sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

 




 

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO:

TIPOS E USOS

 

 

Saiba quais são os equipamentos de segurança do trabalho que devem ser usados de acordo com as normas em diferentes tipos de serviços

 

Reformas em casa, obras corporativas, trabalhos como autônomo. Você sabe quais são os equipamentos de segurança do trabalho necessários para executar esses serviços? “Mas uma simples pintura externa nas telhas de casa precisa ser feita usando os tipos de equipamentos de segurança do trabalho? ”, você pode se questionar. A resposta é SIM!

Proteção é essencial, pois quando se trata de construções, são utilizadas várias ferramentas e executados vários movimentos em áreas cheias de risco. E, independentemente de quem for realizar a tarefa, você ou um profissional contratado, seguir as leis de segurança do trabalho e usar as EPI’s exigidas é crucial!

De acordo com o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho - AEAT, o setor de construção civil, entre as categorias de trabalho, é:

 

·       O primeiro em acidentes que incapacitam permanentemente;

·       O segundo em número de mortes;

·       O quinto em afastamentos temporários de 15 dias.

 

Então, para evitar qualquer trauma decorrente de um acidente, conheça quais são os equipamentos de segurança do trabalho que precisam ser usados!

 

Mulher com equipamento de segurança do trabalho

(Foto: Shutterstock / Divulgação)

 

Quais são os equipamentos de segurança do trabalho?

 

Os tipos de equipamentos de segurança do trabalho são itens básicos, mas que fazem toda diferença. Executar algumas tarefas sem proteção pode tornar a tarefa até mais difícil, em casos que o uso de óculos, luvas e máscaras descomplicam alguns procedimentos. Confira a lista de quais são os equipamentos de segurança do trabalho que não podem faltar e como eles devem ser usados.

 

1. Luvas de proteção

 

As luvas de proteção são o primeiro item da lista de equipamentos de segurança do trabalho. De acordo com o tipo de trabalho e risco, existe uma especificação de luva. As luvas também são classificadas quanto à resistência à abrasão, corte, rasgamento e perfuração. Alguns modelos cobrem apenas a mão e os punhos, outros vão até o cotovelo e existem também as luvas que cobrem todo o braço.

 

Confira mais modelos: Luvas de Proteção

 

Luva de Vaqueta com Reforço Fixtil 

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

O material das luvas também varia de acordo com a sua função:

·       luvas de raspas: seguras para processos de soldas com proteção contra agentes abrasivos, escoriantes, cortantes e perfurantes;

·       luvas com palma antiderrapante: indicadas para trabalhos e manipulações com temperatura elevada. Esse modelo é ideal para operações de caldeiras, fornos, estufas, manipulação de peças quentes, trabalhos com panelas quentes, troca de lâmpadas, entre outros;

·       luvas de látex: indicadas para os trabalhos de limpeza nas obras;

·       luvas nitrílicas: são feitas com um tipo de borracha que protege no manuseio de produtos químicos, corrosivos ou biológicos;

·       luvas de PVC: usadas no manuseio de blocos de concreto, tijolo ou madeira, no momento da recepção e montagem das peças.

 

2. Botas de segurança

 

O item dois é, sem dúvidas, a bota de segurança. Trabalhar de chinelo, sandálias e demais calçados é um erro que nenhum profissional deve cometer! Em um ambiente de obra, existem muitas ferramentas pontiagudas, detritos cortantes que podem causar acidentes. As botas dão a segurança necessária para andar nesses locais com restos de materiais que podem arranhar, cortar e até perfurar a pele.

 

Bota de segurança de couro nobuck 

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Além da proteção contra objetos físicos, as botas protegem contra picadas e mordidas de animais – escorpiões, por exemplo, são comuns em obras – e, também, evitam escorregões quando o espaço está molhado e escorregadio.

 

3. Capacete de segurança

 

O capacete de segurança é outro item de proteção individual fundamental para a segurança. Entre andaimes, colunas sem reboco, tetos sem acabamentos, andar de capacete permite transitar na obra sem grandes riscos de se machucar. Na maioria das situações de trabalho, o capacete de segurança é obrigatório.



Capacete para a obra de polietileno 

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

As peças variam na cor e no tamanho e completam o uniforme, criando uma separação entre os funcionários de cada setor de uma obra ou área de trabalho.

 

4. Máscara de proteção

 

A máscara de proteção é um EPI muito importante e fundamental na manipulação de substâncias e ferramentas. Ela é utilizada em trabalhos e no manuseio de produtos que liberam muito pó e têm cheiro forte. Mistura de argamassas e de cimentos são um exemplo comum de atividade que gera muita poeira.

 

Máscara de proteção de algodão com elástico Fixtil

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

No uso de ferramentas, como serras e cortadores de madeira, a máscara impede que a poeira liberada seja aspirada e cause problemas. Também são úteis nos trabalhos de pintura com tinta spray. Assim como as luvas, existem diferentes tipos de materiais de máscara de proteção respiratória:

 

·       Máscara de proteção com filtro: usada nos casos de contato com produtos químicos muito fortes, como veneno para dedetização, gases e vapores químicos.

·       Máscara de proteção isolante: Veda a região da boca, nariz e olhos e é conectada a uma fonte de oxigênio em trabalhos com agentes pesados.

 

5. Óculos de proteção

Os óculos de proteção também estão na lista de equipamentos de segurança do trabalho. Ao usar uma serra ou lixadeira, por exemplo, os óculos são fundamentais para proteger os olhos de faíscas, poeira e, principalmente, de fragmentos que podem escapar de placas de alvenaria, madeira, metal, vidro, etc.

 

Óculos de Segurança policarbonato antirrisco proteção UV

transparente VISION 2000 3M (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Os óculos de proteção individual de policarbonato possuem vários modelos e níveis de proteção para o tipo de trabalho que será realizado.

 

6. Capas, coletes e aventais

 

As capas, coletes e aventais ajudam na proteção e identificação dos profissionais que estão trabalhando em diversas situações.

 

Capa Plus manga longa de PVC amarela Balaska

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

·       Capa de proteção de PVC: é indicada para profissionais que estão trabalhando na chuva;

·       Coletes em formato de X: possuem material refletivo laranja ou amarelo para trabalhos e obras noturnos, em locais com pouca luz ou em vias públicas.

 

7. Proteção auricular

 

O protetor auricular é o equipamento de segurança do trabalho que promove a proteção auditiva. Obras e reformas usam ferramentas barulhentas como britadeiras, marteletes, betoneiras e outras constantemente. Os protetores auriculares abafam sons e ruídos acima de 20 decibéis e podem ser encontrados em várias cores diferentes.

Abafador com ajustes 21 decibéis Muffler 3M™

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Os tipos de protetor auricular também variam. Existe protetor de fone, de plug e de concha, sendo o primeiro mais confortável de usar e o segundo, um abafador mais leve.

 

Protetor com corda de Silicone azul Dura Plus

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

8. Cinto de segurança

 

O cinto de segurança também faz parte da lista de equipamentos de segurança do trabalho essenciais. Eles são usados em duas situações:

 

·       Para quem carrega itens pesados ou faz atividades em que abaixa e levanta com frequência. São as cintas lombares;

·       Para quem trabalha suspenso para executar pinturas e ajustes externos em casas e prédios, por exemplo. São as cintas de segurança ergométricas/antiqueda.

 

Conjunto Carbografite Talabarte Verde e Preto 

(Foto: Acervo / Telhanorte)

 

 

Tipos de Equipamentos de Segurança do Trabalho: Lei 5452/43

O artigo 166 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, através do decreto de Lei 5452/43, regula o uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI.

 

Art. 166 – A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados.

 

Essa recomendação destaca a obrigação das empresas para com seus funcionários, mas a recomendação é válida também para os profissionais autônomos e até para os trabalhos domésticos. Inclusive, a justiça prevê que pessoas físicas que contratam pedreiros e assistentes podem responder civilmente por acidentes ocorridos durante o trabalho.

 

Comprar equipamentos de segurança do trabalho

 

Escolher um material de qualidade também é importante para garantir o trabalho dentro das normas exigidas. Confira a seção de EPI’s e adquira todos os itens necessários para que seus serviços cumpram todas as normas necessárias.

 

 

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

 




 

PARADA DE MANUTENÇÃO:

QUAIS PRINCIPAIS CAPACITAÇÕES SÃO NECESSÁRIAS?

 


O planejamento de paradas de manutenção industrial requer muita experiência e um pensamento estratégico dos gestores de ativos. Afinal, esse é um setor que precisa estar em pleno funcionamento, 24 horas por dia.

Mas como reduzir o escopo de parada de manutenção? Pensando em sanar essa e outras dúvidas, preparamos este conteúdo completo sobre o tema. Nele, entenda também como os produtos Belzona contribuem para reparos simples, rápidos e seguros.

 

Qual é a importância da parada de manutenção na indústria?

 

As paradas de manutenção são eventos extremamente trabalhosos, complexos, custosos e de alto risco. Entretanto, são indispensáveis para a integridade e o bom desempenho da indústria para evitar paradas de emergência e, sobretudo, são importantes no âmbito da obrigatoriedade do cumprimento de exigências normativas de segurança.

Talvez, devido à sua complexidade, agravada pela quantidade e diversidade de eventos fortuitos, a redução do escopo de paradas seja um objetivo tão sonhado pelos gestores, mas dificilmente alcançado.

 

Tipos de paradas de manutenção

 

Na indústria, há três tipos principais de paradas de manutenção. Cada um deles demanda suporte técnico qualificado, experiência e qualidade dos produtos utilizados.

 

Listamos aqui as suas características. Confira:

 

1. Manutenção corretiva

 

A manutenção corretiva é feita quando um equipamento apresenta determinada falha que ocasiona prejuízos no funcionamento, o que requer pausa para correção, como o próprio nome diz.

 

2. Manutenção preditiva

 

A manutenção preditiva acontece por meio do acompanhamento de equipamentos. Dessa forma, é possível prever a deterioração de determinado maquinário para que a manutenção possa ser feita antes de o problema aparecer.

 

3. Manutenção preventiva

 

A manutenção preventiva é feita sob planejamento prévio, para evitar eventuais falhas de um equipamento, garantindo que ele funcione em perfeitas condições por um longo tempo. Normalmente, causa baixo impacto nos processos das indústrias.

 

Como reduzir o escopo de paradas por meio da manutenção de rotina?

 

A fim de garantir previsibilidade na execução dentro do escopo planejado, é possível realizar previamente serviços de menor porte ou de baixa complexidade que possam ser executados de forma rápida e segura.

Também é possível realizar serviços durante a parada, igualmente rápidos e seguros, em campo ou em oficina, a fim de garantir o cumprimento do escopo planejado sem serviços residuais, que correm um sério risco de comprometer a partida da planta ou ainda aumentar a lista de pendências para a próxima parada.

A execução de reparos simples, rápidos e seguros, que possam ser realizados fora do cronograma de paradas, visam não apenas garantir a integridade do ativo, mas principalmente reduzir as pendências de manutenções anteriores, consequência de demandas postergadas.

Essas ações ajudam a diminuir o risco de sobrecarga no escopo de parada de manutenção e o tempo de execução dela.

 

Planejamento de parada de manutenção: por que fazer?

 

As indústrias são importantes para diversos setores econômicos, por isso não podem parar. Nesse sentido, o planejamento de parada de manutenção torna-se importante para diminuir ao máximo o tempo de indisponibilidade, e sobretudo garantir o máximo de sucesso nos reparos.

O planejamento de parada de manutenção deve conter a definição de todas as etapas, desde a identificação do problema até o relatório final de trabalho.

Por meio do planejamento, os gestores da indústria podem identificar quais os problemas a serem corrigidos, contratar a empresa de manutenção industrial e escolher o melhor período para realizar a parada das atividades.

Com isso, a indústria reduz custos, pois terá tempo hábil para avaliar quais prestadoras de manutenção industrial são melhores para as necessidades, tanto economicamente quanto em relação ao nível técnico necessário para o reparo.

 

Como elaborar um plano de parada de manutenção eficaz?

 

A qualidade dos produtos é essencial para resultados positivos na parada de manutenção. Além disso, ter o suporte de uma equipe de engenharia especializada é importante para resolver eventuais problemas que possam surgir.

Como a parada de manutenção de rotina é recorrente, contar com um bom suporte técnico é fundamental para que a empresa possa ter uma assistência de qualidade em todas as etapas do serviço de manutenção.

Por fim, para todos os itens citados, é importante contar com profissionais e empresas de manutenção com experiência na área, sobretudo para execução de planos de contingência em caso de situações de crise.

 

Parada de manutenção com produtos Belzona

 

Os polímeros de alta performance Belzona são ideais para as ações de contingência em paradas de manutenção, tendo em vista sua característica multifuncional, que possibilita muitas vezes, que um único produto possa resolver uma variedade de problemas.

Entre os produtos do catálogo Belzona, a solda fria possui característica multifuncional, capaz de realizar reparos de fixação de chapas metálicas e reparos e/ou reforços estruturais, sem uso de trabalho a quente e danos à integridade do ativo. O baixo tempo de cura permite rápido retorno às operações.

 

Posso usar Belzona para reparos contingenciais?

 

Não só pode como deve. Conforme dito anteriormente, uma das grandes vantagens das resinas poliméricas Belzona é a versatilidade, que permite a realização de uma infinidade de reparos com um único produto.

Veja a seguir alguns registros de mais de 200 reparos contingenciais realizados pela Hita e Belzona, em uma única parada, utilizando apenas 3 produtos: Belzona 1111 (solda fria) + tela de reforço para reparos estruturais e Belzona Superwrap para reparos normatizados.

Acompanhe alguns serviços executáveis dentro e fora do cronograma de paradas, feitos com os produtos Belzona.

 

Reforço estrutural de cone de silo com solda a frio Belzona

 

Fixação de chumbadores de base de grua com tecnologia Belzona

 


Reparo e fixação de base de martelete rompedor com tecnologia Belzona

 

Recuperação e revestimento de trocador de calor com tecnologia Belzona

 

Aplicação por airless de revestimento interno de tanque com Belzona

 

Revestimento protetivo de espessador com tecnologia Belzona

 

Apesar da versatilidade ser uma grande vantagem, é importante ressaltar a importância da prescrição técnica do tipo de solução a ser adotada para cada tipo de situação, onde os preceitos técnicos são de grande importância para o sucesso da aplicação. Informações como temperatura, pressão, umidade e fluidos de processo, podem modificar completamente o resultado final. 

Por este motivo a Hita investe em treinamento contínuo e garante orientação individualizada, garantindo que o resultado atenda ou supere as expectativas do cliente.

A Hita e a Belzona oferecem benefícios como suporte local, confiabilidade e um alto padrão de qualidade nos reparos realizados durante paradas operacionais e manutenção de estruturas e equipamentos.

 

Adquira as soluções Belzona com a Hita 

 

A Hita é distribuidora oficial de Belzona do Brasil e conta com uma equipe de especialistas que atua em todo o país.

Há mais de 25 anos atuamos no setor de manutenção industrial, sempre oferecendo aos nossos clientes todo o suporte técnico necessário, desde a confecção da proposta até o pós-venda.

 

Fonte: https://blog.hita.com.br/parada-de-manutencao-entenda-como-reduzir-o-escopo-de-paradas/

 

 



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QUANDO A CALDEIRA ESTIVER INSTALADA EM AMBIENTE FECHADO A CASA DE CALDEIRAS DEVE SATISFAZER OS SEGUINTES REQUISITOS?

 



Quando a caldeira estiver instalada em ambiente fechado a casa de caldeiras deve satisfazer os seguintes requisitos?

f) ter sistema de iluminação de emergência caso opere à noite. 13.4.2.4 - Quando a caldeira estiver instalada em ambiente fechado, a casa de caldeiras deve satisfazer os seguintes requisitos: ... h) dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes e ter sistema de iluminação de emergência.

 

Quais os requisitos que a área de caldeiras deve satisfazer quando instalada em ambiente aberto?

 

A caldeira instalada em ambiente aberto, a “área de caldeiras” deve satisfazer aos requisitos estabelecidos na NR 13. Devem ser submetidas a inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária, executada sob a responsabilidade técnica de PH, com anotação no seu Registro de Segurança a sua condição operacional.

 

Quais são as informações que devem constar na placa de identificação de uma caldeira?

 

Placas de identificação, conforme NR-13

 

a) nome do fabricante;

b) número de ordem dado pelo fabricante da caldeira;

c) ano de fabricação;

d) pressão máxima de trabalho admissível;

e) pressão de teste hidrostático de fabricação;

f) capacidade de produção de vapor;

g) área de superfície de aquecimento;

 

O que é pressão máxima de trabalho permitida PMTP ou pressão máxima de trabalho admissível PMTA?

 

Pressão Máxima de Trabalho Permitida PMTP ou Pressão Máxima de Trabalho Admissível PMTA é o maior valor de pressão de operação da caldeira ou vaso de pressão, compatível com o código de projeto, a resistência dos materiais utilizados, as dimensões do equipamento e seus parâmetros operacionais.

 

Quem pode fazer inspeção em caldeiras?

 

A inspeção em caldeiras, compressores, vasos de pressão, autoclaves, boilers, tubulações e tanques de armazenamento juntamente com a emissão do laudo de NR13 somente poderá ser realizada por um profissional legalmente habilitado, ou seja, Engenheiro Mecânico.

 

Quando uma caldeira estiver instalada em ambiente aberto a quantos metros no mínimo a área de caldeiras deve estar afastada do limite com as vias públicas?

 

1 – Quando a caldeira for instalada em ambiente aberto, a “Área de Caldeiras” deve satisfazer os seguintes requisitos: a) estar afastada de, no mínimo 3 (três) metros de: - outras instalações do estabelecimento; - de depósitos de combustíveis, excetuando-se reservatórios para partida com até 2000 (dois mil) litros de ...

 

Qual a NR que se refere ao uso de equipamentos de proteção individual EPI’s?

 

NORMA REGULAMENTADORA 6 NR 6. 6.1 - Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

 

O que é o prontuário de uma caldeira?

 

O Prontuário vasos de pressão / caldeira atualizado é um dos documentos exigidos pela NR13, para Caldeiras e Vasos de Pressão, é fundamental que este documento esteja arquivado no local onde o equipamento está instalado.

 

Como é avaliada a pressão parcial de oxigênio?

 

Na gasometria arterial, além da medida da saturação de oxigênio, também é avaliada a pressão parcial de oxigênio (Po2), que deve estar entre mmHg. Cuidados para um resultado mais preciso. É muito importante que os aparelhos que medem a saturação de oxigênio sejam calibrados regularmente, para evitar resultados alterados.

 

Como garantir que você tenha oxigênio suficiente?

 

Garanta que você tenha oxigênio suficiente em caso de atrasos ou emergências. Mantenha uma cópia da prescrição de sua medicação e oxigênio com você. Finalmente, você deve ter em mãos números de emergência (médico, companhia de suporte de oxigênio, nomes e locais de médicos e hospitais).

 

Como evoluiu o oxigênio do nosso sangue?

 

Nosso sangue evoluiu para que conseguisse capturar o oxigênio que nós respiramos e ligá-lo com as moléculas de transporte que se chamam hemoglobinas. E se por algum acaso nós respirarmos uma quantidade muito grande de oxigênio, ele sobrecarregará a capacidade do sangue de levá-lo embora.

 

Como é feita a terapia de oxigênio?

 

Esta terapia é feita em casa através de cateter nasal, colocado nas narinas, e o oxigênio é oferecido a partir de um cilindro, que é um recipiente de metal onde o oxigênio é armazenado e somente deve ser administrado a quantidade prescrita pelo médico.

 

 



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quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

 




 

A CLASSIFICAÇÃO DAS PEMT

 

Com o intuito de auxiliar a resolver dúvidas relacionadas a operação de equipamentos, vamos abordar, periodicamente, um tema específico, trazendo o máximo de esclarecimentos que o nosso conhecimento permite.

Mande suas dúvidas e sugestões de temas referente a operação de máquinas e equipamentos. Vamos responder da melhor forma possível!

O tema que vamos abordar agora é a classificação das PEMT, ou como costumávamos chamar, PTA – Plataformas Aéreas de Trabalho.

Uma das maiores dificuldades que observamos, quando falamos da certificação do operador da PEMT, é em relação aos equipamentos que este operador pode operar.

Alguns apresentam certificados que fazem referência a um modelo específico de equipamento. Outros certificados definem similaridades baseadas no entendimento que o instrutor ou a empresa de treinamento têm, como por exemplo, máquinas elétricas e máquinas a diesel; ou máquinas até 16 metros de altura de trabalho e máquinas maiores; e outras definições de similaridades que a criatividade permite!

A classificação é sim permitida, pois no anexo IV da NR18 estabelece, entre outros requisitos, que o treinamento deve ser no modelo ou similar. Só que esta norma regulamentadora não define essas similaridades!!

De fato, existe uma forma muito mais coerente de fazer esta classificação. E esta forma está definida na NBR 16776! Aliás, utilizar uma norma técnica como referência para esta classificação é uma atitude muito mais assertiva e coerente. Além de estabelecer uma linguagem comum a todos!

A classificação definida na NBR16776 está dividida em duas informações: Grupo e Tipo.

 

A classificação de grupos está descrita da seguinte forma:

 

Grupo A

 

PEMT na qual a projeção vertical do centro da área da plataforma, em todas as configurações de plataforma na inclinação máxima do chassi especificada pelo fabricante, está sempre dentro das linhas limítrofes de inclinação.

 

Grupo B:

 

PEMT que não estão no grupo A, ou seja, PEMT nas quais o cesto está fora das linhas limítrofes de inclinação.

Como é possível verificar, a definição de grupos de uma PEMT é uma definição de engenharia. Está baseada na estabilidade do equipamento e na sua capacidade de manter a carga sempre dentro dos apoios do equipamento (grupo A) ou então os equipamentos onde a carga pode ser projetada para fora dos apoios do equipamento (grupo B). Ou seja, máquinas apoiadas e máquinas em balanço.

Vamos simplificar ainda mais, mas: sem perder o correto entendimento dos grupos.

Como vimos no texto da norma, para classificar em A ou B, devemos entender duas informações, a primeira é o centro da área da plataforma e a segunda é linhas limítrofes de inclinação.

A primeira é fácil. Basta olhar para o piso do cesto e imaginar o cruzamento das duas diagonais! Pronto, para a nossa classificação este ponto é o centro da plataforma.

Apesar do linguajar rebuscado, a segunda informação não é tão difícil assim. Quando falamos de linhas limítrofes de inclinação ou linhas limites de tombamento, estamos fazendo referência aos apoios do equipamento, sejam estes por pneus, esteiras ou patolas/estabilizadores.

Dessa forma, unindo os pontos de apoio temos as linhas, que unidas formam uma área.

Pronto. Agora é só observar se aquele ponto que você definiu no cesto (cruzamento das diagonais!), quando projetado no solo, cai dentro da área formada pelos pontos de apoio. Se a sua resposta é sim em todos os casos, inclusive nos limites de carga, altura e projeção horizontal, então você está diante de um equipamento do grupo A. Caso seja possível que este ponto fique fora, então trata-se de um equipamento do grupo B. Simples assim!

Dessa forma, os equipamentos com elevação vertical (por exemplo as tesouras) são do grupo “A”, já os equipamentos de lança (articuladas ou telescópicas), que para manter a estabilidade necessitam equilibrar a carga no cesto com alguma outra carga, como por exemplo um contrapeso, são as PEMT do grupo “B”.

A classificação quanto ao tipo é bem mais simples de entender. Esta classificação está dividida em três e é relacionada ao deslocamento do equipamento. Está escrito da seguinte forma:

 

 PEMT tipo 1:

 

PEMT para a qual é permitido o deslocamento somente quando ela estiver na posição retraída;

 

PEMT tipo 2:

 

PEMT para a qual o deslocamento com o cesto na posição de deslocamento elevada é controlado a partir de um ponto no chassi;

 

PEMT tipo 3:

 

PEMT para a qual o deslocamento com o cesto na posição de deslocamento elevada é controlado a partir de um ponto no cesto.

Dessa forma, as PEMT tipo 1 são chamadas de estáticas, pois não permitem deslocamento durante o trabalho em altura. Só é possível deslocar o equipamento quando estiver recolhido.

Uma característica muito comum nestes equipamentos é a presença de patolas/estabilizadores, que devem ser estendidos até tocar o solo antes da elevação do cesto.

Já as PEMT do tipo 2 e 3 são chamadas de móveis, pois permitem o deslocamento do equipamento quando este estiver elevado.

A diferença é que os equipamentos do tipo 2 possuem comandos de deslocamento no nível do chassi, ou seja, nos controles de solo. Já as do tipo 3, só possuem controles para o deslocamento do equipamento no cesto.

Você provavelmente nunca viu e nunca vai ver um equipamento tipo 2. Isso mesmo, estes equipamentos são comumente chamados de especiais, com aplicações muito específicas.

Dessa forma, as PEMT são classificadas como: 1A; 1B; 2A; 2B; 3A e 3B. Sendo que as mais comuns são as 3A (tesouras) e as 3B (articuladas e telescópicas).

No setor elétrico encontramos uma boa quantidade de máquinas 1B, que são conhecidos também por cestas aéreas!

 

Veja alguns exemplos de PEMT:

 






P/Roland Robert Colombari

 

OS CUIDADOS OBRIGATÓRIOS PARA EVITAR O TOMBAMENTO DA PEMT?

 



Os cuidados obrigatórios para evitar o tombamento da PEMT começam pela obrigatoriedade de atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas.

A PEMT deve possuir dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, em conformidade com a especificação do fabricante.

Também deve ser respeitada a distância horizontal máxima que a PEMT possui como capacidade de alcance, respeitando o gráfico de inclinação.

O deslocamento da PEMT quando está elevada é permitido desde que esteja na velocidade de um quilômetro por hora. Essa velocidade já é travada pelos dispositivos que o fabricante instala.

Além disso, esse deslocamento só deve ser efetuado em piso firme e nivelado. Caso seja necessário passar por solo inclinado, deve respeitar a capacidade de inclinação especificado pelo fabricante e efetuar somente na posição em repouso, ou seja, totalmente recolhida.

 

Efetuar o teste dos dispositivos antiburaco

 

Não realizar qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham as pessoas que estão fazendo o uso da PEMT a riscos.

Não transportar pessoas e materiais não relacionados aos serviços em execução ou com peso acima do permitido pelo fabricante.

Seguindo essas e outras recomendações dos fabricantes e normas, as operações se tornam mais seguras. Aliás, vale ressaltar que a segurança depende de todas as pessoas envolvidas na atividade.

 

 

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AVCB – AUTO DE VISTORIA 

DO CORPO DE BOMBEIROS?

 



O Auto de Vistoria do corpo de bombeiros – AVCB é o documento emitido pelo órgão que atesta que o local foi vistoriado e está em conformidade quanto a segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação e no PPCI - Plano de Prevenção e Combate de Incêndios.

 

Caso o Corpo de Bombeiros verifique que o local está em desacordo com as normas, o laudo não é emitido e é definido um prazo para as devidas correções.

 

A lei complementar nº 1.257, de 06 de janeiro de 2015 do estado de São Paulo que Institui o (Código estadual de proteção contra Incêndios e Emergências e dá providências correlatas) é a lei que exige a elaboração e implementação do Auto de Vistoria do corpo de bombeiros.

 

Objetivo do AVCB

 

Um dos objetivos do AVCB é monitorar as edificações quanto ao cumprimento do Controle de Incêndio e pânico e ajuda o Corpo de Bombeiros a organizar as vistorias a serem realizadas periodicamente, de acordo com o vencimento do documento.

 

Validade do AVCB

 

A validade do AVCB no estado de São Paulo pode ser de 1, 2 ou até 3 anos, dependendo para qual finalidade a edificação é usada. Já em outros estados a validade pode ser diferente, por isso é importante pesquisar esses dados conforme o estado onde a edificação está instalada.

 

Quando é necessário renovar a AVCB

 

O AVCB deve ser renovado sempre que estiver vencido. Além disso, caso existam alterações significativas na planta da edificação, reformas ou aumento de área construída, é necessário que os bombeiros façam uma nova vistoria para avaliar quais as mudanças ou incrementos de segurança são necessários nesse novo espaço.

 

A importância do AVCB

 

Para os proprietários da edificação é importante o AVCB porque esse é um dos documentos que garante o funcionamento do estabelecimento, caso seja usado comercialmente ou como uma indústria. Ele também é cobrado em caso de haver a necessidade de acionar um seguro por motivo de incêndio; sem o AVCB em dia a seguradora pode se negar a pagar pelos danos causados pelo sinistro.

 

Manter o AVCB atualizado é uma tarefa das empresas, juntamente com o Corpo de bombeiros. Porém, as prefeituras e pessoas que frequentam lugares que recebem público, podem e devem estar atentas ao cumprimento dessa legislação. É sobre a nossa segurança que estamos falando, então também é nosso dever cobrar que as edificações estejam cumprindo as normas do PPCI e mantenham o laudo dos bombeiros atualizado

 

 

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