quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

 

 

ENTENDA A NR-20: SEGURANÇA E SAÚDE COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

 


Como você já deve ter reparado, em todas as nossas postagens, sempre destacamos a importância da segurança do trabalho para uma empresa. Sem ela, a saúde e a qualidade de vida de seus funcionários são colocadas em risco, trazendo péssimas consequências para o funcionamento de seu processo produtivo.

 

Em meio a esse cenário, as Normas Regulamentadoras (NR) são instrumentos do Ministério do Trabalho para regulamentar e padronizar a atuação técnica em nosso país.

 

Sendo assim, um profissional de segurança no trabalho deve conhecê-las e adotá-las muito bem em sua prestação de serviço.

 

Nessas horas, a NR-20 é uma das que mais se destacam. Mas você sabe o porquê disso? Ou, então, como ela funciona e as suas especificações? No nosso post de hoje, sanaremos as suas dúvidas sobre o assunto. Vamos lá?

 

O que é a NR-20

 

Por mais bem preparada e capacitada que uma empresa possa ser, acidentes e imprevistos ainda acontecem.

 

Assim, a NR-20 estabelece as condições mínimas para eliminar os riscos oriundos de atividades com manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis. Também, são contempladas as funções de extração, produção e armazenagem desses materiais.

 

Essa norma, ainda, tem o objetivo de indicar como os projetos que utilizam esses insumos devem ser usados nas etapas de montagem, operação, manutenção, inspeção e, até mesmo, desativação de alguma instalação.

 

Ademais, ela orienta implementação de medidas que controlam situações perigosas, como o posicionamento de extintores de incêndio e um sistema de aterramento bem dimensionado e instalado.

 

Quais são as suas classificações

 

É muito importante saber identificar esses tipos de materiais em seu ambiente de trabalho.

 

Segundo a NR-20, a combustão é uma reação química exotérmica, na qual ocorre a liberação de calor.

 

Outro conceito importante é o entendimento de ponto de fulgor como a menor temperatura de um líquido ou sólido, em que os vapores de sua composição juntamente com o ar atmosférico, iniciam uma reação de combustão quando submetidos a uma fonte de ignição.

 

Assim, é possível fazer as seguintes determinações:

 

·       Líquidos inflamáveis: elementos que possuem ponto de fulgor menor ou igual à 60º C;

·       Gases inflamáveis: componentes que inflamam com o ar a partir de uma pressão padrão de 101,3 KPa;

·       Líquidos combustíveis: líquidos com ponto de fulgor entre 60 e 94 ºC.

 

Lembre-se, também, da classificação relativa às instalações de sua empresa. Nessas situações, o tipo de atividade realizada tem prioridade sobre a capacidade armazenamento e segue as seguintes definições:

 

Classe I

 

Atividade: postos de serviços com inflamáveis e/ou líquidos combustíveis;

Capacidade de armazenamento: gases inflamáveis entre 2 e 60 toneladas e líquidos inflamáveis e ou combustíveis entre 10 e 5.000 m³.

 

Classe II

 

·       Atividade: engarrafadoras de gases inflamáveis e atividades de transporte dutoviário de gases e líquidos inflamáveis e/ou combustíveis;

·       Capacidade de armazenamento: gases inflamáveis entre 60 e 600 toneladas e líquidos inflamáveis entre 5.000 e 50.000m³.

 

Classe III

 

·       Atividade: refinarias, unidades de processamento de gás natural, instalações petroquímicas e usinas de fabricação de etanol;

·       Capacidade de armazenamento: gases inflamáveis acima de 600 toneladas e líquidos inflamáveis e/ou combustíveis com volumes superiores a 50.000m³.

 

Como funciona a capacitação de trabalhadores

 

Para compreender todas as informações presentes na NR-20, um técnico de segurança do trabalho deve se capacitar de maneira correta, realizando treinamentos e adquirindo novos conhecimentos.

 

Então, um curso de NR-20 é a melhor opção que o mercado pode oferecer.

 

Dessa maneira, faça uma escolha adequada às suas necessidades e que tenha as seguintes características:

 

§  Material didático exclusivo e individual;

§  Atividades práticas que simulam a realidade;

§  Equipamentos modernos e de qualidade;

§  Corpo docente experiente e altamente qualificado.

 

A segurança e o bem-estar dos colaboradores de uma empresa dependem das soluções e medidas tomadas por um técnico de segurança do trabalho.

 

Dessa maneira, esse profissional deve respeitar as leis e as normas regulamentadoras brasileiras. Assim, é imprescindível conhecer e utilizar os conceitos da NR-20 a todo momento.

 



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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

 




CONHEÇA OS 8 PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

 

 


 

A legislação trabalhista brasileira é bastante complexa e abrange diversas regulamentações sobre saúde e segurança do trabalho - todas com a finalidade de garantir o bem-estar dos colaboradores.

 

No dia a dia, muitos profissionais estão expostos a uma série de agentes externos, que variam de acordo com o ramo de atuação da empresa. Para que essa exposição não cause problemas, é fundamental localizar os perigos reais.

 

Nesse sentido, as avaliações quantitativas e qualitativas são indispensáveis. Com os equipamentos de medição de segurança do trabalho, é possível identificar as ameaças presentes em cada ambiente. O mapa de riscos resultante deve embasar a definição de ações corretivas e preventivas em todas as etapas do processo produtivo.

 

Vale lembrar que acidentes e doenças ocupacionais podem gerar responsabilidade penal, civil, administrativa e trabalhista. Assim, o empregador é obrigado a arcar com indenizações, despesas médicas e fica sujeito a outras penalidades.

 

Além da repercussão negativa, essas ocorrências também provocam impactos em vários indicadores de produtividade e de desempenho, nos custos gerais e na imagem perante o mercado.

 

Porém, para utilizar corretamente os equipamentos de medição de segurança do trabalho, é preciso, primeiramente, compreender quais são os principais riscos que envolvem os colaboradores. Acompanhe!

 

Situações de risco

 

Existem, basicamente, cinco grupos de risco que devem ser observados:

 

·       Riscos físicos: ruídos, vibrações, radiações, frio, calor, pressões anormais e umidade;

·       Riscos químicos: exposição a gases, poeira, vapores ou produtos químicos;

·       Riscos biológicos: exposição a vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas, bacilos ou outros microrganismos;

·       Riscos de acidentes: ambientes e comportamentos inseguros, como layouts inadequados, armazenamento incorreto de materiais, uso de matéria-prima fora de especificação, maquinário sem proteção, iluminação excessiva ou insuficiente, instalações elétricas defeituosas, contato com animais peçonhentos ou chance de incêndio;

·       Riscos ergonômicos: dependem da forma como a tarefa é executada, do esforço físico, de posturas incorretas, de jornadas de trabalho prolongadas, da repetitividade e de circunstâncias causadoras de estresse.

 

Equipamentos de medição de segurança do trabalho

 

Depois de conhecer todos os riscos, é preciso identificar quais equipamentos de medição de segurança do trabalho podem ser utilizados na empresa.

 

É importante salientar que esses equipamentos são ferramentas de apoio e devem suportar o desenvolvimento de programas internos, tais como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), o PCA (Programa de Conservação Auditiva) e o PPR (Programa de Proteção Respiratória).

 

Saiba para que servem e como funcionam 8 desses aparelhos:

 

1. Anemômetro

 



O anemômetro mede a velocidade do ar e a direção do vento, e é bastante usado no caso de trabalhos em áreas abertas. Podem ser classificados em diversas categorias, tais como: anemômetros de concha, de hélice, de rotação, de veleta, de tubo de pressão e de ultrassom.

 

2. Decibelímetro

 



Os decibelímetros mais simples oferecem apenas a leitura imediata dos níveis de ruído do ambiente. Já os mais modernos, possuem memória para armazenamento de dados, o que permite a criação de um histórico de medições.

 

Por ressonância, um oscilador interno vibra na frequência do som que chega pelo microfone, gerando uma leitura precisa. Em geral, os decibelímetros comercializados no Brasil operam entre 30 a 140 decibéis.

 

 

3. Dosímetro

 



O dosímetro é utilizado para verificar o nível de ruído ao qual o profissional está submetido, durante determinado período. Esse equipamento de medição de segurança do trabalho é fixado no corpo do colaborador e por isso, permite uma avaliação ainda mais exata.

 

Na verdade, o dosímetro toma como base parâmetros preestabelecidos e inseridos em sua programação, indicando apenas uma comparação entre os valores encontrados e o padrão.

 

4. Luxímetro

 



O luxímetro mede a Iluminância, ou seja, a luz distribuída em uma superfície ou área. De acordo com as normas técnicas, cada ambiente tem um nível de iluminação adequado que deve ser garantido.

 

O aparelho funciona transformando a luz captada, natural ou artificial, em corrente elétrica e assim, a quantidade de luz é mostrada no visor.

 

5. Higrômetro

 


O higrômetro é usado para medir a umidade relativa do ar. Esse aparelho é especialmente importante para estudos do clima e para verificar as condições de ambientes fechados, onde altos níveis de umidade poderiam causar danos ― como museus ou bibliotecas.

 

6. Monitor de IBUTG (Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo)

 



O monitor de IBUTG também é conhecido como medidor de stress térmico e permite a avaliação do calor. Esse equipamento é mais utilizado em siderúrgicas, espaços confinados com temperaturas elevadas ou ainda para acompanhamento de trabalhos realizados sob o sol.

 

O uso do IBUTG é fundamental para que a empresa atenda às exigências da NR15 e NHO 06 (Norma de Higiene Ocupacional), que determinam os limites de exposição máxima permitidos no país.

 

7. Explosímetro

 



O explosímetro é um equipamento de medição de segurança do trabalho usado para avaliar a presença de misturas inflamáveis ou explosivas na atmosfera. Para realizar o teste, o aparelho coleta os gases do ambiente e os mantém em contato com um filamento aquecido. A partir da queima desses gases, é possível determinar a presença ou não de agentes perigosos.

 

Entretanto, o explosímetro gera apenas resultados quantitativos, e não qualitativos. Ou seja, o equipamento pode detectar a presença e a concentração de um gás ou vapor inflamável na amostra, mas não consegue diferenciar um elemento específico na composição.

 

8. Medidores de vibração

 



Os medidores de vibração são utilizados para avaliar a intensidade das vibrações nos braços, mãos e corpo do colaborador, durante a realização das atividades de rotina. Os compactadores, britadeiras, marteletes e lixadeiras estão entre os principais causadores desse tipo de efeito. Esse aparelho mede tanto as vibrações localizadas, como as que são reproduzidas em máquinas de grade porte, como tratores e guindastes.

 

Desse modo, é fácil compreender a necessidade por equipamentos de medição de segurança do trabalho em todas as empresas. Com essas análises, é possível definir medidas protetivas e ações preventivas, visando a saúde e o bem-estar dos colaboradores.

 

Investimentos em infraestrutura e treinamento das equipes, adoção de novos EPIs e a implantação de pausas programadas e rodízios de tarefas, são atitudes que contribuem para uma gestão mais inteligente do capital humano.

 

Paralelamente, ao reduzir a incidência de acidentes e doenças ocupacionais, a empresa também consegue aumentar a produtividade e evitar despesas adicionais.



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BOMBEIRO CIVIL X BOMBEIRO MILITAR: ENTENDA A DIFERENÇA

 



Ambos são bombeiros, porém sua aplicação, modo de ingresso, formação e trajetória são bem distintos. Você sabe quais são as diferenças entre a carreira de bombeiro civil e de bombeiro militar? Se não sabe, ou ainda tem dúvidas, veja neste artigo a definição correta de cada uma delas, e entenda também sua importância na sociedade!

 

Quem é e como atua o Bombeiro Civil?

 

O bombeiro civil trabalha principalmente dentro de empresas e ambientes privados. O objetivo de sua contratação é sempre garantir a segurança e o bem-estar das pessoas, visto que este profissional possui formação para prestar primeiros socorros e contornar inúmeras situações em que é preciso algum tipo de resgate ou salvamento.

 

O bombeiro civil tem uma vasta gama profissional para trabalhar. A contratação dele é bastante comum em lugares como shoppings, hospitais, faculdades, indústrias e condomínios, dentre outros.





Esses profissionais também são constantemente contratados para prestar suporte em eventos grandes, como shows e partidas de futebol.

 

Quem é e como atua o Bombeiro Militar?

 

O bombeiro militar, por sua vez, é um servidor público que trabalha em prol da sociedade de modo geral. O objetivo da existência dessa classe também é garantir a segurança das pessoas, mas diferente dos civis, os militares atendem a todos sem distinção, recebendo ligações que indicam onde estão os apuros a serem resolvidos.

 

Bombeiros militares trabalham em escalas e aguardam as ocorrências em quartéis estrategicamente posicionados nas cidades.

 

Vale ressaltar, ainda, que o bombeiro militar atua mesmo dentro de ambientes privados. Em incêndios, por exemplo, mesmo que existam profissionais civis, os militares sempre são chamados.

 

Ingresso e formação de bombeiros civis e militares

 

A forma como bombeiros civis e militares são formados é completamente diferente. Enquanto o primeiro grupo precisa passar por um curso para se tornar profissional nesta profissão, o segundo deve primeiramente ser aceito por um concurso público para ingressar no cargo.

 

O curso de bombeiro civil aborda, entre os conteúdos pragmáticos, a prevenção e o combate a incêndios, as técnicas e teorias do fogo e o uso dos EPI’s Equipamentos de Proteção Individual – e também EPR’s – Equipamentos de Proteção Respiratória. Também são abordados temas de primeiros socorros neste curso.

 

Por sua vez, o bombeiro militar tem uma formação bastante distinta. Para ingressar na carreira, é necessário primeiramente fazer um concurso. Como, na maioria dos estados brasileiros, o bombeiro e o policial militar estão atrelados a uma mesma organização, é comum que este concurso seja para a função de policial.

 

O concurso tem várias etapas, como escrita, física e psicológica. Após, é realizado o curso de formação de bombeiro, o qual leva meses para ser concluído, mas é necessário haver vagas, caso contrário, é necessário esperar tal vaga surgir para fazer essa especialização.

 

Diferença salarial entre os tipos de bombeiro

 

O bombeiro civil costuma receber proventos que variam de R$ 1200 a R$ 3100, dependendo do porte da contratante e se o profissional já tem experiência. O militar tem salário diferente de acordo com o estado e o posto. Em média o valor é de R$ 2 mil a R$ 5 mil reais.

 

 

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

 




 

PRIMEIROS SOCORROS EM ESCOLAS – LEI LUCAS N° 13.722

 




A Lei Lucas N° 13.722 foi criada em outubro de 2018 com o intuito de tornar obrigatória a capacitação em noções de primeiros socorros para professores e funcionários de estabelecimentos de ensino público e privado da Educação Básica, e a recreação infantil.

 

Essa lei prevê que a habilitação aconteça por meio de cursos realizados anualmente, cabendo ao sistema ou à rede de ensino a responsabilidade pela capacitação.

 

Tendo em vista que os acidentes são a principal causa da morte de crianças com 1 a 14 anos, segundo dados da ONG Criança Segura, a Lei Lucas é fundamental para garantir que esses ambientes estejam seguros e preparados para lidar com as adversidades.

 

Cursos de primeiros socorros em escolas

 

Ao preparar professores e funcionários com treinamentos direcionados, é possível diminuir as consequências negativas de acidentes como quedas, engasgos e desmaios, a partir de um atendimento realizado no local, o que agiliza toda a situação.

 

Além disso, o artigo 5° da Lei prevê que os estabelecimentos de ensino estejam integrados à rede de emergência de sua região, com o intuito de estabelecer um fluxo de encaminhamento seguro e rápido.

 

Ainda assim, a realização do curso de primeiros socorros em escolas é indispensável, já que ele é capaz de proporcionar benefícios em prol do coletivo. Vejamos:

 

·       O conteúdo ministrado é direcionado à faixa etária do público, o que garante uma objetividade e assertividade muito maior aos atendimentos;

 

·       A capacitação visa deixar os professores e funcionários preparados para identificar e agir preventivamente em emergências ou urgências até que um suporte especializado esteja disponível, o que, consequentemente, evitará desdobramentos mais graves;

 

·       Acidentes que envolvam queimaduras, cortes profundos, descarga elétrica, contusão, hemorragia nasal, ataque epilético e desmaios são abordados em cursos de primeiros socorros em escolas, significando, assim, uma atuação intensa, já que são situações comuns em instituições de ensino; 

 

Outras ações também podem ser colocadas em prática para evitar acidentes, como a instalação de grades de segurança, móveis com laterais arredondadas, utilização de faixas antiderrapantes, supervisão durante o recreio, proteção de fiação elétrica e tomadas, sem mencionar o cuidado redobrado com espaços que contenham grama, devido aos insetos.

 

Garantir a certificação é garantir a segurança

 

A realização do curso de primeiros socorros em escolas garante a certificação do local que, segundo a lei, deve estar visível a todos. Sendo desobedecida, é passível de notificação ou multa e, em caso de reincidência, pode sofrer a cassação do alvará de funcionamento ou da autorização concedida pelo órgão de educação.

 

A empresas que oferecem cursos de primeiros socorros para escolas, direcionando de forma responsável os colaboradores e professores, além de prepará-los para atenderem as possíveis emergências em seus locais de trabalho.

 

Com um centro de treinamento concebido mediante as especificidades da lei, os cursos podem ser feitos em diferentes modalidades, presencial ou semipresencial, adequando-se às necessidades de cada local, sem perder a qualidade da formação. 

 




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POSTO DE GASOLINA DE SP GANHA RECONHECIMENTO POR IMPLANTAR POR COMPLETO A

NR-20

 




No primeiro semestre deste ano o Posto de Serviços Oriente Ltda., no qual foi implantado a Norma Regulamentadora nº 20 em sua totalidade. O treinamento contou com 19 colaboradores, que receberam curso de capacitação de todos os procedimentos previstos na norma.

 

A Norma Regulamentadora nº 20, originada em 1978 e editada recentemente em 2014, é intitulada por “Segurança e Saúde no Trabalho com inflamáveis e Combustíveis” e tendo como objetivo estabelecer requisitos mínimos para a GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

 

Boa aplicação da NR 20 evita acidentes e garante a segurança e a saúde de todos. Na prática, é feito uma análise de risco que permite a identificação de problemas. Para efetuar o trabalho é necessário que o posto de gasolina tenha a documentação de instalação do local e dos equipamentos, bem como capacitar os funcionários.

 

O trabalhador é peça fundamental na aplicação da NR 20, pois eles auxiliam no reconhecimento dos problemas rotineiros, conseguem apontar riscos pelos quais estão expostos e, sobretudo, são as pessoas que aplicarão a norma no dia-a-dia.

 

Em suma, os trabalhadores de postos de combustíveis estão expostos a acidentes, como incêndios e explosões, e, também a riscos de saúde, pela exposição aos produtos químicos. A capacitação desse empregado o auxilia sobre a toxidade dos combustíveis e dá noções básicas sobre os produtos os quais tem contato no labor. O trabalhador treinado tem maiores chances de se proteger de acidentes e de intoxicação.

 


Hoje, o Posto de Serviços Oriente Ltda. colhe os frutos da assessoria prestada e é reconhecido pelo bom cumprimento da lei.

 

Além de mais segurança no dia-a-dia dos colaboradores e de quem circula pela área do posto, eles conquistaram o prêmio da Ipiranga de 1º Posto a implantar por completo a NR 20 no estado de São Paulo.

 

 

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domingo, 16 de janeiro de 2022

 



 

COMO NÃO PAGAR ADICIONAL DE PERICULOSIDADE?

 



Todo empregado que presta qualquer tipo de serviço mantendo contato permanente com elementos ou fatores que possam causar danos à sua integridade física, pela legislação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, tem direito ao adicional de periculosidade.

 

O pagamento do adicional de periculosidade, que foi definido como 30% acrescido do salário do empregado, só deverá ser feito enquanto o trabalhador estiver exposto ao perigo.

 

Caso a tarefa executada deixe de apresentar um risco para o indivíduo em questão ou esse seja transferido para uma atividade sem risco, ele deixará de receber o adicional.

 

Assim, cabe à empresa verificar as atividades de cada funcionário individualmente e analisar qual se deve continuar ou não o pagamento do adicional de periculosidade.

 

Podemos citar algumas funções já regulamentadas, onde trabalhadores tem direito a receber o adicional de periculosidade:

 

·       Atividades e operações perigosas com explosivos;

·       Atividades e operações perigosas com inflamáveis;

·       Atividades e operações perigosas com radiações ionizantes ou substâncias radioativas;

·       Atividades e operações perigosas com exposição a roubos ou violência física;

·       Atividades e operações perigosas com energia elétrica;

·       Atividades perigosas em motocicleta.

 

E não devemos esquecer que, ao contrário do adicional de insalubridade, o adicional de periculosidade não dará direito a redução do tempo para aposentadoria, uma vez que não oferece riscos à saúde do trabalhador a longo prazo, sendo considerado apenas para efeito de riscos à sua integridade física durante o tempo em que estará exposto a uma condição de perigo.

 

Visando resguardar o trabalhador contra os riscos decorrentes do seu ofício, apenas enquanto este esteja em execução.

 

 

 

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Parte inferior do formulário

COMO AS APR’s GARANTEM A SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO?

 



Os Riscos de Acidentes são intrínsecos às atividades no âmbito industrial.

 

Mesmo com os treinamentos proporcionados pelas companhias aos seus funcionários, os perigos são, na maioria das vezes, imprevisíveis.

 

A não ser que medidas sejam adotadas para o monitoramento e a consequente previsão de possíveis danos referentes ao estado físico dos colaboradores, ao meio ambiente, e ao patrimônio empresarial. Estes recursos preventivos são denominados APR’s, ou, Análises Preliminares de Riscos.

 

Essas análises são feitas com o intuito de compreender o ambiente em que será realizado determinado trabalho, a fim de identificar pontos frágeis e irregulares na estrutura arquitetônica do espaço e na composição química dos elementos constituintes de sua camada interna, que podem ser prejudiciais à saúde dos funcionários – por exemplo, no caso de uma indústria de alimentos, se um colaborador for exercer seu ofício ao redor de tanques de leite condensado, devem ser tomadas certas precauções para evitar o contato com a soda cáustica, utilizada durante a lavagem dos reservatórios.

 

As APR’s são feitas, na maioria das vezes, em conjunto com os profissionais responsáveis pela realização do trabalho em voga. Mas, é possível que os demais colaboradores – incluindo os gestores – prestem auxílio nas subsequentes etapas da análise. É recomendado que a figura principal do movimento seja um profissional da saúde e segurança do trabalho, encarregado de compilar uma quantidade relevante de informações a respeito do local escolhido.

 

Posteriormente, as preconcepções são verificadas e utilizadas como base para a criação de medidas coibitivas.    

 

Não obstante, as análises preliminares são efetivadas por meio de algumas etapas obrigatórias; são elas:

 

·       A identificação de possíveis riscos;

·       A listagem dos mesmos;

·       A sondagem de causas e pontos deficitários;

·  O rastreamento de possíveis grupos expostos aos problemas; a análise de consequências; etc.

 

Além dos passos citados, outros dados que devem constar nos documentos de uma APR são:

 

· Os nomes dos responsáveis; a data de aplicação do serviço; o nome da empresa; a tarefa em questão; a listagem de equipamentos utilizados; as etapas do trabalho. É importante lembrar que a integração dos funcionários é inerente ao desenrolar de uma análise mais ampla e complexa das prováveis ameaças. Assim, as APR’s podem ser um dos instrumentos mais importantes para a garantia da saúde e da segurança no ambiente de trabalho.

 

 

 

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