sexta-feira, 16 de maio de 2025

 



 

OS PRINCIPAIS TIPOS DE AGENTES EXTINTORES

 


Existem diferentes tipos de agentes extintores devido ao fato de que há classificações de incêndios também diferentes, as quais são diferenciadas pelo tipo de material combustível que está queimando.

 

Basicamente há quatro classes de incêndios regulamentada no Brasil, que são elas:

·       Classe A – Combustíveis comuns (incêndios em materiais sólidos) – madeira, papel, plástico etc,

·       Classe B – Líquidos ou gases inflamáveis ​​- combustíveis, álcool, aerossóis,

·       Classe C – incêndios em equipamentos elétricos energizados,

·       Classe D – Incêndios em metais combustíveis – magnésio, potássio, etc.

 

Conforme a classificação de um incêndio, a técnica aplicada no combate, assim como o tipo de agente extintor utilizado irá variar.

Continue lendo esse post e conheça os principais tipos de agentes extintores e em qual classe de incêndio melhor se aplica cada agente.

 

Tipos de agentes extintores

Os principais tipos de agentes extintores são:

·       Água pressurizada – AP

·       Pó Químico Seco – PQS;

·       Gás Carbônico – CO²;

·       Espuma;

 

Extintores portáteis

Os extintores portáteis (cilindros/recipientes) devem conter uma carga de agente extintor em seu interior e essa carga é chamada de unidade extintora.

Os extintores portáteis têm como finalidade o combate imediato e rápido em princípios de incêndios.

 

Entre os agentes extintores, podemos citar:

Água pressurizada

É o agente extintor mais abundante na natureza. Combate incêndios em materiais sólidos inflamáveis, considerados de classe A.

Combate ao fogo em superfície e profundidade, age principalmente por resfriamento e é mais recomendado para incêndios de classe A.

É fornecido na capacidade de 10 litros de agente extintor, com pressão de serviço 10,5 kgf/cm².

Ou seja, essa é a pressão a qual o agente extintor está submetido no interior do cilindro.

Há também o extintor de água na versão sobre rodas, que é fornecido com capacidade de 75 litros de agente extintor, com pressão de serviço 14,0 kgf/cm²

 

Pó Químico Seco – PQS

O Pó Químico Seco é uma substância constituída de bicarbonato de sódio, bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio, que quando pulverizados, formam uma nuvem de pó sobre o fogo, extinguindo-o por quebra da reação em cadeia e por abafamento.

O extintor de Pó Químico Seco BC é destinado à proteção e combate a incêndio das Classes B (líquidos inflamáveis) e C (materiais elétricos energizados).

O extintor portátil de PQS BC é fornecido nas capacidades de 4/6/8/12 quilos de agente extintor, com pressão de serviço 10,5 kgf/cm².

Há também os extintores de PQS ABC, os quais combatem além dos incêndios classes B e C, os incêndios Classe A e também são

Nas versões sobre rodas, o extintor ABC é fornecido com capacidades de 50 e 70 quilos de agente extintor, com pressão de serviço 16 kgf/ cm², e também é fornecido na capacidade de 20 quilos de agente extintor, com pressão de 14 kgf/ cm².

Nas versões sobre rodas, o extintor BC é fornecido com capacidades de 50 e 55 quilos de agente extintor, com pressão de serviço 16 kgf/ cm² e também com capacidade de 20 quilos de agente extintor, com pressão de 14 kgf/ cm².

Além dos extintores de Pó Químico BC e ABC, há os extintores de Pó Químico Seco Especial, fabricados a base de borato de sódio com teor de inibidores siliconizados e são utilizados nos incêndios de classe D, (sódio, potássio de sódio, magnésio, lítio entre outros). São os chamados materiais pirofóricos.

O cilindro Portátil de PQS Especial é fornecido na capacidade de 9 kg de agente extintor, com pressão de serviço 10,5 kgf/cm².

Quanto ao extintor sobre rodas, sua capacidade é de 50 kg do agente extintor.

 

Gás Carbônico CO2

Também conhecido como dióxido de carbono, o CO2 é um gás mais pesado que o ar, sem cor, sem cheiro, não condutor de eletricidade e não venenoso, porém, asfixiante.

 

Age principalmente por abafamento, mas possui ação secundária de resfriamento.

É um agente extintor que não deixa resíduos e nem é corrosivo, e por isso é apropriado para combater incêndios em equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis, como por exemplo, centrais telefônicas e computadores.

Destinado à proteção e combate a incêndio da Classe B (líquidos inflamáveis) e C (materiais elétricos energizados, é fornecido nas capacidades de 4/6 quilos de agente extintor, com pressão de serviço 126 kgf/cm².

Nas versões sobre rodas são fornecidos nas capacidades de 10, 25 e 50 kg, com pressão de serviço 126 kgf/cm².

 

Espuma

A espuma é um dos agentes extintores, podendo ser química ou mecânica, conforme seu processo de formação. É utilizada para extinguir incêndios por abafamento e, por conter água, possui uma ação secundária de resfriamento.

O extintor de incêndio portátil, com carga de espuma mecânica é envasado com solução de água e LGE – Líquido Gerador de Espuma (espécie de detergente concentrado).

Destinado à proteção e combate aos riscos de incêndio das classes A (sólidos inflamáveis), B (líquidos inflamáveis), é fornecido na capacidade de 9 litros de agente extintor, com pressão de serviço 13,5 kgf/cm².

Seu uso é proibido nos incêndios de classe C (elétricos energizados).

Na versão sobre rodas é fornecido com capacidade de 50 litros de agente extintor, com pressão de serviço 14 kgf/cm²

 

Produto Químico Molhado

Este agente é uma solução aquosa com aditivos que reagem quimicamente em incêndios envolvendo gorduras e óleo de cozinha, criando um cobertor de espuma espessa que flutua na superfície do óleo.

 

Estes extintores são utilizados no combate a incêndios de Classe K.

Composto de acetato de potássio, é uma solução aquosa especialmente desenvolvida para extinguir o fogo de gordura animal e vegetal, usado em equipamentos energizados em cozinhas industriais e comerciais, entre outros.

Como no Brasil a classe de incêndio K não possui Norma específica, esse agente extintor atende a Norma Americana NFPA-10.

Não é disponibilizado o cilindro sobre rodas do agente extintor químico molhado.

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INSTRUTOR DE BRIGADAS DE INCÊNDIO / EMERGÊNCIA

 

 


 

Segundo as Normas Nacionais e Estaduais, para estar apto à instrutor de brigadas de incêndio / emergência, o profissional precisa ter capacitação específica e ser credenciado no Corpo de Bombeiros Militar do Estado, a qual é obtida mediante apresentação de documentos comprobatórios de capacitação e aprovação em prova aplicada pela instituição.

 

Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, por meio da Norma Brasileira – NBR 14276, define alguns critérios e exigências sobre a capacitação e habilidades do instrutor de brigadas de incêndio / emergência.

 

Brigadas de incêndio / emergência

Brigadas de Incêndio / emergência são grupos de pessoas, geralmente composto por funcionários ou moradores de uma edificação, e que previamente recebem treinamentos de capacitação para prevenir e intervir em eventuais emergências.

São treinadas para atuar na prevenção e combate de incêndios, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes, auxílio ao corpo de bombeiros, etc.

 

A NBR 14276 define brigada de emergência como:

“Grupo organizado, formado por pessoas voluntárias ou indicadas, treinado e capacitado para atuar na prevenção e combate ao princípio de incêndio, abandono de área, prevenção de acidentes e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida na edificação, planta ou evento”.

 

Capacitação do instrutor de brigadas de incêndio / emergência

Segundo a NBR 14276, o instrutor de brigadas de incêndio / emergência deve ter capacitação em técnicas de ensino, além de capacitação no assunto que irá ministrar aulas.

 

A NBR define instrutor de brigadas de incêndio / emergência como:

·       Instrutor auxiliar;

·       Instrutor em emergências com produtos perigosos;

·       Instrutor em incêndios;

·       Instrutor em emergências médicas e;

·       Instrutor em salvamento;

 

“Instrutor auxiliar: profissional com conhecimento e experiência sobre o tema do treinamento que ele está auxiliando ao instrutor principal, durante as aulas e exercícios práticos”.

 

O instrutor auxiliar não precisa ter capacitação em técnicas de ensino.

Instrutor em emergências com produtos perigosos: profissional com capacitação em emergências com produtos perigosos, capacitado em técnicas de ensino”.

“Instrutor em incêndios: “profissional com capacitação em prevenção e combate a incêndio e abandono de área, com capacitação em técnicas de ensino”.

“Instrutor em emergências médicas: profissional com capacitação em atendimento de emergência pré-hospitalares, capacitado em técnicas de ensino”.

“Instrutor em salvamento: profissional com capacitação em salvamento, capacitado em técnicas de ensino”.

 

Instrutor de brigada de incêndio, segundo IN – 28 do CBMSC

Em Santa Catarina, a brigada de incêndio, brigadistas particulares e voluntários e instrutores de brigada de incêndio, seguem regulamento definido pela Instrução Normativa nº 28 – IN – 28 do Corpo de Bombeiros Militar – CBMSC, a qual está amparada pela Lei nº 15.124, de 19 de janeiro de 2010.

Lei nº 15.124, de 19 de janeiro de 2010, em seu Art. 12, determina que o CBMSC fica responsável por fixar a carga horária e o conteúdo de formação dos instrutores de brigadas de incêndio, além de se responsabilizar pelo credenciamento de cada profissional.

“Art. 12. O Corpo de Bombeiros Militar fixará a carga horária e as disciplinas necessárias à formação dos professores e instrutores de brigadista particular, ficando encarregado de sua formação e credenciamento”.

 

Instrutor de brigada de incêndio credenciado

A Instrução Normativa nº 28 – IN 28 do CBMSC, em seu Art. 32, define instrutor de brigada de incêndio, profissional que passou por prova objetiva e escrita, aplicada pela instituição, e obteve aproveitamento mínimo de 70%.

 

Art. 32. Os instrutores de brigadista serão considerados credenciados quando aprovados em prova de credenciamento, escrita e objetiva, sem consulta, aplicada anualmente, no primeiro domingo do mês de junho, pelos Batalhões de Bombeiro Militar, devendo obter 70% de aproveitamento, no mínimo”.

Após aprovação em prova de credenciamento, para retirar a credencial junto à instituição, o candidato deverá apresentar guia de recolhimento de taxa quitada, além de certificados que comprove ter sido aprovado em cursos de capacitação, além de possuir ensino médio completo, comprovando ser capacitado e habilitado para atuar como instrutor de brigadas de incêndio.

 

Essa exigência está definida no Parágrafo 1º do Art. 32, conforme abaixo:

“§1° Para retirar o documento de credenciamento de instrutor de brigadista o candidato deverá apresentar primeira via da guia de recolhimento da taxa de segurança quitada, certificado que comprove aprovação em curso de 100 horas/aula de Combate a incêndio, 50 horas/aula em Atendimento Pré-hospitalar, 50 horas/aula de Segurança Contra incêndio, 50 horas/aula de Brigada de incêndio, além de possuir ensino médio completo”.

 

Validade da credencial

A credencial do instrutor de brigadas de incêndio, em Santa Catarina, tem validade de 02 anos, sendo obrigatório que o candidato refaça a prova de credenciamento para se manter credenciado no órgão, conforme Parágrafo 2º do Art. 32 na IN 28.

“§2° O credenciamento terá validade de 2 anos a contar da data da expedição do certificado de credenciamento, devendo o instrutor, após o vencimento da validade do certificado, realizar nova prova de credenciamento”.

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quinta-feira, 15 de maio de 2025

 



 

CALDEIRA A VAPOR: ENTENDA COMO ESSE EQUIPAMENTO FUNCIONA

 


Entre os muitos equipamentos necessários em uma planta industrial, a caldeira a vapor se destaca. Usada para produzir e acumular vapor sempre sob alta pressão, este é um equipamento imprescindível em muitos segmentos.

Produzido pelas caldeiras, o vapor pode ser utilizado em muitas necessidades em uma indústria, como oferecer energia térmica para aquecimento, energizar e movimentar máquinas dentro da fábrica.

Diante dessa importância, entender como funciona este equipamento é essencial porque permite que a empresa consiga otimizar sua geração de vapor, aliando economia com produtividade e máxima segurança.

 

Entendendo o que é uma caldeira a vapor

A caldeira de vapor é um equipamento térmico que realiza a queima de combustível para aquecimento de água em seu interior, que, a partir de uma certa pressão se torna vapor. 

O fluido gerado é direcionado para um coletor distribuidor, posteriormente distribuído para as tubulações e equipamentos que dependem deste insumo.

Uma definição mais técnica das caldeiras pode ser conferida na NR-13, que diz: 

 

“Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares”.

 

Tipos de caldeiras a vapor

Necessária em muitos processos industriais, há basicamente dois tipos de caldeiras mais utilizadas: caldeira flamotubular e aquatubular. Entenda suas características a seguir: 

 

Caldeira Flamotubular

Neste modelo, os produtos da combustão circulam pelo interior de tubos, que ficam imersos na água a ser vaporizada. 

São normalmente utilizadas para aplicações de baixa pressão e capacidade de geração de vapor até 30 t/h.

 

Caldeira Aquatubular

Este modelo de caldeira a vapor apresenta maiores dimensões, utilizado onde a necessidade de vapor é muito maior, caso das termelétricas.

Na caldeira aquatubular, a água a ser vaporizada circula dentro dos tubos, com os produtos da combustão passando pelo exterior deles. 

Dada sua forma construtiva e requisitos de espessuras mínimas, as caldeiras aquatubular normalmente são utilizadas em aplicações de pressão elevada, superior a 19,6 bar (g) (categoria A da NR-13, tanto para geração de vapor saturado quanto para vapor superaquecido.

 

Padrão de funcionamento de uma caldeira a vapor

Como já citado, toda caldeira a vapor tem a função de aquecer a água e gerar vapor. Este, posteriormente, será utilizado nos mais diferentes processos dentro do ambiente industrial. 

 

Caldeira a vapor, de fato, funciona?

A geração de vapor realizada pela caldeira ocorre a partir da liberação e a queima de combustíveis em um recipiente acoplado a caldeira, chamado de queimador ou fornalha.

O calor gerado é então transferido para a água e permite a produção de vapor. 

Tal processo produz vapor saturado a uma taxa que pode variar de acordo com a pressão acima da água fervente.

O vapor saturado pode então ser utilizado para produzir energia através de uma turbina e alternador, ou ser sobreaquecido a uma temperatura mais elevada. 

Em resumo, dentro da caldeira a vapor, a água será aquecida e continuamente transformada em vapor. Esse vapor é bombeado para um circulador, por meio de outro tubo. 

Posteriormente, é encaminhado para as áreas da indústria que dependem desse tipo de insumo para operar.

 

Principais aplicações das caldeiras a vapor

Considerado um insumo de fácil acesso, o vapor é gerado por caldeiras para uso em diversos segmentos industriais, como: 

·       Frigorífico;

·       Madeireiras;

·       Laticínios;

·       Termelétricas;

·       Petrolífero;

·       Alimentos em geral;

·       Metalúrgicas;

·       Têxtil e muitas outras.

 

Nestes segmentos, a caldeira a vapor é responsável por gerar vapor para aplicações como:

·       Vapor para aquecimento: utilizado para a troca de calor em determinado produto ou processo. Muito frequente em indústrias do setor alimentício, químicas e de esterilização;

·       Vapor para movimentação: neste caso, o vapor é utilizado como força motriz, ou seja, geração de energia para equipamentos que funcionam à base de turbinas de vapor, como bombas, compressores, etc.;

·       Vapor para limpeza e esterilização: o vapor pode atingir altas temperaturas, isso faz com que penetre facilmente em superfícies e materiais, permitindo a eliminação de microrganismos. 

 

Com base na aplicação, cada segmento industrial depende de um tipo de caldeira diferente, conforme a sua capacidade produtiva e espaço disponível.

 

 

Automação em caldeiras a vapor: equipamentos mais eficientes e seguros

Com o avanço da indústria 4.0, a geração de energia dentro do ambiente industrial está atingindo um novo patamar. Grande parte deste avanço é decorrente da automação industrial.

A automação em caldeiras a vapor está fazendo com que a queima do combustível e geração energética seja muito mais eficiente e constante. Isso permite otimização do material de queima, como também na redução de emissão de gases.

 

Sistemas que permitem uma automação completa deste tipo de equipamento, atuando sobre todos os comandos da caldeira:

·       Controle de Níveis;

·       Controle da movimentação da Biomassa;

·       Descarga de Fundo;

·       Sistemas de Limpeza;

·       Controle da emissão de gases.

 

Ou seja, automatizar uma caldeira a vapor significa controlar e monitorar toda a geração de vapor de forma precisa e eficiente. Para isso, há o uso de tecnologias avançadas de controle e instrumentação. 

Toda essa automação garante que a caldeira opere em seu nível ideal, com consumo de combustível otimizado e máxima eficiência energética.

A automação permite, também, o monitoramento do desempenho da caldeira em tempo real. Assim, ajuda a identificar rapidamente quaisquer problemas e tomar medidas corretivas mais cedo. 

 

Caldeira a vapor Burntech: A melhor caldeira do segmento

Com quatro décadas de experiência no mercado caldeireiro, a Burntech é referência na fabricação de caldeiras do Brasil. Toda essa autoridade é fruto do incessante trabalho de engenheiros altamente qualificados.

 

Dentre as vantagens da caldeira a vapor fabricada pela Burntech merecem destaque:

·       Equipe de engenharia térmica altamente especializada;

·       Dimensionamento totalmente personalizado de acordo com cada necessidade;

·       Permite queimar biomassa de baixa qualidade;

·       Controle de qualidade em todas as etapas de fabricação, com a realização de inspeções, ensaios e testes, conforme estabelecidos pelas normas aplicáveis, para garantir a qualidade do equipamento;

 

Produção 100% nacional com tecnologia alemã.

Além disso, a Burntech é pioneira na utilização no sistema de queima de grelha fixa/móvel no Brasil, provinda de tecnologia WVT vinda da Alemanha. Já foram mais de 700 equipamentos entregues, com o mais alto padrão técnico do país.

 

 

 

 

 

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O QUE É PROERGO: PROGRAMA DE ERGONOMIA E COMO FUNCIONA?

 

 

Entenda o que é o Proergo, um Programa de Ergonomia que visa mitigar riscos ergonômicos dentro da empresa, e qual sua importância.

 

Você sabe o que é Proergo ou já ouviu falar sobre Programa de Ergonomia? Neste artigo, vamos apresentar tudo o que você precisa descobrir a respeito do assunto. Afinal, o tema é importante e merece ser entendido a fundo.

Na organização do trabalho, temas como saúde e segurança sempre fazem parte do sistema de gestão. 

Já o Programa de Ergonomia (Proergo) é apenas mais um dos mecanismos que visam melhorar as condições de trabalho.

Continue a leitura das próximas linhas e tire todas as suas dúvidas referentes ao programa!

 

Entenda o que é Proergo, o Programa de Ergonomia

Chamamos de “ergonomia” o estudo que visa adequar o ambiente de trabalho às necessidades dos trabalhadores, de modo que seja possível obter conforto, segurança e otimização das atividades.

Diante do conceito, fica mais fácil descobrir o que é Proergo — ou Programa de Ergonomia —, não é mesmo?

O projeto tem como intuito identificar, minimizar e neutralizar os riscos ergonômicos no ambiente laboral. 

Como foco principal, o Proergo tem o aumento da produtividade, além da prevenção de acidentes de trabalho e a satisfação do trabalhador.

 

Quais são os objetivos do Proergo?

Embora já tenhamos citado, brevemente, quais são as maiores preocupações do Proergo, vale a pena detalhar algumas delas.

Por isso, confira a seguir quais são os objetivos do programa:

 

Realizar atividades, tais como Ginástica Laboral, a fim de propiciar o bem-estar dos colaboradores;

 

Estabelecer medidas que promovam conforto e segurança;

Desenvolver estratégias voltadas à promoção da saúde ocupacional;

Realizar estudos, como por exemplo: Análise Ergonômica do Trabalho, Análise Ambiental e Diagnóstico da Saúde Ergonômica;

Aumentar os níveis de produtividade da equipe.

 

Etapas de implementação do Programa de Ergonomia

Bom, agora que você já sabe o que é Proergo, podemos falar sobre como o programa deve ser implementado.

 

Acompanhe o passo a passo que separamos!

1. Criação do COERGO

Primeiramente, deve ser criado o Comitê de Ergonomia (COERGO), cuja função será identificar as inconsistências das operações e os riscos das funções desempenhadas pelos trabalhadores.

2. Planejamento 

O segundo passo é planejar e definir os responsáveis pelo programa, como coordenadores e gerentes. Além disso, deve ser elaborado o estudo da participação dos servidores.

3. Identificação de avarias

Agora sim, é hora de identificar os problemas ergonômicos e sugerir melhorias para que o posto de trabalho seja condizente com as necessidades do colaborador.

4. Desenvolvimento da AET

Na sequência, deve ser realizada a Análise Ergonômica do Trabalho (AET), a qual possui a finalidade de gerar dados que serão utilizados na elaboração de um programa efetivo de ergonomia.

5. Implementação de soluções

Por fim, é desenvolvido o Laudo Ergonômico, tarefa atribuída ao Engenheiro de Segurança do Trabalho. De acordo com cada demanda ergonômica identificada, uma solução é implementada, visando o aperfeiçoamento continuado. 

 

Qual a importância do Proergo para as empresas?

Saber o que é Proergo não basta para garantir a segurança e a qualidade de vida dos colaboradores de uma empresa. Para tanto, é imprescindível que o programa seja devidamente aplicado.

 

Afinal de contas, ele é de suma importância para:

·       Otimizar o desempenho dos profissionais;

·       Fornecer dados para serem utilizados em Manuais, Normas e Procedimentos;

·       Prevenir doenças ocupacionais;

·       Reduzir custos com tratamentos médicos e cirúrgicos;

·       Reduzir as taxas de absenteísmo;

·       Atender à legislação trabalhista, evitando multas e ações judiciais.

 

Portanto, preserve a saúde dos seus colaboradores e se conscientize sobre quanto o trabalho é melhorado através do Programa de Ergonomia. 

Pense sempre que os trabalhadores devem estar saudáveis e satisfeitos para apresentarem um bom rendimento.

 

 

 

 

 

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

 



 

RISCOS QUE A JORNADA DE TRABALHO EXCESSIVA TRAZ

 

 


 

Você tem dúvidas quando o tema é jornada de trabalho excessiva? Veja aqui o que a lei diz respeito a isso, os riscos de um excesso e também dicas para não trabalhar além da conta.

 

O que legislação diz sobre a jornada de trabalho

A jornada de trabalho excessiva não traz resultados positivos, pelo contrário, leva o trabalhador à fadiga e ocasiona consequências para a organização.

Algumas atividades que envolvem alto risco, como a dos profissionais de saúde, são consideradas mais estressantes. Somado a isso existe o excesso de trabalho que pode causar sérios problemas.

Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT é a norma que regulamenta a relação de trabalho. Nela está determinado que a jornada de trabalho máxima semanal deve ser de 44 horas ou 8 horas por dia.

É previsto também a realização de horas extras, sendo que essas não devem ultrapassar duas horas diárias.

Algumas empresas já descobriram que reduzir as horas de trabalho pode aumentar a produtividade. Por outro lado, algumas insistem em ter uma jornada de trabalho excessiva.

Quando o trabalhador passa longas horas exercendo a sua atividade podem surgir as consequências. Essas muitas vezes acabam por acarretar prejuízos e problemas, tanto para o empregador como para os funcionários.

 

O problema para quem tem uma jornada de trabalho excessiva

O trabalhador que frequentemente faz horas extras e passa mais tempo do que deveria no trabalho sofre com a fadiga, procrastinação e até Burnout. Isso leva a uma perda das habilidades cognitivas que impacta na atividade e consequentemente causa a baixa produtividade.

Logo, trabalhar mais do que oito horas por dia não significa produzir mais, em alguns casos os resultados são inversos.

Outro problema é que a pessoa passa muito tempo na empresa, logo ela reduz o período de permanência com a família e para lazer. As consequências são uma redução na qualidade de vida.

Essa queda na qualidade de vida pode ter impactos psicológicos. O estresse costuma ser um dos primeiros a se manifestar. Sabemos que atualmente essa lista pode ser bastante grande e levar a sérias consequências, como o afastamento do trabalho por longos períodos.

A saúde física é outra prejudicada. A falta de tempo para realizar atividades físicas, somadas ao estresse e baixa qualidade de vida é a combinação para que surjam problemas. Esses podem variar conforme o tipo de atividade realizada e predisposição genética.

Para conseguir lidar com todas essas situações, é importante que a empresa ofereça condições que remetem à qualidade na saúde dos funcionários. Um bom exemplo, especialmente para as empresas que precisam de horas extras, é contribuir com a saúde mental do trabalhador.

Para isso, ela precisará oferecer um plano de saúde empresarial. Dessa forma o profissional poderá buscar a ajuda de um especialista que precisa para lidar com os problemas que surgiram.

Entretanto, a situação só conseguirá ser totalmente controlada quando houver a redução da jornada de trabalho excessiva, ou essas horas serem divididas entre vários grupos e não sobrecarregar apenas alguns funcionários.

 

O problema para quem te contratou

A empresa é afetada pelos problemas dos trabalhadores e uma das primeiras coisas a serem observada é a queda na produtividade. Por mais que sejam solicitadas horas extras, elas não melhoraram os resultados.

Essa queda na produção impacta diretamente nos resultados financeiros, perdas ou desequilíbrio nas contas podem surgir. E gasta mais com o pagamento de horas extras, mas, o retorno não ocorre.

Outro ponto que não pode ser esquecido é o jurídico. É previsto o limite de duas horas extras diárias. Entretanto, também é reconhecido que a empresa deve prezar pelo bem-estar do colaborador.

Se for ultrapassado limite previsto em lei, a empresa pode ser condenada ao pagamento de multas e sofrer sanções legais. Afinal, uma regra está sendo desrespeitada.

Mesmo que respeite o que é determinado, e a jornada de trabalho excessiva trouxer consequências negativas para o trabalhador, a organização também pode ser condenada. As doenças do trabalho e danos morais podem se enquadrar nessa categoria.

Além de tudo isso, a empresa fica com uma imagem ruim. Ela passa a ser vista como exploradora dos trabalhadores.

O caminho para lidar com a jornada de trabalho excessiva

Se por um lado a empresa precisa produzir, por outro o trabalhador precisa de qualidade de vida. É possível encontrar um ponto de equilíbrio que satisfaça os dois lados.

O primeiro deles é respeitar o limite de trabalho para que o excesso não seja prejudicial. Além disso, adaptar o modelo de trabalho implementando melhorias pode gerar maior produtividade. Dessa forma pode-se estudar uma redução da jornada ou eliminação das horas extras.

Muitas empresas conseguem reduzir a jornada e manter a produtividade. Isso acontece porque o bem-estar físico e mental do trabalhador é essencial para produzir bons resultados.

Para isso é preciso investir na qualidade de vida. A empresa deve oferecer boas condições de trabalho, como a ergonomia e proporcionar espaços de descanso e lazer.

Os benefícios como plano de saúde empresarial e odontológicos podem ajudar nos cuidados com a saúde e prevenção de doenças. Enquanto outros benefícios como academias e bonificações financeiras, melhoram a autoestima, motivação e satisfação.

Logo, ter uma jornada de trabalho excessiva não significa que a empresa produzirá mais ou terá maiores lucros. O que traz bons resultados são funcionários saudáveis e satisfeitos, afinal, as empresas são feitas de pessoas.

 

Dicas para não prejudicar a sua jornada de trabalho

Sabemos que muitas vezes, as entregas não respeitam o nosso tempo e nossas urgências. Mas ter em mente que cada coisa tem seu valor e momento, pode ajudar a construir uma linha de prioridades.

 

Veja outras dicas para você não deixar a sua jornada de trabalho atrapalhar sua vida:

·       Tente não misturar assuntos pessoais com profissionais;

·       Tenha uma agenda, onde você pode anotar todos os seus compromissos e tarefas;

·       Sinalize suas atividades por ordem de prazo e urgência;

·       Não se culpe ao adiar uma tarefa ou não a terminas a tempo;

·       Estude até quanto isso está te afetando e se for o caso, busque um profissional.

 

Conversar com seus colegas e gestores sobre as suas dificuldades pode amenizar esse sentimento ruim quando temos a sensação que não estamos dando conta de tudo. Conte sobre seus medos e negocie prazos.

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E você, já teve uma jornada excessiva de trabalho e sentiu algo negativo? Compartilhe então esse texto lá nas redes sociais com seus colegas!



Por: Jeniffer Elaina, do site PlanoDeSaude.net.

 

 

 

 

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EXAMES ADMISSIONAIS - QUAIS SÃO OBRIGATÓRIOS PARA NOVOS FUNCIONÁRIOS?

 

 


 

Os exames admissionais são uma etapa importante do processo de admissão. Afinal, eles são essenciais tanto para as empresas quanto para os colaboradores. Dessa forma, esse é um processo que todos os envolvidos não devem negligenciar de forma alguma.

Pensando nisso, hoje trouxemos muitas informações sobre o assunto, além de quais são os exames obrigatórios para a admissão. Assim, se você é empregador, saberá o que precisa fazer para estar em conformidade com a lei. Ou, se você é empregado e pretende entrar em um trabalho novo, saberá quais exames as empresas costumam exigir.

Portanto, não deixe de ler até o fim para não perder nada sobre esse assunto que é importante para todos.

 

Quais são os exames que as empresas pedem?

Os exames admissionais são obrigatórios para qualquer novo colaborador em qualquer empresa ou organização, independentemente do segmento de atuação. Assim, eles são importantes tanto para a saúde e segurança do trabalhador quanto para a empresa, que busca uma equipe saudável e apta a executar as suas funções.

Os exames admissionais são regulamentados pela NR-7, uma das normas de segurança do trabalho estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Dessa forma, a NR-7 prevê que o exame admissional seja realizado antes do início das atividades do trabalhador na empresa.

 

Anamnese ocupacional

A anamnese ocupacional é um dos componentes do exame admissional. Trata-se de uma entrevista que o médico do trabalhador realiza a fim de obter informações sobre a sua vida pregressa, com foco na saúde e no trabalho.

Sendo assim, é importante que o profissional seja sincero e responda com precisão todas as perguntas. Afinal, isso auxilia na compreensão do seu perfil e na avaliação do risco ocupacional.

 

Desse modo, durante a anamnese, são abordados temas como:

·       Histórico de doenças e cirurgias;

·       Alergias;

·       Uso de medicamentos;

·       Hábitos como tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas;

·       Atividade física;

·       Histórico de doenças na família, entre outros.

 

Essa avaliação é de extrema importância para entender a saúde do colaborador, as possíveis limitações ou contraindicações às atividades que ele irá realizar. Além de ser uma oportunidade de orientar o empregado sobre a importância da prevenção de doenças ocupacionais e da promoção de uma vida saudável.

 

Pressão arterial e batimentos cardíacos

O exame admissional de pressão arterial e batimentos cardíacos é uma avaliação realizada por um médico ou enfermeiro do trabalho. Assim, ele serve para verificar as condições cardíacas e a pressão arterial de um trabalhador antes dele iniciar suas atividades em determinado emprego.

Esse é um dos tipos de exame que as empresas pedem para garantir a saúde do trabalhador e evitar prejuízos tanto para o empregado quanto para elas próprias.

O exame é feito por meio da aferição da pressão arterial e análise dos batimentos cardíacos.

 

Saúde das articulações

Outro exame admissional muito importante e obrigatório em diversas funções, é o da saúde das articulações. Assim, ele é realizado por um médico especialista em ortopedia e tem como objetivo avaliar a capacidade funcional das articulações do corpo humano.

Esse exame é muito importante para empresas que desejam contratar novos funcionários. Isso porque ajuda a garantir que o candidato esteja apto para o trabalho e evitar possíveis lesões no futuro.

Dessa maneira, o exame consiste em uma avaliação física, incluindo testes de mobilidade, flexibilidade e força muscular. Além disso, exames complementares podem ser pedidos pelo médico, como raio-x ou ressonância magnética.

 

Exames admissionais para profissionais que exercem funções de risco 

 

Para trabalhadores que exercem funções de risco em empresas, os exames admissionais obrigatórios são fundamentais para garantir a segurança e saúde dos trabalhadores e evitar acidentes de trabalho. Alguns dos exames mais comuns são:

1. Exames admissionais de audiometria

audiometria é um exame realizado por um médico ou fonoaudiólogo, que tem como função avaliar a acuidade auditiva do trabalhador. A saber, ele é importante para trabalhadores em ambientes com ruído excessivo, como construção civil, indústria e mineração.

2. Acuidade visual

Também conhecido como exame oftalmológico, é importante para verificar as condições da visão do trabalhador e sua capacidade para realizar suas atividades de trabalho com segurança.

3. Exame de Avaliação Neuropsicológica

É recomendado para trabalhadores que desempenham atividades que envolvem controle de máquinas e equipamentos perigosos. Afinal, esse exame avalia a função cognitiva, a atenção e a concentração do trabalhador.

4. Exame Cardiovascular

Avaliações como eletrocardiograma e ecocardiograma, por exemplo, podem ser solicitadas pela empresa. Assim, esses exames servem para avaliar as condições do sistema cardíaco do trabalhador.

Eles são indicados para trabalhadores que precisam realizar esforços físicos intensos, como carregamento de peso.

 

Quem deve realizar os exames admissionais nos trabalhadores?

De acordo com a norma regulamentadora 07, que estabelece programa de controle médico de saúde ocupacional PCMSO, os exames admissionais devem ser realizados por um médico ou enfermeiro especialista em trabalho.

Portanto, é fundamental que a empresa ou profissional contratado para realizar esses exames, sejam especializados e muito responsáveis. Afinal, a saúde do colaborador e a produtividade do negócio estão em jogo.

 

Qual a importância dos exames admissionais para colaboradores e empregadores?

O exame admissional é essencial para comprovar que a saúde física e mental do colaborador esteja em dia, e que ele possa exercer as funções que o cargo exige. Assim, esses exames garantem que os colaboradores não se exponham a riscos que ameaçam sua saúde ou integridade.

Por exemplo, se o trabalhador possui algum tipo de cardiopatia, a empresa não poderá contratá-lo para exercer funções em altura. Afinal, isso poderia ser prejudicial para a saúde do profissional.

Além disso, os exames são muito importantes para a empresa também. Isso porque eles podem garantir que seus novos colaboradores sejam física e mentalmente capazes de trabalhar. Ademais, também é uma forma da empresa de se proteger legalmente, caso o trabalhador alegue depois que adquiriu a doença no trabalho e peça indenizações.

Por outro lado, para o trabalhador, é importante saber como está sua saúde antes de começar no cargo. Assim, ele poderá comparar com seu estado no ato do afastamento e, se sua saúde se prejudicou pelo trabalho, poderá pedir reparações financeiras.

É importante lembrar que o exame admissional é uma exigência da consolidação das leis do trabalho (CLT). Portanto, a empresa deve fornecê-lo ao novo colaborador para evitar problemas legais.

 

 

 


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