, borracha, PVC e poliuretano para a confecção. Nesse sentido, também podemos incluir nessa categoria as botinas e coturnos.

Sapatos: são indicados para atividades em que o trabalhador não necessita de proteção para a região do tornozelo, mas ainda assim precisa de proteção para a planta do pé e dedos. É possível confeccionar em couro, PVC, borracha e outros materiais resistentes.

Tênis: esse tipo de calçado é ideal para atividades que exigem mobilidade e conforto, mas sem abrir mão da segurança. Por isso são comuns em atividades como logística, manutenção e transporte. É possível encontrar opções em couro, tecido, borracha e outros materiais

Sandálias: indicadas para atividades em ambientes quentes e úmidos. Por exemplo, cozinhas industriais e lavanderias, onde a circulação de ar é fundamental para o conforto do trabalhador. Nesse sentido, podem ser confeccionadas em couro, borracha, PVC e outros materiais.

 

Ao escolher o tipo de calçado ideal para cada atividade, é importante levar em consideração as normas regulamentadoras que estabelecem as exigências de segurança para cada tipo de calçado, bem como as características e materiais mais adequados para cada situação. Além disso, é fundamental priorizar o conforto e a ergonomia, para prevenir lesões e doenças ocupacionais. 

É importante ressaltar que nem todo calçado ocupacional é um calçado de segurança, por isso é importante estar atento às suas características.

 

Normas regulamentadoras

As normas regulamentadoras (NRs) são estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e têm como objetivo estabelecer os requisitos mínimos de segurança e saúde ocupacional que devem ser cumpridos por todas as empresas e empregadores no Brasil. As normas que estabelecem as exigências para os calçados ocupacionais são a NR 6 e a NR 18.

A NR 6 estabelece que os equipamentos de proteção individual (EPIs), incluindo os calçados ocupacionais, devem ser fornecidos gratuitamente pelo empregador, ser adequados ao risco a que o trabalhador está exposto e estar em perfeito estado de conservação e funcionamento. Além disso, a norma determina que o empregador deve orientar e treinar os trabalhadores sobre o uso correto dos EPI’s.

Já a NR 18 estabelece as condições e o ambiente de trabalho na indústria da construção, incluindo a obrigatoriedade do uso de calçados de segurança com biqueira de aço ou material equivalente para os trabalhadores da construção civil. Não só isso, mas também é ela que estabelece a necessidade de se adequar os calçados às condições de trabalho, considerando o tipo de atividade, o risco a que o trabalhador está exposto, às condições climáticas e ambientais, entre outros fatores.

Da mesma forma, também é importante que os calçados ocupacionais e de segurança atendam às normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como a NBR ISO 20345, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para calçados de proteção. Essa norma é uma referência mundial na área de calçados de segurança e é utilizada em diversos países, sendo que sua versão original é a ISO 20345.

Os requisitos da NBR ISO 20345 abrangem diversos aspectos dos calçados de proteção, como resistência à compressão, impacto, perfuração, abrasão, isolamento elétrico, entre outros. Além disso, a norma estabelece requisitos para a ergonomia e conforto dos calçados, como a flexibilidade e resistência à fadiga.

 

Classificação dos calçados

Um aspecto importante da norma é a classificação dos calçados de proteção em diferentes níveis de proteção. Uma letra seguida de um número indica esses níveis de proteção, em que a letra determina o tipo de proteção e o número indica a energia de impacto que o calçado pode suportar.

 

As letras utilizadas na classificação são:

S: calçados de segurança

P: calçados com resistência à perfuração

E: calçados com isolamento elétrico

C: calçados com condutividade elétrica

A: calçados antiestáticos

 

O número indica a energia de impacto que o calçado é capaz de suportar, sendo que os valores variam de 100 a 200 joules, de acordo com o nível de proteção.

Além disso, a NBR ISO 20345 também estabelece requisitos para a marcação dos calçados, que devem incluir informações como o nome do fabricante, o modelo do calçado, o tipo de proteção, o número da norma e a classe de proteção. Essa marcação é fundamental para garantir que o calçado atenda aos requisitos da norma e para identificar facilmente o tipo de proteção oferecido pelo calçado.

 

Dicas para escolher o calçado ideal para cada situação:

Escolher os calçados ocupacionais e de seguranças ideais para cada situação é fundamental para garantir a segurança e a saúde do trabalhador.

 

Algumas dicas para escolher o calçado ideal para cada situação são:

Conheça os riscos: É importante conhecer os riscos da atividade profissional para escolher o calçado de segurança adequado. Verifique as normas regulamentadoras e as exigências da NBR ISO 20345 para identificar o nível de proteção necessário.

Considere o tipo de atividade: Cada tipo de atividade profissional pode exigir um tipo específico de calçado de segurança. Considere se o ambiente é seco ou úmido, se há risco de queda, impacto ou perfuração, ou ainda se é necessária mobilidade e conforto para a realização da atividade.

Verifique o tamanho e o ajuste: O calçado de segurança deve ser confortável e ter um bom ajuste no pé do trabalhador. Verifique o tamanho e o ajuste do calçado antes da compra e experimente-o para garantir o conforto adequado.

Escolha materiais resistentes: Os materiais utilizados na fabricação do calçado de segurança devem ser resistentes e duráveis. Verifique se a atividade profissional exige um material adequado. Também é importante certificar se é resistente a produtos químicos, abrasão e outras substâncias que possam comprometer a segurança do trabalhador.

Opte por marcas de qualidade: Escolha aquelas reconhecidas no mercado, que possuam certificações de qualidade e atendam às normas regulamentadoras e à NBR ISO 20345. Isso garante a segurança e a qualidade do calçado de segurança.

 

Ao seguir essas dicas, é possível proporcionar segurança e saúde ao trabalhador e evitar lesões e doenças ocupacionais.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


 






 

DICAS DE SEGURANÇA PARA OS DIAS DE TRABALHO COM CHUVA: A IMPORTÂNCIA DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’s)

 



 

Em ambientes de trabalho sujeitos a condições climáticas adversas, como dias de chuva, a segurança e o bem-estar dos trabalhadores são desafios primordiais. É nesse contexto que os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) se revelam como aliados indispensáveis. 

Esses dispositivos desempenham um papel vital ao proteger os profissionais contra os perigos associados à umidade e à chuva, garantindo que possam realizar suas tarefas com segurança e conforto.

Neste artigo, vamos explorar a importância dos EPI’s em dias de chuva, destacando os elementos essenciais que contribuem para a proteção dos trabalhadores. Abordaremos a relevância de capas de chuva, botas impermeáveis ou galochas e óculos de proteção, ressaltando como cada um desses componentes desempenha um papel fundamental na salvaguarda da saúde e segurança no ambiente de trabalho.

 

EPI’s Essenciais para Dias de Chuva

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) essenciais para dias de chuva têm a finalidade de proteger os trabalhadores contra os riscos associados à umidade e à chuva. Esses EPIs são projetados para garantir a segurança e o conforto dos trabalhadores durante as atividades realizadas em ambientes molhados ou chuvosos.

 

Capas de chuva

Um dos EPIs mais importantes para dias de chuva é a capa de chuva. Ela é essencial para proteger o trabalhador da umidade e da chuva. 

A capa de chuva é especialmente importante para profissionais que realizam atividades ao ar livre ou que precisam se deslocar em ambientes externos durante dias chuvosos. Ela é considerada um EPI de acordo com a Norma Regulamentadora nº 6 (NR 6).

 

Botas impermeáveis ou galocha

A galocha ou bota impermeável também é um EPI essencial para dias de chuva por diversos motivos. 

Em primeiro lugar, ela protege os pés do trabalhador contra a umidade e a entrada de água. Isso é especialmente importante para evitar desconforto, possíveis problemas de saúde e até mesmo acidentes causados pela exposição prolongada à água da chuva.

Elas também oferecem proteção contra escorregões e quedas em superfícies molhadas. O solado antiderrapante dessas botas proporciona uma melhor aderência ao solo, reduzindo o risco de acidentes e lesões.

Outro aspecto relevante é a proteção contra agentes externos. Em dias chuvosos, é comum que haja poças d’água, lama e outros resíduos no ambiente. A galocha ou bota impermeável impede que esses agentes entrem em contato com os pés do trabalhador, mantendo-os limpos e protegidos.

Além disso, elas também podem ser utilizadas em conjunto com outros EPI’s, como a capa de chuva, para garantir uma proteção completa contra a umidade e a chuva. Essa combinação de EPI’s é especialmente importante para profissionais que trabalham ao ar livre, como motociclistas, que estão expostos aos elementos durante todo o dia.

 

Óculos de proteção

Os óculos de proteção são considerados um EPI essencial para um dia de chuva porque desempenham um papel fundamental na proteção dos olhos do trabalhador. Eles auxiliam na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, sendo essenciais para proteger os olhos contra diversos riscos existentes no ambiente de trabalho.

Durante a jornada de trabalho, alguns funcionários podem exercer funções que demandam atenção e cuidado, além da utilização do EPI correto. Os óculos de proteção são considerados equipamentos essenciais para assegurar a proteção aos olhos e segurança na execução das atividades. Eles são projetados para proteger os olhos contra partículas, respingos de líquidos, poeira, produtos químicos, radiações, entre outros riscos presentes no ambiente de trabalho.

Além disso, os óculos de proteção também podem ser uma forma de filtrar os raios UVA, UVB e UVC, oferecendo proteção adicional contra a exposição aos raios solares nocivos.

É importante ressaltar que o uso adequado dos óculos de proteção deve ser combinado com outros EPIs, como a capa de chuva e as botas impermeáveis, para garantir uma proteção completa durante dias de chuva. 

 

Escolhendo o EPI Adequado para dias de chuva

Para escolher o EPI adequado para os dias de chuva, é importante considerar alguns fatores. Primeiramente, é necessário identificar os riscos específicos associados à umidade e à chuva no ambiente de trabalho. Isso pode incluir a exposição a respingos de água, poças, lama, entre outros.

Em seguida, é importante verificar as normas e regulamentações aplicáveis, como a Norma Regulamentadora nº 6 (NR 6), que estabelece os requisitos para a utilização dos EPIs. Essas normas podem fornecer orientações específicas sobre os EPIs adequados para dias de chuva.

Além disso, é fundamental considerar as características dos EPI’s disponíveis no mercado. Por exemplo, para proteger-se da chuva, pode ser necessário utilizar uma capa de chuva impermeável, que cubra todo o corpo e possua faixas refletivas para melhor visibilidade. Para proteger os pés, pode ser necessário utilizar botas impermeáveis com solado antiderrapante.

Também devemos falar da qualidade dos EPI’s. É essencial escolher produtos de qualidade, que sejam duráveis e ofereçam a proteção necessária. Verificar a reputação do fabricante e ler avaliações de outros usuários pode ajudar nesse processo.

 

Treinamento e Conscientização

O treinamento para o uso correto dos EPI’s em uma empresa é de extrema importância por diversos motivos. Primeiramente, o treinamento permite que os colaboradores conheçam totalmente os EPI’s necessários para o seu trabalho, estejam cientes dos riscos associados à sua não utilização correta e saibam qual é a finalidade de cada equipamento.

Além disso, o treinamento é fundamental para garantir que os trabalhadores saibam como utilizar corretamente cada EPI. Isso inclui aprender a colocar e ajustar os equipamentos adequadamente, bem como a forma correta de utilizá-los durante as atividades laborais. O uso adequado dos EPI’s é essencial para garantir a proteção efetiva contra os riscos presentes no ambiente de trabalho.

Outro aspecto importante do treinamento é a conscientização sobre os riscos de não utilizar os EPI’s corretamente. Os trabalhadores precisam entender os perigos associados à falta de proteção adequada e como isso pode afetar sua saúde e segurança. O treinamento ajuda a criar uma cultura de segurança, onde os colaboradores compreendem a importância dos EPI’s e se sentem motivados a utilizá-los corretamente.

Além disso, o treinamento também aborda a guarda e a conservação dos equipamentos. Os trabalhadores aprendem como armazenar e cuidar dos EPI’s de forma adequada, garantindo sua durabilidade e eficácia ao longo do tempo. Isso contribui para a manutenção da segurança no ambiente de trabalho.

 

Conclusão

Este artigo destacou a importância dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s como aliados cruciais na defesa da saúde e segurança dos profissionais que, diariamente, enfrentam os elementos em seus locais de trabalho.

As capas de chuva, botas impermeáveis, galochas e óculos de proteção emergem como elementos essenciais, cada um desempenhando um papel específico na proteção contra a umidade, escorregões, partículas e outros perigos associados ao clima chuvoso. Quando usados de maneira adequada, esses EPI’s proporcionam um escudo confiável contra os elementos, permitindo que os trabalhadores realizem suas tarefas com segurança e conforto.

A escolha criteriosa dos EPI’s, considerando os riscos específicos do ambiente de trabalho, a conformidade com normas regulamentadoras e a qualidade dos produtos, é um passo fundamental na proteção eficaz dos trabalhadores. Garantir que os EPI’s atendam aos mais altos padrões é uma demonstração de compromisso com a segurança e o bem-estar da equipe.

O treinamento e a conscientização dos colaboradores, por sua vez, são pilares de uma cultura de segurança sólida. O conhecimento sobre os EPI’s e sua correta utilização é o alicerce de uma força de trabalho empoderada e protegida, consciente dos perigos da negligência e dos benefícios da prevenção.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais.

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


quinta-feira, 22 de agosto de 2024

 





 

ENTENDA O QUE É INVENTÁRIO DE RISCOS E COMO ELABORÁ-LO





 

O inventário de riscos é um documento de caráter preventivo que identifica e lista os perigos de atividades laborais. Nele, são registrados os acidentes ocorridos nas empresas — abrangendo o nível de exposição dos funcionários — para prever novos infortúnios. Assim, sua importância está em facilitar a tomada de medidas para evitar riscos operacionais ou minimizá-los.

As empresas devem implementar o inventário que constará no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (PGR), cujo objetivo é prevenir acidentes de trabalho e doenças ocupacionais nas organizações. O PGR precisa conter, pelo menos, o Inventário de Riscos e o Plano de Ação.

Ressaltamos que o inventário de riscos não é um laudo técnico, mas uma ferramenta, que gerencia riscos, destinada a sintetizar informações sobre controle e avaliação de risco, indicar a prioridade das medidas preventivas e comunicar os riscos.

Você já sabe o que é inventário de riscos, agora conheça as ameaças possíveis e como elaborar a descrição preditiva!

 

Quais os riscos existentes nas atividades dos funcionários?

 

A Secretaria de Inspeção do Trabalho divide os riscos ocupacionais em cinco tipos segundo os agentes causadores a seguir:

 

1. Ergonômicos

·       Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT’s);

·       Surdez (temporária ou permanente);

·       Lesão por esforço repetitivo (LER);

·       Estresse.

 

2. Mecânicos

·       Maquinários e equipamentos sem proteção adequada;

·       Ferramentas inapropriadas ou problemáticas;

·       Instalações elétricas precárias;

·       Armazenamento inadequado;

·       Arranjos físicos deficientes;

·       Animais peçonhentos;

·       Incêndio e explosão;

·       Quedas.

 

3. Biológicos

·       Protozoários;

·       Bactérias;

·       Fungos;

·       Vírus.

 

4. Químicos (ou ambientais)

·       Cancerígenos;

·       Asfixiantes;

·       Anestésicos;

·       Tóxicos.

 

5. Físicos

·       Vibrações;

·       Umidade;

·       Radiação;

·       Pressão;

·       Ruídos;

·       Calor;

·       Frio.

 

Como elaborar um inventário de riscos?

 



Para elaborar o inventário de riscos, deve-se seguir a NR 01, reformulada em 2020 pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. A norma trata das “Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais”. Seu objetivo principal é identificar os requisitos necessários para uma boa gestão de riscos operacionais.

Além de fazer parte das NR’s (inclusive nas NR 09 e NR 17) o inventário consta das Medidas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), integrando a Gestão de Riscos Ocupacionais (GRO), que objetiva a prevenção e o gerenciamento dos riscos que existem no ambiente de trabalho.

 

Segundo o Fundacentro — Ministério da Economia, é preciso que o inventário de riscos contenha, ao menos, estas informações:

a) caracterização dos processos e ambientes de trabalho;
b) caracterização das atividades;
c) descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de medidas de prevenção implementadas;
d) dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos, e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.
e) avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação;
f) critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão.

 

É fundamental que o inventário de riscos seja elaborado por um engenheiro em conjunto com um médico do trabalho.

 

Para evitar erros durante sua elaboração, recomenda-se seguir as instruções abaixo.

 

Identificação dos riscos

Primeiramente, deve-se criar o inventário de riscos identificando todos os perigos existentes na empresa.

 

Avaliação e classificação dos riscos

Essas tarefas devem ser feitas pela equipe responsável por elaborar o documento. Convém que os riscos sejam classificados segundo o grau de gravidade.

 

Monitoramento de riscos

Os riscos devem ser monitorados para evitar a ocorrência de novos acidentes ocupacionais e agravamentos dos riscos, devendo ser possível resgatar informações de cada funcionário.

 

 

 

Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


    COMO USAR A TECNOLOGIA A FAVOR DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO       Quando falamos de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), p...